Entregas mais rápidas, janelas de manutenção otimizadas e performance de storage até 8 vezes maior, tudo com custo efetivo mantido após a migração para OCI

Desafios de negócio

A Starian é uma empresa de tecnologia focada no desenvolvimento de soluções SaaS para os setores de construção civil, advocacia privada, governança e compliance, e eficiência operacional. Fundada em 2025 para absorver todas as operações da Softplan para o mercado privado, após um processo de cisão, a empresa conta com um legado de 35 anos, procura impulsionar o crescimento de seus clientes e apoiar a criação de novas linhas de negócio por meio de diferentes soluções.

No centro de sua vertical de construção civil, por exemplo, está o Sienge, ecossistema de tecnologia e negócios que oferece a cobertura mais ampla da cadeia da construção no país, fortalecendo decisões com dados estruturados e potencializando resultados, inclusive com recursos de IA. Suas soluções integradas acompanham todo o ciclo da operação, do pré-obra ao pós-venda, atendendo mais de 10 mil clientes em todos os estados e conectando mais de 1,2 milhão de profissionais, consolidando-se como um ecossistema robusto que integra tecnologia e negócios de ponta a ponta.

A infraestrutura de nuvem é um ativo essencial e estratégico para qualquer empresa SaaS. Por isso, contar com parceiros sólidos é decisivo para suportar tanto as operações internas quanto as de seus clientes. A Starian precisava de uma estrutura de cloud capaz de manter suas operações que já possuem grande escala funcionando, mas que, ao mesmo tempo, viabilizasse seu contínuo avanço na adoção de tecnologias novas.

Por volta de 2017, a Softplan iniciou uma expansão mais acelerada em direção aos negócios SaaS, movimento que, posteriormente, daria origem à Starian. Na época, a empresa ainda operava com diversos fornecedores de nuvem, mas parecia estagnada tecnologicamente: faltava inovação, o suporte oferecido pelos fornecedores era insatisfatório, os custos eram elevados e havia pouca parceria consultiva.

As soluções funcionavam bem apenas para aplicações cloud native, mas não ofereciam caminhos eficientes para migrar e modernizar legados com bom custo-benefício. Esse cenário não só aumentava as despesas como travava a evolução tecnológica da empresa, comprometendo sua capacidade de escalar e integrar seus sistemas de forma consistente.

“Nosso projeto de futuro é operar em um modelo multicloud, e isso pesou muito na escolha da OCI. Entre todos os provedores que avaliamos, a Oracle foi a que se mostrou mais preparada e realmente amigável para um ambiente multicloud.”
Guilherme de Assis Brasil, CTO da Starian

Por que a Starian escolheu a Oracle

Na época, a Softplan tomou duas decisões. A primeira foi reduzir a quantidade de parceiros, focando apenas naqueles capazes de acompanhá-la no longo prazo e sustentar seu crescimento, como um sócio estratégico, e não apenas um fornecedor. A segunda foi buscar fornecedores que garantissem flexibilidade nos serviços em nuvem, já que um portfólio amplo exigia segurança de um player robusto e maturidade para atender produtos com diferentes necessidades.

A isso se somou um terceiro ponto: a necessidade de reduzir custos. Assim, ao iniciar as conversas com a Oracle para migrar para a Oracle Cloud Infrastructure (OCI), a empresa identificou dois fatores decisivos. O primeiro ponto foi a viabilidade econômica, não apenas no sentido de oferecer a melhor relação custo-benefício, mas pela postura da Oracle, que se mostrou a parceira mais comprometida em tornar a migração possível.

A empresa apoiou ativamente a transição de outras nuvens para a OCI, com custos competitivos e um modelo de migração e adaptação construído em conjunto. Além disso, o projeto de futuro da empresa é operar em um ambiente multicloud, e esse foi outro ponto decisivo na escolha pela OCI.

Entre os fornecedores avaliados, a Oracle se mostrou o player mais aberto e compatível com esse modelo. A mensagem era clara: a OCI é construída para que o cliente permaneça porque valoriza a plataforma, não porque está preso ao ecossistema.

Resultados

A migração para a OCI gerou impactos que surpreenderam positivamente a Starian. O primeiro foi a melhora de performance, um resultado que nem estava entre os objetivos iniciais, mas que se mostrou significativo. Outro avanço importante foi a aceleração da modernização tecnológica: mesmo realizando um processo próximo ao lift and shift, a empresa pôde migrar componentes antes mantidos em ambientes virtualizados próprios para contêineres, avançando em tecnologia mais rápido do que no cenário anterior.

Esses avanços trouxeram ganhos concretos. O tempo total de execução dos pipelines de integração contínua foi reduzido, em média, em 18%, diminuindo de forma significativa o período de espera das equipes de desenvolvimento para validação de códigos; um ganho direto de produtividade, que acelera a entrega de novas funcionalidades e aumenta o ritmo de inovação dos produtos do Ecossistema Sienge.

As janelas de manutenção também foram otimizadas, com uma redução aproximada de 23% no tempo de execução de rotinas críticas, como backup, cópia de dados, deploys e automações. Além de encurtar essas manutenções, o processo tornou-se mais previsível operacionalmente. Paralelamente, a adoção do modelo de escalabilidade elástica horizontal da OCI proporcionou uma economia média de 11% nos custos computacionais totais, com ganhos ainda mais relevantes em workloads variáveis.

O ambiente evoluiu de uma estrutura fixa para um modelo flexível e parametrizável, capaz de acompanhar com eficiência as demandas de crescimento dos produtos da empresa. Entre os componentes técnicos, o armazenamento foi um dos destaques. Durante a migração, em alguns cenários, a Starian registrou até oito vezes mais performance de storage em comparação aos provedores anteriores, mantendo o mesmo custo efetivo.

A combinação de ganhos em desempenho e eficiência financeira também abriu espaço para a criação dinâmica de labs de inovação para as equipes de infraestrutura e desenvolvimento, algo que antes exigia orçamento específico. Hoje, esses ambientes podem ser ativados sob demanda, com impacto mínimo no orçamento operacional e ampla flexibilidade para testar novas tecnologias e frameworks.

Do ponto de vista de negócio, o impacto mais relevante foi a melhora de margem. Com os novos recursos da Oracle, a Starian passou a entregar infraestrutura mais eficiente para cada ambiente provisionado aos clientes do Ecossistema Sienge.

Sobre a Starian

A Starian é uma empresa focada no desenvolvimento de soluções SaaS para as verticais da Indústria da Construção, Inteligência Legal, Governança e Compliance, e Eficiência Operacional. Oferece tecnologias altamente especialistas e ecossistemas completos para os segmentos em que atua. Com um legado de mais 35 anos no mercado privado, conta com mais de 1,3 mil colaboradores e atende mais de 22 mil clientes no Brasil e na América Latina.
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