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Unimed usa nuvem da Oracle e agiliza plataforma para compartilhar informações para combate à COVID-19

Ao migrar informações sobre doença para a Oracle Cloud Infrastructure, a Unimed Central RS duplicou o banco de dados Oracle existente e criou um novo serviço digital: Fast PEP Unimed Covid-19. Diversas empresas estão avançando rapidamente para combater a transmissão do novo coronavírus. Um dos exemplos de atuação a favor da saúde da população é a Cooperativa Central das Unimeds do Rio Grande do Sul, em apoio às demais operadoras de plano de saúde Unimed do Brasil, que contou com a ajuda da Oracle para compartilhar informações no combate à pandemia. Em dois dias, foi implantado um serviço que apoia os registros de casos de COVID 19, bem como leitos hospitalares simples e de UTI para a sua carteira de clientes que conta com mais de 17 milhões de pessoas o Brasil. Ao migrar as informações sobre a doença na Oracle Cloud Infrastructure (OCI), serviço contratado em outubro de 2019, a Unimed Central RS duplicou o banco de dados Oracle existente e criou um novo serviço digital, denominado Fast PEP Unimed Covid-19. Em apoio ao Ministério da Saúde do Brasil, a plataforma está disponível para todas as 344 unidades do Sistema Unimed do país, que cobrem 85% do território nacional, via web e dispositivos móveis, que podem acessar um prontuário eletrônico numa versão simplificada e exclusiva com o protocolo do Ministério da Saúde para Controle, Monitoramento e Acompanhamento dos pacientes com COVID-19. -Leia mais: Oracle doa capacidade de processamento de supercomputadores em nuvem para ajudar CNPEM nos estudos de combate ao novo coronavírus Isso reforça a prática clínica com base nas melhores evidências, articulando a coordenação do cuidado e a integração dos demais serviços. Agora a solução, que está ambientada na nuvem de segunda geração da Oracle, ajuda no monitoramento dos pacientes com o vírus, incluindo visualização de disponibilidade de leitos e acompanhamento de tratamentos na rede de hospitais credenciados. De acordo com Leandro Schmitz, coordenador de TI na Unimed Central RS, a plataforma facilita a rotina dos profissionais de saúde do Sistema Unimed, que poderão registrar a evolução dos pacientes diagnosticados. “Estar em ambiente de nuvem vai agilizar muito a nossa rotina, uma vez que as 344 unidades da Unimed do País e seus 199 hospitais próprios estarão gerenciando os casos on-line, permitindo acessar e relatar ao governo as informações estatísticas sobre todos os casos em uma única plataforma”, explica Schmitz. Para a Oracle, essa parceria mostra que a tecnologia vai além da inovação. “Esses casos são demonstrações de como podemos só funciona colaborar com a sociedade, ajudando tanto na identificação de casos, como na agilidade do tratamento. A tecnologia se diferencia devido ao fator humano e, nesse momento, é esse contexto que queremos preservar com as nossas soluções”, disse Tennessee Howard, diretor sênior de Cloud Infrastructure, Oracle América Latina. Ainda no mês de março de 2020, a Unimed expandiu o serviço para ajudar os 116 mil médicos do Sistema Unimed no Brasil a realizarem suas consultas de forma virtual, atendendo os pacientes que não possuem COVID-19 por telemedicina e tele consulta também instalada na Oracle Cloud Infrastructure.

Ao migrar informações sobre doença para a Oracle Cloud Infrastructure, a Unimed Central RS duplicou o banco de dados Oracle existente e criou um novo serviço digital: Fast PEP Unimed Covid-19. Diversas...

Pessoas

Karla Rivero: a importância das pequenas coisas

Em entrevista, a Customer Engagement Manager fala sobre a sua trajetória na Oracle e a nova rotina com os filhos Francisco e Maximiliano. Desde a sua entrada na Oracle, no início de 2013, Karla Rivero, Customer Engagement Manager for Latin America and Caribbean e mãe de Francisco, de 12 anos, e Maximiliano, de 10 anos, sempre trabalhou em modelo home office. Mas isso não significa que a sua rotina não tenha sido impactada pelo momento atual. “Às vezes as pessoas pensam que, como sempre trabalharam dessa forma, suas rotinas e suas vidas não mudaram muito. Elas estão erradas. Minha rotina mudou totalmente. Agora, todos temos tarefas como limpar a casa, por exemplo. Ajudo meu filho, o mais novo, a estudar e seguir o programa escolar”, afirma sobre as mudanças no dia a dia em sua casa, na Cidade do México. Segundo Karla, ela e a família têm buscado desfrutar mais das pequenas coisas nesta nova rotina. "Apreciamos mais os pequenos detalhes e procuramos ser mais criativos para passar um tempo mais agradável, como aprender a fazer uma nova receita, cozinhar ao ar livre ou inventar algum novo jogo”, explica, destacando que as atividades que mais gosta de fazer com os filhos nas horas vagas são cozinhar e nadar. -Leia mais: Mainer Amaral: família unida e otimismo Sobre a trajetória de mais de 7 anos na Oracle, Karla destaca que o mais gosta em seu trabalho na empresa é justamente o contato com os clientes. "O que eu mais gosto é entrar em contato com nossos clientes, conversar com eles para aprender sobre suas histórias e manter um bom relacionamento." Um dos principais desafios de sua carreira, conta, aconteceu no ano passado durante o Oracle OpenWorld 2019 em San Francisco, nos Estados Unidos, quando liderou em conjunto com outras áreas um projeto de grande porte para gravar mais de 30 entrevistas com clientes para vídeos de referência. Para o período atual, explica Karla, também é muito importante agradecer pelo que temos em nossas vidas. "Recentemente, uma das minhas professoras disse, se você está em casa e com aqueles que ama, isso é um privilégio. Meu conselho é agradecer a cada dia por três coisas que você possui. E apreciar também tudo aquilo que está a sua volta.”

Em entrevista, a Customer Engagement Manager fala sobre a sua trajetória na Oracle e a nova rotina com os filhos Francisco e Maximiliano. Desde a sua entrada na Oracle, no início de 2013, Karla...

Pessoas

Mainer Amaral: família unida e otimismo

Desde 2008 na Oracle, a Analista de Desenvolvimento de Negócios fala sobre sua trajetória de quase 12 anos na empresa e o dia a dia com as filhas Victoria e Isabella. Para Mainer Amaral, Analista de Desenvolvimento de Negócios da Oracle no Brasil e mãe das gêmeas Victoria e Isabella, de 10 anos, um dos pontos positivos que podem ser destacados em meio aos diferentes desafios trazidos pelo período atual é o fato de poder estar mais perto da família. “Normalmente, a nossa vida é bastante corrida, então costumávamos ficar mais juntos mesmo aos finais de semana. Agora fazemos todas as refeições juntos, por exemplo”, afirma Mainer sobre a nova rotina. Segundo ela, entre as atividades que mais gosta de fazer em casa com as filhas estão dançar, brincar com a cachorra, Beca, e testar diferentes receitas na cozinha. “A gente já fez bolo, pão, brigadeiro e tapioca, coisas que não fazíamos antes.” Outro ponto importante no dia a dia, explica, são os encontros com os familiares, que passaram a ser virtuais. “Todos os dias nos reunimos com primos e avós por meio de videochamadas”, afirma Mainer, que também chama a atenção para a importância de manter o otimismo e o pensamento positivo no momento atual. -Leia mais: “Procuro sempre manter um clima de alegria”, diz Natalia Trucco Há quase 12 anos na Oracle, a Analista de Desenvolvimento de Negócios diz que uma das coisas que mais gosta em seu trabalho na empresa é o fato de não ter uma rotina sempre igual. “Tem dias que são um pouco mais tranquilos e outros em que há muita coisa para fazer”, diz. Assim como muitas outras pessoas, Mainer sente falta do contato diário com os colegas no escritório da Oracle em São Paulo. “Sinto muita falta de ver as pessoas. No escritório, estávamos o tempo todo conversando. É muito dificil de não ter o café, por exemplo, que era um ponto de encontro", conta a analista. De acordo com Mainer, que tinha trabalhado poucas vezes em home office anteriormente, mas já estava acostumada com as videochamadas, uma vez que parte da equipe fica na Colômbia, o suporte fornecido pela Oracle neste momento permite que o trabalho flua de maneira “normal, como se estivesse no escritório. Tenho acesso a tudo.”

Desde 2008 na Oracle, a Analista de Desenvolvimento de Negócios fala sobre sua trajetória de quase 12 anos na empresa e o dia a dia com as filhas Victoria e Isabella. Para Mainer Amaral, Analista de...

Pessoas

“Procuro sempre manter um clima de alegria”, diz Natalia Trucco

Há quase 12 anos na Oracle da Argentina, a Sales Operation Analyst fala sobre o dia a dia em casa com os filhos Pilar, Octavio e Ines. As recentes transformações pelas quais o mundo vem passando podem impactar as nossas rotinas de diferentes formas. Na casa de Natalia Trucco, em Buenos Aires, todos da família mudaram um pouco os seus papeis durante a quarentena, conforme explica a Sales Operation Analyst em LAD Consulting na Oracle e mãe da Pilar, 14 anos, do Octavio, 10, e da Ines, 4, que diz estar exercitando mais qualidades como paciência e organização no período. "Tenho que me concentrar em entender e lembrar das necessidades de cada fase. Por exemplo, a adolescente começa o seu dia por volta de meio-dia; no entanto, ela é mais independente e organizada. O menino precisa da minha ajuda, então termino meu trabalho e tento dedicar uma hora do dia ao seu dever de casa, e nos finais de semana estudo com ele. A mais nova também tem suas atividades, então é comum eu me pegar às 8 da noite sentada no chão com ela fazendo uma arte ou colando papéis”, conta Natalia, apontando que o marido agora é encarregado da cozinha. -Leia mais: Mary Percy Garcia: o que mais gosto é de ajudar os clientes De acordo com a executiva, uma dica que pode ajudar outros pais e mães em situações parecidas envolve buscar transformar as diferentes tarefas e atividades do dia a dia em jogos. “Uma coisa que me ajuda a manter a calma em casa é tentar transformar tudo em um jogo. Por exemplo: aquele que arrumar melhor a cama hoje ganha um chocolate! E assim, até mesmo a mais novinha arruma sua cama (risos)", ela comenta. “Eu procuro sempre manter um clima de alegria." Entre as atividades que Natalia mais gosta de fazer com os filhos nas horas vagas estão exercícios e brincadeiras no jardim da casa, além de montar quebra-cabeças, um passatempo que certamente ganhou mais adeptos ao redor do mundo nos últimos meses. Há quase 12 anos na Oracle da Argentina, onde começou a trabalhar em outubro de 2007, Natalia atualmente fornece suporte para a área de vendas de Consulting na América Latina. "É um trabalho muito dinâmico, pois sou responsável por diferentes processos: treinamentos para novos CSM's, configuração de territórios, relatórios de reservas, forecast e muito mais", explica a executiva, que diz gostar justamente desse dinamismo. Segundo Natalia, o suporte fornecido pela Oracle em um momento desafiador como o que estamos vivendo é algo de grande importância. "A Oracle me dá a tão importante estabilidade no trabalho neste momento, e estar mais tranquila sobre isso me livra de uma preocupação extra. As mensagens são sempre para nos cuidarmos e temos um ambiente compreensivo em termos de prazos e situações. Neste momento, sinto que a Oracle mostrou de fato o que costumamos ler nas pesquisas, e isso me enche de orgulho e gratidão pela empresa.”

Há quase 12 anos na Oracle da Argentina, a Sales Operation Analyst fala sobre o dia a dia em casa com os filhos Pilar, Octavio e Ines. As recentes transformações pelas quais o mundo vem passando podem...

Transformação na TI

Como a automação orientada por IA aumenta a produtividade dos cientistas de dados

Juntos, o Oracle Analytics e o Oracle Autonomous Data Warehouse podem aumentar consideravelmente a produtividade dos cientistas de dados. Por Benjamin Arnulf* Previsão nº 7 para a nuvem da Oracle para 2020: Os cientistas de dados terão uma demanda cada vez maior, mas se tornarão mais eficientes devido às técnicas de coleta e análise de dados orientadas por IA. A cada dia, o mundo cria 2,5 quintilhões de bytes de dados, e 90% dos dados no mundo foram criados nos últimos anos,  de acordo com a Forbes. Essa fonte crescente de conhecimento pode trazer benefícios transformadores para o mundo e para as empresas — se pudermos acompanhar. Já temos uma área de estudo estabelecida para isso (ciência de dados) e uma nova classe de profissionais para executá-la (cientistas de dados). Mas, como a ciência de dados é um campo relativamente novo e a demanda por cientistas de dados supera em muito a oferta, as organizações podem não ser capazes de usar todos os seus dados em seu potencial máximo. Então, como as empresas podem preencher a lacuna nos próximos cinco a dez anos e aproveitar ao máximo os cientistas de dados que já têm? A resposta é tecnologia, e a Oracle tem uma solução específica para a chamada Oracle Data Science Platform. O que os cientistas de dados fazem para os negócios Os cientistas de dados são cientistas curiosos, analíticos e metódicos que fazem descobertas com dados. Eles usam métodos científicos, processos, algoritmos e sistemas para extrair valor de conjuntos diferentes de dados. Têm uma ampla gama de habilidades, incluindo estatística, ciência da computação e conhecimento de negócios. Analisam, revelam tendências e — o maior benefício — orientam sobre decisões de negócios a partir de dados coletados de fontes internas e voltadas ao cliente, bem como fontes de terceiros. Os cientistas de dados trabalham em todos os setores, e seu valor provém do conhecimento de como usar os algoritmos de machine learning (ML) para encontrar respostas e insights que se alinham aos casos de uso de negócios. Seu conjunto de habilidades é diferente das habilidades de um engenheiro de computação, analista, engenheiro de dados ou engenheiro de ML, mas poderiam trabalhar em equipe com qualquer uma ou todas essas outras funções. A tecnologia avançada possibilita que as equipes de profissionais de dados forneçam às empresas, grupos de pesquisa, agências governamentais e outras organizações uma inteligência mais precisa e abrangente do que no passado. -Leia mais: Por que integrar a estratégia de análise com a estratégia de dados? Os cientistas de dados podem realizar análises descritivas, preditivas e prescritivas. A análise descritiva usa os dados atuais para descrever o status atual de uma variável e aplicar esse conhecimento a modelos futuros para obter melhores resultados. A análise preditiva vai um passo além, permitindo que as empresas prevejam cenários estratégicos, como o próximo passo do comprador na jornada de compra, bem como cenários de planejamento, como a capacidade de produção que será necessária no próximo ano. O ML, uma forma de inteligência artificial (IA) que identifica padrões em dados e aprende com eles, é um componente fundamental da análise preditiva e prescritiva. A análise prescritiva é uma área de grande crescimento. É definida pela minha colega Dra. Elena Drozd como "a peça que falta entre os cientistas de dados e os líderes empresariais: O conceito de qual ação você deve tomar agora quando a inteligência preditiva lhe mostra o resultado mais provável no futuro". A análise prescritiva responde a essas perguntas: •    O que acontecerá? •    Quando acontecerá? •    Qual é o benefício? •    Como tomaremos decisões de negócios a partir dessas informações? •    Quais serão os efeitos da decisão? •    Como isso afetará o restante da empresa? A demanda por análises prescritivas vem aumentando rapidamente, já que fornece uma grande vantagem competitiva. No entanto, boa parte desse trabalho ainda é feita manualmente, e o tempo restrito limita a quantidade de análise real que um cientista de dados ou uma equipe de ciência de dados é capaz de fazer. Em geral, os cientistas de dados passam 80% do tempo coletando, limpando, organizando e preparando os dados, e apenas 20% do tempo procurando padrões e descobrindo novos insights. Esse não é um bom uso do tempo, particularmente quando a tecnologia existe para automatizar e ampliar as análises.    Tornando os cientistas de dados mais produtivos À medida que as tecnologias de IA e ML se tornam mais sofisticadas, elas automatizam uma parcela maior de tarefas manuais da ciência de dados. Da mesma forma, à medida que os sistemas de análise aumentada (análise + IA) se tornarem poderosos o suficiente para treinar e executar algoritmos em larga escala, a grande maioria das tarefas de coleta e preparação de dados será automatizada, tornando todos os profissionais de dados qualificados mais eficientes. Os sistemas de IA também serão aprimorados na geração de insights e na interpretação de resultados, o que liberará os cientistas de dados para determinar as descobertas mais relevantes entre todos os possíveis resultados. Economia de 1 bilhão de dólares: o que melhores insights de dados podem fazer O Oracle Analytics Cloud é líder nessa área, fornecendo acesso de autosserviço a dados e análises para qualquer função. Com IA e ML avançados incorporados, a plataforma como serviço (PaaS) automatiza e elimina as principais tarefas que antes eram realizadas pelos gerentes de TI. Isso reduz custos e melhora os insights de dados como suporte para as metas estratégicas. Quando o Oracle Analytics é executado no Autonomous Data Warehouse, fornece escalabilidade elástica para que as empresas possam expandir seus serviços de análise e, ao mesmo tempo, controlar custos e eliminar a necessidade de habilidades especializadas para a manutenção do banco de dados. Juntos, o Oracle Analytics e o Oracle Autonomous Data Warehouse podem aumentar consideravelmente a produtividade dos cientistas de dados. Eles podem acessar a saída de dados a partir dos modelos de ML, bem como todos os dados disponíveis em toda a empresa. Além disso, podem consultar rapidamente as visualizações dos seus dados e, com IA e ML incorporados, aprender onde concentrar futuros trabalhos de análise. Isso reduz o tempo gasto para extrair valor do crescente volume de dados. *Benjamin Arnulf é Senior Director, Product Strategy, Analytics da Oracle

Juntos, o Oracle Analytics e o Oracle Autonomous Data Warehouse podem aumentar consideravelmente a produtividade dos cientistas de dados. Por Benjamin Arnulf* Previsão nº 7 para a nuvem da Oracle para...

Desenvolvedores

Evolução constante

Em entrevista, desenvolvedor e Oracle Groundbreaker Ambassador, Hillmer Chona, da Colômbia, relembra contato com a tecnologia por meio dos brinquedos na infância e destaca importância das comunidades de TI. Natural de Arauca, na Colômbia, o desenvolvedor e Oracle Groundbreaker Ambassador, Hillmer Chona, de 38 anos, viu a tecnologia entrar na sua vida quando ainda era criança. “Lembro de desmontar meus brinquedos para entender como eles funcionavam. Minha mãe dizia que um brinquedo mecânico ou movido à bateria não durava mais do que uma semana nas minhas mãos.” Atualmente vivendo em Medellín, também na Colômbia, Hillmer diz que não se lembra do momento específico em que decidiu trabalhar com TI, mas deixa clara a sua satisfação em atuar na área. “Cada vez que percebo as possibilidades que posso criar e como aqueles que trabalham criando tecnologias estão mudando o mundo, sinto que quero continuar trabalhando com ela”, afirma. Quando perguntado sobre do que mais gosta em trabalhar como desenvolvedor, o especialista destaca o poder e a capacidade de evoluir constantemente, além do fato de saber que o seu trabalho pode impactar a vida das pessoas, de forma a facilitar a maneira como elas vivem e trabalham. -Leia mais: "A curiosidade é fundamental", diz Fabiane Nardon Já quando o assunto são os principais desafios em sua carreira, Hillmer aponta as dificuldades enfrentadas para estudar no início da década de 2000. “Naquela época não era nada fácil aprender sobre o uso de novas tecnologias. Era necessário criar estratégias para aprender a testar e identificar erros, criar grupos de estudo onde compartilhávamos o que aprendíamos. Olhando para trás, lembro que tínhamos pequenas comunidades de desenvolvimento, sem saber que globalmente existiam importantes movimentos de comunidades, como os JUG de Java.” O seu primeiro contato com o Java, que completa 25 anos de história em 2020, aconteceu há cerca de duas décadas, quando Hillmer estudava Engenharia. “Naquela época, fomos os primeiros a aprender e usar Java na universidade, e talvez os primeiros em toda Colômbia. O Java é talvez a linguagem mais influente dos últimos 20 anos, graças ao seu ‘Write one run anywhere’. Sua expansão e adoção ocorreram de forma acelerada, ajudando a indústria de desenvolvimento de software a se consolidar.” Por fim, Hillmer, que tem na cozinha um dos seus principais hobbies, seja para fazer receitas simples, de comidas caseiras, ou para explorar a criação de um prato, destaca a importância das comunidades para os desenvolvedores. “As comunidades de desenvolvimento em geral, e a Oracle Groundbreakers em particular, são muito importantes, porque se tornam locais de encontro onde o conhecimento é compartilhado, e são espaços com auxílio de voluntários, que têm por objetivo principal aprender e disseminar tecnologias.”

Em entrevista, desenvolvedor e Oracle Groundbreaker Ambassador, Hillmer Chona, da Colômbia, relembra contato com a tecnologia por meio dos brinquedos na infância e destaca importância das comunidades...

Transformação nos Negócios

Coloque as pessoas em primeiro lugar com o Oracle Analytics for Cloud HCM

Baseado no Oracle Analytics Cloud e no Oracle Autonomous Database, esta oferta fornece insights mais profundos sobre questões envolvendo a força de trabalho, proporcionando uma visão abrangente dos dados de toda a organização. Por Michael Singer* Não faz muito tempo que os departamentos de recursos humanos operavam de forma independente do restante da empresa. Hoje em dia, o RH é um parceiro estratégico, já que executivos e gerentes de todas as áreas precisam estar a par do custo e da eficiência de sua força de trabalho. Além disso, a gestão de capital humano (HCM) no ambiente atual de negócios exige um volume muito maior de dados, medições e métricas do que o que foi usado pela NASA para levar os astronautas à lua e de volta à Terra. Felizmente, com os aplicativos de negócios baseados em nuvem que temos hoje, nunca foi tão fácil centralizar os dados dos funcionários e tomar decisões bem-informadas. De acordo com o Human Capital Institute, cerca de 58% dos executivos precisam cada vez mais correlacionar insights de talentos com a rentabilidade. Portanto, não chega a surpreender o fato de que os profissionais de RH que efetivamente fazem análise de dados tenham 6,3 vezes mais chances de obter oportunidades de avanço, de acordo com uma Previsão de Liderança Global da Development Dimensions International (DDI). Executivos de HCM precisam obter respostas num mercado ferozmente competitivo, o que faz com que a escolha de uma solução pré-construída e pronta para uso reduza drasticamente o tempo de retorno do investimento. Para atender a essas necessidades de negócios, a Oracle está anunciando uma nova solução empacotada de análise para recursos humanos: Oracle Analytics for Cloud HCM, um aplicativo analítico da família de produtos Oracle Analytics for Fusion Applications. Especialmente desenvolvido para os responsáveis pela tomada de decisão de RH e parceiros empresariais Baseado no Oracle Analytics Cloud e no Oracle Autonomous Database, esta oferta fornece insights mais profundos sobre questões envolvendo a força de trabalho, proporcionando uma visão abrangente dos dados de toda a organização. A solução foi desenvolvida para gerentes de linha de negócios que precisam estar sempre a par da estrutura, cultura e eficácia de uma equipe. Ela também foi concebida para os parceiros empresariais de RH responsáveis pelo planejamento e a integridade da equipe, e arquitetada para analistas de RH que executam modelagem de cenários para planejar, avaliar, orçar ou construir análises ad hoc. Por fim, trata-se de uma solução que pode ser facilmente utilizada por executivos de RH responsáveis pela definição do planejamento estratégico e de diretrizes de negócio por meio da identificação de riscos e oportunidades. -Leia mais: Por que integrar a estratégia de análise com a estratégia de dados? "No ambiente de negócios volátil que temos hoje, o RH tornou-se um parceiro estratégico de negócios para a organização", diz T.K. Anand, vice-presidente sênior, Oracle Analytics. "Com o Oracle Analytics for Cloud HCM, agora os clientes podem aproveitar as funções analíticas de RP prontas para uso para obter insights sem precedentes e reduzir a dependência da organização em TI. Isso permite uma colaboração mais estreita entre o RH e outras unidades de negócios importantes, como finanças, para ajudar nossos clientes a navegar por momentos incertos e posicioná-los para um crescimento sustentável."   Em sua essência, o Oracle Analytics permite que os usuários se aprofundem em análises complexas, tendências históricas, previsões, análises inter-serviços, e também podem incluir dados externos na análise. Desenvolvemos esta versão do Fusion especificamente para gerentes de HCM, principalmente porque "análise de pessoas" é uma habilidade que os profissionais de RH desejam adquirir, por sua alta prioridade e demanda. Com mais de 100 fatos, 50 indicadores chave de desempenho (KPIs) de RH pré-construídos e inúmeros painéis e relatórios prontos para uso, os gerentes de RH podem obter insights sobre questões complexas, como: •    Que insight profundo de RH podemos extrair para entender o que está acontecendo e por quê? •    Onde podemos maximizar e ampliar o valor da Oracle Human Capital Management Cloud? •    Podemos alinhar as pessoas com a nossa estratégia de negócios para que possam colaborar de forma eficaz em todos os grupos de trabalho e funções? •    Como podemos ter uma visão única do negócio, para que possamos conectar rapidamente os dados do HCM com outras fontes de dados para tomar decisões baseadas em evidências? Com o Oracle Analytics for Cloud HCM, o departamento de RH obtém uma biblioteca de KPIs de melhores práticas que ajudam a medir o desempenho em operações típicas de HCM. Nesta versão, os KPIs empacotados respondem perguntas por tópicos relacionados à força de trabalho, rotatividade, diversidade, remuneração e desempenho, conforme mostrado na tabela abaixo. Monitore o desempenho dos KPIs Essencial para a experiência do usuário do aplicativo é o conceito de cartões e decks de KPIs. Usando um cartão de KPI, um gerente pode ver imediatamente quando determinado KPI está tendo um desempenho negativo ou positivo. As visualizações de dados de um cartão de KPI mostram o valor real dos KPIs ou uma comparação com um alvo identificado pelo usuário, bem como uma comparação com um período de tempo anterior para uma comparação de tendências. Esses cartões podem ser montados em um dashboard ou deck, onde os gerentes terão uma visão dos pipelines de dados pré-construídos que fazem o trabalho pesado. Não há necessidade de fazer design, ajustes ou modelagem – nem extração, transformação e carregamento (ETL) de dados. Ao clicar em qualquer um desses cartões, a análise é apresentada em forma de gráfico (veja a imagem abaixo). Este nível de dados por trás da visualização de dados permite uma compreensão mais profunda e ajuda a manter o foco das discussões e tomada de decisão. O Oracle Analytics for Cloud HCM está disponível para uso imediato com a mesma interface do Oracle Analytics Cloud. Ele também pode ser expandido com mais dados de fontes externas ou internas, como o departamento de finanças, vendas ou marketing, para proporcionar insights ainda mais profundos. Embora tenhamos começado com o departamento financeiro e expandido para o RH, a Oracle espera continuar a estender essas capacidades para funções de procurement e planejamento e, posteriormente, para funções de gestão da cadeia de suprimentos e experiência do cliente, como vendas, marketing e serviços. * Michael Singer é Diretor de Marketing de Produto de Oracle Analytics

Baseado no Oracle Analytics Cloud e no Oracle Autonomous Database, esta oferta fornece insights mais profundos sobre questões envolvendo a força de trabalho, proporcionando uma visão abrangente dos...

Inovação

Inteligência Artificial não deve ser temida, mas acolhida, afirma Chris Colbert

Especialista e ex-diretor do Harvard Innovation Labs foi um dos convidados do evento virtual Oracle Connect, que contou com apresentações sobre tecnologias exponenciais e as mais recentes transformações do mundo dos negócios e da tecnologia. Para o especialista em tecnologia e inovação e ex-Managing Director do Harvard Innovation Labs, Chris Colbert, que participou do evento virtual Oracle Connect nos dias 12 (América Latina) e 13 de maio (Brasil), a inteligência artificial (IA) deve ser bem-recebida por conta das possibilidades que oferece - clique aqui para ver como foi o evento. “A IA não deveria ser temida, mas acolhida. Mas, em vez de ser acolhida no sentido de ‘como tornará melhor o que nós fazemos hoje’, ela deveria ser vista pela lente de ‘como podemos usá-la para definir o que faremos amanhã melhor e fazer isso de uma maneira em que os seres humanos são integrados à proposta de valor da IA, não ameaçados ou separados dela’”, diz Chris, que também possui no currículo a atuação em conselhos de empresas como Pillar Venture Capital, Now + There e Fintech Americas. Quando questionado sobre o impacto de tecnologias emergentes em geral, como IA, machine learning, automação e Blockchain, o especialista afirma que, como são adotadas de maneiras diferentes, essas tecnologias terão impactos diferentes no mercado. No entanto, ele aponta que esse não é o ponto importante sobre a questão. “O ponto importante é como nós olhamos para qualquer coisa nova, não apenas tecnologia”, explica. -Leia mais: Java 14 torna o código super expressivo, dizem desenvolvedores “Nós a vemos como uma ameaça ou a vemos como uma oportunidade? E a maneira como nós podemos traduzir uma nova tecnologia em uma oportunidade não é aceitando apenas o seu valor nominal, mas sim realmente pensar além sobre o que aquela tecnologia pode fazer, sobre a maneira como fazemos o que fazemos hoje e começar a identificar áreas em que ela pode fazer melhor o que fazemos hoje”, afirma Chris, que também é autor do livro “This is It”. Por conta disso, o especialista destaca justamente a importância de não ter medo. “Sem o medo, nós somos libertados para fazer mais o que fazemos de forma única. A razão pela qual nós tememos a tecnologia é porque não temos clareza sobre quais são as nossas capacidades únicas. Estamos vivendo um momento cheio de oportunidades e é hora de se comprometer com a mudança, usar esse tempo para criar novas maneiras de estar preparado para o futuro.”

Especialista e ex-diretor do Harvard Innovation Labs foi um dos convidados do evento virtual Oracle Connect, que contou com apresentações sobre tecnologias exponenciais e as mais...

Transformação na TI

Por que integrar a estratégia de análise com a estratégia de dados?

A Oracle removeu a complexidade do gerenciamento e análise dos dados, porque optou por simplificá-los. Por Robert Dutcher* Sempre que vou a um cliente e ouço suas necessidades de análises, a conversa quase sempre toma um rumo para dados e análises. As duas coisas estão interligadas, porque, em geral, quando líderes funcionais e executivos têm um problema de análise ou insightw, recorrem às métricas de indicadores principais de desempenho (KPIs), pois conseguem as informações de maneira adequada. O fato é que obter informações é algo demorado e trabalhoso. Às vezes, isso tem a ver com as funcionalidades de suas análises. Eles têm os dados imediatamente disponíveis, mas precisam de uma ferramenta que dê mais agilidade ao processo. Isso é necessário para que os analistas de dados ou negócios consigam fazer a visualização de dados e análises por autosserviço de forma rápida e valiosa. Além disso, os dados costumam estar distribuídos por todos os cantos, ou seja, eles precisam primeiro extrair manualmente esses dados para só depois iniciar suas análises. Por exemplo, eles podem ter acesso a diversas fontes de dados, pois estão usando muitos aplicativos de vendas. Podem ter acesso a alguns dados financeiros ou de marketing extraídos em formato CSV ou Excel. Podem coletar outros dados de qualquer outro lugar para usar naquele momento. Depois, eles precisam combinar todos esses dados, muitas vezes usando um arquivo do Excel como um banco de dados e criando suas próprias métricas ou análises a partir dali. -Leia mais: Java 14 torna o código super expressivo, dizem desenvolvedores Esse processo é muito mais difícil e demorado do que a análise de dados em si. Além disso, por ser muito manual, não recorrente, quando a análise precisar ser refeita três semanas depois, o processo difícil e demorado acontecerá novamente. Isso também gera um problema de consistência dos dados, porque, se eu compartilho uma planilha com alguém enquanto os dados são atualizados, a planilha original agora estará sem sincronização, afinal, diferentes equipes estarão usando diferentes versões, sem acesso a uma fonte em comum. Junte a isso os erros de fórmulas entre versões, links rompidos e, é claro, problemas de segurança e governança que são inerentes em um compartilhamento de planilha. Basicamente, todos os problemas habituais que as pessoas costumam ter entram em cena neste momento. Quando eu analiso como de fato resolver esse problema de análise dos dados, primeiro recomendo que os clientes comecem a automatizar alguns desses processos com o uso da preparação dos dados por autosserviço. Essa é uma funcionalidade integrada na ferramenta de análise. Com ela, eles conseguem documentar e automatizar os processos de forma que se tornem recorrentes, algo que reduz muito o tempo de análise e de geração de resultados. Em seguida, existe uma necessidade de conseguir compartilhar os dados de maneira consistente. Mas se você usa o Excel, com o tempo terá um problema de controle de versão. Também existe o problema de governança e segurança mencionado anteriormente. Digamos que eu seja responsável pelo planejamento e análise financeiros. Se envio a você as planilhas por email ou se as coloco no SharePoint com informações financeiras importantes, essa não será exatamente uma prática recomendada do ponto de vista da segurança. Então, como resolver esses problemas? Como analista de negócios de reconhecimento de dados, consigo criar de forma ágil um Oracle Autonomous Database em questão de minutos, em apenas algumas etapas, com um repositório de dados seguro e compartilhável. Posso usar a funcionalidade de preparação de dados por autosserviço no Oracle Analytics não só para automatizar o processo de preparação de dados, mas também para popular automaticamente meu repositório de dados seguro e compartilhável. Agora, se eu atualizar os dados, todos conseguirão ver essas atualizações em tempo real, e o problema da consistência e da segurança estará resolvido. De uma perspectiva da governança, uma equipe centralizada de dados e análises consegue ver quais dados, transformações, métricas, relatórios e análises estão sendo usados. Isso quer dizer que conjuntos de dados, transformações, métricas, relatórios e análises "ad hoc" podem ser controlados dentro da função empresarial e também entre funções. E se forem usados com frequência, poderão ser incorporados em data warehouses e métricas por departamento ou na empresa. Os relatórios podem ser incorporados em dashboards e relatórios padrão, integrando processos ad hoc isolados em um processo por departamento e na empresa, o que possibilita ainda mais consistência, acesso e eficiência. Quais divisões aproveitam mais as análises? Cada departamento e função usa dados de algum jeito ou formato. Cada um prefere avaliar seu próprio desempenho e usar os dados para aumentar a eficiência e a agilidade. Ou seja, existem certas linhas de negócios que tendem a ter mais funções de análise, como planejamento financeiro. E, obviamente, sempre existe um desejo de integrar informações financeiras em outras funções, como RH, vendas, marketing, cadeia de suprimentos e manufatura. Essa grande e universal necessidade de dados e análises significa que as organizações precisam dar autonomia para seus departamentos e funções terem suas próprias soluções de análise de dados. Mas essa autonomia também precisa ser administrada e integrada em uma estratégia geral de análise de dados empresariais. Soluções inovadoras para problemas com os dados Algumas funcionalidades que a Oracle apresenta são incrivelmente inovadoras. Nenhuma outra solução de análise de dados no mercado consegue fazer o que incluímos em nossa solução. Primeiro, o Oracle Autonomous Database tem uma natureza de autosserviço. Por ser autônomo, o suporte de TI é menor, e sua criação é muito rápida e simples. Você não precisa se preocupar com os ajustes. Você não precisa se preocupar com a aplicação de patches. Você não precisa de tantos recursos para o gerenciamento. Outra inovação é a preparação de dados por autosserviço. A Oracle conta com algumas funcionalidades mais extensivas de preparação de dados, que incluem a possibilidade de automatizar o preenchimento de um Banco de dados autônomo. Essas funcionalidades liberam tempo e recursos, que podem ser implantados para identificar quais dados adicionais podem ser usados para tornar a análise mais relevante e impactante. Também expandimos as análises, que incorporam o machine learning em todos os aspectos do processo de análise. Oferecemos funcionalidades, como a identificação automática de dados adicionais disponíveis que podem melhorar sua análise, a possibilidade de transformar gráficos em narração textual para enfatizar o significado do gráfico, e a capacidade de identificar automaticamente os principais influenciadores de uma métrica, por exemplo, para indicar o que está causando a queda nas vendas. E a mesma solução de dados e análises pode ser usada em ambientes de autosserviço e gerenciados, o que permite a criação de um processo que captura dados e análises comuns de um processo de autosserviço e altamente ágil e os incorpora de volta em seu ambiente mais centralizado e gerenciado. Então, novamente, a Oracle oferece a você o equilíbrio entre autosserviço e governança. Resultados controlados por dados Se a sua empresa for controlada por dados e insights, certamente já estará na frente das empresas que não são. Mas os dados que você usa e os insights que recebe só terão valor se forem adequados. Você não pode esperar um mês para receber informações. Honestamente, você não pode esperar nem uma semana quando está prestes a tomar uma decisão na próxima hora. Antigamente, as análises precisavam de um profissional de dados e outro de análise. Essa necessidade vai diminuindo a cada ano, pois está cada vez mais fácil usar essas ferramentas de dados e análises, como o Oracle Autonomous Database e o Oracle Analytics, principalmente quando você complementa com o machine learning e o aumento de dados. A Oracle removeu a complexidade do gerenciamento e análise dos dados, porque optou por simplificá-los. Isso reduz a necessidade inicial, já que muitas pessoas podem acessar, usar e controlar seus dados e análises. Vemos empresas usando a solução de dados e análise da Oracle para simplificar os processos manuais. Elas admitem que o que levava dias ou semanas hoje leva horas ou minutos. E quando fazem a automação, os resultados de processos recorrentes são obtidos em segundos. *Robert Dutcher é VP de marketing de produto - Análises e Big Data

A Oracle removeu a complexidade do gerenciamento e análise dos dados, porque optou por simplificá-los. Por Robert Dutcher* Sempre que vou a um cliente e ouço suas necessidades de análises, a conversa...

Desenvolvedores

Nosso mundo. Movido a Java.

25 anos depois, estamos felizes em celebrar “o primeiro quarto de século do Java”. Por Georges Saab* É difícil de acreditar que já se passaram 25 anos desde que o Java se tornou oficialmente disponível. Por outro lado, parece que várias eras se passaram – e de certa forma, passaram mesmo. Ainda me lembro do meu entusiasmo ao ingressar na JavaSoft, como parte de uma equipe pequena, mas dedicada e incrivelmente engajada em trabalhar dia após dia nesta nova linguagem. Os membros da equipe tinham experiência numa variedade de linguagens de programação, design de tempo de execução, interface do usuário e gráficos, além de engenheiros de SO e até mesmo um especialista em ontologia. Também tínhamos um excelente grupo de escritores técnicos, engenheiros de qualidade, especialistas em marketing, gerentes de produtos e executivos. E, o melhor de tudo: estávamos numa missão para facilitar a vida dos desenvolvedores. Como costumávamos dizer (apenas de brincadeira): "Programamos com código nativo para que você não precise!” Apesar de sermos um grupo pequeno, pensamos grande. Havia tantas empresas e pessoas que acreditavam na ideia de "programar uma vez e executar em qualquer lugar” que o desafio não era descobrir como incluir os diferentes tipos de hardware e sistema operacional, mas sim como canalizar, focar e organizar os esforços de tantas partes que queriam...fazer parte! Felizmente nós conseguimos – e elas conseguiram. Agora, 25 anos depois, estamos felizes em celebrar “o primeiro quarto de século do Java”. -Leia mais: Java 14 torna o código super expressivo, dizem desenvolvedores Aquela visão original, por mais ambiciosa que tenha sido, foi alcançada e superada muitas vezes à medida que o Java evoluiu para ajudar os desenvolvedores a enfrentar novos desafios. A indústria de software abraçou o Java porque ele tornou o desenvolvimento prazeroso, resolveu problemas com a distribuição e eliminou os obstáculos de portabilidade entre plataformas. O Java foi potencializado pelo número crescente de sites e fez conteúdo estático ganhar vida, não só com coisas divertidas como Bouncing Ducks, mas também com o uso real para a distribuição de aplicativos de negócios. A utilidade do Java ganhou força quando perceberam que ele poderia resolver problemas em servidores, levando a produtividade, o desempenho e escalabilidade a novos patamares. Foi possível distribuir software via internet e escalar a arquitetura multicamadas no lado do servidor, beneficiar-se de aprimoramentos constantes nas arquiteturas de hardware, fazer implantações nativas em nuvem, e muito mais. Ao longo do tempo, aqueles que optaram por apostar no Java foram recompensados com o suporte de uma tecnologia que evoluiu continuamente. Ao longo das mudanças constantes que vimos na indústria, o Java manteve um ritmo constante de estabilidade, compatibilidade e um ecossistema cada vez maior de ferramentas, bibliotecas e estruturas à disposição do desenvolvedor. 25 anos depois, tenho a honra de estar à frente desta jornada aqui na Oracle. Minha equipe continua concentrando esforços de engenharia com base nos objetivos iniciais – facilidade de uso, confiabilidade, segurança e independência da plataforma –, sempre trabalhando de forma transparente e contando com o feedback e colaboração de todos para manter a força do Java nos próximos 25 anos ou mais. Nossa visão hoje é a mesma daquela época: uma busca incansável pela produtividade do desenvolvedor e pelo desempenho do programa, mantendo a legibilidade e a compatibilidade frente a um cenário tecnológico em constante evolução. Leia mais: Para Otávio Santana, as pessoas são peça-chave na tecnologia Para marcar o 25º aniversário do Java, estamos usando o tema "Nosso Mundo. Movido a Java.” Esta celebração visa honrar o passado, reconhecer o presente e oferecer um vislumbre do futuro...bem como agradecer às muitas vozes influentes na comunidade Java. À medida que o Java nos impulsiona e nos leva adiante, em meio a tantos avanços tecnológicos, uma variedade de programas da comunidade destaca inovadores, inovações e organizações que estão movendo o mundo com o Java. Trata-se de empresas que desenvolvem aplicativos dos quais dependemos todos os dias, professores que transmitem o ofício da programação para a próxima geração de desenvolvedores e até mesmo alunos, que carregarão a tocha por muitos e muitos anos. Em meio a tudo isso, compartilharemos a liderança tecnológica contínua da Oracle e da comunidade, impulsionando a inovação e evolução do Java. Convidamos você a participar do webcast inaugural gratuito (em inglês) no dia 20 de maio, quando apresentaremos alguns dos nomes mais reconhecidos na comunidade, que compartilharão as suas memórias e percepções do Java [Inscreva-se aqui]. Também convido você a acompanhar @Java e se engajar com a # MovedbyJava no Twitter, e saber mais sobre os programas de comemoração que acontecerão ao longo do ano. 25 anos? Sim, tem sido uma jornada incrível até agora, mas é uma jornada que ainda vai continuar. E para que os próximos 25 anos sejam ainda melhores, vamos continuar avançando...JUNTOS! Georges Saab é VP, Grupo da Plataforma Java e Presidente do Conselho Administrativo do OpenJDK

25 anos depois, estamos felizes em celebrar “o primeiro quarto de século do Java”. Por Georges Saab* É difícil de acreditar que já se passaram 25 anos desde que o Java se tornou oficialmente disponível....

Setor Público

Oracle doa capacidade de processamento de supercomputadores em nuvem para ajudar CNPEM nos estudos de combate ao novo coronavírus

Por meio do programa de parceria para pesquisas científicas Oracle for Research (OfR), a Oracle cedeu a capacidade computacional ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que lidera a frente de descoberta de medicamentos no âmbito da Rede Vírus do MCTIC. Em meio à pandemia, a Oracle também entra no combate ao COVID-19 doando capacidade de processamento de supercomputadores em nuvem para o Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), organização social vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC). O objetivo da doação é apoiar um projeto da plataforma “Rede Vírus”, iniciativa do MCTIC, através de uma combinação de técnicas computacionais de acoplamento molecular e dinâmica molecular, validado por ensaios in vitro, permitindo selecionar compostos potencialmente interagentes, minimizando a ocorrência de acertos de compostos falso-positivos. A computação de alto desempenho baseada em CPU e GPU é essencial para acelerar essas pesquisas para fornecer compostos que podem representar tratamentos potenciais contra infecções por SARS-CoV-2. Os resultados da pesquisa impactarão a saúde pública na população brasileira. Por meio do programa de parceria para pesquisas científicas Oracle for Research (OfR), a Oracle cedeu a capacidade computacional ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que lidera a frente de descoberta de medicamentos no âmbito da Rede Vírus do MCTIC. A Oracle disponibilizou créditos de Oracle Cloud Infrastructure High Performance Computing (HPC), solução em nuvem para processamento de alto desempenho, que já estão em execução e auxiliando os pesquisadores do Laboratório Nacional de Biociências (LNBio) do CNPEM. -Leia mais: Zoom conta com a Oracle para manter as escolas ensinando, as empresas funcionando e amigos e familiares conectados De acordo com Paulo Oliveira, coordenador da área de biologia computacional do LNBio/CNPEM, o uso de tecnologia é essencial na busca por tratamentos ao COVID-19. “Criamos uma força-tarefa multidisciplinar envolvendo virologistas, bioquímicos, médicos, farmacologistas, biologistas estruturais e cientistas da computação para descobrir formas de combater essa doença. Dada a urgência do desenvolvimento de tratamentos e necessidade de conhecer os detalhes moleculares do vírus, a utilização de simulações computacionais e aplicação de técnicas de aprendizado de máquina são cruciais para acelerar o processo de descoberta. Neste sentido a parceria com a Oracle trará ferramentas que podem acelerar nossa pesquisa”. Para a Oracle, a tecnologia é um dos caminhos para as descobertas na saúde. “A inovação é fundamental para colaborar com a sociedade, ajudando tanto na identificação de casos, como na agilidade do tratamento. Vemos que a tecnologia vai além das soluções, pois ela prioriza o fator humano e, mais do que nunca, essa deve ser a premissa de qualquer descoberta”, disse João Pacheco, vice-presidente de Setor Público, Oracle Brasil. Para saber mais sobre as soluções da Oracle, você pode entrar em contato conosco através do nosso Chat (ou 0800 891-4433 ou email contato_br@oracle.com) e conversar com um especialista.

Por meio do programa de parceria para pesquisas científicas Oracle for Research (OfR), a Oracle cedeu a capacidade computacional ao Centro Nacional de Pesquisa em Energia e Materiais (CNPEM), que...

Pessoas

Mary Percy Garcia: o que mais gosto é de ajudar os clientes

Em entrevista, a Technology Sales Representative da Oracle na Colômbia fala sobre sua carreira e as mudanças no dia a dia com os filhos Alejandro e Martina. Em meio aos diferentes desafios trazidos pelo período em que vivemos no mundo, Mary Percy Garcia, Technology Sales Representative da Oracle na Colômbia e mãe do Alejandro, de 8 anos, e da Martina, de 3 anos, diz que ela e sua família buscaram se reinventar para que todos pudessem ter uma experiência positiva. "A nova rotina é: Seguimos com o horário habitual e revezo com meu marido para que nosso filho mais velho cumpra com os horários das aulas. Além disso, procuramos almoçar juntos e conversar. No final da tarde, procuramos fazer um intervalo no trabalho para ficar com eles, fazer algum exercício, jantar e nos prepararmos para a rotina de encerramento do dia", explica. As adaptações na forma de fazer as coisas e organizar o dia a dia permitiram que as crianças tenham mais tempo para brincar e se dedicar aos seus hobbies, conforme explica Mary, que revela as atividades que mais gosta de fazer com os filhos nas horas vagas: “dançar e fazer sobremesas e biscoitos". -Leia mais: Maria Inés Locatelli: sempre em busca de novos desafios A executiva também aponta a importância do suporte oferecido pela Oracle, apontando que a empresa a ajuda no período atual "nos proporcionando as ferramentas necessárias para seguirmos a vida sem contratempos e nos dando a confiança e o empoderamento para seguirmos em frente, apesar das adversidades". Em sua trajetória de cerca três anos e meio na Oracle, Mary destaca a atuação em iniciativas estratégicas para a companhia, por meio de projetos com empresas importantes da Colômbia, além da satisfação em poder ajudar os clientes. "O que eu mais gosto no meu trabalho é sentir que estou ajudando meus clientes a solucionarem seus desafios de negócios e poder interagir com eles. Além disso, gosto de trabalhar em equipe e oferecer as melhores soluções aos nossos clientes."

Em entrevista, a Technology Sales Representative da Oracle na Colômbia fala sobre sua carreira e as mudanças no dia a dia com os filhos Alejandro e Martina. Em meio aos diferentes desafios trazidos...

Pessoas

Maria Inés Locatelli: sempre em busca de novos desafios

Há mais de 15 anos na Oracle, a Manager de Cidadania Corporativa fala sobre a nova rotina em casa com os filhos Emma e Martin. Os tempos atuais têm demandado mudanças da parte de todos na sociedade. E não foi diferente na casa de Maria Inés Locatelli, Manager de Cidadania Corporativa na Oracle do Chile. Mãe da Emma, de 7 anos, e do Martin, de 5 anos, a executiva diz que tem sido um desafio manter uma rotina ao mesmo tempo em que incorporou o trabalho remoto em 100% do tempo, mas se diz sortuda por poder estar em casa com a família neste momento. "No começo, acho que todos nós achamos muito difícil tentar trabalhar, nos adaptar ao novo formato das aulas das crianças, e ter um espaço para as coisas em casa ou até mesmo tempo para fazer as coisas para elas”, diz. Por conta da idade, afirma Inés, como é mais conhecida, o que os filhos mais querem atualmente é brincar com os pais. ““Neste período, organizamos uma noite de jogos, montamos um quebra-cabeças de 500 peças, fizemos sessões de cinema na sala e outras atividades divertidas que nos ajudou a vivenciarmos momentos de qualidade em família." Segundo ela, o suporte e a estrutura oferecidos pela Oracle estão sendo muito importantes no período. “Acho que esse momento está sendo mais fácil de gerenciar, pois temos todas as ferramentas para nos mantermos conectados. As iniciativas para os funcionários nos ajudaram a permanecer conectados e próximos de nossos pares. Sinto que a flexibilidade que tenho ao trabalhar na Oracle também me ajudou a equilibrar minha vida familiar e pessoal." -Leia mais: Há 10 anos na Oracle, Ana Paula Mussel destaca trajetória e fala sobre maternidade A executiva, que iniciou sua carreira na Oracle em 2004, ainda na Argentina, vive em Santiago, no Chile, desde 2007. Antes de assumir o cargo de Manager de Cidadania Corporativa, em 2018, atuou por diversos anos à frente da Oracle University. “Durante meus anos de carreira na Oracle University, me concentrei em criar e liderar vários grupos de Operações de Vendas e Suporte. Foram anos desafiadores, mas isso me deu a oportunidade de trabalhar com equipes globais e com pessoas de todas as regiões”, relembra. Não por acaso, Inés diz que um dos pontos de que mais gosta em trabalhar na Oracle é a possibilidade de sempre se reinventar e buscas novos desafios. Sobre o momento atual, destaca a importância de alcançar um equilíbrio. “Acho que o melhor conselho que recebi nos últimos dois meses foi que você não precisa se desesperar, e tem que buscar uma abordagem que o ajude a alcançar o equilíbrio."

Há mais de 15 anos na Oracle, a Manager de Cidadania Corporativa fala sobre a nova rotina em casa com os filhos Emma e Martin. Os tempos atuais têm demandado mudanças da parte de todos na sociedade. E...

Transformação na TI

Oracle Analytics Summit Online conecta especialistas e clientes

Evento virtual em 12 de maio trará casos de sucesso, apresentações sobre soluções e novidades sobre Oracle Analytics. No dia 12 de maio, o evento virtual Oracle Analytics Summit Online vai conectar a comunidade Oracle Analytics com uma programação especial que inclui apresentações de clientes e especialistas de mercado, além de trazer as últimas novidades sobre as soluções de análise da Oracle. Intitulada “Analytics in Action” (“Analytics em Ação”, em tradução livre), a keynote de abertura do Analytics Summit terá início às 13h (horário de Brasília) e trará o SVP de Oracle Analytics, T.K. Anand, apresentando novidades sobre a estratégia da Oracle para a plataforma de soluções. A sessão inicial do evento também terá um painel de clientes, com demonstrações de produtos e a presença de executivos de companhias como FedEx, Home Office e Kingold, além de uma apresentação feita por Gary Crisci, Principal Architect da GE, que falará sobre como criar um registro digital distribuído com Blockchain e Analytics. -Leia mais: Java 14 torna o código super expressivo, dizem desenvolvedores Depois disso, na segunda parte do Analytics Summit, serão realizadas as chamadas “Tech Track Sessions”, que terão um total de 5 sessões com 30 minutos de duração cada, abordando temas como “Como se tornar um Cientista de Dados”, “Oracle Analytics para ERP” e “Machine Learning com Oracle Analytics Cloud e Autonomous Data Warehouse”. Clique aqui para saber mais sobre o Oracle Analytics Summit Online e fazer sua inscrição no evento.

Evento virtual em 12 de maio trará casos de sucesso, apresentações sobre soluções e novidades sobre Oracle Analytics. No dia 12 de maio, o evento virtual Oracle Analytics Summit Online vai conectar a...

Pessoas

Há 10 anos na Oracle, Ana Paula Mussel destaca trajetória e fala sobre maternidade

Em entrevista, Global Risk Management Director conta sobre a relação com o filho Breno, de 7 anos, e a importância de ouvir e ter flexibilidade no momento atual. Em um momento em que muitas mães e filhos tiveram suas rotinas alteradas, o Dia das Mães, comemorado em maio em muitos países da América Latina, ganha contornos diferentes com novas formas de conexão e interação. Ana Paula Mussel, Global Risk Management Director da Oracle e mãe do Breno, de 7 anos, conta como está sendo o seu dia a dia com o filho neste período, além de falar sobre a sua carreira na empresa. Em julho de 2020, Ana Paula completa oficialmente 10 anos de história na Oracle Brasil. No entanto, a sua ligação com a organização teve início ainda antes disso, uma vez que a executiva trabalhou por aproximadamente 9 anos na Sun Microsystems, adquirida pela Oracle em 2010. Para ela, são muitos os projetos que a marcaram nessa quase uma década. “Tenho muito orgulho do meu histórico na Oracle. Quando comecei em ACS (Advanced Customer Services), a área tinha uma dimensão e oito anos depois essa dimensão era muito maior”, afirma, destacando também o crescimento da equipe neste período. -Leia mais: “Meu sonho é um loop infinito e isso me move, é o meu combustível”, diz Isabelle Silva Ana Paula aponta com carinho a sua atuação em projetos voluntários pela companhia, em que pôde auxiliar meninas que iriam fazer sua primeira entrevista de trabalho – “foi muito enriquecedor”, diz - e a sua participação no programa global Oracle Women´s Leadership (OWL), com foco em desenvolver e empoderar líderes femininas na Oracle. Sobre o cargo atual, como parte do time global de Risk Management da Oracle, a executiva destaca justamente a experiência adquirida no Brasil como um diferencial. “Hoje, o que a Oracle vai lançar de serviço, ou alterar em um serviço, passa pela avaliação do grupo de que eu faço parte. Então, eu estou lá quando as coisas estão nascendo e estou com a visão e a experiência que tive aqui no Brasil com o meu histórico.” Natural de Petrópolis, no Rio de Janeiro, Ana Paula vive em São Paulo há cerca de oito anos. Antes disso, no entanto, a executiva estava acostumada a viajar para trabalhar - literalmente. No início, o trajeto podia ser feito de carro, entre a cidade natal e o Rio de Janeiro, até que se mudou para a capital carioca. “Sempre quis muito ser mãe” Quando a distância aumentou, com a mudança do trabalho para São Paulo, as viagens diárias com o automóvel foram substituídas por uma ponte aérea semanal entre Rio e São Paulo, rotina que acabou em 2012 com a mudança para a capital paulista. E foi na cidade que se casou com o marido, Anderson, também funcionário da Oracle, e que teve o filho Breno. “Eu sempre trabalhei muito, sempre gostei muito do meu trabalho. E também sempre quis muito ser mãe. E procurei juntar tudo isso em uma coisa só que é a minha vida. Não tinha muita fronteira, muita separação”, afirma Ana, que credita a isso, em parte, o fato de a convivência em casa estar tão tranquila nesses cerca de 50 dias de isolamento social. “Não teve crise, não teve briga. Pelo contrário até, teve mais união, mais diversão.” Neste período, afirma, a prioridade tem sido de fazer de tudo um pouco, priorizar o nosso bem-estar. “O que tem me ajudado aqui é procurar estabelecer uma rotina, mas ter uma certa flexibilidade”, afirma Ana, que aponta “olhar com amor” e “ouvir” como ingredientes fundamentais para o período. “O dia que é para ficar de pijama é o sábado ou domingo, por exemplo. Mas no dia de trabalho e escola, não precisa se arrumar como se fosse sair, mas é importante trocar de roupa e fazer tudo. Como eu brinco: é meio que mandar uma mensagem para o cérebro de que está mudando, de que algo vai acontecer”, aponta. Além disso, Ana destaca a importância da manutenção de alguns rituais que já existiam antes com o filho e que se tornaram ainda mais importante. A lista inclui assistir a um filme toda sexta-feira – sempre com muita pipoca, ler um para o outro e até meditar juntos. “São hábitos que já estavam aí e que ganharam ainda mais importância nesta fase.”

Em entrevista, Global Risk Management Director conta sobre a relação com o filho Breno, de 7 anos, e a importância de ouvir e ter flexibilidade no momento atual. Em um momento em que muitas mães e...

Packsys mantém o cliente no centro da sua expansão com Oracle ERP Cloud

Solução de gerenciamento da Oracle ajudou a empresa a automatizar processos e aumentar sua capacidade de gestão sem perder o atendimento personalizado que oferece a cada um de seus clientes. A Packsys é uma empresa mexicana que há 20 anos se dedica à venda e distribuição de produtos de embalagem para a indústria. Com o objetivo de oferecer produtos da melhor qualidade pelo menor preço, a Packsys enfrentava o desafio de aumentar a capacidade de atendimento sem perder a atenção e a personalização que a empresa oferece a cada um de seus clientes. Para garantir o crescimento aliado à satisfação dos clientes, a Packsys optou pelo Oracle ERP Cloud para ajudá-la a ter mais controle sobre seus dados e processos. “Cada cliente tem necessidades personalizadas e específicas, como requisitos de entrega, de sortimento e de materiais. E a Oracle nos permite administrar de forma adequada centenas de clientes, podendo satisfazer os requerimentos de cada um deles”, conta Patricia Sanchez, diretora de Tecnologia e Informática na Packsys. Leia mais: Zoom conta com a Oracle para manter as escolas ensinando, as empresas funcionando e amigos e familiares conectados Além da qualidade do atendimento, os clientes da Packsys também puderam sentir a melhoria nos tempos de entrega dos produtos. Segundo Patricia, o faturamento de um pedido, que costumava levar até 6 horas para ser processado, hoje é feito em apenas 30 minutos, graças a um Apex personalizado: “E isso significa tempo e benefícios que entregamos diretamente aos nossos clientes”, ela conta.  Além da solução de gestão empresarial, a Packsys também contou com o auxílio da solução de gestão de capital humano, o Oracle HCM Cloud, para agilizar a capacitação de seus funcionários. Patricia explica que muitos dos treinamentos hoje podem ser feitos de forma virtual, por meio de vídeos e materiais em texto, o que ajuda a empresa a capacitar seus funcionários na velocidade em que a Packsys precisa para seguir se transformando. “Nós seguimos crescendo e isso significa que a cada dia temos novos desafios, como companhia e como profissionais. Isso faz com que um processo que há um ano funcionava, hoje já não funcione mais e precise ser alterado. E a Oracle nos ajuda muito para que estejamos em constante capacitação”, finaliza. Assista ao vídeo e saiba mais sobre os benefícios que a Packysis México obteve com as soluções de gestão empresarial e de capital humano da Oracle.  

Solução de gerenciamento da Oracle ajudou a empresa a automatizar processos e aumentar sua capacidade de gestão sem perder o atendimento personalizado que oferece a cada um de seus clientes. A Packsys...

Desenvolvedores

Fome de aprender

“Sinceramente, o que eu mais gosto é que o desenvolvimento de software é uma área que atende a outras áreas através do conhecimento”, afirma o desenvolvedor e Oracle Groundbreaker Ambassador, Víctor Orozco. A tecnologia e os computadores entraram de uma maneira diferente na vida do desenvolvedor de software e Oracle Groundbreaker Ambassador, Víctor Orozco: por meio dos games. No início dos anos 1990, quando seu pai comprou o primeiro computador da casa, os jogos eletrônicos imediatamente chamaram a atenção de um então jovem Víctor. “Meu pai me deixava usar o computador em suas horas vagas e conheci os jogos em DOS, como Doom, Quake e Prehistorik 2. Foi então que decidi que queria saber como um computador funcionava, e foi esta curiosidade que me levou a me formar como um desenvolvedor de software”, relembra o especialista de 31 anos de idade, que é natural da cidade de San Pedro Sacátepequez, na Guatemala. Essa fome por aprender mais, que o levou a seguir uma carreira na área de tecnologia, ainda continua sendo sua parte favorita no trabalho. “Sinceramente, o que eu mais gosto é que o desenvolvimento de software é uma área que atende a outras áreas através do conhecimento”, explica o especialista, que já trabalhou em projetos tão diferentes quanto desenvolver sistemas utilizados em investigação balística até o processamento de linguagem natural para indexar a Bíblia. -Leia mais: "A curiosidade é fundamental", diz Fabiane Nardon “A menos que você se dedique exclusivamente à ciência da computação, o trabalho na área de desenvolvimento de software de uma forma ou de outra, é moldar, acelerar e melhorar os processos existentes para a geração de valor, sendo assim possível adquirir um conhecimento diversificado e trabalhar com profissionais das mais diversas áreas do conhecimento”, aponta o desenvolvedor sobre a importância da troca e do aprendizado. Não por acaso, ele considera a curiosidade como a característica mais útil no desenvolvimento de software. “O denominador comum de um desenvolvedor, engenheiro ou arquiteto de software é o mesmo: saber explorar sua curiosidade para se preparar da melhor maneira e utilizar este conhecimento quando necessário. O desenvolvimento de software é uma das poucas áreas que combinam de maneira tão especial a curiosidade com a criatividade e o conhecimento formal.” Além disso, Víctor chama a atenção para a importância de outras habilidades para quem quer se sobressair no mercado de tecnologia. “Se me perguntarem hoje o que é mais importante para se destacar em TI, eu responderia: disciplina e inglês. Estas duas habilidades podem salvar muitas horas de frustração e melhorar seu acesso ao conhecimento.” Segundo o especialista, comunidades como Oracle Groundbreakers são importantes tanto para as empresas quanto para a comunidade de desenvolvedores. “A participação em comunidades de software abre muitas portas em menos tempo, vejo as comunidades como um ‘acelerador’ nas carreiras de profissionais de TI”, afirma o desenvolvedor, que gosta de assistir a documentários, viajar e colaborar em projetos open source durante suas horas vagas. “Uma das iniciativas em que mais tenho colaborado é o grupo de usuários de Linux e Java, principalmente. Acho que esta seja ‘uma maneira produtiva de perder tempo’ - o que me permite conhecer pessoas que logo se tornam clientes, colegas de trabalho e, acima de tudo, amigos com quem possa fazer outras coisas no futuro, fora da TI.” Para Víctor, o Java, que completa 25 anos de história em 2020, é uma das últimas linguagens de propósito geral que se pode usar em qualquer lugar. “Minha opinião é que mesmo que você não trabalhe com Java, saber Java lhe permitirá mudar para qualquer outra linguagem facilmente, se necessário. Especialmente porque durante 25 anos, o Java integrou e continua integrando as ideias mais bem vistas e aceitas em outras linguagens de programação, criando uma plataforma estável e única no mercado.”

“Sinceramente, o que eu mais gosto é que o desenvolvimento de software é uma área que atende a outras áreas através do conhecimento”, afirma o desenvolvedor e Oracle Groundbreaker Ambassador, Víctor...

Transformação na TI

Oracle Cloud Day Online apresenta próximos passos para jornada na nuvem

Evento digital que acontece em 5 de maio terá apresentações de especialistas da Oracle e grandes nomes do mercado. Um dia repleto de palestras e experiências interativas apresentadas por grandes nomes do mercado para te ajudar a descobrir e explorar novas soluções em nuvem e gestão de dados. É isso que os participantes encontrarão no Oracle Cloud Day Online, evento digital que acontece em 5 de maio. Com inscrições gratuitas, o Cloud Day contará com apresentações (transmitidas em inglês) de especialistas da Oracle, clientes, parceiros e analistas. Entre os nomes da Oracle confirmados estão Edward Screven, Chief Corporate Architect; Rich Geraffo, Executive Vice President North America Cloud; e Anasuya Strasner, Group Vice President, North America Cloud: Customer Experience. -Leia mais: Zoom conta com a Oracle para manter as escolas ensinando, as empresas funcionando e amigos e familiares conectados Outros palestrantes que estarão no evento digital incluem James Staten, VP and Principal Analyst Serving CIO Professionals da Forrester; Jennifer Kurtz, CTO da Vertex; Piush Patel, SVP da Altair; Katie Horvath, presidente e CEO da Naveego, Inc.; e Ajay Patel, SVP and GM Cloud Provider Software da VMware. Os participantes do Cloud Day poderão escolher entre quatro trilhas de conteúdos, que abordarão os seguintes temas: modernização do gerenciamento de dados (Modernizing Data Management), modernização de aplicações (Modernizing Applications), uso de IA e análise avançada para impulsionar insights e criar aplicações inteligentes (Transforming Business with Analytics and AI), e palestras técnicas e atividades hands-on para desenvolvedores (Developer Playground). Também vale notar que o Cloud Day terá uma área especial chamada de Virtual Innovation Lounge, que funcionará como um hub para que os participantes possam conhecer colegas de outras áreas, trocar ideias, interagir com parceiros e explorar novas tecnologias. Clique aqui para saber mais sobre o Oracle Cloud Day Online e fazer sua inscrição no evento.

Evento digital que acontece em 5 de maio terá apresentações de especialistas da Oracle e grandes nomes do mercado. Um dia repleto de palestras e experiências interativas apresentadas por grandes nomes...

Setor Público

As 10 principais maneiras de os governos terem sucesso com o machine learning

Conheça dez maneiras de preparar seu órgão governamental para ter sucesso com o uso da tecnologia. Por Matthew O'Keefe* A aplicação de machine learning na computação tem sido uma das áreas da tecnologia da informação que mais crescem. Líderes de TI experientes de governos entendem que explorar insights a partir dos dados pode transformar seus órgãos. Eu tive esse mesmo entendimento como professor na Universidade de Minnesota, nos EUA, quando tentei fazer o machine learning funcionar em aplicativos corporativos. Desde então, aprendi que o machine learning não é um esporte radical. Aqui estão dez maneiras de preparar seu órgão governamental para o sucesso com o uso da tecnologia: 1. Construa um data lake e uma infraestrutura com um objetivo claro Grandes projetos demandam mais tempo e têm maior risco de fracassar. Tentar fazer algo impossível e agregar todos os dados corporativos em um só lugar é uma receita para o fracasso. Reveja sua abordagem e concentre-se em um pequeno conjunto de dados e em um problema restrito: agregue, entenda e analise esses dados primeiro e, depois, aplique esse entendimento à medida que escala seus esforços.   2. Não se distraia com novas ferramentas chamativas de hardware ou software Escrever muitos códigos não é algo ágil. Obter resultados rapidamente é. No machine learning, há um enorme abismo entre os fornecedores que podem ajudá-lo a entregar resultados de forma rápida e eficiente e os que não podem. Concentre-se em ferramentas que forneçam resultados. Esse mesmo princípio se aplica ao hardware. Ao mesmo tempo, o NoSQL e o "movimento" de big data defenderam que a construção de um data lake Hadoop e a execução de ferramentas NoSQL produziriam resultados impactantes e rápidos. Isso simplesmente não era verdade.   -Leia mais: Zoom conta com a Oracle para manter as escolas ensinando, as empresas funcionando e amigos e familiares conectados 3. Aproveite o valor dos bancos de dados SQL e relacionais Observação histórica: O setor NoSQL sugeriu uma vez que o SQL não poderia ser usado em grande escala para machine learning. No entanto, todos os principais fornecedores em nuvem reconheceram que o SQL não só poderia ser escalonado, mas também fornecer transações, relatórios, práticas de limpeza de dados e, o mais importante, uma programação simplificada, algo que os produtos NoSQL nunca conseguiram. O SQL é o local onde se encontra a maioria dos seus dados. Considere produtos como o banco de dados e a plataforma Exadata da Oracle, que permitem que você execute machine learning diretamente em seus dados aproveitando o SQL e outras ferramentas de alta produtividade, sem a necessidade de construir uma infraestrutura, ferramentas e processos ETL distintos. 4. Garanta que seus dados de ML estejam seguros, com proteção de privacidade e governança corporativa Transferir dados de bancos de dados corporativos seguros para "big data" lakes inseguros é tão arriscado que a maioria das empresas se recusa a fazer isso. Manter seus dados corporativos em bancos de dados seguros como os da Oracle, onde você pode executar machine learning no local, elimina a complexidade e a sobrecarga de cópias, ao mesmo tempo em que fornece resultados de machine learning para os negócios de forma rápida e segura.   5. Comece com um problema de negócios pequeno e focado É difícil obter insights dos dados. Concentre-se em um pequeno problema com impacto imediato nos negócios. Mostre o poder e o potencial do machine learning, sem gastar muito dinheiro no processo. Saiba mais com esses clientes do governo estadual e local (em inglês).   6. Construa somente quando for necessário Reutilize o código sempre que possível. Adquira o máximo possível e construa apenas quando for necessário. Se você acredita que escrever muitos códigos para obter resultados de machine learning é a estratégia certa, vai ficar desapontado e ainda correr o risco de enfrentar enormes custos e atrasos. 7. Fique atento aos fortes sinais nos dados dos KPIs (indicadores de performance) que são importantes para seu órgão Certifique-se de obter os dados certos com os sinais necessários para otimizar os resultados dos negócios. O machine learning não funciona sem os dados certos. Faça pequenas experiências e use o bom senso para encontrar os dados de entrada corretos para o seu problema. Cientistas de dados experientes podem agregar muito valor ajudando você a encontrar os sinais. 8. Habilite cientistas de dados cidadãos Não pense que você precisa de um sacerdócio de cientistas de dados para encontrar padrões impactantes em seus dados. Seus analistas de linha de negócios têm os melhores insights sobre esses padrões. Ao automatizar o processo de construção de modelos de ML para essas equipes, você obtém rapidamente resultados orientados aos negócios, sem as dificuldades, os custos, as despesas gerais e os atrasos de um projeto científico estendido.   9. Aproveite a automação para construir modelos de ML Ferramentas como o AutoML da Oracle permitem que os analistas de negócios construam modelos de machine learning em seus aplicativos, sem contratar muitos cientistas de dados que são difíceis de encontrar. 10. Procure vincular os resultados de machine learning aos negócios Mesmo quando as empresas encontram modelos de ML que funcionam, pode ser muito difícil operacionalizá-los. Use ferramentas que permitam injetar qualquer insight de machine learning obtido imediatamente de volta aos fluxos de trabalho operacionais, em tempo real. *Matthew O'Keefe é Vice-Presidente e Tecnólogo Corporativo de Cloud Infrastructure na Oracle

Conheça dez maneiras de preparar seu órgão governamental para ter sucesso com o uso da tecnologia. Por Matthew O'Keefe* A aplicação de machine learning na computação tem sido uma das áreas da tecnologia...

Comunidades

Zoom conta com a Oracle para manter as escolas ensinando, as empresas funcionando e amigos e familiares conectados

A equipe de engenharia da Oracle trabalhou com agilidade, implantando o Zoom na Oracle Cloud Infrastructure e garantindo que ela tivesse capacidade de nuvem suficiente para atender aos novos usuários do serviço. Por Barb Darrow* Não é exagero dizer que a pandemia da COVID-19 mudou completamente a forma como as pessoas em todos os lugares trabalham, se alimentam e socializam. Determinações de quarentena e suspensão de grandes reuniões públicas mudaram tudo. Mas o Zoom, com a Oracle como sua nova parceira de nuvem, tornou muito mais fácil para as pessoas continuarem participando de atividades rotineiras – incluindo reuniões de negócios, aulas escolares, práticas de yoga e até mesmo confraternizações – diante dessa ameaça, onde o distanciamento social é fundamental. Em alguns locais, o Zoom está até sendo usado para julgar casos civis e criminais. Em abril, o número de participantes em reuniões no Zoom chegou a 300 milhões por dia, um aumento de 50% em relação aos 200 milhões no mês anterior. Uma das razões para esse crescimento vertiginoso foi que a empresa, fundada em 2011 com foco em usuários empresariais, escalou verticalmente para prestar suporte a professores e alunos com uma camada gratuita de seu serviço. -Leia mais: Java 14 torna o código super expressivo, dizem desenvolvedores À medida que a pandemia se espalhava, o Zoom também decidiu eliminar o limite de 40 minutos para escolas de ensino fundamental e médio. Tudo isso significava que a empresa sediada em San Jose, na Califórnia, precisava aumentar sua capacidade de nuvem para suportar o enorme volume adicional de videoconferências. Por isso que o Zoom entrou em contato com a Oracle, que rapidamente uniu-se a ele neste esforço. A equipe de engenharia da Oracle trabalhou com agilidade, implantando o Zoom na Oracle Cloud Infrastructure e garantindo que ela tivesse capacidade de nuvem suficiente para atender às centenas de milhares de novos usuários de seu serviço. E quando essa inundação se transformou em milhões de novos alunos, professores e outros profissionais, o Zoom conseguiu ampliar facilmente sua capacidade para atender a essa necessidade. Ajudar a empresa a atender à crescente demanda também demonstra a robustez e confiabilidade da nuvem de segunda geração da Oracle, que foi construída para lidar com as demandas difíceis de comunicações de vídeo e outros aplicativos de transmissão sem maiores dificuldades. Embora os serviços do Zoom já estivessem sendo usados com sucesso em ambientes de negócios antes do surgimento da COVID-19, ficou claro que suas comunicações de vídeo também poderiam facilitar a vida de usuários não empresariais, incluindo os pais, que agora encaram uma jornada dupla e tripla como professores, treinadores e enfermeiros -- sem deixar de lado suas vidas profissionais. Membros da família que moram distantes também podem visitar uns aos outros usando o Zoom, seguindo assim as recomendações de distanciamento social. No processo, o nome da empresa se transformou em um substantivo e verbo. Frases como “Quer Zoomar?” foram incorporadas ao vernáculo em ambientes de trabalho e sociais. O Zoom possibilitou até velórios e casamentos. Considerando tudo isso, é seguro dizer que o serviço de alta qualidade de comunicação por vídeo do Zoom está ajudando centenas de milhões de pessoas – muitas das quais estão confinadas às suas casas – a se sentirem um pouco menos sozinhas, um pouco mais conectadas umas às outras. E a Oracle, com a sua moderna Oracle Cloud Infrastructure, está feliz por ajudar a tornar isso realidade. *Barb Darrow é Diretora Sênior de Comunicações da Oracle

A equipe de engenharia da Oracle trabalhou com agilidade, implantando o Zoom na Oracle Cloud Infrastructure e garantindo que ela tivesse capacidade de nuvem suficiente para atender aos novos usuários...

Desenvolvedores

Java 14 torna o código super expressivo, dizem desenvolvedores

O novo Java 14 traz 16 melhorias principais que abrangem de tudo, desde um código mais legível até o acesso à memória externa. Por Alexa Weber Morales* De que os desenvolvedores mais gostam no Java? Para muitos, é a forma como ele consegue ser tão confiável (pense na Toyota) e ainda ser capaz de lidar com tudo, desde análise de gráficos paralelos até finanças de ponta (pense na Maserati). Como o Java executa aplicativos críticos em todo o mundo, a linguagem de programação de quase 25 anos precisa equilibrar constantemente a ligação afetiva da sua comunidade com a sua sintaxe sobre as últimas tendências. O lançamento do Java 14, em março, traz 16 melhorias principais que abrangem de tudo, desde um código mais legível até o acesso à memória externa. -Leia mais: "A curiosidade é fundamental", diz Fabiane Nardon Veja o que vários Java Champions mais gostaram nas recentes melhorias, incluindo alguns recursos experimentais e em versão prévia. Tornando-se mais expressivo “Eu sou uma daquelas pessoas que vivem reclamando que o Java é detalhado demais", diz Venkat Subramaniam, autor premiado e fundador da Agile Developer. Embora as ferramentas de edição de código (IDEs) aliviem esse fardo ao produzir automaticamente algumas instruções no código-fonte, diz ele, elas podem produzir o que os desenvolvedores chamam pejorativamente de "vômitos de código". É por esse motivo que há um esforço contínuo, com o ciclo de lançamento a cada seis meses, para simplificar a linguagem, removendo o excesso de detalhes e reduzindo os recursos obsoletos. “O Java 14 remove muito ruído no código", diz Subramaniam, apontando para os recursos Records,  Pattern Matching e Switch Expressions. (Switch Expressions foi lançado pela primeira vez no JDK 12). “Esses recursos removem o código clichê e tornam o código altamente expressivo e intuitivo—fácil de escrever e manter.” Records é um recurso em versão prévia no Java 14. Ele permite que os desenvolvedores declarem classes relacionadas a dados, com o objetivo final (quando a equipe Java coletar feedback dos desenvolvedores sobre a versão atual) de modelar dados como dados. De acordo com a desenvolvedora Jeanne Boyarsky, de Nova York, autora dos livros de certificação Java 11 Oracle Certified Professional muito populares da Sybex, isso significa “lidar com menos hashCode/equals e menos com a ferramenta [de teste] de cobertura de código para ficarem com menos raiva de mim!” Boyarsky é fã dessas mudanças para melhorar a legibilidade e a produtividade do código. Ela também gostou do Text Blocks, outro recurso em versão prévia. "Eles facilitam muito escrever testes", diz ela. “Colocar uma grande cadeia de caracteres [de texto] no código, sem me preocupar com formatação, é algo que eu sempre quis no Java.” O que o meu aplicativo está fazendo? Como o Java é um enorme projeto de código aberto em sua própria concepção, às vezes ele ofusca as muitas ferramentas de código aberto ao seu redor. O Java Flight Recorder (JFR) foi disponibilizado como código aberto pela primeira vez em 2018, como parte do OpenJDK 11. Agora, o Java 14 adiciona aos poderosos insights do JFR o Event Streaming, que pode revelar problemas na alocação de memória e como eles afetam o desempenho. “Essa é uma ótima ideia de abordagem para coletar métricas de um aplicativo em execução, sem que o aplicativo experimente efeitos da observação", diz Mani Sarkar, Java Champion de Londres que está ansioso para explorar ainda mais esse recurso. Outra ótima ferramenta para encontrar bugs —especificamente, quando um programa falha porque nenhum ponto específico na memória foi atribuído a uma variável — no Java 14 é o Helpful NullPointerExceptions. “Com certeza esse recurso é útil para os desenvolvedores", diz Sarkar. “Durante muito tempo, tivemos que fazer uma pequena pesquisa e, às vezes, não é óbvio quando um aplicativo falha devido a um NPE.” No mundo atual baseado em dados, os aplicativos usam terabytes de memória, quando antes usavam centenas de megabytes. Assim, a cada novo lançamento do Java, a ênfase contínua em melhor desempenho e coleta de lixo (liberação de memória depois de ter servido ao seu propósito) faz muito sentido. As novas melhorias relacionadas à memória e ao desempenho no Java 14 incluem o coletor de lixo NUMA-Aware Memory Allocation for G1, Non-Volatile Mapped Byte Buffers e Foreign-Memory Access API. Esse último recurso ajuda a tornar mais seguro o acesso a tipos adicionais de memória para programas intensivos de dados. O que há no incubador? Agora que a cadência de lançamento a cada seis meses está se tornando um hábito para a equipe Java, eles também são capazes de fornecer inovações com mais rapidez, com os módulos incubadores  que permitem aos desenvolvedores observar as mudanças antes que elas sejam amplamente lançadas. “É muito útil disponibilizar determinados recursos como versão prévia ou incubadores", diz Sarkar. Isso permite que os desenvolvedores "brinquem com eles antes de adotá-los na linguagem — ou não, se não forem viáveis ou não obtiverem um bom feedback.” Subramaniam concorda plenamente: “Esses recursos abrem caminho para muitas outras melhorias em versões futuras do Java." *Alexa Weber Morales é diretora de conteúdo de desenvolvedores da Oracle

O novo Java 14 traz 16 melhorias principais que abrangem de tudo, desde um código mais legível até o acesso à memória externa. Por Alexa Weber Morales* De que os desenvolvedores mais gostam no Java?...

Desenvolvedores

Oracle marca presença na conferência TDC Online Especial BH

Evento gratuito voltado para desenvolvimento de software será realizado de forma totalmente digital entre os dias 23 e 25 de abril. A Oracle estará presente na edição on-line do The Developer´s Conference (TDC), maior evento relacionado a desenvolvimento de software no Brasil. Realizado de forma totalmente digital, o TDC Online Especial BH acontece entre os dias 23 e 25 de abril. No sábado, 25/4, às 10h (horário de Brasília), Rafael Benevides, Cloud Native Developer Advocate da Oracle, fará uma apresentação intitulada “Microprofile: Enterprise o suficiente para microserviços” dentro da Trilha Linguagens do TDC Online Especial BH, focada em trazer novidades e tendências de diferentes linguagens de programação. -Leia mais: Para Otávio Santana, as pessoas são peça-chave na tecnologia Com inscrições gratuitas, a conferência para desenvolvedores conta com dezenas de palestras divididas em um total de 7 trilhas, que possuem focos em temas como inteligência artificial, metodologia agile, arquitetura, devops e linguagens. Veja no link abaixo uma prévia de como será a apresentação de Rafael no TDC Online Especial BH em uma entrevista em vídeo especial concedida pelo especialista para Pablo Ciccarello, responsável por liderar a Oracle Developers Community for LAD. Rafael Benevides - Cloud-Native Developer Advocate @rafabene 18 de Abril de 2020 - 10 hs Adiantamento da sua palestra na The Developer Conference Online @TheDevConf na Trilha Linguagens.https://t.co/Zl1gDM0PX4 pic.twitter.com/Fq66RJZYQH — Oracle Developers Latin America (@OracleDevsLA) April 13, 2020

Evento gratuito voltado para desenvolvimento de software será realizado de forma totalmente digital entre os dias 23 e 25 de abril. A Oracle estará presente na edição on-line do The Developer´s...

Pessoas

“Meu sonho é um loop infinito e isso me move, é o meu combustível”, diz Isabelle Silva

Fundadora do projeto Meninas Negras, a analista de negócios da Oracle Brasil já participou de diversos eventos internacionais, como conferências da ONU para a juventude e uma Conferência de Laureados do Prêmio Nobel da Paz. “Eu considero meus sonhos um tanto quanto ambiciosos, porque eu sei que se eu chegar pelo menos na metade deles, já será algo muito grandioso. Um desses sonhos é poder ser a primeira mulher negra brasileira a ser laureada com o Nobel da Paz”, conta a estudante de engenharia da computação, Isabelle Silva. Aos 17 anos, a analista de negócios da Oracle Brasil já tem uma trajetória marcada por conquistas, garra e o objetivo de fazer a diferença onde quer que esteja. Além do trabalho na Oracle e da faculdade, Isa, como é mais conhecida, também divide seu tempo com o Projeto Meninas Negras, que tem por objetivo oferecer trilhas de desenvolvimento acadêmico, profissional e cultural para jovens meninas negras e da periferia. “O projeto faz parte do meu maior sonho, que é poder impactar e transformar o maior número de vidas que eu puder de maneira efetiva. Na minha concepção esse meu sonho é um loop infinito e isso me move, é o meu combustível”, conta. Leia mais: “A diversidade nos enriquece e nos enche de conhecimento”, diz Laura Bielich Criado em 2017 depois da experiência de um intercâmbio nos Estados Unidos, em que Isa era a única menina negra do grupo, o Meninas Negras conta atualmente com cerca de 35 integrantes e mais de 2 mil pessoas que querem unir-se ao projeto. “Assim que eu voltei para o Brasil, eu ia criar um blog para empoderar meninas negras, mas na minha concepção eu só iria impactar e não transformar a vida de ninguém”, lembra a estudante, que já planeja o próximo passo do projeto: formalizá-lo como uma ONG e seguir com a sua expansão. “Meu sonho é atingir pelo menos 20mil pessoas até 2030 e parar de ser o único grão de feijão numa imensa panela de arroz.” Leia mais: Para Márcia Mouta, os desafios podem nos impulsionar A determinação em transformar e agregar à vida de outras pessoas também permeia o trabalho que Isabelle desenvolve na Oracle. Após um ano de job rotation em 2019, como menor aprendiz, hoje Isa é a responsável pelo programa Desafiando as Estatísticas, “que tem como foco inserir mais pessoas negras na Oracle, e possibilitar para que, de fato, seja possível desafiar as estatísticas do mercado de trabalho atual onde as pessoas negras não estão inseridas de maneira efetiva”, ela conta. Além disso, ela também está envolvida em outras ações de Diversidade e Inclusão que serão lançadas nos próximos meses. Algo que Isabelle admira nas iniciativas de que participa é que são genuínas: “As iniciativas promovidas pela Oracle são genuínas, um exemplo disso sou eu mesma”. Ela conta que o primeiro contato com a Oracle foi por meio de atividades do Oracle Academy em 2017. Após isso, ela aproximou o projeto Meninas Negras da empresa e participou da competição Technovation, em que seu time chegou às semifinais globais. Das cinco meninas que compuseram o time, Isa conta que todas estão empregadas em grandes empresas, como ela: “isso não teria sido possível se a Oracle não tivesse uma missão tão forte e clara de transformar o mundo e empoderar as pessoas! Agora estar do outro lado e poder co-construir essa transformação é imensamente gratificante”. A atuação dela para ampliar as possibilidades de outras meninas jovens trouxe também muitas oportunidades de desenvolvimento, como a participação em diversos eventos internacionais com secretários da ONU, ganhadores do prêmio Nobel e presidentes de países. Ela define a sensação de poder participar de eventos do tipo como “inexplicável” e conta que o mais interessante é poder “ter a oportunidade de ‘aproximar’ suas expectativas de realizar algo inimaginável na sua perspectiva ao poder conversar face-to-face com essas pessoas”. “Um dos momentos que eu nunca vou esquecer foi quando estava na Conferência dos laureados do Nobel da Paz em Mérida e uma das pessoas que eu mais admiro, o Kailash Satyarthi, virou para mim após eu fazer um discursso e disse: ‘Não tome nem o céu como limite para você, sua energia transmite um brilho único e é isso que vai te fazer voar cada vez mais’. Eu estava tão perplexa, porque para mim ele era uma dessas pessoas intocáveis de tão incríveis, e acho que por perceber essa minha reação ele me deu um abraço e disse ‘Você não pode criar barreiras onde não existem, tenho certeza que você vai chegar mais longe do que eu, e assim por diante. É isso que faz a humanidade ir para frente’”, ela conta. Quando perguntada sobre outras mulheres que a inspiram, Isa cita vários nomes, entre sua mãe, Michelle Obama e Malala, mas avisa: “é importante dizer que eu tenho muitas inspirações e não porque quero ser igual a elas, mas sim crescer como a combinação de um pouquinho de cada uma delas”.

Fundadora do projeto Meninas Negras, a analista de negócios da Oracle Brasil já participou de diversos eventos internacionais, como conferências da ONU para a juventude e uma Conferência de Laureados...

Transformação na TI

Conheça as principais tendências de sistemas convergentes

Em documento especial, reconhecida empresa mundial de inteligência de mercado aponta os benefícios do uso de equipamentos convergentes para empresas e destaca crescimento na América Latina. Com os dados ocupando um espaço cada vez maior e mais importante no mercado, os chamados sistemas convergentes podem oferecer importantes benefícios para as empresas, incluindo escalar rapidamente recursos e cargas de trabalho. De acordo com o infográfico desenvolvido pelo IDC, intitulado “Acelerando o negócio com sistemas convergentes”, esses sistemas se destacam por reunirem as capacidades essenciais para qualquer arquitetura de TI (Tecnologia da Informação) corporativa: computação, redes e armazenamento. Entre as vantagens apontadas pela consultoria sobre o uso de equipamentos convergentes estão a melhoria da produtividade da equipe de TI; o provisionamento mais rápido e fácil de recursos e aplicações de armazenamento; a administração e operações simplificadas, assim como a possibilidade de ter um único ponto de suporte. No infográfico, que conta com informações sobre como adotar esses sistemas e escolher o provedor mais adequado, o IDC também aponta uma tendência positiva da intraestrutura convergente na América Latina. De acordo com a consultoria, esse tipo de infraestrutura crescerá em média 18,9% ao ano na região até 2022. Clique neste link para baixar o documento completo do IDC e saber mais sobre o assunto.

Em documento especial, reconhecida empresa mundial de inteligência de mercado aponta os benefícios do uso de equipamentos convergentes para empresas e destaca crescimento na América Latina. Com os...

Desenvolvedores

"A curiosidade é fundamental", diz Fabiane Nardon

Segundo a cientista da computação e Oracle Groundbreaker Ambassador, a curiosidade leva ao desenvolvimento de melhores soluções. A tecnologia entrou cedo na vida da cientista da computação e Oracle Groundbreaker Ambassador, Fabiane Bizinella Nardon. “Sempre gostei de tecnologia, mas com 12 anos ganhei meu primeiro computador e logo descobri que podia programar para criar o que eu quisesse. Com 13 anos já trabalhava com isso e nunca mais parei”, lembra. Para a especialista brasileira, que é natural da cidade de Soledade, no Rio Grande do Sul, a curiosidade é um ponto fundamental para quem trabalha com tecnologia. “A curiosidade faz buscar novas tecnologias e entender o contexto em que o problema que se está tentando resolver está inserido, o que leva ao desenvolvimento de melhores soluções.” -Leia mais: Para Otávio Santana, as pessoas são peça-chave na tecnologia E é justamente essa busca por soluções para diferentes problemas uma das partes favoritas de Fabiane em trabalhar com o desenvolvimento de software. “Gosto da sensação de estar resolvendo problemas que são importantes para as pessoas, de encontrar soluções criativas, de perseguir a melhor forma de criar um algoritmo”, explica Fabiane, que nas horas vagas gosta de ler e assistir filmes, além de praticar atividades como pilates e ciclismo. O primeiro contato de Fabiane com Java, que completa 25 anos de história em 2020, aconteceu durante a faculdade, quando a linguagem ainda estava nas primeiras versões, conforme relembra a cientista da computação, que aponta a importância da linguagem de programação para os desenvolvedores e também para a criação de um ecossistema. “Java tinha a proposta de ser multiplataforma, o que abriu um mundo de possibilidades para os desenvolvedores. No entanto, acredito que a maior importância do Java foi a criação de um ecossistema, especialmente com ferramentas open source, que permitiu a colaboração entre desenvolvedores e que mudou a forma como software é construído.” E essa troca de experiências e colaboração é apontada por Fabiane como um dos pontos de maior importância em comunidades como Oracle Groundbreakers. “Acredito que para qualquer tecnologia, ter uma comunidade em que seja possível trocar experiências a nível global é fundamental para manter a inovação e a vibração em torno da tecnologia. As comunidades auxiliam a encontrar soluções para os problemas enfrentados pelos desenvolvedores, criam networking, e servem também de rede de apoio para as pessoas que estão enfrentando problemas similares, mesmo que em diferentes países e culturas.”

Segundo a cientista da computação e Oracle Groundbreaker Ambassador, a curiosidade leva ao desenvolvimento de melhores soluções. A tecnologia entrou cedo na vida da cientista da computação e Oracle...

Transformação na TI

A ciência de dados é um esporte em equipe e a nova plataforma em nuvem da Oracle é o campo de jogo

Novos serviços tornam mais fácil para as equipes de ciência de dados criar, treinar e implantar modelos de machine learning de forma colaborativa. Por Jeff Erickson* Ao pensar em ciência de dados, você talvez imagine um PhD em matemática mexendo magicamente com dados em um laptop até segredos serem revelados. Porém, na verdade, a ciência de dados é um esforço de equipe. Para que a ciência de dados aconteça, alguém precisa encontrar e preparar conjuntos de dados — que podem incluir qualquer tipo de informação, como um local, um nome, um item em um armazém, a idade de uma pessoa, um comentário em uma mídia social, uma data/hora e um atributo de uma imagem. Em seguida, alguém precisa levar os dados para um computador e usar ferramentas de código aberto para aplicar técnicas estatísticas e provocar relacionamentos — e torcer para chegar a um novo entendimento sobre o mundo. Por fim, quando o processo gera um insight de valor, alguém precisa publicar o modelo, na forma de um processo repetível e governável a ser executado com futuros conjuntos de dados. Pelo menos, é assim que deveria funcionar. Na realidade, "a maioria das organizações vê apenas uma fração do enorme potencial dos seus dados", diz Greg Pavlik, vice-presidente sênior de desenvolvimento de produtos da Oracle para serviços de dados e IA. Isso ocorre porque, com todas as pessoas, a capacidade computacional e os processos de trabalho envolvidos na ciência de dados, muitas vezes as transferências certas não acontecem, sistemas e bibliotecas não são compartilhados, dados não são protegidos, e às vezes o volume de dados é tão grande que fica difícil movê-los para os sistemas onde os algoritmos são executados. -Leia mais: Para Otávio Santana, as pessoas são peça-chave na tecnologia Resolver esse problema foi a razão pela qual a Oracle desenvolveu a Oracle Cloud Data Science Platform. Os novos serviços tornam mais fácil para as equipes de ciência de dados criar, treinar e implantar modelos de machine learning de forma colaborativa. "Nosso objetivo é aumentar o sucesso dos projetos de ciência de dados", diz Pavlik. Pavlik tem vasta experiência no mundo dos projetos de big data de código aberto e viu, em primeira mão, como as poderosas plataformas em nuvem substituíram o uso de sistemas pontuais personalizados para execução de projetos de big data, transformando, assim, essa parte do setor. Agora, ele diz, a Oracle está combinando sua infraestrutura de nuvem de segunda geração e seu gerenciamento de dados líder do setor para fazer o mesmo com a ciência de dados. Diferentemente de outros produtos de ciência de dados que se concentram em ajudar cientistas de dados individuais, o Oracle Cloud Infrastructure Data Science ajuda a melhorar a eficácia das equipes de ciência de dados com funcionalidades como projetos compartilhados, catálogos de modelos, políticas de segurança de equipe e recursos de reprodutibilidade e auditabilidade. "Os cientistas de dados são experimentadores. Eles querem experimentar e ver como funciona", diz Pavlik. "Eles pegam conjuntos de dados de amostra, usam todo tipo de ferramenta de código aberto e estão fazendo coisas incríveis. Nossa intenção é permitir que eles continuem fazendo isso, mas queremos melhorar sua produtividade automatizando todo o fluxo de trabalho e adicionando suporte robusto à colaboração em equipe para ajudar a garantir que os projetos de ciência de dados agreguem valor real às empresas." O ponto de partida para a ciência de dados agregar valor é usar mais recursos de machine learning e ter mais eficiência no uso dos dados e algoritmos envolvidos. "Modelos de machine learning eficazes são a base de projetos de ciência de dados bem-sucedidos", diz Pavlik, mas o volume e a variedade dos dados usados pelas equipes de ciência de dados "podem paralisar essas iniciativas antes que elas decolem". Dessa forma, o Oracle Cloud Infrastructure Data Science oferece às equipes uma plataforma poderosa para desenvolver, treinar e compartilhar algoritmos de machine learning, incluindo: •    A seleção e ajuste do algoritmo AutoML automatiza o processo de execução de testes usando vários algoritmos e configurações de hiperparâmetro. Ele verifica a precisão dos resultados e confirma que os cientistas de dados estão escolhendo o melhor modelo e configuração. Isso ajuda o cientista de dados a obter os mesmos resultados que os profissionais mais experientes. •    A seleção automatizada de recursos preditivos simplifica a engenharia de recursos identificando automaticamente os principais recursos preditivos a partir de conjuntos de dados maiores. •    A avaliação do modelo gera um conjunto abrangente de métricas de avaliação e visualizações adequadas para medir o desempenho do modelo em relação a novos dados, e pode classificar os modelos ao longo do tempo. A avaliação do modelo vai além do desempenho bruto para levar em conta o comportamento normal e usa um modelo de custo que considera os diferentes impactos de falsos positivos e falsos negativos. •    A explicação do modelo, como o próprio nome diz, é uma explicação da ponderação relativa e da importância dos fatores usados para gerar uma previsão, e oferece a primeira implementação comercial de explicação independente do modelo. Por exemplo, em um modelo de detecção de fraude, um cientista de dados pode explicar quais fatores são os que mais levam a fraudes, para que a empresa possa modificar processos ou implementar salvaguardas, ou explicar os fatores que levam a uma previsão específica. Devido ao Oracle Cloud Infrastructure Data Science ser construído na poderosa infraestrutura de nuvem da Oracle, "facilitamos seu acesso não apenas às linguagens, bibliotecas e ferramentas, mas também aos recursos computacionais necessários", diz Pavlik, incluindo serviços integrados de nuvem para gerenciamento de big data e acesso a uma variedade de armazenamentos de dados de código aberto e máquinas virtuais para ciência de dados. "Nosso foco é a produtividade — desde a exploração dos dados e o treinamento dos modelos, até a entrega em produção e a manutenção dos modelos", diz Pavlik. "Fizemos disso uma experiência de plataforma realmente produtiva e pronta para a empresa." A facilidade de começar é um grande motivo pelo qual um número maior de trabalhos em ciência de dados serão transferidos para a nuvem, prevê Pavlik. Para esse novo serviço, basta entrar na Oracle Cloud, ir até a opção de serviço de ciência de dados no console "e começar a criar um projeto e fazer seu trabalho", diz ele. *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para inovação em bancos de dados e inovação orientada por dados na Oracle

Novos serviços tornam mais fácil para as equipes de ciência de dados criar, treinar e implantar modelos de machine learning de forma colaborativa. Por Jeff Erickson* Ao pensar em ciência de dados, você...

Desenvolvedores

Para Otávio Santana, as pessoas são peça-chave na tecnologia

Engenheiro de software e Oracle Groundbreaker Ambassador também fala sobre a importância de manter-se curioso e relembra primeiro contato com Java. Natural de Salvador, na Bahia, o engenheiro de software e Oracle Groundbreaker Ambassador Otávio Santana, de 30 anos, afirma que a tecnologia entrou na sua vida de forma forte e apaixonante. “Posso dizer que a tecnologia foi amor à primeira vista e mudou muito a minha vida em diversos pontos, inclusive me dando grandes oportunidades em termos de crescimento pessoal e profissional.” E esse sentimento intenso e apaixonado em relação à tecnologia continua vivo até hoje na vida do desenvolvedor. Tanto que a sua parte favorita em trabalhar na área de desenvolvimento é justamente saber que o seu trabalho pode impactar positivamente a vida das pessoas, tanto do ponto de vista tecnológico quanto do ponto de vista social. “Gosto sempre de desafiar a minha mente sobre como levar a ciência de computação para o dia a dia das pessoas. E ver os projetos que eu ajudo a desenvolver em diversos locais ao redor do mundo me traz uma grande satisfação”, afirma Santana. O desenvolvedor, que se define como “um leitor ávido” e gosta muito de ler e estudar idiomas nas horas vagas, também chama a atenção para a importância de manter-se sempre curioso para trabalhar com tecnologia, uma área em que as mudanças são constantes. “A curiosidade é uma ferramenta crucial para o desenvolvimento, afinal conhecer novidades, correr atrás de melhorias na ferramentas tecnológicas e também no processo para facilitar o seu ambiente e do seu time é um diferencial para um desenvolvedor de software”, aponta Otávio. -Leia mais: O Java 14 chegou (Imagem por Pablo Ciccarello) Com ampla experiência no desenvolvimento de aplicativos de alta performance em finanças, redes sociais e e-commerce, o desenvolver diz que um dos principais desafios que já enfrentou na sua carreira em TI é lidar com pessoas. “Quando comecei em engenharia de computação pensei: ‘Farei computação, afinal, não preciso lidar com pessoas’. Um grande erro uma vez que lido com pessoas no dia a dia já que fazemos software, porém, esses softwares são feitos para pessoas. Ou seja, as pessoas são as peças chave nesse processo”, destaca o engenheiro, que possui foco em cloud e Java. Sobre o Java, que completa 25 anos de história em 2020, o engenheiro lembra bem do seu primeiro contato com a linguagem. “O meu primeiro contato teve como maior objetivo de contribuir dentro do OpenJDK e foi uma experiência fascinante. Sempre tive uma grande curiosidade de conhecer e ver como as coisas funcionam por dentro e fiquei muito feliz com a abertura da comunidade e a disposição para me ajudar.” Para ele, aliás, a comunidade é um dos pontos mais fortes do Java. “A linguagem tem como maior objetivo equilibrar inovação, maturidade, compatibilidade, escalabilidade, poderosa em números de recursos e facilidade de programação. Certamente trabalhar com esse equilíbrio nunca é algo fácil, porém, o Java tem a feature mais importante de todos, que é a participação da comunidade em todos os momentos. Seja você mais um que define o futuro do Java.”

Engenheiro de software e Oracle Groundbreaker Ambassador também fala sobre a importância de manter-se curioso e relembra primeiro contato com Java. Natural de Salvador, na Bahia, o engenheiro de...

Desenvolvedores

O Java 14 chegou

Conheça as principais novidades do Java 14, já disponível para todos os desenvolvedores e empresas. Por Sharat Chander* A Oracle tem o orgulho de anunciar a disponibilidade geral do Java 14, que representa o quinto lançamento de recurso como parte da cadência de seis meses.  Este nível de previsibilidade, já há dois anos, permite aos desenvolvedores gerenciar com mais facilidade sua adoção de inovação graças a um fluxo constante de mudanças esperadas. A Oracle agora oferece o Java 14 a todos os desenvolvedores e empresas.  O Oracle JDK 14 receberá um mínimo de duas atualizações trimestrais, de acordo com a agenda do Oracle Critical Patch Update (CPU), antes de ser sucedido pelo Oracle JDK 15. O Java 15 chegará à disponibilidade geral em setembro de 2020, mas, compilações para acesso antecipado já estão sendo oferecidas em jdk.java.net. Mais uma vez, a Oracle fornece o Java 14 como a versão do Oracle OpenJDK usando a Licença Pública Geral GNU v.2, com a Exceção Classpath (GPLv2+CPE), e também com uma licença comercial para aqueles que usarem a versão do Oracle JDK como parte de um produto ou serviço da Oracle, ou para quem preferir licenças comerciais a licenças de software livre. Java 14, juntos Similar ao Java 11, Java 12 e Java13, continuamos a celebrar as contribuições feitas ao Java 14 por vários indivíduos e organizações da Comunidade do OpenJDK — todos nós compilamos Java, juntos! Índice de correção do JDK 14 O índice geral de alterações no JDK ao longo do tempo permaneceu essencialmente constante por muitos anos, mas, na cadência de seis meses, o ritmo em que inovações prontas para produção são entregues melhorou imensamente. Em vez de se disponibilizarem dezenas de milhares de correções e cerca de cem JDK Enhancement Proposals (JEPs) disponíveis em um grande lançamento a cada poucos anos, os aperfeiçoamentos são fornecidos em versões menores de recursos em um cronograma de seis meses, mais gerenciável e previsível. Essas alterações podem variar de um recurso significativo a pequenos aprimoramentos e manutenção de rotina, correção de bugs e melhorias na documentação. Cada alteração é representada em um único commit para um único problema no JDK Bug System. Dos 1.986 problemas do JIRA marcados como corrigidos no JDK 14, 1.458 foram solucionados por pessoas trabalhando para a Oracle, enquanto 528 foram contribuições de desenvolvedores individuais e desenvolvedores trabalhando para outras empresas. Examinar os problemas e reunir os dados da organização dos agentes resulta no seguinte quadro de organizações que patrocinam o desenvolvimento de correções no JDK 14: A Oracle agradece aos desenvolvedores que trabalham para organizações como ARM, Google, NTT Data, Red Hat e SAP por suas notáveis contribuições.  Também somos gratos em ver contribuições de organizações menores como Bellsoft, Loongson e de desenvolvedores independentes que contribuíram coletivamente com 3% das correções do JDK 14. Também reconhecemos e agradecemos aos muitos desenvolvedores experientes que analisaram alterações propostas, aos usuários pioneiros que experimentaram compilações iniciais e relataram erros e aos profissionais dedicados que forneceram feedback nas listas de distribuição do OpenJDK.   Agradecemos as contribuições dos seguintes indivíduos por seu feedback útil sobre a qualidade da compilação: •    Jaikiran Pai (representando o Apache Ant) •    Uwe Schindler (representando o Apache Lucene) •    Mark Thomas (representando o Apache Tomcat) •    Martin Grigorov (representando o Apache Wicket) •    Nikhil Nanivadekar (representando a Eclipse Collections) •    Sanne Grinovero (representando a Hibernate) •    Evegney Madrikov (representando a JaCoCo) •    Dávid Karnok (representando a RxJava) Também agradecemos aos seguintes colaboradores que registraram bugs de qualidade e ofereceram atualizações frequentes: •    Andriy Redko (representando o Apache CXF) •    Martin Grigorov (representando o Apache Wicket) •    Nikhil J. Nanivadekar (representando a Eclipse Collections)   •    Marc Hoffmann (representando a JaCoCo) Novidades no Java 14 O Java 14 oferece aos usuários dezesseis aperfeiçoamentos/alterações principais, que incluem dois módulos incubadores, três recursos em versão prévia, dois recursos preteridos e duas remoções. Alguns aperfeiçoamentos foram introduzidos nos módulos Incubadores, um meio de colocar nas mãos de desenvolvedores APIs e ferramentas não finais que permitem aos usuários oferecer feedback que pode, em última análise, melhorar a qualidade da plataforma Java. Similarmente, alguns aperfeiçoamentos foram introduzidos como recursos em uma versão prévia, recursos de linguagem ou de VM da Plataforma Java SE que estão totalmente especificados e implementados, mas ainda não são permanentes. Eles estão disponíveis em uma versão de recursos do JDK para provocar feedback dos desenvolvedores baseado no uso no mundo real, que pode levar a torná-los permanentes em uma versão futura.  Isso oferece aos usuários a chance de fornecer feedback oportuno, bem como dá a fornecedores de ferramentas a oportunidade de criar suporte para o recurso antes que todos os desenvolvedores em Java o usem em produção. Finalmente, algumas mudanças se destinam a reduzir o tamanho e o escopo do JDK via Substituição, que é uma técnica para comunicar informações sobre o ciclo de vida de uma API: encorajar aplicativos a migrar da API, desencorajar aplicativos de formar novas dependências na API e informar desenvolvedores sobre os riscos da continuação da dependência da API.  Com a ferramenta jdeprscan, introduzida no Java 9, os usuários podem executar análise estática de seus arquivos .jar (ou alguma outra agregação de arquivos de classe) para identificar usos de elementos de API preteridos, permitindo assim que eles se preparem com antecedência para a remoção futura. Os 16 JEPs fornecidos com o JDK 14 são: 1.JEP 305 - Pattern Matching for instanceof (Preview): Este recurso em versão prévia melhora o Java com correspondência de padrão para o operador instanceof.  Isso melhora a produtividade do desenvolvedor ao eliminar a necessidade de código padrão e permite código fortemente tipado mais conciso. 2.JEP 343 - Packaging Tool (Incubator): Esta ferramenta incubadora fornece uma forma para desenvolvedores empacotarem aplicativos Java para distribuição em formatos específicos da plataforma.  A ferramenta ajuda desenvolvedores com aplicativos modernos em que limitações requerem que tempos de execução e aplicativos sejam empacotados em uma única entrega. 3.JEP 345 - NUMA-Aware Memory Allocation for G1: Este recurso melhora o desempenho geral do coletor de lixo G1 em sistemas de acesso não uniforme à memória NUMA). 4.JEP 349 - JFR Event Streaming: Este recurso expõe dados do JDK Flight Recorder (JFR) para monitoramento contínuo, o que simplificará o acesso a dados do JFR a várias ferramentas e aplicativos. 5.JEP 352 - Non-Volatile Mapped Byte Buffers: Este recurso adiciona um modo de mapeamento de arquivos para o JDK quando se usa memória não volátil.  A natureza persistente da memória não volátil altera muitos pressupostos de persistência e desempenho que podem ser aproveitados com este recurso. 6.JEP 358 - Helpful NullPointerExceptions: Este recurso melhora a usabilidade de NullPointerExceptions ao descrever precisamente qual variável era nula e outras informações úteis.  Isso melhorará a produtividade de desenvolvedor e a qualidade de muitas ferramentas de desenvolvimento e de depuração. 7.JEP 359 - Records (Preview): Este recurso em versão prévia fornece uma sintaxe compacta para declarar classes que contêm dados superficialmente imutáveis.  Superficialmente, este ótimo recurso reduz muito códigos padronizados em classes deste tipo, mas, em última análise, o objetivo é permitir uma melhor modelagem de dados como dados.  Declarar agregados de dados nominais superficialmente imutáveis deve ser fácil, claro e conciso. 8.JEP 361 - Switch Expressions: Este era um recurso em versão prévia no JDK 12 e no JDK 13 e agora está concluído.  Ele permite que switch seja usado tanto como uma instrução quanto como uma expressão.  Este recurso simplifica a codificação cotidiana e preparou o caminho para o recurso de correspondência de padrão (JEP 305) incorporado como versão prévia nesta versão. 9.JEP 362 - Deprecate the Solaris and SPARC Ports: Este JEP substitui as portas Solaris e SPARC com o objetivo de removê-las em uma versão futura.   10.JEP 363 - Remove the Concurrent Mark Sweep (CMS) Garbage Collector: O coletor de lixo de CMS foi dispensado há dois anos e o G1, que é o sucessor pretendido da CMS desde o JDK 6, tem sido o coletor padrão e usado em larga escala há muitos anos.  Também vimos a introdução de dois novos coletores, ZGC e Shenandoah, com muitos aperfeiçoamentos no G1 no mesmo período.   11.JEP 364 - ZGC on macOS: Embora a maioria dos usuários que precisam do ZGC também precisem da escalabilidade de ambientes baseados em Linux, ele também é frequentemente necessário para desenvolvimento e teste em Windows e macOS.  Também há certos aplicativos de área de trabalho que se beneficiarão das capacidades do ZGC.  Portanto, o recurso ZGC foi transferido para o Windows e o macOS. 12.JEP 365 - ZGC on Windows: Consulte o resumo do JEP 364. 13.JEP 366 - Deprecate the ParallelScavenge + SerialOld GC Combination: Este dispensa a combinação dos algoritmos Parallel Scavenge e Serial Old, que é raramente usada, com a intenção de removê-la em uma versão futura. 14.JEP 367 - Remove the Pack200 Tools and API: Este remove as ferramentas pack200 e unpack200 e a API Pack200 no pacote java.util.jar. Essas ferramentas e API foram dispensadas para remoção no Java SE 11. 15.JEP 368 - Text Blocks (Second Preview): Após receber feedback quando Text Blocks foi introduzido como um recurso em versão prévia (JEP 355) como parte do Java 13, duas novas sequências de escape foram adicionadas e Text Blocks está sendo oferecido como um recurso em versão prévia pela segunda vez. Os benefícios do recurso Text Blocks incluem: escrita simplificada de programas usando cadeias de caracteres que abrangem várias linhas de código-fonte, ao mesmo tempo em que evita sequências de escape em casos comuns; legibilidade aprimorada de cadeias de caracteres em programas Java que denotam código escrito em linguagens não Java; suporta a migração de cadeia de caracteres literais ao estipular que qualquer novo constructo pode expressar o mesmo conjunto de cadeias de caracteres que uma cadeia de caracteres literal, interpretar as mesmas sequências de escape e ser manipuladas das mesmas formas que um cadeia de caracteres literal. 16.JEP 370 - Foreign-Memory Access API (Incubator): Este módulo incubador introduz uma API para permitir que programas Java acessem memória externa fora do heap Java de maneira segura e eficiente. Suporte a ferramentas O suporte corrente e atualizado a ferramentas ajuda a aumentar a produtividade do desenvolvedor.  Com o Java 14, continuamos a acolher os esforços de fornecedores líderes de IDE cujas soluções de ferramentas oferecem aos desenvolvedores suporte para as versões atuais do Java.  Os desenvolvedores podem esperar receber o suporte ao Java 14 com os seguintes IDEs: 1.    JetBrains IDEA 2.    Apache NetBeans 3.    Eclipse IDE Ferramentas populares de automação de compilações usadas principalmente para projetos Java também estão preparadas para oferecer suporte ao Java 14 aos desenvolvedores.  O Apache Maven e seus plug-ins, bem como a versão Release Candidate Gradle 6.3 dão suporte ao Java 14. Java continua sendo a linguagem de programação preferida por programadores.  Como as melhorias do Java 14 dentro do prazo demonstram, mediante planejamento cuidadoso e contínuo e envolvimento do ecossistema, a plataforma Java está bem posicionada para desenvolvimento moderno e crescimento na nuvem. *Sharat Chander é Diretor de Gerenciamento de Produtos Java SE

Conheça as principais novidades do Java 14, já disponível para todos os desenvolvedores e empresas. Por Sharat Chander* A Oracle tem o orgulho de anunciar a disponibilidade geral do Java 14, que...

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Oracle University oferece conteúdo e certificações on-line gratuitamente

O programa estará disponível até 15 de maio e oferece materiais para Oracle Cloud Infrastructure e Oracle Autonomous Database. A partir de agora, qualquer usuário, incluindo desenvolvedores, profissionais técnicos, arquitetos, estudantes e professores, terá acesso rápido e fácil a mais de 50 horas de treinamento on-line e 6 exames de certificação. A Oracle University fornecerá acesso gratuito a uma ampla biblioteca de materiais para Oracle Cloud Infrastructure e Oracle Autonomous Database, além de conteúdo relacionado a ciência de dados, machine learning e ambientes com várias nuvens, como a integração com o Microsoft Azure. Estamos produzindo vídeos de alta qualidade com acesso a especialistas no assunto e demonstrações gravadas de laboratórios práticos disponíveis em qualquer lugar, a qualquer momento, para que os profissionais de TI possam acelerar seu aprendizado e adquirir habilidades muito procuradas. A tradução (com legendas) também estará disponível em chinês, japonês, coreano, português e espanhol para todos os vídeos. À medida que nossos clientes se adaptam a um cenário digital em rápida evolução, a Oracle está intensificando seus esforços para ajudar a desenvolver as habilidades técnicas críticas em nuvem necessárias para impulsionar a inovação. Acreditamos que as certificações ajudam os profissionais a desenvolver habilidades sob demanda, diminuem os tempos de resposta dos projetos dos clientes, melhoram sua experiência e avançam em suas carreiras, além de aprimorar seu desempenho geral no trabalho. Para acessar esses recursos, você pode seguir essas etapas: Etapa 1: solicite uma conta gratuita do Oracle Single-Sign-On (SSO). Se você já possui, vá para a etapa 2. •    Clique em Hello. Log In (localizado no canto direito da página). •    Selecione a opção "Create an account" e preencha os campos obrigatórios. •    Verifique a conta por e-mail Etapa 2: acesse os módulos de aprendizado nesses links abaixo: •       Oracle Autonomous Database Specialist •       Oracle Cloud Infrastructure Foundations Associate •       Oracle Cloud Infrastructure Cloud Operations Associate •       Oracle Cloud Infrastructure Developer Associate •       Oracle Cloud Infrastructure Architect Associate •       Oracle Cloud Infrastructure Architect Professional   Etapa 3: registre-se e faça seu exame de certificação gratuito. Se você possui uma conta PearsonVue, efetue o login. •       Se você não tiver uma conta, selecione "Create a web account" no lado direito da página e siga as instruções. Para saber mais sobre esse programa, confira neste blog o anúncio da Oracle sobre recursos gratuitos de treinamento para desenvolvedores em nuvem e descubra outros treinamentos disponíveis na Oracle University.

O programa estará disponível até 15 de maio e oferece materiais para Oracle Cloud Infrastructure e Oracle Autonomous Database. A partir de agora, qualquer usuário, incluindo...

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“A diversidade nos enriquece e nos enche de conhecimento”, diz Laura Bielich

“A Oracle me empoderou como pessoa e como mulher”, afirma executiva da Oracle Peru, que está há mais de 17 anos na empresa. Há mais de 17 anos na Oracle, Laura Bielich, 51, lembra em detalhes do seu primeiro dia na empresa. “Entrei na Oracle em 18 de novembro de 2002 na equipe de vendas Oracle Direct. Nunca pensei que esse dia marcaria uma mudança tão radical na minha vida”, conta a executiva, que atualmente ocupa o cargo de Support Renewal Sales Manager na Oracle Peru. Durante esse período, Laura passou por diferentes áreas da companhia. “Ao longo desses anos fiz parte da equipe Oracle Direct, depois fui Vad manager, na sequência fiz parte da equipe SMB, como SMB Manager, e de Alianças e Canais para a área de Systems, e atualmente Suporte”, afirma a executiva, que também faz parte do programa global OWL (Oracle Women Leadership), com foco em desenvolver e empoderar líderes femininas na Oracle. Para Laura, as iniciativas de diversidade e empoderamento promovidas pela Oracle são muito importantes. “Depois de 17 anos na Oracle, aprendo no dia a dia com todos e cada um dos meus colegas, millennials, geração X, e centennials, todos com diferentes idades, diferentes ideias, todos com diferentes metas e formas de trabalhar e de contribuir, adoro! A diversidade nos enriquece e nos enche de conhecimento.” -Leia mais: “Sempre amei tecnologia”, diz Vanessa Pulgar Além das mudanças profissionais, as quase duas décadas de história na Oracle também acompanharam mudanças importantes na vida de Laura. “A Oracle me empoderou como pessoa e como mulher”, afirma. “Para que vocês tenham uma ideia, meus filhos participaram de atividades da Oracle Kids desde os 7 e 9 anos de idade e hoje ambos já são profissionais, realmente uma vida inteira!” Como exemplo de mulheres que a inspiram, a executiva cita com admiração o trabalho realizado por Mariana Costa, fundadora do Laboratoria, uma iniciativa nascida em Lima, no Peru, que oferece treinamentos em programação para mulheres que querem trabalhar com tecnologia na América Latina. E para as mulheres que estão iniciando as suas carreiras profissionais, Laura destaca a importância de saberem o que buscam, além de manterem vivos os seus sonhos. “Tenham claro para si o que desejam alcançar, nada é impossível, aproveitem sempre o que fazem. Nunca deixem de aprender, esforcem-se para realizar seus sonhos: sonhem grande.”

“A Oracle me empoderou como pessoa e como mulher”, afirma executiva da Oracle Peru, que está há mais de 17 anos na empresa. Há mais de 17 anos na Oracle, Laura Bielich, 51, lembra em detalhes do seu...

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“Sempre amei tecnologia”, diz Vanessa Pulgar

Aos 27 anos, a estudante de Engenharia Civil e Eletrônica e GenO na Oracle Chile diz que seu sonho é se tornar uma especialista na área de tecnologia. Atualmente cursando a faculdade de Engenharia Civil e Eletrônica, a estudante chilena Vanessa Pulgar Diez, de 27 anos, diz que tem certeza que seguirá uma carreira na área de tecnologia. “Eu sempre amei tecnologia, mas na escola eu fazia matérias nas áreas de línguas, história e filosofia. Ao entrar na universidade, decidi que queria um desafio, e cada vez que aprendia algo, eu gostava mais do que tinha escolhido”, explica. Segundo Vanessa, que vive na cidade de Valparaíso, localizada a cerca de 100km da capital do Chile, Santiago, e faz parte do programa de estágio da Oracle, o GenO, desde maio de 2019, o seu principal sonho é justamente se tornar uma especialista em um assunto relacionado à tecnologia. E ela acredita que iniciar a carreira em uma empresa como a Oracle pode representar um diferencial. -Leia mais: Empoderamento como inspiração “Estar na Oracle no começo da minha carreira permite que eu aprenda com pessoas altamente qualificadas e conheça as empresas de um ponto de vista equivalente, o que representa uma grande vantagem para minha carreira profissional”, afirma a estudante, que define como “uma experiência incrível” poder fazer parte do GenO. E a tecnologia também marca presença na vida de Vanessa fora do trabalho e da faculdade. Isso porque, em suas horas livres, a estudante realiza aulas de robótica básica com Arduino para crianças através de um programa universitário. A lista de hobbies também inclui “participar de um coral, sair com os amigos e assistir a workshops de artesanato”. Quando questionada sobre quais as mulheres que a inspiram, cita a cientista Marie Curie, a primeira mulher a ganhar um Prêmio Nobel, e a matemática Ada Lovelace, pioneira na tecnologia e apontada como a primeira programadora do mundo, destacando que “em suas épocas mostraram que as mulheres poderiam trabalhar na ciência”. Além disso, Vanessa também se diz inspirada pelas “muitas mulheres inspiradoras” que conheceu na Oracle. “Sandra Guazotti, que é uma mulher que motiva muita gente e é especialista na área de negócios e liderança; Soledad Matos, que é diretora da Oracle Chile e mostra o quanto ela sabe e o quão bem ela lidera sua equipe, além de Inés Locatelli, que é uma pessoa completa, muito motivada e preocupada com os outros e que tem ajudado os GenOs com o que precisamos”, afirma. Também quer criar o seu futuro com a Oracle? Conheça as oportunidades disponíveis neste link.

Aos 27 anos, a estudante de Engenharia Civil e Eletrônica e GenO na Oracle Chile diz que seu sonho é se tornar uma especialista na área de tecnologia. Atualmente cursando a faculdade de Engenharia...

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Empoderamento como inspiração

GenO na Oracle da Colômbia, a estudante Andrea Rivera diz que é importante sempre estar disponível para ajudar quem precise. Aos 23 anos, a estudante colombiana Andrea Rivera tem o desejo de poder ajudar outras pessoas pelo trabalho. “Meu maior sonho sempre foi ter uma empresa própria, na qual pudesse ajudar as pessoas que mais precisam, conseguir ter sucesso e deixar meu grão de areia”, explica a jovem, que aponta a mãe como sua maior inspiração. “Ela é chefe de família e a sua perseverança para avançar e ver seu empoderamento como mulher me inspira a realizar meus sonhos.” Desde maio de 2019, Andrea faz parte do programa de estágio da Oracle, o GenO. Para a jovem, que atualmente cursa o nono semestre do curso de engenharia industrial na Universidade Javeriana, na Colômbia, poder trabalhar em diferentes departamentos da Oracle como parte do GenO é algo bastante positivo. “Foram experiências muito enriquecedoras, pois cada mudança nos dá a oportunidade de realizar um projeto que oferece valor à área”, afirma. -Leia mais: Tecnologia e arte unidas para mudanças duradouras Andrea também elogia outro diferencial do programa de estágio da Oracle, que é o fato de contar com entrevistas às cegas no processo seletivo. “Foi uma experiência que, pessoalmente, me ajudou a me acalmar da tensão que qualquer um sente em uma entrevista. É uma forma de expressar-se naturalmente, como a gente é, ter a liberdade de expressar suas ideias e não seguir um protocolo rígido”, lembra. Uma das experiências mais marcantes vividas pela estudante na Oracle até o momento aconteceu no final de 2019, quando a sua equipe, chamada WalkingLife, foi uma das vencedoras regionais na América Latina da competição global interna de hackaton MADHacks. O bom resultado foi alcançado com um projeto focado em um videogame que busca transformar a maneira como os tratamentos médicos afetam o desenvolvimento das crianças. “Os médicos ou terapeutas, por meio de uma interface, poderão registrar o progresso real dos tratamentos, que podem ser um incentivo dentro do jogo. Com esta solução, as crianças poderão descobrir o mundo que as rodeia, interagir com outras crianças do hospital e aprender sobre a sua doença de uma forma mais amigável e humana para que se sintam guerreiras e vençam as suas doenças”, explica sobre a iniciativa premiada. Andrea destaca ainda a importância de iniciativas realizadas pela Oracle com foco em promover a diversidade e o empoderamento, chamando a atenção para a necessidade de ter confiança e estar sempre pronto para ajudar os outros. “Para mim, o empoderamento é essencial em qualquer pessoa, muitas vezes perdemos experiências, aventuras ou atividades transformadoras. É importante, como pessoa, estar sempre disponível para quem precise. Porque muitas vezes precisamos desse empurrão ou essa confiança para avançar e confiar em nós mesmos.” Também quer criar o seu futuro com a Oracle? Conheça as oportunidades disponíveis neste link.

GenO na Oracle da Colômbia, a estudante Andrea Rivera diz que é importante sempre estar disponível para ajudar quem precise. Aos 23 anos, a estudante colombiana Andrea Rivera tem o desejo de poder...

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Tecnologia e arte unidas para mudanças duradouras

Mulher em um ambiente majoritariamente masculino, a estudante de programação de videogames Solange Lobo destaca a importância de construir uma cultura de inclusão. A estudante de design e programação de videogames e estagiária da Oracle Argentina, Solange Lobo, de 28 anos, tem a arte e a tecnologia como dois pilares importantes na sua vida. Para ela, a chave está em combinar ambas para criar “mudanças culturais duradouras”. “A arte é uma disciplina que existe desde o início dos tempos e a tecnologia é algo um pouco mais recente, ao fazer uma comparação. Porém, ao aproveitar o melhor dos dois mundos, podemos conseguir coisas incríveis”, diz. Nas horas vagas, Solange diz que gosta de ler, desenhar e criar vídeos. “Tudo que estiver relacionado à arte e à tecnologia”, explica a estudante, que faz parte do programa de estágio da Oracle, o GenO (Generation Oracle), desde maio de 2019. Leia mais: Sonhos em transformação Segundo ela, a oportunidade de poder ter passado por diferentes áreas da Oracle neste período, como vendas e pré-vendas, além de ter atuado com o Oracle Innovation Labs, apenas reforçou a sua conexão com a tecnologia. “Minhas experiências foram incríveis, descobri que tenho mais paixão pela tecnologia do que pensava.” A oportunidade de ter uma visão geral sobre a Oracle, conviver com “pessoas inovadoras e inteligentes” e contar com o apoio de toda a organização foram pontos que Solange destaca na experiência com o GenO e que a incentivam a seguir em frente. “Poder formar parte de algo tão grande, me deixa orgulhosa e me incentiva a seguir em frente, buscando novas formas de transformar e empoderar as vidas das pessoas”, ela conta. Ajudar pessoas é um tema que se mantém tanto no sonho quanto nas inspirações de Solange. Ela conta que seu maior sonho “é poder fazer coisas que ajudem as pessoas a melhorar seu dia a dia.” E quando perguntada sobre outras mulheres que a inspiram, além de citar pessoas próximas e colegas de trabalho, ela também aponta que sempre tem como referências “mulheres seguras de si mesmas, que conhecem as suas metas e trabalham para torná-las realidade. Que gostam de ajudar outras mulheres, para que, juntas, possamos construir uma nova cultura de inclusão”. A importância da inclusão está diretamente relacionada a seu dia a dia: Solange conta que ainda é uma das poucas mulheres no universo dos videogames, e isso acarreta em algumas dificuldades. “Existe a ideia de que por ser mulher não é possível programar (e alguns preconceitos que existem no ambiente de desenvolvimento de jogos).  É um caminho difícil, mas sempre encontrei gente sem preconceitos que valorizou meu trabalho e me ajudou quando precisei”, ela explica. Quando questionada sobre que mensagem deixaria para aquela Solange que chegou à Oracle em maio, o recado é claro: “eu diria: confia em você, porque tudo vai dar certo. Muita gente vai te ajudar. Finalmente você chegou ao lugar certo”. Também quer criar o seu futuro com a Oracle? Conheça as oportunidades disponíveis neste link.

Mulher em um ambiente majoritariamente masculino, a estudante de programação de videogames Solange Lobo destaca a importância de construir uma cultura de inclusão. A estudante de design e programação...

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Sonhos em transformação

Desenvolvedora da Oracle no México, Laura Aguilar diz que todas as mulheres podem atingir tudo a que se propuserem. Há quase 9 anos na Oracle do México, a desenvolvedora Laura Sofía Aguilar Zúñiga, de 31 anos, teve o seu primeiro contato com o mundo da tecnologia ainda durante a infância. “Quando estava na sexta série, minha mãe comprou nosso primeiro computador para a minha irmã. Comecei a usá-lo pouco a pouco e aprendi a fazer minhas tarefas, mas a verdade é que eu não era muito hábil com o computador”, afirma. A escolha por uma carreira na área de TI acabou acontecendo um pouco mais tarde, por um acaso do destino. “Estudei em uma escola técnica e queria estudar algo relacionado a desenho técnico ou arquitetura, mas infelizmente não havia nada parecido e minhas opções eram computação ou contabilidade. Decidi pela computação. Não tinha ideia do que era programação, nunca tinha conhecido nenhum engenheiro.” Nesta época, lembra a Software Developer do Oracle Mexico Develpment Center (MDC), começou a tomar mais gosto pelo assunto, passando a estudar mais sobre programação por conta própria, até que decidiu cursar a faculdade de Engenharia de Sistemas de Computação. Leia mais: Sempre é hora de recomeçar De acordo com Laura, um dos principais desafios da sua carreira está relacionado ao ritmo acelerado de inovações no setor. “Um desafio muito grande é aprender novas tecnologias constantemente, às vezes a curva de aprendizado é um pouco longa e difícil, mas existe muita informação online e sempre tive contato com especialistas dispostos a ajudar”, explica. Além de ter sido responsável pelo primeiro contato de Laura com a tecnologia, a mãe também é apontada pela desenvolvedora como a sua maior inspiração. “Ela não sabe que o que é ser feminista, mas ela é. Ela saiu de um povoado muito pequeno ainda muito jovem porque queria estudar e nos convenceu que temos que superar-nos sempre e, principalmente, estudar e aprender, graças a ela sou a pessoa que sou hoje. Estou convencida que todas as mulheres são capazes de atingir aquilo que foi proposto.” Voluntária do projeto Technovation Girls México nas horas vagas, do qual participa desde a chegada da iniciativa ao país, Laura afirma que o seu maior sonho se transforma com o passar do tempo. “Acho que ainda estou descobrindo meu maior sonho, que muda à medida que vou alcançando minhas metas, atualmente quero fazer um mestrado e depois um doutorado.” Quando perguntada sobre qual conselho daria para jovens mulheres em início de carreira, Laura destaca a importância de seguir as suas paixões. “Que procurem alguma coisa que seja apaixonante e, principalmente, que não deixem que ninguém diga que não podem fazer alguma coisa, pois sempre podem ter sucesso naquilo que se propuseram. Com esforço isso é possível.” Também quer criar o seu futuro com a Oracle? Conheça as oportunidades disponíveis neste link.

Desenvolvedora da Oracle no México, Laura Aguilar diz que todas as mulheres podem atingir tudo a que se propuserem. Há quase 9 anos na Oracle do México, a desenvolvedora Laura Sofía Aguilar Zúñiga, de...

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Sempre é hora de recomeçar

Aos 34 anos, Lia Zavatini resolveu recomeçar a sua vida profissional. Após quase um ano como estagiária, ela foi efetivada como funcionária da Oracle. Após mais de 10 anos trabalhando no mercado financeiro, Lia Zavatini decidiu que era hora de recomeçar. Aos 34 anos de idade, a profissional, formada originalmente em Administração, fez algo que muita gente já pensou, mas poucas pessoas realmente colocaram em prática: uma mudança completa de carreira. O primeiro passo foi dado com a decisão de cursar uma nova faculdade. Atenta às transformações tecnológicas cada vez mais presentes no mercado, se aprofundou no assunto, por meio de conversas com pessoas próximas e muita leitura, e acabou optando pelo curso de Gestão de Tecnologia da Informação. “Quando vi o curso, pensei: ‘Gestão é algo que já tenho conhecimento por conta da faculdade de Administração e TI é algo que vai me dar uma amplitude sobre o que é TI de forma geral para que possa decidir por onde quero seguir na área”, explica Lia, que também aponta a importância de ter feito um planejamento financeiro antes de iniciar a transição. -Leia mais: Para Márcia Mouta, os desafios podem nos impulsionar O passo seguinte não tardou a acontecer. Cerca de seis meses após iniciar os estudos em sua nova área, Lia foi aprovada no programa de estágio da Oracle, o GenO (Generation Oracle), que conta com entrevistas às cegas e novas soluções tecnológicas de recrutamento, entre outros diferenciais. “Uma das coisas que me chamou a atenção no programa da Oracle foi o fato de não ter restrição de idade”, aponta Lia, que lembra em detalhes do momento em que ficou sabendo que tinha sido aprovada no processo seletivo. “Quando recebi o e-mail de aprovação da Oracle, estava na faculdade, prestes a fazer uma série de provas. Tive vontade de chorar, de dividir com alguém, mas não podia porque tinha de focar nas provas (risos). Eu saí muito feliz, foi uma sequência de emoções boas e que me fizeram pensar em como todos os sacrificios valeram a pena. Me sinto realizada.” Lia também chama a atenção para a ajuda recebida dos seus colegas de Oracle como um dos diferenciais durante os primeiros passos desta importante transição. “Uma das coisas que acho mais incríveis aqui na Oracle é a disposição das pessoas em ajudar. Todo dia eu chegava com uma dúvida e as pessoas me ajudavam.” Agora, depois de aproximadamente 10 meses como GenO, Lia pode comemorar mais um importante passo em sua nova caminhada. Isso porque ela recebeu recentemente a notícia de que será efetivada neste mês de março como funcionária da Oracle do Brasil. Quando perguntada sobre as mulheres que a inspiram, Lia é rápida em citar a mãe, que não pôde terminar os estudos quando era jovem e voltou à escola anos depois, retomando o ensino médio aos 38 anos e entrando na faculdade aos 40. “A minha mãe sempre me ensinou, me incentivou a buscar aquilo que eu desejava, a estudar, a ser independente. Ela representa tudo o que eu faço hoje.” Além disso, também destaca a inspiração que recebe de “todas as mulheres que demonstram a sua força”. “O que me brilha nos olhos, o que me faz sentir orgulho de ser mulher é saber que hoje nós temos espaço em qualquer lugar.” Também quer criar o seu futuro com a Oracle? Conheça as oportunidades disponíveis neste link.

Aos 34 anos, Lia Zavatini resolveu recomeçar a sua vida profissional. Após quase um ano como estagiária, ela foi efetivada como funcionária da Oracle. Após mais de 10 anos trabalhando no mercado...

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Para Márcia Mouta, os desafios podem nos impulsionar

Há cerca de 10 anos na Oracle, assistente executiva destaca que os obstáculos que surgem ao longo da vida não precisam nos paralisar. Para Márcia Mouta, os obstáculos que surgem em nosso caminho não devem ser vistos necessariamente como impeditivos. “Os desafios não precisam nos paralisar. Eles podem ser uma grande mola propulsora”, afirma a assistente executiva de Customer Services Vice-President, que está prestes a completar uma década de história na Oracle do Brasil. Nascida e criada em São Paulo, Márcia já superou diversos desafios ao longo da sua vida. Após saber que era estéril, aos 25 anos de idade, adotou os filhos, Luís Felipe e João Paulo. Mais tarde, enfrentou e venceu uma batalha contra um câncer de pele. Durante a carreira, que inclui mais de 40 anos de experiência no mundo corporativo, a profissional, que possui formação em Letras e pós-graduação em Línguística aplicada ao Português, destaca sua vinda para a Oracle, em 2010, aos 56 anos de idade, como “um encontro feliz” e “uma vitória”. -Leia mais: Traci Wade: “as pessoas precisam ver pessoas que se pareçam com elas” “Eu tive na Oracle toda uma acolhida que o mundo nunca me deu. Ninguém aqui perguntou se eu era velha ou não, eu tive oportunidade. Então isso motiva a gente”, explica Márcia, que em setembro de 2019 passou a fazer parte do programa global OWL (Oracle Women´s Leadership), com foco em desenvolver e empoderar líderes femininas na Oracle. Quando questionada sobre as mulheres que a inspiram, aponta, entre nomes conhecidos como as cantoras brasileiras Beth Carvalho e Dona Ivone Lara e a ex-primeira-dama dos EUA, Michelle Obama, a sua avó, Maria Estela, que define como uma mulher alegre, divertida e sábia. “A minha essência veio dela”, aponta. Os planos para o futuro incluem lançar um livro, que diz já estar em produção há algum tempo, e também realizar encontros e palestras, sempre com o objetivo de ajudar e inspirar pessoas. E para as mulheres que estão iniciando suas carreiras, aconselha que sempre busquem um caminho que as faça felizes. “A vida profissional é um caminho que você trilha, que você escolhe. E se você escolhe, você tem que sempre estar feliz com o que está fazendo, senão não flui. Não é porque começou de um jeito que tem de ser sempre assim.”

Há cerca de 10 anos na Oracle, assistente executiva destaca que os obstáculos que surgem ao longo da vida não precisam nos paralisar. Para Márcia Mouta, os obstáculos que surgem em nosso caminho...

Desenvolvedores

Por que os engenheiros da Oracle amam projetos com Raspberry Pi

O projeto do supercomputador Raspberry Pi, que inclui 1.024 Raspberry Pis executando Oracle Linux e Java, foi liderado por Chris Bensen, engenheiro Oracle Experience, e apresentado no Oracle Code One 2019 em São Francisco. Por Alexa Weber Morales* Em um universo computacional dominado por data centers em hiperescala e aplicativos baseados em nuvem, por que engenheiros e programadores amam tanto os computadores para hobbies, como o Raspberry Pi de US$ 35? É a "conexão fácil entre o computador e o mundo físico", diz Jasper Potts. Arquiteto de interface da Internet das Coisas e desenvolvedor JavaFX da Oracle, Potts construiu meia dúzia de engenhocas para o Raspberry Pi, incluindo um anel fotográfico que cria imagens no estilo Matrix, uma fábrica de chocolate Steampunk e uma linha de fabricação personalizada que usa gêmeos digitais de realidade aumentada para monitoramento de ativos. -Leia mais: 5 maneiras pelas quais a nuvem é revolucionária para desenvolvedores universitários "O Raspberry Pi é especial, pois abre o mundo da computação incorporada a um público mais amplo, que normalmente não teria chance de criar coisas usando esses sistemas", diz ele. A maior iniciativa de Potts usando o Raspberry Pi foi um projeto de supercomputador liderado por Chris Bensen, engenheiro Oracle Experience, e apresentado no Oracle Code One 2019. Com diversos cabos azuis e racks personalizados impressos em 3D, o dispositivo, que tem o tamanho de uma cabine telefônica, usa mais de 1.024 Raspberry Pis executando Oracle Linux e Java. Bensen vai exibir uma versão menor, com 84 Raspberry Pis que procuram alienígenas por meio do projeto SETI@home, durante o Oracle OpenWorld Europe esta semana. O blog de Bensen oferece seus insights sobre a construção de clusters. A conexão Java-Pi Aos sete anos de idade, o Raspberry Pi tornou-se o terceiro computador mais popular de todos os tempos, ultrapassando recentemente o limite de 30 milhões de unidades vendidas. O modelo mais novo (Raspberry Pi 4) é, em essência, um computador de mesa, com CPU ARM de 1,5 GHz, até 4 GB de RAM, USB 3.0 e Ethernet Gigabit completa. O cluster com 1.024 Pis executando o Oracle Linux é apenas o mais recente de uma longa linha de projetos que os engenheiros da Oracle desenvolveram com o Raspberry Pi, começando por levar o Java para a plataforma em 2013. A Oracle continua seu legado de levar tecnologia de nível corporativo às massas com o Oracle Linux 7 para a arquitetura ARM, especificamente para uso com o Raspberry Pi 3. "Um dos nossos objetivos com o cluster era criar um hardware de prateleira, que qualquer pessoa pudesse comprar", diz Bensen. "Com o Oracle Linux para ARM, o hobista mediano é capaz de executar grande parte dos nossos softwares localmente em seus projetos pessoais de IoT, como robôs e braços protéticos." Os engenheiros Java da Oracle ficaram intrigados com o Raspberry Pi desde que ele foi criado, e Potts estava lá para ver, em primeira mão, seu impacto na equipe de Java. "Isso nos permitiu abrir o mundo do Java incorporado, nossa grande paixão, para um público muito maior", diz ele. "Nós trabalhamos arduamente com a Raspberry Pi Foundation para oferecer o Java gratuitamente em todos os Pis, de forma que todo o ecossistema Java estivesse disponível para pessoas aprendendo e construindo coisas". Jasper Potts, à esquerda, "inventor residente" e engenheiro de IoT da Oracle, e Chris Bensen, engenheiro Oracle Experience e desenvolvedor Java, posam orgulhosos em frente à criação deles. Algo que o Raspberry Pi fez pela computação incorporada e que foi subvalorizado, diz Potts, foi "fornecer um sistema operacional que é estável e pode ser mantido por um longo período de tempo". Antes do Pi, as placas incorporadas eram projetadas para prototipagem única e tinham uma vida útil de meses antes de se tornarem obsoletas. "Isso significava que um ecossistema jamais poderia ser construído para elas, e que ninguém poderia escrever livros sobre elas ou criar um currículo de ensino sobre elas", diz ele. "Se você quisesse usar uma placa dessas em casa para automatizar suas luzes ou sprinklers, teria que aceitar que talvez fosse necessário substituí-la depois de alguns anos e fazer tudo de novo". Buscando inspiração? Você pode participar do Oracle OpenWorld Europe para se conectar com desenvolvedores de negócios e engenheiros com ideias semelhantes ou ler sobre outras maneiras pelas quais as pessoas combinaram a tecnologia Oracle com computadores Raspberry Pi para, como diz Potts, conectar o computador e o mundo físico. Automatização do celeiro Você pensa em morar no campo? Bem, cuidar de animais não é tão fácil assim, como descobriu Todd Sharp, desenvolvedor full stack e Oracle Developer Advocate. Ele mora com sua família em uma fazenda na Geórgia e, depois de perceber o quão cedo as galinhas acordavam todas as manhãs, ele começou a automatizar seu celeiro usando Arduino, Raspberry Pi, Kafka, Docker, Kubernetes e Oracle Cloud. Conectar a tecnologia a várias bombas e sensores significava que ele poderia "automatizar tarefas como encher uma tigela de água, abrir e fechar portas e monitorar o ambiente", diz Sharp. E a solução toda tem interface com recursos em nuvem, para armazenamento e troca de mensagens. Monitoramento da saúde das colmeias Desde outubro de 2018, especialistas britânicos da equipe de inovação em nuvem da Oracle ajudaram a fundadora do projeto World Bee, Sabiha Malik, a desenvolver um modelo para uma rede de colmeias monitoradas remotamente. A equipe usou o Raspberry Pi para prototipar sensores que detectam a umidade, a temperatura e o peso das colmeias, além do som que elas emitem — uma das métricas mais importantes de saúde da colmeia. Esses sensores se conectam à Oracle Cloud para fornecer um sistema de monitoramento da saúde das abelhas global e escalável. Construção de um carro autônomo Um computador Raspberry Pi e uma câmera são os cérebros desse veículo autônomo do tamanho de um brinquedo, programado em Java e Micronaut, com um piloto automático que usa as bibliotecas de machine learning da Tensorflow/Keras Donkeycar. O Micronaut, criado por Graeme Rocher, vencedor do Oracle Groundbreaker Award, é uma estrutura baseada em máquina virtual Java para aplicativos de microsserviços sem servidor, e é executado com facilidade em dispositivos com pouca memória, como o Raspberry Pi. Dentro do aplicativo Micronaut do carro, a robótica Robo4J e a biblioteca IoT Java controlam o acelerador e a direção. Modelando uma cidade inteligente Gabriele Provinciali, engenheiro da Oracle natural de Roma, "sonhava com maneiras de transformar Roma". Ele então construiu a Proxima City, uma metrópole de tijolos LEGO que tem coleta de lixo, iluminação inteligente, estacionamento otimizado e muito mais usando sensores, Raspberry Pis e a Oracle Cloud. O kit de desenvolvimento de software da Proxima City foi replicado por equipes em uma dúzia de cidades, mostrando como os serviços da Oracle Cloud para IoT, machine learning e experiência digital podem ajudar a resolver as pequenas chateações da vida. "Tudo o que implementamos é o que gostaríamos de ver em Roma", diz Provinciali. Contador de pistas de corrida Este último não é tecnicamente um projeto Raspberry Pi, mas explica o interesse atemporal que os tecnólogos têm em construir pequenas engenhocas. "Tive a sorte de crescer no Reino Unido, onde tínhamos computadores BBC — o Raspberry Pi da minha época", diz Potts. Quando tinha 15 anos, ele usou um desses computadores com sensores de luz embaixo de uma pista de autorama Scalextric para medir o tempo e a velocidade das voltas dos carrinhos de corrida. "O Raspberry Pi foi desenvolvido por um grupo de pessoas que, como eu, cresceram com o BBC e queriam criar algo semelhante para as próximas gerações." *Alexa Weber Morales é diretora de conteúdo para desenvolvedores da Oracle

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Transformação nos Negócios

As 4 principais prioridades dos CFOs para 2020

Para que suas empresas tenham uma base financeira sólida, independentemente dos ciclos econômicos, os CFOs precisam se concentrar no longo prazo. Por Margaret Harrist* Os CFOs estão assumindo um papel estratégico mais amplo em suas empresas, direcionando seus departamentos de finanças e toda a empresa rumo a um mundo desconhecido, orientado por dados. Em uma pesquisa com CFOs realizada pela Oracle NetSuite no ano passado, 38% dos entrevistados disseram que lidar com muitas responsabilidades é seu principal desafio, seguido pelo gerenciamento do fluxo de caixa (34%) e pela falta de acesso a informações precisas em tempo real (29%). E, em 2020, os CFOs provavelmente terão que enfrentar esses desafios no contexto de pressões econômicas crescentes. -Leia mais: O poder da análise nas mãos do departamento financeiro No relatório "CFO Signal" produzido pela Deloitte para o quarto trimestre de 2019, 97% dos CFOs entrevistados disseram acreditar que uma desaceleração já havia começado ou que iria ocorrer em 2020. Esse sentimento teve eco em um relatório produzido pela Fuqua School of Business da Duke University e da CFO Magazine, que mostrou que mais da metade dos CFOs americanos pesquisados acha que o país entrará em recessão até o quarto trimestre de 2020; 76% deles acreditam que uma recessão começará em meados de 2021. Em preparação para isso, mais da metade dos CFOs incluídos na pesquisa da Duke disseram estar focados em reforçar os balanços patrimoniais de suas empresas e/ou cortar custos; 54% estão estocando dinheiro para gerar liquidez. Mas, para que suas empresas tenham uma base financeira sólida, independentemente dos ciclos econômicos, os CFOs precisam se concentrar no longo prazo. Recomendamos que foquem nestas quatro prioridades cruciais no ano à frente. 1. Mude de planilhas desconectadas para insights integrados Sem uma compreensão das diversas interdependências em uma empresa, o corte de custos pode aumentar as margens de lucro no curto prazo, mas, nesta era digital em rápida evolução, também pode criar uma desvantagem estratégica. As equipes de finanças jamais verão essas interdependências enquanto ficarem gastando um tempo excessivo procurando e reconciliando dados em planilhas espalhadas pela empresa. Quando os relatórios ficam prontos, os dados já estão desatualizados. Os próprios CFOs passam mais tempo analisando planilhas do que fazendo qualquer outra coisa — uma média de 2,24 horas por dia, segundo a pesquisa da Oracle NetSuite. "Tomar decisões o mais instantaneamente possível é sempre uma prioridade para empresas de todos os tipos — e essas decisões precisam levar em conta volumes maiores de dados diversos", diz Howard Morof, CFO da Altair, uma empresa global de tecnologia que fornece soluções nas áreas de desenvolvimento de produtos, computação de alto desempenho e análise de dados. "Assim como todos os meus colegas, estou focado em fazer o fechamento dos nossos livros mais rapidamente — e isso vai exigir a integração de uma variedade de sistemas." Satyanarayanan Sundararajan, consultor sênior na área de Oracle Cloud ERP da Cognizant, escreveu em um recente post de blog (em inglês) que a próxima geração de líderes financeiros "precisará obter um conhecimento profundo dos negócios de suas empresas, do cenário competitivo em que elas operam e dos fatores não financeiros de crescimento e lucratividade. Obter essa perspicácia os ajudará a aprimorar suas consultas, para que os insights que eles estão obtendo com os dados sejam mais dinâmicos e úteis." Esses insights não podem ser apenas reativos. Os CFOs precisam ter estratégias baseadas em análises preditivas e abrangentes de dados internos e externos — mas ligar esses pontos exige a combinação certa de novos conjuntos de habilidades, processos de negócios e tecnologias. 2. Contrate e desenvolva novos conjuntos de habilidades À medida que os departamentos de finanças ajudam a desenvolver a estratégia corporativa e novos modelos de negócios, eles precisam recrutar e treinar funcionários com diferentes conjuntos de habilidades, incluindo habilidades tecnológicas, como análise de dados, habilidades de análise de negócios e habilidades mais humanas, como liderar e influenciar pessoas. Muitos departamentos de finanças não estão preparados para essa mudança. Em uma pesquisa com diretores financeiros realizada pela Oracle e pela Association of International Certified Professional Accountants em 2019, apenas 10% dos entrevistados disseram que suas equipes tinham as habilidades necessárias para apoiar a estratégia digital de suas organizações.    Para desenvolver esses conjuntos de habilidades e promover a colaboração entre departamentos, 40% dos entrevistados disseram que estão fazendo uma rotação dos seus funcionários para outras funções. Mas, para liberar seu pessoal para esse trabalho, os departamentos de finanças precisam primeiro automatizar processos e tarefas mais mundanos. Essa é uma das principais prioridades de Corey West, vice-presidente executivo, controller corporativo e diretor de contabilidade da Oracle, que migrou seus aplicativos financeiros — bem como a cadeia de suprimentos, o RH, vendas, marketing e outros aplicativos corporativos — para a Oracle Cloud. "Estamos catalogando todos os pontos onde existe intervenção humana em nossos processos de negócios, e estamos trabalhando com a equipe de desenvolvimento de aplicativos Oracle para identificar recursos de automação usando IA, machine learning e robótica a fim de eliminar essas intervenções", diz West. "Nosso objetivo é criar um ambiente em que, uma vez iniciada uma transação, ela possa ser concluída sem intervenção humana." Hoje, mais de 70% das operações de vendas da Oracle são "sem contato", o que significa que elas não precisam de intervenção humana para serem processadas, diz West, e a empresa já eliminou 35% das tarefas manuais de contabilidade. E, uma vez que os aplicativos financeiros baseados em nuvem atualizam os números em tempo real, os funcionários já não passam muito tempo rastreando e reconciliando dados, podendo, ao invés disso, dar foco às prioridades estratégicas, diz ele. 3. Veja os negócios de forma holística O que pode parecer um processo de negócios para um cliente é, de fato, uma série de processos espalhados por várias funções. Ainda que cada área funcional esteja apresentando KPIs excelentes, é possível que a experiência do cliente seja ruim — e isso acabará prejudicando os resultados. A área de finanças tem a perspectiva única de ver todas as operações de uma empresa. Isso pode ajudar a identificar as desconexões que resultam em uma experiência ruim para o cliente e a eliminar as ineficiências do processo que aumentam os custos ou colocam a empresa em desvantagem estratégica. Essa é uma área de foco principal para Derrek Gafford, CFO da TrueBlue, que fornece pessoal, gerenciamento da força de trabalho e serviços de recrutamento. Entre as iniciativas tecnológicas em que Gafford está focado está a solução JobStack da empresa, que usa algoritmos para otimizar o processo de correspondência de candidatos a vagas com base em suas habilidades e preferências. Outra iniciativa é a plataforma Affinix, que usa inteligência artificial, análise preditiva e chatbots para fornecer uma experiência de candidato semelhante à experiência de consumidores e simplificar a identificação de candidatos. Gafford e o CEO da TrueBlue estão envolvidos em todos os comitês diretivos de tecnologia da empresa, os quais eles afirmam serem vitais para o crescimento futuro. "Analisamos o custo da tecnologia, o valor que ela vai fornecer segundo métricas importantes e como ela vai aumentar o valor para os acionistas", diz Gafford. "Essas tecnologias são verdadeiros diferenciais para nós. Acreditamos que podemos reduzir o tempo necessário para que um candidato passe pelo processo em cerca de 75%" — uma vantagem importante quando os clientes precisam preencher vagas rapidamente. 4. Estabeleça a base tecnológica certa O apelo das tecnologias, especialmente as emergentes, como IA, IoT e blockchain, está atraindo muitos líderes de negócios. Mas os CFOs parecem ser mais cautelosos na hora de abraçar a última onda de tecnologias recentes, em comparação com seus colegas de outros departamentos. Dos 166 CFOs entrevistados pela Oracle NetSuite, a maioria em empresas de rápido crescimento, 47% disseram que não têm planos de implementar essas novas tecnologias nos próximos três anos. Em vez disso, a pesquisa revelou que eles estão altamente focados em estabelecer uma base sólida de processos e sistemas financeiros. Entre suas principais prioridades para os próximos dois anos, estão melhorar e acelerar a geração de relatórios, aumentar a receita, aumentar a visibilidade dos dados e implementar novos softwares financeiros. Mas as novas funcionalidades técnicas e os modelos de negócios que elas viabilizam estão se transformando constantemente, exigindo que os CFOs explorem as implicações financeiras de novas estratégias, ofertas de produtos e abordagens de negócios. Ainda que as tecnologias emergentes não sejam uma atual prioridade para os CFOs, a base tecnológica escolhida por eles hoje pode limitar suas capacidades futuras. Outra preocupação crítica para os CFOs ao avaliar tecnologias financeiras é a crescente e dinâmica ameaça das violações de segurança. Morof, da Altair, diz que sua empresa está gravitando em torno de tecnologias baseadas em nuvem há vários anos devido às suas vantagens de segurança. "Não conheço ninguém entre os meus colegas, seja de empresas públicas ou privadas, que vá lhe dizer que não tem limitações de recursos", diz ele. "Na nuvem, alguém está se preocupando com você, ao mesmo tempo que você está se preocupando com algo mais estratégico, mais importante, e que vai, por fim, gerar mais valor para os seus negócios." Morof valoriza também a elasticidade da nuvem — que permite aumentar ou diminuir a capacidade rapidamente e pagar apenas pelo necessário em um determinado momento. "No passado, você tomava uma decisão e podia ter que viver com um certo tipo de sistema ou processo por muito, muito tempo", diz ele. "Hoje, com o ritmo da tecnologia, o ritmo da mudança e a capacidade de implantar tecnologias com muito mais facilidade na nuvem, as empresas podem ser mais flexíveis na escolha de ferramentas e mais dinâmicas. Essa é uma perspectiva realmente diferente da que as áreas de finanças tinham há alguns anos." *Margaret Harrist é diretora de estratégia e implementação de conteúdo da Oracle

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5 prioridades dos CMOs em 2020

Diretores de marketing de diferentes empresas compartilham as  suas prioridades para 2020 e como planejam colocá-las em prática. Por Sasha Banks-Louie* Conforme os diretores de marketing de todo o mundo concluem suas estratégias para 2020, a força que eles afirmam influenciar seu composto de marketing, mais do que qualquer coisa, tem pouco a ver com os tradicionais 4Ps do marketing. A base das estratégias de produto, promoção, preço e praça (4Ps) está começando a ficar estremecida com a pressão dos clientes, que agora valorizam mais a conexão emocional e as experiências pessoais do que as características do produto e os incentivos de preço. “Temos adotado cada vez menos o marketing de produtos tradicional e levando mais tempo tentando entender sobre o que traz entusiasmo às pessoas”, disse Dino Bernacchi, diretor de marketing da Mazda North American Operations. -Leia mais: Super Bowl: todo momento é decisivo para a equipe digital do Kansas Chiefs Para ajudar a guiar as prioridades de marketing de Bernacchi para 2020, sua equipe passou os últimos 18 meses estudando o que os fãs da Mazda gostam de ler, que esportes eles assistem e como eles gostam de se sentir ao dirigir. “As pessoas que gostam de nós são viajantes, adoram aprender e fazer coisas novas”, disse Bernacchi. “Isso se alinha completamente à maneira que criamos, desenvolvemos e fabricamos carros: para causar nas pessoas a sensação de estarem vivas”. Após saber que os admiradores da Mazda também gostam de esportes universitários, de cozinhar e de viajar, Bernacchi realocou parte do orçamento para publicidade para anunciar em canais como ESPN.com, The Food Network e National Geographic. “Estamos atingindo um público mais culto, de classes mais altas. Com isso, o preço dos nossos veículos está aumentando e estamos vendendo mais que as montadoras de carros mais equipados e premium”, disse ele. Os diretores de marketing sabem que é essencial saber usar dados para entender as conexões emocionais que o cliente tem com seus produtos e marcas “Todo diretor de marketing deveria estar obcecado em descobrir como fazer conexões emocionais e pessoais com o cliente, enquanto protege sua privacidade”, disse Kurt Kratchman, vice-presidente do grupo de Oracle Data Cloud. Abaixo vemos exemplos de outros quatro diretores de marketing, que compartilharam suas prioridades para 2020 e como planejam colocá-las em prática. Miami Dolphins e a vantagem de jogar em casa Manter os torcedores participativos, independentemente do que aconteça no campo, é uma das prioridades de Jeremy Walls para 2020. Como diretor de marketing do Miami Dolphins, da Liga de Futebol Americano dos EUA, a estratégia de Jeremy Walls envolve tornar a experiência dos torcedores no Hard Rock Stadium prática, pessoal e inesquecível. Um grande passo foi instalar Wi-Fi em toda a arena, que conta com seis andares e quase 75.000 m², no ano de 2017. “Agora os torcedores podem usar o smartphone para entrar no estádio, comprar entradas e produtos em todo o estádio, ter acesso a notícias, vídeos e programações do evento a partir do nosso aplicativo móvel”, disse Walls. Não é fã dos Dolphins? Não tem problema. Walls também está trabalhando para melhorar a experiência dos torcedores que vêm ao Hard Rock Stadium assistir aos jogos de futebol americano da Universidade de Miami, partidas de futebol internacionais, shows, o torneio de tênis de Miami, entre outros. Como a maioria das equipes, até alguns anos atrás a organização de marketing de Walls dependia principalmente dos e-mails e das chamadas telefônicas para promover a interação dos torcedores. Mas atualmente “estamos personalizando a maneira como nos comunicamos com os torcedores através de mensagem de texto, vídeo e, em breve, chatbot inteligente baseado em 100 experiências diferentes de torcedores”, disse ele. “Temos uma posição privilegiada como estádio, com acesso a diferentes tipos de eventos e públicos. Por isso, acreditamos que teremos mais dados que nos ajudarão a personalizar o conteúdo e adaptar as ofertas, fazendo com que nossos visitantes se sintam especiais e queiram permanecer conosco.” Chamadas com IA pela Vodafone Como primeira diretora de marketing da Vodafone Business, braço B2B da Vodafone, Iris Meijer realizou muitas coisas no período de um ano e meio, desde que entrou na gigante de telecomunicações. Apenas nos últimos cinco meses, a equipe de Meijer criou uma nova marca comercial para apresentar a divisão, lançou dezenas de serviços comerciais em 19 mercados (aumentando o tráfego no site da Vodafone Business em 48%), e alcançou mais de 18 milhões de pessoas através de cobertura de mídia espontânea. Mas, com a constante expansão de sua base de clientes, que vão de empresas multinacionais a prestadores de serviços independentes, os principais desafios e prioridades de Meijer para 2020 são captar a “voz do cliente” e elaborar campanhas que ecoem esses sentimentos. “Temos acesso a uma grande quantidade de informações recebidas sobre as necessidades dos nossos clientes, mas apenas explorar esses dados não nos trará nenhum conhecimento ou vantagem competitiva”, disse Meijer. Para desvendar sinais de “intenção de compra” e alinhar esses sinais às necessidades dos clientes, “precisamos saber a diferença entre ruídos de comunicação e informações relevantes, e precisamos fazer isso de maneira adequada.” Meijer disse que, com a inteligência artificial, sua equipe consegue adequar a estratégia definida por um diretor de TI à nova estratégia de Internet das Coisas da sua empresa de acordo com os itens comprados da Vodafone no passado e também com seu orçamento, as previsões de crescimento da empresa e até mesmo as opiniões sobre os serviços da Vodafone com relação à concorrência. “Podemos usar estas informações para personalizar estratégias de marketing baseadas em conta ajudando os vendedores a terem conversas relevantes com as pessoas que realmente desejam adquirir nossos serviços” disse Meijer. “Não estamos apenas nos beneficiando a análise, estamos definindo a forma como nos conectamos com os clientes e alinhando tudo o que fazemos para satisfazer suas necessidades.” A Mazda Europe promove uma arquitetura de experiência do cliente O diretor de marketing Wojciech Halarewicz, colega de Bernacchi na Europa, diz que sua prioridade nº 1 para 2020 é desenvolver uma arquitetura de experiência do cliente: uma plataforma de gerenciamento de dados que permite aproveitar ao máximo os dados internos e de terceiros, além de dados de consentimento de GDPR. Ele acredita que isso transformará a forma como a Mazda Europe se comunica com seus clientes, e também como seus clientes interagem com a marca. “Em vez de planejar atividades de marketing baseadas em canais e públicos tradicionais, tudo o que fazemos deve começar e terminar com dados e informações sobre a jornada de um cliente específico”, disse Halarewicz. Seja quando uma locação está para vencer ou quando está na hora de trocar o óleo, “quando oferecemos um contrato de renovação ou enviamos um lembrete de manutenção no momento exato em que o cliente precisa, nossas taxas de conversão chegam a mais que o dobro”. A equipe de marketing da Mazda Europe depende atualmente de um sistema de gerenciamento de relacionamento com o cliente, data warehouse e automação de marketing para obter dados sobre os clientes e oferecer informações sobre como e quando devemos nos comunicar com eles. Mas personalizar a comunicação com os clientes em grande escala tem sido um desafio para a equipe de Halarewicz. “Por isso agora estamos tentando desenvolver uma plataforma de gerenciamento de dados (DMP, data management platform) que possa nos ajudar a obter mais dados sobre nossos clientes e fornecer os tipos de experiências que eles desejam, em momentos de real necessidade”, disse ele.   A visão de Halarewicz para uma nova arquitetura de experiência do cliente requer perfeita integração entre os dados de tecnologia para marketing (“martech”) obtidos internamente, como os contatos do cliente, os históricos de manutenção do veículo e os dados de consentimento de GDPR, e os dados de tecnologia para publicidade (“adtech”) de terceiros, como por exemplo: como alguns clientes da Mazda realizam pesquisas sobre novos veículos, quais características eles procuram e o que eles acabam comprando no final. “Esta é uma visão na qual eu acredito”, diz Halarewicz. “E nós esperamos ter concluído esta nova arquitetura até 2025.” Como as marcas estão em contat6o direto com os consumidores finais, Kratchman, da Oracle, acredita que as empresas precisaram cada vez mais deste tipo de arquitetura. “As DMPs oferecem uma plataforma que contextualiza uma grande quantidade de dados dos consumidores para que os profissionais de marketing possam desenvolver relações mais sólidas com os clientes, adaptando sua comunicação para cada pequeno momento importante da jornada destes clientes”, disse. A Aberdeen transforma adversidades em oportunidades Após uma fusão conturbada entre as gigantes financeiras do Reino Unido Aberdeen Asset Management e Standard Life, a recém-criada Standard Life Aberdeen está adotando uma abordagem diferente na comercialização do seu portfólio de ofertas de investimento. Em vez de usar seus serviços pagos de consultoria para competir com a abordagem (cada vez mais popular) de fundos de índice do tipo “faça você mesmo”, com custo baixíssimo, o diretor de marketing Andrew Kelly disse que uma de suas prioridades para 2020 é conectar-se com pessoas que estão realmente procurando uma orientação financeira especializada. “Com os governos e empregadores controlando os gastos, os planos de pensão e benefícios definidos estão se tornando coisa do passado, fazendo com que as pessoas corram o risco de não terem dinheiro para a aposentadoria”, disse Kelly. Mas a missão de Kelly de se conectar com a enorme quantidade de pessoas se aposentando não combinava com o antigo modelo de negócios da empresa, que se concentrava mais em grandes investidores institucionais e menos em ter um grande volume de consumidores. “Com o crescente número de pessoas precisando da nossa ajuda, nossos consultores não dão conta de ter com eles uma relação pessoal” disse Kelly. Atualmente a equipe de Kelly depende da automação de marketing para entender quem são essas pessoas e usar essas informações para convidá-las para um webinar, enviar um artigo técnico ou agendar uma consultoria online. Quando os clientes potenciais se tornam clientes reais, eles podem assinar os serviços de investimento gerenciados por consultores online da empresa. “Embora a idade seja o dado mais importante que usamos para entrar em contato com clientes potenciais que estejam perto de se aposentar, também analisamos como o patrimônio destas pessoas está distribuído”, disse Kelly. “Se o patrimônio estiver vinculado a propriedades, pensões ou outros investimentos, esta informação nos ajudará a saber que tipo de investimento é mais adequado para eles agora, e quais investimentos continuarão permitindo o rendimento que eles necessitam em longo prazo.” A fusão ocorreu há dois anos, e embora o futuro ainda apresente desafios, Kelly vê um futuro promissor para a nova marca. “Nosso objetivo é fazer com que nossos clientes e clientes potenciais se identifiquem conosco”, disse Kelly. A mensagem da empresa também visa outro público: seus 6.000 funcionários. Quando eles souberem com clareza os objetivos e as vantagens da fusão, “conseguiremos transformar adversidades em oportunidades rapidamente”. *Sasha Banks-Louie é estrategista de conteúdo da Oracle para as áreas de vendas, marketing e questões relacionadas ao serviço de atendimento ao consumidor

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O poder da análise nas mãos do departamento financeiro

Oracle Analytics for Fusion ERP ajuda líderes de finanças e suas equipes a monitorarem uma variedade de medidas importantes, executar cenários hipotéticos e rastrear o progresso na direção de objetivos. Por Margaret Harrist* Ninguém vai trabalhar animado em procurar dados. Eles simplesmente querem respostas para suas perguntas. É por isso que a Oracle está adotando uma nova abordagem em análise avançada para profissionais de finanças, dando a eles ferramentas que facilitam manterem-se informados sobre importantes medidas financeiras. Agora eles podem definir alertas para os KPIs mais relevantes, examinar dados por meio de visualizações e narrativas e compartilhar suas conclusões com colegas via um aplicativo como o ou Slack ou o WhatsApp — tudo em um aplicativo em seu telefone ou laptop. “Análise deve estar ligada às experiências de trabalho cotidianas dos funcionários e de seus grupos de trabalho”, comentou T.K. Anand, vice-presidente sênior de análise da Oracle, durante uma palestra na Oracle OpenWorld 2019, nos Estados Unidos. “O objetivo é fazer com que os dados vão para usuário em vez de o usuário precisar ir até os dados.” -Leia mais: Como migrar para a nuvem: as 4 maiores preocupações do back office Chamada de Oracle Analytics for Fusion ERP, a oferta ajuda líderes de finanças e suas equipes a monitorar uma variedade de medidas importantes, executar cenários hipotéticos e rastrear o progresso na direção de objetivos. Por exemplo, uma CFO de uma empresa focada no crescimento do faturamento pode definir KPIs em torno de OPEX, CAPEX e na proporção folha de pagamento/receita para acompanhar como o impulso de crescimento está afetando os resultados financeiros. Ela pode definir alertas para ser notificada quando essas medidas atingirem patamares especificados e pode se aprofundar em detalhes para encontrar maneiras de melhorar o quadro—talvez adiando gastos não essenciais. Ela pode, então, usar o Slack para perguntar ao CIO quais seriam as implicações de adiar um projeto de TI específico, anexando as visualizações de dados. E a CFO não precisa chamar o TI para configurar sua análise, já que os dados são carregados diretamente em um Oracle Autonomous Data Warehouse. O Oracle Analytics for Fusion ERP libera o TI de ter de projetar ou ajustar um banco de dados, realizar ETT (extração, transformação e carregamento) e criar modelos de dados, observou Anand. Tornando-se baseado em dados À medida que CFOs e suas equipes financeiras desempenham um papel cada vez mais estratégico, frequentemente são eles que impulsionam investimentos em tecnologia digital e defendem novos modelos de negócios, como mudar para um modelo de assinatura., observou Ash Bajpai, diretor sênior de gerenciamento de produtos para ERP da Oracle, durante uma apresentação na conferência. “O departamento Financeiro é um dos maiores defensores da mudança para uma organização baseada em dados”, comentou. “Mas muitas empresas estão lutando com o que realmente significa ser baseado em dados.” O que frequentemente significa é fazer a transição de uma empresa dependente de planilhas, que coleta dados e faz relatórios, para uma que possa usar dados para tomar decisões estratégicas em áreas funcionais—por exemplo, mudar as estratégias de marketing e de vendas em uma região com base em projeções de oferta e demanda. É um processo complexo que envolve grandes mudanças de processos de negócios nas equipes, e também no gerenciamento e no acesso a dados e na própria cultura de tomada de decisões em uma organização. E, primeiro, você precisa de acesso aos dados certos e da capacidade de realizar análise—e é aí que entra o Oracle Analytics for Fusion ERP.  “Se você quiser insights no nível de processo, como da aquisição ao pagamento ou da cotação ao recebimento, isso exige insights de várias fontes de dados”, destacou Bajpai. “Se quiser usar insights de dados para afetar os resultados comerciais, isso requer dados de várias fontes, inclusive de terceiros e externas. O Oracle Analytics for Fusion ERP pode ajudar nesses níveis mais avançados de análise.” Projetada para implantação rápida, a solução inclui KPIs de melhores práticas alimentadas por machine learning que fornece insights preditivos e permite aos usuários monitorar o desempenho da empresa em relação a métricas que eles estabelecem, esmiuçar detalhes, examinar tendências e outras medidas e tomar decisões rapidamente. Usuários empresariais também podem personalizar as visualizações de KPI de acordo com suas necessidades e determinar patamares para cada medição, possibilitando a eles receber um alerta caso se preveja que o desempenho cairá abaixo do nível especificado. Eles podem, em seguida, realizar análise ad-hoc usando um simples arrastar e soltar e comunicar facilmente suas conclusões a colegas via aplicativos de mensagens usados comumente—que são integrados ao aplicativo de análise. Em segundo plano, o algoritmo de machine learning do aplicativo aprende constantemente como cada usuário interage com o sistema para poder personalizar ainda mais os dados e simplificar processos. O Oracle Analytics for Fusion ERP é o primeiro de uma série de aplicativos de nuvem que a empresa vai lançar para facilitar para usuários empresariais aplicar dados em suas estratégias e em suas decisões diárias. No futuro, a Oracle lançará aplicativos de análise que se integram com os aplicativos da Oracle para gerenciamento de capital humano (HCM), experiência do cliente (CX) e gerenciamento da cadeia de fornecedores (SCM). “Nós acreditamos que cada aspecto da produção e do consumo de insights de dados será aumentado pela IA”, declarou Anand. “Haverá uma redução drástica no esforço humano envolvido na geração de insights—e isso tornará os dados e a análise mais acessíveis ao usuário final empresarial. Isso nos levará para muito mais perto da meta de 100% de conhecimento de dados—quando cada usuário de uma organização usa dados para impulsionar a empresa para a frente.” *Margaret Harrist é Diretora de Estratégia e Implementação de Conteúdo da Oracle

Oracle Analytics for Fusion ERP ajuda líderes de finanças e suas equipes a monitorarem uma variedade de medidas importantes, executar cenários hipotéticos e rastrear o progresso na direção de...

Transformação na TI

Saiba como obter mais de suas atualizações trimestrais na nuvem

Confira neste artigo um plano de 4 etapas para tirar proveito de inovações recentes em nuvem. Por Douglas Kehring* A vantagem dos aplicativos em nuvem é que eles fornecem mais valor a cada atualização trimestral, ajudando as empresas a atender às expectativas dos clientes que estão evoluindo em um ritmo mais rápido do que nunca. As organizações precisam se transformar continuamente, ou correm o risco de serem deixadas para trás. Mas é importante ter um plano, para que você possa tirar proveito da inovação. Na Oracle, não somos diferentes dos nossos clientes: Estamos usando a Oracle Cloud para melhorar nossas experiências de clientes e funcionários, mas reinventamos nossa metodologia de implantação de aplicativos para aproveitar ao máximo o fluxo de novos recursos. -Leia mais: Conheça as tendências de cloud em um documento especial patrocinado pela Oracle Por exemplo, desde que implementamos o Oracle ERP Cloud para controle de despesas em janeiro de 2018, temos aproveitado cada uma das atualizações trimestrais para concretizarmos melhor nossa visão de proporcionar uma experiência intuitiva e agradável aos funcionários. Desde a data da ativação inicial, já implementamos novos recursos que reduziram a entrada manual de dados, eliminamos a captura desnecessária de dados e simplificamos a interface do usuário para que os funcionários possam apresentar despesas com mais rapidez e facilidade. Aqui está a metodologia em quatro etapas que usamos para gerenciar atualizações trimestrais e que tem nos ajudado a adicionar, em média, 100 novos recursos a cada trimestre: 1. Analisar. As equipes de TI e de negócios da Oracle avaliam novos recursos a fim de priorizar a adoção daqueles que vão melhorar a experiência e a produtividade do usuário. 2. Planejar. As equipes colaboram na estratégia de adoção de novos recursos e de ativação destes, incluindo mudanças operacionais resultantes de melhorias na experiência do usuário, além de comunicações para as equipes e os usuários impactados. 3. Testar. São realizados testes de regressão e de aceitação do usuário para os principais fluxos, de forma a garantir que os sistemas continuem funcionando sem problemas e que as novas funcionalidades funcionem conforme o esperado. 4. Lançar. Novos recursos são habilitados, na data de ativação, e as equipes monitoram continuamente o feedback do usuário e planejam melhorias em futuras atualizações para garantir o sucesso no longo prazo. Aprendemos ao longo do caminho... Aqui estão alguns conceitos que aprendemos e que nos ajudam a garantir que estamos tirando proveito dos novos recursos em todo o seu potencial e atingindo nossa meta de oferecer experiências excepcionais, mesmo quando as expectativas mudam. Colabore para o sucesso. As equipes de TI e de negócios precisam compartilhar uma visão e um entendimento comuns de como elas podem inovar para oferecer experiências excepcionais, e precisam trabalhar juntas para garantir o alcance dos objetivos de modo contínuo. Desenvolva um processo simplificado para gerenciar atualizações. Não perca oportunidades de inovar nas experiências que você oferece. Em vez disso, defina uma metodologia simples para analisar e adotar novos recursos. Aprendemos, por exemplo, que estávamos perdendo tempo com testes duplicados realizados por ambas as equipes de TI e de negócios, e que precisamos testar apenas os principais casos de uso antes de entrar no ar. Comunique-se, mas não se preocupe em anunciar cada um dos recursos. Por exemplo, quando começamos a implementar um assistente digital para controle de despesas, comunicamos isso aos funcionários porque sabíamos que eles ficariam animados. Mas, quando simplificamos as notificações de pagamento, poupamos os funcionários dos detalhes de algo que era uma melhoria intuitiva da experiência. Permaneça flexível para atender às suas necessidades de negócios. Embora você deva disponibilizar recursos que melhorem a experiência do usuário o mais rápido possível, se você não estiver preparado para fazer isso no trimestre em que eles são lançados, não há nada que o impeça de esperar. Com o Oracle Cloud, você tem a flexibilidade de escolher quando disponibilizar inovações incrementais. *Douglas Kehring é vice-presidente executivo de Operações Corporativas da Oracle

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Transformação na TI

As 10 principais prioridades estratégicas dos CIOs para 2020

Lista especial reúne os desafios e oportunidades mais importantes que os CIOs vão enfrentar este ano. Por Rob Preston* Velocidade. Segurança. Agilidade. Inovação. Automação. Insights. Essas são as palavras às quais os principais CIOs sempre retornam ao explicar suas prioridades de tecnologia, de negócios e organizacionais. Por exemplo, ouça o que Sally Gilligan, CIO da Gap Inc., varejista de roupas, tem a dizer sobre como a grande migração para a nuvem, iniciada pela empresa há cerca de um ano, acelerou seu processo de inovação (prioridade nº 1 na minha lista). A Gap costumava levar cerca de oito semanas para provisionar infraestrutura de TI voltada para codificar novos produtos; hoje, essa infraestrutura pode estar online em menos de uma hora. "Pensando nisso, eu acabei de eliminar oito semanas do meu prazo de desenvolvimento", diz Gilligan. "Nossas equipes agora passam mais tempo pensando em como codificar a solução, e menos tempo pensando nos blocos de construção que serão necessários. É uma mudança sutil, mas incrivelmente empoderadora e, na verdade, bastante divertida para a equipe de engenharia." -Leia mais: Para DBAs em 2020: compreenda seu valor, aproveite o momento Nesta nossa oitava lista anual dos dez desafios e oportunidades mais importantes que os CIOs vão enfrentar este ano, coloco essas prioridades em contexto. Dependendo do setor, tamanho e nível de maturidade de tecnologia/negócios da sua empresa ou organização, seus objetivos podem variar. Mas recomendo que você considere seriamente estes dez. 1. Acelere o ritmo da inovação em sua organização Alguma versão dessa prioridade tem sido um pilar da minha lista das 10 principais prioridades nos últimos anos, mas continuarei enfatizando-a, dada sua importância crucial. Os CIOs precisam enxergar a ampla mudança para a nuvem, incluindo as tecnologias autônomas, como algo que libera suas organizações de TI para gastarem mais tempo e dinheiro no desenvolvimento de produtos e serviços exclusivos que impressionam os clientes, aumentam a participação no mercado e geram lucros, e menos tempo e dinheiro na manutenção, ajuste, segurança e atualização de sistemas. "Creio que muitos consideram a nuvem como sendo apenas uma jogada econômica", diz Gilligan da Gap, nomeada entre os CIOs do Ano de 2019 pela Oracle. "É claro que há muita eficiência, muita flexibilidade para aumentar com a nuvem. Mas, particularmente no caso da Gap, estávamos em busca de ciclos iterativos mais rápidos no desenvolvimento de novas funcionalidades. Desejamos poder oferecer novas funcionalidades aos nossos clientes mais rapidamente e continuar dando foco às áreas onde acreditamos que proporcionamos inovação, mas com parceiros que podem nos ajudar a criar esses ambientes de inovação." A realidade é que, para muitos CIOs, a inovação não é uma prioridade. Quando solicitados a classificar os dez principais problemas de gerenciamento de TI de suas organizações, os 1.033 executivos de TI que responderam no ano passado à Pesquisa Anual de Tendências da Society for Information Management (SIM) listaram a inovação apenas em nono lugar — e apenas em décimo, quando solicitados a classificar os problemas que eram pessoalmente mais importantes/preocupantes para eles. Quais aspectos foram classificados como mais importantes que a inovação? Compreensivelmente, questões urgentes como segurança da informação e análise de dados — duas das prioridades da minha lista resumida. Mas perto do topo da lista da SIM estão também "alinhamento de TI com os negócios" e "redução de custos/controles" de TI — prioridades dificilmente consideradas estratégicas. Em uma pesquisa menor, com cerca de 200 CIOs sul-africanos, 17% dos entrevistados do setor privado e 39% do setor público disseram que não dispõem de nenhum tempo para inovar, pois estão ocupados demais apenas mantendo o que já existe. É como um artista dizendo que não tem tempo para a criatividade. Os CIOs que não priorizam a inovação estão praticamente implorando que suas organizações sejam terceirizadas por prestadores de serviços mais baratos. 2. Se você não está usando análises de dados para encontrar novos clientes e expandir os negócios com os clientes existentes, comece a fazer isso — agora Todo CIO, em parceria com seus diretores executivos de marketing e receita, precisa esmiuçar os dados para aumentar o tamanho da carteira e conquistar participação de mercado, especialmente quando o crescimento econômico começa a desacelerar. Uma maneira de fazer isso é aprender tudo que for possível sobre 20% a 30% dos clientes da sua base que são os mais fiéis e, em seguida, identificar pessoas em seu banco de dados que apresentam características semelhantes — para então trazê-las para mais perto com o marketing certo, observou Dawn Hudson, ex-CMO da NFL e ex-CEO da Pepsi Cola EUA, durante sua apresentação no Oracle OpenWorld 2019. A NFL gerencia um banco de dados com cerca de 95 milhões de fãs, com informações extraídas da venda de ingressos, assinaturas da NFL Network, seguidores das redes sociais, ligas Fantasy, equipes individuais e outras fontes. Uma das coisas não intuitivas que a NFL descobriu a partir desses dados: 48% de seus fãs são mulheres, uma base que é responsável por grande parte do seu crescimento nos últimos 10 anos. As mulheres continuam a apresentar uma enorme oportunidade de marketing para aumentar a base, observou Hudson, especialmente porque, segundo a NFL, elas são mais propensas a reunir todos seus familiares diretos para assistir a um jogo do que os homens. A personalização fundamentada por dados é essencial para transformar fãs casuais em fãs ávidos. A NFL criou um modelo que tornou relativamente fácil para seus profissionais de marketing alterar o texto de introdução em seus e-mails, dependendo, por exemplo, se o fã casual que eles visam está apto a viajar para um jogo ocasional em um evento de grupo ou se está mais interessado em apenas obter estatísticas para ajudar em seleções de ligas Fantasy. Essa mudança simples pode dobrar a taxa de abertura de e-mails e o engajamento, disse Hudson. "É uma ótima maneira de expandir seus negócios, visando esses clientes de maneiras exclusivas — assim como você faria com seu conjunto principal de pessoas", disse ela. "Mas você precisa atualizar esses dados todo mês, para identificar novas tendências de clientes e grupos de afinidade". Que coisas não intuitivas os dados de seus clientes estão lhe dizendo sobre como expandir os negócios? 3. Leve a disrupção digital extremamente a sério Se você está inclinado a pensar que a disrupção digital ameaça apenas os varejistas e as empresas de táxi, reconsidere isso. À medida que as fronteiras entre os setores continuam a esmaecer devido ao ritmo acelerado das mudanças na tecnologia e nos negócios, nenhuma empresa estará agarrando-se a seus produtos e modelos de negócios existentes. Considere que algumas das maiores empresas de "tecnologia" são players agressivos nos seguintes setores: varejo, mídia e entretenimento, viagens, publicidade, educação, transporte e logística, serviços financeiros, saúde e genômica, videogames, eletrônicos de consumo, transporte, energia e automação residencial. E esse é apenas um subconjunto. Até mesmo em setores como o de manufatura pesada "há um reconhecimento de que chegou a hora de promover uma mudança radical no desempenho dos negócios por meio da transformação de produtos e serviços", de acordo com um relatório da Harvey Nash/KPMG baseado em uma pesquisa global com 3.600 líderes de TI. Cerca de 45% desses líderes de TI dizem que suas empresas esperam mudar a oferta de produtos/serviços ou o modelo de negócios "de maneira fundamental" nos próximos três anos, seja para oferecer produtos existentes de novas maneiras (via assinaturas, por exemplo) ou mudar para setores adjacentes ou totalmente novos. Os CIOs mais futuristas estão recorrendo a análises avançadas de dados para ajudar a fundamentar e apoiar as ações de suas empresas, desenvolvendo "funções sensoriais e analíticas melhores para se adaptarem continuamente às novas necessidades de seus funcionários e clientes", diz o relatório. O que é particularmente interessante é que esses ajustes e transformações do modelo de negócios "ocorrem tanto em organizações menores e mais jovens quanto em organizações maiores e mais antigas", afirma o relatório da Harvey Nash/KPMG, e "uma proporção considerável está lidando com a transformação dentro dos orçamentos existentes, sem investimento extra. À medida que a expectativa de vida média de uma empresa diminui, a transformação está se tornando um padrão nos negócios, pois as empresas querem estar sempre à frente da concorrência." 4. Certifique-se de ter um "segundo ato" planejado para após a migração para a nuvem A infraestrutura e os aplicativos em nuvem são apenas a base sobre a qual se constrói uma empresa verdadeiramente segura, inovadora e ágil. Steven Chang, CIO do Kingold Group, diversificada empresa de incorporação imobiliária chinesa, acredita que muitos CIOs correm para a nuvem apenas pelos ganhos de curto prazo: a capacidade de transferir gastos de capital fixo para operações em andamento, bem como a capacidade de obter atualizações regulares de tecnologia sem muito trabalho pesado. Ambas as razões são importantes, "mas se você parar por aí, continuará na Era Jurássica da transformação impulsionada pela tecnologia", diz Chang. O segundo ato para os CIOs deve ser capitalizar, de fato, as oportunidades que a computação em nuvem propicia. Entre as maiores está fornecer, a todas as empresas, acesso a tecnologias emergentes de ponta, como IA/machine learning, blockchain, Internet das Coisas e outras tecnologias e recursos avançados incluídos nos sistemas em nuvem. Por exemplo, um recurso de IA/machine learning incorporado ao Oracle HCM Cloud pode ajudar empregadores a avaliar os candidatos que responderam a um anúncio de vaga nas redes sociais. Os dados compartilhados por cada candidato são analisados — habilidades, histórico profissional e interesses — e, em seguida, esses padrões são comparados com os requisitos da vaga, a cultura do empregador e o desempenho de funcionários com perfis semelhantes contratados recentemente. O objetivo: Ajudar os recrutadores a identificar e até mesmo classificar rapidamente os candidatos com maior probabilidade de se encaixar, permanecer e, por fim, ter bom desempenho na empresa. Chang diz: "Hoje em dia, todo mundo quer resultados e mudanças para ontem. Como agir tão rápido? É preciso usar magia negra. E qual é a magia negra de hoje? A nuvem e as inovações baseadas em dados que ela viabiliza." 5. Automatize para liberar (e não para eliminar cargos e cortar custos) A maioria dos líderes de TI que responderam à pesquisa da Harvey Nash/KPMG acredita que a IA e a automação substituirão de 10% a 20% da força de trabalho de suas empresas dentro de cinco anos. Mas, em vez de ver essas inovações técnicas eliminando mais empregos do que criam, dois terços desses mesmos líderes de TI acham que a IA e a automação serão geradores de empregos líquidos, liberando os funcionários "para se envolverem em interações mais ricas com os demais e realizarem um trabalho que exige mais inteligência", de acordo com o relatório. "Há muitos problemas a resolver no mundo." Eu concordo plenamente. Os CIOs — e todos os executivos — precisam começar a pensar na automação como algo que libera seu pessoal, e não como um eliminador de funções. Por exemplo, ao liberar os DBAs das tarefas manuais de provisionamento de sistemas, ajuste, aplicação de patches, entre outras, os bancos de dados autônomos com recursos de machine learning (sobre o qual falarei novamente a seguir) permitem que esses administradores passem a exercer funções de ciência de dados que são muito mais estratégicas e valiosas para suas empresas. É uma carreira mais bem remunerada e mais segura para esses DBAs também. No entanto, os pessimistas de plantão (e há muitos) não conseguem ver os muitos empregos que ainda deverão surgir nas próximas gerações de progresso tecnológico. Segundo uma estimativa, pelo menos 60% dos trabalhos em TI que existirão em 2025 ainda nem foram inventados, graças em grande parte à IA. Como paralelo histórico, quando os cientistas da Bell Labs inventaram o transistor na década de 1940, alguém imaginou a miríade de produtos, serviços, fornecedores e centenas de milhões de empregos em TI e áreas afins que isso criaria? Não. A maioria das pessoas viu a invenção no contexto do cenário econômico conhecido na época. A IA e seu primo machine learning podem muito bem se tornar o transistor do século 21, a base para uma gama de novos produtos, serviços, indústrias e planos de carreira que são inconcebíveis hoje. Enquanto isso, não vamos subestimar o valor da presença, criatividade, liderança e flexibilidade humanas. É muito mais provável que as máquinas inteligentes e autônomas vão complementar e estender a atividade humana e a tomada de decisões, e não substituí-las completamente. 6. Na medida do possível, retire o erro humano da equação de segurança da informação A boa notícia é que os CIOs e executivos de TI entrevistados pela SIM citaram a segurança e a privacidade (falarei mais sobre esta a seguir) como a principal questão de gerenciamento de TI de suas organizações, e isso vale para os três últimos anos, bem como o problema "mais importante/preocupante" para eles pessoalmente, valendo para os seis últimos anos. Pelo menos existe o entendimento de que há muito mais a ser feito nessa área. Então, qual é o caminho para os CIOs conseguirem dormir melhor à noite? Talvez você trabalhe para um banco, fabricante ou outra instituição multinacional que tenha milhões (até bilhões) de dólares para investir em segurança, mas, para a maioria dos CIOs, a melhor solução é transferir grande parte de sua segurança para provedores de nuvem, para os quais a segurança é uma competência essencial, em vez de tentar gerenciar tudo internamente. Os provedores de nuvem que oferecem funcionalidades de instalação, atualização e aplicação de patches em bancos de dados autônomos — viabilizadas com machine learning — têm uma vantagem sobre os concorrentes no que se refere a evitar o roubo de dados em ataques cada vez mais sofisticados, já que essas funcionalidades praticamente eliminam erros humanos. Por outro lado, algumas políticas de suporte de provedores de nuvem transferem para os DBAs dos clientes a responsabilidade de configurar corretamente seus bancos de dados e servidores de banco de dados. "Para eles, o erro humano é inevitável", disse Edward Screven, arquiteto-chefe corporativo da Oracle, no evento Cloud Day da empresa realizado em janeiro em Nova York. "Existe uma regra para evitar a perda de dados catastrófica: armazene seus dados em um banco de dados autônomo que não exija mão de obra humana, que não permita a possibilidade de erro humano." 7. Obtenha um alto controle sobre a privacidade dos dados Empresas e governos estão fazendo uso de uma variedade de tecnologias modernas — tudo, desde cookies básicos de sites da web, até sensores embutidos em máquinas, dispositivos, crachás e até mesmo partes do corpo — para coletar volumes sem precedentes de dados sobre seus clientes, e também sobre seus funcionários e outros constituintes. Seus objetivos incluem analisar sentimentos e preferências, melhorar o desempenho, descobrir fraudes, rastrear o paradeiro das pessoas, monitorar a saúde e a segurança e prever as necessidades das pessoas. A maior parte dessa coleta de dados serve para um bem maior. Mas saber onde traçar a linha divisória é uma daquelas questões "que tiram o sono à noite" para Gilligan, CIO da GAP, e deveria ser assim para todos os CIOs, especialmente com os novos regulamentos de privacidade de dados em vigor nos EUA (na Califórnia, em particular), UE, Canadá e em outros lugares. "Uma coisa é dizer que estamos fazendo mais com os dados e tentando criar experiências positivas para o consumidor", diz ela. "Mas também precisamos estar extremamente conscientes de como tratamos esses dados para respeitar a privacidade das pessoas." Entre os fatores que todo CIO deve considerar ao coletar e analisar dados, estão: Você está sendo transparente com as pessoas sobre o que está fazendo com esses dados — os tipos que está coletando e exatamente como planeja usá-los? Você está oferecendo incentivos para as pessoas compartilharem mais dados? Em certos casos, você está dando a eles a capacidade de aceitar ou não? Você está explicando a eles os benefícios potenciais? Quando relevante, você está comunicando quais terceiros terão acesso a esses dados? Você está sendo sensível aos valores culturais locais e geracionais? E, é claro, você está atualizado sobre o que é necessário para cumprir o "direito de ser esquecido" e os inúmeros outros princípios dos principais regulamentos internacionais, nacionais, estaduais e locais de privacidade de dados? É fundamental que os CIOs consultem colegas de outros departamentos — jurídico, gerenciamento de riscos, segurança de dados, várias linhas de negócios — para obter ajuda na definição das políticas da empresa. Para destacar o quão premente esse problema se tornou, uma startup de tecnologia que promete "transformar a maneira como as empresas protegem e gerenciam a privacidade de dados pessoais" recebeu US$ 100 milhões em duas rodadas de financiamento Série C nos últimos quatro meses. Fornecedores de tecnologia mais estabelecidos e empresas de consultoria criaram suas próprias plataformas e práticas de privacidade de dados. Sim, a privacidade de dados agora é um setor industrial em si. 8. Quando se trata de talento, resista a pensar que "quanto mais longe, melhor" Meu falecido pai costumava zombar de uma vizinha que viajava até uma padaria a 48 km de distância, e a um açougue sete cidades depois, porque, insistia ela, esses estabelecimentos tinham uma seleção ou corte melhor. Lá estava ela, viajando para lugares distantes em busca de coisas melhores para sua família, quando tudo o que ela buscava estava bem perto dela. "Longe é melhor", dizia meu pai sobre as façanhas dessa vizinha. Os CIOs geralmente têm a mesma mentalidade quando se trata de segurança, análise de dados, IA, arquitetura de aplicativos e outras habilidades importantes. Em vez de treinar, formar, desenvolver, preparar e incentivar os funcionários de alto desempenho em suas próprias organizações, eles buscam seres superiores em qualquer outro lugar. É claro que os CIOs precisam recrutar gente de fora, principalmente para obter uma especialização aperfeiçoada por anos de experiência, mas não subestime as pessoas talentosas que você já possui internamente. Um CIO que compreende isso é Akash Khurana, vice-presidente global, CIO e diretor digital da McDermott International, uma empresa de engenharia e construção com sede em Houston, focada principalmente no setor de energia. Depois de ingressar na McDermott há cinco anos para iniciar uma transformação digital baseada na nuvem, Khurana sabia que precisava atualizar a base de habilidades de sua organização de TI. A ênfase estava nas pessoas com habilidades para gerenciar a transição da infraestrutura e dos aplicativos da McDermott para a nuvem, bem como naqueles que poderiam tornar os processos de segurança e a governança mais rigorosos. Ao mesmo tempo, um profundo entendimento das plataformas e processos específicos do setor era, e continua sendo, uma prioridade, diz ele. Khurana, também nomeado entre os CIOs do Ano de 2019 pela Oracle, fez uso dos seus canais de talentos próprios e dos de seus colegas e contatou recrutadores, "mas primeiro fizemos uma avaliação completa e tiramos proveito dos nossos talentos internos", diz ele. "Queremos também garantir que nossos talentos internos estejam sempre aprendendo e evoluindo. Muitas de nossas pessoas foram colocadas nessa nova estrutura, com caminhos claros para o ISO, o NIST e outras certificações." Gilligan, CIO da Gap, diz que os provedores de nuvem da empresa provaram ser "parceiros incríveis", que ajudam a treinar os engenheiros e outros profissionais de tecnologia da Gap para a transição para serviços de software, infraestrutura e plataforma. "Não se trata de: Estou substituindo sua antiga base de habilidades. Trata-se de: Como modernizar sua base de habilidades? E como garantir que estou investindo em você para que você continue?", diz ela. "O que descobrimos é que quanto mais você investe em seus engenheiros, mais a produtividade deles continua a crescer. Ao mesmo tempo, como você treina algumas pessoas para gerenciar um provedor de serviços? É uma mudança de função, em muitos casos, mas que exige o mesmo nível de especialização técnica." Quando se trata de encontrar talentos tecnológicos, os CIOs descobrem que quase sempre é melhor procurar por perto, especialmente considerando o alto custo de recrutamento, integração e adaptação de novas pessoas e a importância de cultivar uma cultura organizacional que priorize o mapeamento de carreiras vibrantes para o seu pessoal. 9. Transforme um problema de "TI sombra" em uma estratégia de "TI gerenciada pelos negócios" Temos ouvido há uma década ou mais que a posição do CIO e da organização de TI em uma empresa está diminuindo na era da nuvem, à medida que a tomada de decisões e as compras de tecnologia passam para marketing, vendas, RH, finanças e outros departamentos capacitados digitalmente. Mas controle e influência não são a mesma coisa. Nas organizações mais bem administradas, os CIOs estão "intensificando a parceria com os negócios", de acordo com a pesquisa com CIOs feita pela Harvey Nash/KPMG, transformando a chamada TI sombra em uma estratégia de "TI gerenciada pelos negócios". Quase dois terços das organizações que participaram da pesquisa da Harvey Nash/KPMG permitem investimentos em TI gerenciada pelos negócios; cerca de uma em cada dez os incentiva. "A TI gerenciada pelos negócios exige um novo relacionamento entre os negócios e a TI, e aqueles que entendem isso têm muito mais probabilidade de serem significativamente melhores do que os concorrentes em uma série de fatores, desde a experiência do cliente, até o tempo de lançamento no mercado", afirma o relatório. "Mas entender isso de forma errada abre uma porta lateral para problemas — as organizações nas quais o CIO não está diretamente envolvido no investimento em TI gerenciada pelos negócios têm duas vezes mais chances de ter várias áreas de segurança expostas." Cerca de 66% dos participantes da pesquisa disseram que seu papel está realmente ganhando influência, enquanto seus orçamentos para contratação e itens gerais de TI continuam aumentando. Trata-se do CIO como "diretor executivo de influência"... alguém se habilita? 10. Assuma a responsabilidade direta por aspectos do negócio principal Não há maneira melhor para os CIOs estabelecerem ou reforçarem sua credibilidade nos negócios do que se envolverem diretamente no desenvolvimento de produtos, vinculando inextricavelmente as contribuições da organização de TI aos resultados da empresa. Um exemplo que ofereci no ano passado é o de Sherry Aaholm, CIO da Cummins, fabricante de motores e sistemas de geração de energia com sede em Columbus, Indiana, que trabalha em estreita colaboração com o CTO da empresa e as equipes de engenharia em questões de segurança, confiabilidade, manutenção, tempo de atividade e outras melhorias digitais. Além disso, não é incomum que CIOs versáteis tenham responsabilidades formais fora de suas organizações de TI, em áreas como inovação (veja acima), gerenciamento/melhoria de processos de negócios, operações, compras e serviços de negócios digitais. Alguns CIOs assumiram até a responsabilidade por P&L em uma ou mais linhas de negócios. Por exemplo, Ryan Klose, da cadeia National Pharmacies da Austrália, supervisiona não apenas a TI, mas também o marketing, a cadeia de suprimentos e o crescimento/inovação. Chang, da Kingold, supervisiona também o Imperial Springs, um complexo de 2,8 milhões de metros quadrados nos arredores de Guangzhou, o que lhe fornece experiência prática na administração de um negócio que inclui unidades habitacionais de luxo, um campo de golfe, um clube, uma ala de hotel e uma divisão de assistência médica. Liderar uma parte dos negócios fora da organização de TI não apenas oferece aos CIOs uma valiosa experiência em operações, finanças, marketing e outras áreas, diz Chang, como também amplia sua influência, pois os ajuda a "fazer amigos" em outras áreas da empresa. *Rob Preston é diretor editorial da área de Conteúdo Central da Oracle

Lista especial reúne os desafios e oportunidades mais importantes que os CIOs vão enfrentar este ano. Por Rob Preston* Velocidade. Segurança. Agilidade. Inovação. Automação. Insights. Essas são as...

Inovação

Oracle Startup Power reúne startups e grandes empresas em São Paulo

Realizado na Casa Oracle, evento promoveu conversas sobre o ecossistema de startups no Brasil e a importância da diversidade nas companhias. Nos últimos anos, o ecossistema de startups do Brasil atingiu um novo nível de maturidade. E a tecnologia desempenha um papel crucial no fortalecimento dessa crescente comunidade no país, ao habilitar e impulsionar a realização de uma variedade de ideias e soluções inovadoras por novas empresas no mercado brasileiro. "O sucesso das startups no Brasil vem do sucesso do mercado brasileiro”, afirmou Nicolas de Beco, Senior Product Management Director do programa global Oracle for Startups, em sua participação na primeira edição do evento Oracle Startup Power, que aconteceu no final de 2019 em São Paulo. Realizado na Casa Oracle, novo espaço da Oracle Brasil voltado a promover a transformação digital e estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, startups, desenvolvedores e comunidade, o Startup Power recebeu especialistas da organização e grandes nomes do mercado para falar sobre as principais tendências do ecossistema brasileiro de startups e a importância da diversidade e da representatividade nas companhias. -Leia mais: Traci Wade: “as pessoas precisam ver pessoas que se pareçam com elas” Durante o evento, Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil, destacou a importância do Oracle for Startups, apontando como o programa habilitou a Oracle a se tornar uma empresa melhor e com cada vez mais visibilidade no mercado. “O Oracle for Startups é muito importante para a Oracle do Brasil. Ele faz parte da nossa estratégia”, afirmou Galvão. Em sua apresentação no evento, o Managing Investiment Partner do SoftBank Group, André Maciel, chamou a atenção para o bom momento vivido pelo segmento de startups no Brasil, comparando-o com outros locais do mundo. “É um ecossistema gigante e mais relevante do que o de muitos países desenvolvidos”, afirmou o executivo da empresa, que conta com um fundo de investimentos em startups na América Latina. Para Marie Timoner, Líder LATAM Market Connect do Oracle for Startups, as empresas querem se conectar cada vez mais com as startups e entender como os processos vão se transformar ao longo do tempo. “Vivemos um momento muito interessante na Oracle, as pessoas reconhecem a importância do programa e a paixão faz toda a diferença”, explicou Marie, que passou a fazer parte do Oracle for Startups após a volta da licença maternidade do terceiro filho. Na Oracle, foi a primeira vez em que a executiva pôde contar com uma licença maternidade completa. "Eu me sinto super privilegiada, voltei de licença maternidade promovida. Tenho um baita orgulho de ser esse case dentro da Oracle e passar para frente esse tema." Outro nome presente no Startup Power, Paula Paschoal, Diretora Geral do PayPal Brasil, também falou um pouco sobre a sua relação com a maternidade. "As minhas filhas me fizeram uma gestora muito melhor”, afirmou a executiva, que assumiu o comando da empresa após a volta da licença maternidade. Conhecida pelo equilíbrio entre homens e mulheres na sua gestão – com 54% da liderança da companhia na região sendo composta por mulheres, Paula destacou ainda a importância de contar com grupos de afinidade em que as pessoas podem escolher e desenvolver os valores da empresa. "Ou eu aprendo a ouvir os outros ou eu vou continuar a ter a minha empresa, a empresa que a Paula quer, o que não é o caso. Outro ponto importante é o apoio da liderança." Já Maitê Lourenço, fundadora e CEO da BlackRocks Startups, que incentiva empreendedores negros a acessarem o ecossistema de inovação, tecnologia e startup, falou sobre a importância da diversidade e da representatividade nas organizações. “A falta de representação faz com que as empresas deixem de desenvolver produtos voltados para aquele público. É preciso olhar para a estrutura e para a presença desses grupos”, afirmou a executiva, que também destacou a importância do evento. “Para nós, estar neste espaço dialogando é algo de extrema qualidade e também muito gratificante.”

Realizado na Casa Oracle, evento promoveu conversas sobre o ecossistema de startups no Brasil e a importância da diversidade nas companhias. Nos últimos anos, o ecossistema de startups do Brasil...

Transformação na TI

Larry Ellison coloca o Oracle Autonomous Database em uma perspectiva histórica: 'É muito diferente'

O banco de dados autônomo da Oracle cuida de tarefas anteriormente manuais e sujeitas a erros, como correção, atualização, proteção, configuração e ajustes do sistema, sem tempo de inatividade e nenhuma intervenção humana. Por Chris Murphy* Na teleconferência sobre os resultados do segundo trimestre fiscal, em 12 de dezembro de 2019, um analista solicitou ao chairman e CTO da Oracle, Larry Ellison, que inserisse no contexto histórico o mais recente avanço tecnológico da empresa, o Oracle Autonomous Database. Ellison voltou às origens da Oracle, 40 anos atrás, com a introdução do primeiro banco de dados relacional comercial do mundo, para encontrar uma mudança tecnológica comparável. "Aquilo transformou essa empresa de uma ideia para a empresa que gerencia a maior parte das informações do mundo", afirmou Ellison. "Então eu diria que o Autonomous Database é o mesmo tipo de coisa". Desta vez, o salto tecnológico é que o Oracle Autonomous Database em nuvem é autônomo — ele cuida de tarefas anteriormente manuais e sujeitas a erros, como correção, atualização, proteção, configuração e ajustes do sistema, tudo isso sem tempo de inatividade e nenhuma intervenção humana. -Leia mais: No mundo empresarial "pós-digital", a tecnologia autônoma está avançando “É muito diferente, muito mais seguro de usar, muito mais confiável do que qualquer outro produto do mercado”, afirmou Ellison na teleconferência. "Acredito que todos vão usar — praticamente todos vão usar". "Ok, mas em quanto tempo?", perguntou o analista. Ellison reconheceu que levará algum tempo para as organizações testarem e se familiarizarem com essa tecnologia de última geração, lançada pela Oracle em 2018. Mas milhares de clientes já usam o Oracle Autonomous Database, e como o Oracle Database existente é a base do Oracle Autonomous Database, isso facilita para os clientes a mudança das cargas de trabalho existentes. Ellison descreveu a estratégia da Oracle para a venda do banco de dados autônomo como “conquistar e expandir”. O foco é começar com pequenas ofertas, acreditando que as organizações vão desejar mais capacidade depois de verem as vantagens de desempenho, segurança e custo do banco de dados autônomo. E como a infraestrutura é em nuvem, as empresas podem adicionar capacidade sob demanda. "Acreditamos que a melhor técnica para a venda do Autonomous Database é: 'Experimente'", disse Ellison. Safra Catz, CEO da Oracle, observou um marco tecnológico neste último trimestre: a primeira implantação tecnológica que permite que a infraestrutura de banco de dados em nuvem Gen 2 da Oracle seja executada no próprio datacenter da empresa. Esse controle é fundamental para empresas de setores altamente regulados, como o setor bancário, farmacêutico e governamental. A infraestrutura Oracle Gen 2 Exadata Cloud at Customer foi totalmente implantada e entrou em operação no datacenter do cliente em apenas quatro dias, e a Oracle espera que as implantações futuras ocorram ainda mais rápido. "Nenhum outro provedor em nuvem possui a tecnologia certa para fazer isso", afirmou Catz. No geral, a Oracle anunciou que o lucro operacional no segundo trimestre fiscal de 2020 aumentou 3% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, para US$ 3,2 bilhões, com aumento de 1% na receita, de US$ 9,6 bilhões. As receitas de serviços em nuvem e suporte a licenças da empresa totalizaram US$ 6,8 bilhões no trimestre, enquanto as receitas de licenças em nuvem e licenças on-premises totalizaram US$ 1,1 bilhão. ERP em nuvem: o outro pilar Ellison reiterou algo que havia dito em teleconferências recentes: Dois produtos vão determinar o futuro da empresa: o banco de dados autônomo e os aplicativos ERP em nuvem. As duas suítes de ERP em nuvem da Oracle, que gerenciam os processos financeiros dos clientes, formam o grupo de produtos mais consolidado: o Oracle ERP Cloud, com mais de 7.000 clientes, e o Oracle NetSuite, com mais de 20.000 clientes. A receita do Oracle Fusion ERP cresceu 37%, enquanto a receita do NetSuite ERP cresceu 29% no trimestre em comparação com o ano anterior. "Estamos muito, muito satisfeitos com a nossa vitória esmagadora nos negócios de ERP em nuvem dessa geração", disse Ellison. Além disso, a empresa tem observado cada vez mais que os clientes que compram o Oracle ERP Cloud também compram o Oracle Human Capital Management Cloud para suas necessidades de RH. "Estamos começando a ver a mesma estratégia de suíte integrada começando a impulsionar as vendas de aplicativos de CX (experiência do cliente) em vendas e serviços e em marketing", disse Ellison. As empresas que antes adotaram a abordagem de esperar para ver se migravam ou não seus aplicativos ERP on-premises para a nuvem, agora estão confiantes para seguir adiante, afirmou Catz. "O que acontece em nosso negócio é que, uma vez que você é obviamente uma referência, fica muito, muito mais fácil para outros clientes em potencial tomarem a iniciativa de seguir em frente", disse Catz. “... E, assim, para nós, isso significa um sucesso que atrai mais sucesso. É um incrível círculo virtuoso". *Chris Murphy é diretor editorial da Oracle Isenção de responsabilidade Safe Harbor: O precedente tem como objetivo descrever nossa orientação geral sobre o produto. Destina-se apenas a fins informativos e não pode ser incorporado a nenhum contrato. Não é um compromisso de fornecer qualquer material, código ou funcionalidade, e não deve ser utilizado na tomada de decisão de compra. O desenvolvimento, liberação, cronograma e preço de quaisquer recursos ou funcionalidades descritos para os produtos Oracle podem ser alterados ou mantidos, a critério exclusivo da Oracle Corporation. As declarações neste artigo relacionadas aos planos, expectativas, crenças, intenções e perspectivas futuras da Oracle, incluindo declarações relativas ao crescimento futuro das vendas dos produtos Oracle Autonomous Database, Oracle Gen 2 Exadata Cloud at Customer e Oracle ERP e HCM são “projeções futuras” e estão sujeitas aos riscos materiais e incertezas. Muitos fatores podem afetar as expectativas atuais e os resultados reais da Oracle e podem causar resultados reais materialmente diferentes. Uma discussão sobre tais fatores e outros riscos que afetam os negócios da Oracle está contida nos arquivos da Comissão de Valores Mobiliários da Oracle (SEC - Securities and Exchange Commission), incluindo os relatórios mais recentes da Oracle nos Formulários 10-K e 10-Q, sob o título "Fatores de Risco". Esses arquivos estão disponíveis no site da SEC ou no site da Oracle, em http://www.oracle.com/investor. Todas as informações deste artigo foram atualizadas em 12 de dezembro de 2019, e a Oracle não assume nenhuma obrigação de atualizar qualquer declaração em vista de novas informações ou eventos futuros.

O banco de dados autônomo da Oracle cuida de tarefas anteriormente manuais e sujeitas a erros, como correção, atualização, proteção, configuração e ajustes do sistema, sem tempo de inatividade e...

Inovação

Super Bowl: todo momento é decisivo para a equipe digital do Kansas Chiefs

Nos últimos dois anos, a equipe de conteúdo digital da equipe se concentrou em novas abordagens para lidar com a crescente legião de torcedores. Por Sasha Banks-Louie* Após se recuperarem de derrotas consecutivas e ganharem as eliminatórias contra os Houston Texans e os Tennessee Titans, os Kansas City Chiefs jogarão o Super Bowl LIV para definir quem será o campeão da Liga de Futebol Americano dos EUA. Esta volta por cima emocionante deu aos torcedores um apetite insaciável por tudo relacionado aos Chiefs, o que só aumentou a pressão sobre a equipe de mídia e conteúdo da franquia. Embora o fluxo constante de destaques do jogo, estatísticas dos Fantasy Games e vídeos do apresentador Mitch Holthus vibrando na cabine de transmissão tenham sido fundamentais para a equipe de conteúdo digital dos Chiefs, “agora estamos prestes a fazer algo novo, especial” disse Mike Cukyne, vice-presidente de operações de mídia e conteúdo. -Leia mais: Larry Ellison coloca o Oracle Autonomous Database em uma perspectiva histórica: 'É muito diferente' Nos últimos dois anos, a equipe de conteúdo digital se concentrou em novas abordagens para lidar com a crescente legião de torcedores, não só localmente, como também internacionalmente. Ao fazer isso, a equipe viu um aumento de 200% na participação dos torcedores e os Chiefs conseguiram mais de 5 milhões de seguidores em diferentes plataformas digitais em todo o mundo. “Desde o começo, a missão da nossa equipe era distribuir o conteúdo para todos e em todas as plataformas”, disse Cukyne. Algo novo, especial Apenas neste ano os Chiefs começaram a experimentar conteúdos mais longos, e a equipe já está recebendo centenas de milhares de visualizações, curtidas, compartilhamentos e comentários sobre seus novos programas. Por exemplo, em colaboração com a 65 Toss Power Trap Productions, sua equipe de filmagem interna, recentemente a equipe de conteúdo digital lançou uma série de documentários chamada The Franchise, apresentada pela GEHA, na qual os torcedores têm acesso aos bastidores dos jogos, treinos e preparação para a temporada dos Chiefs, entre outros momentos. Desde que o primeiro episódio de 30 minutos foi ao ar na Fox Sports, no Facebook e no YouTube em maio passado, “as pessoas estão nos dizendo que adoram o programa”, disse Cukyne. Além de ver os jogadores treinando e levantando peso na academia, os torcedores dos Chiefs também querem ver os jogadores em casa com seus familiares, fazendo churrasco com os amigos e sendo voluntários em suas comunidades. Apesar da popularidade do programa, The Franchise é apenas um exemplo de como a equipe de conteúdo dos Chiefs está “oferecendo aos torcedores algo novo, especial, e cada vez mais do que eles querem ver”, disse Cukyne. Como a maioria dos empreendimentos, os Chiefs precisam fazer com que o time seja sempre relevante para a próxima geração de clientes. Isso significa incluir conteúdo sobre futebol americano profissional em redes sociais voltadas para jovens. “Temos que explorar todo o mundo do esporte, do fantasy game, criando conteúdo personalizado para Instagram, TikTok e Snapchat”, disse Cukyne. Preparados para o dia do jogo A preparação para o dia do jogo é uma das partes mais intensas do trabalho da equipe de conteúdo digital. Durante a temporada, “nossa equipe fica completamente voltada para a publicidade do evento, durante toda a semana”, disse Cukyne. “Quem é nosso adversário? O que aconteceu da última vez que jogamos contra eles? Damos destaque a essas histórias, e isso ajuda a criar interesse, encorajando os torcedores a assistirem esses confrontos novamente”, disse ele. Mas no dia do jogo tudo muda e a equipe de conteúdo se concentra em garantir que os torcedores venham para o jogo e aproveitem ao máximo a experiência no estádio. Como a equipe de conteúdo digital publica informações sobre o dia do jogo em todas as redes sociais, Tyler Kirby, vice-presidente de emissão de entradas para os jogos dos Chiefs, disse que sua equipe usa o Oracle Eloqua, parte da experiência do Oracle CX, para conectar os titulares das entradas às informações da equipe, ajudando a aprimorar a experiência no dia do jogo. Quando o jogo começa, o modelo de participação dos torcedores se transforma em uma experiência completa dentro do estádio, experiência que Cukyne acredita ser uma das melhores da liga. Quando os jogadores saem do túnel no Arrowhead Stadium, mais de 70.000 torcedores começam a gritar, há queima de fogos de artifício e aviões sobrevoando o estádio. “É uma energia fantástica”, disse ele. “E se você estiver sentado em casa, nossa principal missão é dar um motivo para você vir para cá.” Cinquenta anos se passaram desde a última vez que os Chiefs participaram do Super Bowl (quando eles ganharam do Minnesota Vikings), e o jogo de domingo (2/2) já está sendo considerado como outro momento épico para o Kansas City. Com seu elenco estelar que inclui o armador (quarterback) Patrick Mahomes, o ponta defensivo (defensive end) Frank “the Shark” Clark, e o ponta de linha (tight end) Travis Kelce, os Chiefs enfrentam os formidáveis San Francisco 49ers no Hard Rock Stadium, em Miami, no dia 2 de fevereiro. *Sasha Banks-Louie é estrategista de conteúdo da Oracle para as áreas de vendas, marketing e questões relacionadas ao serviço de atendimento ao consumidor, além de escrever sobre startups e empresas de crescimento acelerado

Nos últimos dois anos, a equipe de conteúdo digital da equipe se concentrou em novas abordagens para lidar com a crescente legião de torcedores. Por Sasha Banks-Louie* Após se recuperarem de derrotas...

Transformação na TI

No mundo empresarial "pós-digital", a tecnologia autônoma está avançando

"O Oracle Autonomous Database mostrou ser uma solução que se destaca naquilo que chamamos de mundo pós-digital", afirma o diretor-executivo da Accenture, Pat Sullivan. Por Jeff Erickson* A ideia do banco de dados autônomo da Oracle pode ter parecido uma novidade quando foi anunciada dois anos atrás, mas rapidamente provou ser uma decisão ousada na direção certa, afirmou Pat Sullivan, da Accenture, durante o Oracle OpenWorld 2019 em São Francisco, nos Estados Unidos. "O Oracle Autonomous Database mostrou ser uma solução que se destaca naquilo que chamamos de mundo pós-digital", afirmou Sullivan, um diretor-executivo. Sullivan explicou que o termo "pós-digital" significa que as empresas estão enfrentando expectativas tão altas dos clientes, que estão indo além da adoção de ferramentas digitais complexas para obter as informações necessárias, e buscando tecnologias que simplesmente permitam que as empresas usem bem os dados, em grande escala e com segurança. As empresas enfrentam "um novo conjunto de regras", disse Sullivan. Como os clientes exigem produtos e serviços personalizados e que sejam entregues imediatamente, nos bastidores as empresas precisam de um fluxo de dados desimpedido em todo o negócio. -Leia também: 4 técnicas para liberar a criatividade, incluindo dizer "sim" Com foco nessa nova realidade, a Oracle lançou o Autonomous Database — o banco de dados autônomo da empresa que implanta, ajusta, corrige, atualiza e se autoprotege, sem nenhuma intervenção humana. Para Sullivan e sua equipe de 20.000 tecnólogos com foco na Oracle, a experiência de trabalhar com o Oracle Autonomous Database e avaliar seu desempenho em relação aos outros serviços em nuvem convenceu-o do poder da tecnologia. "Nosso destino hoje é autônomo", afirmou Sullivan, falando sobre sua equipe, cujos clientes processam 60 bilhões de transações por dia e mantêm mais de 3 exabytes de dados nos bancos de dados Oracle. Andy Mendelsohn, vice-presidente executivo de tecnologias de servidores de banco de dados da Oracle, juntou-se a Sullivan no palco para discutir o futuro do banco de dados autônomo na infraestrutura em nuvem de segunda geração da Oracle. "É uma tecnologia revolucionária", disse ele, "mas ainda não terminamos". Mendelsohn revelou o próximo destino de sua equipe. “Adotamos o conceito comprovado com o Autonomous Database — todo o exercício de eliminar o trabalho humano em torno do gerenciamento de dados — e o ampliamos, para ajudar os analistas de negócios, cientistas de dados e desenvolvedores a criar análises avançadas e aplicativos baseados em dados”, disse ele. Apresentamos a seguir cinco exemplos dados por Mendelsohn sobre como a Oracle está fazendo isso. Em direção a uma plataforma de dados autônoma 1. Application Express, ou APEX, é uma conhecida ferramenta de desenvolvimento low-code disponível em todos os bancos de dados Oracle, incluindo o Autonomous Database. O APEX permite que desenvolvedores e analistas criem aplicativos Web rapidamente com os dados do banco de dados, com pouca ou nenhuma codificação tradicional. 2. Os recursos de virtualização de dados são incorporados no Autonomous Database. Isso permite que os analistas executem facilmente consultas SQL de alto desempenho nos dados do banco de dados autônomo e no repositório de objetos. Não há necessidade de escrever código ETL para consolidar os dados antes que eles possam ser consultados. "É uma experiência autônoma muito boa, estendida aos analistas de negócios e cientistas de dados", afirmou Mendelsohn. 3. O Autonomous Database Uso Livre (Always Free) é um serviço em nuvem gratuito que possui todo o poder e todos os recursos do Autonomous Database —incluindo o Oracle APEX, o REST Data Services, o SQL Developer Web e o Machine Learning Notebooks — que permite que os desenvolvedores e analistas de dados experimentem a tecnologia e testem novas ideias sem nenhum custo. Inclui 20 GB de dados, uso dos recursos gratuitos pelo tempo que quiserem e, se suas ideias entrarem em produção de larga escala, eles podem facilmente mudar para uma versão paga para obter mais armazenamento e escala. 4. AutoML é um novo recurso que reduzirá o esforço de criar algoritmos de machine learning. O Oracle Autonomous Database já vem equipado com um conjunto de algoritmos de machine learning, disse ele. Agora, o AutoML “assume o trabalho de escolher, treinar e otimizar os algoritmos de machine learning”, afirmou Mendelsohn. "Queremos algoritmos de machine learning sofisticados e acessíveis a todos os analistas de negócios, e não apenas aos PhDs." Testes iniciais mostram que tarefas que hoje podem levar meses, têm seu tempo reduzido para apenas alguns minutos. 5. Uma experiência AutoETL no Autonomous Database permitirá que os analistas movam dados para um data lake, data mart ou data warehouse com muito mais facilidade. Eles podem simplesmente escolher as fontes de dados e as transformações que desejam, e o código ETL será gerado automaticamente para elas, disse Mendelsohn. Esse recurso ainda não foi lançado, mas os usuários do Oracle Analytics for Fusion Applications já estão tirando proveito de recursos semelhantes no Oracle Cloud. A Oracle trabalha constantemente para capacitar desenvolvedores, cientistas de dados e analistas de negócios, disse ele, incluindo um fluxo de novos recursos no Oracle Analytics Cloud, que proporciona fácil acesso a novas fontes de dados, novas visualizações e até mesmo recursos de linguagem natural para a análise de dados. "Isso é o que nossos clientes querem", afirmou Mendelsohn. Com a tecnologia autônoma comprovada do Oracle Autonomous Database, "vamos agora ajudar a liberar as possibilidades contidas nos dados, indo além do Autonomous Database”, em direção a uma plataforma de dados autônoma, disponível para todos os desenvolvedores, cientistas de dados e analistas de negócios. *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo de banco de dados e de inovação baseada em dados da Oracle

"O Oracle Autonomous Database mostrou ser uma solução que se destaca naquilo que chamamos de mundo pós-digital", afirma o diretor-executivo da Accenture, Pat Sullivan. Por Jeff Erickson* A ideia do...

Inovação

Conheça as principais tendências de cloud em um documento especial patrocinado pela Oracle

Especialista da consultoria destaca importância da automação e dos serviços gerenciados para lidar com desafios na migração para nuvem. Impulsionada pela demanda crescente por negócios mais ágeis e o time to market, a computação em nuvem traz um maior dinamismo para as empresas, além de permitir que a equipes de TI (Tecnologia da Informação) se dediquem mais à transformação digital. No entanto, o movimento em direção à cloud também traz desafios para as companhias, conforme aponta o IDC Brasil em um documento sobre o assunto, “A Oportunidade de Administrar Ambientes Como uma Única Plataforma Simplificada de Nova Geração”, patrocinado pela Oracle. De acordo com a consultoria, a demanda por um melhor desempenho - e mais segurança e robustez - também torna mais complexa a gestão de infraestrutura pelas empresas, que precisam lidar com a velocidade e as mudanças constantes na tecnologia incluída nas plataformas. Neste sentido, aponta o documento em questão, a automação e os serviços gerenciados de cloud representam a resposta para as companhias lidarem com os diferentes desafios relacionados ao movimento para a cloud. Clique neste link para baixar o documento completo do IDC e saber mais sobre o assunto.

Especialista da consultoria destaca importância da automação e dos serviços gerenciados para lidar com desafios na migração para nuvem. Impulsionada pela demanda crescente por negócios mais ágeis e...

Transformação nos Negócios

Oracle ERP Cloud é nomeado líder do Quadrante Mágico do Gartner

Plataforma de gerenciamento da empresa foi reconhecida como líder do relatório do Gartner pelo terceiro ano consecutivo. O Oracle ERP Cloud foi nomeado como “Líder do Quadrante Mágico em Suítes de Gerenciamento Financeiro em Nuvem para Empresas de Médio e Grande Porte” do Gartner em Maio de 2019. Esse é o terceiro ano consecutivo em que a solução é reconhecida como líder no relatório da empresa de pesquisa e consultoria. Clique aqui para acessar o relatório do Gartner (em inglês). Entre os 10 produtos avaliados no Quadrante Mágico do Gartner, a plataforma de planejamento e gerenciamento de recursos da Oracle aparece posicionada no levantamento como a de maior capacidade de execução e mais à direita pela sua abrangência da visão. “Na Oracle, continuamos extremamente focados no sucesso de nossos clientes. Temos o compromisso de continuar com investimentos significativos em inovação que podem ajudar nossos mais de 6.000 clientes do ERP Cloud para impulsionar a excelência operacional em finanças”, disse Rondy Ng, vice-presidente sênior de desenvolvimento de aplicativos da Oracle. O executivo também destaca a importância do Oracle ERP Cloud ser reconhecido como líder no Quadrante Mágico. “Estamos em êxtase por sermos reconhecidos mais uma vez como líderes pelo Gartner. Acreditamos que este relatório é uma validação dos pontos fortes do nosso produto, foco no investimento e sucesso do cliente.” O Oracle ERP Cloud inclui recursos completos de ERP para os setores Financeiro, de Aquisições e Project Portfolio Managment (PPM), assim como o Enterprise Performance Management (EPM) e o Governance Risk and Compliance (GRC). O portfólio da Oracle em nuvem para gerenciamento e planejamento financeiro recebeu o reconhecimento do setor. O Oracle ERP Cloud foi nomeado como o único líder do “Quadrante Mágico em ERP Cloud para Empresas de Médio Porte Centradas em Produtos” do Gartner (Outubro de 2018). A Oracle também foi nomeada líder no “Quadrante Mágico em Soluções de Análise e Planejamento Financeiro em Nuvem” do Gartner (Agosto de 2019) - com a posição mais alta por seu capacidade de execução) e líder no “Quadrante Mágico em Soluções em Nuvem pra Financial Cloud” do Gartner (Outubro de 2019). Aviso legal do Gartner O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outra designação. As publicações de pesquisa do Gartner consistem nas opiniões da organização e não devem ser interpretadas como afirmações de fato. O Gartner se isenta de todas as garantias, expressas ou implícitas, com relação a esta pesquisa, incluindo quaisquer garantias de comercialização ou adequação a uma finalidade específica.

Plataforma de gerenciamento da empresa foi reconhecida como líder do relatório do Gartner pelo terceiro ano consecutivo. O Oracle ERP Cloud foi nomeado como “Líder do Quadrante Mágico em Suítes de...

Inovação

4 técnicas para liberar a criatividade, incluindo dizer "sim"

Segundo Duncan J. Wardle, ex-diretor de inovação e criatividade da Disney, é importante construir um processo que estimule a criatividade e a imaginação. Por Alan Zeichick* Na próxima vez que você ouvir uma má ideia no escritório, procure dizer "sim". Ou seja, contenha o impulso de dizer: "Não, e vou falar por que a sua ideia não vai funcionar". Essa reação negativa bloqueia a criatividade, afirma Duncan J. Wardle, ex-diretor de inovação e criatividade da Disney. Em vez disso, tente responder de forma positiva, como: "Sim, e...?" Faça outras perguntas incentivadoras, não para apontar os defeitos da ideia do colega, mas para ajudar a criar um ambiente colaborativo. Construa um processo que estimule a criatividade e a imaginação e veja onde isso vai dar. -Leia mais: 6 etapas para desenvolver uma estratégia bem-sucedida de competências interpessoais Essa é uma das quatro técnicas que Wardle apresentou aos participantes de uma sessão concorrida do Oracle OpenWorld 2019. Já que esperamos um 2020 mais criativo, pensamos que vale a pena rever as técnicas de Wardle, que trabalhou mais de 25 anos na Disney liderando equipes da Lucasfilm, Marvel, Pixar e dos parques temáticos da Disney. Mais sobre o poder do "Sim, e". Essas palavras "transformam o poder da sua ideia em nossa ideia", explica Wardle. Essa transformação torna a ideia maior e acelera o potencial de oportunidades. Incentiva a colaboração, e, a partir dessa colaboração, podemos criar novos produtos, negócios e processos. Além disso, ao dizer "Sim, e", mostramos aos nossos colegas de trabalho que realmente desejamos explorar, e não bloquear novas ideias. Por esse motivo, ele incentiva a fazer perguntas que transformam a discussão em uma sessão de brainstorming improvisada. Não crie barreiras para desestabilizar seu colega. Em vez disso, exponha suas próprias ideias também. Seja colaborativo: "Temos uma ideia aqui, vamos ver como ela pode funcionar". "Grande brainstorming". Wardle alerta contra a tendência natural de reduzir as ideias durante o brainstorming. Quando se limita uma ideia, ela talvez se torne mais gerenciável, custe menos e apresente menos riscos, mas, em última análise, pode ser também menos inovadora e revolucionária.  "Sempre é possível ter uma ideia ótima e bem pensada, que é muito grande e que, com a análise de custos, acaba ficando menor", afirma ele, "mas você não pode ter uma ideia pequena e torná-la maior depois". Pensando na Disney, que é proprietária da franquia “Star Wars”, Wardle propôs que um colega poderia sugerir uma festa com o tema “Star Wars” para os clientes. Como ele poderia ter um grande brainstorming sobre o tema? "Faça os integrantes da banda se vestirem como stormtroopers, com Darth Vader conduzindo a música com seu sabre de luz", diz ele. "Os clientes podem se vestir com a roupa do seu cavaleiro Jedi favorito, e todos podem ir à festa no jato corporativo da Disney". Mais tarde, haverá muito tempo para se preocupar com as limitações e os desafios logísticos. "Brinque". Para as crianças, o mundo é cheio de brinquedos. Uma geladeira é um forte, um castelo, uma casa, um foguete. Um graveto é uma varinha mágica ou o cajado de um mago. Qualquer coisa pode ser qualquer coisa, até um adulto acabar com a brincadeira. "Você costumava brincar com aquela caixa, cheio de imaginação, até que a professora disse para você que era só uma caixa", diz Wardle. "De repente, toda aquela imaginação e criatividade vão por água abaixo". A lição que se tira é não levar a criatividade muito a sério, também. É só pensando grande e de forma divertida que surgem as ideias realmente inovadoras. Não reprima a diversão, incentive-a. "Quando você ri, abre a porta do cérebro do consciente para o subconsciente", diz ele. Wardle sempre procura fazer todos rirem no início de uma sessão de brainstorming. Wardle também sugere que todos descubram quando e de onde vêm suas próprias ideias mais criativas e divertidas, e que tirem proveito desse recurso. "Thomas Edison costumava cochilar em uma poltrona com uma moeda entre os joelhos", diz Wardle. Quando Edison pegava no sono, a moeda caía, e o barulho o acordava. "E ele anotava o que estava pensando". "Problemas". Ao criar novos produtos ou processos, procure entender e solucionar os problemas encontrados pelos clientes.  Essa é a maneira de reinventar ou abalar o mercado. Por exemplo, imagine um mundo em que uma grande limitação para um cliente desaparece magicamente. Wardle usou o exemplo da Blockbuster, empresa que alugava filmes e jogos de computador por um curto prazo. "Os clientes não gostam de taxas por atraso na entrega? E se nós simplesmente acabarmos com elas?", diz ele. E mais: "os clientes não gostam de ir até uma loja física? E se não houver mais lojas físicas?" Wardle explica que os executivos dos parques temáticos da Disney estão sempre atentos a áreas que possam limitar a diversão dos visitantes, seja o pagamento por brinquedos em lojas de souvenirs ou a fila de espera de uma atração, ou lidando com restrições de dieta e alergias alimentares nos restaurantes. Uma solução foram as pulseiras RFID, entregues aos visitantes antes da sua chegada. "Elas são o ingresso no parque temático e a chave do quarto de hotel", explica Wardle, acrescentando que as pulseiras podem até mesmo servir para enviar as compras diretamente para o quarto do hotel ou para a casa do cliente. "Elas sabem até se eu gosto de pickles no cachorro quente". A implementação das pulseiras não foi fácil: "Imagine os recursos de segurança", afirma Wardle. Mas valeu a pena, já que as pulseiras RFID lidam com um problema real do visitante: o tempo desperdiçado. Quanto menos tempo os visitantes gastarem preenchendo formulários de envio ou na recepção do hotel, mais tempo terão para se divertir com a família. Descubra o que os clientes não gostam nos seus produtos ou em outros produtos do mercado. Pense no que seria possível fazer para eliminar completamente esses inconvenientes. Libere a criatividade. Faça todo mundo rir. Diga "Sim, e..." para expor ideias. Pense grande. E pense nas dificuldades do cliente. "Temos uma imaginação incrível", diz Wardle. Use-a. *Alan Zeichick é diretor de comunicação estratégica da Oracle

Segundo Duncan J. Wardle, ex-diretor de inovação e criatividade da Disney, é importante construir um processo que estimule a criatividade e a imaginação. Por Alan Zeichick* Na próxima vez que você ouvir...

Inovação

Startup recruta drones e IA para combater resíduos plásticos

Organização sem fins lucrativos SFEI fez uma parceria com a Kinetica, uma startup de análise de dados que participa do Oracle for Startups. Por Sasha Banks-Louie* Embora o plástico seja conveniente, durável e barato, 50% de todos os plásticos (aproximadamente 150 milhão toneladas cada ano, no mundo inteiro) são usados somente uma vez e então jogados fora. Mesmo para aqueles que separam garrafas de água e embalagens de plástico para reciclagem, estamos apenas lidando com uma pequena parte do problema. Isso porque ventos fortes e chuva carregam enormes quantidades de resíduos plásticos pelas ruas da cidade e as jogam no sistema de águas pluviais, onde provavelmente fluem diretamente para rios, baías e, por fim, para o oceano, sem tratamento para filtrar esses resíduos. -Leia mais: 5 maneiras pelas quais a nuvem é revolucionária para desenvolvedores universitários "Considerando o tamanho do problema, a infraestrutura no local para capturar e tratar as águas pluviais é relativamente limitada", diz Tony Hale, diretor do Programa de Informática Ambiental da organização sem fins lucrativos San Francisco Estuary Institute (SFEI). A SFEI pretende usar pesquisas e dados e, mais recentemente, drones para enfrentar esse problema. Além de enviar equipes de pessoas a pé para contar e coletar lixo em vias navegáveis locais, a SFEI começou a usar drones equipados com câmera para avaliar esses resíduos em uma escala muito maior. A pesquisa de drones faz parte de um novo projeto da SFEI e de sua organização irmã, Southern California Coastal Water Research Project, através de financiamento do Conselho de Proteção Oceânica, para validar métodos de monitoramento de lixo e produzir um manual que grupos de limpeza da comunidade, programas municipais, agências ambientais e ecologistas podem aprender e colocar em uso. O trabalho estuda iniciativas como a proibição de sacos plásticos e jardins urbanos de chuva. “Nossa missão é ajudar os urbanistas a encontrar melhores maneiras de filtrar as águas pluviais e impedir que contaminantes, como lixo e plásticos, entrem em zonas úmidas protegidas e vias navegáveis   públicas", diz Hale. Ao enviar drones sobre a Baía de São Francisco e afluentes vizinhos, a SFEI coletou cerca de 35.000 imagens em sua incursão inicial. Um período razoável de tempo foi necessário para analisar tantos dados. “Levamos quase um mês para processar essas imagens.” Para acelerar a análise, a SFEI fez uma parceria com a Kinetica, uma startup de análise de dados que participa do programa Oracle for Startups. Inicialmente, a Kinetica executou a implantação da SFEI a partir de uma estrutura de CPU distribuída, em sua própria máquina de 4 núcleos, usando Kubernetes gerenciados. "Levamos cerca de 10 dias para executar toda a simulação", diz Nick Alonso, engenheiro de soluções da Kinetica que trabalha no projeto da SFEI. Mesmo depois de migrar o aplicativo para um servidor usando uma única GPU – processadores que são bem adequados para o trabalho de machine learning –, a simulação ainda levou quase uma semana. A Kinetica decidiu então executar toda a carga de trabalho da SFEI no Oracle Cloud Infrastructure usando oito GPUs V100. "Não estamos mais considerando um número de dias para executar essa simulação", diz Alonso. "Estamos fazendo isso em horas – 18 horas e 26 minutos, para ser exato." *Sasha Banks-Louie é uma estrategista de conteúdo na Oracle

Organização sem fins lucrativos SFEI fez uma parceria com a Kinetica, uma startup de análise de dados que participa do Oracle for Startups. Por Sasha Banks-Louie* Embora o plástico seja conveniente,...

Pessoas

Bem-vindo a 2020: Principais tendências que impulsionam a transformação do RH

Os líderes também devem estar preparados para lidar com questões sociais, trabalhar de forma mais colaborativa e ajudar os outros a se adaptarem a uma enorme ambiguidade. Por Jason Richmond* Houve um momento mais emocionante (ou mais desafiador) para se trabalhar no campo de capital humano? Basta considerarmos alguns dos principais problemas que temos visto nos últimos anos. Desafios econômicos, sociais e políticos: Organizações de todos os tamanhos e indústrias estão lutando para lidar com incertezas, mudanças inesperadas e novas políticas. Fomos todos surpreendidos por estes conflitos e não sabemos o que vai acontecer na economia nos próximos dois anos. Inteligência Artificial e a Demanda por Transformação Digital: Muitas organizações e equipes de capital humano enfrentam dificuldades com ferramentas e sistemas datados, além de uma falta geral de conjuntos de habilidades analíticas. Em comparação há cinco anos, hoje há menos preocupação de que a IA eliminaria um grande número de postos de trabalho. A preocupação agora é que muitos dos algoritmos de IA que foram projetados para melhorar a eficiência e a qualidade da contratação realmente propagam vieses quando são incorporados no software corporativo. Diversidade e Inclusão: A preocupação com a falta de diversidade na força de trabalho continua aumentando. Uma pesquisa recente da Glassdoor descobriu que 61% dos funcionários dos EUA testemunharam ou sofreram discriminação no local de trabalho com base na idade, raça, sexo ou identidade LGBTQ. -Leia mais: 6 etapas para desenvolver uma estratégia bem-sucedida de competências interpessoais Força de trabalho multigeracional: Embora a maioria silenciosa dos membros da geração baby boomers tenham deixado a força de trabalho, eles não saíram no ritmo esperado. E a Geração Z tem entrado na força de trabalho em números crescentes. Montar uma equipe com uma força de trabalho tão diversificada continuará sendo um desafio para os empregadores. Essas questões não estão desaparecendo, mas continuarão se transformando e evoluindo. Embora eu não tenha bola de cristal, quero compartilhar o que observei na última pesquisa e o que eu ouço de meus clientes. Acesso a talentos: O baixo índice de desemprego, juntamente com a escassez de competências, resultou em uma "guerra por talentos", que afetou todos os setores. Hoje é fundamental ter estratégias robustas de desenvolvimento interno, aproveitamento da força de trabalho alternativa e construção de uma imagem personalizada do empregador para empregos-chave específicos e personalidades de funcionários. Acesso à diversidade e inclusão de talentos: Uma pesquisa da Glassdoor de 2019 descobriu que as empresas estão captando a mensagem e aumentando seu investimento em diversidade e inclusão. Mais de 64% dos funcionários dizem que sua empresa está investindo mais em diversidade e inclusão do que nos últimos anos. Pesquisa Econômica da Glassdoor A equipe estudou milhões das últimas listas de empregos na Glassdoor e descobriu que as vagas de emprego para funções relacionadas à diversidade e inclusão nos EUA aumentaram 30% desde o ano passado. Cinquenta e cinco por cento dos funcionários acreditam que sua empresa deve fazer mais para aumentar a diversidade e a inclusão. Desempenho organizacional: Tudo é uma questão de equipe. As organizações continuarão achatando seus organogramas à medida que substituem as hierarquias por equipes flexíveis e multifuncionais.  Uma pesquisa da Deloitte fornece evidências de que a mudança para um modelo baseado em equipe melhora o desempenho, com 53 por cento dos participantes da pesquisa relatando uma melhora significativa de tal mudança. Infelizmente, apenas 7% dos entrevistados relataram que estão prontos para executar essa mudança. Requalificação da força de trabalho:  Uma das maiores e mais excitantes tendências é a quase morte da descrição tradicional de uma vaga de trabalho, com sua lista de tarefas e responsabilidades. E embora a automação esteja crescendo rapidamente, os empregos podem não estar desaparecendo tão rapidamente quanto o previsto, mas certamente estão mudando. De acordo com a pesquisa da Deloitte, 84% dos entrevistados que disseram que automação exigiria requalificação relataram que estão aumentando o investimento para esse tipo de treinamento, e 18% caracterizaram esse investimento como “significativo". Mentalidade “culture-first”: O reconhecimento de que a cultura da empresa é fundamental para o sucesso organizacional atingiu proporções gigantescas. Duzentos CEOs proeminentes das maiores marcas do mundo declararam na Business Roundtable 2019 que o interesse dos acionistas não era mais o propósito central das empresas hoje. Eles elegeram os funcionários, juntamente com clientes, fornecedores e a comunidade em geral, como as principais partes interessadas. De acordo com dados da Glassdoor, a cultura da empresa está entre os principais fatores que os candidatos consideram como parte de sua busca de emprego. A partir de 2020, os executivos devem enfrentar esses desafios. Os dirigentes devem não só enfrentar os desafios da incerteza econômica e da rapidez da mudança tecnológica e social, mas também estar preparados para lidar com questões sociais, trabalhar de forma mais colaborativa e ajudar os outros a se adaptarem a uma enorme ambiguidade. Comando e controle devem dar lugar à capacidade de liderar com influência – e em escala global. Os líderes devem reinventar sua capacidade de se adaptar, aprender e criar colaborativamente a cultura organizacional ideal, que inspire paixão e comprometimento. *Jason Richmond é Chief Culture Officer e fundador da Ideal Outcomes

Os líderes também devem estar preparados para lidar com questões sociais, trabalhar de forma mais colaborativa e ajudar os outros a se adaptarem a uma enorme ambiguidade. Por Jason Richmond* Houve um...

Desenvolvedores

5 maneiras pelas quais a nuvem é revolucionária para desenvolvedores universitários

Para ajudar a remover o maior número possível de barreiras para professores e alunos aproveitarem os benefícios da nuvem, a Oracle lançou o Oracle Cloud - Modo Gratuito (Free Tier). Por Margaret Lindquist* Todos os anos, os alunos de Brendan Tierney na Technological University Dublin (TU Dublin) fazem um curso onde usam tecnologia para resolver problemas reais de diferentes instituições de caridade. No ano passado, um grupo de alunos decidiu trabalhar com um hospital de Dublin, na Irlanda, que atende pacientes com deficiências físicas e mentais. Após uma reunião com funcionários e pacientes, os alunos perceberam que precisavam de um ambiente técnico diferente para avançar com seu projeto. Tierney, que é professor na TU Dublin, trabalhou em estreita colaboração com os alunos e encontrou uma maneira de ajudar. "Eu disse: ‘Vocês precisam de um ambiente de banco de dados e algumas outras coisas’”, lembra ele. “E em cinco minutos todos eles estavam trabalhando no Oracle Autonomous Database.” -Leia mais: De DBA a Cientista de Dados O que é um banco de dados autônomo? É o banco de dados em nuvem da Oracle, que usa machine learning para reduzir, ou em alguns casos eliminar, o trabalho humano associado a ajustes, patches de segurança, atualizações de software, backups de dados e outras tarefas de rotina. Lançado em 2018, esta família de serviços em nuvem deixa DBAs e outros usuários livres para se dedicarem a um trabalho mais valioso. Gratuito para Educadores Para ajudar a remover o maior número possível de barreiras para professores e alunos aproveitarem os benefícios da nuvem, a Oracle lançou o Oracle Cloud - Modo Gratuito (Free Tier), que inclui novos serviços Uso Livre (Always Free). Isso significa que qualquer um – incluindo organizações de grande e pequeno porte, desenvolvedores, estudantes, professores e profissionais de TI – pode experimentar serviços e criar aplicativos na Oracle Cloud. Os serviços Uso Livre são um conjunto de recursos essenciais que incluem duas instâncias do Oracle Autonomous Database, duas instâncias de máquina virtual de computação, 100 gigabytes de armazenamento de bloco, 10 gigabytes de armazenamento de objetos e arquivos em cada  instância, balanceamento de carga e rede, monitoramento e notificações – tudo disponível sem custo algum e sem data de validade, desde que ainda esteja em uso. Tierney comemora a medida, observando que ela garante aos professores que o banco de dados em nuvem estará disponível para uso nas salas de aula durante muito tempo. Ele acrescenta ainda que isso significa que os alunos estarão aprendendo com o melhor banco de dados do mercado e – estejam ou não usando o Oracle Cloud Database em um projeto em sala de aula – eles poderão criar uma instância de nuvem separada para qualquer projeto paralelo com o qual estejam envolvidos, seja um trabalho voluntário ou um plano empreendedor. Além disso, professores membros institucionais da Oracle Academy e seus alunos poderão acessar esses serviços de nuvem e créditos gratuitos por meio de um novo Programa Oracle Academy Cloud, que inclui novos treinamentos para professores e cursos para o Oracle Autonomous Database para ajudar os alunos a expandir seu conjunto de habilidades e ganhar experiência prática. A nuvem na sala de aula Professores e alunos estão começando a explorar os benefícios do banco de dados autônoma para uso em sala de aula, como demonstram os cinco exemplos a seguir. 1. Os alunos podem começar a usar quase instantaneamente. "Posso colocar os alunos para trabalhar no banco de dados em questão de minutos", diz Tierney, que também é Embaixador Oracle Groundbreaker. "Costumava levar dias, semanas ou até meses." Segundo ele, se a nuvem não trouxer mais nada para a sala de aula, isso já seria suficiente. Jenny Tsai-Smith, vice-presidente de gerenciamento de produtos de banco de dados da Oracle, sempre ouve os professores com quem trabalha citarem essa vantagem: "Eles adoram qualquer coisa que elimine o trabalho de criação de ambientes de sala de aula para os alunos, porque o que eles querem é usar seu tempo ensinando." 2. As faculdades só pagam por aquilo que utilizam. As faculdades não estão pagando pela computação que não estão usando. Por exemplo, os professores podem desativar suas instâncias durantes as férias para que seus créditos em nuvem não sejam usados. Em comparação, a computação no local envolve custos irrecuperáveis para licenças de software e hardware que ficam ociosos quando não são usados pelos alunos. 3. O banco de dados autônomo suporta a sala de aula global e o aluno em qualquer lugar, a qualquer hora. A TU Dublin tem vínculos com universidades do mundo inteiro e um robusto programa de intercâmbio. A instituição administra salas de aula virtuais para muitas dessas universidades, permitindo que os alunos entrem no ambiente rapidamente e proporcionando uma experiência uniforme para todos no programa. Isso está relacionado a uma filosofia de acesso “em qualquer lugar, a qualquer momento”. Requisitos de segurança para ambientes on-premise costumavam restringir os alunos a determinados locais do campus para fazer seu trabalho. Agora, "Não importa onde os alunos estejam trabalhando", diz Tierney. "Na universidade, em casa, em um café, no trem – eles podem trabalhar em qualquer lugar." 4. Os alunos recebem os recursos mais recentes e poder computacional para conjuntos de dados muito maiores. Um dos principais benefícios de um banco de dados em nuvem é o acesso imediato aos recursos mais recentes e a patches de software instantâneos. "Podemos começar a usar os novos recursos assim que forem lançados", diz Tierney. Outro benefício relacionado são os recursos de processamento muito mais poderosos que os alunos têm na nuvem. Por exemplo, antes da nuvem, alunos que estivessem desenvolvendo modelos de machine learning teriam seu trabalho restringido pela memória, energia da CPU e armazenamento de seus laptops. “Eles só poderiam trabalhar com um volume limitado de dados", diz Tsai-Smith. “Não seria possível para os alunos analisar os enormes conjuntos de dados que certamente os ajudariam a melhorar os modelos de machine learning”, o que resultaria em soluções menos eficazes. Por meio da nuvem, os alunos podem explorar capacidades muito maiores de armazenamento e computação. 5. O treinamento prepara o profissional de amanhã. O aluno ainda precisa entender o funcionamento dos bancos de dados transacionais tradicionais on-premise, embora o banco de dados autônomo deixe claro que, uma vez no mercado de trabalho, seu valor como profissional não dependerá da execução de tarefas de manutenção de rotina. “O banco de dados autônomo simplifica tudo para nós", diz Tierney. "Ele nos livra das tarefas chatas e monótonas e permite que os meus alunos se concentrem em agregar mais valor aos aplicativos”. Com isso eles estarão bem preparados para o mercado de trabalho, onde agregar valor às inovações de uma empresa é fundamental para uma carreira de sucesso. “Eles poderão dizer: ‘Já trabalhei com bancos de dados on-premise e em nuvem, puder ver os benefícios de ambos e o que funcionaria melhor’”, diz Tierney. Tsai-Smith acrescenta que, em suas conversas com os alunos, fica claro que trabalhar com um ambiente em nuvem é algo que todos esperam fazer, não importa o trabalho que arrumarão assim que se formarem. “Ainda mais importante do ponto de vista da equidade", diz Tsai-Smith, “os recursos de nuvem estão disponíveis para todos – da maior e mais prestigiada universidade à menor faculdade local.” *Margaret Lindquist é Diretora Sênior de Conteúdo para marketing de marca Oracle

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Transformação na TI

Safra Catz, CEO da Oracle: O que a mudança para a Oracle Cloud fez por nós

A mudança para aplicativos e infraestrutura em nuvem colocou a empresa em um caminho de eficiência cada vez maior. Por Margaret Harrist* Fechar o balanço em 12 dias (ou menos) e reduzir o tempo para avaliação de talentos em mais de 70%.  Esses são os benefícios concretos que a Oracle está tendo com o uso de seus próprios aplicativos de nuvem – benefícios que a CEO Safra Catz descreveu na reunião de resultados do segundo trimestre da empresa em 12 de dezembro. A mudança para aplicativos e infraestrutura em nuvem colocou a empresa em um caminho de eficiência cada vez maior, usando os novos recursos e automação inteligente para simplificar continuamente seus processos e modelo empresarial. Catz, por sua vez, espera um aumento nas taxas de crescimento da receita da empresa e sua eficiência. -Leia mais: Como migrar para a nuvem: as 4 maiores preocupações do back office Além disso, a Oracle e seus clientes estão ganhando outro grande bônus. “Embora tenhamos milhares de clientes e referências, nossa própria experiência com a adoção dos aplicativos e da infraestrutura Oracle Cloud nos permite atuar como consultores experientes para organizações que querem saber como conduzir sua própria transformação digital", disse Catz. Catz listou alguns dos benefícios específicos que a Oracle alcançou até o momento: •Eficiência financeira. “Com o Oracle ERP Cloud, agora conseguimos fechar o balanço contábil e informar nossos resultados em 12 dias ou menos, enquanto muitas empresas levam semanas”, disse Catz. "Usando IA e processos no Oracle ERP Cloud, conseguimos eliminar mais de 30% de nossas atividades contábeis manuais.” •Melhores processos de RH. “Com o Oracle HCM Cloud, o nível de satisfação dos nossos profissionais nunca foi tão alto, com índices inéditos para processos como contratação e integração de novos funcionários”, disse ela. "Também facilitamos as coisas para nossos gerentes e suas equipes, já que o Oracle HCM reduz em mais de 70% o tempo necessário para concluir o processo de análises de talentos. E estamos economizando mais de 20.000 horas de tempo dos gerentes a cada ano com nosso processo acelerado de oferta de emprego.” •Vendas e marketing automatizados e orientados por dados. “Estamos usando nossa plataforma de nuvem de front-office – potencializada com machine learning e Oracle Data Cloud – para ajudar nossa equipe de vendas a vender mais e mais rapidamente", disse Catz. “Com Oracle Marketing Cloud, o planejamento de campanha agora leva dias em vez de semanas, e com machine learning integrado, o número conversão de leads simplesmente dobrou. Capturamos automaticamente milhões de atividades no Oracle Sales Cloud a cada ano. E com o Oracle CPQ Cloud, ficou muito mais rápido e fácil fazer pedidos, sendo que mais de 70% de nossas transações são totalmente automatizadas. Precisávamos disso para lidar com o crescente volumes de transações como resultado da mudança de nossos clientes para a nuvem.” •Custos de TI mais baixos. Segundo Catz, os custos internos de TI da Oracle caíram em milhões – mesmo com a empresa adotando mais de 100 novos recursos de aplicativos de nuvem a cada trimestre. Saiba mais sobre como a Oracle migrou suas operações para a nuvem e os resultados que a empresa alcançou. *Margaret Harrist é estrategista sênior de conteúdo da Oracle.

A mudança para aplicativos e infraestrutura em nuvem colocou a empresa em um caminho de eficiência cada vez maior. Por Margaret Harrist* Fechar o balanço em 12 dias (ou menos) e reduzir o tempo...

Transformação na TI

A melhor maneira de obter benefícios da IA: não almeje o céu

Os erros típicos incluem não preparar os dados corporativos de forma adequada ou falhar em ampliá-los com fontes de informação externas. Por Aaron Ricadela* As empresas colherão mais sucesso de projetos de inteligência artificial (IA) definindo metas de curto prazo e atingíveis em vez de buscando outras ambiciosas demais, aconselham executivos do setor. A agitação em torna da IA, o conjunto de técnicas estatísticas que ensina softwares a tomar decisões baseadas em dados passados, estimula muitas empresas a se apressarem na adoção e no lançamento de “tiros para a Lua” que são difíceis de concretizar, comentou Clive Swan, vice-presidente sênior de desenvolvimento de aplicativos da Oracle, na conferência Oracle OpenWorld 2019, no último mês de setembro. -Leia mais: Como migrar para a nuvem: as 4 maiores preocupações do back office Os erros típicos incluem não preparar os dados corporativos de forma adequada ou falhar em ampliá-los com fontes de informação externas como matérias jornalísticas, comunicados à imprensa e informações financeiras ou corporativas, observou Swan. Bill Briggs, diretor de Tecnologia da Deloitte Consulting, usou uma metáfora de beisebol dizendo, durante outra discussão na Oracle OpenWorld, que as empresas podem se dar melhor “jogando o jogo direto”, ou seja, nada de jogadas de efeito. “Encarar a IA como a heroína da história é um tanto enganoso”, acrescentou. Computação em nuvem e software de análise de dados frequentemente trabalham com sistemas de IA, por exemplo. Os projetos mais modestos tendem a vir de CIOs em vez de CEOs, e incluem, por exemplo, ajudar provedores de serviços de saúde a melhorar a cobrança dos pacientes em vez de seus tratamentos, escreveu em outubro de 2019 o especialista do setor Irving Wladawsky-Berger em um artigo no The Wall Street Journal. Escrevendo na Harvard Business Review em 2018, Tom Davenport, um prestigiado professor de tecnologia da informação da Babson College, citou um estudo com mais de 150 projetos de IA que mostrou que “projetos altamente ambiciosos do tipo ”tiro na Lua” tem menor probabilidade de sucesso que os do tipo “fruta ao alcance da mão” que aprimoram processos empresariais”. Aperfeiçoamentos da IA No OpenWorld 2019, a Oracle anunciou vários novos aperfeiçoamentos de softwares empresariais imbuídos com IA, que incluem: •Uma versão de seu Assistente Digital com tecnologia de IA para agendar reuniões tem um vocabulário mais especializado para relatórios de vendas. •O Assistente Digital da Oracle agora funciona com o Microsoft Teams para consultar aplicativos de negócios para vendas, gerenciamento de projetos, relatórios de despesas e outras tarefas. Isso significa que os usuários do aplicativo de conversas da Microsoft para grupos de trabalho podem consultar o software de gerenciamento de vendas e de RH da Oracle automaticamente via tela do Teams. •A Oracle também está integrando o assistente digital com o Slack, o Facebook Messenger e o WeChat, além de com os sistemas de comando de voz Siri ,da Apple e Alexa, da Amazon. •Um novo assistente para o Oracle Supply Chain Management Cloud, que fornece informações sobre fornecedores selecionadas de fontes de informações financeiras, permite aos usuários monitorar e identificar problemas. •Um recurso de ERP para gerenciamento de fornecedores chamado “pagamento inteligente” pode identificar fornecedores que proporcionam as melhores economias como compensação por pagamento antecipado. •Uma funcionalidade de IA integrada no Oracle HCM Cloud dá a recrutadores de RH a capacidade de examinar grandes volumes de currículos para identificar os candidatos mais promissores a empregos. Rastreamento de projetos de IA A Oracle OpenWorld também teve a volta ao palco do veterano do setor Vishal Sikka, fundador e CEO da Vianai Systems, cujo software para projetos de IA visa a tornar a documentação mais visual e colaborativa. Sikka, um membro do conselho de administração da SAP e CEO da InfoSys, demonstrou como o software da Vianai podia rastrear dúzias, até mesmo centenas de experimentos de IA mostrando objetivos dos projetos, membros de equipes e a capacidade de adicionar novos recursos a experimentos se um analista de sistemas identificar informações potencialmente significativas. Por exemplo, um sistema que preveja que membros de uma academia têm chances de cancelar suas matrículas pode incorporar rapidamente pontos de dados dos membros que ingressaram em janeiro, um possível fator de previsão de uma frequência de curta duração. Sikka, cuja empresa anunciou em outubro de 2019 uma rodada de financiamento de US$ 50 milhões, comparou as ferramentas de “edição visual” da Vianai com software tradicional de “notebook” de machine learning, como o pacote de código aberto amplamente usado, Jupyter, que pode incluir longas páginas cheias de códigos e gráficos.  *Aaron Ricadela é diretor de Comunicações Estratégicas da Oracle

Os erros típicos incluem não preparar os dados corporativos de forma adequada ou falhar em ampliá-los com fontes de informação externas. Por Aaron Ricadela* As empresas colherão mais sucesso de projetos...

Transformação nos Negócios

Como migrar para a nuvem: as 4 maiores preocupações do back office

Algumas das principais preocupações sobre migrar sistemas de back-office financeiros, de RH e outros estão no nível tático, aponta especialista. Por Margaret Harrist* As conversas sobre computação em nuvem mudaram, de “Por que devemos migrar?” para “Como?” Algumas das maiores preocupações sobre migrar os sistemas de back office financeiros, de RH e outros estão no nível tático, observa o veterano do setor Juergen Lindner, vice-presidente sênior de marketing de aplicativos de nuvem da Oracle. Encabeçando a lista, diz ele, estão estas quatro: 1-Garantir que aplicativos em nuvem complementem seus aplicativos no local, muitos dos quais altamente personalizados. “Ambientes híbridos serão uma realidade por algum tempo”, comenta Lindner. “A jornada de cada empresa para a nuvem é diferente, mas muitas delas percebem que seus sistemas personalizados oferecem vantagens competitivas que não querem perder com a migração para a nuvem.” O volume dessas personalizações de softwares no local, algumas feitas há décadas, pode ser espantoso. Uma empresa com que Lindner e sua equipe trabalharam tinha 15.000 dessas personalizações, mas, quando as examinou com atenção, descobriu que não usava muitas delas e que outras não seriam necessárias, pois suas substitutas na nuvem forneciam funcionalidade comparável. No fim, a empresa teve de criar somente 16 extensões para seu software na nuvem para dar suporte a certas necessidades específicas. “Com frequência, o diálogo tem de mudar—de o que uma empresa fez no passado e que investimentos afundaram em personalizações para se podem se dar ao luxo de ficar presas a melhores práticas de anos atrás quando outras de seu setor estão se adaptando a melhores práticas que mudam constantemente na nuvem”, comenta Lindner. -Leia mais: 6 etapas para desenvolver uma estratégia bem-sucedida de competências interpessoais 2-Decidir com que processos empresariais começar. A nuvem não é apenas tecnologia nova; ela exige uma nova maneira de trabalhar que envolve mudanças em cargos e tomada de decisões mais rápida. Algumas empresas começam com um sucesso rápido, trabalhando em processos relativamente simples e aplicando as lições aprendidas quando migram outros processos, relacionados, para a nuvem. Algumas começam com uma única subsidiária, usando-a como um laboratório e então expandem aquela implantação da nuvem para outras áreas da empresa. Algumas começam com uma região geográfica para lidar com requisitos regulatórios ou tributários específicos. “Muitos estão observando atentamente o que seus pares do setor estão fazendo. Eles querem saber se estão migrando primeiro, o que podem aprender com aqueles que já migraram para a nuvem e como o fizeram”, diz Lindner. “Naturalmente, eles querem tirar o máximo possível de risco da equação.” No Oracle OpenWorld 2019, em San Francisco, nos EUA, os participantes lotaram sessões para ouvir em primeira mão sobre a migração da própria Oracle para a nuvem e conversar com funcionários dos departamentos Financeiro, de RH, de Cadeia de Suprimentos, Vendas, Marketing e outros que usam os aplicativos de nuvem da empresa todos os dias. 3-Gerenciar a coexistência com vários fornecedores de nuvem. Com aplicativos de nuvem, é fácil demais para as linhas de negócios simplesmente inserirem um cartão de crédito para assinar a nuvem de um fornecedor. “Isso dificulta muito para o CIO reconciliar todas as nuvens individuais de uma empresa”, observa Lindner. “Com frequência, líderes da empresa querem uma arquitetura que possa dar suporte a eles em qualquer linha de negócios e qualquer tipo de camada de tecnologia.” Mas uma empresa que junte aplicativos de nuvem de uma miríade de fornecedores também está adotando vários modelos de dados, que exigirão mecanismos de ponte caros e reconciliação constante, ele adverte. Os desafios aumentam se a empresa pretender aplicar algoritmos de machine learning que precisam extrair dados daqueles silos separados. Pacotes de aplicativos de nuvem de um único fornecedor lidam com integração desde a instalação, liberando as organizações para se concentrarem em inovações de nível mais alto que impulsionam prioridades de negócios. 4-Garantir que os roteiros dos fornecedores de nuvem se alinhem com a estratégia–e com o orçamento–de sua empresa. Uma grande preocupação dos clientes da SAP, ex-empregadora de Lindner, é que a empresa está exigindo a implementação de seus aplicativos na arquitetura SAP Hana até 2025—o que é caro. “É fundamental entender os requisitos de arquitetura das ofertas de nuvem de um fornecedor”, ele comenta. “Muitas empresas estão explorando como reduzir a dependência de seu fornecedor tradicional devido a uma nova arquitetura muito cara que logo será necessária—e estão concluindo que, se tiverem de reimplementar de qualquer forma, podem procurar outras parcerias de nuvem.” Outra consideração importante é se a oferta de nuvem fornece todas as funcionalidades de que uma empresa precisa. Em ERP, por exemplo, isso pode incluir relatórios integrados, recursos de planejamento e elaboração de orçamentos, bem como conformidade a normas automática. Naturalmente, segurança e integração comprovadas com outros sistemas empresariais são indispensáveis, ele acrescenta. “Também é aconselhável examinar o investimento do fornecedor em, e sua abordagem estratégica a, tecnologias como machine learning, Internet das Coisas e blockchain”, observa Lindner. “As regras mudam constantemente. É importante ter parceiros de tecnologia que permitam a você incorporar inovações recentes com rapidez—sem que você precise de um pequeno exército de cientistas de dados.” *Margaret Harrist é Diretora de Estratégia e Implementação de Conteúdo da Oracle

Algumas das principais preocupações sobre migrar sistemas de back-office financeiros, de RH e outros estão no nível tático, aponta especialista. Por Margaret Harrist* As conversas sobre computação em...

Transformação nos Negócios

Misturando tradição e tecnologia, a Illycaffè produz um café único

Empresa italiana, conhecida e admirada por amantes de café ao redor do mundo, utiliza a Oracle HCM Cloud para cultivar sua equipe global diversa e dedicada. Por Linda Currey Post* Quando Francesco Illy inaugurou sua empresa de café em Trieste, Itália, em 1933, ele tinha um objetivo principal: oferecer o melhor café para o mundo. Para garantir que uma xícara de café esteja hoje dentro dos padrões estabelecidos por Francesco, a empresa aperfeiçoou uma combinação específica de grãos arábica de nove regiões diferentes. Os executivos da empresa também trabalham para manter o sentimento familiar tão apreciado por seu fundador. A empresa considera parte da família illy todos que estão associados à empresa – dos produtores que cultivam os grãos aos funcionários da linha de produção que moem, misturam e embalam o café, até os baristas que servem o illy espresso. -Leia mais: Novo software gera oportunidades para deficientes visuais na IBVI Desde sua fundação, a empresa tem um compromisso de "transparência, sustentabilidade e excelência, e nossos valores são baseados nesses compromissos", diz Luca Tiepolo, que atua como Diretor de Informação e Diretor de Recursos Humanos. Em 2018, a illycaffè bateu o recorde de receita com €483 milhões, um aumento de 3,5% em relação ao ano anterior, e um crescimento de 10,7% no EBITDA em relação ao ano anterior. Os clientes podem comprar café illy em mais de 140 países, em 259 lojas da marca illy, 10.000 restaurantes e lojas de varejo que vendem grãos embalados para moagem em casa. Todos os dias, aficionados bebem 8 milhões de xícaras de café illy. A empresa atribui seu crescimento em parte à adoção da tecnologia ao longo de sua história, diz Tiepolo. A empresa detém muitas patentes na produção de café, como inovações no design e pressurização das latas que mantêm o café fresco, e a invenção de cápsulas individuais e pré-medidas de café expresso. Em 1935, o fundador Francesco inventou a máquina de café expresso "illetta", que aplica calor a vapor sem queimar o café – o mesmo processo amplamente utilizado ainda hoje em cafeterias. Com doutorado em química, Ernesto, o filho do fundador, criou o laboratório de pesquisa da empresa, também em Trieste. Foi nesse laboratório que, em 1982, os cientistas criaram uma máquina digital patenteada que analisa automaticamente o formato e a cor de grãos individuais de café. Em 1995, a empresa introduziu a “X1”, uma elegante máquina de café expresso projetada para uso doméstico sob a orientação do neto do fundador, Franceso. La Famiglia O fundador da Illy esperava que sua empresa pudesse manter o "sentimento familiar" depois que ele entregasse o comando para a próxima geração. Para promover esse sentimento entre os 1.300 funcionários que agora trabalham para a illy em todo o mundo, a empresa também precisava de novas tecnologias que os ajudassem a padronizar programas de RH em todos os locais, diz Tiepolo. A empresa usa o Oracle Human Capital Management (HCM) Cloud porque a solução ajuda a equipe de RH não só a oferecer pacotes padronizados de remuneração e benefícios em diferentes países, mas também identificar funcionários talentosos para contratação em novos locais, fornecendo aos gerentes uma fonte única de informações detalhadas sobre cada membro dessa família em crescimento. “Agora que temos maior controle das pessoas e de suas funções dentro de nossa organização, podemos oferecer a cada uma delas um plano de carreira para enriquecer as competências de nossa equipe”, diz Tiepolo. “Estamos usando o sistema como um facilitador para implementar nossos processos e estratégias e ter uma força de trabalho engajada.” Como a empresa depende mais de aplicativos em nuvem, ela consegue adotar tecnologias mais rapidamente e alcançar mais benefícios dessa forma. “Isso nos permite investir mais tempo e energia para extrair mais valor do sistema em vez de gastar tempo na manutenção de aspectos técnicos”, diz ele. As funções de recrutamento do aplicativo ajudam a illy a atrair e reter os melhores funcionários para que a empresa possa atingir o objetivo principal de seu programa de RH – “ter as pessoas certas no lugar certo no momento certo”, diz Tiepolo. A empresa procura talentos com aquilo que Tiepolo chama de "fator illy", ou seja, “a paixão e o forte apego dos nossos funcionários à empresa.” O próprio Tiepolo tem essa paixão, que ele sente ao apreciar seu café illy diário – em uma xícara aquecida, sem açúcar e um pouco de creme por cima. Segundo ele, uma xícara de café expresso lhe permite apreciar "sabores especiais" – no café e na vida – e o deixa mais energizado para qualquer desafio que ele possa ter de enfrentar durante o dia. Investindo em pessoas Para apoiar o desenvolvimento contínuo de carreiras, a illy fez parcerias com instituições de ensino e organizações do setor para desenvolver um curso de nível de pós-graduação na produção sustentável de café. Ao final do curso, feito em colaboração com as universidades de Udine e Trieste, os alunos podem obter um mestrado em economia e ciência do café. O fundador da illycaffè também demonstrava forte interesse na sustentabilidade do cultivo saudável de café. Ele criou programas que continuam em vigor até hoje, nos quais especialistas da illy trabalham com os produtores de café para melhorar a produção e a rentabilidade das safras. A illy, por sua vez, reconhece seus melhores produtores por suas técnicas agrícolas sustentáveis com um prêmio em dinheiro e, desde 1991 a empresa já distribuiu US$ 2 milhões. Café online Quando substituiu seu site de comércio eletrônico orientado ao produto por um site mais voltado para a experiência do cliente, a illy aumentou sua receita em 24% só nos primeiros 18 meses. A empresa espera que o novo site atraia ainda mais atenção com a adição de um chatbot construído com a tecnologia Oracle Digital Assistant.   Tiepolo espera que os clientes da illy com mais traquejo digital aproveitem o chatbot no site para enviar perguntas sobre características, disponibilidade e preços de produtos. Agentes humano de atendimento ao cliente responderão todas as perguntas que o chatbot não puder esclarecer. Tiepolo ressalta que, com 8 milhões de xícaras de café illy sendo consumidas todos os dias, a empresa tem a oportunidade de encantar – ou decepcionar – seu consumidor a cada xícara. Por isso eles decidiram adotar o módulo Responsys do Oracle Customer Experience (CX) para ajudá-los a enfrentar esse desafio. O Responsys captura detalhes das interações com o cliente em todos os canais, incluindo chatbot, conversas pessoais e e-mails, e resume esse feedback para que os gerentes da empresa possam reagir adequadamente. Com esses dados, os profissionais de marketing da illy podem, por exemplo, personalizar mensagens para o público-alvo em diversos canais, incluindo pesquisa no site, email e celular. Tiepolo está ansioso para explorar muitas outras inovações à medida que a empresa evolui. Ele diz que o futuro será brilhante, já que a grande família Illy continua honrando suas tradições e adotando novas tecnologias. *Escritora premiada de ciência e tecnologia, Linda Currey Post é também estrategista de conteúdo sobre nuvem para HCM (Gestão de Capital Humano) na Central de Conteúdo da Oracle

Empresa italiana, conhecida e admirada por amantes de café ao redor do mundo, utiliza a Oracle HCM Cloud para cultivar sua equipe global diversa e dedicada. Por Linda Currey Post* Quando Francesco Illy...

Pessoas

6 etapas para desenvolver uma estratégia bem-sucedida de competências interpessoais

Veja um processo de seis etapas para ajudá-lo a desenvolver uma estratégia de habilidades interpessoais mais eficaz. Por Jason Richmond* Todos os anos, o LinkedIn publica uma lista de “Principais habilidades”, que analisa a enorme rede social profissional a fim de classificar quais são as habilidades com muita demanda e pouca oferta. Paul Petrone, editor do LinkedIn Learning fez uma publicação no blog afirmando que 57% dos líderes seniores na plataforma dizem que habilidades interpessoais são mais importantes para os negócios do que as habilidades técnicas.  De acordo com o LinkedIn, as cinco principais habilidades interpessoais, pelo menos em 2019, eram: criatividade, persuasão, colaboração, capacidade de adaptação e gerenciamento de tempo. A DDI, uma empresa global de consultoria em RH, oferece uma perspectiva diferente. Em um estudo que correlacionava as habilidades interpessoais com o desempenho, descobriram que a empatia era fundamental. Mais especificamente, empatia era a habilidade de interação que causava mais impacto no desempenho, na tomada de decisão, na formação, no engajamento, no planejamento e na organização de forma geral. No entanto, a empatia foi uma das habilidades com menor pontuação entre os líderes de linha de frente analisados. -Leia mais: Tecnologia inteligente proporciona uma abordagem mais pessoal ao RH A Society for Human Resources (SHRM) teve uma abordagem um pouco diferente ao analisar as principais habilidades que faltavam para os candidatos ao trabalho. Habilidades com oferta escassa: solução de problemas, capacidade de lidar com complexidade e ambiguidade e comunicação. Ler esses artigos e pesquisas pode ser assustador para líderes e profissionais que trabalham com gestão de talento por diversos motivos. Primeiro, embora haja uma sobreposição de prioridades com relação às habilidades, há bastante variação para criar confusão (como você lida com a ambiguidade neste momento?). Em segundo lugar, pode ser muito difícil avaliar as habilidades interpessoais dos funcionários de forma objetiva. E por último, há uma crença profunda de que essas habilidades são difíceis de ensinar e ainda mais complicadas de medir.    Vamos começar com as prioridades: em quais habilidades interpessoais as empresas devem se concentrar primeiro? Um dos motivos para as organizações hesitarem em investir no desenvolvimento de habilidades interpessoais e que estes programas não demonstraram ter causado grande impacto. Isso ocorre em grande parte porque as organizações não definem com antecedência o motivo pelo qual querem alcançar determinado desenvolvimento e quais são as metas que desejam alcançar. E mesmo se definem a meta, não a alinham aos objetivos empresariais. Veja um processo de seis etapas para ajudá-lo a desenvolver uma estratégia de habilidades interpessoais mais eficaz.   1-Estabeleça a equipe de desenvolvimento adequada: As áreas de RH e Gestão de Talentos não conseguem lidar sozinhas com este projeto. Crie uma equipe pequena, com dez ou doze pessoas com boas habilidades interpessoais e que representem as principais funções operacionais: funcionários externos, funcionários de atendimento, gerentes intermediários e alguns líderes que defenderão a causa. Inclua um ou dois funcionários de potencial elevado que, se forem sabiamente identificados, possuirão muitas das habilidades que você deseja desenvolver nos outros funcionários.   2-Comece com foco nas necessidades empresariais: O que está acontecendo com sua empresa? Quais são suas duas ou três principais estratégias empresariais? Você quer aumentar os lucros, melhorar a satisfação do cliente ou estimular a inovação? Você quer aumentar a interação dos funcionários e a retenção de talentos?   3-Defina quais são as habilidades interpessoais mais impactantes para realizar estas estratégias: Por exemplo, se o nível de satisfação do cliente está baixo, analise as habilidades demonstradas pela sua equipe voltada aos clientes. Eles são cordiais? Eles são bons ouvintes? Eles sabem gerenciar o tempo e o acompanhamento? Quais são as reclamações de atendimento mais comuns? Elas são relacionadas aos produtos ou às pessoas? Se o objetivo for estimular a inovação, quais os principais comportamentos que impulsionam a inovação estão faltando? Por exemplo, os funcionários capacitados recebem microgerenciamento? Os gerentes são bons em oferecer suporte à tomada de risco? Ou os erros são duramente criticados? Esta é uma maneira simples, mas determinante para fazer uma análise das necessidades empresariais e vincular suas intervenções ao impacto empresarial. Por exemplo, seis meses após um treinamento em escuta empática e solução de problemas, você começa a ver um aumento no nível de satisfação do cliente?   4-Leve em conta a importância da empatia: Há muitas definições para empatia. Talvez a mais simples seja a capacidade de se colocar no lugar do outro, com a capacidade de imaginar o que ele pode estar sentindo ou pensando. A empatia está conectada à inteligência emocional. Muitos pesquisadores comprovaram que a empatia é necessária para uma liderança bem-sucedida, mas que é uma habilidade pouco vista.  Não importa quais sejam suas outras necessidades empresariais, podemos presumir que exista essa lacuna em sua organização. O desafio é determinar quais são essas lacunas e quais são as lacunas comportamentais associadas a ela. Diversas ferramentas de avaliação podem ajudar. A avaliação MBTI (Myers Briggs) é útil para determinar estilos de personalidade e se você tem uma força de trabalho equilibrada. O Perfil de pontos fortes pessoais (Personal Strengths Profile, PSP) oferece informações sobre estilos de personalidade, comunicação e solução de problemas. Além disso, a Escola de Extensão de desenvolvimento profissional da Universidade de Harvard recomenda estas ferramentas: Testes da Mind Tools, do Institute for Health and Human Potential e TalentSmart. Tais ferramentas ajudam a analisar mais especificamente as lacunas, para que você desenvolva programas que as suprimam. As avaliações 360 trarão informações sobre as habilidades interpessoais de seus líderes e gestores, além de dados das pesquisas de interação e de funcionários. Procure padrões de lacunas e se concentre em seus principais problemas.   5-Planeje seu programa e os métodos de realização: Após ter um bom entendimento das suas necessidades empresariais, as habilidades interpessoais necessárias para conseguir alcançá-las e as lacunas atuais de sua organização, você estará pronto para criar sua estratégia de programa. Leve em conta que essas habilidades precisam de prática e de feedback. Programas online com ritmo próprio, especialmente aqueles com modelos em vídeo, podem conscientizar e desenvolver conhecimentos. Eles são muito eficientes, mas não oferecem prática nem feedback. Treinamento e mentoria online ao vivo e presenciais são abordagens melhores. Gravações em vídeo, sessões de dramatização e de feedback estruturados associadas ao treinamento serão ainda mais eficazes. Considere também o desenvolvimento de uma turma. Crie grupos de colegas que ensinam e oferecem feedback contínuo uns aos outros após as reuniões, discussões em grupo ou sessões rápidas improvisadas.     6-Meça o progresso e os resultados: Desenvolva um scorecard visual simples para acompanhar seu progresso trimestralmente. Pontos de dados que podem ser incluídos são métricas empresariais relevantes, comentários dos participantes do programa, mudanças nas pontuações 360, dados de pesquisas pontuais de funcionários, de faturamento, e assim por diante. Baseie o acompanhamento nas metas estabelecidas no início do processo. O sucesso organizacional e do trabalho de longo prazo depende muito do domínio das habilidades interpessoais. Esse domínio leva tempo, então quanto antes você começar, mais cedo haverá um impacto positivo em sua organização. Desenvolva a estratégia de habilidades interpessoais do seu setor de RH Você pretende melhorar as habilidades interpessoais de sua organização? Conheça a suíte de gestão de talento da Oracle HCM Cloud e veja por que fomos considerados Líderes em 2019 Quadrante Mágico Gartner para Suítes de HCM na nuvem. *Jason Richmond é diretor cultural e fundador da Ideal Outcomes

Veja um processo de seis etapas para ajudá-lo a desenvolver uma estratégia de habilidades interpessoais mais eficaz. Por Jason Richmond* Todos os anos, o LinkedIn publica uma lista de...

Desenvolvedores

Oracle se junta a milhares de desenvolvedores no TDC Porto Alegre

Última edição de 2019 da conferência para desenvolvedores reuniu cerca de 6 mil pessoas no Campus Zona Sul da UniRitter, na capital gaúcha. Entre os dias 27 e 30 de novembro, a Oracle esteve em Porto Alegre para participar da última edição de 2019 do The Developer´s Conference (TDC), maior evento relacionado a desenvolvimento de software no Brasil, que foi realizado no Campus Zona Sul da UniRitter. Antes de passar pela capital gaúcha, a conferência contou com edições em outras quatro importantes cidades do Brasil ao longo deste ano: Florianópolis, em abril, Belo Horizonte, em junho, São Paulo, em julho, e Recife, em outubro. E a Oracle marcou presença em todas elas. Ao longo dos 4 dias do TDC Porto Alegre, cerca de 6 mil pessoas passaram pelo evento, que também registrou aproximadamente 2.200 participações on-line. Neste período, o público teve acesso a uma ampla variedade de conteúdos no evento, que contou com mais de 10 trilhas paralelas por dia. -Leia mais: O que um Oracle Database gratuito significa para esses 4 desenvolvedores No total, a comitiva de especialistas da Oracle apresentou quase 20 palestras na conferência, incluindo apresentações sobre temas como Java, realidade virtual (VR), blockchain, inteligência artificial (IA), cloud, acessibilidade e diversidade. O LAD Community Manager da Oracle, Pablo Ciccarello, que também esteve nas edições do TDC em São Paulo e Florianópolis neste ano, destaca a presença cada vez mais forte da Oracle no evento. “Temos networking, palestras, pessoas da empresa coordenando trilhas e cada vez mais conteúdos”, afirma. Além disso, a Oracle contou com um stand no The Developer´s Conference Porto Alegre, em que os frequentadores puderam conhecer mais sobre a empresa e suas soluções – ao todo, foram realizados 535 trials e 140 hands on durante a conferência. Para o Developers Relations Program Manager, Wellington Rosa, que esteve presente em todos os TDCs neste ano, a edição na capital gaúcha foi uma das melhores da temporada. . “Um dos principais saldos é a maior aproximação da comunidade de desenvolvedores”, explica Wellington, que aponta o evento como uma porta de entrada para a nova Oracle. E as próximas edições do TDC já estão confirmadas. Entre 16 e 18 de abril, o evento passa por Belo Horizonte. Já entre 2 e 6 de junho é a vez de Florianópolis receber a conferência. Clique aqui para mais informações.

Última edição de 2019 da conferência para desenvolvedores reuniu cerca de 6 mil pessoas no Campus Zona Sul da UniRitter, na capital gaúcha. Entre os dias 27 e 30 de novembro, a Oracle esteve em...

Transformação na TI

De DBA a Cientista de Dados

Machine learning no Oracle Autonomous Database oferece um caminho para uma das carreiras mais desejadas em tecnologia. Por Jeff Erickson* Charlie Berger quer que DBAs e desenvolvedores de bancos de dados cliquem em um link no seu console autônomo de serviços de banco de dados para abrir um novo mundo em suas carreiras. Ele está lá, ao lado das opções comuns de gerenciamento de dados para baixar clientes ou redefinir senhas, e é chamado de Oracle ML Users. "Você clica nele e, em seguida, está percorrendo um caminho diferente que o leva à terra dos cientistas de dados", diz Berger, diretor sênior de Gerenciamento de Produtos para machine learning, IA e análise cognitiva da Oracle. Berger, um veterano com 20 anos de experiência em mineração de dados e machine learning no Oracle Database, conduz sessões e laboratórios práticos em eventos da Oracle e de grupos de usuários por todo o país. -Leia mais: Como o Oracle Autonomous Database mudará a função do DBA — para melhor Com o Oracle Autonomous Database, quando os DBAs clicam no link Oracle ML Users, eles encontram notebooks (blocos de anotações) baseados em Oracle Machine Learning, onde eles podem definir problemas de negócios, coletar e preparar dados e aplicar algoritmos de machine learning disponíveis em uma extensa biblioteca. Posteriormente, o DBA, o desenvolvedor de banco de dados ou o analista pode usar uma interface de usuário simples do notebook Zeppelin para criar e testar modelos de machine learning. Grande parte do trabalho será familiar para especialistas em bancos de dados. "Os desenvolvedores de bancos de dados já realizam muitas dessas tarefas", diz Berger, "mas eles as chamam de ETL (extrair, transformar e carregar), preparação dos dados (data wrangling) e transferência de scripts para o ambiente de produção." Para os DBAs, essa é uma área interessante e lucrativa a ser explorada, no tempo que é liberado pelo uso do banco de dados autônomo da Oracle. Os bancos de dados autônomos implantam, ajustam, corrigem e protegem a si mesmos sem intervenção humana, de forma que um DBA pode pensar em fazer coisas melhores e mais importantes. Os DBAs conhecem seus dados e seus negócios e "com um pouco de orientação em conceitos de machine learning, eles podem começar a criar e aplicar modelos preditivos aos seus dados para ajudar suas organizações a funcionar de maneira mais inteligente", diz Berger. A experiência de Berger lhe diz que o mercado é favorável aos DBAs que desejam seguir nessa direção. "Em minhas viagens, descobri que é mais fácil pegar uma pessoa que conhece e gosta de SQL e ensiná-la a começar a usar machine learning de verdade no banco de dados, do que pegar pessoas que usam Python ou R, e que conhecem algoritmos, e ensiná-las SQL para que usem machine learning dentro do banco de dados." Berger acredita que cada vez mais a ciência de dados vai ocorrer dentro do banco de dados Oracle, pela simples razão de que "os algoritmos são pequenos e os dados são grandes. A Oracle optou por levar os algoritmos até os dados, não o contrário", diz ele. "Agora que nós levamos os algoritmos para dentro do banco de dados, você não precisa mover quantidades crescentes de dados até o código-fonte aberto e os algoritmos de outra pessoa." Isso simplifica o processo e garante que os modelos de machine learning entrem imediatamente em produção. É por isso que Berger trabalha para ajudar os DBAs a se familiarizarem com práticas padrão em ciência de dados: "Você precisa saber qual é o problema de negócio, precisa pensar nos seus dados, precisa transformá-los, precisa criar os modelos e, depois, avaliar os modelos para finalmente implantá-los." Tudo isso está disponível com o Oracle Machine Learning dentro do banco de dados. Berger está empolgado em mostrar a DBAs e desenvolvedores de banco de dados o poder da guia Oracle Machine Learning dentro do Oracle Autonomous Database — que lhes oferece um caminho pronto para que usem seus conhecimentos especializados sobre dados e sobre bancos de dados na altamente valorizada função de negócios que é a ciência de dados. "É hora de os DBAs ganharem um pouco mais de espaço sob os holofotes da ciência de dados", conclui Berger. *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para inovação em bancos de dados e inovação orientada por dados na Oracle

Machine learning no Oracle Autonomous Database oferece um caminho para uma das carreiras mais desejadas em tecnologia. Por Jeff Erickson* Charlie Berger quer que DBAs e desenvolvedores de bancos...

Transformação nos Negócios

Tecnologia inteligente proporciona uma abordagem mais pessoal ao RH

Novos recursos do Oracle HCM Cloud incluem funções abrangentes de autosserviço, controles "inteligentes" e conectividade ponto a ponto expandida. Por John Soat* A Oracle adicionou uma série de novos recursos a seus aplicativos de RH em nuvem, incluindo funções abrangentes de autosserviço, controles "inteligentes" e conectividade ponto a ponto expandida, tudo isso facilitado por um assistente digital com inteligência artificial voltado para dispositivos móveis e habilitado para voz. "Trata-se, na verdade, de como os funcionários estão interagindo com a organização e de como podemos capacitá-los a fazer isso de uma maneira melhor e mais eficiente", disse Chris Leone, vice-presidente sênior de Desenvolvimento para o Oracle Human Capital Management (HCM) Cloud, em um apresentação no Oracle OpenWorld 2019, realizado em setembro nos EUA. A voz, por exemplo, é o futuro da interação entre funcionários e aplicativos, disse Leone, "porque é a maneira pela qual esperamos interagir uns com os outros; então, por que não levar isso para o software?". -Leia mais: Pessoas confiam mais em robôs no trabalho, segundo estudo da Oracle Os novos recursos derivam da estratégia geral para aplicativos adotada pela Oracle, caracterizada por reconhecimento de voz via uma interface móvel, um assistente digital intuitivo e pervasivo, e um mecanismo de recomendação cujos algoritmos de machine learning permitem sua melhoria contínua. Além de voz, o assistente digital HCM da Oracle é capaz de entender textos de SMS e e-mails. Os usuários podem acessá-lo também via dispositivos domésticos com comando por voz. O processamento de linguagem natural e os algoritmos de ML do assistente digital o ajudam a descobrir a "intenção" por trás de palavras e frases, auxiliam na classificação de currículos e oferecem recomendações e próximas etapas durante interações com funcionários. Por exemplo, o assistente digital dará aos funcionários respostas rápidas para perguntas comuns como "Quem é meu representante de RH?" e "Quais são meus benefícios?". Ele também envia alertas aos funcionários para que concluam processos de RH, como análises de desempenho, e oferece "avisos" sobre possíveis mudanças de carreira, disse Kai Petzelt, vice-presidente de Marketing de Produtos da Oracle, em outra apresentação no Oracle OpenWorld. Candidatos a vagas poderão enviar suas inscrições usando o assistente digital, importar dados do LinkedIn para o aplicativo de recrutamento da Oracle e fazer perguntas sobre opções de carreira e cobertura de benefícios — "um conjunto de perguntas centradas no ser humano que permitem [aos candidatos] ter uma ideia de como será trabalhar nesta empresa", disse Leone. "Experiência mais personalizada" Mas um assistente digital com inteligência artificial não é a única maneira de aumentar a eficácia das organizações e processos de RH. "Um dos nossos atuais focos é fornecer uma experiência muito mais personalizada a cada funcionário, a cada trabalhador da nossa empresa", disse Leone. Por exemplo, o recém-lançado Experience Design Studio da Oracle, que faz parte do pacote HCM Cloud, é um "ambiente sem código" que permite aos gerentes de negócios de RH criar "regras condicionais" — os processos ou transações nos quais um funcionário pode estar envolvido — adaptadas ao país, à unidade de negócios e à função desse funcionário na organização. E permite que eles criem "processos de negócios baseados em eventos", que disparam o próximo conjunto de tarefas de RH após uma mudança significativa, como, por exemplo, quando um funcionário se casa. A mobilidade da carreira é de crescente importância para a força de trabalho atual — e para todo empregador futurista em busca de evitar uma iminente escassez de mão de obra e a fuga de cérebros. É por isso que o Oracle HCM Cloud está sendo modernizado para se concentrar em "permitir que os empregadores forneçam um ambiente onde seus funcionários entendem como será o futuro deles", disse Leone. Ele demonstrou um novo aplicativo do Oracle HCM Cloud chamado Connections, executado na interface de usuário móvel reprojetada da empresa, conhecida como Redwood. Semelhante a uma combinação de mecanismo de busca e sistema de mapeamento, ele permite que os funcionários "encontrem pessoas semelhantes a eles dentro da organização", disse Leone. Usando o Connections com o assistente digital do HCM e sua capacidade de pesquisa preditiva, os funcionários podem explorar a organização por meio de uma variedade de categorias — habilidades, departamentos, pessoas, localização geográfica — para encontrar uma nova posição ou apenas "encontrar alguém com quem desejam se conectar", ele disse. Leone observou que o sistema de RH de uma empresa é "de fato o único sistema corporativo que interage com todos os funcionários" e, como tal, é o local ideal para começar a impulsionar a IA e outras inovações tecnológicas em toda a organização. *John Soat é um premiado jornalista que escreve sobre tecnologia da informação há mais de 25 anos.

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Transformação nos Negócios

Pessoas confiam mais em robôs no trabalho, segundo estudo da Oracle

Pesquisa global feita em parceria com a empresa de pesquisas Future Workplace destaca como a IA está mudando o relacionamento entre pessoas e tecnologia. As pessoas confiam mais em robôs do que em seus gerentes no ambiente de trabalho, segundo a nova edição da pesquisa anual AI at Work (Inteligência Artificial no Trabalho). Realizado pela Oracle e pela empresa de pesquisas Future Workplace, o estudo entrevistou um total de 8.370 empregados e gerentes e líderes de RH (Recursos Humanos) em 10 países. No Brasil, onde foram ouvidos 450 profissionais, sendo 150 funcionários e 300 líderes e gerentes de RH, a pesquisa revelou que a tecnologia está cada vez mais presente e tem sido acolhida com otimismo, contrariando a ideia do medo de como a IA afetará os empregos. Conforme o estudo, 78% das pessoas no Brasil confiariam mais em um robô do que em seu gerente, percentual acima da média mundial, de 64%, e dos números registrados em locais como Estados Unidos (57%), França (56%), Reino Unido (54%). Já Índia e China foram os países com os maiores índices de trabalhadores que confiam mais na tecnologia, com 89% e 88%, respectivamente. -Leia mais: Quatro mudanças tecnológicas que estão remodelando o banco de dados corporativo Além disso, o levantamento também revelou que a tecnologia está cada vez mais presente no Brasil e tem sido acolhida com otimismo, contrariando a ideia do medo de como a IA afetará os empregos. Confira abaiaxo as principais descobertas feitas entre os brasileiros pelo estudo: -o Brasil aparece mais otimista em relação à IA do que o resto do mundo - 72% estão entusiasmados com a IA em comparação com 43% globalmente; -84% das empresas no Brasil procuram empregar pessoas com habilidades de IA; -os brasileiros são mais dispostos a abrir mão da privacidade pelos benefícios da IA - 68% estão “às vezes dispostos” ou “sempre dispostos”; -38% dos brasileiros acham que os robôs substituirão os gerentes no futuro; “Como esse estudo mostra, o relacionamento entre humanos e máquinas está sendo redefinido no trabalho, e não há uma abordagem única para o gerenciamento bem-sucedido dessa mudança. Em vez disso, as organizações precisam formar uma parceria com o RH para personalizar a abordagem de implementação da IA no trabalho, a fim de atender às expectativas de mudança de suas equipes em todo o mundo”, disse Emily He, vice-presidente sênior do Grupo de Negócios em Nuvem de Gerenciamento de Capital Humano da Oracle. Quer saber mais? Clique aqui para conferir o estudo AI at Work na íntegra.

Pesquisa global feita em parceria com a empresa de pesquisas Future Workplace destaca como a IA está mudando o relacionamento entre pessoas e tecnologia. As pessoas confiam mais em robôs do que em seus...

Transformação nos Negócios

No Peru, Embrace the Transformation destaca importância de mudar com velocidade

Em sua última parada em 2019, tour do evento da Oracle sobre transformação reuniu especialistas da empresa e grandes do mercado na capital peruana. Por Redação Oracle A cidade de Lima, no Peru, recebeu no dia 19 de novembro a última parada da tour Embrace the Transformation – Live the Cloud, iniciada pela Oracle no mês de agosto. Antes disso, o evento sobre transformação já tinha passado por Brasil, Argentina, Colômbia e México. Seguindo o roteiro das edições anteriores, o ETT Peru, realizado na Galería Lucia de la Puente, foi palco de importantes apresentações e discussões por parte de especialistas da Oracle e grandes nomes do mercado sobre como a tecnologia pode ajudar pessoas e empresas a construírem hoje o futuro. Mudança com agilidade “A Oracle é uma parceira estratégica que acompanha as pessoas em um caminho não apenas de transformação, mas também de velocidade”, afirmou Sandra Guazzotti, Senior Vice President Multi Country Region da Oracle na América Latina, durante o evento. Na ocasião, a executiva ainda discorreu sobre a necessidade de as empresas estarem sempre dispostas a se reinventar para acompanhar a velocidade dos movimentos do mercado. “A mudança é uma constante, mas a velocidade da mudança é exponencial”, disse. -Leia mais: Traci Wade: “as pessoas precisam ver pessoas que se pareçam com elas” Quem também falou sobre agilidade na hora de mudar foi Jorge Arias, Vice President Solution Engineering, Industry & Innovation da Oracle, que apontou como as companhias podem se beneficiar da prática. “Quanto mais rápido as empresas abraçarem a transformação, menos problemas terão.” Além disso, o executivo destacou em sua apresentação que as pessoas são a força por trás das grandes transformações. “Por trás de cada história, existem pessoas empoderadas pela tecnologia.” O assunto também foi destaque no painel de clientes, intitulado Los Transformadores, em que os executivos Guillermo Amaro, Gerente General da Comsatel, e Oscar Banda, Gerente Comercial de El Comercio, falaram sobre como as empresas podem perder o medo da transformação e mudar antes que ela seja obrigatória e pegue a todos desprevenidos. Jovem CEO Outro destaque do ETT Peru foi a palestra feita por José Adolfo Quisocala, o CEO do Banco del Estudiante. Criado quando José Adolfo tinha apenas 7 anos de idade, o banco troca lixo reciclável por dinheiro, que então é repassado para as crianças “correntistas”. Atualmente o projeto conta com 3.500 crianças associadas e um recém lançado cartão. No evento, o jovem executivo, de 14 anos, relembrou a história da criação do banco e apontou o papel da tecnologia na iniciativa. “Meu maior aliado para fazer tudo é a tecnologia, a Internet. Investiguei e criei um banco para crianças que transforma lixo em dinheiro.” Tour ETT Entre os meses de agosto e outubro, vale lembrar, o Embrace the Transformation esteve presente em diferentes países da América Latina, reunindo milhares de pessoas em São Paulo, no Brasil, Buenos Aires, na Argentina, Bogotá, na Colômbia, e Cidade do México, no México.

Em sua última parada em 2019, tour do evento da Oracle sobre transformação reuniu especialistas da empresa e grandes do mercado na capital peruana. Por Redação Oracle A cidade de Lima, no Peru, recebeu...

Pessoas

Traci Wade: “as pessoas precisam ver pessoas que se pareçam com elas”

Em visita ao Brasil, Diretora da área de Diversidade e Inclusão da Oracle destaca importância de empresas terem equipes mais diversas e inclusivas. Nos últimos anos, cada vez mais empresas vem se atentando para a importância de contar com equipes mais diversas e inclusivas em sua força de trabalho. Além da questão ética e de igualdade na sociedade, a diversidade também pode trazer benefícios para as companhias, como aponta um estudo recente da McKinsey sobre o tema, intitulado “A diversidade como alavanca da performance”.   Para a Diretora da Área de Diversidade e Inclusão da Oracle, Traci Wade, a maior conscientização por parte das organizações sobre a questão acontece por razões diferentes. “Em parte porque é a coisa certa a fazer. E outra parte, como sempre falei aqui na Oracle, é o lado do negócio disso, já que os nossos clientes são diferentes, possuem origens econômicas e sociais diferentes”, explica a executiva norte-americana, que está há cerca de 15 anos na companhia. -Leia mais: Novo software gera oportunidades para deficientes visuais na IBVI “Como nós sabemos, 56% da população do Brasil é negra e, em algum momento, você vai acabar com o pipeline se não começar a expandir e engajar e ampliar os pensamentos sobre como ampliar o alcance em termos de talentos”, aponta Traci, que esteve no Brasil na primeira semana de novembro para participar de atividades da Semana da Consciência Negra da Oracle. Em sua segunda visita ao país – a primeira aconteceu no final de 2018, a Diretora da Área de Diversidade e Inclusão da Oracle também realizou uma apresentação na conferência Juntos, promovida pela McKinsey. Com foco em incluir e conectar talentos negros no mercado de trabalho, o evento foi realizado em 9 de novembro em São Paulo. “Penso que é importante termos eventos deste tipo para falar sobre união e inclusão”, afirmou Traci sobre a iniciativa. “As pessoas precisam ver pessoas que se pareçam com elas. Elas precisam entender qual a jornada dos outros, e o que posso aprender com essa jornada, quais sucessos eles tiveram, as armadilhas a serem evitadas, para encorajá-las a nunca desistir, continuar lutando pelo que é importante para você.” GenO Além disso, a executiva participou de um encontro com os participantes do GenO (Generation Oracle), programa de estágio inovador da Oracle na América Latina, que conta com entrevistas às cegas, graças a novas soluções tecnológicas de recrutamento, de forma a garantir diversidade em todos os aspectos. “Foi uma experiência incrível. É um ótimo programa. E penso que é um programa escalável, que pode ser levado para além da América Latina, para os Estados Unidos e para outros escritórios da Oracle pelo mundo.”

Em visita ao Brasil, Diretora da área de Diversidade e Inclusão da Oracle destaca importância de empresas terem equipes mais diversas e inclusivas. Nos últimos anos, cada vez mais empresas vem se...

Desenvolvedores

Oracle terá 19 palestras no TDC Porto Alegre

Antes de chegar à capital gaúcha, empresa marcou presença nas edições do evento para desenvolvedores em São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Florianópolis. Após passar pelas edições de Florianópolis, Belo Horizonte, São Paulo e Recife entre abril e outubro, a Oracle também estará presente em Porto Alegre de 27 a 30 de novembro, quando acontece a última parada em 2019 do The Developer´s Conference (TDC), o maior evento relacionado a desenvolvimento de software no Brasil. No total, a Oracle terá 19 palestras na conferência na capital gaúcha, que será realizada no Campus Zona Sul da UniRitter. As apresentações dos especialistas da empresa acontecerão em diferentes trilhas do evento e vão abordar temas como Java, realidade virtual (VR), blockchain, inteligência artificial (IA), cloud, acessibilidade e diversidade. Ao longo de cada dia do The Developer´s Conference, existem mais de 10 trilhas paralelas, sendo que cada uma delas funciona como um evento independente de um dia inteiro e organizado por especialistas no assunto que são responsáveis por selecionar sete ou mais palestrantes via plataforma de Call4Papers. A lista de especialistas da Oracle que farão palestras na próxima edição do TDC inclui Alberto Cardoso, Elder Moraes, Rafael Benevides, Fernando Galdino, Renato Caetano, Lucas Chung Man Leung e Lourenço Barrera Taborda – confira a lista completa de palestrantes, temas e trilhas na tabela abaixo. A Oracle também conta com um stand no The Developer´s Conference Porto Alegre, em que os frequentadores podem conhecer mais sobre a empresa e suas soluções, por meio de atividades de hands on e trials, ministradas pela equipe presente no evento, composta por Andre Ambrozio, Diogo Shibata, Pedro Florence, Rodrigo Zilio e Wellington Rosa. Além disso, a comitiva da Oracle na edição do TDC na capital gaúcha também é composta por Kate Almeida, que representará a empresa no stand de diversidade para falar sobre as iniciativas da companhia na área, que também contam com a participação de Beto Marques e Daniele Botaro. Para mais informações sobre a edição do The Developer´s Conference, incluindo sua programação completa, clique neste link. Palestrante                        Palestra Alberto Cardoso                 Verificação de requisitos de acessibilidade em artefatos de software Elder Moraes                      The quest to the language Graal: one JVM to rule them all Rafael Benevides               Service Mesh e Sidecars com Istio e Envoy Alberto Cardoso                 Veja o impacto das integrações de SaaS e como ela acelera o desenvolvimento do seu negócio Fernando Galdino               Blockchain Tables no Banco de Dados Oracle Alberto Cardoso                  CDX - Conversational Design Experience. Fale a Linguagem do seu Cliente Renato Caetano                  Desenvolvendo apps AR/VR com React Native Elder Moraes                       Como chaos engineering garante a resiliência dos seus serviços Lucas Chung Man Leung    Gen O - Case de Recrutamento às cegas - será que funciona? Alberto Cardoso                  Computação Natural. A vida inspirando a máquina! Lourenço Barrera Taborda  Inovação com Analytics, Machine Learning e Cloud Lourenço Barrera Taborda  Como planejar a adoção da computação em nuvem na sua empresa Lourenço Barrera Taborda  Cloud + Design Thinking = sucesso na sua empresa! Elder Moraes                      Como manter a disponibilidade dos seus serviços através do monitoramento de métricas Elder Moraes                      Construa testes efetivos através do princípio F.I.R.S.T Rafael Benevides               Service Mesh e Sidecars com Istio e Envoy Alberto Cardoso                  Fala que eu te escuto. Melhores técnicas de como rever o seu diálogo. Alberto Cardoso                  Datalab! Descubra o maior valor com seu projeto de Analytics Rafael Benevides                Service Mesh e Sidecars com Istio e Envoy

Antes de chegar à capital gaúcha, empresa marcou presença nas edições do evento para desenvolvedores em São Paulo, Recife, Belo Horizonte e Florianópolis. Após passar pelas edições de Florianópolis,...

Transformação na TI

Com Autonomous Linux, Oracle mantém aplicativos de servidor em execução durante aplicação de patches

O Oracle Autonomous Linux está incluso nos serviços de computação do Oracle Cloud Infrastructure, sem custo adicional. Por Alan Zeichick* Quando uma vulnerabilidade em um microprocessador abalou o setor tecnológico no ano passado, as empresas passaram a aplicar patches em quase todos os seus servidores. No caso da Oracle, foi necessário aplicar patch no sistema operacional de cerca de 1,5 milhão de servidores baseados em Linux. A Oracle terminou o trabalho em apenas 4 horas, sem remover os aplicativos executados nos servidores, usando a tecnologia de automação própria da Oracle. A tecnologia envolvida constitui a base do Oracle Autonomous Linux, anunciado pela empresa no Oracle OpenWorld 2019 em São Francisco, nos EUA, no mês de setembro. A Oracle tem usado o Autonomous Linux para executar seu próprio Cloud infrastructure Generation 2, e agora ele está disponível sem nenhum custo para os clientes do Oracle Cloud. -Leia mais: Quatro mudanças tecnológicas que estão remodelando o banco de dados corporativo Além da velocidade da aplicação de patches, outro benefício é que ela é feita de forma automática, sem a participação ativa dos administradores de sistemas, desenvolvedores ou da equipe de operações de segurança, afirma Wim Coekaerts, vice-presidente sênior de sistemas operacionais e engenharia de virtualização da Oracle. “O Oracle Autonomous Linux faz a aplicação de patches e todo o gerenciamento de rotina em um sistema em execução", diz ele. “Bloqueamos a máquina por apenas um microssegundo. Você não vê, o aplicativo não vê, o usuário final não vê.”  A última coisa com que os CIOs, CTOs, diretores de segurança da informação e até mesmo desenvolvedores querem se preocupar é com a aplicação de patches em seus sistemas operacionais de servidores, sejam eles cem servidores ou centenas de milhares. Esse tipo de manutenção pode desacelerar a empresa, especialmente se requer o desligamento do software em execução nesse servidor. Um atraso é duas vezes preocupante quando o motivo de aplicar patch for para gerenciar uma vulnerabilidade de software ou hardware. Nesses casos, os atrasos criam uma oportunidade para o ataque de operadores mal-intencionados. Por exemplo, se uma organização costuma aplicar atualizações em seus servidores a cada três meses, e uma vulnerabilidade de dia zero aparece logo após essa atualização, a empresa fica vulnerável durante meses. Quando as atualizações exigem um processo longo, as empresas relutam em fazer isso com mais frequência. Não com o Autonomous Linux, diz Coekaerts, que pode se autocorrigir rapidamente depois que uma vulnerabilidade é encontrada e o patch é aplicado pela Oracle. “E o cliente nem sequer vê o impacto", diz ele. Somado a outras vantagens do custo do Oracle Cloud Infrastructure, ele acredita que os clientes vão notar uma economia significativa no custo total de propriedade em comparação com outras versões do Linux executadas on-premise ou na nuvem. Abaixo do serviço Autonomous Linux está o Oracle Linux, que permanece binário e compatível com o Red Hat Enterprise Linux. Portanto, o software que é executado no RHEL será executado no Oracle Autonomous Linux no Oracle Cloud Infrastructure sem alterações. Como funciona o Autonomous Linux O que o Oracle Autonomous Linux ajusta, corrige e mantém? Tudo, desde o kernel Linux até as principais bibliotecas de espaço do usuário, afirma Coekaerts. Por exemplo, um recurso valioso da plataforma, diz ele, é um pouco de código de impressão digital, projetado para permitir que o Oracle Linux detecte tentativas de explorar vulnerabilidades corrigidas. Esse recurso, chamado Detecção de Exploração Conhecida, passa a telemetria para o Oracle OS Management Services, descrevendo a tentativa de ataque, diz Coekaerts: “Podemos enviar uma notificação ao cliente dizendo: 'Olá, alguém tentou usar essa exploração conhecida.’” Afinal de contas, os administradores de segurança podem querer saber se um mau ator obteve acesso a uma conta de usuário ou se está tentando iniciar um ataque. O Oracle Autonomous Linux está incluso nos serviços de computação do Oracle Cloud Infrastructure, sem custo adicional. Coekaerts enfatiza que o Oracle Autonomous Linux é projetado para fornecer ajustes de desempenho, correções de bugs e patches de vulnerabilidades, sem reinicialização ou ação do cliente. O processo autônomo não instala automaticamente as principais atualizações de recursos do Linux, como as que podem alterar o número da versão. Isso ocorre porque essas atualizações podem potencialmente afetar a forma como os aplicativos são executados no servidor, afirma Coekaerts. Dessa forma, os clientes podem autorizar a Oracle a instalar essas atualizações principais depois de testarem a atualização com suas configurações de sistema e aplicativos específicos. “O Oracle Autonomous Linux é uma versão estável do sistema operacional, e nosso foco é mantê-lo assim", diz Coekaerts. Em última análise, o Oracle Autonomous Linux se destina a todo CISO que quer se preocupar menos com a segurança dos sistemas operacionais em nuvem, a todo CIO ou CTO que quer deixar de gerenciar patches e ajustes de desempenho, e a todo desenvolvedor que deseja simplesmente executar, testar ou implantar aplicativos sem precisar administrar o Linux. “O Oracle Autonomous Linux mantém tudo em execução, e você continua seguindo em frente", diz Coekaerts. *Alan Zeichick é diretor de comunicações estratégicas da Oracle e fornece insights e análises sobre computação em nuvem e outras tecnologias avançadas

O Oracle Autonomous Linux está incluso nos serviços de computação do Oracle Cloud Infrastructure, sem custo adicional. Por Alan Zeichick* Quando uma vulnerabilidade em um microprocessador abalou o...

Transformação na TI

Quatro mudanças tecnológicas que estão remodelando o banco de dados corporativo

Lista de tendências inclui banco de dados autônomo, computação em hiperescala, blockchain e Internet das Coisas. Por Jeff Erickson* Mudanças acontecem. E quando atingem o mundo da tecnologia empresarial, isso desencadeia um efeito cascata em que as cabeças pensantes nas empresas de tecnologia definem como e quando reagir. Uma dessas cabeças pensantes dentro da Oracle é Juan Loaiza, vice-presidente executivo de Tecnologias de Banco de Dados de Missão Crítica, que falou para uma plateia de especialistas em banco de dados no Oracle OpenWorld 2019, realizado em São Francisco, nos Estados Unidos, em setembro. "O momento é muito interessante para quem está na área de gerenciamento de dados", disse ele, com inovações tecnológicas, regulamentações e volumes massivos de dados gerando mudanças e criando oportunidades. -Leia mais: O que um Oracle Database gratuito significa para esses 4 desenvolvedores "Nosso objetivo é analisar as tendências em bancos de dados, selecionar as boas ideias e torná-las ainda melhores — e descartar as ideias ruins", afirmou o executivo "Há tantas coisas acontecendo nessa área. Não há lugar para o tédio." Aqui estão quatro tendências de banco de dados e a forma como Loaiza e sua equipe as veem criando novas oportunidades. Um banco de dados autônomo A tecnologia de machine learning que viabiliza os carros autônomos — carros sem motorista que podem transitar por um ambiente que é complexo ou que sofre alterações — está mudando a percepção do que é possível ser feito e fazendo com que muitos setores busquem possibilidades "autônomas". A Oracle viu a oportunidade de levar essa "autonomia" ao seu banco de dados baseado em nuvem, porque, segundo Loaiza, "já passamos muitos anos desenvolvendo e automatizando todos os recursos que precisariam funcionar juntos em um banco de dados autônomo". A Oracle reconstruiu sua infraestrutura de nuvem em sistemas projetados para executar o Oracle Database a fim de obter o melhor desempenho e confiabilidade, e usou machine learning na infraestrutura e no banco de dados para fornecer o primeiro e único banco de dados autônomo que implementa, ajusta, corrige e protege a si próprio, além de se redimensionar imediatamente conforme a demanda aumenta ou diminui. E embora a economia em infraestrutura e mão de obra seja óbvia, o valor mais significativo é que isso "torna o banco de dados mais disponível e muito mais seguro", com armazenamento em cache, aplicação de patches e detecção de ameaças de modo autônomo, disse ele. Além disso, "você obtém elasticidade real para aumentar ou diminuir" suas CPUs. Computação em hiperescala A computação em hiperescala é uma arquitetura de computação que pode ser ampliada ou reduzida rapidamente para atender a aumentos de demanda no sistema. Essa inovação de arquitetura foi originalmente impulsionada por gigantes da Internet que administravam sites distribuídos, como Facebook, WhatsApp e Twitter, e foi adotada por provedores de nuvem de grande escala, como Oracle e Microsoft. As empresas costumam alcançar a computação em hiperescala usando uma tecnologia chamada "sharding" (ou fragmentação) de banco de dados, na qual distribuem segmentos de um conjunto de dados — um "shard" — a vários bancos de dados em vários computadores diferentes. Elas costumam usar um grande número de bancos de dados simples, chamados bancos de dados NoSQL, para alcançar isso. "O sharding é uma boa ideia, mas esses bancos de dados NoSQL todos vêm com restrições demais", disse Loaiza, como, por exemplo, nenhum esquema, acesso apenas a valores de chaves e falta de integridade de transações. O objetivo da Oracle é "pegar uma boa ideia e torná-la melhor", incorporando o sharding em seu banco de dados SQL maduro. Com o sharding no Oracle Database, as pessoas que gerenciam volumes massivos de dados nesses ambientes de hiperescala obtêm a capacidade de expansão e a disponibilidade de ter diversos bancos de dados independentes, porém mantendo o SQL e as transações consistentes e duráveis de um banco de dados SQL maduro. "Você obtém o melhor dos dois mundos", disse Loaiza. "Temos muitos grandes clientes usando essa tecnologia em seus ambientes de hiperescala." A segurança do blockchain O blockchain ganhou fama com o Bitcoin, mas as empresas têm dúvidas quanto ao uso dessa tecnologia no dia a dia dos negócios, como, por exemplo, para rastrear mercadorias ao longo de uma cadeia de suprimentos. O blockchain é uma lista de registros que são vinculados criptograficamente, de forma que é difícil fazer alterações não autorizadas neles, e os usuários têm um histórico verificado de alterações nesses registros. "O blockchain é apenas um livro-razão, mas é um livro-razão imutável, o que é uma ideia interessante", disse Loaiza. "Penso nisso como um bom avanço na ciência da computação e no gerenciamento de dados, mas, em muitos casos, traz mais problemas do que benefícios". Por exemplo, uma grande plataforma de blockchain distribuída é mais do que a maioria dos aplicativos corporativos precisa. Loaiza e sua equipe trabalharam para compreender as áreas às quais a blockchain agrega valor e como torná-lo muito mais fácil de ser usado pelas pessoas. Por exemplo, um banco de dados habilitado para blockchain por trás de um aplicativo de cadeia de suprimentos em modo SaaS poderia tornar qualquer alteração criptograficamente imutável. A Oracle está incorporando o blockchain ao Oracle Database para tornar mais fácil para os desenvolvedores usar a tecnologia em transações comerciais diárias. "Para um usuário ou aplicativo de banco de dados, o blockchain vai parecer uma tabela. E você será capaz de incorporar essas tabelas de blockchain em aplicativos novos ou existentes de forma bastante simples", disse Loaiza. "Você obtém o valor do blockchain, sem nenhum dos problemas que o acompanham atualmente." A Internet das Coisas A Internet das Coisas significa que todos os tipos de sensores e dispositivos podem se conectar, comunicar e compartilhar dados entre si. Tais "coisas" podem ser um dispositivo de condicionamento físico ou um termostato inteligente de uma pessoa, ou um gerador de energia ou veículo de serviço de uma empresa. Com todos esses dispositivos subitamente gerando enormes quantidades de dados, as empresas precisam analisar rapidamente esses dados da IoT para aprender com eles e ganhar vantagem competitiva. Os dados da IoT estão se movendo rapidamente, "de forma que as pessoas estão criando bancos de dados especializados em memória para a IoT", disse Loaiza. Mas esses bancos de dados são limitados em termos da quantidade de dados que podem armazenar em memória, e os dados da IoT crescem rapidamente. A Oracle criou um recurso de streaming da IoT no Oracle Database que armazena os dados da IoT em um buffer dentro da memória. "E, então, temos um processo em segundo plano que periodicamente lê esse buffer de memória e faz uma carga em massa no banco de dados para fins de armazenamento e análises", disse Loaiza. E tudo isso acontece em segundo plano. "Então, aqui também estamos pegando as melhores partes dessa tendência da IoT em memória", disse ele, para resolver os problemas que vêm com ela e facilitar seu uso. Na abrangente palestra, Loaiza falou também sobre desenvolvimentos de bancos de dados em termos de microsserviços, JSON, serviços REST e serviços em nuvem oferecidos em máquinas nos data centers locais de um cliente. *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para inovação em bancos de dados e inovação orientada por dados na Oracle

Lista de tendências inclui banco de dados autônomo, computação em hiperescala, blockchain e Internet das Coisas. Por Jeff Erickson* Mudanças acontecem. E quando atingem o mundo da...

Transformação na TI

O que um Oracle Database gratuito significa para esses 4 desenvolvedores

Saiba como a nova versão Always Free (Uso Livre) da plataforma da Oracle pode ajudar a impulsionar a transformação de ideias em aplicativos. Por Jeff Erickson* Todo carvalho frondoso já foi um pequeno broto um dia. O desenvolvimento de aplicativos de software segue este mesmo padrão atemporal. E essa é a ideia por trás da oferta da Oracle de uma nova versão Always Free (Uso Livre) de seu banco de dados— dar às ideias um lugar para criarem raízes, não importa de quanto empenho elas precisem, com o potencial de transformar uma ideia em um aplicativo útil, ou até mesmo uma verdadeira potência. Lançado no Oracle OpenWorld 2019, realizado em setembro nos Estados Unidos, a versão Always Free do Oracle Autonomous Database se fixou rapidamente na comunidade de desenvolvimento de bancos de dados, com mais de quatro vezes mais usuários de teste inscritos no primeiro mês em comparação com os meses anteriores. Alguns são especialistas que procuram criar provas de conceito, enquanto outros estão aproveitando a oportunidade para se envolverem mais. -Leia mais: Podcast: como a automação torna os DBAs mais poderosos “OK, eu estou pensando em ir de conhecimento zero para um aplicativo pessoal de mergulho com o APEX e o banco de dados Always Free", tuitou Debra Lilley (foto acima), que é especialista em aplicativos de negócios, mas não tem muita prática em desenvolvimento de banco de dados. Seu objetivo é bastante modesto: criar um registro online para as suas excursões de mergulho. Esse é o tipo de experimentação de baixo risco que pode levar a todos os tipos de novos aplicativos, diz Brendan Tierney (foto abaixo), um especialista em bancos de dados e em machine learning da Irlanda. “É uma maneira muito fácil para as pessoas criarem um ambiente de teste e começarem a usar, expandir e compartilhar seus conhecimentos", diz ele. Os desenvolvedores que se inscreverem em uma numa conta de nuvem no novo programa Always Free têm acesso a: •    2 instâncias do Oracle Autonomous Database, com 20 GB de armazenamento •    2 máquinas virtuais do Oracle Cloud Infrastructure •    100 GB de armazenamento de bloco, 10 GB de armazenamento de objetos e 10 GB de arquivo-morto •    Serviços adicionais, como balanceador de carga, monitoramento, notificações e transferência de dados de saída Os usuários também recebem acesso a uma série de ferramentas gratuitas para a criação de aplicativos, como o Oracle Application Express, e drivers para linguagens de programação populares, serviços REST para publicação de dados e até mesmo um notebook popular para trabalhar em ciência de dados. O programa Always Free trabalha junto com um programa de créditos gratuitos que os desenvolvedores podem gastar em uma lista estendida de serviços em nuvem. A surpresa para os desenvolvedores, observa Tierney, é que o banco de dados “é autônomo, então você não precisa se preocupar com administração", comenta. Uma vez que um usuário configure um login e solicite um banco de dados em nuvem, o banco de dados autônomo pode implantar, ajustar, corrigir, fazer backup e se proteger sem intervenção humana, para que um desenvolvedor possa lidar com esses recursos sem chamar uma equipe de suporte de TI. “Você pode começar a usá-lo para aquilo para que quiser usá-lo.” Heli Helskyaho é especialista em banco de dados e modelagem de dados na Finlândia e quer usar o Oracle Database e a infraestrutura de nuvem gratuitos como uma maneira de vender novas ideias para sua empresa—sem ter de desembolsar dinheiro antecipadamente. “Se eu quiser usar o machine learning em dados de nosso banco de dados local, primeiro tenho que comprar a opção de machine learning e, claro, não compro porque é cara", observa ela. O banco de dados autônomo gratuito é o mesmo Oracle Database repleto de recursos que grandes bancos, empresas de telecomunicações, pesquisadores e muitas outras organizações usam para executar algumas das cargas de trabalho de dados mais exigentes do mundo. Isso significa que o serviço de banco de dados autônomo gratuito tem “todas as opções empresariais mais legais incorporadas", comenta Helskyaho. “Então, se eu puder criar algo de graça no banco de dados autônomo usando machine learning e encontrar algo em nossos dados que seja útil”, como uma forma de saber quando um cliente está se preparando para deixar a empresa dela, “seria prova de que vale a pena comprar [a opção de machine learning].” Tariq Farooq (foto acima) dirige uma incubadora de tecnologia com escritórios no Paquistão, Arábia Saudita e EUA, e vê o banco de dados autônomo Always Free como uma ótima maneira de conectar os jovens desenvolvedores que contrata com o banco de dados empresarial mais popular. “O banco de dados autônomo essencialmente traz à tona o banco de dados corporativo predominante no mundo para crianças no Paquistão, Quênia ou Califórnia ou em qualquer lugar", diz ele. “O [banco de dados] autônomo gratuito combinado com ferramentas como o APEX...pode ser um capacitador para aquelas crianças ou para organizações como a nossa saírem para o mundo e ativarem muito rapidamente aplicativos prontos para a empresa.” Farooq, cuja empresa apoia projetos tão diversificados quanto sites de leilões e aplicativos de serviços de saúde, vê possibilidades para suas jovens equipes transformarem ideias em produtos—porque o banco de dados Always Free oferece um caminho de atualização contínuo para a plataforma paga e escalável. “Podemos fazer lançamentos suaves e testes, e se as coisas começarem a crescer nos mercados asiáticos, como a Índia, que é um mercado de mais de um bilhão, estamos prontos para crescer", comenta ele. Mas, primeiro, as ideias devem começar pequenas, como o registo de dados de mergulho de Debra Lilley. “A comunidade do APEX realmente me intriga", declara Lilley. “Então, quando o anúncio do serviço sempre gratuito mencionou usar o APEX, pensei: "É isso; eu vou tentar. E pensei em tentar com dados que realmente significassem algo para mim: meu registro de mergulho.” Grandes ou pequenas, vale a pena explorar as ideias—especialmente com a versão Always Free de um banco de dados autônomo e infraestrutura de nuvem pronta—comenta Brendan Tierney. “Vá usá-lo. Abrace-o ", incentiva ele. “É a única maneira de ver realmente o que ele faz.” *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para banco de dados e inovação baseada em dados na Oracle

Saiba como a nova versão Always Free (Uso Livre) da plataforma da Oracle pode ajudar a impulsionar a transformação de ideias em aplicativos. Por Jeff Erickson* Todo carvalho frondoso já foi um pequeno...

Transformação nos Negócios

Peru recebe última parada da tour Embrace the Transformation

Depois de São Paulo, Buenos Aires, Bogotá e Cidade do México, evento da Oracle sobre transformação chega à Lima em 19 de novembro. Após passagens bem-sucedidas por diferentes países da América Latina nos últimos meses, a Oracle prepara a última parada do ano do seu evento sobre transformação Embrace the Transformation – Live the Cloud, que acontece em 19 de novembro em Lima, no Peru. Assim como suas edições anteriores, o Embrace the Transformation Peru, que acontece na Galería Lucia de la Puente, receberá especialistas da Oracle e grandes nomes do mercado para falar sobre como a tecnologia pode ajudar pessoas e empresas a construírem hoje o futuro. -Leia mais: Casa Oracle abre as portas para a inovação em São Paulo A lista de convidados já confirmados para o evento na capital peruana inclui Jorge Arias, Vice President Solution Engineering, Industry & Innovation da Oracle; Sandra Guazotti, Senior Vice President Multi Country Region da Oracle na América Latina; e Carlos Ruiz, Managing Director da Oracle no Peru. Entre os meses de agosto e outubro, o Embrace the Transformation esteve presente em diferentes países da América Latina, reunindo milhares de pessoas em São Paulo, no Brasil, Buenos Aires, na Argentina, Bogotá, na Colômbia, e Cidade do México, no México. Para saber mais informações sobre a programação do Embrace the Transformation Peru, clique neste link.

Depois de São Paulo, Buenos Aires, Bogotá e Cidade do México, evento da Oracle sobre transformação chega à Lima em 19 de novembro. Após passagens bem-sucedidas por diferentes países da América Latina...

Inovação

Novo software gera oportunidades para deficientes visuais na IBVI

A IBVI trocou soluções de software desenvolvidas internamente pelo Oracle Cloud Applications, ajudando a criar novas oportunidades de carreira para sua força de trabalho. Por Chris Murphy* Sandra Teague-Martin trabalhou durante anos numa imobiliária na região de Milwaukee até perder boa parte de sua visão para o glaucoma. Ela tentou continuar a trabalhar no escritório, mas "naquele ambiente, você precisa de toda a sua visão", diz ela. Teague-Martin procurava trabalho quando seu oftalmologista mencionou uma organização local chamada Industries for the Blind and Visually Impaired. A IBVI emprega pessoas para uma ampla gama de funções, desde a montagem de kits de ferramentas para tropas militares até funções em escritório e atendimento ao cliente. Teague-Martin foi contratada para faz montagem manual e ficou nessa função por oito meses, até que uma grande mudança tecnológica na IBVI criou uma nova oportunidade. A empresa implementou um novo software que permitiu a criação de serviços financeiros, de atendimento ao cliente e outros nos quais pessoas com deficiências visuais poderiam trabalhar de forma independente. Teague-Martin conseguiu uma das vagas de atendimento ao cliente, onde usa ZoomText, um aplicativo de conversão de texto em fala, para inserir, rastrear e monitorar pedidos e inventário. “Não pensei que seria possível encontrar um emprego como este, onde você é aceito, onde é igual às pessoas sem deficiência visual", diz ela. Leia mais: Estudantes usam tecnologia a favor da educação e meio ambiente no Oracle AI4Good A experiência de Teague-Martin é emblemática da missão singular da IBVI: Criar empregos para pessoas como ela. Mais de 7 milhões de adultos norte-americanos são cegos ou deficientes visuais, e estima-se que 70% deles não estejam empregados em tempo integral. A IBVI emprega 265 pessoas em uma ampla gama de funções – de montadores a operadores de máquina, auxiliares de compras e contas a pagar, até coordenadores de projeto e muito mais. É claro que a IBVI sabe que seu sucesso como empresa depende da fabricação e entrega produtos de qualidade, e está sempre procurando maneiras de melhorar seus produtos, o atendimento ao cliente e a precisão em torno de fatores como entrega pontual e inventário disponível. Mas, ao contrário da maioria das empresas, a organização sem fins lucrativos não está necessariamente buscando cortar seus custos trabalhistas. “Deixar de empregar uma pessoa a mais não vai nos ajudar", diz Emmanuel Vouvakis, Diretor de Inovação da IBVI. Quando a IBVI procura novas oportunidades de negócios, um dos primeiros itens na lista de prioridades é que essa oportunidade deve, ao mesmo tempo, criar oportunidades de emprego para deficientes visuais. Mais tipos de emprego, mais oportunidades Essa dupla motivação – melhorar o desempenho da empresa e criar novos postos de trabalho – pode ser vista na principal iniciativa de software que Vouvakis implementou recentemente na IBVI. No passado, a maioria das vagas da IBVI para cegos estava na linha de produção e montagem. Alocar funcionários cegos em funções de escritório, como atendimento ao cliente, vendas e contabilidade, exigia supervisão de alguém que enxergasse. Ao implementar os Oracle Cloud Applications em toda a sua estrutura administrativa, a IBVI notou uma maior compatibilidade com ferramentas como JAWS (texto-para-fala) e ZoomText. Além disso, um conjunto integrado de aplicativos facilitou o acesso a dados, tornando-os mais úteis para o atendimento ao cliente e a análise, diz Vouvakis. Esses fatores permitiram que a IBVI criasse novas funções independentes (sem necessidade de assistência visual) no atendimento ao cliente, compras e contabilidade. O Diretor de Inovação da IBVI, Emmanuel Vouvakis, à esquerda, conversa com o funcionário Justin Greenwood na fábrica. (Foto: Justin Chung) O aumento da concorrência também desempenhou um papel na decisão da IBVI de atualizar sua plataforma tecnológica. A IBVI vende alguns de seus produtos sob um programa do governo dos EUA chamado AbilityOne, por meio do qual agências compram de fornecedores que criam empregos para pessoas com deficiência. A IBVI vê oportunidades de expansão para novos mercados, como serviços de montagem de kits sob demanda, onde uma agência pode escolher entre dezenas de opções produtos e caixas online para colocar em um kit, e está enfrentando novos rivais que estão vendendo nos mercados em que ela já atua, sob contratos AbilityOne. Para enfrentar esses desafios, a IBVI migrou de uma miríade de sistemas de softwares legados para o conjunto completo de aplicativos Oracle Cloud voltados para funções como finanças, cadeia de suprimentos, configuração de produtos, compras e comércio online. “Para que pudéssemos escalar e crescer, precisávamos de uma plataforma sólida e acessível", diz Vouvakis. Mudança bem-vinda Para funcionários como Teague-Martin, foi um desafio aprender rapidamente um sistema completamente novo – mas vale a pena, porque agora ela e seus colegas têm um pacote de aplicativos que traz todas as informações de que precisam em um só lugar, para que eles não precisem mudar de tela para tela. “Eu gosto de novas ideias", diz ela. “Sou uma pessoa que sempre quer aprender coisas novas.” Vouvakis, que não é deficiente visual, sabia que mudar para um novo sistema exigiria muito treinamento. Mas sua experiência na IBVI lhe ensinou que não teria de se preocupar com uma possível resistência da equipe à mudança tecnológica. “Os deficientes visuais são mais adaptáveis e estão sempre prontos para abraçar qualquer mudança", diz ele. “Eles estão acostumados a se adaptar o tempo todo.” Estar de volta em um ambiente de escritório e aprender novas tecnologias mudou a perspectiva de Teague-Martin sobre sua carreira. Ela está considerando voltar para a faculdade, para obter um diploma de bacharel, pois já tem uma graduação em um curso de dois anos. Ela também gosta do fato de que trabalhar no software Oracle Cloud abre mais portas no mercado do que se ela conhecesse apenas o software legado da IBVI. “Eu gostaria de ficar aqui", enfatiza Teague-Martin, “mas poderia levar para outras empresas o conhecimento que adquiri.” Vouvakis está perfeitamente de acordo com esse tipo de pensamento. Embora ninguém queira perder bons funcionários, criar oportunidades de emprego faz parte da missão da IBVI. “Se eles aprenderem a usar os aplicativos Oracle aqui, poderão trabalhar em qualquer lugar", diz ele. “Isso lhes abrirá uma outra via de crescimento na carreira.” * Chris Murphy é diretor editorial da Oracle.

A IBVI trocou soluções de software desenvolvidas internamente pelo Oracle Cloud Applications, ajudando a criar novas oportunidades de carreira para sua força de trabalho. Por Chris Murphy* Sandra...

Inovação

Casa Oracle abre as portas para a inovação em São Paulo

Novo espaço tem foco em promover a transformação digital e estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, startups, desenvolvedores e comunidade. A Oracle inaugurou oficialmente em São Paulo no dia 5 de novembro a Casa Oracle, um novo espaço voltado a promover transformação digital, inovação, conhecimento e experiências, por meio da tecnologia, além de estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, educadores, startups, desenvolvedores e comunidade. Situada no Co.W. Coworking Berrini, próximo ao escritório da Oracle na zona sul da capital paulista, a Casa Oracle tem como objetivo principal incentivar a inovação em todos os níveis da sociedade, incluindo a cocriação de soluções baseadas em nuvem e em tecnologias emergentes, como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e blockchain, entre outras. -Leia mais: Podcast: como criar uma cultura voltada para a transformação digital Com a iniciativa, a empresa quer atrair um público variado, como estudantes e professores do programa Oracle for Knowledge; escolas técnicas e ONGs que participam das atividades de Cidadania Corporativa, como AI for Good; startups do programa Oracle for Startups; clientes e parceiros para encontros e sessões de prototipagem e design thinking, assim como favorecer encontros com desenvolvedores no local. “Acredito que aqui pode ser um grande hub de conexão”, afirmou Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil, durante o evento de inauguração do espaço, que contou com a presença de funcionários da empresa, jornalistas e parceiros. Na ocasião, Galvão também destacou o fato de a Casa Oracle ter sido idealizada por uma equipe multidisciplinar, com funcionários de diversas áreas da empresa. “Eles formaram um comitê, organizaram a reforma do espaço, criaram as regras de utilização e governança da casa e até elegeram um ‘síndico’. É uma clara demonstração de como a mudança cultural da empresa vem favorecendo o surgimento de projetos ‘bottom up’, propostos pelos próprios funcionários." Para o VP de marketing da Oracle na América Latina, Gabriel Vallejo, a Casa representa um marco de transformação de gestão e de cultura da empresa. Em sua apresentação, o executivo também falou sobre a importância das pessoas para a iniciativa. “O mais valioso desta casa é o que fazemos aqui dentro, as pessoas que conectamos. Essa casa não vai existir sem as pessoas.” Espaços colaborativos A Casa Oracle possui vários espaços colaborativos, como laboratório de inovação, espaço para design thinking, espaço de coworking para desenvolvedores, estudantes e influenciadores e estúdio audiovisual. Conta ainda com uma área reservada para prototipagem e demonstrações de realidade virtual (VR), análise comportamental e big data – no evento, foram exibidas ao público demonstrações da CarNext e da Techshop. Startups A Casa Oracle também será usada para fomentar a atração de startups e sua conexão com clientes e colaboradores Oracle. A empresa vem apoiando uma nova onda de empreendedores por meio do seu programa de aceleração Oracle for Startups, que possibilita parcerias de negócios e cria um ciclo virtuoso de inovação. Segundo Marie Timoner, product manager do Oracle for Startups, a Casa Oracle possibilita uma troca de aprendizados importante: “Nós aprendemos com as startups e elas aprendem com a gente”, afirmou a executiva, que destacou ainda que o local ajudará as marcas a pensarem sobre o futuro das suas áreas de negócios. Lançado há dois anos – e recentemente renovado, o Oracle for Startups já recebeu inscrições de centenas de startups neste período, contabilizando um total de 12 startups aceleradas no Brasil, com diversos projetos construídos em conjunto, clientes Oracle consumindo as soluções e algumas inclusive se tornando fornecedoras da empresa.

Novo espaço tem foco em promover a transformação digital e estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, startups, desenvolvedores e comunidade. A Oracle inaugurou oficialmente em São Paulo...

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Por mais agilidade, BRMalls migra para Oracle ERP Cloud

Grupo de gestão de shoppings centers iniciou mudança para plataforma na nuvem da Oracle em março de 2019. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* O ERP em nuvem está se tornando cada vez mais popular, segundo dados de uma pesquisa recente da Cloud Security Alliance (CSA). Os motivos são os mesmos pelos quais outras cargas de trabalho e aplicativos estão sendo constantemente movidos para a nuvem: escalabilidade, confiabilidade, elasticidade, economia de custos, e, mais recentemente, a inclusão de recursos avançados como maior automação, maior segurança e capacidade analítica. Pressionadas pelas necessidades das áreas de negócio, executivos de TI estão sendo obrigados a correr para resolver gaps de análise, padronizar processos, investir em maior integração e enfrentar, de forma definitiva, os passivos de customização dos sistemas legados. Em especial, do ERP. E o upgrade para a nuvem surge como uma opção natural, como no caso do grupo BRMalls. Responsável pela gestão de dezenas de shoppings centers no Brasil, a companhia decidiu mudar processos e sistemas internos, em um esforço para acelerar o seu processo de transformação digital. A grande quantidade de customizações do ERP usado pela BRMalls fez com que a empresa sentisse a necessidade de ter um sistema um pouco mais leve, que lhe permitisse crescer de forma orgânica. “Ao longo dos últimos 10 anos customizamos o ERP em um nível fora do normal. Praticamente 40% do sistema foi customizado para as nossas necessidades. O custo operacional era absurdamente alto”, afirma o CIO da BRMalls, Joaquim Santos Neto.    “Talvez sejamos hoje um dos maiores clientes Oracle no país. Então, fazer o upgrade do EBS para o Oracle ERP Cloud nos pareceu ser o mais adequado, após uma análise técnica bem profunda, calculando todos os riscos envolvidos, e todo o roadmap de recursos que estão por vir”, explica o executivo. “Olhando para o futuro, a gente sabe que está migrando para um produto muito mais tecnológico”, aponta Joaquim. “O novo ERP vai desonerar a parte transacional da empresa e acrescentar uma pegada mais analítica com o uso de IA, de robotização, ou RPA, além de aumentar a segurança com o uso de blockchain." A jornada de migração do EBS para a versão em nuvem teve início em março de 2019 com um projeto piloto para o módulo de suprimentos. A perspectiva da companhia é, já em 2021, poder usufruir de toda a flexibilidade e agilidade aportada pelos recursos que estão deixando o ERP da Oracle “mais inteligente e menos força bruta”, conforme palavras do próprio Joaquim. Entre esses recursos estão a possibilidade de a IA auxiliar no contas a pagar. O reconhecimento inteligente de documentos, por exemplo, ajudará a eliminar a entrada manual de faturas.  Além disso, os administradores e membros do conselho poderão fazer buscas detalhadas de informações para decisões críticas, gerar gráficos e relatórios em tempo real durante uma reunião do conselho, e ter acesso a todas as informações em tempo real, sem a necessidade de aguardar atualizações periódicas do sistema. No Oracle OpenWorld 2019, realizado entre 16 e 19 de setembro em São Fransico, nos Estados Unidos, a Oracle anunciou as últimas atualizações para o Oracle ERP Cloud e o Oracle EPM Cloud. Elas permitem que organizações de todos os portes melhorem a produtividade, reduzam custos e aprimorem o controle. A integração de assistentes inteligentes e recursos de aprendizado de máquina no Oracle ERP Cloud ajudará a reduzir o número de tarefas comuns - mas importantes – melhorando a produtividade e a precisão, aprimorando a percepção dos negócios e a tomada de decisões, liberando as pessoas de atividades mecânicas e repetitivas, para que possam focar em tarefas mais estratégicas, criativas e gratificantes. “Todo mundo fala de transformação digital. Todo mundo fala de tecnologia para os clientes. A migração do ERP para nuvem será fundamental que a gente tenha uma plataforma robusta, tecnologicamente avançada, para que todos os serviços que a gente pretende oferecer sejam suportados por ela”, diz Joaquim. “E a gente confia no parceiro”, comenta, ressaltando que a Oracle tem dado todo o suporte necessário. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Grupo de gestão de shoppings centers iniciou mudança para plataforma na nuvem da Oracle em março de 2019. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* O ERP em nuvem está se tornando cada vez mais popular,...

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Podcast: como a automação torna os DBAs mais poderosos

No último episódio do programa Oracle Cloud Now, especialista destaca como automação pode otimizar atuação dos administradores de banco de dados. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Anunciado originalmente em 2017, o Oracle Autonomous Database pode auxiliar os administradores de bancos de dados (DBAs) de diferentes formas, permitindo que eles fiquem mais livres no dia a dia para abraçar novas atribuições, como modelagem de dados, exploração de recursos analíticos e maior participação no desenvolvimento de novas aplicações.   O banco de dados autônomo da Oracle oferece automação inteligente, graças ao uso de recursos de machine learning (aprendizado de máquina). Com isso, tarefas repetitivas e cotidianas, como atualizações, correções, ajustes e atualizações de segurança, passam a ser realizadas automaticamente, sem intervenção humana e, praticamente, sem tempo de inatividade. Desta forma, os DBAs podem ter mais tempo para atividades estratégicas e de maior valor, como mineração de dados e a concepção e criação de novos projetos. Além disso, eles passam a ser os profissionais responsáveis por ajudar a inteligência artificial (IA) a fazer o seu trabalho, de forma cada vez melhor, otimizada, de modo a se transformar em uma vantagem estratégica para a empresa.                                                                                                                                                          Your browser does not support the audio player   “Com o Automous Database, o papel dos DBAs se torna mais valioso do que nunca”, explica Marcelo Pivovar, gerente sênior de Enterprise Architecture da Oracle, que é entrevistado do quarto e último episódio da série de podcasts Oracle Cloud Now, focado nos benefícios oferecidos pela automação aos DBAs (confira acima). E esse é, sem dúvida, um dos grandes benefícios de uso de um banco independente, autosseguro e autorreparável.  Outro é a maior segurança, já que o software é automaticamente atualizado com os patches de segurança mais recentes projetados para impedir o acesso a dados não autorizados.  Mas a lista é grande, conforme comenta Pivovar. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

No último episódio do programa Oracle Cloud Now, especialista destaca como automação pode otimizar atuação dos administradores de banco de dados. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Anunciado...

Transformação nos Negócios

Taxa de conversão: dicas para impulsionar resultados do e-commerce

Realizar testes, usar ferramentas baseadas em IA e acompanhar marca nas redes sociais são algumas das estratégias que podem ajudar as empresas nesta jornada; confira lista especial. A taxa de conversão é uma das principais métricas da saúde de um e-commerce. Todas as ações, como otimizações de SEO e de pontos de conversão, são voltadas para aumentar essa taxa e garantir uma melhor performance da marca. Basicamente, podemos dizer que qualquer ação tomada para melhorar o número de pessoas comprando na sua loja virtual é um investimento, uma vez que é preciso ter em mente o retorno financeiro (ROI) que esse desembolso gerará. Mas entre investir e saber onde investir existe uma grande distância. Pensando em ajudar nesse quesito, criamos este conteúdo, que reúne diferentes conhecer formas de melhorar a saúde financeira do seu e-commerce. Confira abaixo! -Leia mais: Supere estes 5 desafios para integrar a loja física e virtual Afinal, qual é a taxa de conversão ideal de um e-commerce? Aqui encontramos a primeira desinformação. Muitas pessoas se baseiam em uma "taxa de conversão ideal", levando em consideração outras lojas virtuais e suas performances. A resposta mais adequada para essa pergunta seria: depende. E depende do que? Bom, uma taxa de conversão leva em consideração diversos fatores. Muitas vezes, você pode estar perdendo finalizações de carrinho em virtude do frete. Outras, por conta da precificação ou, até mesmo, do nicho em que atua. Assim, é necessário estudar bem a fundo o seu modelo de negócios e as variáveis que podem impactar no dia a dia da sua operação. Como visto, a taxa de conversão é influenciada por diversos fatores externos, mas nem por isso deve-se esquecer de que existem boas práticas que, quando executadas, podem aumentar o número de pessoas clicando no tão cobiçado "Finalizar compra". É o que abordaremos no tópico abaixo. Como impulsionar a taxa de conversão do seu e-commerce? O mantra aqui é um só: testar. Uma excelente ideia para e-commerces é a realização periódica de testes A/B. Nesses experimentos, é possível testar diferenças entre vários elementos e, assim, mensurar a sua eficácia. Por exemplo, você pode modificar a posição de um determinado produto na loja virtual. É possível também mudar a posição e as cores dos botões, como "Compre agora!". Tudo vale a pena quando a intenção é aumentar o faturamento. Mas é importante lembrar que tais testes devem ser documentados para que no futuro você possa olhar para trás e ver o que melhorar e como fazer isso. Mas os testes não funcionam só na estrutura da loja virtual. É possível testar, inclusive, variações do preço do produto. Por exemplo, uma campanha que oferece descontos na sua loja virtual pode aumentar muito a sua taxa de conversão, mas diminuir a sua margem de lucro. Nem sempre essa tática vai ser a mais estratégica, e é por isso que você precisa de mais opções. Para tal, é necessário conhecer bem o seu público-alvo e o seu produto. Conhecendo o público, é possível entregar a mensagem no momento certo, garantindo uma excelente percepção da marca na cabeça desses compradores. Ou seja, fidelizar o cliente é o melhor tipo de estratégia, pois um consumidor satisfeito tem maior propensão de retornar à sua loja virtual, bem como de fazer marketing de indicação. Pensando do ponto de vista do produto, ao conhecer bem o que a sua loja oferece, é possível oferecer vendas atreladas — crossell e upsell. E, aqui, a tecnologia aparece como uma aliada. Existem diversas plataformas atualmente que contam com recursos baseados em inteligência artificial (IA). Esse tipo de ferramenta permite que a própria plataforma identifique padrões de consumo e oferte produtos baseados naqueles semelhantes ao que foi comprado ou em histórico de buscas do usuário. Essa mesma IA está causando uma revolução em grandes lojas, que já se valem de provadores online ou sugestões de roupas, por exemplo, baseados em histórico de buscas de imagens de uma pessoa. Um outro elemento que é central, mas muito pouco debatido, é o atendimento de qualidade. E esse ponto depende bastante dos parceiros escolhidos, seja para entrega, seja para ações da marca. Além disso, acompanhar a jornada da sua marca nas redes sociais é uma ação estratégica, que visa remediar os impactos negativos que podem vir da falta de ação, por exemplo. É o caso em que vemos grandes marcas interagindo com pessoas nas redes sociais, como Instagram e Twitter. Como visto, melhorar a taxa de conversão é o sonho de todos os e-commerces, e para isso é necessário testar e modificar a experiência do usuário. Esse é um processo trabalhoso, mas a tecnologia aparece como uma aliada, permitindo que você foque em ações que entregarão mais valor ao consumidor, enquanto a loja estará sempre aberta e disponível.

Realizar testes, usar ferramentas baseadas em IA e acompanhar marca nas redes sociais são algumas das estratégias que podem ajudar as empresas nesta jornada; confira lista especial. A taxa de conversão...

Desenvolvedores

SKY Brasil reduz time to market com soluções Oracle

Empresa de telecom também registrou custos menores e maior agilidade ao migrar para a nuvem da Oracle e adotar banco de dados autônomo. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Usar a tecnologia para transformar um serviço existente em algo significativamente melhor, e não apenas replicá-lo em formato digital. Esse tem sido o grande desafio da maioria das empresas que iniciaram suas jornadas de transformação digital. Aquelas mais ágeis, como a Sky, estão colocando a nuvem e a gestão inteligente de dados no centro de suas estratégias. Para satisfazer a demanda dos seus clientes por um atendimento personalizado e contínuo, incentivar a inovação e impulsionar o crescimento dos negócios, maximizando ganhos e reduzindo custos, a Sky optou por migrar parte de sua infraestrutura on-premise para a Oracle Cloud, e tirar proveito de todos os benefícios do Oracle Autonomous Database. “Além do alto desempenho da Generation 2 da nuvem da Oracle, a adoção do Oracle Autonomous Database simplificou os processos e permitiu atingirmos nossos clientes com a oferta certa. Esperamos usar ainda mais a solução e levar toda a nossa infraestrutura para a nuvem”, afirma André Nazaré, diretor de TI da Sky. A eliminação do custo com manutenção de data center próprio foi um dos benefícios imediatos da migração para a plataforma da Oracle. Outro, bastante perceptível, segundo o executivo, foi o ganho de agilidade da equipe de TI na implantação de projetos e novos serviços para os assinantes. “No início, o time de operação ficou um pouco cético com a mudança”, conta o executivo. Mas, aos poucos, as resistências foram caindo e o uso da nuvem se provou seguro, mais barato, e com performance melhor ou equivalente à da infraestrutura on-premise. “O pessoal das áreas de negócio precisava de mais inteligência para a tomada de decisão. Para atender às necessidades do negócio, a gente teria que adquirir mais hardware. Um investimento alto e que levaria muito tempo para entrar em operação. Então a opção foi olhar para nuvem”, comenta Nazaré.   “Fizemos provas de conceito e comprovamos que era possível operar com os mesmos volumes de dados também em nuvem, de forma mais prática e eficiente", completa o executivo. Disponibilidade? Não é problema, de acordo com Nazaré. O tempo de reposta também tem atendido às necessidades da operadora. O suporte da Oracle está sempre disponível para solucionar eventuais questões operacionais, além de auxiliar na configuração dos recursos. Custos menores Ao deixar de adquirir equipamentos e gerenciar licenças de software, os custos ficaram 60% menores. Em menos de um ano do início da migração para a nuvem da Oracle, a Sky economizou aproximadamente US$ 750 mil em infraestrutura e operações. E o banco de dados autônomo foi configurado e entrou em produção em um prazo 90% menor, quando comparado à alternativa on-premise. “Processos que demorariam meses, ou semanas, foram feitos em dias”, conta Nazaré. “Os custos de operação também ficaram menores do que a gente esperava.” Além de reduzir custos e oferecer agilidade, os produtos Oracle se mostraram mais simples de administrar. “Meu pessoal deixou de se dedicar às tarefas mais operacionais e básicas, como configurar políticas de backup e de atualizações de segurança, para focar em temas mais estratégicos para os negócios”, afirma Nazaré. Hoje a Oracle é a única empresa que fornece um conjunto completo e integrado de serviços em nuvem e possui inteligência em todas as camadas da nuvem. Isso ajuda os clientes a impulsionarem a eficiência operacional, transformarem insights em ações e focarem em resultados estratégicos. E como o banco de dados autônomo se ajusta, corrige e se mantém com zero tempo de inatividade, os DBAs (administradores de bancos de dados) da SKY podem dedicar mais tempo à modelagem de dados, de modo a gerar melhores insights para as áreas de negócio. “O Autonomous resolveu uma série de problemas operacionais, como o de backup. Administrar várias instâncias, fazer o tuning para uma aplicação... tudo isso fica mais simples. Também consigo fazer backup de hora em hora, todos os dias e armazenar 30 dias... É o tipo de coisa que no ambiente on-premise seria um inferno operacional”, diz Nazaré. Maior operadora de TV por assinatura via satélite do Brasil, a Sky espera ampliar ainda mais a solução com a disponibilidade da região local da nuvem da Oracle. “Os impactos esperados na métrica de negócio justificam isso”, afirma Nazaré. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Empresa de telecom também registrou custos menores e maior agilidade ao migrar para a nuvem da Oracle e adotar banco de dados autônomo. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Usar a tecnologia para...

Transformação nos Negócios

Podcast: a evolução do ERP e do CFO

Terceiro episódio do Oracle Cloud Now fala sobre novo papel do diretor financeiro e transformações necessárias para reposicionamento da área de finanças. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Nos últimos anos, o CFO passou a desempenhar um papel cada vez mais importante em impulsionar a mudança em suas empresas. Além das responsabilidades tradicionais do cargo, o número de funções que reportam aos diretores financeiros está aumentando, conforme uma pesquisa recente da McKinsey. Mas como os diretores financeiros podem aproveitar suas crescentes responsabilidades e expertise em finanças tradicionais para impulsionar a agenda do C-suite (grupo de executivos de alto escalão) e liderar mudanças substanciais para as organizações? A resposta está no reposicionamento da área, considerando três grandes transformações, que caminham de forma conjunta e integrada, segundo Paulo Guiné, executivo sênior de desenvolvimento de negócios ERP (Planejamento de Recursos Corporativos) e EPM (Gerenciamento de Desempenho Corporativo) da Oracle para a América Latina: a transformação organizacional, a transformação funcional e a transformação digital. A transformação organizacional “permite que os profissionais de finanças saiam um pouco do escritório e estejam cada vez mais próximos da área de negócios”, diz Guiné, que é o entrevistado do mais novo episódio do podcast Oracle Cloud Now, que trata da evolução do ERP e do papel do CFO (confira abaixo).   Your browser does not support the audio player Já a transformação funcional, explica, consiste em pegar os modelos atuais de informações do financeiro a incluir os detalhes das diferentes operações – basicamente ampliar a análise dos dados disponíveis, tendo como principal objetivo incrementar a capacidade de "monitorar" e "orientar" o negócio e sua performance. E a transformação digital, com tecnologias disruptivas como blockchain e inteligência artificial, “ajuda as empresas a serem mais ágeis e inteligentes”. A boa notícia é que mudanças nas ferramentas de gestão estão apoiando essas transformações: mais da metade das funções relacionadas ao CFO ou finanças estão na vanguarda da digitalização, seja em automação, análise, processos robóticos ou visualização de dados. A Inteligência Artificial (IA) e o machine learning (aprendizado de máquina) estão prontos para assumir algumas funções presentes nas atuais soluções de Gestão Empresarial (ERP). E os insights gerados a partir de técnicas avançadas de análise e de visualização de dados, prontos para auxiliar os CFOs a antecipar o que vem a seguir para os negócios e tomar decisões sábias, aumentando sua influência e a da equipe financeira na organização. Na Oracle, essa mudança tecnológica está materializada no Oracle ERP Cloud e no Adaptive Intelligent Apps for ERP, plataformas construídas para permitir que as empresas aproveitem os benefícios de tecnologias como blockchain, IA, computação cognitiva, e Internet das Coisas para eliminar a burocracia, ampliar a colaboração  e aumentar a eficiência operacional da área financeira. “O foco é o aumento da produtividade”, explica Guiné. “Hoje o fechamento contábil precisa acontecer diariamente. A empresa precisa ter o real x orçado orientado pelo que realmente fez, não pela visão econômica financeira. Conhecer a análise de marketing por campanha, não por conta contábil”, aponta o executivo. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Terceiro episódio do Oracle Cloud Now fala sobre novo papel do diretor financeiro e transformações necessárias para reposicionamento da área de finanças. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Nos últimos...

Transformação nos Negócios

O viés cognitivo pode estar atrapalhando sua transformação digital

Entenda como esses vieses podem causar estragos quando se trata de avaliar os riscos de levar aplicações de missão crítica para nuvem. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Você certamente já ouviu falar em viés cognitivo, aquele erro sistemático no pensamento que afeta as escolhas e os julgamentos de uma pessoa. Esses vieses influenciam nossa percepção do mundo e podem nos levar a decisões erradas. O conceito foi proposto pela primeira vez por Amos Tversky e Daniel Kahneman em um artigo de 1974 na revista Science. Desde então, os pesquisadores identificaram e estudaram numerosos tipos de vieses cognitivos, descritos depois por Kahneman no livro “Rápido e Devagar, duas formas de pensar”. -Leia mais: Como a IA está tornando o trabalho mais humano A forma rápida é intuitiva, baseada nos atalhos mentais no pensamento. E a conhecemos como heurística. Já o pensamento lento, inclui deliberação e lógica. Esses dois tipos de pensamento afetam a forma como fazemos julgamentos. Segundo Kahneman, nossas mentes frequentemente respondem ao mundo automaticamente e sem nossa consciência, recorrendo institivamente à heurística. Quando a situação exige, somos capazes de colocar o esforço mental em tomar decisões, mas ainda assim muito do nosso pensamento ocorre fora do controle consciente.   O uso inconsciente desses atalhos mentais (heurísticas) pode levar a decisões equivocadas ou irracionais, confirmando expectativas ou crenças pessoais. Daí surgem os vieses cognitivos, que tanto podem aumentar nossa eficiência mental, permitindo-nos tomar decisões rápidas sem qualquer deliberação consciente, quanto distorcer o nosso pensamento, levando à má tomada de decisão e falsos julgamentos. Quando se trata de avaliar riscos, nossos cérebros assumem vieses cognitivos que nos impedem de fazer a escolha correta. Isso explica por que muitos executivos evitam o risco, tão necessário para a disrupção, e acabam sendo suas vítimas.   5 vieses que podem causar estragos Separamos abaixo alguns vieses que podem causar estragos quando se trata de avaliar os riscos de levar aplicações de missão crítica para nuvem, por exemplo. Viés de representatividade: conclusões precipitadas guiadas por estereótipos. - “On-premises é mais seguro e mais rápido.” Viés da ancoragem:  tendência a confiar demais ou ancorar-se em uma referência do passado ou em um detalhe da informação na hora de tomar decisões. - “Nosso tempo de resposta sempre foi satisfatório.” Viés do efeito de adesão: acreditar em algo porque a maioria no grupo ao qual pertence também acredita. - “Todo mundo sabe que o nosso departamento não tem problemas.” Viés da negligência de probabilidade: tendência a focar na magnitude negativa dos resultados (por exemplo, dados na nuvem não estão seguros) em vez das probabilidades associadas (por exemplo, nuvens são estatisticamente mais seguras que muitos ambientes on-premise). - “Armazenar dados na nuvem é arriscado.” Viés do status quo: tendência em preferir manter as coisas na situação em que estão por insistir em uma decisão já tomada, ainda que mudar represente uma escolha mais proveitosa. Ou seja, não sair da zona de conforto. - “Em time que está ganhando não se mexe.” Pense bem, quantos desses cinco vieses, muito comuns, você e/ou sua equipe usaram nas últimas 24 horas? Os vieses cognitivos podem estar atrapalhando a transformação digital da sua empresa. É difícil não ver esses preconceitos, reconhecê-los em nós mesmos e não querer consertar todos eles.  No caso da transformação digital, temos uma dica que pode ajudar a afastá-los na hora da tomada de decisão. São cinco perguntas que todos no seu time deveriam responder. 1 – Por que acredito nisso? 2 – Quais são os argumentos contrários? 3 – Quem está influenciando minhas crenças? 4 – Estou seguindo um pensamento de grupo? 5 – O que poderei perder ou ganhar com essa decisão? Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Entenda como esses vieses podem causar estragos quando se trata de avaliar os riscos de levar aplicações de missão crítica para nuvem. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Você certamente já ouviu falar...

Transformação na TI

Gerenciamento de dados: seu processo é realmente estratégico?

Automatização de processos permite que o departamento de TI tenha mais tempo para focar na parte estratégica do negócio. O crescente volume de informações nas empresas trouxe desafios e oportunidades que contribuíram para transformar o armazenamento de dados em gerenciamento de dados. Os departamentos de TI se limitavam a garantir backup e acesso seguros às informações e gerar alguns poucos relatórios gerenciais até pouco tempo atrás. Com a expansão da internet, os tomadores de decisão começaram a se beneficiar de contar com uma grande quantidade de dados integrados e em tempo real. Junto a isso veio uma maior demanda para garantir estabilidade e segurança para essa teia de informações cada vez mais completa que engloba todos os setores da empresa. -Leia mais: Supere estes 5 desafios para integrar a loja física e virtual Pensar as rotinas desse gerenciamento de forma estratégica começou a representar um grande valor para as empresas. Sempre haverá uma parte operacional, seja para a criação de novos fluxos de atividades ou para a aquisição de novos sistemas. Ainda assim, a automatização dos processos de armazenamento e tratamento de dados permite que o departamento de TI tenha mais tempo para focar na parte estratégica do negócio. Saiba mais abaixo! O que é e qual é a importância da gestão da informação? A gestão da informação começou a surgir com uma função específica dentro do setor de TI: o analista de dados. O foco desse profissional é pensar a otimização com objetivo de manter a performance em longo prazo. Afinal, surgirão vários desafios à medida que o volume dos dados aumentar. A crescente quantidade de sistemas e processos gera uma maior variedade de bancos de dados. Como a alimentação e o armazenamento também não serão padronizados, o cruzamento de informações pode se tornar limitado e a tomada de decisões prejudicada por se apoiarem em uma base incompleta. Quais os benefícios do gerenciamento de dados? A gestão de dados é considerada estratégica quando consegue absorver grandes quantidades de informações a todo instante e organizá-las de forma inteligente para trazer aumento de produtividade. Quando o banco é bem estruturado e integrado, pode gerar conhecimentos valiosos para a tomada de decisões, além de melhorar a governança e reduzir erros e falhas de acesso. O grande benefício observado na integração dos bancos é evitar a fragmentação dos dados. Imagine equipes de TI gerenciando crescentes plataformas de armazenamento — será preciso cada vez mais dedicação e tempo para manter a infraestrutura sem gargalos. Nesse sentido, a virtualização é capaz de centralizar diversos recursos para compartilhar mecanismos de visualização e controle e evitar essa fragmentação. Gerenciamento de dados: operacional ou estratégico? É comum que as empresas atuem com mais de um sistema — algumas companhias chegam a lidar com dezenas. Isso não é positivo porque cada sistema tem uma base de dados e demanda uma atenção especial para garantir segurança e proteção aos dados. A alimentação das informações não é padronizada e tem regras diferentes, o que pode comprometer a qualidade do processo. Além disso, o acúmulo de rotinas operacionais acaba deixando pouca flexibilidade para o departamento de TI atuar de forma estratégica. Atualmente existem sistemas, como o Oracle Autonomus Database, que gerenciam bancos de dados com inteligência artificial para fazer a maior parte do trabalho operacional. As ferramentas automatizam as rotinas de monitoramento com fins de performance, para reorganizar a base, encontrar brechas, instalar atualizações de segurança e realizar backups automaticamente. Gerenciamento estratégico Veja abaixo alguns processos para a sua empresa iniciar o planejamento estratégico na gestão de dados. Data access Está ligado à capacidade de encontrar e acessar informações independentemente de onde estejam armazenadas. Algumas tecnologias podem simplificar essa etapa e torná-la mais eficiente, e você poderá passar mais tempo utilizando os dados, e não apenas tentando achá-los. Data quality Essa prática serve para garantir que os dados sejam precisos e possam ser utilizados para o propósito definido. Ela se inicia no momento em que as informações são acessadas, mas continua em diversos pontos de integração com outros diversos dados, e inclui um ponto de prévia antes de serem reportados ou publicados. Data integration Define as etapas e formas para combinar diferentes tipos de dados. Ferramentas de integração de dados podem ajudar a projetar e automatizar cada etapa para realizar essa tarefa. Data federation É um tipo especial de data integration virtual, em que é possível enxergar dados combinados de diferentes fontes, sem precisar trocá-los de lugar, e ainda possibilita armazenar a visualização combinada em um novo ambiente separado. Data governance É um conjunto sempre contínuo de regras e decisões para o gerenciamento dos dados da empresa, que tem como finalidade garantir que a estratégia de dados esteja alinhada com os mesmos objetivos do negócio. Master data management (MDM) O master data management define, unifica e gerencia os dados que são comuns e essenciais para todas as áreas e departamentos de uma organização. Esses dados-mestres são normalmente gerenciados em um único lugar ou ambiente. Data streaming É o processo de analisar dados à medida que são gerados usando uma aplicação de lógica a eles. Esse método serve para reconhecer padrões e filtrar por utilizações múltiplas, de preferência em tempo real, à proporção que são recebidos pela organização. No mundo atual do Big Data, o conceito de gerenciamento de dados está em constante evolução, e sistemas precisam evoluir para acompanhar essas transformações. Você saberá que gerencia os dados de forma estratégica exatamente se procurar sempre automatizar as rotinas operacionais. Assim, é possível ter informações relevantes em tempo real e trabalhar com o Machine Learning e gerar análises preditivas para sair na frente da concorrência. Os benefícios da automatização e do armazenamento na nuvem trazem aumento de produtividade, redução de erros e mais segurança e flexibilidade para a tomada de decisões.

Automatização de processos permite que o departamento de TI tenha mais tempo para focar na parte estratégica do negócio. O crescente volume de informações nas empresas trouxe desafios e oportunidades...

Transformação na TI

Podcast: automação de processos de TI fica mais inteligente

No 2º episódio do Oracle Cloud Now, especialista fala sobre os benefícios trazidos pela segunda geração da nuvem da Oracle. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* No mundo atual, a TI deve entregar muito mais, mais rápido que nunca. Só assim conseguirá ampliar seu papel de catalisadora estratégica dos objetivos de negócio. Nesse contexto, há muito se fala da automação da infraestrutura como  saída para otimização da TI, uma vez que o resultado da automação é a escalabilidade – o que resulta em menos esforço por pessoa para manter e expandir o ambiente de tecnologia. Em tese, a automação pode ser aplicada a qualquer atividade.  E sua aplicação começa a se tornar cada vez mais necessária à medida que caminha em direção ao autoaprendizado. Sistemas que podem testar e monitorar a si mesmos, realizar configurações automáticas e garantir maior disponibilidade, estão mudando a cara da TI, liberando as equipes para tarefas mais estratégicas. “Os sistemas estão usando a IA para tentar prever problemas, corrigir pequenas falhas, melhorar a performance, reduzir custos e, sobretudo, permitir fazer coisas mais sofisticadas”, explica Ricardo Urresti, diretor de Desenvolvimento de Negócios da companhia, que é o entrevistado do segundo episódio do podcast Oracle Cloud Now (ouça o programa no player abaixo).   Your browser does not support the audio player   No fundo, a razão fundamental pela qual a automação de TI está crescendo é que ela está criando valor imediato, reduzindo a quantidade de esforço manual necessário para operar a infraestrutura. Pesquisa feita pela Oracle revelou que, até 2020, mais de 80% das operações de infraestrutura de aplicativos serão gerenciadas de forma autônoma, por sistemas inteligentes. Mas a automação não diz respeito apenas a economizar tempo e minimizar erros em tarefas rotineiras. É, sobretudo, um passo necessário na análise de dados de forma rápida e eficaz para melhor se envolver com os clientes, negociar contratos, entender o desempenho e muito mais. O mesmo levantamento da Oracle indica que mais da metade de todos os dados corporativos serão gerenciados de forma autônoma. Não por acaso, a companhia foi a primeira a oferecer autonomia total do banco de dados, com o Oracle Autonomous Database, que automatiza todo o seu seu gerenciamento, monitoramento e ajuste, além da infraestrutura onde está implementado. Dessa forma, o DBA se livra das questões operacionais e passa a se dedicar mais às atividades estratégicas e de maior valor, como mineração de dados e o desenvolvimento de novos projetos, por exemplo. Nuvem e automação inteligente A segunda geração da Oracle Cloud Infrastructure (OCI), disponível no Brasil desde o fim de agosto de 2019, desempenha um papel fundamental na estratégia da Oracle na oferta de serviços como o Autonomous Database e outros aplicativos de gestão baseados em IA, segurança integrada em machine learning e análise automatizada. “A nova geração da nossa nuvem oferece desde uma rede simples de entender e operar, como maior segurança, grande desempenho e a possibilidade de explorar melhor o desenho da infraestrutura, isolando o máximo possível a capacidade necessária”, explica Urresti. O executivo é o entrevistado do mais novo episódio do podcast Oracle Cloud Now, que tratou das especificidades da nova geração da nuvem da Oracle. Vale separar alguns minutos para ouvir. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

No 2º episódio do Oracle Cloud Now, especialista fala sobre os benefícios trazidos pela segunda geração da nuvem da Oracle. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* No mundo atual, a TI deve entregar muito...

Transformação nos Negócios

Como robôs e assistentes de voz mudam o cenário corporativo

Por meio de tecnologias como IA e RPA, chatbots avançam para alcançar uma forma de interação mais inteligente e sofisticada com os usuários. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Bem-vindo a um novo mundo onde a voz pode ser usada para conduzir ações empresariais complexas, incluindo transações financeiras de ERP. Fazendo uso de inteligência artificial (IA) e automação robótica de processos (RPA), os chatbots, muito usados no atendimento ao cliente, ampliaram também suas funcionalidades de back-end, de modo a oferecer uma experiência mais personalizada no local de trabalho.  Nesse novo contexto, passaram a ser chamados de ChatOps. Quando o GitHub cunhou o termo ChatOps há vários anos, originalmente se referia a usar ferramentas de bate-papo para acelerar o ciclo de vida do desenvolvimento. No entanto, como o ChatOps provou ser bem-sucedido em seu uso original, as organizações de TI começaram a utilizá-lo para uma ampla gama de fluxos de trabalho. -Leia mais: Como o Oracle Autonomous Database mudará a função do DBA — para melhor Ações empresariais complexas poderão cada vez mais ser executadas por meio da integração dos sistemas de gestão com assistentes digitais como Siri, da Apple,  Google Assistente e Alexa, da Amazon, através do ChatOps.   Estudo do Gartner prevê que, até 2021, 25% dos profissionais usarão diariamente assistentes virtuais empresariais (VEA - Virtual Employee Assistant, em inglês) em suas operações internas. Da mesma forma que resolvem problemas B2C externos, esses assistentes resolverão uma vasta gama de problemas B2B internos, permitindo que os sistemas de gestão ofereçam resposta imediata, natural e intuitiva aos problemas e questões mais comuns feitas por seus usuários. A Oracle está entre os fornecedores de sistemas de gestão que já trabalham com as interfaces conversacionais por voz. Juntos, o Oracle Digital Assistant e o Oracle Intelligent Bots permitem a criação de interfaces de conversação mais naturais, que podem ser integradas em vários sites, aplicativos móveis, aplicativos de mensagens e assistentes de voz. As ferramentas combinam detecção intencional com machine learning (aprendizado de máquina) sofisticado para manter o contexto da conversa. O Oracle Digital Assistant é uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos para interfaces conversacionais naturais, como o Facebook Messenger e o Amazon Alexa. A solução facilita a criação de assistentes digitais sofisticados ou chatbots simples que podem conectar vários sistemas de back-end, como Oracle ERP, HCM, CX e  Autonomous Database, ou qualquer aplicativo de terceiros - simultaneamente, de maneira segura e escalável. Na prática, a interface de voz coloca dados vitais nas mãos dos usuários, em tempo real, a qualquer hora, em qualquer lugar. Basta perguntar. Ninguém precisa depender da TI ou saber criar uma consulta. No futuro próximo, essa interação conversacional evoluirá para o que os técnicos estão chamando de Inteligência Conversacional. Enquanto as interações conversacionais de hoje são conversas iniciadas pelo usuário ou notificações sobre ações pré-programadas, a Inteligência Conversacional se caracterizará pela capacidade de a interface “conhecer” um usuário, aprender e compreender seus momentos, ações, comportamentos e preferências, e recomendar, prever ou agir em nome do usuário - essencialmente funcionando como seu próprio assistente digital. Oracle Cloud Now Durante dois meses, as jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi percorreram o Brasil para conversar com clientes da Oracle sobre o papel transformacional da tecnologia. Os encontros também resultaram na série de podcasts Oracle Cloud Now, que traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi, da The Shift. Confira abaixo o link para o primeiro episódio do programa, que trata de transformação digital. Episódio 1 Podcast: Transformação digital *as jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Por meio de tecnologias como IA e RPA, chatbots avançam para alcançar uma forma de interação mais inteligente e sofisticada com os usuários. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Bem-vindo a um novo...

Transformação nos Negócios

Supere estes 5 desafios para integrar a loja física e virtual

Saiba como tornar a sua loja omnichannel e garantir uma experiência única ao seu cliente superando os desafios de integração. Muitas dúvidas surgem quando pensamos em integrar loja física e virtual, e a maioria vem de uma certa resistência à mudança ou de uma concepção de que esse processo é lento ou muito oneroso. Num mundo cada vez mais digital, adotar boas práticas de mercado se tornou uma necessidade, e não mais uma vantagem competitiva. A palavra do momento é omnichannel, uma tendência global de integração de canais de interação com o potencial cliente. Essa integração entre o mundo físico e virtual está andando cada vez mais rápido. -Leia mais: Gestão financeira: os principais erros e o que pode ser feito para evitá-los No Brasil, vemos que a democratização da rede 4G levará ao mercado digital uma nova massa de consumidores. Estima-se que a maioria desses acessos se darão via mobile, por isso é importante pensar em atributos que cativarão o usuário, como UX (User Experience) e UI (User Interface). Vemos, então, que um novo consumidor está surgindo — ele quer informações em tempo real da sua marca, acompanha comentários de terceiros em redes sociais e também se informa por diversos canais diferentes. Além disso, preza por uma experiência inesquecível, em que se sinta seguro em fazer uma transação com uma marca levando em consideração diversos fatores, como comodidade e facilidade de realizar uma compra. Conseguir impactar essa pessoa em diversos canais, sincronizadamente, é o que chamamos de omnichannel. Mas, na prática, o que é esse conceito e como o varejo se comportará nos próximos anos? Bom, é isso que você descobrirá neste post. Confira abaixo! A era omnichannel e o futuro do varejo Quem acompanha o mercado de e-commerce já deve ter ouvido algumas (ou várias) vezes o termo omnichannel. Mais do que uma tendência de integração, essa é uma realidade que visa entregar ao consumidor uma experiência impecável de ponta a ponta. Imagine o seguinte cenário: você entra no site de uma loja de sapatos, verifica que existem lojas físicas dessa marca próximas a sua casa. Pelo site, consegue ver que o sapato que mais gostou está disponível em uma filial próxima do seu endereço. Você reserva o sapato pelo site e solicita para retirá-lo na loja física. Em poucos minutos, você chega ao local, onde é cumprimentado pelo vendedor, que o chama pelo nome e entrega o produto desejado. O checkout é feito em minutos pelo atendente via tablet. Nas próximas semanas, você recebe algum material por e-mail agradecendo a compra e com conteúdos relacionados a como maximizar os benefícios do item comprado há pouco. Esse mesmo e-mail pode conter algum convite para engajamento (como review do produto comprado) nas redes sociais da marca. Achou o cenário interessante? Então, para que essa experiência se torne uma virtude da sua empresa, é importante pensar em alguns aspectos tecnológicos, como uma boa plataforma de vendas, um bom sistema de captura e armazenamento de dados e, principalmente, um canal de comunicação eficiente entre todos os pontos de interação com o cliente. O mundo vem mudando numa velocidade fascinante desde o começo dos anos 1990. Vimos que graças à democratização da informação gerada pela internet, o padrão de compras mudou, e com isso um novo tipo de consumidor surgiu. Esse novo cliente é uma pessoa muito mais informada, com mais poder de decisão em suas mãos e que conhece bem as vantagens e desvantagens de fazer ou não negócios com uma determinada empresa. E o mercado já responde a essa tendência. As grandes lojas online estão cada vez mais presentes na vida dos seus potenciais clientes. Ou seja, adequar-se é uma questão de sobrevivência. Muito se diz sobre o futuro do varejo, mas essa integração já é o presente. É preciso entender que ter uma boa comunicação com o cliente e buscar formas de engajar com o seu público não é um custo, e sim um investimento que mudará a percepção da sua marca e pode gerar recorrência em compras. O movimento do mercado em adotar essa boa prática já é uma realidade em países mais desenvolvidos, em que o investimento em tais tecnologias representa boa parte do orçamento das empresas. Basta analisarmos as últimas movimentações do mercado. É cada vez mais comum vermos fusões entre companhias tradicionais e startups, uma tendência que nos mostra a força da tecnologia de relacionamentos. Além disso, um estudo feito pelo Interactive Advertising Bureau (IAB) mostra que quando o consumidor é exposto a uma mesma marca em vários canais diferentes, a sua intenção de compra pode aumentar em até 90% e a percepção positiva em até 68%. Omnichannel x multichannel É importante ressaltar que só o fato de a sua marca estar em diversos canais não torna a sua estratégia omnichannel. É comum ver empresas adotando o modelo chamado de multichannel, em que a marca está presente em diversas esferas de contato com o cliente e consegue se comunicar com esse público de formas e em momentos diferentes. A grande diferença entre multichannel e omnichannel está na integração dos dados e da comunicação que existe entre esses pontos de interação. Mas como tornar a sua loja omnichannel e garantir uma experiência única ao seu cliente superando os desafios de integração? É o que veremos a seguir! Os 5 desafios para integrar loja física e virtual Agora que já entendemos o que é omnichannel e o novo perfil de consumidor, precisamos partir para a parte prática. Integrar loja física e virtual é uma tarefa que demanda esforços e pode mudar toda a forma como a sua empresa se comporta. É comum ter dúvidas sobre por onde começar essa missão. Pensando nisso, listamos abaixo os principais pontos que necessitam de atenção durante esse processo. Vamos lá! 1. Realizar uma precificação adequada Um dos primeiros desafios na convergência dos canais é a questão do preço. Esse é um assunto delicado e que pode ter diferentes interpretações, uma vez que a sua percepção (caro x barato) varia de acordo com região, cultura, comportamento e renda. Saber entregar ao usuário um preço adequado com a sua experiência é um fator que deve ser levado em consideração ao fazer a integração. Por exemplo, se o seu e-commerce pratica um desconto e a sua loja física não, existe aqui um desalinhamento de informações que pode gerar frustração no cliente. Pode ser um desafio manter o mesmo preço em diferentes canais do negócio, uma vez que cada estrutura tem um custo operacional diferente. Mas, ao integrar loja física e virtual, é preciso entender que os canais devem ser tratados como um só, logo, os custos também devem ser unificados. Assim, pensando em uma padronização de estrutura, também é possível padronizar os custos e garantir que o cliente receba exatamente aquilo que ele espera: transparência. 2. Padronizar a linguagem Falando em transparência, um outro desafio dessa jornada é a padronização da linguagem entre os canais. Nas redes sociais, por exemplo, é possível ser mais informal, enquanto em um comercial de televisão é preciso adotar um tom mais sério. A intenção é a mesma: passar um conteúdo que melhorará (ou criará) a relação daquele indivíduo com a empresa. Entregar o valor da marca é uma tarefa árdua. E estar em diferentes canais permite um contato mais próximo com o consumidor, prevenindo desgastes nesse relacionamento ao ser capaz de atender rapidamente as demandas dele. É assim que são criados os embaixadores da marca, ou seja, pessoas que tendem a comprar novamente e ainda divulgam a loja para os conhecidos. Mas para que isso funcione, é preciso que a mesma mensagem seja entregue em todos os canais, reforçando o que o consumidor deve esperar da sua marca. 3. Escolher a plataforma Um passo bem importante em direção ao omnichannel é a escolha da plataforma certa para ancorar toda essa estrutura. Como vimos acima, passar uma imagem séria para o cliente é muito importante. Aí entra também o software usado para manter a loja no ar. Se você busca ter foco no cliente, a sua plataforma deve transmitir essa mensagem. Usar uma plataforma com pouca interação, layout desajustado e alto tempo de carregamento pode eliminar as suas chances de vendas antes mesmo que o consumidor visualize algum produto. Além disso, também é preciso integrar essa plataforma aos demais sistemas da empresa. Hoje, já existem no mercado ferramentas com integração em tempo real com estoques físicos e dados transmitidos por nuvem. Um erro comum é achar que o ERP já utilizado na empresa é o suficiente, mas é preciso ter certeza de que o sistema suporta uma estrutura integrada. Não é muito estratégico comprar várias soluções separadas, já que os custos de manutenção desse tipo de arranjo podem acabar saindo mais caros do que o investimento em uma plataforma mais robusta. Por isso, pense sempre na sua plataforma como a estrutura física da sua empresa. Você gostaria de atender um comprador em um espaço que não transmite os valores da sua marca? Quando falamos em e-commerce, é preciso pensar em navegabilidade e experiência do usuário (UX). Esses elementos alinhados colocarão você em uma posição melhor em relação à preferência de compras e também em coleta de dados. 4. Padronizar a experiência Falando ainda em entregar a mesma experiência física na loja virtual, vemos que uma padronização nesse sentido é um outro desafio. A escolha da plataforma pode ajudar muito nesse momento, mas a comunicação horizontal dentro da sua empresa é o que garantirá que todas as pontas do processo estejam alinhadas em prol do mesmo objetivo. Muitas empresas têm dificuldade em oferecer ao comprador essa uniformização, tendo em vista o ciclo de vendas ou o produto oferecido. Essas nuances caem por terra quando temos como aliada a tecnologia, que ajudará a documentar a estratégia e a definir também bons indicadores de saúde do negócio. 5. Acompanhar as métricas Um dos benefícios mais notáveis de uma estratégia integrada é a possibilidade de mensurar resultados e acompanhar os indicadores de saúde da empresa. O conceito de data driven, ou seja, um negócio guiado pelos dados, é também um movimento que vem ganhando destaque e espaço no orçamento das empresas. E não é para menos: trabalhar com dados garante que as decisões não serão tomadas baseando-se em palpites ou achismos, mas sim em fatos. Para além disso, existe ainda outra vantagem notável: a possibilidade de otimização dos processos internos. Uma vez que você sabe como determinada ação está sendo executada e os seus resultados, é possível voltar nesse mesmo processo e apurar o que pode ser melhorado a fim de colher resultados mais promissores. Portanto, estabelecer métricas de acompanhamento é um passo importante. Mas como escolher os indicadores ideais para o seu negócio? A resposta certa aqui é: depende. Se a sua proposta é aumentar a visibilidade da marca, você pode escolher o tráfego do site como métrica de acompanhamento. Se o objetivo é medir a receita, pode acompanhar a taxa de conversão. Por falar em conversão, analisar métricas e dados permite entender como funciona o processo de vendas e, assim, acompanhar a saúde de uma determinada área que pode estar atrapalhando nos resultados desejados. Por isso, antes de definir o que mensurar, é ideal analisar o cenário atual da empresa e imaginar o que demonstraria a saúde dessa operação. Assim, é possível acompanhar um dado que é interessante tanto para o negócio quanto para o consumidor. Armazenamento na nuvem Como visto, integrar loja física e virtual é uma missão que demanda tempo, mas garante que o seu cliente receba o que realmente procura. Com uma estratégia omnichannel, você consegue integrar todos os canais da sua empresa, padronizando a experiência do consumidor e alavancando os seus negócios. É aqui que entra a tecnologia em nuvem, que permite o acompanhamento em tempo real da trajetória do consumidor e possibilita a entrega de uma experiência digna desse usuário. Além disso, compartilhar esse tipo de dado entre todos os pontos da sua empresa gerará uma redução de custos em relação à necessidade de máquinas e infraestrutura, o que permitirá alocar recursos para áreas mais estratégicas. Além disso, é preciso ter em mente que a tecnologia, mais uma vez, pode ser uma grande parceira nesse processo. Com o armazenamento de dados na nuvem você tem acesso a informações em tempo real e oferece um atendimento impecável em qualquer canal.

Saiba como tornar a sua loja omnichannel e garantir uma experiência única ao seu cliente superando os desafios de integração. Muitas dúvidas surgem quando pensamos em integrar loja física e virtual, e...

Transformação na TI

Oracle anuncia plano para acelerar expansão da OCI pelo mundo

Empresa vai contratar aproximadamente 2 mil profissionais para trabalhar na Oracle Cloud Infraestructure, que chegará a mais 20 regiões até 2020. Por Redação Oracle A Oracle anunciou que irá contratar cerca de 2 mil novos funcionários pelo mundo por conta da expansão da OCI (Oracle Cloud Infrastructure), revelada durante a conferência anual Oracle OpenWorld 2019, realizada entre 16 e 19 de setembro em São Francisco, nos Estados Unidos. As áreas de atuação dos novos profissionais incluem desenvolvimento de software, operações em nuvem e operações de negócios, de forma a suportar o crescimento da base de clientes da divisão de infraestrutura da empresa. “A nuvem ainda está em seus dias inicias com menos de 20% de penetração atualmente, e as companhias estão apenas começando a usar nuvem para cargas de trabalho críticas”, afirma o vice-presidente executivo da Oracle Cloud Infrastructure, Don Johnson. -Leia mais: Como o Oracle Autonomous Database mudará a função do DBA — para melhor “Nossos planos agressivos de crescimento e contratação estão mapeados para atender às necessidades dos novos clientes, fornecendo a eles confiabilidade, alto desempenho e segurança robusta à medida que eles continuando migrando para a nuvem”, explica o executivo da Oracle. Planos de expansão Atualmente com 16 regiões ao redor do globo, incluindo São Paulo, no Brasil, a OCI chegará a mais 20 regiões até o final de 2020, somando um total de 36. Com isso, alguns países terão duas ou mais regiões com Oracle Cloud, de forma a atender necessidades de compliance e disaster recovery. As regiões que receberão a OCI ao longo deste período incluem Bay Area, nos EUA, Montreal, no Canadá, Amsterdã, na Holanda, Newport, no Reino Unido, Melbourne, na Austrália, Osaka, no Japão, Santiago, no Chile, e Belo Horizonte, no Brasil. Com as tecnologias mais novas do mercado, a Oracle Cloud oferece velocidade, simplicidade, flexibilidade e segurança, além do melhor custo benefício, para acelerar o processo de transformação digital dos seus negócios. Clique aqui para experimentar a plataforma.

Empresa vai contratar aproximadamente 2 mil profissionais para trabalhar na Oracle Cloud Infraestructure, que chegará a mais 20 regiões até 2020. Por Redação Oracle A Oracle anunciou que irá contratar...

Transformação na TI

Embrace the Transformation: CEO da Oracle, Safra Catz destaca compromisso com segurança

Durante participação em evento no México, executiva também falou sobre os desafios envolvidos no processo de transformação digital. Por Redação Oracle O papel cada vez mais significativo da tecnologia como habilitadora da inovação e a importância de se estar sempre pronto para abraçar a transformação foram alguns dos principais temas discutidos na mais recente parada da tour do Embrace the Transformation – Live the Cloud, realizada na Cidade do México em 3 de outubro, depois de passar por Brasil, Argentina e Colômbia. Realizado no Foro Corona, que recebeu aproximadamente 900 pessoas na data, o evento marcou a primeira visita à América Latina da CEO da Oracle, Safra Catz, que destacou o compromisso da empresa com a segurança.“Os dados mais importantes do mundo estão nos nossos sistemas. Fazemos isso há muito tempo e acreditamos que seja nossa responsabilidade protegê-los”, disse a executiva. Com uma história de cerca de 20 anos na Oracle, onde já atuou como CFO (Diretora Financeira) e presidente antes de assumir o cargo de CEO, em 2014, Safra também falou sobre os desafios envolvidos no processo de transformação. “A parte mais difícil do processo de transformação normalmente não é a parte tecnológica, mas a parte sociológica. Ou seja, a parte que você precisa aprender para fazer as coisas diferentes.” -Leia mais: Oracle OpenWorld 2019: 10 novidades que você precisa conhecer Já a diretora geral da Oracle no México, Maribel dos Santos (imagem abaixo), relembrou alguns dos anúncios feitos pela companhia em setembro durante o Oracle OpenWorld 2019, nos EUA, como o Autonomous Linux, primeiro sistema operacional autônomo do mundo, a expansão da OCI (Oracle Cloud Infrastructure), que estará em 36 regiões até o fim de 2020, e o programa Always Free, que oferece diferentes serviços gratuitos na nuvem da Oracle por tempo ilimitado. “Acreditamos que a tecnologia pode fazer a diferença no mundo”, afirmou o vice-presidente sênior de Oracle Cloud, Steve Daheb (imagem abaixo). Em sua apresentação, o executivo também chamou a atenção para as oportunidades e desafios trazidos pela nuvem, além de apontar como a automação pode impulsionar a inovação nas empresas. “Acreditamos que a tecnologia autônoma nos permite liberar a nossa imaginação para focar na inovação de uma forma que nunca pudemos fazer antes.” Outro especialista da Oracle que marcou presença no Embrace the Transformation na capital mexicana foi o vice-presidente executivo de desenvolvimento de aplicações, Steve Miranda (imagem abaixo), que falou sobre como a Oracle pode impulsionar as companhias em busca de mudar a forma como fazem negócios. “Com as nossas soluções, você pode decidir o ritmo em que vai habilitar as novas funcionalidades, mas sem nunca precisar se preocupar em ficar para trás em termos de inovacoes tecnológicas.” Painel com clientes O evento também contou com o painel “¿Quién está  transformando  a México?”, em que clientes da Oracle compartilharam iniciativas de transformação por meio da tecnologia. A iniciativa teve participação de Noe Reynoso, diretor de estatística e TIC do Colegio de Bachilleres; Juan Martín Granados Torres, secretário do governo de Querétaro; Alfredo Funes, diretor de TI do Grupo Fármacos, e Jose Luis Valle, diretor executivo de TI da Afianzadora Aserta. Um dos assuntos mais abordados durante o painel, mediado pela jornalista Karla Iberia Sánchez, foram as possibilidades trazidas pela nuvem. “Com a tecnologia que temos hoje, uma empresa acreditar que não precisa estar na nuvem é o mesmo que acreditar que é preciso produzir a própria energia elétrica em vez de pagar pelo que utiliza”, afirmou Jose Luis Valle, da Afianzadora Aserta. Disrupção e líderes exponenciais Outro destaque do Embrace the Transformation foi a participação de David Roberts, que faz parte do corpo docente da Singularity University. Em sua apresentação, intitulada “Disruption and Global Impact”, o especialista falou sobre os fatores que podem impedir as empresas de alcançar a disrupção e destacou que a disrupção provavelmente virá de uma outra indústria. Além disso, Roberts, considerado um dos principais especialistas do mundo quando o assunto é disrupção e inovação, falou sobre liderança exponencial e as qualidade que considera essenciais para os líderes do futuro, destacando que “líderes criam mais líderes, não seguidores” e que “líderes exponenciais não tentam mudar o mundo, eles mudam a si próprios”. Antes da Cidade do México, a Oracle já tinha levado a tour do Embrace the Transformation para outros grandes centros da América Latina. A primeira etapa aconteceu em São Paulo, no Brasil, no início de agosto, com as seguintes sendo realizadas em setembro em Bogotá, na Colômbia, e Buenos Aires, na Argentina.

Durante participação em evento no México, executiva também falou sobre os desafios envolvidos no processo de transformação digital. Por Redação Oracle O papel cada vez mais significativo da tecnologia...