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Bancos de dados de grafos: o que eles podem fazer?

Os grafos são projetados para ajudá-lo a modelar relacionamentos em seus aplicativos. Eles são desenvolvidos para lidar com dados altamente conectados. Por Sherry Tiao* Digamos que você tenha que analisar o comportamento de compra do cliente, descobrir crimes fraudulentos em transações financeiras, fornecer recomendações de produtos ou descobrir informações sobre redes sociais. Descobrir a resposta para cada uma dessas perguntas pode ser complicado com sistemas típicos. Como funcionam os grafos? A remoção de dados das restrições do banco de dados relacional facilita a travessia de seus dados para encontrar conexões - ou seja, se você mapear os dados na forma de um grafo com entidades representadas como vértices e relações representadas como bordas. Ao fazer isso, você pode descobrir relacionamentos que não eram óbvios antes, e esse é o motivo da tecnologia de grafos  ter se tornado cada vez mais popular e importante no mundo de dados conectados de hoje. Nos últimos três anos consecutivos, o Gartner selecionou a tecnologia de grafos como um das suas dez principais tendências de dados e análise. -Saiba mais: Ebook "17 Casos de uso para bancos de dados de grafos e análises de grafos" Por que os grafos ganharam popularidade? A teoria dos grafos existe há séculos, e a tecnologia dos grafos existe há algumas décadas. Mas recentemente cresceu em popularidade por alguns motivos principais: •    Os grafos permitem novos tipos de análise que são mais necessárias do que nunca no mundo conectado de hoje. Eles complementam a tecnologia relacional e podem se tornar a base para machine learning, especialmente com redes neurais. •    Os grafos são muito visuais, muitas vezes com resultados facilmente observáveis e fornecem modelagem de dados simples. •    Os grafos têm um modelo de dados muito flexível sem esquema predefinido, tornando-os extensíveis e também úteis em casos com dados esparsos. O Que Os Grafos Fazem? Os grafos são projetados para ajudá-lo a modelar relacionamentos em seus aplicativos. Eles são desenvolvidos para lidar com dados altamente conectados. Devido ao aumento no volume e conectividade dos dados de hoje e porque muitos dos dados de hoje estão conectados através de relacionamentos, há uma tremenda oportunidade para grafos fornecerem um valor extraordinário para sua organização. Os usos incluem: •    Use a análise de grafos para descobrir bots de redes sociais •    Encontre pagamentos fraudulentos rapidamente •    Acompanhe o uso de dados confidenciais para fins de conformidade •    Descubra sonegação fiscal •    Melhore o gerenciamento de data center •    Forneça recomendações de produto •    Detecte anomalias nas redes sociais, no sistema de saúde e muito mais •    Descubra interrupções em redes de serviços públicos •    Identifique vulnerabilidades em redes IP •    Realize análise de rotatividade para manter funcionários valiosos •    Crie portais para os cidadãos acessarem os dados de várias fontes, inclusive dados estatísticos, de gênero ou demográficos •    Rastreie nomes de produtos químicos e medicamentos para empresas farmacêuticas •    Rastreie proteínas para o desenvolvimento de vacinas As possibilidades são praticamente ilimitadas. Se os seus dados estiverem conectados através de relacionamentos de alguma forma, os bancos de dados de grafos poderão seguramente ajudar. As perguntas que os grafos podem responder incluem: •    De qual fornecedor sou mais dependente? •    Quem é o cliente mais influente? •    Os meus produtos atraem certas comunidades? •    Quais padrões anômalos existem que podem indicar comportamento fraudulento? O melhor de tudo é que você pode responder a essas perguntas com consultas que são executadas muitas vezes mais rápido. Para mais casos de uso, faça o download do nosso ebook Casos de uso de tecnologia de grafos, mas lembre-se de que as nossas sugestões são apenas o início. Análise de Grafos no Oracle Database e no Oracle Autonomous Database A Oracle fornece um mecanismo de análise de grafos com o Oracle Database e o Oracle Autonomous Database para que os usuários possam descobrir mais insights em seus dados usando o poder dos algoritmos de grafos, consultas de correspondência de padrões e visualização. Ter tecnologias de grafos no Oracle Database e no Oracle Autonomous Database fornece escalabilidade, desempenho e segurança. Os usuários podem executar análises de grafos com mais de 60 algoritmos de grafos, utilizar uma linguagem de consulta e visualizações. Interfaces padrão simplificam esse processo e a integração com ferramentas de machine learning simplifica a aplicação de grafos ao machine learning. Como Funciona A Tecnologia De Grafos? A Oracle é construída sobre a ideia de um banco de dados multi-modelo, o que significa que há um banco de dados que suporta vários idiomas e protocolos. Obviamente, há o banco de dados relacional. Mas a Oracle também suporta modelos de dados adicionais, incluindo JSON, XML, dados espaciais e, claro, estruturas de grafos. O banco de dados de grafos da Oracle tem um servidor in-memory que armazena dados em um formato de grafo, fornecendo acesso fácil e análises de alta velocidade, juntamente com o poder do banco de dados. Isso combina o melhor dos dois mundos-dados de grafos mantidos em estruturas de grafos e o poder do Oracle Database. Armazenar dados como um grafo e carregá-los in-memory requer apenas algumas etapas fáceis. Você pode carregar diretamente os dados das tabelas relacionais padrão no servidor in-memory como um grafo. Alternativamente, carregue os dados em um esquema de grafo de propriedades, para uma cópia persistente do grafo e carregue do esquema de grafo de propriedades no servidor de grafo in-memory. Em breve, a Oracle lançará o Graph Studio, que se baseia nos recursos de grafos existentes para tornar a análise de grafos e o gerenciamento de banco de dados de grafos mais fáceis para todos. Ele inclui modelagem automatizada, visualização integrada e fluxos de trabalho pré-construídos para diferentes casos de uso. Com as tecnologias de grafos, você pode desdobrar o panorama de dados de uma maneira completamente nova. Descubra Insights. Resolva problemas complexos. Alcance infinitas possibilidades. Comece hoje com os nossos guias passo a passo e veja o que você pode começar a fazer com grafos hoje mesmo. *Sherry Tiao é Gerente Sênior de Marketing de Produtos - Big Data na Oracle

Os grafos são projetados para ajudá-lo a modelar relacionamentos em seus aplicativos. Eles são desenvolvidos para lidar com dados altamente conectados. Por Sherry Tiao* Digamos que você tenha que...

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Apresentando o Graph Studio com Oracle Autonomous Database

O Graph Studio no ADB facilita a criação de modelos de grafos a partir de dados em seu banco de dados ou data warehouse, promove a análise de grafos, o desenvolvimento de aplicativos de grafos e a visualização e compartilhamento de resultados. Por James Steiner* Os Grafos são incríveis. Você pode modelar dados de uma nova maneira que lhe permite entender relacionamentos, descobrir padrões e anomalias além de classificar e analisar dados conectados. Isso permite que você responda a perguntas como quem são os clientes e fornecedores mais importantes, onde estão os pontos críticos de uma cadeia de suprimentos ou quais transações financeiras podem ser fraudulentas. Os bancos de dados de grafos facilitam a gestão, representação e interação com relacionamentos complexos em dados. Hoje, a Oracle anunciou a Disponibilidade Limitada de um novo recurso no Autonomous Database (ADB) criado para desenvolvedores, analistas e cientistas de dados. O Graph Studio no ADB facilita a criação de modelos de grafos a partir de dados em seu banco de dados ou data warehouse, promove a análise de grafos, o desenvolvimento de aplicativos de grafos e a visualização e compartilhamento de resultados. -Leia mais: O que é um Banco de Dados Convergente? Veja como o Oracle Autonomous Database simplifica a análise de grafos ou saiba mais sobre o Graph Studio. Torne os Bancos de Dados de Grafos fáceis com o Autonomous Database Com o Oracle Autonomous Database, você obtém uma plataforma de banco de dados de grafo completa que pode ser implementada em minutos com provisionamento de um clique, ferramentas integradas e segurança. Isso significa que você não precisa ser especialista em banco de dados ou especialista em grafos para começar e ser produtivo. As novas ferramentas abrangentes incluem: •    Modelagem automatizada de grafos •    Ampla análise de grafos e suporte a consultas de grafos •    Notebooks avançados e visualização integrada •    Instalação, atualização e provisionamento automatizados •    Recursos de salvamento automático, backup e restauração de dados de pontos de verificação •    Capacidade de agendar análise de grafos •    Exemplos de notebooks além de modelos e fluxos de trabalho predefinido para diferentes casos de uso de grafos Análise de Grafos, Recursos de Recursos de Banco de Dados e Desempenho líderes do setor Os recursos de análise e visualização de banco de dados de grafos no Autonomous Database oferecem funcionalidades líderes de mercado. O Graph Studio com uma interface de usuário apontar e clicar e low-code automatiza o gerenciamento de dados de grafos, modelagem e simplifica a análise, visualização e implementação. O Autonomous Database com Graph Studio fornece banco de dados de grafo, consultas de grafos e análises de grafos para analistas, desenvolvedores e cientistas de dados em todo o ciclo de vida das análises de grafos. Um dos maiores desafios ao trabalhar com grafos é criar o modelo de grafo a partir de seus dados. O Modeler no graph studio cria automaticamente grafos a partir de tabelas de banco de dados usando as relações existentes nos dados.  Você pode usar esses grafos como estão ou modificá-los, se preferir. Consultar o grafo, usar algoritmos de grafos predefinidos ou criar o seu próprio O que torna os grafos tão poderosos é o quão mais fácil eles tornam a exploração e análise relacionamentos. A linguagem de consulta de grafos de propriedades – PGQL – combina criações SQL familiares como SELECT, FROM, WHERE, GROUP BY e ORDER BY com capacidades de correspondência de padrões de grafos para procurar nós circundantes, percorrer caminhos de propriedades, realizar correspondência de padrões e extrair sub-grafos. Além de consultar e percorrer relacionamentos em seus dados, os grafos simplificam a análise desses dados, suportando algoritmos para descobrir e identificar anomalias, clusters, comunidades e influenciadores. O Oracle Autonomous Database inclui quase 60 algoritmos de grafos predefinidos e também permite que você escreva seus próprios algoritmos usando Java. Poderosas visualizações de grafos e notebooks Os dados só são valiosos se forem usados. Os notebooks do Graph Studio permitem a visualização interativa de grafos por meio de tabelas, gráficos e muito mais. Estes permitem que você trabalhe de forma colaborativa com os outros e compartilhe resultados através de um notebook multiuso para colaboração, com guias para documentação, visualização e análise interativa. Banco de dados de grafo de qualidade empresarial: mais fácil de começar, mais simples de usar "Depois de enfrentar problemas de desempenho com um banco de dados de grafo de software livre devido a um número colossal de novos usuários, recorremos ao recurso de grafo do Oracle Database. O banco de dados de grafos da Oracle alcançou facilmente escalabilidade ao gerenciar enormes quantidades de informações de entidade de usuário e suas chaves. E com o Oracle Autonomous Database, estamos ganhando recursos de grafos seguros e em larga escala – apesar de sermos uma startup sem um administrador de bancos de dados." (Tatsuro Kamoshida, CTO e Diretor da AMENIDY)   "Com o Graph Studio no Oracle Autonomous Database, você não precisa ser um especialista em grafos para explorar o poder dos grafos. A nova interface simples e os fluxos de trabalho predefinidos da Oracle possibilitam que quase qualquer pessoa construa grafos, aplique análises e crie visualizações para detecção de fraudes, recomendações de clientes, fabricação inteligente e outros casos inovadores do uso de grafos. ” (Gianni Ceresa, Diretor Administrativo da DATAlysis e Diretor do programa Oracle ACE) "A interface de usuário apontar e clicar e low-code do Graph Studio nos permite lançar tabelas relacionais tradicionais como um grafo, permitindo-nos capitalizar o conjunto abrangente de algoritmos de grafos da Oracle. É perfeito para analisar relacionamentos complexos de dados em nível empresarial." (Dan Vlamis, Presidente da Vlamis Software Solutions) *James Steiner é Vice-Presidente de Gerenciamento de Produtos da Oracle

O Graph Studio no ADB facilita a criação de modelos de grafos a partir de dados em seu banco de dados ou data warehouse, promove a análise de grafos, o desenvolvimento de aplicativos de grafos e a...

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Multicloud com Oracle Cloud, Azure e AWS

A OCI facilita o uso de várias nuvens, incluindo Azure e AWS. Os clientes podem trazer toda a sua pilha de aplicativos para a Oracle Cloud Infrastructure ou implementar uma parte de seus aplicativos. Por Sanjay Narvekar e Leo Leung* Muito semelhante aos ambientes heterogêneos nos data centers, os clientes estão cada vez mais optando por várias nuvens, pois reconhecem que diferentes fornecedores têm diferentes áreas de força. Nos primeiros anos, muitos dos nossos clientes em nuvem eram clientes existentes de software e aplicativos Oracle on-premises, mas isso está mudando. Muitos dos nossos novos clientes em nuvem são clientes novos que não tinham nenhum relacionamento anterior com a Oracle ou clientes existentes que perceberam que precisam de uma estratégia multicloud. Esses clientes escolhem a Oracle Cloud por suas ofertas de serviço do Autonomous Database e do Exadata Cloud, pela infraestrutura de computação de alto desempenho, pelos custos mais baixos ou por muitas outras razões. -Leia mais: Comparando soluções VMware na nuvem: Oracle é "a experiência mais consistente" Há muitos casos de clientes que precisam mover dados e fluxos de trabalho entre nuvens. Casos comuns incluem aplicativos críticos, gerenciamento de dados e processamento de dados em fluxos de trabalho de ponta a ponta, como cadeias de suprimentos. Eles precisam de conectividade de rede confiável entre seus provedores de nuvem pública. A parceria da Oracle com a Microsoft virou manchete, mas é apenas uma das várias maneiras de integrar a Oracle e outras nuvens. A Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e o Microsoft Azure têm conectividade direta entre seis regiões de nuvem OCI e Azure. Os clientes do Azure podem implementar aplicativos full-stack que se comunicam em baixa latência com aplicativos na OCI ou dividir seus aplicativos para usar a Computação no Azure e a infraestrutura de dados com o Oracle Autonomous Database, o Oracle Database com o Real Application Clusters (RAC) ou o Exadata na OCI. Oferecemos também o Oracle FastConnect, que permite que os clientes se conectem diretamente à rede de nuvem virtual da OCI por meio de conexões dedicadas, privadas e de alta largura de banda. Essas conexões com a OCI podem se originar de locais do cliente on-premises ou outras nuvens públicas. Parceiros do FastConnect, como Equinix e Megaport, ajudam os clientes a estabelecer essa conectividade de outras nuvens públicas e locais on-premises com a OCI. Conectando OCI e AWS com Equinix A Equinix é uma provedora de infraestrutura digital global com mais de 220 localizações que fornece interconexão privada com todos os principais provedores de nuvem. A Equinix possui cobertura para conectividade entre nuvens em mais regiões da OCI do que outros provedores. Os clientes podem usar a Conexão Virtual do Equinix Fabric e o Roteador Virtual do Network Edge, como mostrado na arquitetura a seguir, para conectar seu servidor de aplicativos executado na AWS a um Autonomous Database executado na OCI. Você pode ler mais sobre a arquitetura de referência OCI-AWS com Equinix no Centro de Arquitetura da Oracle. O uso do Oracle Autonomous nesse caso de uso mantém a arquitetura simples. Os clientes multicloud também podem se beneficiar da consolidação de todos os seus bancos de dados em um banco de dados convergente, usando a opção multi-tenant do Oracle Database Enterprise Edition, executado em uma das ofertas de serviço de banco de dados em nuvem da Oracle. Assim como a Interconexão OCI-Azure, os clientes também podem abordar uma série de outros casos de uso em todo o portfólio de serviços OCI e AWS. Conectar a OCI ao seu data center on-premises usando Equinix é simples. Para obter instruções passo a passo, consulte Configurar um link direto do FastConnect com o Equinix Cloud Exchange Fabric. A U.S. Silica é um ótimo exemplo de cliente. A organização usou OCI e Equinix para migrar e executar um sistema de planejamento de recursos empresariais na Oracle Cloud. A U.S. Silica usou Equinix e FastConnect para migrar o aplicativo Oracle JD Edwards on-premises para a OCI. Eles também implementaram um ambiente de recuperação de desastres na região de Phoenix da OCI. Parceria com Megaport para conectividade de OCI e AWS Você pode obter o mesmo tipo de conectividade de nuvem pública usando Megaport. A Megaport é uma provedora de rede como um serviço global que fornece interconexão privada aos principais provedores de nuvem. Os clientes podem usar o Megaport Cloud Router, o Virtual Cross Connect e a rede global definida por software, como mostrado na arquitetura a seguir, para conectar seu servidor de aplicativos executado na AWS a um Autonomous Database executado na OCI. Você pode ler mais sobre a arquitetura de referência OCI-AWS com Megaport no Centro de Arquitetura da Oracle. Conectar a Oracle Cloud Infrastructure com seu ambiente AWS usando Megaport é fácil. Para obter instruções passo a passo, consulte Conectando a Oracle Cloud Infrastructure ao Amazon VPC com o Megaport Cloud Router. Uma empresa líder em combustíveis da Nova Zelândia transformou a experiência do cliente digital ao fazer parceria com a Megaport para conectar seus aplicativos executados no Azure com bancos de dados executados na OCI. As conexões de rede privada rápidas, seguras e de baixa latência entre seus ambientes Azure e Oracle Cloud fornecem a largura de banda necessária para aplicativos em tempo real e aplicativos de atendimento ao cliente. Para concluir, a OCI facilita o uso de várias nuvens, incluindo Azure e AWS. Os clientes podem trazer toda a sua pilha de aplicativos para a Oracle Cloud Infrastructure ou implementar uma parte de seus aplicativos. *Sanjay Narvekar é Gerente Principal de Produtos da Oracle e Leo Leung é Diretor Sênior de Gerenciamento de Produtos da Oracle

A OCI facilita o uso de várias nuvens, incluindo Azure e AWS. Os clientes podem trazer toda a sua pilha de aplicativos para a Oracle Cloud Infrastructure ou implementar uma parte de seus aplicativos. Po...

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Comparando soluções VMware na nuvem: Oracle é "a experiência mais consistente"

A equipe do CTO Advisor testou a Oracle Cloud VMware Solution e outras opções disponíveis no mercado. A conclusão? A Oracle oferece uma abordagem bastante diferente das outras, mais próxima de “apenas o VMware que você já conhece” na nuvem. Por John Troyer* Organizações de todo o mundo dependem da plataforma de infraestrutura virtualizada da VMware. À medida que essas organizações recorrem à nuvem pública devido à sua elasticidade, economia e serviços avançados, muitas estão investigando como suas cargas de trabalho VMware podem fazer parte dessa transição. Todos os principais provedores de nuvem pública lançaram serviços verificados do VMware Cloud como parte de suas ofertas. Essas soluções partem do mesmo software, mas os provedores de nuvem adotaram diferentes abordagens de provisionamento, conectividade e gerenciamento para integrar o VMware em suas plataformas. -Leia mais: Oracle acelera migração da nuvem com novos serviços do Oracle Cloud Lift Quão semelhantes são os serviços verificados do VMware Cloud nas nuvens públicas e quais são suas diferenças operacionais? Se uma organização executa o VMware on-premises e deseja expandir ou substituir um data center, ela pode usar as mesmas habilidades, processos e ferramentas quando seus Data Centers Definidos por Software (SDDCs) fazem parte de uma nuvem pública? CTO Advisor investiga Para responder a essas perguntas, o analista e consultor Keith Townsend, também conhecido como "The CTO Advisor", montou uma equipe para realizar testes práticos em três serviços de nuvem pública baseados na plataforma VMware Cloud —vSphere, vSAN e NSX — e para documentar a experiência. A equipe do CTO Advisor testou a Oracle Cloud VMware Solution e outras opções disponíveis no mercado. A conclusão? A Oracle oferece uma abordagem bastante diferente das outras, mais próxima de “apenas o VMware que você já conhece” na nuvem. Quando a equipe da Oracle Cloud projetou e construiu a solução Oracle VMware, uma prioridade clara era a capacidade de uma equipe de VMware usar suas habilidades e ferramentas existentes. Para obter mais contexto sobre a solução e nossos princípios de projeto, consulte a publicação no blog Anunciando a disponibilidade global da Oracle Cloud VMware Solution. O relatório do CTO Advisor discute como as organizações querem usar nuvens públicas para suas cargas de trabalho VMware. Em particular, o relatório examina usos corporativos comuns, como recuperação de desastres, expansão e migração de data centers e arquiteturas de nuvem híbrida que dependem de serviços on-premises e baseados em nuvem. O cenário usado no relatório para esse teste se baseia em preocupações reais: uma resposta à pandemia que requer uma rápida mudança de aplicativos e desktops existentes para a nuvem, o que, por sua vez, requer uma expansão da capacidade tanto dos recursos do data center quanto da conectividade de longa distância. O cenário de teste Os membros da equipe do CTO Advisor têm profunda experiência como administradores e arquitetos de infraestrutura VMware. O CTO Advisor construiu um data center real em Chicago, com servidores, matrizes de armazenamento e comutadores. Como resultado, os resultados do relatório são baseados em implementações e testes reais feitos pela equipe do CTO Advisor, e não em arquiteturas teóricas criadas no papel. A equipe projetou e implantou uma solução que conectou seu data center a cada uma das nuvens públicas que estavam testando. Em seguida, provisionaram um SDDC consistindo em VMware vSphere, vSAN e NSX instalado em um cluster de três servidores e o conectaram ao SDDC de VMware em seu data center on-premises. Nesse cenário, a equipe imediatamente precisou de mais capacidade para acomodar uma nova força de trabalho remota usando desktops virtuais. Usando a conexão com cada nuvem, eles migraram e redirecionaram rapidamente partes de sua infraestrutura de desktop virtual existente do data center de Chicago para o cluster VMware em cada nuvem. Testaram também a migração de aplicativos baseados em VMware on-premises para a nuvem. Ao longo do caminho, eles testaram os procedimentos operacionais e as ferramentas existentes nesse novo ambiente em áreas como rede, gerenciamento, conformidade e proteção de dados. Como a Oracle Cloud se saiu na comparação Quando a equipe testou o failover, desativando um servidor ESXi com cargas de trabalho em execução, esse cenário de failover destacou as diferenças entre as soluções de nuvem pública, já que funcionou apenas na Oracle Cloud, que é a única solução que oferece acesso total ao vSphere e ao vCenter para administradores do VMware. As outras nuvens públicas não fornecem esse tipo de acesso total ao software VMware principal e aos servidores bare metal em que ele é executado. Na Oracle Cloud, a equipe também pôde controlar as versões e os níveis de patch do software VMware que estavam usando e usar outras ferramentas, como o SRM do VMware, da mesma forma que on-premises. Outras diferenças apareceram nos testes das plataformas em nuvem, e o relatório explora como elas poderiam afetar as operações de equipes que executam VMware on-premises. Embora a plataforma VMware fosse semelhante em todos os casos, havia diferenças na forma como o cluster VMware interagia com o restante do ambiente de nuvem pública. Essas diferenças impactaram os operadores nos testes, que tiveram que se adaptar às capacidades de conectividade e gerenciamento de cada nuvem individualmente. O relatório do CTO Advisor observa: “Por exemplo, a Oracle Cloud Infrastructure se destaca pela sua capacidade de fornecer suporte para aplicativos e operações empresariais existentes. A Oracle Cloud VMware Solution envolve esse tema em toda a solução técnica, fornecendo acesso bare-metal ao usuário. Gostamos de chamá-la de 'Modo VMware Especializado’ na nuvem pública, porque permite que os especialistas acessem todos os recursos da plataforma”. O relatório conclui: “O valor dessa solução é que há uma curva de aprendizagem mínima. É uma implementação VMware do cliente sobre o hardware da Oracle — protegida, gerenciada e controlada pela sua equipe de VMware existente, mas alojada no hardware da OCI. A curva de aprendizagem achatada significa que o cliente pode entrar em operação assim que o canal de dados estiver instalado. Existem assistentes para construir a implementação do SDDC, a arquitetura Horizon View e muitos outros componentes da solução VMware necessária, praticamente prontos para uso”. A equipe do CTO Advisor destacou os fortes recursos de rede da Oracle Cloud Infrastructure (OCI), incluindo a capacidade de aumentar e diminuir a escala das conexões do data center dinamicamente. A OCI permite que topologias de rede muito mais simples se conectem a um data center externo e conectem o ambiente VMware a outros serviços em nuvem oferecidos pela OCI. Destaques de segurança O relatório também destacou as diferenças de segurança e conformidade. As organizações podem estender os requisitos de conformidade e certificação existentes para a nuvem com a Oracle Cloud VMware Solution. Isso é possível porque os processos operacionais existentes permanecem consistentes com os ambientes VMware na nuvem, e os administradores também podem controlar a versão exata do software e os níveis de patch do software VMware. A abordagem da Oracle permite que as organizações estendam sua governança existente para a nuvem e, em seguida, a alterem com uma taxa controlada pela organização, não pelo fornecedor de nuvem. Com a Oracle Cloud VMware Solution, o acesso ao ambiente VMware — incluindo o software VMware, seus dados e os servidores — está totalmente sob controle do administrador. Ao contrário de outros fornecedores, a Oracle Cloud oferece controle total ao cliente após as etapas de provisionamento automatizado e não tem mais acesso ao ambiente. Contribui também para a segurança a oferta combinada de software VMware e nuvem pública da Oracle em uma única conta de um único fornecedor, o que não ocorre com todas as nuvens públicas. Esse tipo de simplicidade é um exemplo de como a Oracle Cloud projeta em segurança desde o início, desde sua arquitetura básica até seu portfólio de soluções integradas. Conclusão A última área examinada pelo relatório do CTO Advisor é a facilidade geral de uso para equipes que já possuem experiência no uso de soluções VMware. Sobre a experiência geral, o relatório afirma: “A solução Oracle Cloud VMware é a experiência mais consistente com o vSphere on-premises." (CTO Advisor, Comparação de Opções de VMware Cloud) *John Troyer é Gerente de Principal de Produtos da Oracle

A equipe do CTO Advisor testou a Oracle Cloud VMware Solution e outras opções disponíveis no mercado. A conclusão? A Oracle oferece uma abordagem bastante diferente das outras, mais próxima de “apenas...

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Oracle acelera migração da nuvem com novos serviços do Oracle Cloud Lift

Clientes novos e existentes recebem recursos gratuitos de engenharia em nuvem e suporte técnico para agilizar a migração de suas cargas de trabalho para a infraestrutura em nuvem da Oracle. Os pontos relevantes da adoção da nuvem são o custo e o esforço da migração. Para facilitar o processo, o lançamento dos Oracle Cloud Lift Services oferece aos clientes Oracle acesso expandido a ferramentas técnicas e recursos de engenharia em nuvem para migrarem rapidamente as cargas de trabalho para a Oracle Cloud Infrastructure (OCI). Agora a Oracle conta com esses recursos - sem custo adicional - para todos os clientes Oracle Cloud existentes e novos em todo o mundo. “Nossos clientes desejam um caminho perfeito para a nuvem com a orientação certa, arquitetura de solução e ajuda prática que podemos fornecer”, disse Vinay Kumar, vice-presidente sênior de infraestrutura em nuvem da Oracle. “O Oracle Cloud Lift Services é apenas uma das várias mudanças que estamos implementando para acelerar o sucesso do cliente na Oracle Cloud.” -Leia mais: Red Bull Racing Honda e Oracle se tornam parceiros e levam análise de dados à F1 O novo programa da Oracle traz um único ponto de contato para todas as entregas técnicas e elimina as barreiras críticas de expertise para a adoção de serviços OCI, agilizando o tempo de obtenção de valor e criando oportunidades mais rápidas para inovar. Com o Oracle Cloud Lift Services, os clientes obtêm acesso aos engenheiros de nuvem da Oracle e aos principais serviços técnicos que aceleraram as migrações para OCI para clientes corporativos, incluindo Seattle Sounders FC, Cargill e Rice University. Como parte do programa, os clientes terão acesso a recursos de engenharia em nuvem para atividades que vão desde análise de desempenho, arquitetura de aplicativo, migrações práticas e suporte go-live. A Oracle os ajudará em suas cargas de trabalho para que estejam em produção até o treinamento sua equipe nas práticas recomendadas para que tenham a experiência necessária para fazer o ambiente funcionar. Os clientes e parceiros já estão vendo valor no novo programa e estão passando por migrações mais rapidamente, com mais de seu orçamento de TI intacto para serviços operacionais mais valiosos e grandes projetos de transformação digital. “Os serviços Oracle Cloud Lift, juntamente com as ofertas de nuvem da Infosys Cobalt, ajudam nossos clientes conjuntos a acelerar o trabalho de migração para a nuvem e modernização de seu cenário para gerar resultados de negócios mais rápidos. Como parceiro, garantimos o sucesso do cliente por meio de programas de transformação orientados a resultados que criam recursos diferenciados para ajudar nossos clientes a se tornarem resilientes, ágeis e competitivos ”, disse Gopikrishnan Konnanath, vice-presidente sênior e chefe de oferta de serviços, Oracle Services, Infosys. O Seattle Sounders FC, clube americano de futebol profissional, também percebeu os benefícios do Oracle Cloud Lift Services. “Temos trabalhado em estreita colaboração com a Oracle Cloud Infrastructure para revisar nossos sistemas de dados para nos permitir construir soluções analíticas de última geração. Isso nos mantém à frente da concorrência dentro e fora do campo. Com o Oracle Cloud Lift Services, podemos acelerar nossa migração para a nuvem, proporcionando-nos valiosa experiência prática da equipe de engenharia em nuvem da Oracle ”, disse Ravi Ramineni, vice-presidente de Soccer Analytics and Research, Seattle Sounders FC. A Cargill é uma empresa líder global em alimentos que trabalha com agricultores, produtores, fabricantes, varejistas, governos e outras organizações para nutrir o mundo de forma segura, responsável e sustentável. “Na Cargill, estamos constantemente procurando novas maneiras de melhorar e expandir nossos negócios. Os arquitetos de nuvem da Oracle nos levaram do zero à produção por meio do trabalho do Oracle Cloud Lift Services e fizeram uma transição tranquila para o lançamento de novos serviços da Cargill em sua nuvem, mantendo um forte foco na segurança. O Oracle Cloud Infrastructure nos ofereceu o desempenho e o suporte de que precisávamos para decolar e entrar na nuvem ”, disse Terence Schofield, diretor de Tecnologia de Negociação Quantitativa da Cargill. A Rice University usa o Oracle Cloud Lift Services para ajudar a implantar o Open Nebula no Oracle Cloud, o que envolve trabalho técnico, como a implantação de clusters Kubernetes em grande escala em GPUs. Este é um dos maiores projetos de código aberto em que a equipe de TI da universidade está envolvida. “Estamos muito satisfeitos que este projeto com a Oracle permitiu que a Oracle e Rice contribuíssem com este recurso de volta para a comunidade Open Nebula. A estreita colaboração entre os especialistas técnicos da Oracle e minha equipe forneceu oportunidades de aprendizado e nos permitiu explorar soluções técnicas novas e inovadoras ”, disse Klara Jelinkova, CIO da Rice University.

Clientes novos e existentes recebem recursos gratuitos de engenharia em nuvem e suporte técnico para agilizar a migração de suas cargas de trabalho para a infraestrutura em nuvem da Oracle. Os pontos...

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O que é um Banco de Dados Convergente?

O Oracle Database é um excelente exemplo de banco de dados convergente, uma vez que fornece suporte a Machine Learning, Blockchain, Graph, Spatial, JSON, REST, Events, Editions e Streaming de IoT como parte do banco de dados principal, sem custo adicional. Por Maria Colgan* Como gerente ou administrador de banco de dados, você deve ter tido uma ou mais destas conversas com suas equipes de aplicativo? Precisamos criar um novo aplicativo para que os clientes possam enviar e recuperar documentos, então vamos precisar de um banco de dados especializado para armazenar os documentos, certo? Espera aí! Temos outro projeto na próxima semana que vai exigir um novo sistema de pagamento com proteção contra fraudes para atender aos requisitos de conformidade, o que significa que também vamos armazenar dados relacionais. Então precisamos um banco de dados Blockchain especializado e um banco de dados relacional, certo? -Leia mais: As novas ferramentas do Autonomous Data Warehouse Essas conversas podem deixá-los preocupados e frustrados, perguntando-se como vão alocar seus recursos com todos esses armazenamentos de dados especializados. Mas, provavelmente a solução para os seus problemas não seja mais recursos, mas um banco de dados convergente. Um banco de dados convergente é um banco de dados com suporte nativo a todos os tipos de dados modernos e os mais recentes paradigmas de desenvolvimento integrados num único produto. Bancos de dados convergentes suportam dados espaciais para reconhecimento de localização, JSON para armazenamento de documentos, IoT para integração de dispositivos, tecnologias in-memory para análises em tempo real e, claro, os dados relacionais tradicionais. Ao fornecer suporte a todos esses tipos dados, o Banco de Dados Convergente pode executar todas as espécies de cargas de trabalho, de IoT a Blockchain até a Analytics e a Machine Learning. Ela também consegue operar com qualquer paradigma de desenvolvimento, incluindo Microservices, Events, REST, SaaS e CI/CD, para citar alguns. -Saiba mais: Infográfico "Tudo o que você precisa saber sobre o Oracle Database" Tradicionalmente, quando novas tecnologias de gerenciamento de dados surgem pela primeira vez, elas são implementadas como produtos distintos.  Por exemplo, quando o Blockchain surgiu, ele era um sistema autônomo distinto que exigia que você usasse uma forma totalmente diferente e particular de armazenar e acessar dados. Ao integrar novos tipos de cargas de trabalho e paradigmas como funções dentro de um banco de dados convergente, é possível suportar cargas de trabalho mistas e tipos de dados de uma maneira muito mais simples. Você não precisa gerenciar e manter múltiplos sistemas ou se preocupar em ter que fornecer segurança unificada através deles. Você também terá sinergia entre esses recursos. Por exemplo, com o suporte a algoritmos de Machine Learning e dados especiais no mesmo banco de dados, é mais fácil e rápido fazer análises preditivas nos dados espaciais e desenvolver aplicativos orientados por dados. Uma boa analogia para o banco de dados convergente é o smartphone. No passado, se quisesse fazer telefonemas, você usaria o celular, e se quisesse tirar uma foto ou fazer um vídeo, você usaria a câmera. Se quisesse chegar até algum lugar, você precisaria de um mapa ou sistema de navegação. Se quisesse ouvir música, você precisaria de um iPod ou outro dispositivo semelhante.   Mas com um smartphone, todos esses produtos foram convertidos ou convergidos dentro de um só. Cada um desses produtos agora é uma funcionalidade do smartphone. Ter todas essas funcionalidades convergidas dentro de um único produto torna sua vida inerentemente mais fácil, já que você pode baixar música pelo plano de dados do telefone ou fazer upload de imagens ou vídeos diretamente para as plataformas de mídia sociais. A mesma facilidade de uso e comodidade que você obtém com um smartphone também pode ser oferecida num banco de dados convergente. O Oracle Database é um excelente exemplo de banco de dados convergente, uma vez que fornece suporte a Machine Learning, Blockchain, Graph, Spatial, JSON, REST, Events, Editions e Streaming de IoT como parte do banco de dados principal, sem custo adicional. Com isso você pode suportar diversos projetos usando somente uma única plataforma, o que reduz significativamente a sobrecarga e a complexidade de gerenciamento, além de minimizar o risco. *Maria Colgan é Gerente de Produtos na Oracle

O Oracle Database é um excelente exemplo de banco de dados convergente, uma vez que fornece suporte a Machine Learning, Blockchain, Graph, Spatial, JSON, REST, Events, Editions e Streaming de IoT como...

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As novas ferramentas do Autonomous Data Warehouse

Publicação reúne uma breve visão geral sobre os novos recursos do banco de dados autônomo. Por Patrick Wheeler* Nesta publicação, apresentamos alguns novos recursos importantes que agora estão disponíveis com o Oracle Autonomous Data Warehouse, ou ADW. Muitos outros materiais abordarão este tema de forma muito mais detalhada, mas esta é uma breve visão geral desses novos recursos. Facilitamos a vida dos administradores de banco de dados com o Autonomous Data Warehouse, eliminando a parte árdua do trabalho e liberando tempo para realizar trabalhos de maior valor. No entanto, existem outros usuários do banco de dados – analistas de dados, desenvolvedores de aplicativos e também cientistas de dados. Não achamos justo deixá-los de fora, então criamos um conjunto de ferramentas diretamente no Autonomous Data Warehouse para estender os benefícios da autonomia também a esses usuários. Quer saber mais? Leia o blog Autonomous Data Warehouse: Novas inovações para analistas de dados, cientistas de dados cidadãos e desenvolvedores LOB. Como usuário do ADW, tudo está ali, ao seu alcance, sem nada mais para comprar ou instalar. Sabemos que você tem uma infinidade de fontes de dados para discutir – aplicativos, bancos de dados, arquivos e muito mais – e uma série de coisas que você deseja fazer com todos esses dados. Sabemos que você espera mais do que um prompt intermitente do SQL para fazer tudo isso – e nosso objetivo com as ferramentas do Autonomous Data Warehouse é incluir tudo o que você precisa e nada do que você não precisa. Há ferramentas para Carregamento e Transformação de Dados, Modelagem de Negócios (para dar sentido a todos esses dados), Insights de Dados (para que você não precise procurar uma agulha no palheiro). Há também um Catálogo e ferramentas para Machine Learning, Análise Espacial e Gráfica; além, é claro, do Desenvolvedor Web SQL e do APEX para desenvolvimento de aplicativos de low-code. Portanto, prepare-se, porque da próxima vez que acessar o Autonomous Data Warehouse, você verá uma paleta de ferramentas muito mais rica esperando por você depois de clicar no novo cartão Ações do Banco de Dados. Com o tempo, adicionaremos mais ferramentas a essa suíte. Quero falar sobre algumas delas agora, só para instigar sua curiosidade. Há uma ferramenta de Carregamento de Dados. Qualquer pessoa que tenha tentado carregar dados sabe que é mais fácil falar do que fazer – até agora, claro. Basta que você informe o que quer fazer – carregar dados em seu ADW, conectar-se a dados em um local remoto ou até mesmo configurar um feed ao vivo. Em seguida, informe onde estão seus dados – em um arquivo local, um banco de dados remoto ou em um armazenamento de objetos em alguma Nuvem – e pressione ir. Pronto. Publicações futuras irão explorar esse recurso com mais profundidade. Às vezes seus dados estão corretos, outras vezes você precisa limpá-los um pouco – às vezes, bastante. É aí que entra a ferramenta Transformação de Dados. Todo o poder do Oracle Data Integrator (ODI), com uma interface de usuário da web agradável, limpa e moderna, simples o suficiente até para eu usar. Exatamente o que você quer. Arraste e solte para informar o que você quer fazer. Não se preocupe em como fazer – a ferramenta faz todo o trabalho árduo para você. E depois? Você só consegue ir até certo ponto analisando dados brutos. Logo você também vai querer um modelo semântico. É aí que entra nossa ferramenta de Modelo de Negócios. Simplificamos a construção de modelos sofisticados para seus dados, identificando dimensões, hierarquias e medidas, com uma maneira limpa e agradável de dizer como agregar – por soma, média ou qualquer outra coisa. Mas ainda tem mais. Ele também é rápido! O SQL simples escrito no modelo de negócios é reescrito para garantir o acesso ideal aos dados e, como conhecemos a estrutura hierárquica dos dados, podemos agregar antecipadamente os totais e subtotais que você deseja, antes mesmo de você nos dizer isso! Em seguida, vem um recurso que eu queria chamar de eletroímã, mas não me deixaram. Muitas vezes o trabalho de um analista é como procurar uma agulha no palheiro. Então, você aperta o botão, e tudo que for de metal vai ser atraído pelo eletroímã. Com certeza aparecerão pregos, porcas e parafusos velhos e enferrujados, mas também algumas agulhas. É muito mais fácil separar as agulhas desses outros metais do que remexer numa pilha de feno – especialmente se você tiver alergia! É mais ou menos assim que a nossa ferramenta Insights funciona. Carregue seus dados, inicie uma consulta e vá pegar um café. O Autonomous Data Warehouse faz todo o trabalho árduo, vasculhando esses dados em busca de padrões ocultos, anomalias e exceções. Executamos algumas consultas analíticas que preveem os valores esperados e, quando os valores reais diferem significativamente da expectativa, a ferramenta os apresenta aqui. Alguns deles podem ser desinteressantes ou óbvios, mas outros merecem uma investigação mais aprofundada. Você obtém este dashboard com vários padrões de exceção de dados. Faça uma busca detalhada em um gráfico de barras específico neste painel, e os desvios significativos entre os valores reais e esperados aparecerão em destaque. Os dados são fundamentais, e o Catálogo integrado permite maximizar seu valor. A Linhagem de Dados e a Análise de Impacto estão agora ao seu alcance nesta ferramenta integrada. Você consegue se imaginar comprando um carro novo sem Bluetooth, airbag, vidro elétrico ou suporte para copo? Esses itens são alguns dos requisitos básicos da geração de carros modernos, mas, quando eu era criança, os carros nem tinham cinto de segurança! Com o Autonomous Data Warehouse, inauguramos uma nova geração de Database Cloud Services. E, com essa nova geração, assim como com as gerações anteriores de banco de dados, aumentamos o limite para a funcionalidade mínima necessária. As operações autônomas por si só representam um grande avanço geracional, mas acreditamos que é necessário ainda mais. Para esta nova geração de serviços de banco de dados em nuvem – a geração autônoma – todos os usuários do serviço exigem funcionalidade incorporada. Tudo isso deve ser integrado, sem nada mais para comprar e instalar. Esta foi apenas uma breve introdução, mas procure mais conteúdo para obter uma abordagem detalhada sobre esses vários novos recursos. Clique aqui para saber mais sobre o Autonomous Data Warehouse. *Patrick Wheeler é Vice-Presidente de Gerenciamento de Produtos na Oracle

Publicação reúne uma breve visão geral sobre os novos recursos do banco de dados autônomo. Por Patrick Wheeler* Nesta publicação, apresentamos alguns novos recursos importantes que agora estão...

Inovação

Oracle anuncia parceria com programa de inovação LIFT Lab

Empresa apoiará projetos da iniciativa que possui foco no setor financeiro e é coordenada pelo Banco Central do Brasil e pela FENASBAC. Inscrições podem ser feitas até 21 de maio. A Oracle será parceira tecnológica da edição 2021 do programa de inovação LIFT Lab (Laboratório de Inovações Financeiras e Tecnológicas). Criado em 2017, o projeto é coordenado pelo Banco Central do Brasil e pela FENASBAC, conta com apoio de empresas de tecnologia e tem como foco o desenvolvimento de propostas de inovação para o Sistema Financeiro Nacional. Pelo acordo, a Oracle vai apoiar alguns dos projetos acelerados ao longo do LIFT Lab 2021. As inscrições das propostas para o programa podem ser feitas entre hoje, 29 de março, e o próximo dia 21 de maio por meio do site liftlab.com.br. De acordo com a página da iniciativa, os projetos enviados são encaminhados para avaliação dos seus parceiros de tecnologia, levando em conta quesitos como a aderência a suas tecnologias. -Leia mais: Red Bull Racing Honda e Oracle se tornam parceiros e levam análise de dados à F1 Aproximadamente 20 projetos serão aprovados pelo ecossistema de inovação. Ao longo de três meses, os proponentes aceito recebem apoio e recursos técnicos para desenvolvimento de seus protótipos. Durante esse período, eles são acompanhados por um grupo de especialistas parceiros do LIFT Lab. Quer saber mais? Então acesse a página do LIFT Lab e saiba tudo sobre a edição 2021 da iniciativa. Vale lembrar que as inscrições podem ser feitas até 21 de maio.

Empresa apoiará projetos da iniciativa que possui foco no setor financeiro e é coordenada pelo Banco Central do Brasil e pela FENASBAC. Inscrições podem ser feitas até 21 de maio. A Oracle será...

Transformação na TI

Autonomous Data Warehouse: Novas inovações para analistas de dados, cientistas de dados cidadãos e desenvolvedores LOB

Neste blog post, apresentamos um novo foco para o Autonomous Data Warehouse: capacitar os analistas de dados de última geração com um data warehouse em nuvem de última geração. Por George Lumpkin* Após a apresentação do Autonomous Data Warehouse, organizações de todos os tamanhos reconheceram o quanto poderia ser simples provisionar um data warehouse. Como o Autonomous Data Warehouse não requer administração operacional (e, portanto, não requer um administrador de banco de dados), um data warehouse em nuvem está ao alcance de muito mais organizações do que antes. Para muitas organizações de TI, o Autonomous Data Warehouse era exatamente o que precisavam. O Autonomous Data Warehouse lidou com as tarefas operacionais do dia a dia, para que os especialistas de TI tivessem mais tempo e energia para se dedicar à adição de novos conjuntos de dados e ampliar o data warehouse para atender às necessidades da equipe de negócios. Embora o Autonomous Data Warehouse eliminasse a necessidade de um administrador operacional, ainda havia a necessidade de fortes habilidades de TI e desenvolvimento para construir um warehouse. Para começar, as organizações precisavam ser capazes de projetar seu esquema de banco de dados, criar tabelas de banco de dados usando SQL, carregar seus conjuntos de dados nas tabelas e limpar e transformar os dados. O Autonomous Data Warehouse (e basicamente todos os outros fornecedores de data warehouse em nuvem) era uma solução orientada por SQL, projetada para usuários técnicos que estavam acostumados com bancos de dados relacionais. -Leia mais: A chegada do Java 16 Evolução para um modelo de autosserviço para data warehouse Na Oracle, quando começamos a considerar a última geração de data warehouses em nuvem, reconhecemos que não havia razão para que a construção de um data warehouse em nuvem exigisse profundo conhecimento de TI. Os data warehouses são construídos para resolver problemas de negócios — fornecendo insights mais profundos sobre os dados de negócios de uma organização — e os principais usuários do data warehouse não são gurus de SQL, mas analistas de dados e outros profissionais de negócios nas organizações de linhas de negócios. Neste blog post, apresentamos um novo foco para o Autonomous Data Warehouse: capacitar os analistas de dados de última geração com um data warehouse em nuvem de última geração. O Autonomous Data Warehouse agora oferece um conjunto de ferramentas integradas de autosserviço, projetadas não para o usuário de SQL, mas para o usuário de negócios, o cientista de dados cidadão e o desenvolvedor cidadão. O Autonomous Data Warehouse adicionou uma paleta de novas ferramentas integradas (além das ferramentas integradas pré-existentes, como Planilha de SQL, Notebooks de Machine Learning e APEX): •    Carregamento de Dados •    Transformação de Dados •    Modelo de negócios •    Insights de Dados •    Catálogo •    AutoML •    Graph Studio Ferramentas de autosserviço do data warehouse: um exemplo Essas novas ferramentas foram projetadas para usuários de negócios, não para usuários técnicos. O ponto de partida de qualquer data warehouse é carregar dados. Anteriormente, a única técnica do Autonomous Data Warehouse para carregar dados do armazenamento de objetos em nuvem era via SQL: Se você for um usuário de SQL, os trechos de código acima são simples de usar. No entanto, se você é um analista de dados, provavelmente não sabe SQL e nem deve estar interessado em aprender esses detalhes do banco de dados. As novas ferramentas integradas do Autonomous Data Warehouse levam em conta o analista de dados, para que o carregamento de dados se torne muito mais simples através de uma interface do usuário (UI): Um analista de dados pode usar a interface do usuário para simplesmente carregar dados de um arquivo local em seu laptop. Basta que ele clique em "Avançar" na tela acima e, em seguida, arraste e solte o arquivo de dados na ferramenta Carregamento de Dados: O Autonomous Data Warehouse interpretará automaticamente os arquivos, configurará as definições da tabela SQL com os nomes das colunas e tipos de dados apropriados e carregará os dados. Opcionalmente, o usuário pode verificar as configurações antes de iniciar o carregamento de dados, e é possível ver os detalhes da definição da tabela e as opções para o carregamento de dados: Mas, no final, o carregamento de dados foi reduzido basicamente a um processo de uma única etapa: arrastar o arquivo de dados para a ferramenta de carregamento de dados. O Autonomous Data Warehouse cuida dos detalhes técnicos. Esse exemplo simples ilustra como o Autonomous Data Warehouse está estendendo sua visão para os analistas de dados, além dos usuários técnicos orientados por SQL. Com ferramentas simples semelhantes, o Autonomous Data Warehouse fornece ferramentas integradas para ajudar os analistas de dados a transformar os dados em seu data warehouse, organizar os dados em modelos de negócios (para fornecer uma visão dos dados centrada nos negócios) e pesquisar os dados com um catálogo (que fornece adicionalmente a linhagem de dados para que os usuários de negócios possam saber a origem dos dados). Cientistas de Dados Cidadãos - Apresentamos o AutoML O Autonomous Data Warehouse ajuda outros profissionais de negócios além dos analistas de dados – ele também introduz novos recursos para os "cientistas de dados cidadãos". Um cientista de dados cidadão é um usuário de negócios que possui profundo conhecimento dos dados e dos problemas do negócio que precisam ser resolvidos – mas não é um cientista de dados profissional com formação avançada em ciência da computação. O Autonomous Data Warehouse inclui mais de 30 algoritmos de máquina integrados, um avançado conjunto de recursos que foram incorporados ao banco de dados da Oracle nos últimos 20 anos. O desafio aqui é que esses algoritmos são usados por cientistas de dados capacitados, que entendem todas as nuances do machine learning. O novo recurso AutoML do Autonomous Data Warehouse agora preenche essa lacuna, permitindo que cientistas de dados cidadãos, não especialistas, criem seus próprios modelos de machine learning para resolver problemas de negócios, como identificar os clientes potenciais mais promissores para marketing ou vendas. O AutoML auxilia o cientista de dados cidadão, selecionando os algoritmos e parâmetros mais apropriados com base nos dados fornecidos – sem a necessidade de nenhum conhecimento especial sobre os próprios algoritmos. Aqui, o AutoML decide qual algoritmo é mais adequado ao problema específico do negócio – no exemplo acima, o AutoML testou vários algoritmos e, por fim, selecionou um Modelo Linear Geral como o melhor algoritmo para resolver esse requisito específico de atrito/rotatividade de clientes. Isso realmente proporciona o poder de trabalhar com machine learning a um público de negócios muito mais amplo. Desenvolvedores LOB - Apresentando o APEX para desenvolvimento de low-code O Oracle APEX, plataforma de desenvolvimento de low-code da Oracle, fornece todas as ferramentas necessárias para construir aplicativos em uma única plataforma extensível, executada como parte do Oracle Autonomous Data Warehouse. Usando o APEX, os desenvolvedores de LOB podem desenvolver rapidamente aplicativos atraentes, apenas combinando widgets pré-construídos e extensíveis. É incrivelmente fácil e rápido implementar aplicativos em HTML ricos, poderosos e compatíveis com dispositivos móveis que resolvem problemas reais e criam valor imediato. A vasta gama de tecnologias faz com que você não precise ser um desenvolvedor dedicado. Isso significa que você pode se concentrar em resolver o problema e deixar o APEX cuidar do resto. Para explorar como o APEX ajuda a eliminar a complexidade e fornecer resultados com mais rapidez, consulte a página inicial do APEX (apex.oracle.com), onde você encontrará tudo o que precisa para começar. Análise de Grafos O Autonomous Data Warehouse continua a expandir a amplitude de suas ofertas de análise, com novos recursos de análise de grafos que permitem que os usuários entendam e analisem as relações dentro dos dados. A análise gráfica pode ajudar os usuários de negócios a entender como seus clientes interagem e identificar os clientes mais importantes e influentes, ou pode ajudar a identificar fraudes com análises aprofundadas das cadeias de transações financeiras. O Autonomous Data Warehouse apresenta o Graph Studio, uma interface integrada de low-code que automatiza a modelagem de grafos e o gerenciamento de dados e simplifica a análise e visualização de grafos. É importante ressaltar que o Graph Studio orienta o analista de dados na criação do modelo gráfico. O data warehouse pode conter tabelas com dados do cliente, e o Graph Studio pode exemplificar os dados do cliente, entender as relações pré-existentes presentes no banco de dados e criar gráficos identificando os vértices e as bordas com base nessas relações. Depois que o gráfico é criado, o Graph Studio fornece um bloco de notas integrado com recursos de visualização gráfica: Conclusão O Autonomous Data Warehouse está conduzindo os data warehouses em nuvem a uma nova direção. O data warehouse não precisa ser um domínio exclusivo de especialistas em SQL e profissionais de TI, nem deve exigir a montagem de inúmeras peças e componentes. O Autonomous Data Warehouse expandiu o serviço de data warehouse em nuvem para abranger o carregamento e a transformação de dados, simplificar análises aprofundadas, como gráficos e machine learning, e oferecer rapidamente novos aplicativos de low-code – tudo com ferramentas de autosserviço integradas. Comece a usar essas novas ferramentas agora! Esta foi apenas uma breve introdução às novas ferramentas de autosserviço, mas fique atento a mais publicações no blog que abordarão esses vários novos recursos. Ou, melhor ainda, conecte-se ao seu próprio Autonomous Database e experimente você mesmo as novas ferramentas! Se você estava querendo saber: SIM, essas ferramentas estão inclusas na versão Always-Free do Autonomous Data Warehouse. Clique aqui para saber mais sobre o Autonomous Data Warehouse. *George Lumpkin é Vice-Presidente de Gestão de Produtos para Autonomous Data Warehouse

Neste blog post, apresentamos um novo foco para o Autonomous Data Warehouse: capacitar os analistas de dados de última geração com um data warehouse em nuvem de última geração. Por George Lumpkin* Após...

Inovação

Red Bull Racing Honda e Oracle se tornam parceiros e levam análise de dados à F1

Equipe líder da Fórmula 1 escolhe Oracle Cloud Infrastructure como plataforma oficial de nuvem com projetos voltados ao desempenho do carro, machine learning e análise de dados. A Red Bull Racing, equipe quatro vezes campeã mundial da Fórmula 1, escolheu a Oracle como seu parceiro oficial de infraestrutura em nuvem. A equipe aproveitará os recursos de machine learning (aprendizado de máquina) e análise de dados da Oracle Cloud Infrastructure (OCI) para otimizar como os dados são usados em seus negócios; desde atividades em andamento até disponibilizar mais informações nas mãos dos fãs globais do time. Os recursos da infraestrutura OCI ajudarão a equipe a aprimorar sua já formidável vantagem competitiva. A Fórmula 1 é um esporte frequentemente descrito como sendo conduzido por dados; as equipes têm uma obsessão por análises e detalhes minuciosos que podem lhes dar uma vantagem competitiva na pista. Este relacionamento, entre duas empresas de tecnologia de ponta, incluirá um trabalho para otimizar e elevar o uso de dados na melhoria do desempenho do carro para a Red Bull. Isso vem na forma de um roteiro de vários anos, abrangendo as operações de engenharia dentro e fora do percurso, aproveitando a inteligência artificial extensa e os recursos de aprendizado de máquina da Oracle Cloud Infrastructure. Dando as boas-vindas à nova parceria, o chefe da equipe Red Bull Racing Honda, Christian Horner, disse: “esta é uma parceria extremamente significativa para a Red Bull Racing Honda. A Oracle é uma grande organização que está na vanguarda da inovação técnica há mais de quatro décadas. Como um dos nomes mais reconhecidos e confiáveis do setor em gerenciamento de banco de dados e computação em nuvem, a Oracle oferece grande capacidade, inovação e experiência para muitas das maiores e mais bem-sucedidas empresas do mundo. Ser capaz de aproveitar esse poder e conhecimento excepcionais é um grande passo para nossa equipe. A experiência da Oracle atingirá muitas áreas do negócio, desde o desenvolvimento de importantes mecanismos de engajamento de fãs e construção de marca até o fornecimento de novos recursos valiosos para toda a equipe, incluindo os departamentos de engenharia e design. A Red Bull Racing Honda requer uma plataforma de infraestrutura em nuvem com os mais altos níveis de desempenho, escalabilidade e segurança. A Oracle Cloud Infrastructure traz recursos exclusivos que permitem à Red Bull expandir seu uso de ciência de dados e análise, de forma que possa acomodar o crescente e diversificado trabalho de engenharia realizado no Red Bull Technology Campus. “Esta é a aliança perfeita de duas organizações que compartilham uma paixão por design, desempenho e vitória”, disse Ariel Kelman, Diretor de Marketing da Oracle. “A Red Bull Racing não ganhou vários campeonatos de pilotos e campeonatos de Constructor’s em sua existência relativamente jovem, sem ultrapassar os limites. A Oracle está empenhada em trabalhar com a Red Bull Racing Honda para descobrir e criar as tecnologias e designs que permitirão superar as expectativas e definir novos padrões na Fórmula 1. ” A Red Bull também é conhecida nos círculos da Fórmula 1 por ser apaixonada por sua base global de fãs, produzindo conteúdo excepcional e oportunidades de envolvimento. A parceria aproveitará o amplo portfólio de aplicativos de Experiência do Cliente (CX) da Oracle, incluindo Oracle Unity Customer Data Platform, Oracle CrowdTwist Loyalty and Engagement e Oracle Responsys Campaign Management para oferecer aos fãs acesso fácil a estatísticas e métricas, para que possam se sentir mais próximos da ação na pista. Juntas, as duas empresas esperam fornecer a melhor experiência possível aos fãs, proporcionando maiores insights e oportunidades de envolvimento durante os fins de semana de corrida e abrindo o mundo da Fórmula 1 para novos fãs em todo o mundo. Oliver Hughes, diretor de marketing da Red Bull Racing, acrescentou: “Estamos empolgados em trazer um grande parceiro como a Oracle para a Fórmula 1 e com foco em ultrapassar os limites em tudo o que fazemos, encontrando o parceiro certo para nossa jornada para a nuvem foi absolutamente crucial. Combinar a experiência do CX Marketing Cloud da Oracle com a criatividade e a base de fãs global da Red Bull Racing Honda vai abrir o próximo capítulo em nossa jornada martech em evolução e, esperançosamente, entregar algo único e especial para nossos fãs. Do ponto de vista da tecnologia, nossa equipe de engenharia mal pode esperar para colocar as mãos na variedade de ferramentas que a Oracle tem a oferecer para fortalecer nossas equipes de ciência de dados e IA com experiência mundial ”.

Equipe líder da Fórmula 1 escolhe Oracle Cloud Infrastructure como plataforma oficial de nuvem com projetos voltados ao desempenho do carro, machine learning e análise de dados. A Red Bull Racing,...

Transformação nos Negócios

Quer um planejamento de cenário eficaz? Veja o que é preciso

A integração entre os sistemas de ERP e planejamento podem ajudar as equipes financeiras a lidar mais rápido com as condições em constante mudança. Por Jennifer Toomey * Os líderes empresariais estão cheios de dúvidas e contam com as equipes financeiras para indicar o caminho a seguir. Mas os indicadores típicos de liderança não são confiáveis, pois o mundo está lidando com a propagação de uma doença e medidas restritivas de prevenção. O que acontecerá? Ninguém tem certeza de nada. A única coisa que sabemos é que as empresas precisam de melhores ferramentas para planejar rapidamente os diferentes resultados à medida que as coisas mudam. Os aplicativos de planejamento de cenário estão assumindo o papel de ajudar as equipes de planejamento e análise financeira (FP&A) a definir diferentes cenários com segurança. E, além da crise atual (ou da próxima), o planejamento de cenário ajuda a reduzir as incertezas diárias que se tornaram parte das negociações, mesmo antes da pandemia. Definição dos padrões para o planejamento de cenário Muito antes de o mundo ter ouvido falar da COVID-19, muitas empresas precisaram fazer um planejamento de cenário, porque utilizavam planilhas personalizadas ou ferramentas inadequadas. Em uma pesquisa da Oracle com mais de 900 responsáveis pelas decisões financeiras, 70% destas pessoas afirmaram que queriam uma integração maior entre os sistemas de ERP e planejamento. Por quê? Porque quanto mais rápido e fácil for obter números atualizados em seus modelos, mais rápido podemos lidar com as condições em constante mudança. Leia mais: Como usar o planejamento de cenários para lidar com uma crise Tradicionalmente, os cenários foram criados utilizando planilhas, dados exportados de sistemas de ERP e outros sistemas. Assim que os dados são exportados, eles ficam congelados no tempo, e quando chegam ao seu laptop já estão desatualizados. E criar cenários em planilhas é um processo meticuloso, que exige cálculos e fórmulas complexas que podem ficar desatualizadas antes de serem compartilhadas com outro usuário. Não podemos ser lentos ou meticulosos no contexto atual de rápidas transformações. Precisamos atualizar nossos modelos frequentemente com as informações mais recentes. Nossos clientes de setores altamente afetados por isso (como o varejo) usam previsões dinâmicas, atualizadas semanalmente. Eles fazem a previsão e o planejamento do fluxo de caixa em um nível detalhado, com base em dados de transação reais dos seus sistemas operacionais e de ERP. Assim eles podem manter a competitividade, apesar das enormes mudanças nos mercados globais e nas cadeias de suprimentos. Estes clientes conseguem criar cenários em minutos, em vez de dias. A integração estimula a agilidade e a precisão Em períodos conturbados como estes, as organizações com soluções de ponto de planejamento percebem que não conseguem mudar rápido o suficiente para lidar com a necessidade urgente de números confiáveis e atualizados. Por quê? Porque a maioria das soluções de planejamento tem funcionalidades muito limitadas para a criação de cenários e não tem integração em tempo real com os outros sistemas. O resultado são falhas no fluxo de informações e processos manuais, levando a longos ciclos de preparação, a uma visão incompleta da empresa, informações desatualizadas e maior probabilidade de erros. Inteligência de planejamento interna e estruturas de planejamento de cenários com as melhores práticas Na pesquisa mencionada acima, os clientes da Oracle Fusion Cloud EPM disseram que gastam menos tempo coletando dados, têm mais tempo para análise, utilizam menos recursos administrativos para FP&A, com uma previsão mais precisa. Entre as funcionalidades do Oracle Cloud EPM, temos: A integração interna da Oracle Fusion Cloud ERP garante sempre números precisos e atualizados com base nas suas transações financeiras mais recentes Simulações Monte Carlo, que permitem testar a probabilidade de vários resultados e planejar as possíveis respostas. Funcionalidades integradas para “atingir metas”, ajudando você a executar verificações periódicas para decidir quais variáveis operacionais devem ser alteradas para gerenciar custos e otimizar a disponibilidade de caixa. Relatórios e análises simples e criteriosas ajudam a comunicar de maneira eficaz não apenas os números no modelo, mas a lógica por trás dos números Análise em tempo real e distribuição de relatórios usando uma variedade de formatos de relatório, disponíveis em um navegador da web e no SmartView para Microsoft Office Experimente grátis as funcionalidades de planejamento do Oracle Cloud Atualmente, um planejamento de cenário eficaz e uma modelagem estratégica são essenciais para equipes financeiras. Por isso, estamos oferecendo acesso gratuito ao Oracle Financial Statement Planning, incluindo modelagem estratégica, para todos os clientes da Oracle Planning Cloud nos próximos meses. Experimente estas ferramentas para saber como um aplicativo líder no mercado de planejamento de cenário pode ajudar sua empresa a permanecer competitiva durante períodos de crise e continuar se destacando neste período de incerteza do “novo normal”. Saiba como traçar um caminho para o crescimento com o planejamento de cenário com Oracle Fusion Cloud EPM. * Jennifer Toomey é diretora sênior de EPM Product Marketing na Oracle.

A integração entre os sistemas de ERP e planejamento podem ajudar as equipes financeiras a lidar mais rápido com as condições em constante mudança. Por Jennifer Toomey * Os líderes empresariais estão...

Desenvolvedores

A chegada do Java 16

Demonstrando ainda mais o caminho de inovação contínua do Java, a Oracle tem o orgulho de anunciar a disponibilidade geral do Java 16 representando o sétimo lançamento de recursos como parte da cadência de seis meses. Por Sharat Chander* 2020 provou ser um ano memorável para o Java uma vez que comemoramos seu 25º aniversário. Com mais de duas décadas de inovação, o Java continuou a ser: •    Flexível por se adaptar ao cenário tecnológico em constante mudança enquanto manteve-se independente de plataforma. •    Confiável por manter a compatibilidade com versões anteriores. •    Eficiente por acelerar a inovação sem sacrificar a segurança. Juntamente com a capacidade do Java de aumentar o desempenho, a estabilidade e a segurança da plataforma ao longo do caminho, ele continua a ser a linguagem de programação mais popular do mundo entre os desenvolvedores. De acordo com o último relatório da IDC "Java Turns 25”, mais de nove milhões de desenvolvedores representando 69% dos desenvolvedores em tempo integral em todo o mundo usam Java – mais do que qualquer outra linguagem. -Leia mais: Celebrando 25 Anos do Java Demonstrando ainda mais o caminho de inovação contínua do Java, a Oracle tem o orgulho de anunciar a disponibilidade geral do Java 16 representando o sétimo lançamento de recursos como parte da cadência de seis meses. Este nível de previsibilidade permite que os desenvolvedores gerenciem mais facilmente sua adoção de inovação graças a um fluxo constante de mudanças esperadas. O Java 16 já está disponível! A Oracle agora oferece o Java 16 para todos os desenvolvedores e empresas.  O Oracle JDK 16 receberá um mínimo de duas atualizações trimestrais, de acordo com o  cronograma do Oracle Critical Patch Update (CPU), antes do lançamento do Oracle JDK 17. O Java 17 atingirá a disponibilidade geral em setembro de 2021, mas as compilações de acesso antecipado já estão sendo oferecidas em jdk.java.net. Mais uma vez, a Oracle fornece o Java 16 como a versão do Oracle OpenJDK usando a GNU General Public License v2 de software livre, com o Classpath Exception (GPLv2+CPE), e também sob uma licença comercial para aqueles que usam a versão Oracle JDK como parte de um produto ou serviço Oracle, ou para aqueles que querem ser capazes de obter suporte comercial. Java 16, Juntos Semelhante aos lançamentos anteriores, continuamos a celebrar as contribuições feitas para o Java 16 de muitos indivíduos e organizações na Comunidade OpenJDK — todos nós construímos o Java, juntos! Taxa de correção do JDK 16 A taxa global de mudança ao longo do tempo no JDK permaneceu essencialmente constante por muitos anos, mas sob a cadência de seis meses, o ritmo no qual as inovações prontas para a produção são entregues melhorou muito. Em vez de disponibilizar dezenas de milhares de correções e cerca de cem JDK Enhancement Proposals (JEPs) em um grande lançamento a cada alguns anos, os aprimoramentos são entregues em versões menores de recurso em um cronograma de seis meses mais gerenciável e previsível. Essas alterações podem variar de um recurso significativo a pequenas melhorias, a manutenção de rotina, correções de bugs e melhorias na documentação. Cada alteração é representada em um único commit para um único problema no JDK Bug System. Dos 1.897 problemas marcados como corrigidos no Java 16, 1.397 foram concluídos por pessoas que trabalham para a Oracle, enquanto que500 foram contribuídos por desenvolvedores individuais e desenvolvedores que trabalham para outras organizações. Analisando os problemas e agrupando os dados da organização dos destinatários resulta no gráfico a seguir de organizações que patrocinam o desenvolvimento de correções no Java 16: A Oracle gostaria de agradecer aos desenvolvedores que trabalham para organizações como ARM, SAP, Red Hat e Tencent por suas contribuições notáveis.  Também somos gratos por ver contribuições de organizações menores, como Ampere Computing, Bellsoft, DataDog, Microdoc e desenvolvedores independentes que contribuíram coletivamente com 3% das correções no Java 16. Somos igualmente gratos aos muitos desenvolvedores experientes que analisaram as alterações propostas, aos usuários pioneiros que experimentaram compilações de acesso antecipado e relataram problemas, e aos profissionais dedicados que forneceram feedback nas as listas de endereçamento do OpenJDK. Os seguintes indivíduos forneceram feedback inestimável sobre a qualidade da compilação, registraram bugs de forma eficaz ou ofereceram atualizações frequentes: •    Jaikiran Pai (Formiga Apache) •    Gary Gregory (Apache Commons) •    Uwe Schindler (Apache Lucene) •    Robert Scholte (Apache Maven) •    Mark Thomas (Apache Tomcat) •    Enrico Olivelli (Zookeeper Apache) •    Rafale Winterhalter (Byte Buddy) •    Peter Karich (Graph Hopper) •    Evgeny Yavits (JaCoCo) •    Marc Hoffman (JaCoCo) •    Vincent Privat (JOSM) •    Christain Stein (JUnit 5) •    David Karnok (RxJava) Além disso, por meio do programa Quality Outreach, gostaríamos de agradecer aos seguintes projetos FOSS (software de código livre e aberto) e indivíduos que forneceram um excelente feedback ao testar as compilações de acesso antecipado do Java 16 para ajudar a melhorar a qualidade do lançamento. •    Apache Ant •    Apache Derby (Rich Hillegas) •    Apache Lucene •    Apache Maven •    Apache Tomcat •    Apache Wicket (Martin Grigorov) •    Apache ZooKeeper •    Colecções Eclipse (Nikhil Nanivadekar) •    eo-yaml (Mihai Andronache) •    FXGL (Almas Baimagambetov) •    FXyz (Sean Phillips) •    Java Katas (Chandra Guntur) •    GraphHopper •    Hibernate ORM •    Hibernate Validator •    Hibernate Search •    Hibernate Reactive (Sanne Grinovero & Yoann Rodiere) •    JobRunr (Ronald Dehuysser) •    jOOQ (Lukas Eder) •    MyBatis (Iwao Ave) •    Micrometer (Tommy Ludwig) •    RxJava •    Sejda •    PDFsam (Andrea Vacondio) Novidade no Java 16 Juntamente com milhares de atualizações de desempenho, estabilidade e segurança, o Java 16 oferece aos usuários dezessete melhorias/mudanças principais (conhecidas como JDK Enhancement Proposals - JEPs), incluindo três módulos de incubadora e um recurso de visualização. Algumas melhorias são introduzidas nos módulos da incubadora, um meio de colocar APIs e ferramentas não finais nas mãos dos desenvolvedores que permite que os usuários ofereçam feedback que pode melhorar a qualidade da plataforma Java. Da mesma forma, alguns aprimoramentos são introduzidos como recursos de visualização, linguagem ou recursos de VM da Java SE Platform que são completamente especificados, completamente implementados e, ainda assim, impermanentes. Eles são disponibilizados em versões de recursos do JDK para provocar o feedback do desenvolvedor com base no uso do mundo real, o que pode levá-los a se tornarem permanentes em uma versão futura.  Isso oferece aos usuários a oportunidade de fornecer feedback oportuno, além de permitir que os fornecedores de ferramentas tenham a oportunidade de criar suporte para o recurso antes que a maior parte dos desenvolvedores Java o usem na produção. Os 17 JEPs  entregues com o Java 16 foram agrupados em seis categorias diferentes: 1. Novos Recursos de linguagem JEP 394 Pattern Matching for instanceof Introduzido pela primeira vez como um recurso prévio no Java 14 e novamente no Java 15, o Pattern Matching aprimora a linguagem de programação Java com correspondência de padrões para a instanceof (instância do) operador. A correspondência de padrões permite que a lógica comum em um programa, ou seja, a extração condicional de componentes de objetos, seja expressa de forma mais concisa e segura. JEP 395 Records Também introduzido pela primeira vez como um recurso prévio no Java 14 e novamente no Java 15, o Records fornece uma sintaxe compacta para declarar classes que são titulares transparentes para dados superficialmente imutáveis. Isso reduzirá significativamente a verbosidade dessas classes e melhorará a legibilidade e a manutenção do código. 2. Melhorias JVM JEP 376 Processamento Simultâneo de Rosca ZGC O JEP 376 move o processamento de pilha de rosca ZGC de pontos de segurança para uma fase simultânea, permite pausas de sub-milissegundos dentro dos pontos de segurança GC, mesmo em grandes pilhas. A remoção da fonte final de latência no coletor de lixo ZGC melhorará muito o desempenho e a eficiência dos aplicativos neste e nos lançamentos subsequentes. JEP 387 Metaespaço Elástico Este recurso retorna memória de metadados de classe VM HotSpot não utilizada (ou seja, metaespaço) para o sistema operacional mais prontamente, reduzindo a presença de metaespaço. Aplicativos com atividade de carga e descarga de classe pesada podem acumular muito espaço não utilizado. O novo esquema aloca a memória de metaespaço em pedaços menores, reduz a sobrecarga do carregador de classe e  a fragmentação. Ele melhora a elasticidade ao retornar a memória metaespacial não utilizada para o sistema operacional, o que leva a um maior desempenho do aplicativo e diminui a utilização da memória. 3. Novas Ferramentas e Bibliotecas JEP 380 Canais de Soquete de Domínio Unix Os soquetes de domínio Unix são, há muito tempo, um recurso da maioria das plataformas Unix e agora são suportados no Windows 10 e no Windows Server 2019. Este recurso adiciona suporte de soquete de domínio Unix (AF_UNIX) ao canal de soquete e às APIs de canal de soquete de servidor no pacote java.nio.channels. Ele estende o mecanismo de canal herdado para suportar canais de soquete de domínio Unix e canais de soquete de servidor. Os Soquetes de domínio Unix são usados para comunicação entre processos (IPC) no mesmo host. Eles são semelhantes aos soquetes TCP/IP na maioria dos aspectos, exceto que eles são endereçados por nomes de caminhos do sistema de arquivos em vez de endereços IP (Internet Protocol) e números de porta. Para comunicação local entre processos, os soquetes de domínio Unix são mais seguros e mais eficientes do que as conexões de loopback TCP/IP. JEP 392 Ferramenta de Empacotamento Este recurso foi introduzido pela primeira vez como um módulo de incubadora no Java 14. Esta ferramenta permite empacotar aplicativos Java independentes. Ele suporta formatos de embalagem nativos para proporcionar aos usuários finais uma experiência de instalação natural. Esses formatos incluem msi e exe no Windows, pkg e dmg no macOS, e deb e rpm no Linux. Ele também permite que os parâmetros de tempo de lançamento sejam especificados no tempo de empacotamento e podem ser invocados diretamente, a partir da linha de comando ou programaticamente, através da API do ToolProvider. Observe que o nome do módulo jpackage muda de jdk.incubator.jpackage para jdk.jpackage. Isso melhorará a experiência do usuário final ao instalar aplicativos e simplificará as implementações usando o modelo de "loja de aplicativos”. 4. Garantindo a Permanência do Seu Trabalho JEP 390 Avisos para classes baseadas em valor Este recurso designa as classes wrapper primitivo (java.lang.Integer, java.lang.Double, etc.) como baseadas em valor (semelhante a java.util.Optional e java.time.LocalDateTime) e adiciona forRemoval aos seus construtores, que estão preteridos desde o JDK 9, solicitando novos avisos.  Ele fornece avisos sobre tentativas impróprias de sincronização em instâncias de quaisquer classes baseadas em valor na Plataforma Java. Muitos projetos populares de software livre já responderam aos avisos de reprovação do Java 9 removendo chamadas de construtor wrapper de suas fontes, e podemos esperar que muitos mais o façam, dada a crescente urgência de avisos "preteridos para remoção". JEP 396 Faça o Encapsulamento Forte dos JDK Internos por Padrão Esse recurso faz o encapsulamento forte de todos os elementos internos do JDK por padrão, exceto para as APIs internas críticas, como sun.misc.Unsafe. O código compilado com sucesso com versões anteriores que acessam APIs internas do JDK pode não funcionar mais por padrão. Esta mudança visa incentivar os desenvolvedores a migrar do uso de elementos internos para o uso de APIs padrão, para que eles e seus usuários possam atualizar sem complicações para futuras versões do Java. O encapsulamento forte é controlado pela opção do inicializador --acesso ilegal, para JDK 9 até JDK 15 padrão para warning, e começar com o JDK 16 padrão para deny. Ainda é possível (por enquanto) relaxar o encapsulamento de todos os pacotes com uma única opção de linha de comando, no futuro, apenas abrindo pacotes específicos com -add-opens funcionará. 5. Características de Incubadora e Visualização JEP 338 API Vector (Incubadora) Esta API de incubadora fornece uma iteração inicial de uma API para expressar cálculos vetoriais que compilam de forma confiável em tempo de execução para obter instruções de hardware vetorial ideais em arquiteturas de CPU suportadas e, assim, alcançar desempenho superior a cálculos escalares equivalentes. Ela permite tirar proveito das instruções SIMD (Single Instruction, Multiple Data) disponíveis na maioria das CPUs modernas. Embora o HotSpot ofereça suporte à vetorização automática, o conjunto de operações escalares transformáveis é limitado e frágil a mudanças no código. Esta API permitirá que os desenvolvedores escrevam facilmente algoritmos vetoriais portáteis e de desempenho em Java. JEP 389 API Foreign Linker (Incubadora) Esta API de incubadora oferece acesso de java pura e digitada estaticamente ao código nativo. Esta API simplificará consideravelmente o processo complicado e propenso a erros de vinculação a uma biblioteca nativa. O Java suporta chamadas de métodos nativos através da Java Native Interface (JNI) desde o Java 1.1, mas é duro e frágil. Os desenvolvedores Java devem ser capazes de (principalmente) apenas usar qualquer biblioteca nativa que seja considerada útil para uma tarefa específica. Também  fornece suporte de função estrangeira sem a necessidade de qualquer código de cola JNI interveniente. JEP 393 API de Acesso a Memória Estrangeira (3a Incubadora) Introduzida pela primeira vez como uma API incubadora no Java 14 e novamente no Java 15, esta API permite que programas Java operem com segurança e eficiência em vários tipos de memória estrangeira (por exemplo, memória nativa, memória persistente, memória heap gerenciada, etc.). Ela também fornece a base para a API Foreign Linker. JEP 397 Classes Seladas (2a Pré-visualização) Este recurso de visualização restringe quais outras classes ou interfaces podem estendê-las ou implementá-las. Permite ao autor de uma classe ou interface controlar qual código é responsável pela sua implementação. Além disso, fornece uma maneira mais declarativa do que os modificadores de acesso para restringir o uso de uma superclasse. E suporta direções futuras na correspondência de padrões ao sustentar a análise exaustiva de padrões. 6. Melhorando a Produtividade para Desenvolvedores OpenJDK O resto das alterações não são diretamente visíveis para os desenvolvedores Java (aqueles que usam Java para codificar e executar aplicativos), mas apenas para os desenvolvedores de Java (aqueles que trabalham no OpenJDK). JEP 347 Habilita recursos de linguagem C++14 (no código fonte JDK) Isso permite o uso de recursos de linguagem C++14 no código-fonte JDK C++ e fornece orientações específicas sobre quais desses recursos podem ser usados no código HotSpot. Através do JDK 15, os recursos de linguagem usados pelo código C++ no JDK foram limitados aos padrões de linguagem C++98/03. Isso requer a atualização da versão mínima aceitável de vários compiladores de plataforma. JEP 357 Migra do Mercurial para o Git JEP 369 Migra para o GitHub Esses JEPs migram os repositórios de códigos-fonte da Comunidade OpenJDK do Mercurial (hg) para o Git e os hospedam no GitHub para JDK 11 e posterior. A migração inclui a atualização de ferramentas como as ferramentas  jcheck, webrev, e defpath para o Git. O Git reduz o tamanho dos metadados (cerca de ¼ do tamanho) preservando o espaço em disco local e reduzindo o tempo de clonagem. Ferramentas modernas são melhor integradas ao Git do que ao Mercurial. Os repositórios OpenJDK Git estão agora em https://github.com/openjdk JEP 386 Porta Alpine Linux JEP 388 Porta Windows/AArch64 O foco destes JEPs não é o esforço de portabilidade em si, que já foi feito, mas integrá-los no repositório da linha principal da JDK. O JEP 386 porta o JDK para o Alpine Linux e outras distribuições que usam o musl como sua Biblioteca C primária em x64 e AArch64. Além disso, o JEP 388 porta o JDK para Windows AArch 64 (ARM64). Suporte de ferramentas O suporte de ferramentas atual ajuda a aumentar a produtividade do desenvolvedor.  Com o Java 16, continuamos a dar as boas-vindas aos esforços dos principais fornecedores de IDE cujas soluções de ferramentas oferecem suporte aos desenvolvedores para as versões atuais do Java.  Os desenvolvedores podem esperar receber suporte para o Java 16 com os seguintes IDEs: •    JetBrains IDEA •    Eclipse Marketplace O Java continua a ser a principal linguagem de programação escolhida pelos programadores de software. Como a entrega pontual de melhorias com o Java 16 demonstra, por meio do planejamento criterioso, contínuo além do envolvimento do ecossistema, a plataforma Java está bem-posicionada para o desenvolvimento moderno e crescimento na nuvem. Não deixe de se manter atualizado com as notícias e atualizações ao: •    Visitar Inside.Java (notícias e visualizações da Equipe Java na Oracle) •    Ouvir o Inside.Java podcasts (um programa para Desenvolvedores Java trazido diretamente das pessoas que fazem o Java na Oracle. Discutiremos a linguagem, a JVM, o OpenJDK, a segurança da plataforma, projetos de inovação como o Loom e o Panama e tudo mais). •    Inscreva-se no Listas de endereçamento do OpenJDK(o lugar para saber mais sobre o progresso dos seus projetos OpenJDK favoritos). *Sharat Chander é Diretor de Gestão de Produtos JAVA SE

Demonstrando ainda mais o caminho de inovação contínua do Java, a Oracle tem o orgulho de anunciar a disponibilidade geral do Java 16 representando o sétimo lançamento de recursos como parte da...

Histórias de Sucesso

Banco Original melhora performance em 70% com Oracle Exadata

Em busca de ganhos de desempenho e disponibilidade, instituição atualizou infraestrutura com soluções da Oracle. Tempo de virada de data do sistema bancário caiu de 7h para 2h. O sistema bancário brasileiro oferecia poucas alternativas à população até o começo dos anos 2010. Ao longo da década, no entanto, milhões de brasileiros passaram a ter acesso à Internet por meio de seus smartphones, uma revolução que permitiu a diversificação de opções para cidadãos que queriam abrir uma conta ou transferir dinheiro com maior facilidade e agilidade. Em 2016, o Banco Original trouxe uma solução inovadora para o mercado: a abertura de conta corrente 100% digital ou pelo celular. Em vez de agências “de cimento”, a empresa ofereceu uma modalidade moderna e conveniente de atendimento aos seus clientes no modelo apelidado de “figital” – unindo o mundo físico com os desafios da transformação digital. Mesmo com o sucesso em sua breve história, o Banco Original enfrenta a concorrência de bancos tradicionais e de fintechs que também surgiram recentemente. -Leia mais: SERPROS reduz custos em 90% com nuvem da Oracle Diante deste cenário e pela característica 100% digital de seus serviços, a empresa, que possui cerca de 4 milhões de clientes, aponta segurança e tecnologia como as áreas mais desafiadoras para que ela se mantenha competitiva e bem sucedida. “Todos os nossos produtos, nossos serviços, são focados e alavancados através da infraestrutura, tecnologia e segurança. Nós investimos muito nesses três pilares para que possamos entregar para nossos clientes inovação, segurança e qualidade em todos nossos serviços”, explica Everton Sims de Queiroz, gerente executivo de infraestrutura do Banco Original. O Banco Original é cliente da Oracle há aproximadamente sete anos, uma parceria renovada ao longo deste período com a aquisição de novas soluções em 2017, 2019 e 2020. A empresa brasileira exalta a credibilidade da Oracle no mercado de TI, tendo expandido gradativamente as ferramentas adotadas – inicialmente com o Oracle Database e seus recursos de segurança e desempenho, seguindo depois para a hospedagem de todo o core bancário em soluções da Oracle. No capítulo mais recente da parceria, o banco buscou modernizar a sua infraestrutura a fim de entregar escalabilidade, performance e 100% de disponibilidade em seus serviços. Para isso, o Banco Original recapacitou o Oracle Zero Data Loss e adquiriu cinco Oracle Exadatas, quatro X8M Half e um X8M Quarter – este para atender o ambiente não produtivo. Segundo o Original, a escolha pela Oracle aconteceu por conta da “competência e da segurança” oferecidas pelas soluções da empresa.

Em busca de ganhos de desempenho e disponibilidade, instituição atualizou infraestrutura com soluções da Oracle. Tempo de virada de data do sistema bancário caiu de 7h para 2h. O sistema bancário...

Desenvolvedores

Oracle anuncia o Java 16

A nova versão oferece 17 aprimoramentos, incluindo melhorias de linguagem Java, ferramentas, gerenciamento de memória e incubação; e novos recursos de visualização. A Oracle anunciou nesta semana a disponibilidade do Java 16 (Oracle JDK 16), incluindo 17 novos aprimoramentos para a plataforma que irão melhorar ainda mais a produtividade do desenvolvedor. O mais recente Java Development Kit (JDK) finalizou o Pattern Matching for instanceof (JEP 394) e Records (JEP 395), aprimoramentos de linguagem que foram visualizados pela primeira vez no Java 14. Além disso, os desenvolvedores podem usar o novo Packaging Tool (JEP 392) para enviar aplicativos Java autônomos, bem como explorar três recursos de incubação, o Vector API (JEP 338), o Foreign Linker API (JEP 389) e o Foreign-Memory Access API (JEP 389) e um recurso de visualização, Sealed Classes (JEP 397). A Oracle fornece atualizações Java a cada seis meses para fornecer aos desenvolvedores um cronograma de lançamento previsível. Isso oferece um fluxo constante de inovações, além de oferecer melhorias contínuas de desempenho, estabilidade e segurança, o que aumenta a presença do Java em todas as organizações e indústrias de todos os portes. -Leia mais: Celebrando 25 anos do Java “O poder da cadência do lançamento de seis meses estava em exibição completa com o lançamento mais recente", Georges Saab, vice-presidente de desenvolvimento, Java Platform Group da Oracle. “Pattern Matching e Records foram introduzidos há um ano como parte do JDK 14 e, desde então, passaram por várias sequências de feedback da comunidade com base em aplicativos do mundo real. Esse processo não só deu aos desenvolvedores Java a oportunidade de experimentar esses recursos antes de serem finalizados, mas também incorporou esse feedback crítico que resultou em dois JEPs sólidos que realmente atendem às necessidades da comunidade. ” A versão Java 16 é o resultado do desenvolvimento em todo o setor envolvendo revisão aberta, criações semanais e ampla colaboração entre engenheiros da Oracle e membros da comunidade mundial de desenvolvedores Java pela Comunidade OpenJDK e do Processo da Comunidade Java. Os novos recursos fornecidos no Java 16 são:   Aprimoramentos de linguagem introduzidos pela primeira vez no JDK 14, finalizados no JDK 16: •JEP 394: Pattern Matching for instance of – Melhora a linguagem de programação Java com correspondência de padrões para a instância do operador. •JEP 395: Records – Melhora a linguagem de programação Java com registros, que são classes que atuam como transportadoras transparentes para dados imutáveis. Os registos podem ser considerados como tuplas nominais.   Nova Ferramenta para Melhorar a Produtividade do Programador JEP 392: Packaging Tool – Fornece a ferramenta jpackage, para empacotar aplicativos Java autônomos.   Gestão de memória melhorada para melhorar o desempenho •JEP 387: Elastic Metaspace – Retorna memória de metadados de classe (ou seja, metaespaço)  HotSpot não utilizada para o sistema operacional mais rapidamente, reduz o volume de metaespaço e simplifica o código de metaespaço, a fim de reduzir os custos de manutenção. •JEP 376: ZGC: Processamento simultâneo de pilha de rosca – Move o processamento de pilha de rosca ZGC de pontos de segurança para uma fase simultânea. Este trabalho elimina o último gargalo significativo para permitir o processamento simultâneo de pilhas.   Rede Melhorada para Melhorar a Produtividade e Flexibilidade do Desenvolvedor •JEP 380: Canais de soquete de domínio UNIX – Adiciona suporte para todos os recursos de soquetes de domínio UNIX que são comuns nas principais plataformas UNIX e Windows às APIs de canal de soquete e canal de soquete do pacote java.nio.channels. Os Soquetes de domínio UNIX são usados para comunicação entre processos (IPC) no mesmo host. Eles são semelhantes aos soquetes TCP/IP na maioria dos aspectos, exceto que são endereçados por nomes de caminhos do sistema de arquivos em vez de endereços de protocolo de internet (IP) e números de porta.   Abordando o código incompatível com o futuro •JEP 396: Faça o Encapsulamento Forte dos JDK Internos por Padrão – No JDK 9 fizemos o encapsulamento forte de novos elementos API internos, limitando assim o acesso a eles. Como uma ajuda à migração, no entanto, o JDK 9 deliberadamente optou por não fazer o encapsulamento forte no tempo de execução do conteúdo dos pacotes que existiam no JDK 8. O JDK 16 aperta essa restrição encapsulando a maioria dos elementos internos do JDK por padrão, exceto para APIs internas críticas, como sun.misc.Unsafe. Os usuários finais ainda podem escolher o encapsulamento forte e relaxado que tem sido o padrão desde o JDK 9. Isso incentivará os desenvolvedores a migrar do uso de elementos internos para o uso de APIs padrão, para que eles e seus usuários possam atualizar sem complicações para futuras versões do Java. •JEP 390: Avisos para Classes Baseadas em Valor – Designa as classes de wrapper primitiv como baseadas em valor e substitui seus construtores para remoção, solicitando novos avisos de substituição. Fornece avisos sobre tentativas inadequadas de sincronização em instâncias de quaisquer classes baseadas em valor na Plataforma Java.   Incubação e pré-visualização de recursos •JEP 338: API Vector (Incubadora) – Fornece uma iteração inicial de um módulo incubador, jdk.incubator.vector, para expressar computações vetoriais que compilam de forma confiável em tempo de execução para instruções de hardware vetorial ideais em arquiteturas de CPU suportadas. •JEP 389: API Foreign Linker (Incubadora) – Introduz uma API que oferece acesso de Java puro digitado estaticamente ao código nativo. •JEP 393: API Foreign-Memory Access (Terceira Incubadora) – Introduz uma API para permitir que programas Java acessem memória estrangeira de forma segura e eficiente fora da pilha Java. •JEP 397: Sealed Classes (Segunda visualização) – Melhora a linguagem de programação Java com classes e interfaces seladas. Classes e interfaces seladas restringem quais outras classes ou interfaces podem estendê-las ou implementá-las.   Melhorias para os Colaboradores OpenJDK •JEP 347: Habilite recursos de linguagem C++14 (no código-fonte JDK) – Permite o uso de recursos de linguagem C++14 no código-fonte JDK C++ e fornece orientações específicas sobre quais desses recursos podem ser usados no código HotSpot. •JEP 357: Migre do Mercurial para o Git – Migra os repositórios de códigos-fonte da Comunidade OpenJDK do Mercurial (hg) para o Git. •JEP 369: Migre para o GitHub – Hospeda os repositórios Git da Comunidade OpenJDK no GitHub.   Novas portas fornecem suporte para Java em mais plataformas •JEP 386: Alpine Linux Port – Porta JDK para Alpine Linux, e para outras distribuições Linux que usam musl como sua biblioteca C primária, nas arquiteturas x64 e AArch64. •JEP 388: Porta Windows/Aarch64 – Porta JDK para Windows/AArch64.   Melhorando constantemente o Java O Java permanece entre as plataformas de desenvolvimento mais bem-sucedidas de todos os tempos, com base em inovação contínua para atender às necessidades em evolução dos desenvolvedores de aplicativos modernos. Para tornar o Oracle Java SE Subscription ainda mais valioso para os clientes, a Oracle acrescentou GraalVM Enterprise como um direito. O GraalVM pode ajudar a melhorar o desempenho e reduzir o consumo de recursos por aplicativos, especialmente em microsserviços e arquiteturas nativas em nuvem. Organizações que gerenciam suas propriedades Java aproveitando a assinatura do Oracle Java SE não só se beneficiam de ter as melhorias mais recentes e acesso direto a especialistas em Java na Oracle, mas também experimentam economias substanciais em relação a outras abordagens. "Em vez de me interessar a cada três ou quatro anos pelo que havia de novo no Java, essa cadência me mantém ativo como desenvolvedor, professor e treinador apaixonado", disse o professor assistente da José Paumard, da Universidade Sorbonne Paris Nord e co-organizador do Grupo de Usuários Paris Java. “Aguardo ansiosamente o uso do Records para melhorar o desempenho e a legibilidade do meu código de processamento de dados e, depois de poder usá-lo como um recurso de versão prévia, ele agora está ativo com a versão mais recente." Os desenvolvedores podem saber mais sobre o Java 16 e obter experiência prática no Oracle Developer Live: Java Innovations nos dias 23, 25 e 30 de março.

A nova versão oferece 17 aprimoramentos, incluindo melhorias de linguagem Java, ferramentas, gerenciamento de memória e incubação; e novos recursos de visualização. A Oracle anunciou nesta semana a...

Transformação na TI

Nova versão do Oracle Cloud Infrastructure Data Integration foca em conectividade e transformações

Atualização expande as opções de conectividade, os recursos de transformação e a integração com o OCI Data Flow. Por Sandrine Riley* Estamos empolgados em anunciar uma nova versão do Oracle Cloud Infrastructure (OCI) Data Integration. Esta versão expande as opções de conectividade, os recursos de transformação e a integração com o OCI Data Flow. Integração nativa da nuvem e serverless Recapitulando, o OCI Data Integration é uma solução de extração, transformação e carregamento (ETL) nativa da nuvem, totalmente gerenciada e serverless recém-lançada. Organizações que criam data lakes para Ciência de Dados na Oracle Cloud e departamentos que criam data lakes e data marts usando Bancos de Dados Autônomos podem obter grande valor de negócios com nossa solução que simplifica, automatiza e acelera a consolidação de dados para uso. A integração de dados é gráfica, fornecendo um designer no-code, preparação de dados interativa, opções de criação de perfil e proteção de evolução de esquema. Tudo é alimentado por Spark ETL ou por execução push-down de ELT. Caso não esteja familiarizado com esse novo serviço, confira este blog para saber mais: O que é o Oracle Cloud Infrastructure Data Integration? A integração de dados está disponível em todas as regiões comerciais da OCI. -Leia mais: Oracle Cloud Advisor: Correções massivas fáceis, segmentação e muito mais Novos recursos Expandimos a profundidade das opções de ETL para ajudá-lo a projetar fluxos de dados, tarefas e processos gerais de forma mais eficaz por meio de operadores e transformações recém-lançados. Os operadores entram em jogo na interface gráfica do usuário à medida que você cria um diagrama de fluxo de integração de dados personalizado. Eles o ajudam a selecionar, filtrar e moldar os dados. Esta versão inclui os seguintes novos operadores: •União: Combina vários fluxos de dados em um único. •Menos: Compara duas entidades de dados e retorna as linhas presentes em uma entidade, mas ausentes na outra. •Intersecção: Compara duas ou mais entidades de dados e retorna as linhas presentes nas entidades conectadas. Esses operadores permitem que você expresse transformações complexas de forma rápida e fácil. Confira a análise completa dos operadores do Data Integration. O Data Integration inclui um Data Xplorer interativo que exibe uma amostragem de dados atualizada automaticamente à medida que você aplica operações de transformação. O Data Xplorer ajuda você a validar o impacto dessas transformações, a descobrir problemas em dados e a depurar ou solucionar possíveis falhas antes que uma tarefa seja executada. O Data Xplorer inclui as seguintes novas transformações: •Criar ID única: Adiciona um atributo a um conjunto de dados. Os valores para este atributo são preenchidos com um identificador universal exclusivo (UUID) de 128 bits. •Substituir por Padrão: Permite inserir uma expressão regular para pesquisar e substituir valores de dados em um atributo e adiciona um atributo para reter os dados transformados. Para mais insights de como transformar dados com o Data Integration, consulte a página de documentação. Nova conectividade é sempre empolgante. Estamos felizes em ter o Amazon Web Services (AWS) Relational Data Store (RDS) para Oracle, MySQL e Microsoft SQL Server, Banco de Dados SQL do Microsoft Azure e o suporte para arquivos compactados para Armazenamento de Objetos na OCI. Veja a lista completa de ativos de dados com suporte. Também melhoramos a experiência do usuário. Agora você pode ver as atividades recentes em seu espaço de trabalho na guia Página Inicial, proporcionando melhor legibilidade, uma boa visão do que você tem feito e a capacidade de voltar rapidamente aos últimos itens em que esteve trabalhando! Integração com o Data Flow Por fim, queremos observar que aprimoramos a integração entre o OCI Data Integration e o OCI Data Flow. O Data Flow é um serviço Apache Spark totalmente gerenciado que executa tarefas de processamento em enormes conjuntos de dados sem a necessidade de implementar ou gerenciar infraestrutura. Esta entrega rápida de aplicativos permite que os desenvolvedores se concentrem no desenvolvimento de aplicativos, e não no gerenciamento de infraestrutura. Confira o artigo "Publique uma tarefa do Oracle Cloud Infrastructure Data Integration no Oracle Cloud Infrastructure Data Flow" (em inglês) para saber como os serviços se complementam. A integração entre Data Integraton e Data Flow agora dá suporte para que pontos de extremidade privados acessem a rede privada onde suas fontes de dados estão hospedadas. Esse acesso expande as opções para incluir e usar fontes de dados que são acessíveis somente de forma privada. Agora você tem mais opções para usar os dois serviços lado a lado à medida que trabalha com dados. Quer saber mais? As organizações estão embarcando em sua jornada de análise de última geração com data lakes, bancos de dados autônomos e análise avançada com inteligência artificial e machine learning na nuvem. Para que essa jornada seja bem-sucedida, eles precisam ingerir, preparar, transformar e carregar seus dados na Oracle Cloud Infrastructure de forma rápida e fácil. A jornada do Data Integration está apenas começando! Experimente hoje mesmo! *Sandrine Riley é Gerente Principal Sênior de Produto na Oracle

Atualização expande as opções de conectividade, os recursos de transformação e a integração com o OCI Data Flow. Por Sandrine Riley* Estamos empolgados em anunciar uma nova versão do Oracle...

Transformação na TI

Oracle Cloud Advisor: Correções massivas fáceis, segmentação e muito mais

As melhorias incluem um conjunto expandido de fluxos fix-it para implementar recomendações com facilidade, a capacidade de personalizar e substituir recomendações, e uma nova recomendação para encerrar instâncias de computação ociosas. Por Xingchi Cheng* Desde que lançamos o Cloud Advisor há três meses, temos trabalhado arduamente para entender como os clientes usam a ferramenta e o que querem dela a seguir. Hoje, compartilhamos notícias de nossa primeira onda de melhorias significativas até o momento, que entrou em operação em 23 de fevereiro de 2021. As melhorias incluem um conjunto expandido de fluxos fix-it para implementar recomendações com facilidade, a capacidade de personalizar e substituir recomendações, uma nova recomendação para encerrar instâncias de computação ociosas e ajustes à nossa recomendação para redimensionar instâncias de computação subutilizadas para simplificar e melhorar a precisão das recomendações. -Leia mais: Economia na nuvem: a resposta da Oracle Fluxos Fix-it expandidos Os fluxos Fix-it oferecem uma fácil resolução para cada recomendação por meio de um rápido fluxo de trabalho na interface do usuário. Os fluxos Fix-it facilitam a aplicação de uma recomendação em massa em todo um grupo de recursos. Com a nova versão, os fluxos Fix-it agora podem excluir volumes de inicialização ou bloco, redimensionar instâncias de computação ou banco de dados subutilizadas, interromper instâncias de computação ociosas e habilitar o gerenciamento do ciclo de vida de objetos em buckets. Com esses fluxos, fica ainda mais fácil limpar sua nuvem e garantir que você esteja operando sem desperdícios. Para detalhes sobre cada recomendação, visite Implementando recomendações do Cloud Advisor. Personalização e substituições de recomendações As cargas de trabalho não são de tamanho único, portanto, as recomendações também não devem ser. Com a personalização e substituições de recomendações, os clientes agora podem usar uma versão de uma recomendação para seus ambientes de produção e outra para ambientes de desenvolvimento e teste. Para saber mais sobre este tópico e como começar a aproveitar as substituições hoje mesmo, leia Customizando o Cloud Advisor. Interromper instâncias de computação ociosas Descobrimos que os clientes com frequência implementam máquinas virtuais (VMs) para um propósito pontual, executam uma tarefa e esquecem de encerrar as máquinas quando terminam. Com a recomendação "Interromper instâncias de computação ociosas", os clientes que se esquecem de VMs podem descobri-las rapidamente e encerrá-las facilmente em massa. Leia mais sobre esta recomendação. Diminuir instâncias de computação subutilizadas Tendo analisado os dados de nossos primeiros três meses de vida, nossa equipe descobriu que a recomendação era mais agressiva do que queríamos. Para melhorar as coisas, reduzimos o limite de utilização e agora estamos avaliando a taxa de transferência da rede, a utilização da CPU, a memória e as VNICs suportadas. Também corrigimos uma grande fonte de confusão para os clientes: recomendações que se mostram implementadas quando nenhuma alteração foi feita. Essa notificação ocorria quando as instâncias apresentavam padrões de consumo fora dos padrões. Modificamos a forma como a implementação é considerada e agora apenas as instâncias que foram reduzidas se qualificam para ser apresentadas como implementadas. Leia mais sobre esta recomendação. Conclusão Estamos orgulhosos em trazer essas melhorias para você e empolgados para ver como você as aproveita. Nos próximos meses, continuaremos a expandir o conjunto de recursos e a biblioteca de recomendações do Advisor. Nossas principais prioridades atuais incluem recomendações para melhorar o desempenho e a disponibilidade dos recursos e a capacidade de personalizar a janela de tempo durante a qual os recursos são avaliados. *Xingchi Cheng é Diretor de Desenvolvimento de Software da Oracle

As melhorias incluem um conjunto expandido de fluxos fix-it para implementar recomendações com facilidade, a capacidade de personalizar e substituir recomendações, e uma nova recomendação para...

Transformação nos Negócios

Tendências de email marketing para 2021: princípios comprovados

Especialistas do Oracle Marketing Consulting avaliaram a adoção de múltiplas tecnologias e táticas de marketing digital e comentam o impacto previsto para 2021. Por Chad S. White * No universo em constante mudança do email marketing, é um desafio saber onde investir seu tempo e sua energia. Isso pode revelar-se um desafio extra em tempos turbulentos como esses quando o comportamento e objetivos empresariais dos consumidores estão mudando. Para ajudá-lo a priorizar seus esforços em email marketing este ano, pedimos para mais de 500 experts em marketing digital do Oracle Marketing Consulting que avaliassem a adoção atual de múltiplas tecnologias e táticas, assim como seu impacto previsto durante 2021. Então mapeamos em quadrantes os resultados que tivemos com os impactos da adoção. Leia mais: Santander melhora jornada do cliente com Oracle Cloud CX Este post irá se debruçar sobre os princípios comprovados, que são essas táticas e tecnologias com quadrante de implementação alta - de alto impacto. As tecnologias e táticas nesse quadrante já estão maduras mas ainda geram tremendos resultados. Nossos princípios comprovados contrastam fortemente com nossas oportunidades não comprovadas, que ainda têm riscos associados a eles e benefícios que não foram concretizados totalmente. Nossos princípios comprovados têm também um perfil de risco que é o inverso dos nossos diferenciais competitivos. Onde nossos diferenciais competitivos oferecem uma vantagem competitiva aos primeiros adotantes, nossos princípios comprovados colocam os últimos em desvantagem. Perguntamos aos nossos consultores de marketing digital sobre 26 tendências, e eles classificaram 11 delas como dentro do quadrante de alta adoção–de alto impacto para 2021. Vamos falar sobre um de cada vez. P. Marketing baseado em contas (Account-based marketing, ou ABM) Ao invés de se concentrar em indústrias ou mercados, o marketing baseado em contas se concentra em, vamos dizer, contas. Isso ajuda os negócios a focarem no desenvolvimento e manutenção de oportunidades restringindo-se a contas de alto valor ao invés de abarcar muitas contas de pequeno valor. Para as organizações que o consideram adequado, ele pode ter um impacto significativo. Nossos clientes recorrem a ferramentas de anexar dados, como o Oracle DataFox e as ferramentas de identificação via web, como o Oracle Infinity e o Oracle Unity para potencializar os esforços do ABM. Q. Otimização do tempo de envio Qual é o melhor momento para enviar um e-mail? Esta é uma das perguntas de email marketing mais comuns. Tornou-se também uma questão um tanto ultrapassada. Os profissionais de marketing de e-mail deveriam se perguntar:  Qual é a melhor hora para enviar um e-mail a cada um dos meus assinantes? Responder a essa questão requer um machine learning, que examine o histórico de tempo de abertura dos assinantes para cada dia da semana. À medida que os assinantes se engajam com os envios seguintes, a machine learning ajusta o tempo ideal de envio, e por isso é que ela está constantemente se adaptando às mudanças de comportamento dos clientes — que tem se modificado rapidamente durante a pandemia. Com milhões tendo que viver no desemprego e uma quantidade considerável da força de trabalho agora trabalhando de casa, as mudanças nos tempos de abertura se encontram como uma das formas mais evidentes de mudança de comportamento do email causada pelo coronavírus. E à medida que gradualmente estabelecemos um novo normal do outro lado da pandemia, a otimização do tempo de envio traz grandes frutos já que ela se adapta automaticamente sem precisar de um monte de testes A/B. No entanto, a otimização do tempo de envio (send time optimization, ou STO) não é adequada para todo tipo de campanha ou mesmo todo tipo de marca, diz Myles Libby, Diretora de Contas do Oracle Marketing Consulting. ''Algumas marcas lançam mais de uma promoção urgente em que o STO simplesmente não é adequado'', ele diz. R. Análise avançada de desempenho Análises básicas fornecem insights básicos. E à medida que as empresas trocam o simples marketing de campanha por um marketing de relacionamento e um público mais sofisticado, esses insights básicos não estarão nem perto do suficiente. A pandemia só tornou isso mais claro, diz Bryan Moreci, Diretor de Contas do Oracle Marketing Consulting. ''Devido ao tumulto econômico atual, as marcas terão que se empenhar mais do que nunca com menos do que o de costume'', ele diz. ''Alavancar dados e modelagem de análise permitirá que os profissionais de marketing entendam melhor como o ano passado foi afetado tanto pelo valor do e-mail quanto pelo valor do cliente. Essa visão atualizada será indispensável conforme as empresas decidam como vão evoluir suas estratégias e programas para obter o maior valor com os esforços do marketing. Enquanto as empresas elevam o nível das análises de desempenho, elas se concentram em métricas que: Estão mais embaixo no funil Contabilizam o desempenho através dos canais São mais centrados no cliente do que na campanha Para garantir que você esteja fazendo as perguntas corretas sobre desempenho, confira nossas séries de ‘‘Quais perguntas fazer no lugar dessas’‘ em medida de desempenho de email, desenvolvimento de lista e frequência e retorno no investimento. S. GIFs animados e animação CSS Junto com seus primos de base CSS mais técnicos e, de forma geral, menos estimulados, os GIFs animados estão em crescente uso por três razões principais: O vídeo é fantástico, e a animação é uma maneira natural de promover o conteúdo e apresentar trechos de vídeo. Mais marcas B2B estão percebendo que a animação tem uso em casos reais de negócios e não é só para marcas B2C se divertirem. O amor das mídias sociais pelo GIF tem acelerado sua popularidade entre os Millennials e a Geração Z. Para ir mais a fundo, confira nossas sugestões de melhores usos e melhores práticas com GIFs animados. T. Arquiteturas modulares de email A implementação de uma arquitetura modular de e-mail para reduzir o tempo de produção tem subido para o topo das listas de afazeres dos nossos clientes por dois motivos: Devido à turbulência econômica, eles tiveram que reduzir o tamanho da equipe de email marketing e fazer mais com menos. Com a turbulência do ano passado, eles querem adaptar mais rapidamente suas mensagens para mudar as condições do mercado e os sentimentos dos consumidores. Ao invés de ter modelos tradicionais diferentes para diferentes tipos de e-mails, os sistemas modulares desenvolvidos permitem que você crie vários blocos de conteúdo que você junta para criar um e-mail particular. Quando implementamos com nossos clientes, eles reduziram o tempo de elaboração do e-mail em cerca de 25%, em média. Também fizeram atualizações e mantiveram o código fonte de e-mail muito mais eficazes, especialmente para equipes menores. No entanto, poupar tempo é realmente o benefício mais atraente que as arquiteturas de e-mail oferecem, diz Patrick Colalillo, Diretor de Criação Associado para os Serviços de Criação do Oracle Marketing Consulting. "Ter uma arquitetura de e-mail modular é ainda o mais importante passo para começar as muitas outras tendências dessa lista'', ele diz. ''Logo que isso for aplicado, os testes A/B, a automação e o conteúdo potencializado por IA serão muito mais fáceis de implementar". Para aprender mais, leia sobre como arquiteturas modulares de email são feitas para fluxos de trabalho mais eficazes e são a base para a personalização ou assista ao nosso webinar sobre como arquiteturas modulares de email serão o modelo da próxima geração. U. Gestão da inatividade Você quer que os assinantes façam mais do que tolerar o recebimento dos seus e-mails de marketing. Se você está procurando evitar problemas sérios de entregabilidade, você deve se engajar com eles. ''O aumento do volume de e-mails e a contínua ameaça à segurança ao e-mail irão levar a um endurecimento adicional dos filtros do spam'', diz Daniel Deneweth, Líder de Serviços de Entregabilidade de E-mail do Oracle Marketing Consulting. ''Para atravessar os próximos desafios de entregabilidade, os profissionais de marketing que atuam por e-mail devem re-avaliar as suas práticas de envio com foco em melhorar o gerenciamento de inatividade. No nível mais simples, isso significa que os profissionais de marketing param de enviar e-mails a assinantes que não abrem os e-mails ou não clicam neles há muito tempo. Contudo, profissionais de marketing experientes estão usando níveis de engajamento para segmentar seus envios, reduzindo a frequência de assinantes menos ativos para minimizar seus impactos nas taxas de engajamento e de opt-out de e-mail até que, assim esperamos, eles se tornem ativos novamente. Além da segmentação inteligente, muitos profissionais de marketing também usam campanhas de reengajamento para reduzir o número de assinantes cronicamente inativos dado que é mais barato reter um assinante do que achar um novo. Mas se esses esforços falharem, os profissionais de marketing irão tentar ainda mais conceder a permissão para seus últimos assinantes engajados antes de suprimir os envios de e-mails a eles. Tanto quanto possível, tente automatizar o seu gerenciamento de inatividade com filtros de segmentação predefinidos e disparo de e-mails, diz Jessica Stamer, Consultante Principal de B2B do Oracle Marketing Consulting. ''Coisas como campanhas de reengajamento parecem mais funções administrativas do que funções de marketing, por isso eu não vejo profissionais de marketing dedicando mais tempo do que o necessário a elas." Proteja a reputação do seu remetente aprendendo como gerenciar tanto os inativos de longo prazo quanto os nunca ativos. V. Conformidade legal com CCPA, GDPR, etc. A onda de regras mais fortes de privacidade é certa e provavelmente continuará enquanto os legisladores lutam para entender como seus constituintes se sentem com relação aos efeitos que a tecnologia têm sobre eles. Primeiro, foi o CASL em 2014 e a GDPR em 2018. Já forte, a legislação de privacidade como o GDPR chegou nos EUA com o California Consumer Privacy Act (CCPA) no início de 2020 e foi reforçada com a aprovação do California Privacy Rights Act (CPRA) no final do último ano. E mesmo as mudanças mais significativas estão no horizonte, diz Brian Sullivan, Diretor de Estratégia de Serviços de Entregabilidade de E-mail do Oracle Marketing Consulting. ''Com a antecipação crescente da legislação de privacidade em nível federal, além das ações legais contra a escalada dos tech titans, as pressões em cima da conformidade com a lei estão determinadas mais do que nunca a sofrer aumento com a mudança mais rápida das leis de privacidade nos EUA e no exterior.'' Com novas leis exigindo consentimento informado sobre a coleta de dados e dando aos consumidores o direito de serem esquecidos e a capacidade de optarem por não terem seus dados pessoais vendidos, os dados primários se tornaram mais importantes do que nunca, diz Kaiti Gary, Diretora de Análise e Serviços Estratégicos do Oracle Marketing Consulting. "No geral, isso é uma boa notícia para o email marketing e para o valor de um endereço de e-mail, que tem se tornado um identificador ainda mais crítico da condução da publicidade e da atividade de marketing.'' W. Personalização do email Assim como muitos outros dos nossos princípios comprovados, o conteúdo dinâmico nos e-mails nem de longe é novidade. No entanto, a capacidade de personalizar textos de e-mail tem se tornado progressivamente mais sofisticada e mais fácil de se executar e gerenciar. Durante a pandemia, a personalização tem se tornado ainda mais urgente à medida que os profissionais de marketing lutam para manterem-se relevantes enquanto os comportamentos e desejos dos consumidores mudam rapidamente. "No ano passado, tivemos clientes que redesenharam todo o seu wireframe para incorporar uma personalização de textos vivos'', diz Lauren Castady, Diretora de Criação Associada para Serviços de Criação do Oracle Marketing Consulting. ''A personalização está no topo da lista para muitos clientes.'' Como parte da evolução da personalização de e-mail, as marcas estão usando um conjunto ainda mais amplo de dados para customizar seus textos, diz Suzanne Felter, Diretora Senior de Contas do Oracle Marketing Consulting. ''Conhecer o comportamento de seus clientes da web, o engajamento no e-mail, os atributos de perfil, as afinidades de estilo de vida, e mais—junto com uma modelagem parecida—as marcas podem criar textos altamente relevantes e ofertas que trazem de volta os clientes. X. Segmentação do e-mail A segmentação e a personalização são dois lados da mesma moeda, diz Mindy Kowalski, Designer Senior de Serviços de Criação do Oracle Marketing Consulting. ''Mais de ambos", ela diz, "ajuda a criar uma experiência pessoal e focada no assinante, pois ajuda os profissionais de marketing a terem mais do conteúdo certo diante das pessoas certas.'' Entretanto, apesar de ambos ajudarem na estratégia de conteúdo, a segmentação ainda é fundamental, já que permite que os profissionais de marketing enviem o número certo de e-mails para assinantes individuais a fim de maximizar conversões e minimizar a fatiga e os opt-outs. Em particular, a segmentação e a supressão ajuda a manter boas taxas de engajamento, que é um dos fatores principais que afetam a entregabilidade do email. Y. Design responsivo de e-mail Design responsivo é o status quo no design do e-mail. Apesar de não ser amplamente suportado, é amplamente aprovado e é uma maneira graciosa de criar experiências adequadas para telas de tamanhos muito diferentes. Isso tem se tornado o padrão-ouro tanto para o e-mail quanto para a web, onde o Google penaliza a autoridade de pesquisa de empresas cujos websites não são responsivos. Dito isso, o design responsivo requer mais trabalho, tanto em termos de codificação quanto de resolução de problemas. Algumas marcas que veem a grande maioria de emails abertos em dispositivos móveis estão considerando o design de email somente para esses tipos de dispositivos. De certa forma, é um retorno aos tempos mais simples quando os profissionais de marketing projetam uma única renderização de e-mail—mas desta vez, ele é otimizado para dispositivos móveis, não para desktops. O responsivo continuará dominando, mas como a internet móvel acaba se tornando a única internet para muitas pessoas,  e os tamanhos das telas de dispositivos móveis continuam aumentando—Olá, biombo—provavelmente veremos crescer uma adoção marginal de e-mails somente para mobile. Z. Emails automatizados ou disparo de emails Se eles forem disparados por uma ação, inação, dados ou por uma máquina de IoT conectada à internet, os e-mails automatizados entregarão somente mensagens corretas a clientes e a assinantes na hora certa. E assim como a personalização e a segmentação, a automação está se tornando mais poderosa graças ao IA, a machine learning e a visão cada vez mais 360 dos clientes. Isso ajudará os profissionais de marketing a irem além do simples retargeting para enviar mensagens de vida útil baseadas em dados de atividade, diz Jeff Dean, Engenheiro Sênior de Solução para o Oracle Marketing Consulting. ''Por exemplo, depois de eu comprar um carro, eles deveriam parar de me enviar mensagens promocionais com 'compre um carro'. Ao invés disso, eles deveriam começar a me enviar conteúdo educacional do tipo 'como usar', promoções de acessórios para o meu modelo, informações de serviços que garantam a satisfação do cliente até que chegue a hora de eu comprar um outro veículo. Ser capaz de coletar e agir sobre dados pessoais e interesses por meio da automação e da IA é o futuro do marketing e da lealdade''. Além de configurar novos, certifique-se de otimizar os textos automatizados já existentes. Não se contente com esse tipo de campanha com alto ROI. Para ver de forma mais completa as 26 tendências de email marketing que vamos observar em 2021, confira nossos posts que examinam nossas: Oportunidades não comprovadas (tendências de baixo impacto com baixa adoção) Vantagens competitivas (tendências de alto impacto com baixa adoção) Precisa de ajuda para explorar essas tendências? O Oracle Marketing Consulting tem mais de 500 das principais mentes do marketing para te ajudar a atingir mais com o marketing cloud líder do setor, incluindo equipes dedicadas a Serviços Estratégicos, Serviços de Entregabilidade de Email e Serviços de Criação. Entre em contato: CXMconsulting_ww@oracle.com. Para obter mais informações sobre e-mail marketing e marketing digital, visite Oracle Marketing. * Chad S. White é líder de pesquisa estratégica para Oracle Marketing Cloud Consulting.

Especialistas do Oracle Marketing Consulting avaliaram a adoção de múltiplas tecnologias e táticas de marketing digital e comentam o impacto previsto para 2021. Por Chad S. White * No universo em...

Histórias de Sucesso

Companhia Mineira do Açúcar e Álcool investe em agilidade com Oracle EPM

Empresa brasileira abandonou processos manuais e reduziu o tempo de fechamento contábil em 40% com Oracle Fusion Cloud EPM. A Companhia Mineira do Açúcar e Álcool (CMAA) é uma das maiores produtoras de etanol, açúcar e bioeletricidade do estado de Minas Gerais, no Brasil. A empresa, que tem entre seus valores a busca por resultados e uma atitude arrojada, conta com um estilo de produção flutuante, que a ajuda a se adaptar às condições variáveis do mercado e seguir o ritmo de crescimento esperado. E com isso vem o desafio da gestão: consolidar dados com qualidade e agilidade de um negócio que não para de crescer. Leia mais: Estapar reduz tempo de fechamento contábil para minutos com Oracle EPM Com sete empresas dentro do software de gestão empresarial, Alexandre Antonio da Silva, CIO da CMAA, conta que os colaboradores do departamento contábil precisavam dedicar muitas horas aos longos processos de fechamento, que eram feitos de forma manual, por meio de planilhas. A solução veio por meio do Oracle Fusion Cloud Enterprise Performance Management (EPM), que já trouxe agilidade logo nos primeiros momentos, desde a aquisição à implantação do projeto, que contou com apoio da EBS-IT. “A facilidade de comercialização do produto em nuvem fez toda a diferença. A licença é minha e eu não tenho a necessidade de um hardware pensado para sustentar a solução, o que ajudou a viabilizar o projeto. E a implantação durou cerca de dois meses, com muita agilidade também na disponibilização do ambiente”, ele conta.

Empresa brasileira abandonou processos manuais e reduziu o tempo de fechamento contábil em 40% com Oracle Fusion Cloud EPM. A Companhia Mineira do Açúcar e Álcool (CMAA) é uma das maiores produtoras de...

Transformação na TI

Economia na nuvem: a resposta da Oracle

O custo é um ponto muito importante para os clientes de cloud. Conheça as ofertas da Oracle, que unem economia, alto desempenho e qualidade. Por Ricardo Urresti* Embora a maioria dos clientes esteja confortável em mover suas cargas de trabalho de data centers para a nuvem, especialmente ao discutir a economia desse movimento, a disponibilidade atual de serviços empresariais na nuvem está ficando cada vez maior e melhor, e há mais opções para implementar essas cargas de trabalho, inclusive de uma forma mais econômica. Em se tratando de conceitos simples como oversubscription – a forma como um provedor de nuvem vende mais infraestrutura do que a disponível (contando que nem todos os clientes usarão a capacidade total ao mesmo tempo) ou até serviços comparáveis mais baratos e modelos de faturamento mais simples, não podemos comparar apenas um aspecto, pois os departamentos de TI combinam todos os aspectos, o tempo todo, e a realidade é que os clientes precisam adotar todos os critérios para garantir a máxima economia na nuvem. -Saiba mais: Podcast: Alta disponibilidade ou redução de custo? Leve os dois para sua empresa A Oracle está ajudando os clientes a preencher, se não todos, a maioria desses critérios de economia. Vamos rever alguns e entender o que a Oracle oferece: -Oversubscription: esta é uma prática proibida na Oracle. Quando um cliente implementa um conjunto de VMs, os OCPUs que foram solicitados são disponibilizados para ele – e mais ninguém utilizará esses OCPUs, garantindo que quando o cliente precisar de 100% da capacidade, ele a obterá integralmente, mesmo em uma “vizinhança barulhenta” como a infraestrutura compartilhada. Outros fornecedores não podem garantir isso, a menos que seja numa infraestrutura dedicada, que geralmente custa muito mais. -Serviços de infraestrutura que entregam mais em comparação com outras nuvens: um OCPU do mesmo tipo pode ser comparado com vCPUs em outras nuvens, mas quando medimos sua capacidade de processamento (como SPECInt), as ofertas da Oracle são claramente mais rápidas. O mesmo acontece com a taxa de transferência de acesso de armazenamento em bloco e com a memória, permitindo que os clientes necessitem menos infraestrutura para a mesma carga de trabalho, gerando economia. -Infraestrutura que custa menos, em comparação com equivalentes em outras nuvens: este é o mais fácil desses três aspectos, pois você pode comparar imediatamente com os demais. Os serviços Oracle Cloud são os mais baratos em toda a linha (com poucas exceções), e as grandes empresas reconhecem os baixos custos de rede que a Oracle oferece. -A simplicidade do modelo de faturamento da Oracle (um grande benefício da infraestrutura de nuvem de segunda geração adotada) permite ao cliente prever com grande detalhe quanto custaria para manter a carga de trabalho em execução – sem custos surpreendentes, com modelos de fácil compreensão, grandes subsídios para serviços como tráfego de dados de saída e sem duplicidade de pagamento, como contratar uma porta de conexão rápida para a nuvem e faturar o tráfego na mesma porta. -Finalmente, um modelo de consumo chamado Universal Credits (Créditos Universais), que com um contrato simples permite que os clientes consumam livremente qualquer recurso disponível da Oracle Cloud Infrastructure em determinado momento, com experiência de compra simplificada e possibilidade de trazer suas próprias licenças (BYOL, Bring Your Own License) para a Oracle Cloud e economizar ainda mais. Lembre-se de que o desempenho e o excesso de assinaturas impactam indiretamente no orçamento do cliente – mas é uma parte importante da economia percebida. Para descobrir quanto pode custar uma implementação de carga de trabalho, experimente o Oracle Cloud Cost Estimator. E se não tiver a certeza do que a Oracle entrega, experimente! *Ricardo Urresti é Business Development Director – Cloud Plataform na Oracle

O custo é um ponto muito importante para os clientes de cloud. Conheça as ofertas da Oracle, que unem economia, alto desempenho e qualidade. Por Ricardo Urresti* Embora a maioria dos clientes esteja...

Transformação nos Negócios

5 maneiras de melhorar seus resultados de email marketing

Tópicos como conteúdo, público-alvo e testes estão entre as dicas para otimizar a performance do seu email marketing. Por Angela Stringfellow * Está se perguntando como melhorar os seus resultados inexpressivos de email marketing? Pode ser difícil saber por onde começar quando você sente que suas possibilidades já se esgotaram. Mas o poder do email marketing é inegável, então embora seja preciso um pouco de esforço, a recompensa vale muito a pena. Se você está pronto para criar textos matadores para email marketing, dê uma olhada nestas cinco dicas expert para melhorar os resultados de seu email marketing. 1. Afie seu texto de email Lembre-se da última vez que abriu um email marketing. O que fez você decidir continuar lendo ou fechá-lo? Há grandes chances de que tenha sido a qualidade do texto do email. Se você quiser ver melhoras expressivas nos seus resultados de email marketing, aprimorar seu texto de e-mail é um dever. Leia mais: Tendências de email marketing para 2021: princípios comprovados Tente seguir estas dicas práticas para escrever e-mails de marketing convincentes: Escolha o layout certo do seu email marketing para atingir seus objetivos de marketing Altere o lead para que combine com o assunto do seu email Mantenha sua linguagem personalizada Use linguagem cativante Escreva CTAs claros Recomendo usar a chamada “Regra 80/20 de Conteúdo de Email'. Isto é, garanta que 80% dos seus emails forneçam valor e os 20% restantes sejam responsáveis por tentar vender seus produtos e serviços. 2. Crie linhas de assunto inteligentes Por falar em texto, não se esqueça da sua linha de assunto! Uma linha de assunto de email bem escrita é um dos elementos mais importantes de qualquer campanha de email marketing bem-sucedida. No final das contas, se seus assinantes não estiverem suficientemente intrigados, eles simplesmente irão deixar seus emails sem abrir. Então, quais são os recursos que assuntos de email excelentes exibem? Se você quer incitar um maior engajamento, tente aderir a estas regras para criar assuntos de e-mail mais eficazes: Mantenha as linhas de assunto curtas Personalize a mensagem Incentive ações Adapte seu texto à personalidade da sua marca Como você pode ver, não é preciso muito para fazer com que os assuntos dos seus emails sejam intrigantes e, por fim, fazer com que seus clientes queiram clicar neles. Então se você quer ver melhoras rápidas nos resultados do seu email marketing, esse é um bom lugar para começar. 3. Limpe e segmente sua lista de emails Mesmo o email mais elaborado não vai fornecer resultados significativos se ele for enviado para a pessoa errada ou na hora errada. É por isso que é fundamental limpar e segmentar continuamente as listas de emails. Vamos começar com a limpeza da sua lista de email. Esse processo envolve reduzir as listas de emails removendo os assinantes inativos. Existem muitos benefícios, incluindo: Melhora nas taxas de clique e de abertura Redução das queixas de spam Diminuição de cancelamentos Possibilidade de destinar seu tempo e recursos a assinantes que realmente ouvem você. Agora vamos nos concentrar em como segmentar as suas listas de emails. Semelhante à limpeza, segmentar suas listas melhora as taxas de clique e de abertura ao mesmo tempo em que diminui os cancelamentos. Isso ajuda também a alavancar as suas taxas de conversão. Segmentar consiste em refinar e agrupar as listas de emails para que você possa enviar emails mais personalizados a grupos diferentes de assinantes. Por exemplo, você pode enviar a novos assinantes um email de boas-vindas, a assinantes que quase fizeram uma compra ou que abandonaram uma compra no carrinho, e àqueles que não têm visitado o seu site há um tempo uma promoção especializada para reengajá-los. 4. Verifique se seus emails são compatíveis com dispositivos móveis Você já ouviu falar sobre a importância de tornar o seu site compatível com dispositivos móveis. Mas você sabia que é igualmente importante garantir que as campanhas de email marketing sejam otimizadas para dispositivos móveis também? Segundo uma pesquisa recente, as pessoas abrem mais e-mails em dispositivos móveis do que em desktops. Então se seus e-mails não são otimizados para dispositivos móveis, é possível que você esteja perdendo oportunidades de se conectar tanto com potenciais clientes quanto com clientes já existentes. A boa notícia é que fazer com que suas campanhas de email marketing sejam compatíveis com dispositivos móveis não é um bicho de sete cabeças. Trata-se simplesmente de fazer alguns ajustes, tais como: Reduzir os tamanhos dos arquivos de imagem para melhorar o tempo de carregamento Formatar seus emails para que eles sejam lidos de forma clara e intuitiva pelo celular Otimizar os seus botões CTA para uso do touchscreen 5. Faça testes A/B em suas campanhas de email marketing Um dos melhores truques para alavancar os resultados de email marketing é fazer testes A/B nas suas campanhas de email. Também conhecido como Split Testing, o teste A/B é uma forma metódica de identificar quais campanhas se conectam com seus assinantes — e quais caem por terra. A graça do teste A/B é que ele pode testar praticamente todos os componentes do seu email para determinar o que manter, ajustar ou banir completamente. Mesmo a mudança mais simples, tais como as imagens que você usa ou o tamanho do texto, pode levar a um aumento no engajamento. Por exemplo, você pode testar assuntos de email, texto (incluindo ordem de palavras, tom e personalização), CTAs, formatação, o tamanho do email, imagens, links, elementos de estilo como botões versus texto e assim por diante. Como fazer o teste A/B em suas campanhas de email marketing? O método mais fácil é usar as ferramentas de teste A/B encontradas em seu software de campanha por email. Para melhores resultados, certifique-se de ter em mente as melhores práticas de teste A/B e procure evitar as armadilhas que são comuns em testes A/B. Como destacam as dicas acima, melhorar seus resultados de email marketing não é uma coisa de outro mundo. No entanto, requer tempo, esforço e um pouco de criatividade para fazer tudo corretamente. Se você está pronto para colher os frutos de um email marketing efetivo, tenha certeza de colocá-los em ação hoje. * Angela Stringfellow escreve sobre estratégia de marketing, tendências de marketing digital e experiência do cliente para diversos veículos.

Tópicos como conteúdo, público-alvo e testes estão entre as dicas para otimizar a performance do seu email marketing. Por Angela Stringfellow * Está se perguntando como melhorar os seus...

Histórias de Sucesso

Ecommerce do Zema nasce e dá resultados com Oracle Cloud CX

Grupo mineiro quase desistiu de lançar serviço, mas credibilidade e performance da Oracle fizeram projeto se concretizar e causar impacto. O ano de 2019 significou um marco para o Zema, grupo varejista do interior do estado de Minas Gerais que conta com 420 lojas espalhadas por seis estados brasileiros. Durante seus mais de 90 anos, a empresa sempre buscou entender o ambiente e se transformar, antenada com as tendências de mercado. Perto do centenário, o grupo Zema inaugurou em 2019 sua plataforma ecommerce. O salto para o comércio digital foi marcado por dificuldades. O grupo buscou algumas implementações da operação no ambiente online, porém, após investimentos e parcerias não otimizados e alinhados, a ideia quase foi abandonada. Em um possível último suspiro na tentativa de transformação digital, a Oracle foi a empresa escolhida para atender à demanda. Leia mais: Osklen se alia à tecnologia Oracle e promove atendimento diferenciado aos clientes Deu certo. Ao adotar o Oracle Fusion Cloud Commerce, o Zema lançou seu ecommerce, o que por si só já era um desafio. Ao longo de 2020, as vendas realizadas pela internet foram de 1% do faturamento da rede para 10%.

Grupo mineiro quase desistiu de lançar serviço, mas credibilidade e performance da Oracle fizeram projeto se concretizar e causar impacto. O ano de 2019 significou um marco para o Zema, grupo...

Desenvolvedores

Celebrando 25 anos do Java

A Oracle University tem o prazer de oferecer uma assinatura gratuita de aprendizagem de Java e o Exame de Certificação Java SE 11 Developer por apenas US$ 25 – um desconto de 90% no preço de lista. Damien Carey* Vinte e cinco anos após sua estreia, o Java ainda é a linguagem de desenvolvimento mais utilizada no mundo. Ele continua sendo uma tecnologia favorita na comunidade de desenvolvedores em virtude de sua confiabilidade e flexibilidade. E embora seu lançamento inicial tenha ocorrido há 25 anos, o Java continua a ser uma das linguagens de programação mais procuradas para o desenvolvimento de aplicativos modernos. De fato, segundo a VDC Research, é a linguagem de programação número 1 do mundo. Com mais de um milhão de desenvolvedores certificados em Java no mundo hoje, tornar-se um desenvolvedor em Java também provou ser um ótimo passo de carreira com a função classificada em segundo lugar na lista de Melhores Empregos nos EUA da Glassdoor para 2020. O Java não é apenas vantajoso para o desenvolvedor individual, mas também para a organização como um todo. Segundo o IDC, com o treinamento em Java da Oracle University, as organizações descobriram que os desenvolvedores de aplicativos eram 29% mais produtivos, as atualizações de segurança ocorriam 21% mais rápido e as empresas tiveram uma redução de 84% no tempo de inatividade não planejado. Como o Java continua a ganhar popularidade 25 anos após sua criação, estamos empolgados por celebrar este marco significativo oferecendo uma promoção exclusiva para comemorar a ocasião e ajudar qualquer usuário, inclusive desenvolvedores, profissionais técnicos, arquitetos, estudantes e professores a adquirir mais proficiência. A Oracle University tem o prazer de oferecer uma assinatura gratuita de aprendizagem de Java e o Exame de Certificação Java SE 11 Developer por apenas US$ 25 – um desconto de 90% no preço de lista. Estamos animados para ver o que pode ser criado com o Java nos próximos 25 anos – e felizes em dar o primeiro passo com esta oferta por tempo limitado. Analise os detalhes abaixo e aproveite esta oferta hoje mesmo. Vamos comemorar! ____ Detalhes da Promoção de 25o Aniversário do Java A assinatura de aprendizagem gratuita inclui: •    O roteiro de aprendizagem do Java Explorer para habilidades básicas em Java •    O roteiro de aprendizagem do Java SE 11 Developer OCP – Java 25 Anos para habilidades de programação avançadas •    Perguntas de treino para os clientes revisarem enquanto se preparam para o exame Comece com estes dois passos fáceis: 1.    Aprenda: Ative a assinatura de aprendizagem gratuita O roteiro de aprendizagem do Java Explorer ensina habilidades básicas em Java. O roteiro de aprendizagem Java SE 11 Developer OCP – Java 25 Anos ensina habilidades de programação avançadas. Também estão incluídas perguntas práticas para aumentar as chances de aprovação dos usuários no exame. 2.    Certifique-se: Inscreva-se para o exame Na assinatura de aprendizagem gratuita, os clientes podem se inscrever para o exame Java SE 11 Developer com 90% de desconto no preço de lista.  Note que esse desconto está disponível apenas dentro da assinatura de aprendizagem gratuita. Os clientes podem prestar o exame por US$ 25 a qualquer momento entre 25 de fevereiro e 25 de abril de 2021; as inscrições começaram em 25 de fevereiro de 2021. Informações adicionais e detalhes sobre a comemoração do 25o aniversário do Java e a oferta promocional estão disponíveis aqui. *Damien Carey é Vice-Presidente Sênior da Oracle University e lidera o principal provedor global de educação e certificação de TI para soluções Oracle

A Oracle University tem o prazer de oferecer uma assinatura gratuita de aprendizagem de Java e o Exame de Certificação Java SE 11 Developer por apenas US$ 25 – um desconto de 90% no preço de lista. Dami...

Transformação na TI

Podcast: a nuvem como ferramenta para competitividade

Último episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Weligton Pinto, Diretor Sênior de Engenharia e Arquitetura para Soluções em Nuvem da Oracle. Em um mundo hiperconectado, contar com uma arquitetura em nuvem resiliente, capaz de atender a toda e qualquer demanda de negócio é um ponto cada vez mais importante para a competitividade e crescimento das empresas. Esse foi o tema principal abordado no quarto e último episódio da minissérie de podcasts “Papo Oracle Cloud”, produzida em parceria pela Oracle coma plataforma de conteúdo Papo Cloud . Intitulado “Move to Cloud: Desafios e Oportunidades”, o programa de número 4 da série “Papo Oracle Cloud”, que é composta por um total de quatro programas, traz uma entrevista especial com Weligton Pinto, Diretor Sênior de Engenharia e Arquitetura para Soluções em Nuvem da Oracle. -Veja também: Podcast: as oportunidades e os desafios de migrar para a nuvem “Se eu estou on-premises totalmente hoje, estou chegando perto de renovar o meu parque, eu posso falar: ‘Olha, deixa eu entender se parte disso eu já posso pensar em nuvem e esquecer essa complexidade, esquecer que daqui três ou cinco anos eu tenho que fazer essa mesma renovação’. Então você de novo ganhou competitividade em cima do teu colega, da empresa que é concorrente que pode não estar vendo isso, que tem uma miopia nesse sentido. Cloud hoje é muito mais segura, é muito mais disponível do que qualquer estrutura on-premises que possa se conhecer. E estou falando estruturas de altíssimo nível, grandes bancos, grandes empresas estatais”, afirma o executivo da Oracle na entrevista. Quer ouvir mais? Então clique no player abaixo para escutar a entrevista completa!

Último episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Weligton Pinto, Diretor Sênior de Engenharia e Arquitetura para Soluções em Nuvem da Oracle. Em um mundo hiperconectado, contar...

Transformação na TI

Disrupção nos serviços financeiros: 5 maneiras de se beneficiar com o Oracle Autonomous Database

As tecnologias modernas permitem que tanto as instituições estabelecidas quanto os novos concorrentes lidem com os desafios que estão enfrentando, bem como aproveitem novas oportunidades. Por Bertrand Matthelie* Numa postagem anterior no blog, vimos as 4 maneiras pelas quais os varejistas podem aproveitar a ruptura com o Oracle Autonomous Database. Vamos agora voltar nossa atenção para o setor de serviços financeiros. O tempo está se esgotando para os bancos tradicionais. Na última década, o fenômeno das fintechs, como um pool de inovação ágil, mudou o sistema bancário para sempre. Os gigantes da tecnologia também têm trabalhado para segmentar os serviços financeiros, e tendem a ser muito eficazes no gerenciamento de perfis de clientes, bem como na previsão de preferências e padrões de gastos. Forças poderosas estão remodelando o setor bancário Os efeitos da pandemia global irão impactar o setor de serviços financeiros nos próximos anos. Alguns adotarão tecnologias emergentes e, com o tempo, se tornarão mais fortes, enquanto novos participantes no mercado com modelos de negócios inovadores expulsarão instituições tradicionais menos ágeis. O aumento exponencial de dados disponíveis vem servindo como combustível para novos produtos e criando novas oportunidades. A capacidade de gerenciar e aproveitar todos esses dados é fundamental para o sucesso. Embora seja essencial extrair insights para crescer, as instituições financeiras também estão extraindo insights para se protegerem contra prejuízos. Criminosos digitalmente nativos estão mais sofisticados do que nunca, e eliminá-los requer sistemas no mínimo igualmente sofisticados. -Leia mais: 4 maneiras pelas quais os varejistas podem aproveitar a disrupção com o Oracle Autonomous Database Um relatório recente da Omdia mostra que a modernização de sistemas herdados é a principal prioridade de TI das instituições financeiras para aumentar sua capacidade de inovação. De fato, as tecnologias modernas permitem que tanto as instituições estabelecidas quanto os novos concorrentes lidem com os desafios que estão enfrentando, bem como aproveitem novas oportunidades. Como? Vamos examinar algumas histórias de clientes que mostram 5 maneiras pelas quais você pode se beneficiar com o Oracle Autonomous Database. 1. Aumenta a eficácia de marketing e vendas – melhorando as taxas de conversão em 40% e reduzindo o churn em até três vezes A Up Sí Vale é uma provedora líder de pagamentos e outros serviços financeiros para 16.000 empresas e 5 milhões de consumidores em todo o México. Seus serviços incluem vales para alimentação, viagem e combustível, bem como cartões pré-pagos, carteiras digitais e programas de fidelidade. A Up Sí Vale precisava centralizar as informações e simplificar a análise de dados para saber mais sobre seus diversos conjuntos de clientes, mas queria fazer isso de forma rápida e com o mínimo de interrupção em suas operações. A organização escolheu o Oracle Autonomous Data Warehouse e o Oracle Analytics Cloud porque eram fáceis de configurar, implementar e integrar com outros aplicativos e de operar sem administração do banco de dados. A Up Sí Vale constatou que a combinação do Oracle Autonomous Data Warehouse com o Oracle Analytics proporcionou mais flexibilidade, maior desempenho e melhor integração com seus aplicativos. Quais foram os resultados alcançados pela Up Sí Vale? •    Gerenciamento de dados consolidados de 240 milhões de transações de 10 fontes •    Eliminou 90% do tempo gasto na administração do banco de dados •    Implementação do Autonomous Data Warehouse em toda a organização em três meses, configurando novas instâncias em menos de 5 minutos •    Eliminou 75% do tempo necessário para reunir os dados em planilhas, permitindo segmentação mais estratégica dos clientes e marketing personalizado •    A equipe de vendas agora pode adotar uma abordagem mais proativa com os clientes, ajudando a reduzir o churn de 15% para 5% O Autonomous Data Warehouse automatiza de forma inteligente o provisionamento, a configuração, a segurança, o ajuste e a escalabilidade de um data warehouse. Isso elimina quase todas as tarefas manuais e complexas que podem causar erros humanos. Os DBAs podem deslocar seu tempo da administração de banco de dados de rotina para a inovação e, assim, ajudar os departamentos da organização a atingirem seus objetivos. O Autonomous Data Warehouse proporciona escalabilidade automática conforme a demanda, que comportou o crescimento de 40% do ecommerce da Up Sí Vale desde o início da pandemia de COVID-19. A Aon era outra organização com extrema necessidade de melhorar o gerenciamento de dados para aumentar a eficácia de marketing e vendas. Com sede em Londres, a Aon é uma empresa global de serviços profissionais que fornece uma ampla gama de soluções para riscos, previdência e saúde. Tendo crescido ao longo dos anos por meio de várias aquisições, a Aon precisava consolidar seus silos de dados de vendas e marketing para obter uma visão única de seus clientes e clientes potenciais. Precisava também de uma plataforma de análise mais robusta. Ao transferir sua capacidade de relatórios e análises de dados de várias fontes para o Oracle Autonomous Data Warehouse e o Oracle Analytics Cloud, a Aon aumentou o desempenho de 50 a 60 vezes. Os tempos de resposta a consultas de vendas complexas de 500 usuários avançados são agora muito mais rápidos, e a organização estima que seus custos de análise sejam significativamente menores do que com suas ferramentas de business intelligence on-premises. O Autonomous Data Warehouse está fazendo com que os analistas de operações de vendas da Aon economizem 15 horas por semana, agora que não precisam mais extrair dados manualmente, e isso aumentou a segurança das informações confidenciais de vendas. Ao eliminar silos de dados e adicionar análises e relatórios robustos, a Aon obteve visibilidade das atividades voltadas para o cliente dentro e entre departamentos, bem como insights aprofundados para melhor segmentação e vendas cruzadas. As equipes de vendas agora podem visualizar facilmente tendências de mercado, discrepâncias, opiniões de clientes e desempenho de vendas. “Podemos fornecer insights com o apertar de um botão em todas as nossas regiões, todas as nossas linhas de solução, algo que nunca, jamais fomos capazes de fazer antes.” (Teffani Zadeh, CIO, Capacitação de Crescimento e TI América do Norte da Aon) Vamos avaliar um último exemplo nesta seção. De acordo com o relatório da Omdia já mencionado, as instituições financeiras estão implementando Machine Learning com mais rapidez do que outros setores. O Banco Bilbao Vizcaya Argentaria (BBVA) é uma das maiores instituições financeiras do mundo. O banco colaborou com o Oracle Consulting para desenvolver um novo Algoritmo de Aprendizagem de Economia Comportamental, um sistema baseado no Oracle Machine Learning com o Oracle Transaction Processing, para identificar os mecanismos cognitivos mais relevantes ao gerar uma campanha de marketing para diferentes alvos. O BBVA obteve os seguintes resultados: •    Na Colômbia, por exemplo, o excesso de informações online estava provocando sobrecarga cognitiva e abandono da navegação. Ao retificar o texto e os recursos visuais da oferta, o BBVA Colômbia observou uma grande aceitação nos pedidos de cartões de crédito e contas bancárias online. •    Em todas as regiões geográficas, campanhas de marketing geradas por meio de machine learning produziram uma melhoria de 30% a 40% nas taxas de cliques e de conversão •    Criativos que levavam dias ou semanas para serem trabalhados em agências agora são finalizados em questão de minutos •    Ao usar a programação de linguagem natural, o próprio sistema sugere agora o conteúdo ideal da campanha por segmento-alvo e dispositivo móvel e avalia automaticamente os resultados prováveis. Esse recurso substituiu o pré-teste baseado em avaliações ou pesquisas de opinião aleatórias e demoradas. O Autonomous Database acelera a criação de modelos de machine learning, eliminando a necessidade de mover dados para sistemas dedicados de machine learning. O Oracle Machine Learning fornece uma interface colaborativa para cientistas e analistas de dados, com acesso a mais de 30 algoritmos de machine learning escalonáveis e paralelos no banco de dados. 2. Melhora a detecção de fraudes O gateway de pagamento digital da AsiaPay processa pagamentos em várias moedas, idiomas, canais e dispositivos em 15 países. Graças a essa força em transações internacionais, a empresa sediada em Hong Kong atende a muitos varejistas internacionais que preferem padronizar em um único fornecedor de fluxo de pagamentos. A AsiaPay está vivenciando um enorme crescimento. Com essa demanda, surge uma infinidade de dados da Internet das Coisas, inclusive de dispositivos móveis e touchscreen. Uma única transação pode oferecer mais de 100 pontos de dados com detalhes sobre localização, saldo bancário, biometria e outros, que podem ser analisados para detecção de fraude. Por exemplo, o mapa de análise de detecção de fraude da AsiaPay pode mostrar o pagamento de um pedido com endereço IP em Taiwan, banco emissor nas Filipinas e endereço de entrega na Malásia. O machine learning incorporado ao Oracle Autonomous Database pode classificar essa transação como de risco e alertar o comerciante.   “Com o Oracle Autonomous Data Warehouse, podemos utilizar IA para identificar um risco comercial em tempo real.” (Joseph Chan, CEO e fundador da AsiaPay) Melhorar a detecção de fraudes também era fundamental para a Ripley. Varejista líder e também banco com cartão de crédito, a Ripley conta com 10 milhões de clientes e 60 lojas no Chile e no Peru. Para melhorar a prevenção contra fraudes, a Ripley consolidou 10 sistemas de dados diferentes em um sistema unificado e centralizado com o Oracle Autonomous Data Warehouse, representando uma única fonte de verdade para obter inteligência acionável. Sem nenhuma manutenção do banco de dados e menos treinamento para desenvolvedores e usuários de negócios, a Ripley pode dedicar mais tempo à inovação.   “A inovação autônoma é uma vantagem competitiva para atrair talentos para a ciência de dados e engenheiros analíticos, e isso é ótimo para a Ripley.” (Andres Peralta, Gerente de Dados e Análise da Ripley)   3. Possibilita as operações de fintechs – acelerando o tempo de colocação no mercado e reduzindo os custos em 15% A Strands permite que os bancos processem grandes quantidades de informações para construir modelos para cada cliente, com base em transações, saldos e informações de clientes. Esses modelos fornecem insights para ajudar as pessoas a tomar melhores decisões sobre seu dinheiro e sobre o uso dos produtos financeiros certos. A chave para a expansão é o uso agressivo da nuvem pela Strands para executar sua plataforma baseada em inteligência artificial, que agora é oferecida como Software como um Serviço, além de seus sistemas tradicionais no local executados no próprio data center dos bancos. Um elemento essencial da plataforma SaaS da organização com sede em Barcelona é o Oracle Autonomous Transaction Processing executado na Oracle Cloud Infrastructure. O banco de dados armazena a imensa quantidade de dados necessários para construir, ajustar e implementar modelos de machine learning. A solução SaaS da Strands exige menos esforço de seus clientes para implementar e se integrar com o banco digital do que seu software on-premises anterior. Isso significa que os bancos podem lançar o serviço e apresentar a capacidade aos clientes muito mais rápido. Os custos operacionais da Strands diminuíram 15% com o uso do Oracle Autonomous Database. Outra fintech líder é a Veritrans, do Japão, que fornece sistemas de pagamento seguros em lojas e online. A organização conta com o Autonomous Transaction Processing para garantir o alto desempenho e a alta disponibilidade e segurança de sua solução. As operações autônomas permitiram à Veritrans aumentar a eficiência operacional e reduzir os custos. O Autonomous Database usa otimização contínua de consultas, indexação de tabelas, resumos de dados e ajuste automático para garantir um alto desempenho consistente, mesmo com o aumento do volume de dados e do número de usuários. A escalabilidade autônoma pode temporariamente aumentar três vezes a computação e a E/S para manter o desempenho. Ao contrário de outros serviços em nuvem que exigem um tempo de inatividade para escalar, o Autonomous Database é escalado enquanto o serviço continua em execução. 4. Preenche as lacunas financeiras – reduzindo o tempo de consulta de horas para minutos e duplicando as taxas de conversão No setor bancário ultracompetitivo da Índia, o Federal Bank se destaca com um mix de opções de serviços bancários em agências e aplicativos móveis ricos em recursos que atraem clientes em constante movimento. Seu sucesso também resulta da compreensão das necessidades específicas do cliente bancário indiano, desde a oferta de empréstimos por penhor de ouro a pessoas físicas, pacotes de baixo custo para pequenas e médias empresas, até pacotes financeiros complexos para clientes corporativos. Saber exatamente o que oferecer exige insights. Com o Oracle Autonomous Database e o Oracle Analytics Cloud, o Federal Bank agora conta com um banco de dados autônomo com maior desempenho e estabilidade, além da segurança exigida dos sistemas financeiros. O machine learning no Oracle Autonomous Data Warehouse conseguiu reduzir pela metade o tempo necessário para executar determinadas consultas aos dados de clientes, capacitando os gerentes com inteligência acionável para uma tomada de decisão mais rápida.   “Para nós, analisar e entender os dados dos clientes é a base de tudo que fazemos quando examinamos decisões futuras. O Oracle Autonomous Database está no centro disso.” (Shalini Warrier, Diretora Executiva do Federal Bank) Outra organização que atua para preencher as lacunas financeiras é a Forth Smart. Na Tailândia rural, o dinheiro é tudo. Salários e aluguéis são pagos com cédulas e moedas. Mercados, restaurantes, táxis e ônibus esperam pagamento em dinheiro. No entanto, quase todos também possuem um celular, e a Forth Smart oferece quiosques que conectam a economia digital com o dinheiro vivo. Seus 120.000 quiosques permitem que as pessoas usem dinheiro para recarregar celulares pré-pagos e transferir fundos para amigos e parentes. Além disso, oferecem um número muito maior de serviços e funções de ebanking. E com mais de 15 milhões de usuários, os quiosques se tornaram imóveis privilegiados para anúncios e ofertas de pacotes de internet. A Forth Smart precisa de insights em tempo real sobre o comportamento dos clientes em sua rede de quiosques, que lida com mais de 2 milhões de transações por dia. Para obter esses insights e também proteger os dados, a Forth Smart usa o Oracle Autonomous Data Warehouse e o Oracle Analytics Cloud sem um administrador de banco de dados. Eles aplicam algoritmos de machine learning para entender os segmentos de clientes e prever o sucesso de uma oferta, resultando na duplicação da taxa de conversão de anúncios. “Usando o Autonomous Database com o Oracle Machine Learning, conseguimos reduzir o tempo de consulta de três horas para alguns minutos e aumentar nossas taxas de conversão de anúncios de 2 a 3 vezes. Isso nos permite utilizar melhor nosso orçamento e esforço de marketing.” (Pawarit Ruengsuksilp, Analista de Desenvolvimento de Negócios da Forth Smart)   5. Promove uma cultura orientada por dados – fornecendo insights importantes de várias fontes de dados em menos de 2 segundos A Generali é uma das maiores companhias de seguros do mundo. Seus departamentos de RH compilavam dados manualmente em modelos e enviavam esses modelos para a equipe da matriz para fins de relatório e análise. Essa abordagem era demorada e suscetível a erros. A Generali precisava de um processo mais eficiente, confiável e automatizado. O objetivo era encontrar uma solução que aumentasse um mindset orientado por dados em toda a comunidade de RH da Generali, uma mudança que, a longo prazo, produzisse um efeito cascata de aumento de eficiência, correlacionando padrões de RH para uma melhor tomada de decisão, fornecendo suporte para diversidade e inclusão e automatizando relatórios e análises das principais métricas com foco na melhoria de toda a área de RH e do envolvimento dos funcionários. A Generali escolheu o Oracle Autonomous Data Warehouse e o Oracle Analytics Cloud como a melhor opção para melhorar o desempenho dos relatórios, para escalar facilmente a solução em caso de aumento da área de cobertura ou aumento da capacidade necessária durante o pico de uso e para a integração com a solução Oracle HCM existente da Generali. O Oracle Autonomous Data Warehouse e o Oracle Analytics Cloud transformaram o processo de geração de relatórios da Generali, capacitando o RH com acesso direto a informações mais precisas. O processo simplificado e automatizado de geração de relatórios permitiu à equipe de RH ser mais produtiva e focar em atividades que agregam valor, em vez de se sobrecarregar com tarefas de relatórios. O RH e os executivos da Generali obtêm insights e indicadores importantes sobre a gestão de funcionários, integrando dados de diversas fontes. A Generali também criou um dashboard executivo para monitorar e medir KPIs estratégicos de RH, com a conveniência de acessar informações importantes em dispositivos móveis. O machine learning no Oracle Autonomous Data Warehouse se ajusta para aumentar a velocidade dos relatórios, mesmo quando a Generali aumenta os volumes de dados. Agora, os usuários de RH têm um tempo de resposta mais rápido de relatórios, de menos de 2 segundos, devido à melhoria de desempenho. A Generali também se beneficia da escalabilidade automática do banco de dados autônomo conforme a demanda, aumentando a capacidade para um melhor desempenho durante os períodos de pico de relatórios e diminuindo a capacidade para economizar custos. No geral, a comunidade de RH da Generali adotou uma cultura mais analítica, fornecendo suporte para o processo de tomada de decisão com análises significativas e fáceis de usar da força de trabalho. Para concluir Forças poderosas, incluindo a pandemia global, estão remodelando o setor de serviços financeiros. Os clientes estão aproveitando o Oracle Autonomous Database para: •    Aumentar a eficácia de marketing e vendas – melhorando as taxas de conversão em 40% e reduzindo o churn em até três vezes •    Melhorar a detecção de fraudes – com custos mais baixos e melhor desempenho •    Possibilitar as operações de fintechs – acelerando o tempo de colocação no mercado e reduzindo os custos em 15% •    Preencher as lacunas financeiras – reduzindo o tempo de consulta de horas para minutos e duplicando as taxas de conversão •    Promover uma cultura orientada por dados – fornecendo insights importantes de várias fontes de dados em menos de 2 segundos Com o Autonomous Database, tanto as instituições estabelecidas quanto os novos participantes aceleram a inovação enquanto reduzem custos e riscos. De fato, de acordo com a KuppingerCole, organização líder em pesquisa de analistas do setor com foco em segurança, a Oracle é líder global em segurança de banco de dados e big data. Como observado em sua bússola de liderança de 2021: “O Oracle Autonomous Database, que automatiza completamente os processos de provisionamento, gerenciamento, ajuste e atualização de instâncias de banco de dados sem qualquer tempo de inatividade, não apenas aumenta substancialmente a segurança e a conformidade de dados confidenciais armazenados em bancos de dados Oracle, como também se torna um argumento convincente para mover esses dados para a nuvem da Oracle.” Leia o relatório. *Bertrand Matthelie é Diretor Sênior de Marketing de Produto da Oracle

As tecnologias modernas permitem que tanto as instituições estabelecidas quanto os novos concorrentes lidem com os desafios que estão enfrentando, bem como aproveitem novas oportunidades. Por Bertrand...

Histórias de Sucesso

Algar Telecom reduz custos em 50% com migração para Oracle Cloud

Empresa brasileira de telecomunicações também registrou ganho de desempenho de 60% após mover infraestrutura para nuvem. Fundada em Minas Gerais em 1954 com foco na oferta de serviços de telefonia fixa, a Algar Telecom tem hoje 1,3 milhão de clientes em 16 estados brasileiros, mais o Distrito Federal. A empresa de telecomunicações se reinventou ao longo das últimas décadas, adotando as diferentes inovações que revolucionaram o setor, responsável por entregar uma infraestrutura crítica para pessoas e companhias. Em um mercado concorrido e em constante evolução, no  qual a necessidade de redução de custos é chave para oferecer produtos atrativos, a Algar se viu diante da necessidade de digitalização, com maior aderência em apps, tecnologias da informação, nuvem e padrões abertos -- tudo com agilidade  de entrega. Fernando Américo, Arquiteto de Soluções da Algar Telecom, é o encarregado de mantê-la atualizada com as tecnologias mais recentes. Entre os desafios da empresa estava diminuir as despesas operacionais e de capital em 50% -- tarefa alcançada com ajuda da Oracle. “Houve redução de despesas de capital, um dos motivadores. Passamos dos 50%, conseguimos um ganho a mais. Fomos até premiados dentro da organização em cima disso, foi um projeto reconhecido aqui.” -Leia mais: SERPROS reduz custos em 90% com nuvem da Oracle Com a intenção de “partir para o mundo digital”, a Algar acertou com a Oracle um contrato do tipo Unlimited License Agreement (ULA), que dá ao cliente liberdade total de licenciamento das soluções da Oracle. Diante de um universo amplo de novidades a serem implementadas, Américo destaca o suporte dado pela Oracle para a transição desejada pela Algar Telecom -- que, desde 2017, toca um projeto de transformação digital chamado Move to Cloud.

Empresa brasileira de telecomunicações também registrou ganho de desempenho de 60% após mover infraestrutura para nuvem. Fundada em Minas Gerais em 1954 com foco na oferta de serviços de telefonia...

Transformação na TI

4 maneiras pelas quais os varejistas podem aproveitar a disrupção com o Oracle Autonomous Database

Como é possível sobreviver à disrupção e aproveitá-la para o crescimento? Por meio de histórias de clientes, demonstraremos as quatro maneiras pelas quais os varejistas estão aproveitando o Oracle Autonomous Database para fazer isso. Por Bertrand Matthelie* Uma disrupção rápida e profunda está afetando o setor varejista. A incerteza, a velocidade e a frequência de eventos imprevisíveis, como o surto de COVID-19, estão fazendo com que os varejistas reavaliem seu ambiente operacional, tenham de arcar com custos mais altos devido ao reforço das precauções de segurança relacionadas a funcionários e clientes, aumentem a frequência dos serviços de entrega em domicílio e melhorem a agilidade em resposta às exigências do mercado. Embora os varejistas possam ter adotado plataformas digitais para possibilitar o comércio eletrônico, os motivos e a necessidade de uma verdadeira experiência omnichannel para o cliente nunca foram tão evidentes. Questões, como novas tecnologias, agilidade dos concorrentes, além de expectativas novas e exigentes por parte dos compradores, estão transformando o mercado. Agora, mais do que nunca, os varejistas precisam saber mais sobre as necessidades do consumidor e ter disposição para reconhecer, adotar e tornar-se um catalisador para a mudança. -Leia mais: Anúncio do Oracle Database 21c e do APEX Application Development Service (IDC) Então, como é possível sobreviver à disrupção e aproveitá-la para o crescimento? Por meio de histórias de clientes, demonstraremos as quatro maneiras pelas quais os varejistas estão aproveitando o Oracle Autonomous Database para fazer isso. 1. Monitorar os resultados em tempo real para superar a concorrência Nos 30 restaurantes da marca Dou Yue em toda a China, são servidos pratos tradicionais da cozinha chinesa para consumo no local e para viagem. Diante da intensa concorrência, principalmente de fornecedores de catering e de restaurantes com serviços pela Internet, era fundamental melhorar sua capacidade de analisar os dados para ajudar no marketing, nas vendas, nas finanças, nas compras e no atendimento ao cliente. No entanto, as várias plataformas isoladas de dados preexistentes do Dou Yue impediam que a empresa obtivesse os insights abrangentes e em tempo real de que precisava. Ao implementar o Oracle Autonomous Data Warehouse e o Oracle Analytics Cloud na Oracle Cloud Infrastructure, o Dou Yue integrou os dados de vários sistemas empresariais em uma única plataforma baseada em nuvem. A equipe financeira agora consegue obter os dados de cada restaurante sobre a receita, o inventário e sobre outras questões, possibilitando ações por parte dos executivos da empresa. Por exemplo, quando um restaurante registra uma queda de receita, os executivos do Dou Yue conseguem analisar as condições ambientais (tráfego, clima), o modelo de vendas (consumo no local ou para viagem), bem como o cardápio e os preços na região onde o restaurante está localizado para determinar as principais causas e ajustar a estratégia.  Ao analisar tendências históricas, o consumo repetido e outros dados, o Dou Yue agora é capaz de entender de quais pratos os clientes gostam, fazer as mudanças necessárias neles ou até mesmo criar novos pratos, tudo em tempo hábil. Além disso, eles conseguem determinar quais prédios comerciais tendem a fazer mais pedidos de refeições para viagem para que seja possível divulgar campanhas de marketing direcionadas e saber onde estabelecer futuros restaurantes. O Autonomous Data Warehouse é a única solução completa que usa um banco de dados convergente que fornece suporte integrado para dados de vários modelos e várias cargas de trabalho, tais como SQL analítico, machine learning, gráficos e cargas de trabalho espaciais. Ele não requer integração com outros serviços, o que facilita o carregamento de dados, a execução de consultas complexas em vários tipos de dados, a criação de modelos analíticos sofisticados, a visualização de informações, o fornecimento de dashboards e o desenvolvimento de aplicativos orientados a dados. Certamente, o Dou Yue não é um caso isolado. Por exemplo, a Maxim 's, com sede em Hong-Kong, é uma empresa líder em alimentos e bebidas que opera 1.700 estabelecimentos em toda a Ásia, incluindo restaurantes de serviço rápido, padarias e muito mais. É também uma licenciada de marcas conhecidas, incluindo Starbucks Coffee, Genki Sushi e The Cheesecake Factory. O grupo conta com o Oracle Autonomous Data Warehouse e a Oracle Analytics Cloud para coletar e analisar 600.000 transações por dia, combinadas com dados de ERP, dados demográficos externos e de mídias sociais. Usando essa solução, eles obtiveram insights em tempo real sobre os hábitos e o comportamento de compra dos clientes para alterar cardápios e pratos de acordo com a mudança de preferências. Os resultados melhoraram as promoções de marketing, a eficiência operacional e a escolha de locais para ampliar a expansão. O Autonomous Data Warehouse elimina praticamente todas as complexidades de operar um data warehouse, automatizando o provisionamento, a configuração, a segurança, o ajuste, o escalonamento, a aplicação de patches, os backups e muito mais, o que permite que a Maxim 's acelere o tempo para a obtenção de insights, reduza os custos e melhore a segurança. "Nosso grupo de catering gerencia mais de 70 marcas com o auxílio do Oracle Autonomous Data Warehouse para garantir a análise eficiente dos dados de vendas e das preferências dos clientes, o que acaba melhorando nossa competitividade geral. Os recursos de autonomia e aplicação automática de patches proporcionaram economia nos custos e aumentaram a segurança dos dados", afirmou Keith Siu, Diretor financeiro da Maxim 's Caterers Ltd. 2. Impulsionar a expansão além do principal negócio para áreas adjacentes A ADNOC Distribution (Abu Dhabi National Oil Company for Distribution) é o principal distribuidor de combustível nos Emirados Árabes Unidos. Além da venda de combustível, em cada um de seus 360 postos de serviço, há lojas de varejo "'Oasis", estações de inspeção de veículos e serviço de lavagem de carros. Aproveitar os 3,5 milhões de transações mensais processadas dos pontos de venda possibilitaria a compreensão de como atender melhor aos clientes e aumentar as receitas. Com o Oracle Autonomous Data Warehouse, o ADNOC Distribution consegue aproveitar os dados em tempo real. Ele traz uma visão detalhada dos comportamentos e das preferências do cliente por meio da análise de produtos por faixa, categoria e loja, em conjunto com os dados de compra e resposta promocional que aparecem nos cartões de fidelidade do cliente. Como resultado, a empresa consegue aumentar a precisão em suas iniciativas de marketing, inovar com novos produtos e aumentar ainda mais a fidelidade do cliente; sempre com o produto certo no lugar certo e no momento certo. Também é possível planejar ofertas na loja em conjunto com parceiros locais, tais como fast food e pontos de venda de café, com uma visão mais clara dos resultados prováveis e do consumo, possibilitando a previsão de ROI antecipada e a análise das realizações em relação aos objetivos promocionais após qualquer atividade. Além disso, contar com o Autonomous Data Warehouse permitiu que a ADNOC reduzisse os custos em 50% em relação a sua solução on-premises e diminuísse a carga de trabalho do DBA em 60% com a criação automatizada de índices em relação a 650 milhões de transações, alcançando um desempenho de consulta até 100 vezes melhor. Da mesma forma, a PTG Energy, na Tailândia, opera 1.800 postos de serviço de combustível e mais de 200 lojas de conveniência. Utilizar o Autonomous Data Warehouse ajudou na redução do tempo para a obtenção de insights, de horas ou dias para minutos, capacitando os gerentes de negócios de varejo a melhorarem os resultados. 3. Melhorar a gestão de inventário É necessário muito esforço para colocar uma fruta perfeitamente madura nas mãos de um cliente. Com seus produtos perecíveis e seus negócios em rápido crescimento, a o Shenzhen Pagoda utiliza dados para levar suas frutas até a loja certa e no momento certo, considerando as preferências e os padrões de consumo de cada loja. Gerenciar e analisar todos esses dados é uma tarefa intensa, e a empresa precisava de uma solução de data warehouse respaldada por automação e gerenciamento inteligente de dados que a ajudasse a tomar decisões rápidas. Além disso, a empresa precisava de uma solução que reduzisse consideravelmente os custos e o envolvimento de sua equipe de TI. "Para manter o alto nível de satisfação, queremos fornecer, continuamente, frutas diferenciadas e personalizadas para os clientes em diferentes lojas", afirmou Shen Xin, CMO da Shenzhen Pagoda. O Oracle Autonomous Data Warehouse usa recursos de machine learning que permitem que a Shenzhen Pagoda carregue e integre dados de várias fontes a partir de informações de associação, padrões históricos de consumo, marketing, inventário e clima para traçar os perfis de suas lojas e seus clientes. O machine learning também os ajuda a executar relatórios de conjuntos de dados maiores mais rapidamente para determinar as melhores estratégias para a cadeia de suprimentos e a gestão de inventário, com menos administração de banco de dados, para 20 centros de distribuição e 4.000 lojas de varejo em toda a China. Agora, a Shenzhen Pagoda consegue prever os níveis de venda para a próxima semana com uma taxa de sucesso de 84%, garantindo lucros e frescor. A previsão precisa das vendas permite que cada loja decida sobre o inventário e as promoções. Isso melhora a experiência do consumidor e reduz o acúmulo de inventário, algo fundamental para a entrega de produtos frescos que atendam a seus padrões. O Autonomous Database acelera a criação de modelos de machine learning, acabando com a necessidade de mover dados para sistemas dedicados de machine learning. O Oracle Machine Learning fornece uma interface colaborativa para analistas e cientistas de dados, com acesso a mais de 30 algoritmos de machine learning escaláveis e paralelos no banco de dados. A ImpulseLogic é um ISV com o mesmo objetivo de ajudar os varejistas a aumentar as receitas, minimizando o desperdício. Sua solução StoreLogIQ, viabilizada pelo Oracle Autonomous Transaction Processing, permite que seus clientes garantam a disponibilidade do produto na área de vendas, e não apenas na área de carregamento da loja. Desse modo, os varejistas conseguem eliminar a distorção de inventário e beneficiar-se do machine learning e do reconhecimento de padrões, além de reduzir os custos. 4. Implementar programas de fidelidade A Drop Tank usa a Oracle Cloud Infrastructure e o Oracle Autonomous Data Warehouse para criar programas de recompensas de combustível, vinculando os postos de gasolina dos EUA administrados e operados por dezenas de empresas regionais independentes. Os programas de fidelidade da Drop Tank vão além do posto de gasolina e contam com a parceria com outros grandes programas de fidelidade de terceiros, como o Southwest Rapid Rewards® e o Wyndham Rewards®. "Precisamos estar prontos para lidar com um milhão de transações por dia. Por esse motivo, a escalabilidade e a tecnologia de nível empresarial disponíveis para nós na Oracle Cloud são muito importantes”, disse David VanWiggeren, CEO da Drop Tank. O Autonomous Data Warehouse usa otimização contínua de consultas, indexação de tabelas, resumos de dados e ajuste automático para garantir alto desempenho consistente, mesmo quando o volume de dados e o número de usuários aumentam. O escalonamento autônomo pode chegar a triplicar temporariamente a computação e a E/S para manter o desempenho. Ao contrário de outros serviços em nuvem que exigem tempo de inatividade para escalar, o escalonamento do Autonomous Data Warehouse ocorre enquanto o serviço continua sendo executado. *Bertrand Matthelie é Diretor Sênior Principal de Marketing de Produtos na Oracle

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Transformação na TI

Podcast: as oportunidades e os desafios de migrar para a nuvem

Terceiro episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Guilherme Godoy, diretor-sênior de vendas para grandes empresas da Oracle. Migrar para a nuvem habilita novos benefícios e oportunidades para as empresas e seus profissionais, mas também podem surgir alguns desafios no caminho por desconhecimento dos processos e fases envolvidas. Esses foram alguns dos principais assuntos abordados no terceiro episódio da minissérie de podcasts “Papo Oracle Cloud”, produzida em parceria pela Oracle coma plataforma de conteúdo Papo Cloud . Intitulado “Move to Cloud: Desafios e Oportunidades”, o programa de número 3 da série “Papo Oracle Cloud”, que é composta por um total de quatro programas, traz uma entrevista especial com Guilherme Godoy, diretor-sênior de vendas para grandes empresas da Oracle. -Saiba mais: Podcast: Alta disponibilidade ou redução de custo? Leve os dois para sua empresa “Quando a gente fala de nuvem, não necessariamente a gente está só olhando para tecnologias do futuro, pensando em tecnologias emergentes. A gente está, sim, falando de simplificar o dia a dia da empresa, mas também de trazer os legados. Então hoje existem approaches para levar, para movimentar os legados da forma como eles estão para nuvem”, afirma o executivo da Oracle na entrevista. Quer ouvir mais? Então clique no player abaixo para escutar a entrevista completa!

Terceiro episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Guilherme Godoy, diretor-sênior de vendas para grandes empresas da Oracle. Migrar para a nuvem habilita novos benefícios e...

Transformação na TI

Por que considerar a Oracle Cloud Infrastructure para sua infraestrutura de computação de alto desempenho?

A Oracle oferece valores excelentes para cargas de trabalho de HPC na nuvem, ajudando organizações de grande e pequeno porte a executar seus casos de uso de HPC essenciais sem ter de se preocupar com investimentos iniciais consideráveis. Por Savita Raina* Sempre quando estou olhando para o céu à noite me pergunto quantas galáxias, estrelas e planetas existem por aí. Este é um dilema que intrigou não só me intrigou, mas desafiou a humanidade durante séculos. Nas últimas décadas, cientistas e engenheiros da área da cosmologia e outras ciências, como dinâmica dos fluidos, descoberta de remédios, genômica e previsão do tempo, conseguiram encontrar respostas para algumas das perguntas mais desafiadoras usando o poder computacional dos supercomputadores. Com a inovação contínua em hardware de computador, acesso a mais dados e softwares de simulação sofisticados, cientistas e engenheiros conseguiram criar cenários complexos para teorizar possíveis resultados. Para encontrar respostas mais rapidamente, pesquisadores, comunidades científicas e empresas têm investido na criação de funcionalidades de computação de alto desempenho (HPC) internamente, o que significa gerenciamento de data centers de HPC. E não há dúvidas de que esses investimentos pagaram dividendos. De acordo com a Hyperion Research, um investimento em HPC resulta em uma receita média de $ 463 por dólar investido em HPC e um lucro médio de $ 44 por dólar a cada dólar de investimento em HPC. -Leia mais: Redefinindo os limites da flexibilidade e do controle na nuvem híbrida A maioria das cargas de trabalho de HPC são executadas on-premises para alcançar um alto desempenho, uma baixa latência e uma alta taxa de transferência. As organizações querem maximizar o retorno sobre os investimentos e, portanto, é fundamental otimizar as cargas de trabalho de HPC porque essas máquinas têm um valor bem alto. A execução on-premises de cargas de trabalho de HPC vem com os seguintes desafios: • Planejamento de capacidade: um dos maiores desafios que os clientes de HPC enfrentam é o planejamento de capacidade. As organizações acabam pecando pelo excesso ou pela falta de provisionamento, o que leva a longos períodos de espera em fila que afetam a produtividade. • Hardware legado: a atualização de infraestrutura geralmente acontece a cada 3/5 anos, o que significa que os usuários do sistema de HPC precisam esperar para ter acesso à infraestrutura HPC mais recente, retardando a inovação e a produtividade. • Custo com o gerenciamento de data centers: inclui gastos com energia, resfriamento, rede, armazenamento, hardware e software. O gerenciamento de mecanismos e hardwares não é a principal competência da maioria das organizações que executam cargas de trabalho de HPC. • Requisitos de segurança e conformidade: os sistemas legados precisam de manutenção regular para garantir que cumpram com os requisitos de segurança e conformidade. Computação de alto desempenho na nuvem As cargas de trabalho de HPC na nuvem foram se tornando cada vez mais uma realidade. De acordo com um relatório de 2020 da Intersect360 Research, a nuvem teve um crescimento de dois dígitos nos últimos 5/6 anos, com uma taxa de crescimento anual composta (CAGR) de 22,0% e um segmento de nuvem projetado para ultrapassar $ 3,8 bilhões até 2024. Com a migração das suas cargas de trabalho de HPC para a nuvem, você garante os seguintes benefícios: • Melhor desempenho: obtenha acesso à última geração de infraestrutura e capacidade sob demanda para atender às necessidades do seu negócio. Os clientes de HPC podem implementar máquinas virtuais (VMs) bare metal, GPU e formas de computação, conforme necessário. • Otimização de custos: com a nuvem, você não precisa se preocupar com os custos iniciais de capital. Use o modelo de preço “pague conforme usar” durante a execução sem interrupções. • Flexibilidade para escalar: a nuvem oferece às organizações a flexibilidade para aumentar e diminuir o número dos requisitos de TI para atender às necessidades do negócio. • Foco no seu principal negócio: com a HPC na nuvem, você não precisa se preocupar em criar e gerenciar seus data centers, o que lhe permite focar nas suas prioridades estratégicas de negócios. Por que a Oracle Cloud Infrastructure para HPC? A Oracle oferece valores excelentes para cargas de trabalho de HPC na nuvem, ajudando organizações de grande e pequeno porte a executar seus casos de uso de HPC essenciais sem ter de se preocupar com investimentos iniciais consideráveis. • Última geração de hardware de computador: a Oracle fez uma parceria com a AMD e a Intel para oferecer aos seus clientes a mais recente geração de capacidade de computação, que inclui várias formas de VM e bare metal. Para ajudar a acelerar a visualização e a executar modelos de dados complexos para cargas de trabalho de HPC e IA, a Oracle fez uma parceria com a NVIDIA e está oferecendo GPUs Tesla P100, V100 e A100. Confira o que o nosso VPE, Clay Magouyrk, tem a dizer sobre as parcerias estratégicas da Oracle com a Intel, NVIDIA e AMD. • Alta largura de banda e rede de baixa latência: a Oracle oferece redes de baixa latência e alta taxa de transferência para executar casos de uso de HPC na nuvem. A rede Oracle Cloud Infrastructure (OCI) é uma rede altamente escalável e sem excesso de assinaturas com aproximadamente 1 milhão de portas de rede em cada domínio de disponibilidade, com interconexões de alta velocidade e latência < 100μs entre os hosts em um domínio de disponibilidade. Além disso, o tráfego entre os domínios de disponibilidade é criptografado. No caso das cargas de trabalho de HPC, a Oracle oferece rede RDMA de alta largura de banda e baixa latência de 1,5 microssegundos. • Sistemas de arquivo de fácil implementação: a Oracle oferece aos clientes de HPC uma variedade de sistemas de arquivos paralelos que eles podem escolher: escala IBM Spectrum, BeeGFS, Lustre e muitos outros. Os clientes podem implementar sistemas de arquivos de HPC na OCI com poucos cliques. • Contratos de nível de serviço de disponibilidade (SLAs) concedidos: a Oracle é o único fornecedor de nuvem que oferece SLAs de ponta a ponta em termos de disponibilidade, gerenciamento e desempenho. Para saber mais, consulte a documentação. • Desempenho de preços líder do setor que corresponde ou ultrapassa as implementações on-premises. Confira o blog post da minha colega Kristen Yang a respeito de Otimização de cargas de trabalho de HPC com a Oracle Cloud Infrastructure na Intel. • Preços globais consistentes: você pode gerenciar melhor seus gastos com tecnologia em nuvem com os preços globais consistentes da Oracle. • Implementação rápida de cargas de trabalho de HPC: a Oracle facilita a implementação e escala de cargas de trabalho de HPC na nuvem. Os clientes podem automatizar a implementação de clusters de HPC através do Oracle Cloud Marketplace. Para saber como, assista ao vídeo (em inglês). • Elaborada pensando na segurança: a OCI oferece uma arquitetura de segurança de confiança zero com controles de segurança fáceis de implementar. • Ecossistema de parceiros de HPC: um amplo ecossistema de parceiros de tecnologia de HPC que ajudam a fornecer soluções aprimoradas e personalizadas que atendem aos requisitos do cliente de HPC. Muitos de nossos clientes, como Nissan, YellowDog, DeepZen, GridMarkets e Altair, fizeram a transição para a nuvem normalmente e estão usufruindo dos benefícios e de um desempenho/preço superior. Para conferir mais histórias e saber mais sobre as soluções de HPC da Oracle, visite-nos em Soluções de computação de alto desempenho na Oracle Cloud Infrastructure. *Savita Raina é Diretora de Marketing de Conteúdo da Oracle Cloud

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Principais tendências para 2021: digitalização da força de trabalho da linha de frente

"Ter uma força de trabalho distribuída é um desafio, mas os avanços na tecnologia tornam mais fácil do que nunca manter-se conectado." Saiba mais no artigo de Jason Richmond, presidente e diretor de cultura da Ideal Outcomes, Inc. Por Jason Richmond * Oitenta por cento dos funcionários do mundo inteiro - cerca de 2,7 bilhões de pessoas - são “funcionários sem mesa” e lidam com trabalhos que não exigem (ou permitem) que eles fiquem sentados. Se esse número surpreender você, pense em todos os setores, incluindo varejo e comércio, saúde, hotelaria e serviços de alimentação, construção civil, manufatura, logística e serviços públicos. Apesar desses números, a indústria de tecnologia investiu muito pouco no fornecimento de soluções online acessíveis para melhorar a produtividade e o engajamento dessa força de trabalho. Na verdade, apenas 1% dos US $ 300 bilhões gastos anualmente em investimentos em software vai para tecnologias voltadas para esse público, de acordo com um relatório da Emergence Capital, uma empresa de private equity cujos investimentos incluem Salesforce, Box, Yammer e Zoom. Quando consideramos que 96% dos jovens que trabalham possuem um smartphone e que 22% dos jovens adultos dependem exclusivamente de smartphones para acesso à internet, é óbvio que as organizações não estão apenas perdendo uma oportunidade significativa de se recuperar do impacto econômico da COVID-19, mas também uma oportunidade de aumentar sua competitividade no mercado. Leia mais: Como o RH pode tornar o trabalho mais humano em 2021 Tornar-se digital na linha de frente não é novidade. A UPS, por exemplo, está na sua quinta geração de computadores portáteis, que vêm aumentando a eficiência de entrega desde 2012. Em 2021, tornar-se digital é mais vital do que nunca. Mais recentemente, de acordo com um artigo do New York Times, os funcionários da Old Navy usavam sete aplicativos diferentes em seus dispositivos móveis fornecidos pela loja para localizar, estocar, enviar e encomendar mercadorias para os clientes, o que ajudou a empresa a registrar um crescimento - e superar todas as suas cadeias irmãs - antes da pandemia, quando os empregos no setor de vestuário diminuíram 9% de 2013 a 2018. Como resultado, sua matriz, Gap, Inc., abriu uma subsidiária e planejou abrir 800 novas lojas e, apesar dos contratempos da COVID-19, a Old Navy continua atuante. A empresa reequipou rapidamente suas lojas físicas como centros de distribuição para atender pedidos on-line e ampliou o sistema de retirada na porta em apenas duas semanas. Simultaneamente, eles remodelaram suas lojas para eventual reabertura com protetores de espirro Plexiglass, novos protocolos de limpeza e sinalização para reforçar o distanciamento social e o uso de máscaras. O resultado: eles foram capazes de reter uma incrível quantia de 95% de suas vendas. Em uma pesquisa recente da Harvard Business Review, 86% dos entrevistados disseram que a força de trabalho da linha de frente precisava de uma melhor tecnologia para tomar decisões informadas imediatamente. Ser capaz de tomar tais decisões capacita os funcionários, e é um dos principais fatores que geram engajamento e produtividade. Claramente, a tecnologia sem mesa é essencial para todas as indústrias. Os principais ganhos são produtividade, segurança e conformidade e agilidade, o que se traduz em uma cultura mais centrada no cliente. Quando as empresas utilizam aplicativos móveis, elas podem se redirecionar rapidamente em caso de crise, independentemente de sua localização. Elas podem medir e aprimorar melhor a produtividade do funcionário e se comunicar de maneiras que melhorem a experiência e a satisfação do funcionário. Essa tecnologia também melhora a capacidade das empresas de recrutar, treinar e reter funcionários da linha de frente, funções que têm taxas de rotatividade significativas. Agora existem plataformas que podem fornecer, triar, contratar e integrar funcionários com maior eficiência. Ao encurtar as sessões de treinamento e distribuí-las através de plataformas móveis, os funcionários podem aprender no trabalho em menores partes, sem interromper seu fluxo de trabalho. Ter uma força de trabalho distribuída é um desafio, mas os avanços na tecnologia tornam mais fácil do que nunca manter-se conectado. Uma pesquisa da Speakap descobriu que no mundo inteiro, 53% dos funcionários de linha de frente no varejo, hotelaria e entretenimento já usam aplicativos de mensagens como o WhatsApp para trabalhar sem o conhecimento da área de Recursos Humanos. Tal uso pode estar colocando as organizações em risco relacionado a segurança de dados, mas também demonstra a necessidade de tais ferramentas. A mesma pesquisa mostrou que uma rede social em escala de empresa lhes permitiria acessar facilmente conteúdos interativos de treinamento e desenvolvimento.   Está na hora das empresas estrategicamente fazerem a mudança de cultura da comunicação tradicional no local de trabalho e do compartilhamento de informações para uma baseada digitalmente. Aqui estão alguns pontos de partida importantes para mover a sua organização nesta direção crítica. Procure maneiras de mudar suas práticas de contratação para enfatizar uma variedade de canais digitais. Adote uma abordagem proativa através da criação de comités de comunicações digitais que possam acompanhar as tendências tecnológicas e criar políticas tecnológicas. Alinhe iniciativas como engajamento dos funcionários com soluções tecnológicas. Investigue como integrar a tecnologia móvel em todas as suas operações. Fique à frente da curva pensando na próxima geração de empregos em sua organização e nas habilidades que eles exigirão. À medida que a geração baby boomers continua a sair da força de trabalho, as próximas gerações de funcionários serão um ativo crítico para o seu crescimento e sucesso contínuo. Eles estão prontos para a tecnologia dos funcionários e vão querer trabalhar para os empregadores que também estão prontos. Saiba mais sobre o Oracle Fusion Cloud HCM e seus recursos de gerenciamento da força de trabalho. * Jason Richmond é presidente/CEO e diretor de cultura da Ideal Outcomes, Inc., uma empresa que desenvolveu programas de aprendizagem remota para empresas de todos os tamanhos. Jason também é o autor de Culture Spark: 5 Steps to Ignite and Sustain Organizational Growth.

"Ter uma força de trabalho distribuída é um desafio, mas os avanços na tecnologia tornam mais fácil do que nunca manter-se conectado." Saiba mais no artigo de Jason Richmond, presidente e diretor de...

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O que procurar em uma solução de gerenciamento de riscos em nuvem

Conheça as capacidades funcionais e técnicas que devem ser levadas em conta no momento da escolha da solução e saiba porque o Oracle Fusion Cloud Risk Management é a melhor opção. Por Sriram Chandran * As soluções de gerenciamento integrado de riscos (IRM) estão se tornando cada vez mais importantes em organizações de todos os setores e tamanhos. As organizações precisam ser proativas, ágeis e ter uma abordagem coordenada com relação à segurança, ao risco e à conformidade para lidar com o rápido desenvolvimento de riscos no ambiente empresarial e na força de trabalho. Nesse contexto, o IRM oferece uma visão completa dos riscos dentro das organizações, para que elas possam integrar o gerenciamento de riscos aos processos e à cultura empresarial. Vamos conhecer as capacidades funcionais e técnicas do Oracle Fusion Cloud Risk Management que fazem com que seja a solução de IRM ideal para clientes do Oracle Fusion Cloud Applications. Capacidade funcional Uma solução de IRM deve aumentar a conscientização e a capacidade de lidar com os riscos em todas as unidades de negócios. Para isso, um requisito funcional mínimo é facilitar uma visão única e abrangente em toda a empresa, com a colaboração necessária para tomar decisões baseadas em risco, resposta eficiente e conformidade adequada. Além disso, é fundamental ter uma funcionalidade que forneça análises profundas compatíveis com a detecção de riscos em tempo real, prevenção de fraudes ou violações de segurança e tomada de decisões baseadas em riscos. Leia mais: Quatro grandes mudanças que você deve fazer agora para garantir o crescimento Controles de acesso, separação de tarefas (SOD), avaliações periódicas Ter acesso a dados em tempo real é crucial para uma análise completa do acesso do usuário, a separação de tarefas e outros controles. Esta análise profunda, seguida de monitoramento contínuo ou automatizado do acesso do usuário, avaliações periódicas ou certificação, pode ter um impacto significativo na capacidade da organização para se manter segura. Configuração e monitoramento de transações A solução de IRM visa aumentar a conscientização sobre os riscos dentro de uma organização. Assim, é importante esperar mais do que apenas o gerenciamento de controles de acesso. Em vez disso, vamos falar sobre a análise da atividade do usuário. Oferecer aos proprietários de processos empresariais a capacidade de identificar, deter ou responder rapidamente a violações ou atividades fraudulentas quando elas ocorrem e onde são originadas ajuda a aumentar a vigilância em todos os níveis. Uma solução de IRM com configuração e monitoramento de transações contínuos pode reduzir significativamente o esforço e o tempo necessários para identificar esses riscos. Muitas soluções fornecem apenas parte da funcionalidade necessária para uma solução de IRM consistente, oferecendo uma visão limitada dos dados sobre os riscos da empresa necessários para decisões baseadas em risco. Soluções como o Gerenciamento de riscos do Oracle Cloud para clientes de aplicativos da Oracle fornecem colaboração, acesso aos dados em tempo real e monitoramento contínuo como suporte ao IRM. Capacidade técnica Uma solução nativa e integrada, por definição, tem uma única fonte de dados, compartilha a mesma aparência e tem os mesmos controles de segurança. Os aplicativos nativos da Oracle foram criados com os padrões do Oracle Cloud e codificados na mesma linguagem de programação da solução de do Oracle Fusion Cloud ERP. Vejamos agora as capacidades técnicas importantes para avaliar se as vantagens de uma solução nativa ou incorporada são significativas. Dados em tempo real Os aplicativos nativos funcionam em tempo real, permitindo que a solução use dados em tempo real e opere com 100% de precisão. Isso significa que o acesso do usuário ou as atualizações para segurança de acesso em aplicativos de ERP aparecem imediatamente na solução de gerenciamento de riscos da Oracle. Graças à arquitetura consistente e à integração nativa, os usuários encontram poucos ou nenhum problema de integração ou sincronização de dados. Isso garante a comunicação adequada e sem conflito de registros. Segurança Vejamos um exemplo contextual. Como a solução de gerenciamento de riscos da Oracle está no Oracle Cloud ERP, os dados empresariais mais importantes permanecem dentro da solução e não são armazenados em servidores externos ou data centers potencialmente vulneráveis. Quanto menos locais hospedarem os dados, menor o risco e a vulnerabilidade relacionados a ameaças à segurança. Além disso, o Oracle Risk Management usa os mesmos padrões de segurança que o Oracle Cloud ERP. Assim como o ERP em nuvem da Oracle, o Oracle Risk Management possui controles granulares para cada privilégio funcional, por meio de uma arquitetura sofisticada baseada em funções. Simplicidade: Experiência e interface comuns do usuário Os aplicativos devem ser fáceis de usar, intuitivos e fornecer uma interface de usuário consistente. Um aplicativo nativo, como o Oracle Risk Management, oferece a mesma experiência de IU/UX que o Oracle Cloud ERP, essencial para os negócios. Como é um aplicativo nativo que usa um login de usuário semelhante, a adoção e o treinamento para usuários empresariais serão mais fáceis e rápidos. Custo reduzido: Fácil implantação e facilidade de gerenciamento A solução Oracle Fusion Cloud Risk Management é uma oferta de Software como um Serviço (SaaS), como a solução de ERP em nuvem da Oracle. Como é SaaS, não há necessidade de implementação, instalação de software ou configuração de integração. Como o Oracle Risk Management oferece controles pré-criados para acesso e gestão de transações, o tempo de implantação é consideravelmente menor do que o de outras soluções. Como o Oracle Risk Management não precisa de programação, tem integração flexível com o Oracle Analytics e inteligência de transação empresarial para gerar excelentes painéis e relatórios. Experiência e confiança Como este aplicativo nativo é projetado e criado pela Oracle, ele adere às práticas recomendadas e às políticas de segurança da Oracle. Portanto, a confiança depositada em um aplicativo essencial para os negócios, como o Oracle Cloud ERP, também pode ser encontrada no aplicativo de gerenciamento de riscos. Para concluir, se uma empresa usa os principais aplicativos da Oracle Cloud (como Oracle Fusion Cloud ERP, SCM e HCM), a boa notícia é que temos uma solução integrada e nativa de IRM. O Oracle Risk Management está integrado ao aplicativo de ERP, do pilar Oracle Cloud ERP, e é o aplicativo nativo de escolha da Oracle Cloud. Saiba mais sobre o Oracle Fusion Cloud Risk Management. * Sriram Chandran é gerente sênior de soluções de aplicativos empresariais na Protiviti.

Conheça as capacidades funcionais e técnicas que devem ser levadas em conta no momento da escolha da solução e saiba porque o Oracle Fusion Cloud Risk Management é a melhor opção. Por Sriram Chandran * A...

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Podcast: Alta disponibilidade ou redução de custo? Leve os dois para sua empresa

Segundo episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Leandro Vieira, Líder de Novos Negócios para PMEs na Oracle. Como ter custos menores e contar com um ambiente de alta disponibilidade em nuvem ao mesmo tempo? Esses foram alguns dos principais assuntos abordados no segundo episódio da minissérie de podcasts “Papo Oracle Cloud”, produzida em parceria pela Oracle com a plataforma de conteúdo Papo Cloud e composta por um total de quatro programas. -Saiba mais: Podcast: o que é open cloud e como ela habilita a inovação? Intitulado “Alta disponibilidade ou redução de custos? Leve os dois para o seu negócio”, o programa de número 2 da série “Papo Oracle Cloud” traz uma entrevista especial com Leandro Vieira, Líder de Novos Negócios para Pequenas e Médias Empresas na Oracle. “A computação em nuvem, para mim, traz muito essa visão de diminuir a barreira de entrada para pessoas e empresas de fato inovarem e tirarem aquelas ideias do papel que, de fato, podem ser as próximas ideias que, de fato, vão transformar o mundo”, afirma o executivo da Oracle na entrevista. Quer ouvir mais? Então clique no player abaixo para escutar a entrevista completa!

Segundo episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Leandro Vieira, Líder de Novos Negócios para PMEs na Oracle. Como ter custos menores e contar com um ambiente de...

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Anúncio do Oracle Database 21c e do APEX Application Development Service (IDC)

Comentário sobre os recentes lançamentos do Oracle Database 21c e APEX Service de Carl Olofson, Vice-presidente de Pesquisa, software de gestão de dados, IDC. Postagem do autor convidado Carl Olofson, Vice-presidente de Pesquisa, Software de Gestão de Dados, IDC* Em 13 de janeiro de 2021, a Oracle fez dois anúncios que servem para solidificar a posição da empresa como líder na área de gerenciamento de banco de dados em nuvem. Os anúncios, feitos pelo vice-presidente executivo Andy Mendelsohn, incluem o lançamento do Oracle Database 21c e do novo APEX Application Development Service baseado em nuvem. Oracle Database 21c O Oracle Database 21c apresenta vários aprimoramentos essenciais, incluindo tabelas de blockchain imutáveis (a imutabilidade é fundamental para garantir a validade dos dados contábeis para fins de segurança e conformidade regulatória), suporte nativo JSON, AutoML, JavaScript no banco de dados (JavaScript otimizado em tempo de execução sendo executado dentro do servidor do banco de dados para eliminar viagens de ida e volta da rede), suporte de memória persistente, suporte aprimorado ao modelo gráfico, automação da determinação do armazenamento de colunas in-memory e automação de fragmentação. Vejamos somente algumas dessas melhorias. Suporte nativo JSON. O Oracle Database agora conta com otimizações internas, incluindo otimizações de armazenamento, que permitem que o produto gerencie documentos JSON nativamente, assim como os DBMSs exclusivos de documentos, mas explorando todo o poder de aprimoramento de desempenho do Oracle Database. Isso é significativo porque antes era necessário escolher entre um gerenciamento JSON mais eficiente em um DBMS exclusivo ou a capacidade de integrar dados JSON com outros dados, como dados relacionais, na Oracle. Agora não é mais necessário que essa escolha seja feita, pois o Oracle Database apresenta tanto a eficiência JSON quanto o gerenciamento integrado de dados. AutoML. Configurar modelos de machine learning, executá-los, aprimorá-los e executar novamente as operações de ML costuma ser uma tarefa que requer conhecimentos específicos. O AutoML automatiza a maior parte desse esforço, permitindo que pessoas não especializadas configurem e executem machine learning no banco de dados. Nele, também estão incluídos algoritmos para detecção de anomalias, regressão e análise de aprendizado profundo, entre outros recursos. Suporte de Memória Persistente. O Oracle Exadata oferece otimização operacional de banco de dados usando a tecnologia Intel Optane Persistent Memory (PMEM) há mais de um ano no local e, mais recentemente, como parte da oferta do Exadata Cloud Service X8M. Hoje, o suporte de memória persistente está disponível para outras plataformas de computação com a tecnologia Intel PMEM, tanto na nuvem quanto no local.  Isso significa redução de latência de E/S, o que leva a um processamento de transações mais rápido (usando PMEM em vez de armazenamento flash para dados e refazer registros), acesso mais rápido aos dados usados com frequência, bem como tempos de reinicialização mais rápidos. Um benefício extra é a redução de custos decorrente da redução da dependência de DRAM. Automação de Fragmentação. Os bancos de dados Fragmentação tornaram-se um método comum de gerenciamento de dados distribuídos geograficamente de forma a permitir que os fragmentos (ou fragmentos de banco de dados) funcionem de forma independente, apresentando um melhor desempenho e mais robustez do que os servidores de banco de dados interdependentes operacionalmente. No entanto, configurar fragmentos de base de dados pode ser arriscado; se eles forem projetados de forma errada, você corre o risco de expor os usuários a inconsistências de dados ou problemas de desempenho. O Native Database Sharding otimiza as operações de fragmentos e inclui uma ferramenta Sharding Advisor que acaba com as suposições do design de banco de dados fragmentados. Para sua Plataforma de Gerenciamento de Dados BlueKai, por exemplo, os fragmentos do Oracle Database são implantados em vários domínios de disponibilidade na Oracle Cloud Infrastructure (OCI), suportam 1 milhão de transações por segundo, 30 bilhões de chamadas de API por dia e uma taxa de geração de “Refazer” de 180 terabytes por hora. Oracle APEX Application Development Service Há muito tempo a Oracle oferece aos usuários a capacidade de criar aplicativos para o Oracle Database sem grandes dificuldades através de uma ferramenta conhecida como APEX (originalmente, Application Express). O APEX incluiu um mecanismo para armazenamento de estruturas de metadados no banco de dados que pode ser utilizado como um aplicativo seguindo a forma e a função definidas pelo usuário. Como o aplicativo é executado pelo servidor de banco de dados, ele desfruta de um excelente desempenho de banco de dados. Agora, a Oracle oferece o APEX como um serviço de desenvolvimento de aplicativos nativo da nuvem executado no Oracle Database em OCI. O ambiente de desenvolvimento integrado inclui um banco de dados de 1 terabyte em execução em um único OCPU por 360 dólares por mês, e escalonável para até 128 OCPUs e 500 terabytes. Como ele é executado como um recurso padrão do Oracle Autonomous Database, não há cobrança por tempo de execução ao executar o aplicativo. A maior parte dos aplicativos pode ser desenvolvida usando o ambiente de desenvolvimento gráfico sem nenhum código, embora aplicativos mais exigentes possam demandar o uso de código aqui e ali. Essa oferta faz parte de um movimento no mundo do banco de dados conhecido como desenvolvimento low-code. Notavelmente, a maioria dos bancos de dados low-code é bastante simples e geralmente utilizada para tarefas operacionais simples ou para gerar relatórios. Por outro lado, o APEX é integrado a um poderoso DBMS de funções completas e usado hoje por dezenas de milhares de usuários em todo o mundo, incluindo os Aplicativos de Gestão de Saúde Pública da Oracle recentemente divulgados, projetados para ajudar as agências de saúde pública dos EUA e os provedores de serviços de saúde a coletar e analisar dados relacionados à COVID-19. O intuito do low-code é tirar das costas dos desenvolvedores profissionais e DBAs o fardo de ter que projetar e construir um banco de dados e codificar um aplicativo para cada exigência dos usuários que está fora do domínio dos aplicativos e bancos de dados de missão crítica. Usuários relativamente não técnicos podem fazer as duas coisas com o APEX, geralmente sem precisar do auxílio de qualquer pessoa especializada. Isso não só liberará os profissionais de TI desse tipo trabalho, mas também capacitará os usuários, permitindo-lhes fazer o trabalho por conta própria. Isso deverá atrair aqueles que buscam uma extensão de aplicativo personalizada, LoBs em busca de aplicativos locais para necessidades específicas e profissionais de dados que sabem como destrinchar dados, mas não necessariamente como desenvolver bancos de dados e aplicativos de código. Resumo A Oracle chegou a um nível em que a excelência técnica precisa caminhar com a abrangência de visão. Isso inclui melhor servir a empresa em geral e os usuários individualmente. Esses anúncios dão continuidade à expansão do banco de dados convergente da Oracle para estabelecer uma clara distinção das várias bases de dados especializadas oferecidas hoje no mercado, e representam toda uma realização de uma meta da Oracle: entregar o recurso de gerenciamento de dados mais abrangente disponível na nuvem. *Carl Olofson é responsável pelas pesquisas e análises da IDC desde 1997, gerencia o serviço de Software de Gerenciamento de Banco de Dados da empresa e oferece suporte ao serviço de Software de Integração de Dados. A pesquisa de Olofson envolve acompanhar as vendas e os desenvolvimentos técnicos nos mercados de gerenciamento de dados estruturados (SDM), incluindo sistemas de gerenciamento de banco de dados (DBMS), sistemas de gerenciamento de dados dinâmicos, software de desenvolvimento e gerenciamento de banco de dados e gerentes de grade de dados dinâmicos, incluindo os fornecedores de ferramentas e sistemas de software relacionados. Olofson também contribui para pesquisas de Big Data e fornece cobertura especializada do Hadoop e de outras tecnologias de Big Data. Ele aconselha clientes nas direções de mercado e tecnologia, além de fazer pesquisas primárias de oferta e procura para dimensionar, prever e segmentar o banco de dados e os mercados de software relacionados.

Comentário sobre os recentes lançamentos do Oracle Database 21c e APEX Service de Carl Olofson, Vice-presidente de Pesquisa, software de gestão de dados, IDC. Postagem do autor convidado Carl...

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Previsões de cibersegurança para 2021

Em muitos aspectos, existem paralelos interessantes que podem ser traçados entre as defesas da segurança cibernética e o que aprendemos com a pandemia. É preciso tomar as medidas adequadas de avaliação, detecção e prevenção. Por Vipin Samar* Vivemos agora em um novo mundo com muitos requisitos novos, incluindo máscaras com várias camadas, distanciamento social, filtragem de ar, teste de vírus e rastreamento de contatos. Essas táticas empregadas para combater um vírus invisível me lembram o mundo da segurança cibernética, em que os ataques cibernéticos também não podem ser vistos.  Podemos não saber quem nos atacou ou como fomos atacados. Podemos não saber qual conexão específica da rede foi violada ou qual servidor foi comprometido, talvez sem apresentar nenhum sintoma. Da mesma forma que a COVID-19, há muitas incógnitas quando se trata de segurança cibernética. Tanto o vírus quanto o hacker precisam encontrar apenas um ponto fraco, enquanto nós precisamos nos proteger contra todos os possíveis fatores de risco adversos e vetores de ameaça.  Sim, essa assimetria pode parecer injusta, mas esse é o mundo em que vivemos, e precisamos tomar as medidas adequadas para nos proteger e proteger nossos dados. -Leia também: 4 usos para aproveitar o Modo Gratuito da Oracle Cloud Vimos a pandemia desacelerar o mundo em 2020, mas não houve uma desaceleração correspondente nas violações. Na verdade, vimos os ataques continuarem implacáveis contra corporações e governos, enquanto os adversários se aproveitavam de funcionários e prestadores de serviços cada vez mais distraídos. Neste ambiente em constante mudança, aqui estão minhas duas principais previsões de segurança cibernética para 2021, emprestadas da minha palestra no mês passado no evento anual All India Oracle Users Group (AIOUG), intitulada "Polindo a bola de cristal – segurança de banco de dados para a próxima década." Ataques à cadeia de suprimentos de software No mês passado, tomamos conhecimento da violação sustentada supostamente perpetrada por um estado-nação à SolarWinds, empresa fornecedora de software de gerenciamento de infraestrutura de TI. O patch assinado digitalmente infectou aproximadamente 18.000 clientes da SolarWinds, incluindo várias agências federais dos Estados Unidos, empresas de segurança e fornecedores de software. O malware então aproveitou um convite aberto para pesquisar, alterar e extrair dados das redes. É interessante observar que a violação de 2017 na Equifax, uma importante agência norte-americana de relatórios de crédito, explorou o Apache STRUTS sem patch, enquanto o ataque à SolarWinds explorou o próprio processo de aplicação de patches. A cadeia de suprimentos de software de hoje é complexa e geograficamente distribuída. O comprometimento de qualquer uma dessas conexões pode levar a uma violação de dados, e, de certa forma, esse tipo de ataque não deveria ter sido uma surpresa. Com base no sucesso de uma violação no estilo da SolarWinds, prevejo que veremos pequenos grupos de hackers e até mesmo pequenas nações entrando no jogo. Sem uma Convenção de Genebra para a guerra cibernética, os atores patrocinados pelo Estado terão como alvo setores de infraestrutura crítica, como serviços públicos, telecomunicações e até mesmo sistemas de saúde. Quaisquer empresas que operam com software herdado e sem suporte podem ser consideradas alvos fáceis. Um impulso global por exigências de segurança Prevejo também que veremos governos de todo o mundo darem maior ênfase à proteção dos setores de infraestrutura crítica mencionados acima por meio de exigências de conformidade e diretrizes de segurança explícitas. Cada regulamento pode ser um pouco diferente na parte administrativa e de aplicação, mas essencialmente semelhante nas medidas de segurança de gerenciamento de configuração, aplicação de patches, criptografia, auditoria, anonimização e separação adequada de funções. A maioria das organizações tem algumas soluções de segurança implementadas, mas é um desafio preencher todas as lacunas sem ferramentas e pessoal adequados. Acredito que uma única solução de segurança em nuvem, robusta e abrangente, seja a maneira mais fácil para todas as organizações, pequenas e grandes, alcançarem a segurança adequada. Por exemplo, os bancos de dados Oracle, on-premises ou na nuvem, agora podem ser protegidos de forma rápida e fácil com o Oracle Data Safe. Os clientes podem ajudar imediatamente a reduzir os riscos associados a dados confidenciais, configurações e usuários privilegiados e aproveitar o mascaramento de dados e a auditoria de atividades, tudo isso sem a necessidade de implementações complexas, POCs ou recursos adicionais de sistema on-premises para gerenciar. Então, o que podemos fazer a curto prazo? Consulte nosso novo e-book Colocando a segurança e a proteção de dados em primeiro lugar (em inglês) para ter uma visão geral de alto nível sobre a estratégia de segurança cibernética da Oracle e saber como executamos essa estratégia em nossas ofertas de nuvem, banco de dados e SaaS. Seus bancos de dados contêm  seus itens mais valiosos, e é crucial protegê-los. Os clientes devem criptografar os dados para ajudar a impedir o acesso não autorizado a dados, auditar e monitorar todas as atividades críticas do banco de dados e aplicar privilégios mínimos e separação de funções com rigor. Avalie a possibilidade de acelerar seus projetos de migração para a nuvem em 2021 para aproveitar a segurança aprimorada da nuvem, seja com o Oracle Autonomous Database ou o Oracle Data Safe.   Em muitos aspectos, existem paralelos interessantes que podem ser traçados entre as defesas da segurança cibernética e o que aprendemos com a pandemia. É preciso tomar as medidas adequadas de avaliação, detecção e prevenção. Não existe uma solução mágica, mas cada passo na direção certa aumenta sua chance de se manter protegido, e também seus dados. Um brinde a um ótimo 2021, seguro e protegido. *Vipin Samar é Vice-Presidente Sênior de Desenvolvimento para Segurança de Bancos de Dados na Oracle

Em muitos aspectos, existem paralelos interessantes que podem ser traçados entre as defesas da segurança cibernética e o que aprendemos com a pandemia. É preciso tomar as medidas adequadas de...

Transformação na TI

Podcast: o que é open cloud e como ela habilita a inovação?

Primeiro episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Tennessee Howard, Diretor de Vendas para Mercado Enterprise da Oracle. O que significa open cloud e como ela pode habilitar a inovação nas empresas, e qual o papel dos ambientes on-premises no processo de modernização com a nuvem. Esses foram alguns dos assuntos abordados no primeiro episódio da minissérie de podcasts “Papo Oracle Cloud”, produzida em parceria pela Oracle com a plataforma de conteúdo Papo Cloud e composta por um total de quatro programas. Intitulado “Open Cloud: Assim Fala o Idioma da Inovação”, o episódio de estreia traz uma entrevista especial com Tennessee Howard, Diretor de Vendas para Mercado Enterprise da Oracle. Segundo o executivo da Oracle do Brasil, open cloud significa garantir que existam padrões abertos que suportem quaisquer decisões que o cliente venha a tomar, de forma que não existam travas. “Então open cloud nada mais é do que facilitar inovação, mas facilitar de forma aberta, sem deixar nenhum cliente refém de nenhuma tecnologia”, destaca. -Leia mais: 4 usos para aproveitar o Modo Gratuito da Oracle Cloud Na entrevista, Howard também aponta que o ambiente on-premises nunca vai deixar de existir, “exceção de empresas 100% digitais, startups que surgiram já na era da cloud total”. De acordo com o diretor da Oracle, “a modernização que precisa acontecer na nuvem tem que acontecer de madeira híbrida que não deixe de haver comunicação com o ambiente on-premises”. Quer ouvir mais? Então clique no player abaixo para escutar a entrevista completa!

Primeiro episódio da série Papo Oracle Cloud traz entrevista especial com Tennessee Howard, Diretor de Vendas para Mercado Enterprise da Oracle. O que significa open cloud e como ela pode habilitar a...

Histórias de Sucesso

Santander melhora jornada do cliente com Oracle Cloud CX

Ao implementar soluções da suíte de Customer Experience da Oracle, banco consolida dados de consumidores e personaliza atendimento digital. Um dos principais bancos em operação no mercado brasileiro, o Santander quase dispensa apresentações. A empresa espanhola se destaca pela visão ousada e poder de execução, que resultou em lucros de mais de R$ 30 bilhões nos resultados apresentados ao longo dos últimos cinco anos. Os bons números vêm em um momento em que o mercado financeiro passa por transformações, com grandes bancos como o Santander recebendo a concorrência de fintechs e startups especializadas em serviços específicos. Para encarar este cenário, Marcela Ulian, Superintendente Executiva de Negócios Digitais do Santander, aponta dois desafios: ganhar velocidade e eficiência na área de vendas digitais e aquisição – responsável por 50% das vendas do banco na atualidade. Leia mais: Duloren muda percepção da marca com o Oracle Commerce Cloud Para atender às demandas da área de Negócios Digitais, o Santander recorreu à suíte de soluções do Oracle Fusion Cloud Marketing, parte do Oracle Cloud CX. A decisão foi baseada em dois pilares: as funcionalidades entregues pelas soluções em nuvem, que atendem melhor às necessidades de negócio da empresa, e um parceiro, não apenas um fornecedor, na implementação das soluções. Os benefícios foram claros: eficiência, agilidade e melhora na jornada do cliente final. “Eficiência no custo, no investimento, um investimento melhor e o cliente melhor e mais feliz com o que está ganhando. E isso tudo nós conseguimos fazer de forma rápida, porque quanto mais rápido conseguirmos implementar, mais rápido vem o retorno”, conta Marcela.

Ao implementar soluções da suíte de Customer Experience da Oracle, banco consolida dados de consumidores e personaliza atendimento digital. Um dos principais bancos em operação no mercado brasileiro,...

Transformação na TI

Redefinindo os limites da flexibilidade e do controle na nuvem híbrida

Neste post, forneço uma atualização sobre nossa abordagem em nuvem híbrida, nossa dinâmica e destaco um produto recém-introduzido em nosso portfólio de nuvem híbrida. Por Clay Magouyrk* A nuvem híbrida e a computação de borda (edge computing) são casos de uso cada vez mais importantes para organizações globais. No entanto, o que o mercado ofereceu até agora forçou os clientes a fazerem concessões desnecessárias. Os requisitos do cliente para implementações especializadas, localização de dados, uso imediato de dados gerados localmente sem latência em nuvem e ambientes desconectados ou conectados intermitentemente impulsionaram a estratégia e o design de produto da Oracle. Neste post, forneço uma atualização sobre nossa abordagem em nuvem híbrida, nossa dinâmica e destaco um produto recém-introduzido em nosso portfólio de nuvem híbrida. As seguintes categorias de soluções de nuvem são exibidas em relação aos seus tamanhos de implementação e requisitos de conectividade. -Leia mais: 4 usos para aproveitar o Modo Gratuito da Oracle Cloud O que a Oracle fornece O tamanho de uma implementação afeta diretamente seus pontos fortes e limitações. É mais caro e complexo construir grandes data centers em hiperescala, portanto, menos data centers são construídos, mas eles podem facilmente fornecer e integrar uma vasta gama de serviços. Por outro lado, você pode implementar um único servidor ou cluster quase em qualquer lugar de forma barata, mas eles são naturalmente limitados a fornecer menos serviços. Com o tamanho de implementação, os requisitos de conexão afetam o escopo e as capacidades das soluções de nuvem híbrida. Elas podem ser autônomas sem requisitos externos ou presas às suas regiões de nuvem pública. A Oracle fez algumas escolhas diferentes com os nossos produtos de nuvem híbrida. Com nossa nuvem pública em hiperescala para organizações comerciais e governamentais, a Oracle possui dois produtos de nuvem híbrida que cobrem os cantos inferior direito e superior esquerdo do diagrama. Dedicated Region Cloud@Customer O Oracle Dedicated Region Cloud@Customer oferece o portfólio completo da Oracle de serviços de nuvem pública e aplicativos Oracle Fusion SaaS em um data center do cliente. Gerenciado pela Oracle, o Dedicated Region Cloud@Customer funciona de forma independente, com todos os dados, serviços e o plano de controle on-premises. As APIs continuam a funcionar, mesmo quando desconectadas da Oracle. Os custos do cliente são baseados exclusivamente no consumo. A Oracle Cloud Infrastructure (OCI) gerencia a capacidade assim como fazemos em nossas regiões de nuvem pública. Esta combinação de características ajuda os clientes a continuar executando seus aplicativos atuais, enquanto constroem aplicativos novos, potencialmente nativos de nuvem, lado a lado. O Nomura Research Institute (NRI), Ltd., a maior empresa de consultoria e provedor de soluções de TI no Japão e um dos primeiros clientes do Dedicated Region Cloud@Customer, completou agora sua implementação e está movendo os principais aplicativos financeiros para o ambiente. Eles querem modernizar seus aplicativos em paralelo. A Australian Data Centres, que hospeda a TI do governo australiano, escolheu o Dedicated Region a construir sua própria solução com tecnologias personalizadas ou baseadas em hipervisores. A economia e a amplitude dos serviços determinaram a decisão de escolher a OCI simples. Solução VMware Solução Oracle Cloud VMware é outro produto de nuvem híbrida que um cliente pode implementar dentro de sua nuvem pública ou Dedicated Region. Ela fornece um ambiente de nuvem nativo baseado em VMware gerenciado pelo cliente com acesso administrativo completo e controle completo sobre atualizações e operações usando ferramentas VMware familiares. A solução VMware apresenta um ambiente isolado dentro de uma região; a Oracle Cloud Infrastructure (OCI) não tem acesso aos dados ou ao ambiente. Está tudo incluído numa tarifa mensal fixa.   Com isso, os clientes podem confiar na Oracle para modernizar gradualmente sua infraestrutura física, mantendo um conjunto consistente de processos e ferramentas de gerenciamento e mantendo o controle sobre seu software VMware e cronogramas de atualização. A demanda pela solução Oracle Cloud VMware excedeu nossas previsões, com implementações em dezenas de países em todos os setores verticais. A migração de data centers inteiros e a expansão da capacidade de data centers existentes são os principais impulsionadores da migração de cargas de trabalho VMware para a nuvem, juntamente com a continuidade dos negócios, recuperação de desastres e infraestrutura de desktop virtual. A rede de camada 2 em escala de nuvem  da Oracle também permite que os clientes migrem muitos aplicativos existentes sem rearquitetá-los substancialmente. Ela também fornece uma base para compatibilidade incomparável e controle do cliente sobre suas implementações de VMware em nuvem. A Rumo Malha Norte S.A, líder brasileira em transporte e ferrovia, migrou vários aplicativos para a Solução Oracle Cloud VMware como parte de sua iniciativa de migrar para a nuvem a partir de seus data centers legados. Ela moveu aplicativos essenciais de negócios, incluindo aplicativos Oracle, SQL Server e outras cargas de trabalho virtualizadas, de seu ambiente VMware on-premises para a solução Oracle Cloud VMware. A Entel Perú, uma empresa latino-americana sediada no Chile, vem atendendo à crescente demanda por serviços móveis da migrando rapidamente cargas de trabalho baseadas em VMware para a Oracle Cloud Infrastructure. Essas cargas de trabalho incluem aplicativos críticos, como faturamento e gerenciamento de inventário, que já haviam sido executados on-premises. Em vez de levar anos para rearquitetar vários aplicativos e plataformas tecnológicas para que eles sejam executados nativamente na nuvem, a Entel migrou a maioria de seus ambientes VMware em questão de semanas, por parcialmente possuírem total controle do ambiente. Esse controle sobre software, versão e atualizações, semelhante ao ambiente on-premises, possibilita migrações rápidas e sem problemas e permite que eles atualizem em seu próprio cronograma. Exadata Cloud@Customer Oracle Exadata Cloud@Customer fornece recursos de alto desempenho do Exadata Cloud Service diretamente para um data center do cliente. O serviço ajuda a atender aos requisitos rigorosos de soberania e segurança de dados, retendo dados on-premises e fornecendo gerenciamento operacional com um serviço de nuvem gerenciado pela Oracle. Hardware, software e serviços são entregues a uma taxa mensal fixa. Essa simplicidade permite que os clientes se modernizem e reduzam o ônus da infraestrutura de banco de dados. Os clientes podem simplesmente conectar seus aplicativos ao Exadata sem rearquitetura. O Crédit Agricole CIB é o ramo do Corporate and Investment Banking do Crédit Agricole Group, um dos maiores bancos do mundo. Eles migraram para a Exadata Cloud@Customer para melhorar o desempenho do sistema de informações contábeis enquanto reduzem os custos operacionais. Com essas opções, a Oracle também introduziu recentemente um novo produto em nosso portfólio híbrido e de borda que atende às necessidades do canto inferior esquerdo pequeno e independente do diagrama: Oracle Roving Edge Infrastructure. Oracle Roving Edge Infrastructure Oracle Roving Edge Infrastructure Estende as capacidades fundamentais da OCI a um dispositivo robustecido. Este dispositivo permite que os aplicativos funcionem mesmo em locais sem conectividade de rede. Ele também fornece uma poderosa plataforma de computação local para casos de uso em que o volume de dados e a latência de rede tornam a movimentação de dados para a nuvem pública, processá-los lá e a tomada de medidas locais sobre os resultados muito lentos ou impossíveis. Os dispositivos Roving Edge Infrastructure estendem uma locação Oracle Cloud com serviços de nuvem essenciais compatíveis, incluindo computação, armazenamento de blocos e objetos, rede e identidade. Você pode criar e testar aplicativos usando as ferramentas e componentes que já usa e, em seguida, implantá-los em um dispositivo Roving Edge Device (RED). Bancos de dados de alto desempenho como o Oracle Database Enterprise Edition, ferramentas de análise e visualização como o Oracle Analytics Server e utilitários de gerenciamento de dados como o Oracle GoldenGate agora podem ser executados perfeitamente em ambientes de borda com o Roving Edge Infrastructure. Treinar um modelo de machine learning é muitas vezes intensivo em recursos, mas esses modelos agora podem ser construídos usando os recursos elásticos na nuvem pública, implantados em um Roving Edge Device (RED) no campo para uso local de baixa latência e, posteriormente, melhorados quando os dados locais capturados no Roving Edge Device (RED) são sincronizados de volta à Oracle Cloud Infrastructure Object Storage. O Oracle Roving Edge Infrastructure foi projetado para abordar o ciclo de vida completo de fluxos de trabalho complexos distribuídos de computação e dados intensivos entre o campo, os locais de borda, os data centers on-premises e a nuvem. Em comparação com outros dispositivos de borda robustecidos, o Roving Edge Device oferece desempenho superior e melhor valor com mais poder de processamento e armazenamento, é mais leve em peso e tem preços consistentes baseados em serviços. A infraestrutura Roving Edge pode acelerar a coleta, análise e tomada de decisão estratégica de dados, mesmo nos ambientes mais remotos. Aplicativos em muitos setores exigem processamento e análise de dados de baixa latência ou coleta e migração de dados de grandes conjuntos para a Oracle Cloud. •    O setor público, incluindo o governo, a resposta a desastres e a defesa, depende cada vez mais do processamento e análise de dados no campo, incluindo dados espaciais e fluxos de dados de câmeras, sensores e dispositivos de Internet das Coisas. •    As empresas de óleo e petróleo têm necessidades intensas de captura de imagens e dados 3D, análise e machine learning em locais remotos sem conectividade, onde os dados são frequentemente capturados no local, analisados   e depois enviados de volta para a nuvem para análise posterior. •    Os fornecedores de telecomunicações precisam de processamento de dados de baixa latência perto de estações base. •    Os provedores de serviços de saúde podem usar armazenamento e processamento no local para imagens e diagnósticos digitais antes de enviar dados para a nuvem. •    Hospitalidade, Agricultura, Transporte e Logística têm necessidades semelhantes. Os Roving Edge Devices também podem ser implantados em clusters maiores. O Roving Edge Infrastructure tem um preço de US $ 160 por dia por nó, sem custos iniciais. Nuvem híbrida da Oracle em comparação com outras ofertas A abordagem da Oracle à nuvem híbrida contrasta com a Amazon Web Services (AWS). A AWS só recentemente reconheceu a necessidade de abordar casos de uso de nuvem híbrida. Seu viés arquitetônico em direção a um número limitado de regiões de nuvem pública em hiperescala leva seus serviços de nuvem híbrida a permanecerem limitados em desempenho, número de serviços prestados e disponibilidade regional. Suas ofertas de nuvem híbrida permanecem ligadas às suas regiões de nuvem pública, com planos de controle e dados misturados entre a borda e o núcleo. Os preços permanecem complexos, com dependências regionais e Postos avançados da AWS exigindo que os clientes especifiquem a capacidade de hardware de rack fixo no momento do pedido. As ofertas da Oracle têm consistentemente maior desempenho, incluem mais serviços, operam de forma mais independente das regiões de nuvem pública, proporcionam melhor isolamento e têm modelos de preços baseados em OPEX mais simples. Próximas etapas Obrigado por me permitir compartilhar estes anúncios com vocês hoje. Para saber mais ou obter informações práticas, use os seguintes recursos: •    Comece a usar a Oracle Cloud Infrastructure hoje mesmo com o Modo Gratuito (Free Tier) da Oracle Cloud. *Clay Magouyrk é Vice-Presidente Executivo de Engenharia da Oracle Cloud Infrastructure

Neste post, forneço uma atualização sobre nossa abordagem em nuvem híbrida, nossa dinâmica e destaco um produto recém-introduzido em nosso portfólio de nuvem híbrida. Por Clay Magouyrk* A nuvem híbrida...

Transformação nos Negócios

Como o RH pode tornar o trabalho mais humano em 2021

Em 2021, os líderes de negócio e de RH precisarão priorizar a saúde e a segurança da força de trabalho, e continuar a adaptar a experiência dos funcionários para tornar o trabalho mais humano. Por Emily He * 2021 finalmente chegou! Acho que todos nós concordamos que o ano passado foi o mais longo e o mais rápido de todos os tempos. Uma coisa que todos nós lembraremos de 2020 é como o trabalho e a vida colidiram e convergiram de uma forma sem precedentes, tornando a linha entre o trabalho e as experiências humanas mais tênue do que nunca. Quando refletimos sobre tudo o que superamos – como dominamos o trabalho remoto, nos ajustamos a um estilo de vida com distanciamento social, lutamos contra o aumento dos níveis de estresse e ansiedade e fizemos malabarismos em várias funções, como gerente, colega, professor(a), pai ou mãe, cônjuge, tudo ao mesmo tempo – queremos muito saber o que nos espera neste ano. Em 2021, os profissionais de RH em todo o mundo continuarão a enfrentar desafios importantes à medida que se adaptam ainda mais às normas impulsionadas pela pandemia, enquanto — assim esperamos — também se preparam para lidar com um mundo de trabalho pós-pandemia. Os líderes empresariais e de RH precisarão priorizar a saúde e a segurança da força de trabalho e continuar a adaptar a experiência do funcionário, tudo com o objetivo de tornar o trabalho mais humano.   Leia mais: Abordando a saúde mental no local de trabalho Esse conceito de trabalho humanizado está no centro da nossa missão e é um componente crítico para estabelecer um ambiente de trabalho positivo, produtivo e satisfatório, e acreditamos que neste ano ele será mais importante do que nunca. A seguir, apresentamos as cinco principais tendências que acreditamos que direcionarão o futuro do trabalho em 2021: Saúde, bem-estar e segurança A pandemia global colocou em destaque a saúde física e mental de todas as pessoas, organizações e países do mundo. Pessoas de todos os lugares estão lutando contra o aumento dos níveis de estresse e ansiedade, tanto em casa como no trabalho, e, infelizmente, continuaremos a enfrentar esses desafios neste ano. Além disso, à medida que os locais de trabalho começarem a reabrir, a segurança física será uma prioridade para os líderes de RH, que precisarão implementar diretrizes de saúde e segurança mais rígidas para os escritórios, incluindo testes de saúde e verificações de bem-estar regulares, limpeza dos escritórios e novo treinamento de segurança. Ao mesmo tempo, muitos líderes de RH precisarão se ajustar a uma nova força de trabalho híbrida, em que muitas pessoas optarão por permanecer no trabalho remoto, algumas voltarão ao escritório em tempo integral e outras buscarão algum tipo de acordo intermediário. Essas prioridades de saúde e segurança resultarão em um maior foco nos tipos de benefício que as organizações oferecem. Os funcionários não estarão mais interessados nas vantagens do escritório que antes eram tão atraentes (por exemplo, mesas de pingue-pongue, cervejarias ao ar livre, almoços grátis, aulas de ioga no escritório, etc) e, em vez disso, procurarão recursos para melhorar seu bem-estar pessoal e familiar. Benefícios que promovam a capacidade física, forneçam suporte para a saúde mental, aliviem as sobrecargas do trabalho remoto e abordem as crescentes dificuldades de encontrar o equilíbrio entre vida profissional e pessoal terão maior impacto em 2021. Qualificação e requalificação profissional Em segundo lugar, a qualificação e a requalificação precisarão ser repensadas em uma escala muito mais ampla. Embora as habilidades sempre tenham sido importantes, o impacto da pandemia coloca em destaque essa prioridade. À medida que as empresas buscam maior eficiência com a implementação de tecnologias como IA e a nuvem, as funções de seus funcionários também precisam mudar. Essas soluções técnicas ajudam os humanos a serem mais produtivos, permitindo que se concentrem em tarefas de maior nível, mas também exigem um novo conjunto de habilidades. No ano passado, muitas indústrias foram totalmente afetadas, sendo que alguns dos setores que sofreram maior impacto foram os de hospitalidade, varejo e companhias aéreas. Mas, da perspectiva dos talentos, percebemos o potencial de aproveitar conjuntos de habilidades aplicáveis e relevantes em todos os setores para novas funções e responsabilidades. Por exemplo, quando a pandemia de COVID-19 obrigou a Scandinavian Airlines a demitir muitos dos seus tripulantes, a empresa fez parceria com uma fundação para reciclar esses funcionários para trabalharem em hospitais. Embora isso possa parecer um caminho não convencional, a tripulação das cabines de passageiros das companhias aéreas possui muitas habilidades necessárias para o trabalho médico, como o treinamento médico em casos de emergência a bordo e a capacidade de lidar com situações interpessoais difíceis (por exemplo, passageiros indisciplinados). Essa abordagem pode ser bem aplicada tanto dentro de uma organização quanto fora dela. À medida que as estratégias de negócios se transformam, os empregadores podem encontrar conjuntos de habilidades que fornecem suporte para novas prioridades diretamente na força de trabalho existente. No entanto, muitas vezes é difícil para os funcionários identificar e descrever com precisão habilidades específicas, e é nesse ponto que o RH pode ajudar. Ferramentas como a inteligência artificial adaptável, que desenvolve, infere e normaliza definições de habilidades e cargos, juntamente com assistentes digitais integrados a programas de aprendizagem, podem ajudar os funcionários a identificar, expandir e descrever suas habilidades alinhadas às necessidades em constante mudança da organização. Com essa clareza e oportunidade, os funcionários podem usar as plataformas de RH para se adequar rapidamente a novas oportunidades – internas e externas – e, em última análise, promover o avanço na carreira, particularmente em um momento em que isso pode parecer mais difícil do que nunca. Mobilização para D&I Nos últimos anos, as questões de diversidade e inclusão (D&I) passaram a ser um dos temas mais visíveis no nível executivo. Tanto que chegaram ao ponto em que basta de conversa: agora é hora de agir. A prioridade em torno da D&I precisa continuar sendo um foco principal, mas 2021 é o momento de passar do desafio para a mudança. Embora existam iniciativas de D&I, a maioria ainda é incipiente e separada dos negócios. Um estudo recente da PwC revelou que apenas 5% das organizações desenvolveram programas maduros de D&I que se conectam aos resultados de negócios. Muitas organizações começam nomeando diretores de diversidade e configurando dashboards para monitorar as métricas de D&I, demonstrando preocupação com inclusão e equidade. Essa é uma ótima forma de começar, mas esses programas parecem superficiais se não contam com o suporte de uma autoridade real para realizar a mudança. Programas de D&I que existem apenas para cumprir as leis contra discriminação ou tranquilizar funcionários insatisfeitos nunca vão alcançar nada. É hora de explorar o porquê que vai além das métricas e realmente começar a mobilizar esforços para D&I. As organizações precisam entender que a diversidade não é boa apenas para as pessoas, mas também para os negócios. De fato, um estudo recente da McKinsey apontou que as empresas com maior diversidade superaram em desempenho as empresas com pouca diversidade em 36%. Leia mais: Cinco vozes poderosas no mundo dos negócios fazem eco às preocupações dos líderes de RH com saúde mental Para colher os benefícios, as organizações precisam incorporar D&I em suas práticas de negócios. Isso começa com a medição da diversidade e continua com a medição do impacto, por meio de referências cruzadas com outros dados sobre a força de trabalho para revelar padrões de desigualdade. Usando essas métricas, as organizações podem oferecer melhor suporte para uma força de trabalho diversificada, fornecendo oportunidades de crescimento equitativas a todos os funcionários e promovendo um sentimento de pertencimento, de forma que todos possam dar o seu melhor no trabalho. Uma organização diversificada, inclusiva e equitativa não se resume à contratação; e com uma estratégia verdadeira ao longo de todo o ciclo de vida do funcionário, podemos começar a fazer mudanças mais significativas neste ano. Organizações ágeis Se 2020 nos ensinou alguma coisa, é estarmos preparados para o inesperado. Os negócios mudaram muito no ano passado, e, enquanto nos preparamos para 2021, temos que levar em conta as lições aprendidas e nos preparar para qualquer coisa. Em outras palavras, precisamos ser ágeis. Neste novo ano, todas as organizações estarão sob pressão para crescer e otimizar os lucros, se recuperando do ano ao qual acabamos de sobreviver e ainda tendo que lidar com os novos desafios pós-pandemia. Os líderes de RH precisam assumir um papel proativo para ajudar as organizações a lidar com essas mudanças, preparando suas forças de trabalho, estando prontos para qualquer novo obstáculo e sendo capazes de mudar para novos modelos de negócios de forma rápida e fácil. Os líderes de RH podem ajudar com o bloqueio de suas funções de gestão de talentos, incluindo planejamento, recrutamento, requalificação e remuneração da força de trabalho para orientar os funcionários em caso de mudanças inesperadas, como mudança para o trabalho remoto e adaptação às novas necessidades ou demandas de pessoal. Mas eles não conseguem fazer isso sozinhos. Eles precisam estar conectados e trabalhar em sincronia com os outros departamentos, incluindo finanças, cadeia de suprimentos e marketing. Todos os departamentos precisam estar em sintonia, trabalhando em uma plataforma unificada com compartilhamento de dados para que todos possam tomar decisões com base nas mesmas informações. Isso é o que torna uma organização verdadeiramente ágil. Novas experiências dos funcionários Conforme a vacina contra COVID-19 continuar sendo distribuída e começarmos a voltar ao "normal", veremos o surgimento de uma força de trabalho híbrida. Algumas organizações voltarão a operar como antes da pandemia, mas muitas perceberão um aumento de demanda por flexibilidade por parte dos funcionários, algo que eles vêm requerendo há anos. Está comprovado que o trabalho remoto funciona, não há como negar; e à medida que as organizações começarem a lidar com o inevitável "retorno", as coisas vão parecer bem diferentes. Gerenciar a força de trabalho rumo à normalidade será um exercício interessante de dualidade. Por um lado, os funcionários precisam de mais suporte e orientação do que nunca, enquanto as incertezas ainda pairam sobre seu futuro. As organizações precisarão ajudar suas forças de trabalho a lidar com os novos regulamentos de saúde e segurança e alterar seus benefícios para atender às necessidades dessa nova força de trabalho remota. Por outro lado, os funcionários precisam de mais flexibilidade e personalização na forma como podem acessar as informações de RH à medida que seus locais de trabalho e necessidades se tornam mais variados. Embora priorizar a personalização, a flexibilidade, o acesso sob demanda e as oportunidades de crescimento seja um bom começo para uma experiência positiva dos funcionários, não é um modelo que serve para todos. Cada país, setor, organização e equipe terá novas expectativas e demandas dos funcionários, e caberá ao RH reinventá-las. Ser mais HUMANO em 2021 Essas são as cinco tendências que acreditamos que surgirão em 2021. Esperamos poder trazer uma abordagem mais humana para o Ano Novo. * Emily He é vice-presidente sênior de Marketing para Human Capital Management na Oracle.

Em 2021, os líderes de negócio e de RH precisarão priorizar a saúde e a segurança da força de trabalho, e continuar a adaptar a experiência dos funcionários para tornar o trabalho mais humano. Por...

Histórias de Sucesso

Fundação Dom Cabral tem ganho de produtividade após adotar Oracle Cloud HCM e ERP

Instituição de ensino executivo otimizou processo que dependia de papel e adotou solução maior, mais robusta e integrada de gestão de pessoas. Antigo braço de pós-graduação da PUC Minas, a Fundação Dom Cabral é uma das principais instituições de educação executiva no Brasil. Fundada em Belo Horizonte em 1976, ela adota uma metodologia que se diferencia do treinamento clássico para executivos, com um programa de capacitação para que gestores de empresas sejam capazes de desenvolver, eles mesmos, soluções. Rodrigo Garcia Marques é funcionário da fundação há 15 anos. Atual gerente de tecnologia, Marques entrou para os quadros da instituição nos últimos meses da estabilização de um projeto de Enterprise Resource Planning (ERP), em maio de 2005. Desde então, o gerente presenciou o número de profissionais da fundação mais do que dobrar ao longo de quase duas décadas e acompanhou outras transições de sistemas, sendo a última para a solução de gestão em nuvem Oracle, que veio com o desafio de substituir um modelo de ERP on-premises ultracustomizado - cuja gestão era complexa, demandando muito tempo e trabalho de uma equipe de TI enxuta. Leia mais: Estapar acelera departamento financeiro com Oracle EPM Cloud Para guiar a tomada de decisão, a fundação adotou três pilares: tecnologia de ponta para soluções na nuvem; rastreabilidade e disponibilidade de informações; e eficiência e produtividade. Entre os diversos fornecedores analisados, o Oracle Fusion Cloud ERP foi a solução escolhida. Entre os benefícios da solução de gestão financeira na nuvem, está a automação de tarefas manuais, liberando funcionários para a realização de trabalhos de maior valor agregado.

Instituição de ensino executivo otimizou processo que dependia de papel e adotou solução maior, mais robusta e integrada de gestão de pessoas. Antigo braço de pós-graduação da PUC Minas, a Fundação...

Setor Público

Planejar é só o início: entenda os passos da governança orçamentária no Brasil

Governos seguem calendário determinado por leis para elaborar orçamentos; gestão de processos pode ser aprimorada com tecnologia. Por Pedro Nobre * De quatro em quatro anos, governos de todo Brasil realizam um planejamento estratégico que mira toda a duração de um mandato estadual ou federal.  Trata-se do plano plurianual de governo, elaborado pelos administradores públicos durante o primeiro ano de gestão do presidente e governadores para aplicação nos quatro anos seguintes -- inclusive o primeiro do próximo mandato. Por trás dos planos plurianuais que são realizados após as eleições para governador e presidente está a governança orçamentária, processo interno imprescindível para que projetos de governo saiam do papel. Seja na esfera pública ou privada, a elaboração de um orçamento é um procedimento cuja consolidação é trabalhosa. No caso de um governo, o processo começa com o plano plurianual, que é traduzido anualmente na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO). A partir dela, é elaborado o orçamento do ano seguinte, representado pela Lei Orçamentária Anual (LOA). Leia mais: Como a Oracle pode ajudar governos vencerem o desafio de arrecadar impostos Mesmo com o orçamento fechado, porém, a administração pública ainda tem grande carga de trabalho pela frente para garantir que os recursos públicos serão bem utilizados ao longo de um ano. Isso vai além da simples execução de tarefas, pois são necessários demonstrativos de gastos, análises de desempenho e, como 2020 mostrou, revisões orçamentárias para situações imprevistas. Estas podem variar desde trocas de secretários ou ministros até eventos traumáticos de calamidade pública, mas devem seguir as diretrizes da transparência pública e gestão de desembolsos caso surja a necessidade de contingenciar parte dos recursos públicos para uma finalidade diferente da prevista originalmente pelo orçamento. Como soluções tecnológicas otimizam a governança orçamentária? Toda a burocracia governamental pode engessar a capacidade de ação da administração pública na gestão do orçamento. Se restrito a planilhas editadas manualmente, o ciclo orçamentário tem grande demanda de horas de trabalho na manipulação de dados por funcionários que poderiam ter um papel mais estratégico. O processo pode ser otimizado com soluções tecnológicas, que podem ser aplicadas para realizar partes das tarefas mais laboriosas e solucionar desafios que os governos encaram no ciclo orçamentário, respeitando os pilares de governança, colaboração, agilidade e confiabilidade – assim como projeções e simulações de receitas, despesas e seus impactos. A Oracle possui uma solução completa, o Oracle Fusion Cloud Enterprise Performance Management (EPM), que atende ao ciclo de ponta a ponta, do planejamento, execução, gestão e acompanhamento, e feedback. Considerando que a administração pública tem receita limitada e que deve ser aproveitada do melhor modo possível, sistemas permitem que o ciclo orçamentário seja encurtado, modernizando o processo e trazendo transparência e visibilidade para os impactos das políticas públicas e tributárias. Empoderados com mais ferramentas automatizadas de análise de dados e com mais tempo para pensar em estratégia – em vez de olharem colunas para produzir análises de desempenho – administradores públicos podem elaborar planos de contingência para situações inesperadas. Em vez de uma atuação reativa, dificultada por processos burocráticos, governos ganham a capacidade de agir proativamente, se preparando para minimizar o impacto de cenários adversos, e até mesmo obtendo alguns benefícios diante de contextos inesperados. O aprimoramento da governança orçamentária é uma maneira de modernizar a administração pública, beneficiando funcionários, mas – principalmente – cidadãos. A população é quem mais tem a ganhar com um governo mais ágil, transparente e capaz de entregar políticas públicas. Acesse nosso site e saiba mais sobre as soluções da Oracle para governança orçamentária. * Pedro Nobre é representante de vendas para Setor Público na Oracle.

Governos seguem calendário determinado por leis para elaborar orçamentos; gestão de processos pode ser aprimorada com tecnologia. Por Pedro Nobre * De quatro em quatro anos, governos de todo Brasil...

Transformação nos Negócios

Transforme a sua cadeia de suprimentos em uma vantagem competitiva: insights de 6 líderes do setor

Líderes globais do setor de cadeia de suprimentos compartilham insights sobre como transformar a área em uma vantagem competitiva inclusive em cenários imprevistos. Por Jeff Stiles * O mundo dos negócios muda incrivelmente rápido e as empresas precisam conseguir se adaptar rapidamente às mudanças para atender às novas demandas e aproveitar as novas oportunidades. As cadeias de suprimentos que operam em sistemas conectados por cabos, compatíveis com os processos empresariais do passado (ou mesmo em ambientes de oferta e procura de 2019) estão em grande desvantagem. Atualizar os sistemas com intervalos de alguns anos não é suficiente para acompanhar. Mas as empresas que usam aplicativos do Oracle Fusion Cloud Supply Chain Management & Manufacturing (Oracle Cloud SCM) têm acesso a uma ampla variedade de novos recursos a cada trimestre. Nosso pacote integrado de aplicativos em nuvem conecta diretamente as funções da cadeia de suprimentos a outros sistemas importantes (como Oracle Cloud ERP, HCM, CX e vendas) para proporcionar maior compreensão, impulsionar a colaboração, simplificar e automatizar os processos empresariais de toda a organização. Durante a Conferência virtual sobre a solução de Oracle Cloud SCM ocorrida no último trimestre, a cadeia de suprimentos e os executivos de TI de empresas de todo o mundo descreveram por que migrar para aplicativos integrados de SCM na nuvem tem sido uma grande vantagem para suas organizações. Leia mais: 6 oportunidades de eliminar o desperdício em projetos da cadeia de suprimentos Veja alguns dos insights fornecidos. Bissell "A pandemia afetou a todos de forma diferente. Demorou de quatro a oito semanas para descobrirmos que tínhamos a sorte de estar em um setor muito valioso e essencial neste momento. Ao ficarem mais em casa, as famílias perceberam que suas casas ficam mais sujas ou que, pelo menos, agora isso está evidente. Nos últimos seis meses, essas famílias precisaram de mais produtos de limpeza. Então, passamos de um estado de preocupação com a manutenção das vendas para um estado de tentar descobrir rapidamente quantas unidades conseguiríamos vender a mais, e com que rapidez poderíamos fazer isso acontecer. “Nós tivemos dificuldades para ter negócios independentes em todo o mundo, que não conseguem se comunicar muito bem. Por conta do fuso horário, estávamos limitando muito nossas empresas internacionais e o que elas poderiam prever e planejar. Ao migrar para a nuvem, conseguimos reduzir um pouco esse problema de fuso horário e permitir análise e previsão mais globais." – Chris Jackman, gerente associado de previsão, Bissell   MTN “Tivemos um problema enorme nos Camarões. Devido aos períodos de liberação mais longos, os navios não faziam chamadas frequentes. Por isso, precisamos encontrar formas alternativas de transportar [produtos para lá]… Em Uganda, que não tem litoral, não é possível enviar tudo por avião… então precisamos [usar] o Porto de Mombasa e dirigir até Kampala. [Trabalhamos] com nossos parceiros de forma muito mais próxima e acho que a plataforma de análise é realmente o que nos ajuda neste momento, juntamente com o aplicativo de gerenciamento de comércio internacional”. “A resiliência da cadeia de suprimentos e o gerenciamento de ricos da cadeia de suprimentos se tornaram tão relevantes para os nossos executivos e CEOs que agora temos espaço no comitê executivo para dizer: ‘Olha, é isso que estamos vendo e isso é muito importante’”. – Arun Kumar, gerente geral da MTN   Alcar “A capacidade de fazer chamadas, transmitir e receber dados em tempo real é o principal fator de sucesso, e não é possível para [aplicativos] on-premise. Mas na nuvem é possível, e todas as informações são coletadas em tempo real, sem um processo de conversão complexo…” “Nós sobrevivemos e conquistamos o mercado porque somos [capazes] de reagir com um nível muito alto de flexibilidade quando as coisas estão mudando. Portanto, a capacidade de capturar, calcular e reagir em tempo real é o principal fator do sucesso de nossos negócios futuros.” – Stephan Mariani, gerente de TI da Alcar   Transworld “A IoT tem um papel fundamental, pois podemos dar visibilidade aos nossos clientes e à nossa equipe de operações, e eles conseguem rastrear nossos produtos nos serviços de transporte… Atualmente os clientes estão muito satisfeitos, porque estão recebendo atualizações. “Tecnologias como blockchain e IoT serão nosso futuro. Não temos apenas serviços de logística, oferecemos soluções tecnológicas que ajudam a melhorar seus negócios e reduzir custos. Essa é nossa oferta para os clientes e isso está mudando nossas vidas e a vida dos nossos clientes.” – Prabhakar Posam, diretor de informação do Transworld Group   Oracle “Se você quer fazer com que sua empresa seja flexível, precisa investir agora, não apenas para reagir a esta crise, mas a qualquer outra…” “Por conta da natureza integrada da solução de SCM do Oracle Cloud, facilitamos muito a ingestão de dados a partir de diferentes fontes, impulsionando processos empresariais funcionais de custos integrados. Um exemplo é o suporte a iniciativas de comércio eletrônico, combinando perfeitamente as capacidades de transporte, gestão de armazenamento e gerenciamento de pedidos. Estes fluxos integrados prontos para usar podem ser complementados com o suporte do Oracle Integration para que você possa conectar outros sistemas e aplicativos fora da Oracle. “A cadeia de suprimentos do Oracle Cloud não está fora do alcance. Já está aqui, pronta para que você comece sua jornada.” – Jon Chorley, diretor de sustentabilidade e vice-presidente de grupo da estratégia de produtos de SCM da Oracle “Conseguimos conectar previsão e execução sem realizar sincronização em lotes, resultando na eliminação de atrasos e desconexões. O resultado é velocidade. Agora podemos executar um ciclo completo, como a alteração de previsão na demanda, o planejamento de requisitos de materiais (MRP) e a entrega dos suprimentos pelos nossos parceiros de fornecimento em uma única semana. Na nossa arquitetura antiga, isso levava três semanas ou mais. E podemos fazer outras alterações em até 24 horas.” - Giovanni Schoordijk, diretor sênior da organização de compras do grupo da cadeia de suprimentos da Oracle.   Saiba mais sobre a solução de SCM da Oracle Cloud. * Jeff Stiles é vice-presidente de Marketing de Produtos para SCM na Oracle.

Líderes globais do setor de cadeia de suprimentos compartilham insights sobre como transformar a área em uma vantagem competitiva inclusive em cenários imprevistos. Por Jeff Stiles * O mundo dos...

Transformação nos Negócios

Como planejar finanças e operações de forma mais eficaz

Eliminar as diferenças entre planejamento financeiro e operacional é fundamental para a agilidade da cadeia de suprimentos. Saiba como os aplicativos em nuvem da Oracle podem ajudar. Por Tom McDonough e Wayne Heather * Ninguém esperava esta catástrofe. Havia previsões e planos, produtos sob demanda e compradores alinhados em vários setores. Mas de repente aconteceu e tudo mudou. Não estamos falando de COVID-19. Seis meses após o início da pandemia do Coronavírus, uma tempestade forte e com ventos a mais de 100 km por hora atingiram 10 milhões de acres de terras agrícolas no centro de Iowa, nos Estados Unidos, acabando com quase metade das safras de milho e soja do estado. E o problema não acontece só lá. O Reino Unido enfrentou a sua pior colheita de trigo em 40 anos, devido ao clima. Essas circunstâncias causaram grandes perdas aos agricultores, mas também estão afetando empresas que fazem e distribuem alimentos e ingredientes, alimentos para animais, materiais, óleos e combustíveis comerciais e industriais. Todos que contavam com essas colheitas precisaram repensar seus planos para 2020, por causa da pandemia e dos danos não previstos causados pelo clima. Leia mais: Quatro grandes mudanças que você deve fazer agora para garantir o crescimento Isto diz algo sobre as cadeias de suprimentos: todos os dias, elas correm o risco de interrupções que podem afetar planos de curto, médio e longo prazo. Às vezes os três ao mesmo tempo. Mas a interrupção também pode trazer oportunidades, exigindo que as cadeias de suprimentos se adaptem rapidamente ao aumento da demanda. Vimos isso acontecer em 2020: as empresas precisaram mudar seus modelos de negócios para atender à necessidade de equipamentos de proteção, como máscaras e higienizadores para as mãos. Isto mostra outro fato importante sobre as cadeias de suprimentos: a agilidade é fundamental para a integridade financeira, em momentos bons ou ruins. É fundamental compartilhar informações e realizar um planejamento conjunto Eliminar as diferenças entre o planejamento financeiro e operacional é fundamental para a agilidade da cadeia de suprimentos. Isso reduz o tempo de reação às mudanças, para que as empresas possam minimizar os riscos ou obter participação no mercado assim que possível. Um cliente da Oracle que fabrica produtos de limpeza doméstica usou o planejamento integrado para aumentar a agilidade e reagir rapidamente após o aumento drástico na demanda de pedidos feitos por pessoas em isolamento. Eles conseguiram colaborar rapidamente, criando os cenários possíveis para atender a nova demanda, proteger a integridade financeira e escolher o melhor caminho a seguir. Veja como funciona o planejamento integrado: As funções financeiras e operacionais são diferentes, cada uma com as suas próprias responsabilidades e métricas, mas planejar faz parte do trabalho de ambas. Ao usar aplicativos integrados em nuvem, como as soluções Oracle Fusion Cloud Enterprise Performance Management (EPM) e Oracle Fusion Cloud Supply Chain Management (SCM), as equipes podem trabalhar em conjunto, com uma visão completa da empresa, não apenas uma visão limitada à sua própria área.   Em termos táticos, os dois grupos podem planejar separadamente: as equipes financeiras usam a solução de EPM do Oracle Cloud e as equipes operacionais usam a solução de Planejamento da cadeia de suprimentos. Mas elas trabalham com um único conjunto de números, integrados em tempo real. Isto elimina as idas e vindas de diversas planilhas manuais durante o planejamento e também os erros e a confusão causados por diferentes versões contendo os principais números em aplicativos separados. Como resultado, as equipes de finanças e operações podem planejar de forma mais estratégica as necessidades empresariais de curto, médio e longo prazo, em vez de gastar tempo lidando com os conflitos causados pelo trabalho compartimentado. Outro benefício é ter planos mais eficazes, porque os aplicativos integrados podem compartilhar informações facilmente. Ter uma plataforma de planejamento integrada significa que as equipes podem planejar as necessidades da força de trabalho, as mudanças esperadas nas receitas ou as variações nos custos dos materiais, comparando os planos com o desempenho real, para mudar de direção rapidamente. Com o pacote integrado de aplicativos em nuvem da Oracle, esses números são atualizados e ficam disponíveis para qualquer pessoa autorizada a acessá-los. A automação de back-end ajuda a reagir de forma rápida e colaborativa As capacidades avançadas, como machine learning para previsão preditiva, blockchain e IoT para rastreamento e monitoramento, automação de processos e assistentes inteligentes são outra vantagem de usar aplicativos financeiros e de operações com uma infraestrutura de nuvem comum. Estas tecnologias simplesmente não funcionam em aplicativos separados e manuais. Com os aplicativos em nuvem da Oracle, é possível implantar estas tecnologias de forma ampla para detectar eventos inesperados "normais", como remessas perdidas. Com isso é possível acionar atualizações e respostas automatizadas em vários aplicativos (ERP, EPM e SCM) ao mesmo tempo. Veja um exemplo: um dos nossos clientes, a LiDestri Foods, uma empresa familiar de bens de consumo, utiliza verduras frescas em muitos dos seus produtos. A agricultura é uma área com riscos, portanto a equipe de operações mantém horizontes de previsão de três anos. Além de suas previsões de longo prazo, a LiDestri usa modelagem de cenários de curto prazo para superar possíveis problemas, como um evento inesperado restringindo suprimentos. A empresa pode promover o plano de cenário mais importante para os seus orçamentos financeiros, operacionais ou de cadeia de suprimentos.   Durante os eventos raros e inesperados de 2020, nossos clientes utilizaram estas capacidades para realizar o planejamento de cenário com mais frequência. Isso ajuda eles a se tornarem mais ágeis e a se adaptarem de forma eficaz, apesar de enfrentarem tantas incertezas sobre o futuro. Maior controle quando as circunstâncias mudam Muitos fatores fora do nosso controle podem afetar a oferta e a demanda, comprometendo diretamente o desempenho financeiro. O alinhamento das finanças e das operações através de um maior planejamento de cenário na nuvem e da utilização de tecnologias avançadas, como machine learning, está ficando mais fácil com intervalos de planejamento mais curtos e mais dados em tempo real. Agora que isso é possível, aumentou a agilidade das empresas que unem as áreas de finanças e operações com um conjunto compartilhado de dados e infraestrutura tecnológica. Seja em bons ou maus momentos, com perdas imprevistas ou oportunidades inesperadas, essas empresas têm mais controle sobre sua integridade financeira. Visite nosso site e prenda a traçar um caminho para o crescimento com o planejamento de cenário. * Tom McDonough é diretor sênior de Product Marketing para Oracle SCM e Wayne Heather é diretor executivo de Product Marketing para Oracle EPM.

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Transformação na TI

4 usos para aproveitar o Modo Gratuito da Oracle Cloud

Em artigos especiais, nossos especialistas explicam passo a passo tarefas como fazer backup em nuvem e criar site WordPress no Oracle Linux; confira a lista completa! Com uma variedade de recursos e serviços, a Oracle Cloud oferece benefícios como desempenho superior, escalabilidade, autonomia e alta disponibilidade. Por meio do Modo Gratuito (Free Tier), que é composto pelo Uso Livre (Always Free) e Avaliação Gratuita de 30 Dias (Free Trial), você pode experimentar diferentes soluções disponíveis na nuvem da Oracle para conhecer mais a fundo todas as possibilidades oferecidas pela plataforma. Pensando nisso, separamos abaixo quatro artigos escritos pelos nossos especialistas que trazem dicas e guias passo a passo para que você possa conhecer algumas das funcionalidades e dos diferenciais da Oracle Cloud. A lista inclui textos com dicas sobre qual a melhor configuração para rodar sua aplicação na nuvem, configurar um backup na nuvem usando o Oracle Recovery Manager (RMAN), como criar um site WordPress no Oracle Linux 7.8 e Ubuntu 20.4 e como criar uma instância no Oracle Integration. Clique nos links abaixo para ler os artigos especiais! - Oracle Cloud: novo Shape E3 oferece escalabilidade e flexibilidade customizáveis - Como criar um site WordPress no Oracle Linux 7.8 e no Ubuntu 20.4 com a Oracle Cloud - Como fazer backup em nuvem usando o Oracle RMAN - Saiba como criar uma instância no Oracle Integration

Em artigos especiais, nossos especialistas explicam passo a passo tarefas como fazer backup em nuvem e criar site WordPress no Oracle Linux; confira a lista completa! Com uma variedade de recursos e...

Transformação na TI

Saiba como criar uma instância no Oracle Integration

Focada em atender demanda crescente por integração entre sistemas, solução simplifica processo de conectar aplicações e automatizar processos end-to-end. Por Gabriel Marchelli* Um estudo conduzido pela Grand View Research em 2019 aponta que o mercado de integração entre sistemas deve alcançar a marca de 582 bilhões de dólares em 2025, com uma taxa de crescimento anual de 11,7%. Esse aumento se justifica pela expansão da utilização de soluções em nuvem, a alta na demanda por virtualização e o uso da automação. Não podemos esquecer também da importância de soluções de integração a nível de negócio, que tendem a buscar uma abordagem unificada em todos os seus processos. A Oracle oferece diferentes soluções focadas em atender essa demanda crescente por integração. Uma delas é o Oracle Integration Cloud, que torna mais simples o processo de conectar diferentes aplicações e automatizar processos end-to-end. -Leia mais: Saiba como fazer backup em nuvem usando o Oracle RMAN O Oracle Integration Cloud não se limita a integração entre aplicações, habilitando também o uso de soluções como Process Automation, que permite mapear e automatizar os processos da sua organização; o Visual Builder, voltado para a construção de aplicações; e o Integration Insights, que oferece sugestões sobre integrações, uma biblioteca com uma série de adaptadores e integrações pré-construídas e uma gama de outras funcionalidades. Até usuários com conhecimento técnico menos avançado conseguem utilizar a solução, uma vez que grande parte das configurações são baseadas em drag-and-drop (arrastar e soltar) sem utilização de códigos. E toda a experiência é aprimorada por inteligência artificial (IA) e machine learning (ML/aprendizado de máquina), que oferecem recomendações de melhores práticas e próximas etapas. Vale destacar ainda que, por se tratar de uma solução em nuvem, o ambiente é gerenciado pela Oracle. Dessa forma, não é preciso se preocupar com o provisionamento de hardware, instalações de software ou manutenção das atualizações do seu ambiente. Um ponto interessante sobre a qualidade da solução de integração da Oracle é sua constante presença nos relatórios do Gartner, a Oracle foi classificada como líder no quadrante no “Gartner’s 2019 Magic Quadrant for Data Integration Tools report” pelo 11º Ano consecutivo. Oracle Cloud - Modo Gratuito Clique neste link para acessar o Modo Gratuito da Oracle Cloud, que te permite experimentar os recursos e benefícios da nossa nuvem sem gastar nada. Como provisionar uma instância no Oracle Integration Cloud O provisionamento é simples. Depois de acessar o ambeinte Cloud, basta ir na aba de “Application Integration”: Após clicar em “Create Integration Instance”, você precisará fornecer algumas informações para o provisionamento, nesse link você encontrará todos os detalhes sobre a melhor forma de fornecer essas informações (https://docs.oracle.com/en/cloud/paas/integration-cloud/oracle-integration-oci/provisioning-and-administering-oracle-integration-and-oracle-integration-saas-generation-2.pdf), principalmente sobre qual versão atenderá melhor as suas necessidades. Segue imagem da tela: Depois disso, basta clicar em “Create”. Após alguns minutos sua instância do Oracle Integrator estará disponível para uso: Você pode encontrar uma série de tutoriais sobre como começar a realizar suas integrações e automatizar seus processos nos links abaixo: Guia de Provisionamento (em inglês): https://docs.oracle.com/en/cloud/paas/integration-cloud/oracle-integration-oci/provisioning-and-administering-oracle-integration-and-oracle-integration-saas-generation-2.pdf Documentação do Produto (em inglês): https://docs.oracle.com/en/cloud/paas/integration-cloud/index.html Página do Produto: https://www.oracle.com/br/integration/application-integration/ *Gabriel Marchelli é Cloud Solution Specialist da Oracle

Focada em atender demanda crescente por integração entre sistemas, solução simplifica processo de conectar aplicações e automatizar processos end-to-end. Por Gabriel Marchelli* Um estudo conduzido pela...

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Saiba como fazer backup em nuvem usando o Oracle RMAN

Em artigo, especialista fornece passo a passo para criação de ambiente usando o Modo Gratuito da Oracle Cloud. Por Felipe Martinelli* Resolvi fazer esse artigo depois de trabalhar em projetos em que havia a necessidade de apontar o backup da base Oracle para a nuvem, resolvendo a questão do repositório de armazenamento e tirando de "dentro de casa". Nesses casos, um dos maiores desafios para o usuário do banco de dados era não ter uma pessoa com conhecimento suficiente, precisando contratar um terceiro para a configuração. Exatamente por não ser um DBA (Administrador de Banco de Dados), pensei que seria interessante mostrar em um artigo que o apontamento do RMAN (Oracle Recovery Manager) para a nuvem da Oracle não é nenhum bicho de sete cabeças. -Leia mais: Como criar um site WordPress no Oracle Linux 7.8 e no Ubuntu 20.4 com a Oracle Cloud Confira abaixo os principais passos para fazer um backup em nuvem usando o Oracle Database RMAN! 1-Criação de conta na Oracle Cloud: Para quem ainda não tem uma conta na Oracle Cloud Infrastructure (OCI), este é o link para a criação de um ambiente de teste por meio do Modo Gratuito (Free Tier). A Avaliação Gratuita oferece 300 dólares em créditos para utilização dos recursos na OCI dentro do período de 30 dias. Acredito que este crédito seja mais do que suficiente para a maioria dos casos na utilização do primeiro mês, pois hoje o valor do armazenamento em Object Storage na Oracle está entre R$ 0,10 ~ R$ 0,11 o GB. Após o término do período de testes, você poderá converter a sua conta para um ambiente produtivo e manter o seu backup armazenado na nuvem. 2-Criação do Object Storage Após o primeiro acesso na nova conta com o ambiente provisionado, vamos fazer a criação do Bucket no serviço de Object Storage. Ele será o nosso repositório de armazenamento para o RMAN. Menu > Object Storage > Object Storage > Create Bucket Bucket Name: Nome para o repositório. Storage Tier: Manter como Standard. Encryption: Iremos utilizar as chaves gerenciadas pela Oracle. 3-Informações para Instalação do Módulo de Backup Antes de iniciarmos a instalação do módulo de backup no servidor com o banco Oracle, vamos primeiro levantar algumas informações na console do ambiente na OCI. Elas serão adicionadas nos argumentos de instalação. Estou dividindo este tópico em 4 passos para facilitar a busca. A-Tenancy OCID: No canto superior direito, vamos no botão de profile - Profile > Tenancy: Nesta tela iremos salvar/separar o OCID do nosso Tenancy: B-User OCID: No canto superior direito, vamos no botão de profile - Profile > User: Nesta tela iremos salvar/separar o OCID do nosso User: C-Compartment OCID: No canto superior esquerdo, vamos no seguinte caminho - Menu > Identity > Compartments: Vamos selecionar o compartimento que está o nosso Object Storage e copiar o OCID: D-API Key Neste ponto vamos precisar criar uma chave PEM para adicionarmos nos argumentos da instalação. Vamos novamente para as informações do usuário, como fizemos no passo “B”. No canto inferior esquerdo da tela temos as opções de 'Resources'. Lá iremos para o link 'API Key' e na sequência em 'Add Public Key'. Neste campo, iremos adicionar as informações da nossa chave PEM pública. Após adicionar a chave, vamos salvar/separar as informações geradas do fingerprint: 4-Instalação do Módulo de Backup Agora vamos fazer o download do arquivo de instalação no seguinte link: O arquivo .zip baixado possui dois instaladores. opc_installer.zip > opc_installer > oci_installer > oci_install.jar Utilizar o oci_install.jar no servidor do banco Oracle. Neste exemplo ele estará no diretório /home/opc/ Vamos mudar as permissões do instalador oci_install.jar que baixamos. # chmod 750 oci_install.jar Pontos importantes: Confirmar que o servidor possui o JDK 1.7 ou superior instalado. # yum install java Para este teste vamos criar os diretórios lib e wallet no seguinte caminho: /home/opc/. Mas antes vamos permitir que o usuário oracle possa fazer a criação no diretório. # sudo chown -R oracle /home/opc # sudo su - oracle # mkdir lib wallet ---- Com todas as informações levantadas, diretórios criados e módulo de instalação no servidor do banco, vamos para a sintaxe de instalação: SINTAXE: java -jar /home/opc/oci_install.jar \ -host https://objectstorage.sa-saopaulo-1.oraclecloud.com \ -pvtKeyFile <Caminho para a chave PEM Privada do passo 3-d> \ -pubFingerPrint <Fingerprint gerado no passo 3-d com a chave PEM Pública> \ -tOCID <OCI que pegamos no passo 3-a> \ -uOCID <OCI que pegamos no passo 3-b> \ -cOCID <OCI que pegamos no passo 3-c> \ -walletDir <Caminho do diretório wallet que criamos> \ -libDir <Caminho do diretório lib que criamos> \ -configFile <Caminho do arquivo .ora> \ -bucket <Nome do bucket criado no passo 2> EXEMPLO: java -jar /home/opc/oci_install.jar \ -host https://objectstorage.sa-saopaulo-1.oraclecloud.com\ -pvtKeyFile /home/opc/oci_api_key.pem \ -pubFingerPrint 7b:32:88:80:ed:a9:ca:f9:6d:e6:15:0a:3b:9f:35:67 \ -tOCID ocid1.tenancy.oc1..aaaaaaaanucaivyvfs6nxjkh62jv2jcqd2zilaccimnrihhrxxvlyrer6zza \ -uOCID ocid1.user.oc1..aaaaaaaahq3zpp4wnwjy3c5dfwbgxp4cw5rskrkjoacwgfdsljvycjakxqwa \ -cOCID ocid1.compartment.oc1..aaaaaaaaqm3vu3uwxv6pf3o4t6sioq6wnaujxopllet4dbfrc3jjio5sekiq \ -walletDir /home/opc/wallet \ -libDir /home/opc/lib \ -configFile /u01/app/oracle/product/12.2.0.1/dbhome_1/dbs/spfileg5396.ora \ -bucket dboraclerman ---- Pronto! Estamos com o módulo de backup instalado. Agora nos próximos tópicos vamos fazer a configuração do RMAN. 5-Configuração RMAN   A-Configurar o canal do RMAN: RMAN> CONFIGURE CHANNEL DEVICE TYPE sbt PARMS='SBT_LIBRARY=/home/opc/lib/libopc.so, ENV=(OPC_PFILE=/u01/app/oracle/product/12.2.0.1/dbhome_1/dbs/spfileg5396.ora)'; B-Configurar o tipo de compressão para o RMAN: RMAN> CONFIGURE COMPRESSION ALGORITHM 'MEDIUM'; C-Configurar a compressão para o backup set e para o dispositivo: RMAN> CONFIGURE DEVICE TYPE sbt BACKUP TYPE TO COMPRESSED BACKUPSET; D-Habilitar a criptografia: RMAN> SET ENCRYPTION ON; ---- 6-Geração de Backup Vamos fazer o primeiro teste levando os arquivos do ControlFile: RMAN> BACKUP DEVICE TYPE sbt CURRENT CONTROLFILE; Agora vamos levar o backup completo da base: RMAN> BACKUP DEVICE TYPE sbt DATABASE; --------------------------- Aos meus colegas DBAs, peço desculpas pelas licenças poéticas utilizadas no artigo. Aparecendo novas sugestões de melhorias vamos trocando algumas ideias. O próximo assunto será o restore! Após o término do período de testes da Oracle Cloud, você pode converter a sua conta para um ambiente produtivo e manter o seu backup armazenado na nuvem. *Felipe Martinelli é Cloud Solution Specialist da Oracle

Em artigo, especialista fornece passo a passo para criação de ambiente usando o Modo Gratuito da Oracle Cloud. Por Felipe Martinelli* Resolvi fazer esse artigo depois de trabalhar em projetos em...

Comunidades

Espécies em extinção, mudanças climáticas, COVID-19 — de quais outras evidências um ecologista precisa para que seu ponto de vista seja entendido?

Dr. Enric Sala, do projeto Pristine Seas da National Geographic, corre contra o relógio tentando proteger os oceanos e o planeta. Por Mark Jackley* Enric Sala vem lançando sinais de alerta sobre a saúde dos oceanos há anos. Hoje em dia, com as águas mais quentes e a pesca predatória mais disseminada do que nunca, o ecologista busca atrair ainda mais atenção para sua missão de vida, alertando sobre o futuro do planeta, não apenas a vulnerabilidade da vida em alto-mar. Dr. Sala, ecologista marinho e explorador residente da National Geographic, é o fundador do Pristine Seas, um projeto que ele lançou em 2008 para explorar e proteger os últimos locais selvagens do oceano. Desde 2009, ano em que a Oracle começou a apoiar o Pristine Seas como grande doador, houve um progresso real. Mas não o suficiente, diz ele. “A ciência vem nos dizendo que precisamos de 30% dos oceanos protegidos até 2030 para evitar uma extinção em massa de espécies e o colapso do nosso sistema de suporte à vida", diz Sala, que observa que os oceanos fornecem mais da metade do oxigênio do mundo e são a principal fonte de proteína animal para mais de um bilhão de pessoas. Sala se apaixonou pelo mar durante a infância na costa no Mediterrâneo, na Espanha. Antes de ingressar na National Geographic, ele desenvolveu sua paixão pela conservação marinha ao obter doutorado pela Universidade de Aix-Marseille, na França, e mais tarde como professor da Scripps Institution of Oceanography. Em seu papel como doutrinador ecológico, ele faz conferências TED, dá entrevistas para os principais meios de comunicação e se reúne com líderes do governo em todo o mundo. -Leia mais: Sustentabilidade em 2025: Oracle renova seu compromisso com as metas ambientais Uma missão para proteger lugares selvagens Quando o Pristine Seas iniciou sua missão de criar reservas marinhas livres de pesca comercial, apenas 1% dos oceanos estava protegido. Atualmente são 7%, embora apenas 2,5% estejam totalmente protegidos contra atividades prejudiciais. O projeto ajudou a criar 22 reservas marinhas que cobrem quase 6 milhões de quilômetros quadrados. “Vencemos batalhas significativas, mas estamos perdendo a guerra", afirma Sala. Cerca de 82% das populações de peixes são removidas da água mais rápido do que sua capacidade de se reproduzir em nível de reposição. Oceanos mais quentes e ácidos estão matando corais e outras espécies. E há também todo o lixo plástico que sufoca golfinhos e outros animais. Algumas espécies desapareceram para sempre. Por exemplo, a foca-monge que antes era encontrada no Mar do Caribe. A população mundial de peixes grandes — como tubarão, atum e bacalhau — caiu 90% no último século. Noventa e nove por cento dos tubarões do Mediterrâneo desapareceram com a pesca. Os oceanos fornecem mais da metade do oxigênio do mundo e são a principal fonte de proteína animal para mais de um bilhão de pessoas. Embora tardiamente, Sala acredita que ainda há uma chance de lutar para trazer de volta as espécies ameaçadas. Ele observa que a vida marinha pode retornar quase ao estado original primitivo, mais rápido do que se pode imaginar. Depois que as águas de Cabo Pulmo se tornaram uma reserva marinha, a biomassa de peixes aumentou 460% em 10 anos. Cabo Pulmo, na Península da Baixa Califórnia, no México, reformulou sua economia para servir de suporte ao mergulho e ao turismo — uma evidência de que a vida e os meios de subsistência não se excluem. Sala gosta de brincar com isso: "Quando você não mata os peixes, eles demoram mais para morrer. Eles se reproduzem por longos períodos de tempo. Produzem muito mais ovos e ajudam a reabastecer o oceano ao seu redor.” Um caso econômico e moral Enquanto luta pela saúde dos oceanos em outras partes do mundo, Sala apresenta um caso econômico detalhado. Usando tecnologia de satélite, o Pristine Seas rastreou milhares de barcos de pesca comercial de mais de 20 países para calcular a lucratividade da pesca comercial. Quando os subsídios do governo são computados, no valor de 35 bilhões de dólares ao ano em todo o mundo, metade da indústria de pesca em alto-mar parece não ser lucrativa, embora Sala admita que a política e a simples resistência à mudança geralmente vencem. O custo de proteger um terço do planeta — terra e mar — seria de 140 bilhões de dólares ao ano, o que pode parecer muito, mas Sala observa que esse valor é menor do que o mundo gasta em videogames. Em seu novo livro The Nature of Nature: Why We Need the Wild (A Natureza da Natureza: Por que Precisamos da Natureza Selvagem, em tradução livre), Sala estende seu doutrinamento ecológico aos ambientes terrestres, incluindo ecosferas humanas como a cidade de Nova York. “Tudo está conectado”, diz ele. “Os princípios que norteiam esses ecossistemas são os mesmos, tanto em terra como no oceano. Existem espécies que são fundamentais, a cola que une os ecossistemas, como a pedra angular em um arco. Se você remove a pedra angular, todo o arco desmorona.” Quando o livro estava prestes a ser impresso, ele pediu à editora, a National Geographic Books, que adiasse a impressão para que ele pudesse adicionar um capítulo: A Natureza do Coronavírus. O que a COVID tem a ver com isso? Antes da pandemia, afirma Sala, muitas pessoas pensavam que as mudanças climáticas aconteceriam em algum momento no futuro, e com outras pessoas, não com elas. “Quando ouviam falar da perda da biodiversidade, da perda da natureza, diziam: ‘Bem, isso é algo que afeta pessoas na Amazônia, no Brasil. Não a mim.’ E uma doença que vem de animais é algo como o Ebola, algo que acontece em Camarões e no Congo. Não aqui." Compromisso da Oracle com o meio ambiente Além de fornecer recursos financeiros ao Pristine Seas, a Oracle apoia outros grupos importantes de conservação marinha. Por exemplo,  The Marine Mammal Center em Sausalito, Califórnia, que treina veterinários e pesquisadores marinhos que tratam e estudam focas, leões-marinhos, baleias e outros animais. A Oracle também ajuda a financiar o Marine Science Institute em San Mateo, Califórnia, que oferece a alunos do ensino fundamental e médio aulas práticas sobre ecologia marinha. Tudo isso faz parte do compromisso da Oracle de ajudar a proteger o meio ambiente, um esforço global que inclui suporte a organizações como Dian Fossey Gorilla Fund International, The Nature Conservancy e Conservation India, entre muitas outras. “Sentimos uma responsabilidade para com o planeta e as gerações futuras", diz Colleen Cassity, diretora executiva da Oracle Education Foundation e da Oracle Corporate Citizenship. “Queremos fazer nossa parte para garantir que o planeta não apenas sobreviva, mas prospere.” Então a pandemia do coronavírus se espalhou pelo planeta. Conectando os pontos ecológicos, Sala aponta para o comércio internacional de animais selvagens e como não só a COVID-19, mas também o SARS, o Ebola e o HIV foram associados por cientistas ao tráfico ilegal de animais selvagens e à destruição de habitats naturais. Escamas de pangolins, por exemplo, são usadas na medicina tradicional. Como os pangolins são suscetíveis aos coronavírus, os cientistas estão estudando seu papel na disseminação da COVID-19. Se há interferência em uma parte da natureza em um lugar do mundo, observa ele, as terríveis consequências serão globais. “A COVID-19 é o alerta mais forte que tivemos na história recente sobre como não só estamos interconectados, mas também somos interdependentes de todas as outras criaturas do nosso planeta”, diz ele. Mais uma vez, Sala usa a economia para fortalecer seu argumento, observando que o Fundo Monetário Internacional estima o impacto econômico da COVID-19 em 9 trilhões de dólares nos próximos dois anos. Em comparação, afirma ele, o valor do comércio ilegal de animais selvagens é de 29 bilhões de dólares por ano. Sala observa que a pesca comercial continua esgotando locais selvagens — por exemplo, as águas ao redor das Ilhas Galápagos — e que os madeireiros ainda estão incendiando para desmatar a selva amazônica. Em uma nota positiva, a Comissão Europeia propôs proteger 30% das terras e mares da Europa até 2030 e tornar o continente neutro em carbono até 2050. Melhores formas de valorizar a natureza No prefácio do livro The Nature of Nature, o príncipe Charles escreve que humildade é a chave para mudar o rumo das coisas. As pessoas, acredita ele, devem “restaurar o senso do sagrado” e parar de ver a Terra de uma forma puramente utilitária. Sala coloca desta forma: ver o planeta como um ativo econômico “é como valorizar um chip de computador pelo silício, cobre ou qualquer que seja o elemento contido nele” — ignorando os maiores benefícios que ele produz. Sala relata sua experiência em levar chefes de Estado aos locais marinhos selvagens de seus próprios países, que muitos nunca tinham visto antes. “Eles se transformam em crianças e se apaixonam por esses lugares”, diz ele. “Você consegue ver nos olhos deles aquela sensação de admiração e deslumbramento que as crianças têm quando estão em contato com a natureza.” Sala acrescenta que é importante fazer com que os tomadores de decisão entendam os riscos de forma emocional: “de uma perspectiva espiritual, que esses lugares são únicos, insubstituíveis, que são tesouros e precisam ser protegidos — e que eles podem fazer algo sobre isso.” Depois de levar o presidente do Gabão para uma expedição marinha e deixá-lo operar um robô subaquático, o governante criou “a melhor rede de áreas marinhas protegidas de toda a África”, diz ele. Sala incentiva as pessoas a tentarem se lembrar de uma premissa universal: “Não podemos recriar o que a natureza nos dá de graça. A vida na Terra é um milagre. É extraordinária.” *Mark Jackley é um brand copywriter na Oracle

Dr. Enric Sala, do projeto Pristine Seas da National Geographic, corre contra o relógio tentando proteger os oceanos e o planeta. Por Mark Jackley* Enric Sala vem lançando sinais de alerta sobre a saúde...

Inovação

À medida que os supercomputadores se aproximam de um marco, os serviços em nuvem correm para alcançá-los

Graças à computação de alto desempenho em nuvens públicas, as empresas conseguem acessar níveis de potência computacional que antes limitavam-se aos supercomputadores. Por Aaron Ricadela* No Laboratório Nacional de Oak Ridge do Departamento de Energia no Tennessee, nos Estados Unidos, os cientistas da empresa BERG de biotecnologia de Massachusetts estão usando o supercomputador Summit do laboratório, o segundo mais rápido do mundo, para analisar compostos de medicamentos que poderiam prevenir infecções causadas pela COVID-19. Em um experimento separado, os pesquisadores de Oak Ridge analisaram as células do fluido pulmonar dos pacientes com a máquina para entender como o sistema de redução da pressão arterial do corpo pode acelerar a progressão da doença. Em 2020, o Laboratório Nacional Argonne, próximo de Chicago, nos EUA, que também faz parte da rede de supercomputação do Departamento de Energia, treinou um modelo de inteligência artificial (IA) para prever rapidamente como as moléculas se ligarão às proteínas do coronavírus, auxiliando na busca de medicamentos que possam inibir o processo. O sistema pode armazenar uma rede neural inteira em um chip da Cerebras Systems que tem o tamanho de um prato, acelerando a análise ao possibilitar caminhos extremamente curtos entre os circuitos no chip. As previsões baseadas em IA fornecem pontos de partida para as futuras pesquisas dos químicos. -Leia mais: Comece a desenvolver aplicativos low-code na Oracle Cloud com o Oracle APEX Service "Hoje, a ciência é conduzida pela simulação, e a simulação é executada em computadores de alto desempenho. Isso permite que os cientistas executem atividades que não conseguiriam fazer de outra forma. Hoje, a AI causa o mesmo tipo de impacto", disse Jack Dongarra, um pesquisador renomado de Oak Ridge e um dos curadores da lista semestral de supercomputadores TOP500, que foi atualizada em 16 de novembro para relatar as máquinas mais rápidas do mundo. Graças à computação de alto desempenho (HPC) em nuvens públicas, um número maior de empresas e pesquisadores está acessando níveis de potência computacional que antes limitavam-se aos supercomputadores. Embora os sistemas TOP500 ofereçam um alto nível de capacidade, agora as empresas podem executar cargas de trabalho e simulações de AI que consomem cada vez mais potência na HPC na nuvem. Fabricantes de automóveis, empresas agrícolas, de energia entre outras estão aderindo a serviços de nuvem pública de empresas de tecnologia, inclusive da Oracle, para simular acidentes de carro, prever condições climáticas globais e treinar as redes neurais das quais os sistemas de machine learning (ML/aprendizado de máquina) dependem para fazer suas previsões. A redução dos ciclos de projeto e a identificação de eventos climáticos extremos são fundamentais no atual momento marcado pela pressão que os fabricantes de automóveis sofrem para migrar para veículos elétricos e pelo aumento da força de furacões e incêndios florestais. O trabalho requer ampla movimentação de dados entre os processadores e isso representa um avanço em relação aos primórdios dos aplicativos em nuvem de alto desempenho, cuja execução ocorria em paralelo. "Definitivamente, o que vejo é a movimentação de cargas de trabalho fortemente vinculadas à nuvem. Esse tem sido o assunto da maioria de nossas conversas", disse Karan Batta, vice-presidente de estratégia e gerenciamento de produtos na Oracle, durante um painel de discussão na conferência virtual de supercomputação SC20 desta semana. A quebra das barreiras de desempenho De acordo com dados divulgados nesta semana pela Hyperion Research, a previsão é que o mercado global de serviços, software e hardware de computação de alto desempenho registre um aumento de 6,2% por ano, contado do ano passado até 2024, recuperando-se de uma recessão impulsionada pelo coronavírus em 2020. O maior crescimento é proveniente da computação de alto desempenho baseada em nuvem, que aumentou quase 59% no ano passado, alcançando US$ 3,9 bilhões. A Hyperion prevê que as vendas de serviços de nuvem de HPC atingirão US$ 8,8 bilhões até 2024, momento em que as nuvens públicas representariam quase um quarto do mercado de US$ 37,7 bilhões da computação de alto desempenho. "Vejo um grande crescimento", afirmou Dongarra, do Laboratório Nacional de Oak Ridge. Enquanto isso, os supercomputadores mais rápidos do mundo nos centros de pesquisa nacionais nos EUA, na Europa e na China estão avançando rumo a um marco de desempenho: um exaflop, ou um quintilhão de operações decimais de ponto flutuante por segundo. O laboratório de Oak Ridge do Tennessee está prestes a ser o primeiro nos EUA a quebrar a barreira no próximo ano com um sistema chamado Frontier, com um desempenho esperado de 1,5 exaflop. A China também está na disputa para alcançar a exoescala primeiro, com três concorrentes. O novo ranking das máquinas mais rápidas do mundo mostrou a Fugaku do Japão ocupando seu primeiro lugar com 442 petaflops de desempenho (cerca de três vezes mais rápida que o Summit de Oak Ridge, que ocupa o segundo lugar). Novos sistemas na Alemanha e Arábia Saudita também ocuparam a lista das 10 principais máquinas. A Europa está trabalhando para criar uma máquina exascale até 2023. Em setembro, a Comissão Europeia propôs 8 bilhões de euros (US$ 9,4 bilhões) de financiamento para a criação de supercomputadores até 2033, um aumento substancial do orçamento. No próximo ano, o supercomputador LUMI compartilhado da UE, com desempenho previsto de mais de 500 petaflops, está programado para entrar em operação no IT Center for Science da Finlândia. Ele aplicará técnicas de análise de dados e AI à modelagem climática, à medicina, a carros autônomos e a outros campos. O poder das nuvens públicas As nuvens públicas permitem que engenheiros e cientistas apliquem arquiteturas avançadas de chips e outras tecnologias a seus problemas sem um grande investimento de capital em hardware. Os serviços também permitem que os pesquisadores evitem ficar aguardando em uma fila por recursos limitados de HPC on-premises. "Esse é um dos grandes atrativos da computação em nuvem; é como um supermercado onde você encontra o que precisa para seu trabalho", disse Steve Conway, consultor sênior da Hyperion Research. Os provedores de nuvem estão adicionando redes de alta velocidade para dar suporte às atuais cargas de trabalho com uso intenso de IA. O trabalho de computação fortemente ligado da IA exige transferência de dados frequente, em comparação com os trabalhos altamente paralelos nos serviços financeiros e na área de ciências da vida que foram os primeiros a mudarem para ambientes online. De fato, a nuvem não eliminará tão cedo a necessidade de supercomputadores nas agências nacionais de pesquisas. Algumas organizações ainda querem que seus dados permaneçam no local para fins de segurança ou outros motivos. Os pesquisadores que executam cálculos intensos em um único projeto por curtos períodos provavelmente não optariam pela nuvem, disse Steve Wallach, um designer de supercomputadores experiente que, atualmente, é um dos consultores do Laboratório Nacional de Los Alamos e do Centro de supercomputação de Barcelona. "Alguns aplicativos de computação de alto desempenho podem consumir um supercomputador por um mês ou mais", disse ele. "Grande parte da HPC foi projetada para apoiar uma missão em uma organização. Ela não foi projetada para 1.000 usuários de time-sharing, ou tempo compartilhado." No entanto, de acordo com Conway, consultor da Hyperion, o crescimento da HPC na nuvem expandiu o mercado, em vez de trabalhar com sistemas on-premises. "Esses dois ambientes são mais parecidos do que eram há três ou quatro anos”, disse ele. *Aaron Ricadela é diretor sênior da Oracle

Graças à computação de alto desempenho em nuvens públicas, as empresas conseguem acessar níveis de potência computacional que antes limitavam-se aos supercomputadores. Por Aaron Ricadela* No Laboratório...

Transformação na TI

Como criar um site WordPress no Oracle Linux 7.8 e no Ubuntu 20.4 com a Oracle Cloud

Confira o guia passo a passo para criar um site na plataforma usando o Modo Gratuito da nossa nuvem. Por André Ambrósio* O Modo Gratuito (Free Tier) da Oracle Cloud é composto pelo Uso Livre (Always Free) e pela Avaliação Gratuita de 30 Dias (Free Trial) e permite que você conheça na prática uma série de funcionalidades da nossa nuvem. Uma delas é a criação de sites WordPress no Oracle Linux e no Ubuntu, assunto do qual vamos falar a seguir. Clique aqui para experimentar o Oracle Cloud - Modo Gratuito. O primeiro passo para criar um site WordPress no Oracle Linux 7.8 é criar uma VM (máquina virtual) com a imagem do Oracle Linux 7.8; creio que seja bem simples, então vou pular essa parte. Não esqueça de liberar a porta 80 na Security List da VCN. Vamos lá! Uma vez dentro da VM, precisamos ajustar as regras de firewall: Seguimos, agora, com as instalações: Tente acessar o IP da máquina para confirmar se o Apache está no ar: Vamos para a configuração inicial do MySQL: E agora o download e pequenos ajustes do WordPress: Precisamos, então, configurar uma base de dados, usuário e senha no MySQL: Seguimos com a configuração dos arquivos do WordPress: E, por fim, reconfiguramos o Apache para que possamos acessar a configuração inicial do WordPress seguido da página inicial do seu futuro site: Acesse o site de configuração do WordPress pelo endereço http://IP/wp-admin/install.php Pronto! Você pode configurar seu site via WordPress como desejar. -Leia mais: Oracle Cloud: novo Shape E3 oferece escalabilidade e flexibilidade customizáveis Crie um site WordPress no Ubuntu 20.04 utilizando a Oracle Cloud O primeiro passo é criar uma VM com a imagem do Ubuntu 20.04; creio que seja bem simples, então vou pular essa parte. Não esqueça de liberar a porta 80 na Security List da VCN. Vamos lá! Uma vez dentro da VM, precisamos ajustar as regras de firewall: Seguimos, agora, com as instalações: Tente acessar o IP da máquina para confirmar se o Apache está no ar: Vamos para a configuração inicial do MySQL: E agora o download e pequenos ajustes do WordPress: Precisamos, então, configurar uma base de dados, usuário e senha no MySQL: Seguimos com a configuração dos arquivos do WordPress: E, por fim, reconfiguramos o Apache para que possamos acessar a configuração inicial do WordPress seguido da página inicial do seu futuro site: Acesse o site de configuração do WordPress pelo endereço http://IP/wp-admin/install.php Pronto! Você pode configurar seu site via WordPress como desejar. *André Ambrósio é Cloud Solution Specialist da Oracle

Confira o guia passo a passo para criar um site na plataforma usando o Modo Gratuito da nossa nuvem. Por André Ambrósio* O Modo Gratuito (Free Tier) da Oracle Cloud é composto pelo Uso Livre (Always...

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Oracle Cloud: novo Shape E3 oferece escalabilidade e flexibilidade customizáveis

Casos de uso incluem site em Wordpress e ambientes de teste e homologação de carga. Saiba mais em nosso artigo especial! Por José Maurício Gonçalves do Nascimento* Escalabilidade e flexibilidade são características latentes de todos os provedores de nuvem pública, porém nem sempre isso se aplica ao pé da letra. Equalizar custo e desempenho ainda é um desafio e trabalhar somente com templates pré-definidos pode inviabilizar de alguma forma a execução de pequenos workloads ou a criação de ambientes de teste e homologação. Todas as soluções do mercado possuem diferentes tipos de instâncias, VM (máquina virtual), bare metal, GPU, com foco em disco e templates pré-definidos e isso sempre gera dúvidas no momento de escolher qual configuração irá suportar e atender de forma satisfatória a aplicação ou ambiente. Mas afinal, o que é melhor? Uma configuração maior para garantir o desempenho sem ter gargalo ou uma configuração menor para controle de custo? O melhor no final é a configuração certa para o seu negócio! Seguindo essa linha de raciocínio, a Oracle colocou em “Disponibilidade Geral” o Shape das instâncias de máquinas virtuais Standard E3 Flex, com a nova família de processadores AMD EPYC 7742 (Rome) e uma proposta diferente. Além de poder computacional de ponta, é possível definir a quantidade de OCPU e memória RAM de forma independente, permitindo escolher a melhor configuração para o seu workload e pagar exatamente pelo uso adequado dos recursos. As configurações podem ser customizadas dentro dos ranges de 1 até 64 OCPU e de 1 até 1024 GG de RAM, com limite de 64 Gb de RAM por OCPU. -Leia mais: Para os desenvolvedores, este banco de dados tem a inovação final: simplicidade Existem diversos casos de uso nos quais podemos aproveitar as caracteristicas do Standard E3 Flex Shape. Desde um pequeno site em Wordpress rodando com 1 OCPU e 1 GB da RAM, uma plataforma de e-learning com Moodle, um Redis que exige bastante memória, ambientes de teste e homologação de carga com possibilidade de escalar ou diminuir os recursos adequando ao real consumo, e até mesmo serviços e aplicações mais complexas que precisam de mais OCPU ou mais memória. A proposta abrange qualquer cenário sem a necessidade de buscar um template rígido ou meio termo, desperdiçando recursos. Modo Gratuito O ponto de partida para que você possa avaliar e entender qual a melhor configuração para rodar sua aplicação na Oracle Cloud Infrastructure, começando baixo e escalando de acordo com a necessidade é através do nosso Modo Gratuito (Free Tier), que é composto pelos serviços de Uso Livre (Always Free) e Avaliação Gratuita pro 30 Dias (Free Trial). Faça o cadastro no link acima para a Avaliação Gratuita e crie agora o seu ambiente de teste e homologação, válido por 30 dias com créditos para gastar na Oracle Cloud. Nosso time de especialistas está disponível para te auxiliar em sua jornada! Clique aqui e conheça agora o Modo Gratuito da Oracle Cloud! *José Maurício Gonçalves do Nascimento é Cloud Solutions Specialist na Oracle

Casos de uso incluem site em Wordpress e ambientes de teste e homologação de carga. Saiba mais em nosso artigo especial! Por José Maurício Gonçalves do Nascimento* Escalabilidade e flexibilidade são...

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Unimed Central RS inova seu Prontuário Eletrônico em parceria com Oracle para combate à COVID-19

Com o suporte da Oracle Cloud, a empresa conseguiu replicar e distribuir o sistema para todas as unidades, sendo possível monitorar ainda mais casos de COVID-19. O grande objetivo da Central de Serviços da Unimed é manter um padrão de qualidade entre as Unimeds. A Central de Serviços Unimed do Rio Grande do Sul inovou seu Prontuário Eletrônico incorporando o protocolo Fast Track do Ministério da Saúde. Com o suporte da Oracle Cloud e a partir de uma infraestrutura robusta na nuvem, conseguiu replicar e distribuir o sistema para todas as unidades, sendo possível monitorar ainda mais casos de COVID-19. -Leia mais: Unochapecó impulsiona seus projetos em parceria com a Oracle “Com a nossa diretoria, nós decidimos levar este prontuário para todas as unidades de Unimed do país, como forma de fomentar e acelerar o uso e o comunicado dos casos de COVID para o Ministério da Saúde, e nós não tínhamos plataforma para isso, e somente estando no banco de dados da Oracle na nuvem que foi possível rapidamente uma replicação da base de dados atualmente utilizada pelo prontuário eletrônico, e através desta replicação formatar esse protocolo e distribuir isto para todas as unidades Unimed do país, com a escala necessária”, explica Leandro Schmitz, Gerente de Tecnologia da Informação da Unimed Central de Serviços – RS. Assista ao vídeo abaixo para saber mais sobre a parceria entre Oracle e Unimed Central de Serviços - RS.

Com o suporte da Oracle Cloud, a empresa conseguiu replicar e distribuir o sistema para todas as unidades, sendo possível monitorar ainda mais casos de COVID-19. O grande objetivo da Central de...

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Podcast: Luiz Meisler destaca papel da nuvem para democratizar tecnologia

Em entrevista ao programa Mercado & Perspectivas, da FecomercioSP, o VP Executivo da Oracle para a América Latina também falou sobre a importância da jornada do consumidor e de as empresas olharem os dados para tomar decisões. A cloud e a democratização da tecnologia, o papel dos dados para a tomada de decisões, o desenvolvimento da omnicanalidade e a importância de se trabalhar a jornada dos consumidores. Esses foram alguns dos temas abordados no primeiro episódio de 2021 do podcast Mercado & Perspectivas, uma iniciativa da FecomercioSP focada em debater as boas práticas, soluções para a retomada econômica e iniciativas inovadoras das empresas brasileiras. Com pouco mais de 20 minutos de duração, o episódio intitulado “Oracle: estratégias e expectativas para a retomada” traz uma entrevista especial com Luiz Meisler, Vice-Presidente Executivo da Oracle para a América Latina, que destacou o papel da nuvem na democratização do acesso a serviços de tecnologia. Segundo o executivo, antes era preciso “comprar um software, tinha que comprar um hardware, e um montão de gente para colocar as coisas para funcionar. E hoje em dia não é assim, hoje você compra um serviço”. Com essa mudança, aponta Meisler, as companhias hoje podem pagar apenas pelos serviços que vão utilizar. ”Então a cloud realmente democratiza essa informação.” -Leia mais: Larry Ellison explica por que a Oracle está construindo tantos data centers de ‘região em nuvem’ Além disso, o VP Executivo da Oracle para a América Latina também destacou a importância de as organizações trabalharem a jornada dos consumidores e chamou a atenção para a importância dos dados para a tomada de decisões. “O mundo mudou de forma radical e, atualmente, a empresa que toma decisões sem olhar os dados têm chances enormes de errar, enquanto o concorrente está fazendo isso. Então, perde-se muito em competitividade.” Quer saber mais? Clique aqui ou no link abaixo para escutar o programa na íntegra.

Em entrevista ao programa Mercado & Perspectivas, da FecomercioSP, o VP Executivo da Oracle para a América Latina também falou sobre a importância da jornada do consumidor e de as empresas olharem os...

Histórias de Sucesso

Unochapecó impulsiona seus projetos em parceria com a Oracle

Para a Unochapecó, a ajuda da Oracle foi um grande diferencial no processo de migração para a nuvem, com agilidade e segurança dos dados. A Universidade Comunitária da Região de Chapecó, mais conhecida como Unochapecó, é uma instituição comunitária localizada no oeste de Santa Catarina que oferece cursos de graduação e pós-graduação em áreas como ciências humanas, ciências exatas, ciências da saúde e ciências sociais aplicadas. Parceira de longa data da Oracle, a Unochapecó escreveu recentemente um projeto de disaster recovery, segundo conta Lissandro Machado Hoffmeister, Diretor de Tecnologia da Informação da Unochapecó, que também destaca o apoio recebido durante o processo de migração para a nuvem. -Leia mais: Esfera, do Santander, promove transformação com adoção da Oracle Cloud “O processo de migração com a Oracle foi muito tranquilo, todo esse suporte que a gente teve”, afirma o Diretor de TI, que também destaca a segurança da solução da Oracle. “O principal benefício da solução da Oracle é essa tranquilidade em questão de segurança da informação. Hoje a consegue ter essa garantia de que os dados estão replicados, e estão em uma base com garantia.” Assista ao vídeo abaixo para saber mais sobre essa parceria de sucesso entre Oracle e Unochapecó.

Para a Unochapecó, a ajuda da Oracle foi um grande diferencial no processo de migração para a nuvem, com agilidade e segurança dos dados. A Universidade Comunitária da Região de Chapecó, mais...

Desenvolvedores

Para os desenvolvedores, este banco de dados tem a inovação final: simplicidade

A versão mais recente do Oracle Database traz amplos recursos para o mecanismo de banco de dados convergentes. E se abre para a plataforma low-code Oracle APEX de para ainda mais casos de uso. Por Jeffrey Erickson* Câmera, gravador de voz, gerente de despesas e até mesmo "brain trainer" — smartphones estão em todos os lugares porque eles reúnem diversas funções úteis em um pacote elegante. Essa mesma experiência simples e poderosa é um princípio orientador para a equipe por trás do Oracle Database, diz Andrew Mendelsohn, vice-presidente executivo de tecnologias de servidores de banco de dados da Oracle. A equipe de Mendelsohn lançou recentemente o Oracle Database 21c, que traz mais de 200 novos recursos para o que já é o único banco de dados convergentes empresarial da indústria. Um banco de dados convergentes permite que os desenvolvedores usem um banco de dados para diferentes cargas de trabalho - dados relacionais, JSON, espacial, gráfico, blockchain e muito mais. Os desenvolvedores podem usar esse mesmo banco de dados on-premises e na nuvem. Com o padrão aberto SQL, eles também podem executar cargas de trabalho do Oracle Database em quase qualquer nuvem, tornando-a convergente e portátil. “Somos essencialmente o smartphone dos bancos de dados", diz Mendelsohn. -Leia mais: Comece a desenvolver aplicativos low-code na Oracle Cloud com o Oracle APEX Service A abordagem convergente contrasta diretamente com outros concorrentes de bancos de dados em nuvem, que oferecem diversos bancos de dados especializados e lidam com uma carga de trabalho. “Se você olhar para as cargas de trabalho do mundo real, elas são quase todas misturas", diz Mendelsohn. “As pessoas não apenas executam o processamento de transações em seus bancos de dados, elas fazem análises, relatórios e processamento em lotes, todos no mesmo banco de dados.” Os maiores beneficiários da abordagem convergente da Oracle são os desenvolvedores, porque os requisitos de aplicativos se tornam cada vez mais complexos.  “Se hoje, tudo o que você precisa pode ser feito por um único banco de dados especializado", como Mongo DB ou Amazon DynamoDB ou um dos 15 bancos de dados especializados da Amazon, "o que acontece quando os requisitos mudam e você tem que fazer análises de alto desempenho em relação a esses dados?” Mendelsohn perguntou. A resposta é que você tem que retirar os dados e colocá-los em um banco de dados analítico, que você também terá que suportar. “Então, o que acontece se você precisar fazer algumas análises gráficas ou espaciais e tiver que mover os dados para mais outro banco de dados? Esta não é a melhor maneira de usar o seu tempo. Simplesmente use a Oracle desde o primeiro dia.” Os outros grandes beneficiários de um banco de dados convergentes são analistas de negócios e cientistas de dados que, de outra forma, lutam com dados fragmentados em diferentes bancos de dados. Empresas de todos os tamanhos estão vendo esses benefícios hoje. Simplifique e proteja seus aplicativos no futuro A atualização recente, Oracle Database 21c, acrescenta novos recursos empolgantes para desenvolvedores e analistas, incluindo: tabelas de blockchain imutáveis, tipos de dados JSON nativo, AutoML para machine learning de banco de dados interno, suporte de memória persistente, modelos gráficos de desempenho superior, banco de dados de memória interna e um aprimoramento para a característica de fragmentação altamente escalável. A equipe do Mendelsohn publicou um detalhado post de blog sobre o lançamento. As principais empresas de análise examinaram profundamente a abordagem da Oracle, que leva a simplicidade do banco de dados empresarial ainda mais longe, ao fornecer a primeira banco de dados autônomo no relatório do Gartner de 2020: Recursos Críticos para Sistemas de Gerenciamento de Banco de Dados em Nuvem para Casos de Uso Operacional. O recente estudo da empresa de análise IDC sobre experiências no mundo real usando o Oracle Autonomous Data Warehouse conclui: “O resultado final para a empresa é que o trabalho mais útil está sendo feito a um custo unitário mais baixo... com melhores insights entregues em uma base mais oportuna.” A Oracle oferece uma versão gratuita do Oracle Autonomous Database, executada na Oracle Cloud Infrastructure. “Quando os desenvolvedores experimentam nosso banco de dados na nuvem, eles adoram porque é tão fácil", diz Mendelsohn. “Essa é a experiência que vimos.” Oracle APEX Service: Simplicidade e uniformidade com desenvolvimento de pouco código O Oracle Application Express, ou APEX, tem sido um fenômeno no mundo do desenvolvimento de bancos de dados e aplicativos de pouco código. Disponível desde 2004, é usado por dezenas de milhões de pessoas em todo o mundo, incluindo cerca de 500.000 desenvolvedores. Tem sido usada para construir milhões de aplicativos alimentados por dados. “Esta ferramenta é muito madura e muito poderosa”, diz Mendelsohn. O Oracle APEX é um recurso gratuito de todas as Oracle Database executadas on-premises  ou em nuvem agora está disponível como um serviço em nuvem de desenvolvimento e implantação autônomo. O Oracle APEX oferece aos desenvolvedores tudo o que eles precisam para criar aplicativos empresariais controlados por dados quase 40 vezes mais rápido do que a codificação personalizada. Sem ter que se preocupar com segurança, disponibilidade, escalabilidade e gerenciamento. “O que descobrimos é que praticamente qualquer aplicativo controlado por dados que você precise construir na sua organização pode ser construído na APEX ", diz Mendelsohn. Na verdade, "a codificação tradicional deve ser a exceção agora e não a regra de como se constrói essas aplicativo.” *Jeffrey Erickson é Estrategista de Conteúdo da Oracle

A versão mais recente do Oracle Database traz amplos recursos para o mecanismo de banco de dados convergentes. E se abre para a plataforma low-code Oracle APEX de para ainda mais casos de uso. Por...

Histórias de Sucesso

Sky.One virtualiza infraestrutura de clientes em 24h com Oracle Cloud

Empresa brasileira destaca desempenho e estabilidade como diferenciais da nuvem da Oracle após um ano e meio de uso. Há seis anos, a Sky.One começava sua história de auxílio a desenvolvedores de software em um coworking em São Paulo. Tendo entre seus valores a busca constante pela inovação, a empresa se consolidou no Brasil e expandiu sua atuação para outros territórios, com a abertura de escritórios em outros países da América Latina e nos Estados Unidos. Especializada em realizar a migração de sistemas, bancos de dados e aplicações para a nuvem, a Sky.One atualmente possui cerca de 300 parceiros ISV e aproximadamente 20.000 usuários finais de SaaS. A empresa atua como uma habilitadora de inovações para seus clientes, que aproveitam da infraestrutura na nuvem para modernizar seus próprios negócios - lançando serviços de ecommerce, por exemplo. -Leia mais: Esfera, do Santander, promove transformação com adoção da Oracle Cloud Um dos principais desafios da Sky.One é garantir que a infraestrutura digitalizada oferecida tenha segurança, baixa latência, alto desempenho, estabilidade e disponibilidade. Para isso, a empresa conta com as soluções na nuvem de empresas confiáveis e reconhecidas como a Oracle. Desde abril de 2019, a Sky.One utiliza a Oracle Cloud Infrastructure (OCI), plataforma de IaaS (infraestrutura como serviço) que entrega poder computacional on-premises para rodar cargas de trabalho empresariais na nuvem.

Empresa brasileira destaca desempenho e estabilidade como diferenciais da nuvem da Oracle após um ano e meio de uso. Há seis anos, a Sky.One começava sua história de auxílio a desenvolvedores de...

Desenvolvedores

Comece a desenvolver aplicativos low-code na Oracle Cloud com o Oracle APEX Service

Com o APEX Service, você pode criar aplicativos poderosos de forma rápida e fácil diretamente no seu navegador - sem a necessidade de ferramentas adicionais. Por Todd Bottger* O Oracle APEX Application Development, também conhecido como "APEX Service", oferece aos usuários e desenvolvedores profissionais uma plataforma de desenvolvimento e implementação de aplicativos totalmente gerenciada e low-code na Oracle Cloud Infrastructure. Você não só obtém o Oracle APEX, mas também um banco de dados Oracle Autonomous Database - Shared Infrastructure (ADB) subjacente. Com o APEX Service, você pode criar aplicativos poderosos de forma rápida e fácil diretamente no seu navegador - sem a necessidade de ferramentas adicionais. -Teste o Oracle APEX de forma gratuita com o Modo Gratuito da Oracle Cloud Este tutorial vai ajudá-lo a começar a usar o APEX Service. Se você já tiver uma instância de serviço pré-provisionada e tiver recebido uma mensagem de boas-vindas na sua caixa de entrada de e-mail, pule para a seção intitulada Executando operações do ciclo de vida da instância. Caso contrário, recomendamos seguir este tutorial desde o início. Se não o terminar, você pode voltar mais tarde para onde parou usando os links abaixo. Sumário 1.    Acessando a Oracle Cloud Infrastructure 2.    Criando uma instância do APEX Service 3.    Executando operações de ciclo de vida da instância 4.    Configuração do espaço de trabalho do APEX pela primeira vez 5.    Sobre a criação de aplicativos APEX 6.    Parte I: Carregando dados de amostra 7.    Parte II: Criando o aplicativo 8.    Parte III: Executando o aplicativo 9.    Parte IV: Explorando, alterando e executando novamente o aplicativo 10.    Conclusão Acessando a Oracle Cloud Infrastructure Em primeiro lugar, você precisa ter um tenancy OCI e uma conta de usuário para fazer o login. Se já os tiver, faça o login agora. Mas, se não os tiver, comece seguindo esta postagem do blog sobre como se inscrever para um tenancy na Oracle Cloud Free Tier. Volte aqui assim que conseguir fazer o login e ver a página inicial do Console OCI (imagem abaixo). Criando uma instância do APEX Service No canto superior esquerdo da página inicial do Console OCI, clique no ícone de hambúrguer para abrir o OCI Service Navigation Menu. Role para baixo neste menu até ver uma categoria de serviço chamada Database Related Services. Expanda a categoria para ver APEX Application Development > APEX Instances. Este é o seu principal ponto de entrada para o APEX na OCI. Clique em APEX Instances para prosseguir. Você entrará então em uma nova experiência de usuário que lhe permite ver o APEX em qualquer serviço derivado do ADB, criar rapidamente uma nova instância do APEX Service ou iniciar diretamente no APEX ou SQL Developer Web em uma instância em execução. Abaixo está um exemplo em que o APEX já está em execução em duas instâncias do Always Free Autonomous Database, e ainda não há instâncias do APEX Service. Continue ao clicar no botão Create APEX Service. Ele está localizado logo acima da lista de instâncias. A caixa de diálogo de criação de instância do APEX Service será exibida. Preencha a caixa de diálogo da seguinte forma: 1.    Insira as informações básicas: o    Compartment - Escolha um compartimento dentro de seu tenancy OCI. Você pode usar o compartimento "raiz" padrão ou mudar para um compartimento diferente, se necessário. o    Display Name - Insira um nome que seja acessível para te ajudar a identificar facilmente a instância do serviço. O nome de exibição não precisa ser exclusivo. o    Database Name - Insira um nome para o banco de dados subjacente. Ele deve conter apenas letras e números. O tamanho máximo é de 14 caracteres. O mesmo nome de banco de dados não pode ser usado para vários bancos de dados autônomos no mesmo tenancy, na mesma região. 2.    Selecione as definições de serviço: o    Database Version - Exibe a versão do banco de dados disponível (por exemplo, 19c). o    OCPU Count - Especifique o número de núcleos OCPU para o seu banco de dados. o    Storage (TB) - Especifique o armazenamento, em terabytes, que você deseja disponibilizar em seu banco de dados. o    Auto Scaling - Como padrão, o escalonamento automático está habilitado para permitir que o sistema use automaticamente até três vezes mais recursos de CPU e IO para atender à demanda de carga de trabalho. Se você não quiser usar o escalonamento automático, desmarque esta opção para desativá-la. 3.    Crie as credenciais de administrador: o    Username - O nome de usuário padrão do administrador da base de dados é ADMIN. Esta opção é somente para leitura e não é editável. o    Password - Insira uma senha. o    Confirm Password - Insira a senha novamente. o    Dica: Anote esta credencial. Você precisará da senha para entrar no APEX Administration Services mais tarde. 4.    Escolha o acesso à rede: o    Allow secure access from everywhere (Permitir acesso seguro de qualquer lugar) - Escolha esta opção para expor o APEX Service na internet pública via HTTPS, com configurações opcionais para restringir o acesso a determinados endereços IP, blocos CIDR e Virtual Cloud Networks - VCN (Redes em Nuvem Virtual). o    Virtual cloud network (Rede de nuvem virtual) - Escolha esta opção para colocar o APEX Service dentro de uma VCN e permitir o acesso HTTPS apenas de clientes que são adicionados à mesma VCN. Depois de concluir o preenchimento da caixa de diálogo, clique em Create APEX Service na parte inferior para iniciar a criação da instância. Você será imediatamente levado para uma página específica do APEX que exibe detalhes úteis sobre sua nova instância do APEX Service, incluindo seu nome, informações de versão e métricas de uso. Esta é a mesma página de detalhes que você veria se acessasse uma instância de APEX na tela da lista de instâncias anteriores. Observe que o estado da sua nova instância do APEX Service é exibido inicialmente como Provisioning (Provisionamento). Após aproximadamente 1-3 minutos, o estado deverá mudar para Available. Logo depois disso, você receberá uma mensagem de boas-vindas na caixa de entrada de e-mail do administrador para o tenancy OCI. Esta mensagem contém informações importantes sobre sua nova instância do APEX Service, incluindo links diretos para seus APEX Administration Services, APEX Application Development Services, e SQL Developer Web. Ela também contém um link para este tutorial. Executando operações do ciclo de vida da instância Agora é uma boa hora para aprender sobre as operações do ciclo de vida para instâncias do APEX Service. Estas operações incluem iniciar, parar e encerrar instâncias - para citar algumas. Elas são úteis por várias razões. Por exemplo, você pode querer parar uma instância de QA em execução enquanto as atividades de teste estão pausadas e, em seguida, iniciá-la novamente quando o teste for retomado. Ou, talvez você precise encerrar uma instância depois que seus aplicativos de APEX e dados tiverem sido desativados e a instância não for mais necessária. A coisa mais importante que você precisa saber é que estas operações do ciclo de vida da instância estão disponíveis apenas na página de detalhes do banco de dados subjacente e, embora sejam usadas no banco de dados, elas se aplicam a toda a instância do APEX Service. Vamos examinar mais atentamente. Se ainda não estiver visualizando a página de detalhes da instância do APEX Service que criou anteriormente, primeiro reinicie a sessão em seu tenancy OCI e navegue até esta página. Depois que ela for carregada, localize o texto Database que tem um link adjacente. Este link abre uma página de detalhes para o banco de dados incluído em sua instância do APEX Service. Clique nele para prosseguir. Aqui você pode visualizar a página de detalhes do banco de dados. Observe as informações úteis do banco de dados que são exibidas aqui. Por exemplo, você pode ver o número exato da versão do banco de dados. Para ver uma lista das operações do ciclo de vida da instância que estão disponíveis, clique no botão More Actions na parte superior desta página. Observe como diferentes operações estão ativadas ou desativadas, dependendo do estado atual de execução do seu banco de dados. Certifique-se de que o seu banco de dados foi iniciado (está no estado Available) antes de prosseguir para a próxima seção. Depois de revisar a lista de operações do ciclo de vida, clique em outro lugar na tela para ocultá-la novamente. Não há necessidade de executar uma reinicialização da instância neste momento. De volta à página de detalhes do banco de dados, localize o link em APEX Instance > Instance Name, e então clique nele. Isto te levará de volta para a página de detalhes da instância de APEX onde você começou. Configuração do espaço de trabalho do APEX pela primeira vez Antes de começar a desenvolver aplicativos APEX, você deve primeiro criar um espaço de trabalho inicial e uma conta de usuário APEX. Você pode fazer isto usando o APEX Administration Services. Este é o console principal para gerenciar espaços de trabalho e contas de usuário APEX, entre outras coisas. O espaço de trabalho que você criar se tornará a sua principal plataforma para criar e implementar aplicativos. A nova conta de usuário servirá para vários propósitos: será utilizada para fazer o login no espaço de trabalho para o desenvolvimento de aplicativos e também como usuário final de um aplicativo em execução. Embora esta configuração seja suficiente para fins de demonstração, em ambientes APEX de produção recomenda-se separar as tarefas em contas de usuário APEX diferentes com privilégios mínimos. Leia mais sobre a autorização e privilégios de usuário na Documentação do APEX. Há várias maneiras de chegar ao APEX Administration Services. Com a instância do APEX Service em execução, clique em Launch APEX na página de detalhes da instância ou na tela da lista de instâncias (ambas mostradas abaixo), ou abra o link do APEX Administration Services contido no seu e-mail de boas-vindas. Se você provisionou ou reiniciou recentemente a instância, é recomendável esperar mais 1-3 minutos antes de abrir o APEX Administration Services para garantir que tudo relacionado ao APEX esteja sendo executado corretamente. Ao entrar em APEX Administration Services, você deverá fazer o login usando a conta de administrador de banco de dados. Insira a senha de ADMIN que você definiu ao criar a instância do APEX Service. Em breve, você verá uma tela de boas-vindas do APEX Administration Services que se parece com a que está abaixo. Leia o texto da mensagem e clique no botão para prosseguir. Em seguida, você deverá inserir um nome de espaço de trabalho do APEX, um nome de usuário do banco de dados e uma senha. Este novo espaço de trabalho será a sua área de trabalho compartilhada, onde um ou mais desenvolvedores low-code podem desenvolver e executar aplicativos do APEX. Depois que esta etapa for concluída, um espaço de trabalho do APEX, um usuário do banco de dados e um esquema do banco de dados (com o mesmo nome de seu usuário do banco de dados) serão criados automaticamente. Mais tarde, quando criarmos um aplicativo do APEX, ele será cruzado com objetos do banco de dados em seu esquema. Para o nosso exemplo, insira DEMO como o nome de usuário do banco de dados e nome do espaço de trabalho. Lembre-se da sua senha. Clique no botão Create Workspace para continuar. Aqui você verá a página principal de APEX Administration Services. Observe uma mensagem na parte superior indicando que o seu espaço de trabalho foi criado. Antes de fazer qualquer outra coisa, marque esta página como favorita em seu navegador para que você tenha uma maneira fácil de abrir o APEX Administration Services no futuro com um único clique. O marcador deve ser similar ao que é mostrado abaixo. Ele também está disponível no e-mail de boas-vindas que foi enviado na criação de sua instância do APEX Service. https://<db-id>.adb.<data-region>.oraclecloudapps.com/ords/apex_admin Agora vamos sair de APEX Administration Services e ir para a página de login dos espaços de trabalho do APEX, também conhecidos como APEX Application Development Services. Na mensagem na parte superior da tela, observe que há um link com o nome do seu novo espaço de trabalho do APEX (DEMO em nosso exemplo). Clique neste link para continuar. Você será desconectado de APEX Administration Services e redirecionado para a página de login do espaço de trabalho do APEX com o nome dele preenchido automaticamente. Insira a senha do espaço de trabalho e, em seguida, clique em Sign In para continuar. Agora vemos a página inicial do espaço de trabalho do APEX. Ele oferece fácil acesso às quatro principais áreas do APEX: App Builder, SQL Workshop, Team Development e App Gallery. O App Builder é aonde você vai para criar e editar aplicativos de APEX. O SQL Workshop oferece um explorador de objetos de banco de dados completo, além de uma interface para executar consultas SQL e ver seus resultados. O Team Development oferece acesso às valiosas características de desenvolvimento colaborativo do APEX. A App Gallery inclui um conjunto de aplicativos de produtividade predefinidos que você pode instalar e utilizar. Para este tutorial, trabalharemos principalmente no App Builder. Marque esta página como favorita em seu navegador para que você tenha uma maneira fácil de entrar no seu espaço de trabalho do APEX no futuro com um único clique. O marcador deve ser similar ao que é mostrado abaixo. Ele também está disponível no e-mail de boas-vindas que foi enviado na criação de sua instância do APEX Service. https://<db-id>.adb.<data-region>.oraclecloudapps.com/ords/apex Neste ponto, você pode parar e se orgulhar de ter atingido um grande marco. Você tem uma instância do APEX Service em execução na Oracle Cloud e um novo espaço de trabalho de desenvolvimento do APEX. Agora você está pronto para criar o seu primeiro aplicativo do APEX! Sobre a criação de aplicativos do APEX Existem várias maneiras de criar aplicativos no APEX rapidamente. Você pode importar dados de planilha de um arquivo, adaptar um aplicativo existente da App Gallery do APEX ou criar um aplicativo do zero. O App Builder do APEX disponibiliza todas essas opções em um único assistente. Para economizar tempo, não vamos cobrir todas as opções aqui. Nosso foco será na criação de um aplicativo a partir de dados de amostra, porque é provavelmente a maneira mais comum de iniciar um novo aplicativo no APEX. Este tutorial é dividido em quatro seções diferentes. Na Parte I, vamos iniciar o assistente de criação de aplicativos e carregar um conjunto de dados de amostra. Na Parte II, vamos finalizar o assistente e gerar um aplicativo APEX automaticamente. A Parte III será para executar este aplicativo e fazer login nele. Por fim, na Parte IV, será o momento de explorar o aplicativo, fazer duas pequenas alterações e, em seguida, executá-lo novamente. Parte I: Carregando dados de amostra 1.    Na página inicial do espaço de trabalho do APEX, clique em App Builder. 2.    Clique em Create a New App. 3.    Clique em From a File. Ao criar um aplicativo a partir de um arquivo, o APEX permite fazer upload de arquivos em CSV, XLSX, XML ou JSON e, em seguida, criar o aplicativo com base nestes dados. Alternativamente, você também pode copiar e colar dados CSV ou usar conjuntos de dados de amostra que estão incluídos no APEX. 4.    Na caixa de diálogo Load Data, clique na opção Copy and Paste na parte superior. 5.    Clique na caixa suspensa que mostra uma lista de conjuntos de dados de amostra e selecione Project and Tasks. Observe que um conjunto de dados de amostra é colado automaticamente para você na área de texto abaixo. A partir daqui, basta clicar em Next. 6.    Revise os dados analisados. Na parte inferior desta página há uma amostragem dos dados reais da tabela que serão criados no banco de dados. 7.    Defina o Table Name como PROJECT_TASKS e clique em Load Data para prosseguir. Você pode ignorar a solicitação para selecionar colunas individuais porque vamos carregar todas as colunas (comportamento padrão). Depois de clicar em Load Data, você verá um spinner até que o assistente termine de carregar os dados. Nesse momento, continue para a Parte II. Parte II: Criando o aplicativo A etapa de carregamento de dados criou uma nova tabela de banco de dados e a preencheu com registros dos dados de amostra. Agora você pode criar um aplicativo do APEX com base nesta tabela. 1.    Na tela final de Load Data, verifique se foram carregadas 73 linhas na tabela PROJECT_TASKS e, em seguida, clique em Create Application. 2.    Na página Create Application, revise as novas páginas do aplicativo que serão geradas. Clique no botão Edit para uma determinada página se quiser revisar os detalhes sobre ela. Clique em Check All ao lado de Features, e então clique em Create Application. Quando o assistente terminar de criar o aplicativo, você será redirecionado para a página inicial do novo aplicativo no App Builder. Parte III: Executando o aplicativo 1.    Clique em Run Application. Isto abrirá o aplicativo em tempo de execução em uma nova aba do navegador, possibilitando ver como os usuários finais verão o aplicativo. 2.    Insira as suas credenciais de usuário e clique em Sign In. Até agora criamos apenas um único usuário do APEX: o usuário gerado quando criamos um espaço de trabalho do APEX. Utilize este mesmo nome de usuário e senha agora para fazer o login no aplicativo. 3.    Explore um pouco o aplicativo. Clique em Dashboard(no menu inicial ou no menu de navegação) para visualizar os gráficos criados. Clique em Project Tasks Search (no menu de navegação) para testar as pesquisas facetadas. Clique em Project Tasks Report para visualizar um relatório interativo e, então, clique no ícone Edit de um determinado registro para exibir detalhes de forma editável. Em seguida, navegue até a página Calendar e revise os dados exibidos (talvez seja necessário voltar alguns meses para ver os dados). Por fim, revise as opções disponíveis em Administration. Parabéns, você tem um aplicativo APEX ativo! Este aplicativo foi gerado quase inteiramente para você pelo APEX. Tudo o que você teve que fazer foi carregar os dados de amostra predefinidos e fazer algumas configurações simples. Parte IV: Explorando, alterando e executando novamente o aplicativo Nesta seção final, você aprenderá a aprimorar o seu aplicativo. Vamos aprimorar a página de pesquisa facetada do aplicativo para ter maior clareza e usabilidade. Comece por revisar a página Project Tasks Search neste aplicativo. Certifique-se de que pode marcar e desmarcar várias facetas de pesquisa. Quando você marca uma faceta, as contagens em todas as facetas restantes são atualizadas para mostrar o número de registros que atendem aos seus critérios de pesquisa. Observe que as facetas de Status, que são comumente usadas para reportar o status do projeto, estão localizadas na parte inferior da página, e não na parte superior. Além disso, os usuários podem selecionar vários valores para Status, quando é mais provável que reportem apenas um status de projeto por vez. Vamos melhorar um pouco a experiência deste usuário. 1.    A partir do aplicativo em tempo de execução, vá para a página de pesquisa clicando em Project Tasks Search. Já que você executou este aplicativo a partir do App Builder, uma Developer Toolbar (Barra de Ferramentas do Desenvolvedor) especial é exibida na parte inferior da tela. Nota: os usuários finais que fizerem login diretamente no aplicativo não visualizarão esta barra de ferramentas. Em Developer Toolbar, clique em Edit Page 3. Alternativamente, você também pode retornar ao App Builder no seu navegador manualmente, selecionando a aba ou janela apropriada no navegador. Quando você estiver no App Builder, clique na página 3 - Project Tasks Search. Agora você deve estar no APEX Page Designer (Designer de Página). É aqui que você passará a maior parte do seu tempo fazendo melhorias no aplicativo. Existem três painéis no Page Designer. O painel esquerdo exibe uma lista hierárquica de componentes de página chamada Rendering Tree (Árvore de Renderização). O painel do meio exibe o Layout da página (uma representação de alto nível da página renderizada) e a Galeria (a partir da qual você pode arrastar e soltar componentes do aplicativo no Layout). O painel direito é o Property Editor (Editor de Propriedades), onde você pode alterar os atributos de um componente selecionado. 2.    O Status é um critério de pesquisa muito comum, então você pode reordenar as facetas para que Status esteja mais acima na página, entre Project e Assigned To. Na Rendering Tree (painel esquerdo), em Search, dentro de Facets, clique em P3_STATUS, e mantenha pressionado. Arraste-o para cima até que esteja imediatamente em P3_PROJECT, então solte o mouse. 3.    Atualmente, a faceta de Status é uma série de caixas de seleção. No entanto, é improvável que os usuários queiram selecionar mais do que um status de cada vez, então é recomendado convertê-la num radio group. Continuando com o  P3_STATUS selecionado, dentro do Property Editor (painel direito), vá para Identification > Type, e selecione Radio Group. Role para baixo as propriedades no Property Editor, vá para List Entries > Zero Count Entries, e selecione Show Last. 4.    No canto superior direito da página, clique em  Save and Run Page para salvar as alterações feitas nas facetas e revisar o aplicativo. 5.    No ambiente em tempo de execução, clique em um dos status. Veja como as contagens de outras facetas são atualizadas com base em sua seleção. Além disso, observe como você ainda pode selecionar um dos outros status, ou clique em Clear no Status para limpar a sua seleção e mostrar novamente todas as contagens de status. Você concluiu a parte final deste tutorial. Você implementou algumas alterações a um aplicativo do APEX ativo e, em seguida, executou novamente o aplicativo para verificá-las. Ótimo trabalho! Conclusão Para finalizar, espero que este rápido guia sobre o desenvolvimento de aplicativos low-code usando o APEX Service tenha sido útil. Você viu como é fácil criar e gerenciar uma instância do APEX Service. Então, você criou um aplicativo web completo e com boa aparência em questão de minutos, sem a necessidade de nenhum ponto de codificação. Estes aplicativos "orientados por dados" começam com seus dados, levando depois ao desenvolvimento e implementação de aplicativos poderosos. Esta abordagem pode transformar qualquer pessoa que tenha familiaridade básica com bancos de dados e tecnologia web em um desenvolvedor low-code altamente produtivo. Aproveite o APEX Service! *Todd Bottger é Product Management Director na equipe Oracle Database da Oracle

Com o APEX Service, você pode criar aplicativos poderosos de forma rápida e fácil diretamente no seu navegador - sem a necessidade de ferramentas adicionais. Por Todd Bottger* O Oracle APEX Application...

Transformação na TI

Apresentando o Oracle Database 21c

Nova versão introduz uma série de funcionalidades e melhorias que estendem ainda mais os casos de uso de banco de dados, melhoram a produtividade dos desenvolvedores, analistas e cientistas de dados e aumentam o desempenho das consultas. Por Willie Hardie* A mais recente versão de inovação do banco de dados mais popular do mundo, o Oracle Database 21c, já está disponível de modo geral "primeiro na nuvem" no Oracle Cloud Database Service Virtual Machine (para RAC e instância única) e no Bare Metal Service (instância única). A atualização também está disponível no serviço de Free Tier (Modo Gratuito) do Autonomous Database nas regiões de Ashburn (IAD), Phoenix (PHX), Frankfurt (FRA) e Londres (LHR). O Oracle Database 21c será disponibilizado para plataformas on-premises (incluindo Exadata, Linux e Windows) ao longo de 2021. Viabilizando um futuro orientado por dados A Oracle tem consistentemente adotado a abordagem de que armazenar e gerenciar dados em um banco de dados convergente é mais eficiente e produtivo do que separar os dados em várias instâncias de uso único — o que inevitavelmente resulta em problemas de integridade, consistência e segurança de dados. Em termos simples, um banco de dados convergente é um banco multimodelo, multilocatário e multicarga de trabalho. -Leia mais: Comece a desenvolver aplicativos low-code na Oracle Cloud com o Oracle APEX Service O Oracle Database oferece suporte total a diversos modelos de dados e métodos de acesso, simplifica a consolidação ao mesmo tempo que garante o isolamento e se destaca em casos de uso típicos de cargas de trabalho de banco de dados — tanto operacionais quanto analíticas. Clique na imagem abaixo para assistir a um vídeo de introdução ao banco de dados convergente da Oracle. A versão 21c do banco de dados convergente da Oracle, portanto, oferece aos clientes o melhor suporte para todos os tipos de dados (p. ex., relacional, JSON, XML, espacial, grafos, OLAP etc.), assim como desempenho, escalabilidade, disponibilidade e segurança líderes do setor para todas as cargas de trabalho operacionais e analíticas, além de outras cargas de trabalho mistas. A estratégia convergente da Oracle também garante que os desenvolvedores se beneficiem de todas as funcionalidades principais do Oracle Database 21c (p. ex., transações ACID, consistência de leitura, varreduras paralelas e DML, backups online etc.) — liberando-os para se concentrarem no desenvolvimento de aplicativos sem precisarem se preocupar com a persistência dos dados. Novidades do Oracle Database 21c Essa mais recente versão do Oracle Database introduz uma série de novas funcionalidades e melhorias que estendem ainda mais os casos de uso de banco de dados, melhoram a produtividade dos desenvolvedores, analistas e cientistas de dados e aumentam o desempenho das consultas. A seguir temos um subconjunto das novidades do Oracle Database 21c.  Para uma análise mais abrangente, consulte o Guia de Novos Recursos ou o Aplicativo de Recursos e Licenciamento do Banco de Dados. Tabelas Blockchain O Blockchain, como tecnologia, muito prometeu em termos de resolver grande parte dos problemas associados à verificação de transações. Embora tenhamos tido avanços consideráveis na introdução dessa tecnologia em nossa organização, há também diversos problemas. O maior deles é, sem dúvida, a natureza complexa de criar aplicativos capazes de suportar um livro razão distribuído. O Oracle Database 21c resolve esse problema com a introdução das chamadas Tabelas Blockchain (Blockchain Tables). Essas tabelas funcionam como qualquer tabela heap normal, porém com várias diferenças importantes. A mais notável delas é que as linhas recebem criptografia hash conforme são inseridas na tabela, garantindo que nenhuma linha possa ser alterada posteriormente. Basicamente, isso cria uma tabela que só permite inserção, ou seja, os usuários não podem atualizar nem excluir linhas de uma Tabela Blockchain. Além disso, os usuários são impedidos de truncar dados, remover partições e eliminar tabelas Blockchain dentro de certos limites de tempo. Essas importantes funcionalidades significam que outros usuários podem confiar que os dados mantidos em uma Tabela Blockchain são um registro preciso dos eventos ocorridos. Tipo de dados JSON nativo A Oracle introduziu suporte ao formato JSON no Oracle Database 12c, armazenando dados JSON como VARCHAR2 ou LOB (CLOB ou BLOB). Isso permitiu aos desenvolvedores criar aplicativos com a flexibilidade de um modelo de design sem esquema e todo o poder do Oracle Database. Por exemplo, os usuários podem consultar documentos JSON usando SQL padrão, aproveitar as vantagens de análises avançadas, indexar atributos individuais ou documentos inteiros e processar bilhões de documentos JSON em paralelo. A Oracle também forneceu ferramentas para descobrir quais atributos compõem os documentos JSON e, assim, criar visualizações relacionais triviais sobre as coleções. Outra vantagem é que os desenvolvedores passaram a poder tratar o Oracle Database como se fosse um banco NoSQL, acessando ele via APIs SODA (Simple Object Data API) disponíveis para Java, Node.js, Python, C e REST. O Oracle Database 21c conta com suporte a JSON ainda mais aprimorado ao oferecer um tipo de dados nativo, o "JSON". Isso significa que, em vez de ter que analisar o JSON em operações de leitura ou atualização, a análise só acontece nas inserções, e o JSON é mantido em um formato binário interno que torna o acesso muito mais rápido. Isso pode resultar em operações de leitura e atualização 4 a 5 vezes mais rápidas, e atualizações de documentos JSON muito grandes 20 a 30 vezes mais rápidas. Esse novo tipo de dados não foi a única mudança introduzida para JSON no Oracle Database 21c. A Oracle também adicionou uma nova função JSON, a JSON_TRANSFORM, que torna muito mais simples atualizar e remover vários atributos de um documento em uma única operação. A Oracle também adicionou compatibilidade para o novo tipo de dados JSON aos drivers de integração e a utilitários, como Datapump e GoldenGate. Executando um JavaScript dentro de um Oracle Database O JavaScript é uma linguagem de script universal que, entre seus muitos usos, permite que os usuários interajam de forma mais rica com aplicativos Web e móveis. É uma das poucas linguagens executada em um navegador Web e pode ser usada para desenvolver código tanto para o lado cliente quanto para o lado servidor de aplicativos. Existe uma grande coleção de bibliotecas JavaScript disponíveis para a implementação de programas complexos, e o JavaScript funciona em conjunto com tecnologias de desenvolvimento populares, como JSON e REST. No Oracle Database 21c, os desenvolvedores agora podem executar trechos de código JavaScript dentro do banco de dados, onde os dados residem. Isso permite que eles executem pequenas tarefas computacionais facilmente expressas em JavaScript, sem precisar mover os dados para uma camada intermediária ou um navegador. O Multilingual Engine (MLE) do Oracle Database 21c faz o mapeamento automático entre os tipos de dados JavaScript e os tipos de dados do Oracle Database, para que os desenvolvedores não precisem lidar com conversão de tipos de dados. Além disso, o próprio código JavaScript pode executar PL/SQL e SQL por meio de um módulo JavaScript integrado. Tudo isso também permite que desenvolvedores APEX usem o JavaScript como linguagem de primeira classe em seus aplicativos APEX, sem precisar abrir mão do poder do PL/SQL e do SQL. Aqui está um exemplo de código que usa o pacote DBMS_MLE PL/SQL para executar código JavaScript: Macros SQL Não é incomum que uma instrução SQL cresça em complexidade à medida que o número de junções de tabelas aumenta ou que as operações realizadas sobre os dados recuperados se tornem mais envolvidas. Também não é incomum que os desenvolvedores tentem resolver esse problema usando procedimentos armazenados e funções de tabela para simplificar essas operações usadas com frequência. Isso funciona extremamente bem para simplificar o código, mas pode vir a sacrificar o desempenho, pois o SQL muda de contexto com o PL/SQL. No Oracle Database 21c, as macros SQL resolvem esse problema permitindo que expressões SQL e funções de tabela sejam substituídas por chamadas a procedimentos armazenados, que retornam uma string literal a ser inserida no SQL que queremos executar. É um conceito incrivelmente simples e com o qual os programadores de C e Rust estão familiarizados. O exemplo simples a seguir mostra isso em funcionamento. Primeiro, vamos criar uma tabela e inserir algumas linhas. O SQL a seguir calcula o imposto sobre o valor agregado (VAT) das linhas da tabela LINE_ITEMS No entanto, o Oracle Database 21c pode simplificar isso criando uma função com a nova palavra-chave SQL_MACRO e retornando uma string. Os desenvolvedores simplesmente fazem referência à macro SQL dentro de uma instrução Select. O SQL executado é exatamente o mesmo que a instrução SQL original, sem a sobrecarga de uma troca de contexto cada vez que a linha é buscada para executar essa função. É importante notar também que os desenvolvedores podem usar a mesma abordagem ao criar visões parametrizadas e tabelas polimórficas. Melhorias in-memory A análise de dados usando um modelo colunar pode resultar em grandes melhorias de desempenho, em comparação com o uso de modelos baseados em linhas. No entanto, a atualização de dados é significativamente mais rápida quando usamos dados em linhas. O Oracle Database in-Memory é exclusivo, pois permite que os usuários se beneficiem de ambas as abordagens. Com essa funcionalidade, os usuários podem executar seus aplicativos de forma inalterada, e o Oracle Database In-Memory manterá um repositório colunar com suporte a consultas analíticas em tempo real extremamente rápidas. O Blog do Oracle Database In-Memory é um recurso fantástico para você saber mais sobre essa poderosa tecnologia. O Oracle Database 21c introduz três grandes melhorias para aumentar o desempenho e a facilidade de uso do Oracle Database in-Memory: •    Junções vetoriais no banco de dados in-memory: Com o uso de seu framework SIMD de vetorização profunda recentemente aprimorado, o Oracle Database in-Memory é capaz de acelerar operações como junções hash de colunas mantidas no repositório colunar in-memory. No caso da junção hash, ela é dividida em operações menores que podem ser passadas para o processador de vetores. A tabela chave-valor usada é otimizada pelo SIMD e usada para fazer a correspondência com as linhas dos lados esquerdo e direito da junção. Essa abordagem pode resultar em melhorias de desempenho em junções de até 10 vezes em relação aos métodos tradicionais. •    Repositório colunar in-memory autogerenciável: Quando o Oracle Database in-Memory foi lançado pela primeira vez, os usuários tinham que declarar explicitamente quais colunas seriam preenchidas no repositório colunar in-memory. Isso dava aos usuários um alto grau de controle se a memória estivesse bem coesa. O Oracle Database 18c introduziu funcionalidades que inseriam automaticamente no repositório colunar os objetos que estavam sendo usados ativamente e removiam aqueles que não estavam. No entanto, os usuários ainda tinham que indicar os objetos a serem considerados. No Oracle Database 21c, definir o INMEMORY_AUTOMATIC_LEVEL como HIGH garante que todos os objetos sejam considerados — o que simplifica o trabalho de gerenciamento do repositório colunar in-memory. •    Varreduras colunares híbridas in-memory: Muitas vezes não é possível ter todas as colunas de todas as tabelas preenchidas no repositório colunar porque o tamanho da memória é limitado. Em muitos casos, isso não é um problema, mas de vez em quando os usuários podem encontrar uma consulta que precisa de dados (colunas) do repositório colunar e dados que só estão disponíveis no repositório de linhas. Em versões anteriores do Oracle Database In-Memory, essas consultas eram simplesmente executadas no repositório de linhas. No Oracle Database 21c, os usuários agora podem usar ambos os repositórios! O otimizador agora pode escolher fazer a varredura do repositório colunar in-memory e buscar os valores das colunas recuperadas no armazenamento de linhas, se necessário. Isso pode resultar em melhorias significativas de desempenho. Outras melhorias notáveis Consulte o Oracle Database 21c New Features Guide para obter uma lista completa (longa), mas aqui estão algumas das melhorias mais notáveis que serão do interesse de DBAs, desenvolvedores, analistas e cientistas de dados: •    Parâmetros init.ora baseados em expressão: Agora é possível basear os parâmetros do banco de dados (init.ora) em cálculos feitos na configuração do sistema, ou seja, definir o parâmetro CPU_COUNT do banco de dados com a metade do número de CPUs disponíveis para o sistema operacional. •    Mapas de zona automáticos: O Oracle Database 21c no Exadata agora pode criar mapas de zonas automaticamente com base nos predicados usados nas consultas. Antes, essa operação era manual e exigia que os usuários entendessem como os dados seriam acessados. Os mapas de zona automáticos podem reduzir drasticamente o número de blocos que precisam ser lidos. •    Algoritmos de machine learning (ML) em banco de dados incorporados no Oracle Database permitem que os cientistas de dados aproveitem a potência do Oracle Database para construir e executar modelos preditivos (usando mais de 30 algoritmos de ML) diretamente com os dados mantidos em tabelas do banco de dados (em oposição a extrair os dados para um sistema de arquivos ou um banco de dados especializado para análises "sandbox"). A abordagem da Oracle de levar os algoritmos de ML para a camada subjacente onde os dados residem minimiza a movimentação de dados, proporciona escalabilidade, preserva a segurança dos dados e acelera o processo de modelagem e implantação de análises preditivas. O Oracle Database 21c oferece suporte a algoritmos MSET-SPRT e XGBoost, bem como o otimizador Adam para redes neurais. •    AutoML: O Oracle Database 21c torna ainda mais simples para os cientistas e analistas de dados tirar proveito de modelos de machine learning em banco de dados fornecendo interfaces em Python para acesso ao banco de dados. Essa nova ferramenta cliente complementa as interfaces em R e SQL já disponíveis. O AutoML simplifica o desenvolvimento de modelos de machine learning preditivos automatizando a escolha do modelo, a seleção das features (atributos) a serem usadas e o ajuste dos parâmetros necessários para a criação de modelos com alta acurácia. •    Modelos de grafos otimizados: Os grafos podem conter milhões ou mesmo bilhões de vértices e arestas, ou seja, as otimizações de armazenamento que fizemos para as funcionalidades de grafos na versão do Oracle Database 21c podem resultar em grande economia de espaço e aumento do desempenho para seus modelos. •    Melhorias de particionamento (sharding): Para facilitar o desenvolvimento de aplicativos Java usando Oracle Sharding, introduzimos uma nova fonte de dados Java que facilita a obtenção de conexões sem precisar definir a chave de sharding ou gerenciar a chave de conexão explicitamente. Também tornamos o sharding mais tolerante a falhas com a procura automática de alternativas quando ocorre uma falha na partição que está sendo usada durante a execução. •    Suporte a memória persistente (PMEM): O Oracle Database 21c inclui suporte para sistemas de arquivos PMEM que podem oferecer melhorias significativas de latência e largura de banda, em comparação com os sistemas de arquivos tradicionais que usam SSDs ou discos giratórios. No entanto, os aplicativos que fazem uso desses arquivos precisam saber como gravar neles com segurança e a maneira mais eficiente de usá-los em conjunto com outros recursos do SO. O Oracle Database 21c fornece gravações atômicas, protegendo contra gravações parciais em caso de interrupções de energia não previstas. Ele oferece também operações de E/S rápidas usando uma cópia da memória. Além disso, ele usa o cache de buffer do banco de dados com eficiência, fazendo bypass e lendo diretamente do repositório PMEM. Versões de inovação e de longo prazo O Oracle Database 21c é uma versão de inovação, para que os clientes possam inovar mais rapidamente com funcionalidades novas e aprimoradas e alcançar benefícios em casos de uso e aplicativos de carga de trabalho. Os clientes devem estar cientes de que, ao contrário das versões de longo prazo, as versões de inovação têm uma janela de suporte limitada (normalmente cerca de 2 anos). Portanto, a fim de manter a continuidade dos negócios, os clientes que ainda usam versões anteriores (p. ex., 11gR2, 12cR1, 12cR2, 18c) são incentivados a atualizar para o Oracle Database 19c — a atual versão de longo prazo, com suporte até abril de 2027. Para obter as mais recentes informações sobre disponibilidade do Oracle Database 21c e janelas de suporte para todas as plataformas on-premises (incluindo Exadata) e na Oracle Cloud (incluindo Autonomous Database Services), consulte MyOracle Support (MOS) nota 742060.1. *Willie Hardie é Vice-Presidente de Gerenciamento de Produtos Oracle Database

Nova versão introduz uma série de funcionalidades e melhorias que estendem ainda mais os casos de uso de banco de dados, melhoram a produtividade dos desenvolvedores, analistas e cientistas de dados e...

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Sustentabilidade em 2025: Oracle renova seu compromisso com as metas ambientais

Para proteger a energia necessária para a operação contínua de seus data centers, a Oracle traçou um novo objetivo para potencializar a Oracle Cloud com 100% de energia renovável até 2025. Por Evelyn Neumayr e Elena Avesani* Em 2015, a Oracle definiu grandes metas para reduzir o número de emissões, resíduos e do consumo de energia e água em suas instalações no mundo todo, que representam mais de 25 milhões de metros quadrados em imóveis. Agora que 2020 chegou ao fim, os resultados desse trabalho estão disponíveis e a empresa está pronta para traçar novas metas de sustentabilidade para os próximos cinco anos. As metas da Oracle para 2020 focaram em quatro áreas principais: redução da emissão global de CO2, adoção de fontes de energia renováveis, desvio de resíduos de aterros sanitários e redução do consumo de água potável. (Veja as porcentagens específicas abaixo.) A Oracle alcançou, ou ultrapassou, essas três primeiras metas em 2019 e está no caminho certo para alcançar o objetivo de conservação de água até o final de 2020. Seguindo em frente, os objetivos da Oracle para 2025 incluem a redução de emissões absolutas em 26%, em comparação com uma linha de base de 2015, e a redução de emissões por unidade de energia consumida em 55%. -Leia mais: Dia do Voluntário: profissionais da Oracle doam mais de 9 mil horas de voluntariado em 2020 na América Latina A empresa já está progredindo, como mostra a redução de emissões totais em 20,5% e a intensidade de emissões de energia em 42,3% (em comparação com a previsão inicial da Oracle em 2015). Essas metas seguem as diretrizes da iniciativa Science Based Targets (SBTi), que definem os níveis de emissões conforme o Acordo de Paris a respeito das mudanças climáticas. A Oracle está no caminho certo para reduzir as emissões de acordo com o cenário de aquecimento inicial de dois graus do Acordo de Paris, mas também está alinhada com o cenário mais recente e revisado de um grau e meio. Além disso, a Oracle definiu metas para reduzir seu consumo de água potável por metro quadrado e de resíduos em aterros por metro quadrado em 33% até 2025 (em comparação com uma linha de base de 2015). “Estamos orgulhosos do sucesso que já alcançamos com a prática de negócio sustentável”, afirma Jon Chorley, Diretor de Sustentabilidade da Oracle. “Mas na Oracle, quando atingimos uma meta, traçamos outra ainda mais desafiadora. As novas metas da Oracle para 2025 refletem nosso compromisso com a sustentabilidade e refletem a busca do gerenciamento sênior por uma melhoria contínua nessa nossa área de negócios.” Potencialização da Oracle Cloud A Oracle Cloud terá um papel importante nas melhorias contínuas de sustentabilidade da empresa. Para proteger a energia necessária para a operação contínua de seus data centers, a Oracle traçou um novo objetivo para potencializar a Oracle Cloud com 100% de energia renovável até 2025. Atualmente, os data centers da Oracle de todo o mundo adquirem 59% de sua energia de fontes renováveis e alcançaram uma eficácia no uso de energia (PUE) de 1,15 (uma PUE ideal é de 1,0) graças às altas taxas de utilização, ao gerenciamento de energia de última geração e às tecnologias de resfriamento. Os data centers europeus da Oracle em Londres, Amsterdã, Frankfurt e Zurique já dispõem de 100% de energia renovável certificada. A Oracle aplicará o que aprendeu nesses mercados em seus data centers em outras partes do mundo. Otimização da cadeia de suprimentos Para alcançar o objetivo de criar uma cadeia de suprimentos mais “circular”, a Oracle continua investindo no programa Oracle Design for the Environment (DfE). Lançada em 2017, esta iniciativa aplica recursos de logística reversa para recuperar, reutilizar e refabricar hardware desativados pelos clientes e os que se encontram em data centers em nuvem da Oracle. No ano fiscal de 2020, a Oracle recolheu 2,5 milhões de quilos de ativos de hardware desativados, dos quais 99,6% foram reutilizados ou reciclados. Além desse esforço para fazer a recuperação, os designers de hardware da Oracle trabalham seguindo uma série de diretrizes para avaliar várias características dos produtos, que englobam eficiência energética, desmaterialização, capacidade de manutenção e reciclagem. Em 2019, a Oracle aumentou em quinze vezes o número de plástico reciclado que a empresa usa para partes de servidor e alcançou a certificação Energy Star para as séries X7-2L e X8-2L de sistemas projetados. A Oracle também adaptou os paletes de transporte de hardware para permitir que o dobro do volume de racks seja enviado em um contêiner, reduzindo as emissões relacionadas a transporte pela metade. A empresa também reduziu o peso dos materiais de embalagem e readaptou suas soluções de embalagem para serem reutilizadas a fim de reduzir o consumo de resíduos de embalagens e recursos naturais. A Oracle definiu as metas para 2025 para garantir que 100% de seus principais fornecedores, tanto de manufatura direta quanto de compra indireta, tenham programas ambientais em vigor, e que pelo menos 80% desses fornecedores estabeleçam metas de redução de emissões até 2025. Pela primeira vez, a Oracle traçou uma meta específica para reduzir as emissões decorrentes de viagens aéreas de funcionários, em 25% até 2025, em comparação com uma linha de base de 2019. Para ler mais sobre o desempenho ambiental da Oracle, consulte a planilha da Cidadania Corporativa da Oracle. *Elena Avesani é gerente global de sustentabilidade da Oracle e Evelyn Neumayr é diretora sênior global de sustentabilidade da Oracle

Para proteger a energia necessária para a operação contínua de seus data centers, a Oracle traçou um novo objetivo para potencializar a Oracle Cloud com 100% de energia renovável até 2025. Por Evelyn...

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Crise da COVID leva bibliotecas a criarem novas formas de servir suas comunidades

Veja como as bibliotecas de Los Angeles e Somerset County, New Jersey, nos EUA, usaram engenhosidade e a tecnologia para reabrir para os negócios durante a pandemia. Por Sasha Banks-Louie* A COVID-19 forçou muitas bibliotecas públicas nos EUA a fechar suas portas, ainda que a demanda por livros e serviços de bibliotecas digitais crescia. No entanto, esta instituição norte-americana de 289 anos encontrou formas criativas de servir as suas comunidades em meio a muitos novos regulamentos de saúde e segurança. "Quando a pandemia chegou, os nossos usuários entraram em pânico. Estávamos aterrorizados. Minha equipe não tinha precedente para operar em uma crise global de saúde", diz Tina Princenthal, bibliotecária sênior no departamento de InfoNow para a Los Angeles Public Library (LAPL). Com uma biblioteca central e 73 filiais, a Los Angeles Public Library (LAPL) atende mais de 4 milhões de pessoas. -Leia mais: Tecnologia da Oracle no centro da distribuição de vacinas e tratamentos para COVID-19 Antes da biblioteca fechar, em março, os seis bibliotecários de Princenthal passaram os seus dias de trabalho na Los Angeles Public Library (LAPL) respondendo a perguntas no telefone sobre tópicos que vão desde títulos de livros a horários de aulas de ioga a políticas de aluguel de computadores. Mas durante o período fechado induzido pela pandemia da Los Angeles Public Library (LAPL), os funcionários da Princenthal, agora trabalhando remotamente, começaram a responder a um número crescente de e-mails dos usuários que perguntavam como devolver seus livros. "No início, não tínhamos ideia de como as pessoas poderiam devolver seus livros", admite Princenthal. A Los Angeles Public Library (LAPL) logo transferiu muitos de seus serviços para a internet. Embora os usuários não pudessem retirar ou devolver os livros físicos até que a Los Angeles Public Library (LAPL) criasse um novo processo vários meses depois, "agora podíamos de dizer aos usuários como obter ebooks, registrar os seus filhos para o tempo de história virtual, e como continuar a usar a biblioteca sem sentir como se o mundo estivesse se desmoronando", diz Princenthal. Poucas bibliotecas públicas dos EUA, se alguma, estavam preparadas para operar durante uma pandemia global. Eis como dois sistemas bibliotecários - Los Angeles Public Library e Somerset County Somerset County Library System of New Jersey Responderam imediatamente aos novos regulamentos de saúde e segurança, criaram novas formas de servir os seus usuários e funcionários durante o período fechado e tomaram decisões tecnológicas, incluindo a execução de sistemas de biblioteca integrados na plataforma Integrated Library System da The Library Corporation (TLC) e na Oracle Cloud. Lynn Hoffman, da filial de Bridgewater da Somerset County Library System of New Jersey Sem dormir até Somerset Cerca de 4.345 km a nordeste de Los Angeles, o Somerset County Library System of New Jersey também estava transferindo suas operações e coleções para a internet em março. Após ficar fechado por uma semana, "tive cerca de três dias para ter um novo programa de serviço de referência digital funcionando", diz Catherine DeBerry, gerente da filial de Bound Brook. Com 60 horas semanais para servir cerca de 190.000 usuários em 15 municípios em 10 filiais, um dos maiores desafios da DeBerry foi de rapidamente treinar e equipar 50 funcionários para fornecer serviços de referência e informação de casa. "Um dos nossos principais objetivos era fornecer um serviço imediato, compassivo e completo aos nossos usuários", diz DeBerry. "Sabíamos que muitos residentes tinham medo e, em alguns casos, a biblioteca era a sua única ligação ao mundo exterior.” Ajudando a equipe Somerset a preservar essa ligação e facilitando a transição para o trabalho remoto estava o CARL•Connect  Integrated Library System (ILS) da The Library Corporation (TLC), que é executado na Oracle Cloud Infrastructure. “Não temos muita experiência em rede interna, por isso, o fato de podermos executar nossa Integrated Library System (ILS) como um serviço em nuvem e tornar a atualização de software e servidores de provisionamento um problema de outra pessoa foi realmente importante para nós", diz Lynn Hoffman, diretora de operações (foto acima). Enquanto os funcionários de New Jersey já estavam utilizando o CARL•Connect para gerir contas de usuários, emitir e renovar cartões de biblioteca, e dar entrada em materiais antes da pandemia: "Quando a situação mudou e tivemos que trabalhar de casa, o fato de que todos puderam acessar remotamente o CARL•Connect salvou nossas vidas", ela afirma. Biblioteca para viagem Tanto a Los Angeles Public Library como a Somerset County Library System of New Jersey tinham aberto várias das suas filiais para servirem como hubs de "Hands-Free Holds" e "Library-to-Go", oferecendo novas formas sem contato para seus usuários cadastrados a retirar e devolver livros. Usando os sites das bibliotecas, os usuários podem acessar esse novo serviço para procurar títulos, reservar livros e agendar retiradas presenciais nos hubs. “Não tínhamos ideia se este programa iria ou não funcionar", recorda Erika Thibault, gestora da área ocidental e coordenadora da Library-to-Go da Los Angeles Public Library (LAPL). Embora a adoção tenha sido imediata, "tivemos de afunilar os usuários de 73 bibliotecas físicas para apenas uma dúzia de hubs", diz Thibault. "Foi realmente impressionante gerir tanta procura, quando ainda estávamos tentando descobrir como fornecer este serviço e como fazê-lo em segurança." Cathy DeBerry na filial de Bound Brook, uma das 10 filiais da Somerset County Library System of New Jersey Usando uma interface web ou móvel para a plataforma Integrated Library System (ILS) da The Library Corporation (TLC), os usuários podem pesquisar o catálogo online de um hub, reservar itens que desejam e marcar datas para pegar esses itens. Como os catálogos on-line de Los Angeles e Somerset County são executados na Oracle Cloud Infrastructure, essas solicitações nunca usam suas redes internas, consomem sua banda larga ou atingem o limite de sua capacidade. Para ajudar os usuários a retirarem seus livros em 10 minutos e dar tempo à equipe para juntar os livros e colocá-los nas mesas Hands-Free Holds do lado de fora da biblioteca, A Somerset precisava de um conjunto separado de instruções para cada uma de suas 10 filiais. "Não queríamos enviar usuários para a biblioteca de Hillsborough, quando seus livros estavam esperando por eles na filial de Bound Brook", diz Hoffman. Para criar esse novo conjunto de instruções e integrá-las no sistema de notificação de reserva do CARL•Connect, Hoffman recorreu à The Library Corporation (TLC) para ajuda. "Eles fizeram isso para nós em uma semana", diz ela. Tais procedimentos de coleta também exigiam que as bibliotecas seguissem as diretrizes de saúde e segurança. "Nossa principal prioridade é tornar esse processo seguro para os nossos usuários e seguro para a nossa equipe", diz Roman Antonio, gerente de filiais da Los Angeles Public Library (LAPL) de Panorama City. Quando os usuários devolvem os seus itens na caixa de depósito da filial, "isolamos todos os livros durante 72 horas antes de os limpá-los, digitalizá-los e colocá-los novamente nas prateleiras.” Biblioteca em casa Para facilitar o acesso dos usuários aos novos serviços de bibliotecas digitais a partir das suas casas, também exigiu que os sistemas de bibliotecários de Los Angeles e Somerset County redesenhassem os seus websites. “Alteramos todo o nosso website para concentrarmos mais em como os usuários podem obter cartões da biblioteca digitais, registarem-se em aulas online e baixarem vídeos de streaming", afirma Catherine Royalty, gerente responsável pelos serviços de coleta da Los Angeles Public Library (LAPL). "Antes da pandemia, nosso site era usado principalmente para promover eventos presenciais e nossa coleção física." Até o final de março, a equipe da Royalty havia deixado de comprar materiais físicos completamente e realocado o restante orçamento da Los Angeles Public Library (LAPL) para o aumento de suas coleções digitais. Em julho, a biblioteca acumulou mais de 5 milhões de downloads de sua coleção de mídia digital recém-adquirida. Mas satisfazer esta procura revelou-se difícil, uma vez que a crise da saúde global partilhou subitamente o centro das atenções com um movimento nacional para a igualdade racial. "Tantas pessoas estavam lendo sobre justiça social e Black Lives Matter", diz Royalty. Com a procura pela sua coleção de livros eletrônicos, como o White Fragility  e How to Be an Antiracist, aumentando a até 10,000 pedidos por mês, "corremos com os nossos fornecedores de mídia digital para garantir múltiplas licenças e fornecer acesso simultâneo a esses títulos.” Configurando um fluxo de trabalho digital A pandemia forçou muitas mudanças nas regras da biblioteca, o que por sua vez exigiu alterações no sistema da Integrated Library System (ILS). As bibliotecas pararam de cobrar multas quando não podiam aceitar devoluções de livros. Tanto em Los Angeles como em Somerset County, os cartões de biblioteca eletrônicos criados originalmente para os usuários acessarem coleções digitais foram alterados para permitir a reserva de coleções físicas nos Hands-Free Holds e nos Library-To-Go hubs. E como cada um desses hubs mantiveram horários diferentes, os administradores das bibliotecas tiveram que construir uma matriz que mostrasse com precisão os horários de retirada. "Cada mudança de parâmetro que fizemos teve um efeito em cascata, levando a mudanças em outros serviços de biblioteca", diz Matthew Mattson, gerente de projetos web e um administrador de 23 anos da plataforma CARL•X da The Library Corporation (TLC). Uma mulher devolve seus livros emprestados ao Panorama City Library-To-Go hub do Los Angeles Public Library System. Mattson diz que o sistema CARL•X, que foi construído pela TLC usando a Oracle Database, e agora gerenciado na Oracle Cloud lnfrastructure, deixa tudo muito mais fácil para atualizar catálogos, alterar horários de retirada e devolução, emitir ordens de compra e executar relatórios do que quando a plataforma funcionava localmente no data center on-premises da Los Angeles Public Library (LAPL). "O fato do CARL•X executar na nuvem significa que podemos fazer alterações ao sistema e dar acesso imediato ao pessoal remoto, mesmo durante os de quatro meses fechados, quando ninguém foi autorizado a entrar no edifício", diz Mattson. A Oracle Cloud também facilita a configuração de regras para diferentes grupos de usuários, como fornecedores aprovados que fornecem materiais de biblioteca. "Nos dias antigos, pedíamos 200 cópias de um livro, o fornecedor enviaria todas para a biblioteca central e, em seguida, a central teria que atualizar manualmente o CARL•X, especificando quantas cópias precisavam ser enviadas para cada filial", diz Mattson. Com o CARL•X sendo executado na Oracle Cloud, a Los Angeles Public Library (LAPL) simplesmente especifica as alocações das filiais no formulário de pedido e então, os fornecedores aprovados podem entrar no sistema e criar suas programações de entrega. "Não temos de criar uma VPN e encaminhá-la para a nossa rede", afirma. "Tudo o que fazemos agora é fornecer uma lista de endereços de IP aprovados, adicionar instruções sobre as alocações de filiais ao pedido e, em seguida, os livros aparecem em suas filiais designadas, prontos para circulação.” À medida que as bibliotecas públicas como Somerset e Los Angeles oferecem mais conteúdo digital, a The Library Corporation (TLC) oferece serviços cada vez mais baseados na nuvem para ajudá-los no gerenciamento. "A Oracle Call Interface (OCI) traz tantos benefícios aos nossos desenvolvedores e funcionários, bem como aos nossos clientes e seus usuários, que apreciam a potência e a escalabilidade que a Oracle Call Interface (OCI) oferece", diz John Burns, diretor operacional da The Library Corporation (TLC). *Sasha Banks-Louie é jornalista de marca na Oracle, cobrindo infraestrutura de nuvem, startups e instituições de pesquisa

Veja como as bibliotecas de Los Angeles e Somerset County, New Jersey, nos EUA, usaram engenhosidade e a tecnologia para reabrir para os negócios durante a pandemia. Por Sasha Banks-Louie* A COVID-19...

Transformação nos Negócios

Quatro grandes mudanças que você deve fazer agora para retomar o crescimento

Mesmo com uma possível vacina surgindo, é provável que as consequências econômicas da COVID-19 durem mais um ano ou até mais. O que sua empresa deve fazer a fim de preparar-se para a recuperação? Por Dee Houchen e Jennifer Toomey * Pode parecer contraintuitivo, mas este não é o momento de recuar nos investimentos em inovação, M&A, melhorias de produtividade ou gerenciamento de riscos. A McKinsey & Company analisou as organizações que tiveram o melhor desempenho durante e após a última recessão global em 2008. Descobriu-se que as empresas que investiram em M&A e em inovação saíram muito melhor da recessão do que seus concorrentes. "Em resumo, seu contexto de negócios é e continuará incerto", declarou a McKinsey & Co. "Mas, se você fizer mudanças agora, poderá navegar pelas ondas da incerteza, em vez de ser dominado por elas." Grandes mudanças para seguir em frente À medida que as empresas se preparam para retomar o crescimento, elas passam a considerar processos de M&A, alienações, novos modelos de negócios e muito mais. Grandes mudanças como essas exigem precisão. Você deseja encontrar as melhores oportunidades de M&A pelo melhor preço, modelar o impacto das alienações e avaliar a possibilidade de sucesso de novos modelos de negócios. Leia mais: Oracle ajuda equipes financeiras a desenvolver resiliência e retomar o crescimento Grandes mudanças também exigem sucesso no controle delas. É necessário integrar novas empresas, novos sistemas e novos funcionários rapidamente, criar divisões e aproveitar novos modelos de negócios antes que seus concorrentes façam isso, tudo sem comprometer a segurança de seus dados ou a conformidade. Aqui estão quatro "grandes mudanças" que podem posicioná-lo para aproveitar a recuperação e o crescimento. 1. Adote a inovação do modelo de negócios Em uma pesquisa realizada com mais de 1.000 entrevistados durante uma recente série de webcasts do AICPA e do CIMA, 46% afirmaram que estavam concentrados em novos modelos de negócios a fim de preparar suas empresas e garantir vantagem competitiva. As rápidas mudanças no comportamento dos clientes durante a pandemia da COVID-19 deixaram claro que as organizações devem inovar para sobreviver, competir e voltar a estimular o crescimento. Vimos empresas lançarem novos produtos e serviços praticamente de um dia para o outro: as farmácias estão oferecendo vacinas, as universidades estão mudando para a educação on-line e os restaurantes migraram do serviço de atendimento no local para o serviço de entrega em casa. Sandra Clarke, CFO da Blue Shield California, recomenda que os líderes da área financeira não adiem inovações durante uma crise. "As necessidades são urgentes", afirmou Clarke. "As soluções tecnológicas servirão como um catalisador para impulsionar inovações que podem mudar drasticamente a situação para resultados mais positivos para as organizações e seus clientes." Quando a Broadcom adquiriu a Brocade Communications para diversificar e ir além de seu segmento principal de semicondutores, ela adicionou uma categoria de produtos totalmente nova a seu portfólio e aumentou a complexidade desse portfólio. Isso também envolveu o controle de novos modelos de receita, como os serviços de assinatura que a Brocade oferecia aos clientes. Para lidar com os novos desafios, a Broadcom moveu seus sistemas de gerenciamento de ciclo de vida de produto (PLM) e de gerenciamento de receita para a Oracle Cloud. Há muitos desafios quando o assunto é liderar com inovação, mas a disponibilidade simplificada de aplicativos em nuvem certamente poderá ajudar. 2. Use processos de M&A e alienações para apoiar sua base   Uma crise econômica é uma oportunidade de adquirir empresas por valores abaixo do mercado ou alienar divisões com desempenho abaixo do esperado. Portanto, não é nenhuma surpresa que o segundo semestre de 2020 tenha sido o mais movimentado em décadas no que se refere a fusões e aquisições. De acordo com a Reuters, só no terceiro trimestre, foi realizado mais de US$ 1 trilhão em transações de M&A em todo o mundo. No entanto, na correria de comprar e vender, a área financeira deve agir com precisão. É necessário identificar as melhores oportunidades de M&A, criar novas divisões, modelar o impacto das alienações e integrar novas empresas, novos sistemas e novos funcionários. Uma pergunta importantíssima (e muitas vezes negligenciada) que você precisa fazer é: "Como podemos assimilar novos dados e processos para ter uma única fonte confiável de verdade financeira?".   A Western Digital enfrentou esse desafio quando fundiu três empresas listadas na Fortune 500, a West Digital, a SanDisk e a HGST, juntamente com seus três sistemas de ERP on-premises. Ao analisar as três empresas, foram encontrados centros de custo duplicados, três departamentos de TI, três departamentos de RH e mais de 2.000 aplicativos de software. Oitenta sistemas eram usados somente para processar a folha de pagamento. Em vez de tentar mover todos esses dados e processos para um único sistema de ERP on-premises, a Western Digital decidiu reformular seus negócios, implementando o Oracle Fusion Cloud ERP após a fusão. "Conseguimos unificar em um plano de contas padrão que passou de algumas milhares de contas para cerca de mil", afirmou Bill Roy, diretor sênior da empresa. "Conseguimos reduzir de mais de 15.000 centros de custo para 3.000." Agora que a Western Digital está ativa na nuvem com um único CoA, será mais fácil concluir quaisquer aquisições futuras. 3. Acelere um fechamento automatizado Se grandes mudanças exigem precisão, então, é melhor que você consiga obter números precisos e confiáveis o mais rápido possível. Um fechamento automatizado pode ajudá-lo a disponibilizar rapidamente as informações para os tomadores de decisões e a obter progressos para que a empresa seja mais orientada a dados. Aplicativos em nuvem com machine learning e automação inteligente de processos podem ajudá-lo a fazer o fechamento contábil mais rapidamente e são flexíveis o suficiente para acomodar facilmente as mudanças. Aqui na Oracle, um dos nossos objetivos mais audaciosos é fazer o fechamento contábil em um dia. Graças às atualizações regulares que nossa equipe de desenvolvimento implementa no Oracle Cloud ERP e no EPM, estamos nos aproximando dessa meta a cada trimestre. Mais recentemente, nossa equipe da área financeira reduziu 20% do tempo necessário para o fechamento trimestral, tudo no meio da pandemia, com todos trabalhando em casa. Atualmente, conseguimos: Conciliar automaticamente 92% das transações bancárias globais Conciliar saldos entre as empresas para, aproximadamente, 400 entidades globalmente em 1,5 hora por mês Reduzir as alocações de despesas em 98% Concluir a contabilidade de pedidos de compra em aberto, acumulados globalmente em 3 horas Reduzir a contabilidade manual em 35% com diários de vários livros-razão e em várias moedas Nosso objetivo final: um processo automatizado em que há um equilíbrio contínuo dos livros contábeis. "Queremos alcançar atualizações instantâneas nas contas e nos dados financeiros para garantir relatórios imediatos", declararam Paul Doyle e Anna Clare, executivos seniores da área financeira na Oracle, em um artigo recente. "Trimestralmente, aceleramos significativamente o processo de fechamento, ajudando nossos líderes a reagir rapidamente às mudanças das condições econômicas e dos negócios e dando à nossa equipe da área financeira mais tempo para concentrar-se em atividades estratégicas." 4. Crie uma cultura inteligente quanto aos riscos Adicionar novas empresas, novas subsidiárias e novos modelos de negócios pode ser uma oportunidade para centralizar e automatizar a segurança e a auditoria. Os líderes da área financeira precisam ter uma cultura consciente dos riscos desde o primeiro dia para proteger o ERP essencial e outros dados confidenciais. Isso significa gerenciar os riscos no início de uma implementação de ERP em nuvem, e não depois, e incorporar a redução de riscos ao software financeiro. Ao fazer grandes mudanças, os CFOs devem fazer três perguntas para si mesmos: Como gerenciarei meus usuários e o acesso deles a informações confidenciais? Como farei o monitoramento das transações desses usuários? Como farei a auditoria de meu sistema de ERP? Cada vez mais, o machine learning e a AI estão sendo usados para automatizar o gerenciamento de riscos dentro dos sistemas de ERP, ajudando as empresas a: Eliminar a separação de tarefas (SoD) manual e baseada em regras – o meio pelo qual nenhuma pessoa tem controle exclusivo sobre uma transação Substituir as ferramentas de segurança, risco e auditoria desconectadas e engessadas Automatizar o monitoramento avançado de segurança e transações para fortalecer os controles financeiros Simplificar os fluxos de trabalho de auditoria A Skechers conseguiu transformar a auditoria interna e a conformidade na nuvem, apoiando o rápido crescimento da empresa de calçados. Apesar da expansão global e de mais de 60 unidades de negócios, a Skechers aumentou a receita de US$ 810 milhões para US$ 4,5 bilhões e adicionou somente duas pessoas à equipe de auditoria. Ashwat Panchal, vice-presidente de auditoria interna da Skechers, disse que a automação e o machine learning disponíveis no Oracle Cloud Risk Management ajudaram a equipe a escalar sua capacidade exponencialmente. "Podemos fazer muito mais com menos pessoas", disse Panchal. " nossa abordagem padronizada e a solução de gestão de riscos em nuvem, precisaríamos ter entre 40 e 50 pessoas viajando pelo mundo o tempo todo." O papel da área financeira em uma economia pós-COVID Os CFOs e suas equipes já estavam sob pressão para criar organizações financeiras digitais que pudessem reagir ao ritmo da mudança e liderar diante das incertezas. Agora, à medida que ocorrem avanços em direção a uma economia pós-COVID, eles trabalham em parceria com os líderes em toda a empresa para reformular suas organizações, manter a resiliência e criar um caminho a seguir. Mudanças grandes e inovadoras irão ajudá-los a sair na frente da concorrência. Em um webcast recente, a McKinsey & Company disse ao público: "Este é um momento para arquivar qualquer tipo de pensamento incremental e buscar planos de transformação que possam aumentar a receita ou reduzir os custos, não em 5 a 10%, mas em 30 a 40%." "Este é o momento de realmente acelerar", acrescentou a CEO da Oracle, Safra Catz. "As pessoas sempre acham que acelerar é algo muito arriscado. Arriscado é ir devagar." Está considerando fazer uma grande mudança? Veja aqui por onde começar. * Dee Houchen é diretora de Marketing para Finanças e Jennifer Toomey é head de EPM Product Marketing na Oracle.

Mesmo com uma possível vacina surgindo, é provável que as consequências econômicas da COVID-19 durem mais um ano ou até mais. O que sua empresa deve fazer a fim de preparar-se para a recuperação? Por...

Histórias de Sucesso

Esfera, do Santander, promove transformação com adoção da Oracle Cloud

Empresa de fidelidade vem passando por importante transformação tecnológica, com a adoção de uma arquitetura com a Oracle Cloud Infrastructure. Criada em 2012 com foco em oferecer descontos e experiências exclusivas aos clientes do Banco Santander, a Esfera realizou uma transformação completa da experiência do seu marketplace em 2019, quando tornou-se uma empresa do Grupo Santander. Com uma média de cerca de 150 mil trocas mensais realizadas pelos seus clientes, a empresa de fidelidade vem passando por uma importante transformação em termos de tecnologia, com a adoção de uma arquitetura tecnológica com a Oracle Cloud Infrastructure (OCI) e soluções SaaS como o Oracle Commerce Cloud (OCC). -Leia mais: SERPROS reduz custos em 90% com nuvem da Oracle “Para a gente atuar em cloud, a gente precisava de um ambiente que tivesse um marketplace de soluções, que realmente tivesse atualização tecnológica, que optasse pelas melhores práticas no seu desenvolvimento, na sua construção”, explica Luciano Floresta, Head de TI da Esfera, sobre a escolha da empresa pelas soluções da Oracle. Assista ao vídeo abaixo para saber mais sobre essa parceria de sucesso entre Oracle e Esfera.

Empresa de fidelidade vem passando por importante transformação tecnológica, com a adoção de uma arquitetura com a Oracle Cloud Infrastructure. Criada em 2012 com foco em oferecer descontos e...

Transformação nos Negócios

Prevendo o impacto da mudança repentina na demanda

Programas modernos de previsão de demanda, como  Oracle Fusion Cloud Supply Chain Planning, auxiliam a prever mudanças futuras por meio de machine learning e análise de histórico e padrões. Por Tom McDonough * A ascensão do vírus da COVID-19 em 2020, bem como eventos cada vez mais regulares considerados "cisnes negros" que podem ocorrer devido a condições climáticas ou geopolíticas, tornam cada vez mais importante que os planejadores de demanda desenvolvam respostas ágeis e resilientes para ajustar as previsões ao novo normal. Em conversas com clientes durante os seis primeiros meses de disseminação da pandemia, ouvimos relatos de uma demanda independente flutuando sem nenhum controle.  Muitas organizações observaram uma pausa ou queda inicial na demanda em março de 2020, enquanto os clientes tentavam entender o impacto do vírus em suas vidas e negócios. Na sequência, em alguns casos, houve aumentos significativos de demanda que levaram à falta de estoque no varejo (veja o webinar da BISSELL com a Oracle de julho de 2020).  Leia mais: 6 oportunidades de eliminar o desperdício em projetos da cadeia de suprimentos Muitas organizações gerenciam um portfólio diversificado de produtos e canais de vendas e, embora a demanda tenha aumentado para algumas linhas de produtos, para outras a demanda caiu para uma porcentagem muito pequena da expectativa de vendas. Um analista do setor nos relatou o caso de uma grande fabricante de doces que observou um grande e súbito aumento das vendas de varejo nos supermercados e, ao mesmo tempo, as vendas nos cinemas, canal responsável por 30% das vendas, caírem para zero. Previsões mais precisas permitem que os planejadores reduzam a variabilidade de ponta a ponta e otimizem a eficiência do inventário e da produção. No entanto, a pergunta que muitos planejadores têm em mente é: "como podemos nos adaptar a eventos como a pandemia de COVID-19 e manter a relevância das previsões?”. Uma abordagem é desenvolver modelos que incluam as influências e os fatores causais à medida em que crescem os insights sobre esses fatores. Programas modernos de previsão de demanda, como o Oracle Fusion Cloud Supply Chain Planning, geralmente usam algoritmos de machine learning para prever demandas futuras com base no histórico de demanda e em padrões especificados, como sazonalidade, férias e mudanças de preços. Além disso, o mecanismo de análise leva em consideração tendências e níveis de longo prazo, como aumentos ou reduções da demanda ao longo do tempo. O recente choque de demanda devido à pandemia de COVID-19 não se encaixa nos padrões predefinidos, mas os algoritmos de machine learning do Oracle Fusion Cloud Demand Management podem ser guiados para capturar esses novos impactos com ajustes adicionais e fatores causais. O Oracle Cloud Demand Management facilita a abordagem de adaptação das previsões ao: Habilitar que novos fatores causais sejam definidos com a ampliação da busca de modelos de machine learning por novos padrões. Habilitar a decomposição causal que fornece insights sobre as informações de causa/efeito e visualização dos impactos. Permitir que os clientes identifiquem os itens impactados pelo choque de demanda. Fornecer um novo recurso de validação cruzada que constrói modelos mais robustos e, dessa forma, melhora a qualidade geral dos resultados quando vários fatores causais são usados. Os clientes da Oracle Cloud podem aproveitar o white paper (em inglês) "Previsão do impacto da mudança repentina na demanda" para começar. O white paper, em conjunto com uma variedade de outras informações, como fóruns de discussão de usuários, roadmaps de produtos, eventos e recursos de aprendizagem, estão disponíveis para os clientes Oracle Cloud através do Portal Customer Connect (requer registro e credenciais de login). O artigo fornece instruções passo a passo e modificações de configuração recomendadas para capturar mudanças repentinas de demanda nas previsões. O serviço de previsão de demanda usa um algoritmo de machine learning supervisionado que pode identificar determinados padrões para realizar a previsão. São fornecidos arquivos de suporte que já contêm as medidas e os exemplos de dados de como preencher os valores de choque de demanda e, embora você precise modificar os arquivos de acordo com o seu sistema de origem, o white paper fornece o nível de detalhe necessário para iniciar a modelagem. * Tom McDonough é diretor de Product Marketing para Oracle Supply Chain Planning.

Programas modernos de previsão de demanda, como  Oracle Fusion Cloud Supply Chain Planning, auxiliam a prever mudanças futuras por meio de machine learning e análise de histórico e padrões. Por Tom...

Comunidades

Tecnologia da Oracle no centro da distribuição de vacinas e tratamentos para COVID-19

O sistema de Gestão da Saúde da Oracle evoluiu para apoiar todas as fases da pandemia, para que agências dos EUA possam coletar os dados do mundo real de que necessitam para tomar decisões informadas. Por Margaret Lindquist* À medida que as empresas farmacêuticas preparam suas, há muito aguardadas, distribuições de vacinas e tratamentos para a COVID-19, a Oracle está desempenhando um papel crítico na ajuda às entidades governamentais dos Estados Unidos, incluindo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a gerir um processo de distribuição eficiente. Esse processo inclui levar infusões de anticorpos monoclonais para pacientes que testaram positivo para o coronavírus permitindo que os receptores de vacinas relatem quaisquer efeitos adversos. No centro desse esforço está o National Electronic Health Records (EHR) Database da Oracle e o Oracle Public Health Management System, construído do zero desde o início de abril de 2020 por uma equipe global que trabalhou 24 horas diárias. Além da triagem eletrônica de mais de 530.000 voluntários para ensaios clínicos da COVID-19, o sistema tem sido usado para coletar mais de 5,6 milhões de atualizações diárias de saúde de pacientes e de prestadores de serviços de saúde. -Leia mais: Como três níveis governamentais responderam à COVID-19 com tecnologia em nuvem Esses dados, que incluem detalhes anônimos sobre a progressão dos sintomas, têm sido usados em vários estudos de pesquisa, como a mundial Parceria de Pesquisa Comunitária para COVID - 19 com Wake Forest Baptist Health e Atrium Health, patrocinada pela CDC. Os sistemas da Oracle agora serão usados para permitir que todas as pessoas vacinadas relatem facilmente os efeitos colaterais, como febre ou dor no local da aplicação da injeção, de um computador, smartphone ou tablet. Os profissionais de saúde poderão não apenas compreender como as pessoas estão respondendo às várias vacinas, mas também contatar o paciente no caso raro de terem uma reação adversa grave. As autoridades de saúde pública terão uma visão em tempo real de quantas pessoas foram vacinadas em todo o país. O sistema de Gestão da Saúde da Oracle evoluiu para apoiar todas as fases da pandemia, para que agências dos EUA como a Saúde e os Serviços Humanos e o CDC possam coletar os dados do mundo real de que necessitam para tomar decisões informadas. "Em cada etapa, tornamos possível para cada e qualquer pessoa fornecer dados que ajudarão na luta contra a COVID-19", diz Katherine Vandebelt, vice-presidente global da Oracle de inovação clínica. Como um relâmpago Construído com a plataforma de desenvolvimento Oracle Application Express (APEX) a Oracle Cloud Infrastructure e a Oracle Analytics Cloud, o Oracle Public Health Management System foi projetado para a dimensão de populações de nações inteiras, enquanto as vacinas para COVID-19 tornam-se amplamente disponíveis. Como o sistema foi criado na Oracle Cloud, altos níveis de segurança já foram incorporados. "Todos os dados que obtemos são 100% criptografados de ponta a ponta", diz Scott Spendolini, diretor de desenvolvimento de software da Oracle. "Tomámos precauções extraordinárias para garantir que tudo o que coletamos é o mais seguro possível, uma vez que a sensibilidade e a confiança que o público está colocando neste projeto são realmente incomparáveis." A Oracle Cloud Infrastructure e o Oracle APEX possibilitaram que a equipe Oracle respondesse rapidamente às circunstâncias e demandas da pandemia em constante mudança. O Oracle APEX é uma plataforma de desenvolvimento de pouco código integrada à Oracle Database, permitindo que os desenvolvedores criem e implantem aplicativos corporativos seguros e escalonáveis rapidamente. Isso permitiu que a equipe entregasse aplicativos em dias, em vez das semanas ou meses que normalmente leva com pilhas de tecnologia convencionais. "Fomos capazes de construir protótipos rapidamente e então trabalhar diretamente com o CDC para responder a requisitos em evolução e co-desenvolver o aplicativo em tempo real", diz Shakeeb Rahman, arquiteto e líder de design para Oracle APEX. "Isso só é possível com uma plataforma como a APEX, pois elimina muita complexidade e permite que a equipe se concentre no problema em questão." Usar a Oracle Cloud Infrastructure significa que o sistema de Gerenciamento de Saúde Pública adere a altos padrões de segurança e é executado na nuvem governamental da Oracle. Além disso, com o Oracle APEX em execução na Oracle Cloud, foi possível criar uma equipe global rapidamente. "É tão produtivo como seria se estivéssemos todos na mesma sala. Tudo o que precisamos é de uma conexão de rede segura e de um navegador", diz Spendolini. A equipe de desenvolvimento inicial dedicada ao projeto da pandemia começou pequena e cresceu em um esforço global. "Durante 24 horas por dia, 7 dias por semana, não houve um momento que se passou desde que começamos a trabalhar com isso, em que alguém não está escrevendo uma linha de código ou pensando no próximo passo", diz Mike Sicilia, vice-presidente executivo das unidades de negócio globais da Oracle, incluindo uma dedicada às ciências da saúde. Spendolini percebeu que as pessoas da Oracle dedicadas ao projeto estão trabalhando de todos os lugares. "Alguns têm escritórios domésticos, algumas pessoas estão trabalhando de suas cozinhas, algumas pessoas estão trabalhando de um canto em seu porão e quando a máquina de lavar é ligada todos nós temos que esperar alguns minutos para que o ciclo de enxágue termine", diz ele. Próximos passos da resposta à pandemia Os ensaios clínicos para várias vacinas e tratamentos que estão obtendo a aprovação agora foram administrados pela tecnologia Oracle Health Sciences. À medida que as vacinas e os tratamentos são distribuídos, os aplicativos da Oracle Public Health Management System são  usados para ajudar esse processo a ser executado sem problemas. Aqui estão três exemplos de novos serviços em nuvem introduzidos pela Oracle para dar suporte a esses esforços: -Gerir dados e distribuição de vacinação: O novo Portal de Ordens dos Provedores permite que os prestadores federais de cuidados de saúde façam pedidos de vacinas e que os fornecedores gerenciem o inventário e cumpram os pedidos com base na disponibilidade. Os fornecedores também serão capazes de garantir que os envios cumpram os requisitos específicos das vacinas, tais como o armazenamento a frio, e o rastreamento de devoluções com sua redistribuição minimizando o desperdício. -Crie um repositório nacional de registos de saúde em nuvem: O CDC está usando o Oracle National EHR Database como um repositório para todos os dados de vacinação dos EUA. As jurisdições que administram vacinas irão contribuir com os seus dados, que serão tornados anônimos (nomes de pacientes e detalhes de identificação serão removidos) e fornecidos a agências e organizações autorizadas para a análise e comunicação. -Leve os tratamentos diretamente aos pacientes: A Food and Drug Administration dos EUA concedeu a aprovação do uso emergencial de tratamentos por anticorpos monoclonais para determinados pacientes com COVID-19 que não estão doentes o suficiente para serem hospitalizados, mas que estão com maior gravidade de risco devido às condições subjacentes. Um novo módulo da Oracle Public Healthcare Management System já está sendo usado no Texas e em outros estados para monitorar esses tratamentos para pacientes em lares de idosos e até mesmo em estádios de esportes transformados em hospitais de campanha. Os pacientes ou seus cuidadores podem usar seus smartphones para relatar efeitos colaterais ou a piora nos sintomas após o tratamento. Isso permite que os médicos monitorem esses pacientes sem precisar trazê-los para o hospital, economizando recursos preciosos para outros pacientes. Pandemia do século A disseminação global da COVID-19 mudou a forma como o sistema de saúde trata os pacientes, provavelmente para sempre. Os fornecedores estão recolhendo cada vez mais informação da saúde dos indivíduos onde vivem, enquanto estão indo trabalhar, e enquanto estão interagindo com a família e os amigos. O próximo passo é poder compartilhar facilmente essas informações com médicos e outros profissionais fora das quatro paredes de um hospital ou clínica. "Tal como muitos, perdi pessoas no meu círculo familiar para a COVID-19, por isso, fiz desta uma missão pessoal para garantir que entregamos algo que, na minha opinião, terá grandes benefícios para pessoas em todo o mundo", afirma a Sicilia da Oracle. "Tem sido uma lição de humildade, mas incrivelmente gratificante. E estou muito esperançosa para o nosso futuro – não apenas sobre a COVID-19, mas também sobre a mudança na forma como os nossos sistemas de saúde funcionam e a criação de melhores resultados para os pacientes." A cientista principal da Oracle, Rebecca Laborde concorda: "Todos os dias, temos profissionais de saúde a colocando-se em risco. Fornecer soluções para ajudá-los a combater esta pandemia tem sido incrivelmente gratificante."   *Margaret Lindquist é diretora sênior de conteúdo para marketing da marca Oracle

O sistema de Gestão da Saúde da Oracle evoluiu para apoiar todas as fases da pandemia, para que agências dos EUA possam coletar os dados do mundo real de que necessitam para tomar decisões informadas. P...

Transformação na TI

Larry Ellison explica por que a Oracle está construindo tantos data centers de ‘região em nuvem’

Resposta curta: a demanda por seus aplicativos em nuvem e serviços de infraestrutura está crescendo mais rapidamente do que o esperado. Por Chris Murphy* Após o aumento repentino de aberturas de data centers em 2020, a Oracle agora tem 29 regiões de nuvem  em todo o mundo e tem como objetivo chegar a 38 até meados de 2021, fornecendo uma variedade de serviços de infraestrutura em nuvem  e aplicativos a todas elas. Durante a chamada da Oracle de resultados financeiros no segundo trimestre do ano fiscal de 2021 de 10 de dezembro, um analista chamou esse desenvolvimento de "super impressionante", mas também perguntou: O que está por trás de toda esta expansão de capital? "Estamos apenas vendo demanda por nossos produtos em todo o mundo", disse Larry Ellison, chairman e CTO da Oracle. -Leia mais: 5 novas razões para colocar a Oracle em sua lista de candidatos de infraestrutura de nuvem A Oracle possui uma enorme base instalada de clientes, explicou Ellison – cerca de 430.000 empresas, governos e outras organizações. À medida que passam da execução de seus próprios data centers nas instalações para o uso de serviços em nuvem, a Oracle está colocando o que chama de regiões em nuvem perto desses clientes. Ter uma região em nuvem próxima melhora o desempenho e alguns clientes também querem que os seus dados permaneçam dentro do seu próprio país, seja por regulação ou preferência. "Acreditamos que temos apenas que entrar em mais países do que a Amazon, digamos, porque temos que atender esses países onde temos uma grande base instalada", afirmou Ellison. Por exemplo, a Oracle estabeleceu recentemente suas primeiras regiões em nuvem nos EAU e no Chile, e adicionou outras regiões na Índia, nos EUA e no Reino Unido. Na verdade, Ellison explicou que a demanda por seus serviços da Oracle Cloud Infrastructure cresceu tão rapidamente no segundo trimestre do ano fiscal que a Oracle não pôde atender a todas as necessidades de capacidade de alguns de seus maiores clientes. "Estamos construindo o mais rápido possível, mas estamos tentando não construir antes da procura", afirmou Ellison. "E estávamos fazendo um ótimo trabalho até este último trimestre, quando a procura acabou excedendo as nossas ambições. … temos alguns grandes clientes que simplesmente queriam mais capacidade do que podíamos fornecer." A CEO Safra Catz explicou que a Oracle aumentará ainda mais suas despesas de capital para atender à demanda do cliente. Nos últimos seis meses, a Oracle já gastou 37% mais em despesas de capital do que no mesmo período do ano passado. Cobertura em nuvem A grande base instalada de clientes da Oracle está movendo vários tipos de cargas de trabalho no local para a Oracle Cloud. Os clientes do Oracle Database estão movendo-os para o Oracle Autonomous Database e o Oracle Exadata Cloud Service. Os clientes dos aplicativos Oracle E-Business Suite estão movendo-os para serem executados na Oracle Cloud Infrastructure. E as empresas estão substituindo seus aplicativos on-premises Oracle e de terceiros para finanças, manufatura, cadeia de suprimentos, RH, vendas, marketing e outros por aplicativos Oracle Fusion Cloud nativos em nuvem. A Oracle também oferece opções Cloud@Customer para organizações que desejam as muitas vantagens dos serviços em nuvem pública, mas querem que sejam fornecidos de seus próprios data centers. A Oracle gerencia os serviços Cloud@Customer dos clientes da mesma forma que faz qualquer serviço em nuvem, exceto que coloca a infraestrutura subjacente nas instalações de cada cliente. A demanda por todos esses serviços em nuvem está aumentando. A Oracle relatou que sua receita de suporte de licença e serviços em nuvem no segundo trimestre aumentou 4% em comparação com o mesmo trimestre do ano anterior, para 7,1 bilhões de dólares, representando agora 73% da receita total da empresa. No anúncio sobre os resultados financeiros da Oracle, Ellison ofereceu uma resposta de resumo sucinta à pergunta do analista sobre a rápida expansão de região em nuvem da empresa: "O que estamos fazendo? Estamos indo o mais rápido que conseguimos". *Chris Murphy é Diretor Editorial da Oracle Aviso de isenção de responsabilidade Safe Harbor: Declarações neste artigo relacionadas aos planos, expectativas, crenças, intenções e perspectivas futuras da Oracle, incluindo declarações sobre demanda futura de serviços em nuvem da Oracle, são "declarações prospectivas" e estão sujeitas a riscos materiais e incertezas. Muitos fatores podem afetar as expectativas atuais e os resultados reais da Oracle e podem causar diferenças relevantes nos resultados reais. Uma discussão sobre tais fatores e outros riscos que afetam os negócios da Oracle está nos arquivos Securities and Exchange Commission (SEC) da Oracle, incluindo os relatórios mais recentes da Oracle sobre o formulário 10-K e o formulário 10-Q sob o título "fatores de risco". Esses arquivos estão disponíveis no site da SEC ou no site da Oracle em http://www.oracle.com/investor. Todas as informações deste artigo são atuais em 11 de dezembro de 2020 e a Oracle não tem o dever de atualizar qualquer declaração à luz de novas informações ou eventos futuros.

Resposta curta: a demanda por seus aplicativos em nuvem e serviços de infraestrutura está crescendo mais rapidamente do que o esperado. Por Chris Murphy* Após o aumento repentino de aberturas de data...

Comunidades

Oracle Changemakers promove transformação e troca de experiências

Iniciativa contou com a participação de 50 jovens transformadores e 90 voluntários da Oracle em sua edição 2020, realizada de forma online no Brasil, México, Chile e Argentina; assista vídeo com depoimentos dos participantes. Em sua primeira edição online, o Oracle Changemakers 2020 foi realizado entre os meses de julho e setembro no Brasil, México, Chile e Argentina. No total, a edição mais recente do projeto da Oracle contou com a participação de aproximadamente 50 Changemakers, que contaram com a mentoria de cerca de 90 Oracle Volunteers em seus projetos na América Latina. -Leia mais: Dia do Voluntário: profissionais da Oracle doam mais de 9 mil horas de voluntariado em 2020 na América Latina Pela iniciativa, criada em 2018 em parceria com a ONG Ashoka, os voluntários da Oracle mentoram jovens transformadores (Changemakers) com idades entre 14 e 20 anos. Ao longo de dois meses, os Changemakers ficam imersos no universo da tecnologia e do empreendedorismo. Além disso, o acesso a ferramentas e novos conhecimentos impactam suas visões de mundo e experiências, de forma a aprimorar seus projetos. No vídeo abaixo, reunimos depoimentos de jovens mentorados e voluntários da Oracle em que eles compartilham suas experiências e falam sobre a importância deste projeto transformador. Assista e saiba mais sobre o Oracle Changemakers!

Iniciativa contou com a participação de 50 jovens transformadores e 90 voluntários da Oracle em sua edição 2020, realizada de forma online no Brasil, México, Chile e Argentina; assista vídeo com...

Setor Público

Saiba como soluções digitais melhoram a relação entre cidadãos e governos

Novas tecnologias ajudam governos a oferecer serviços digitais de última geração a seus cidadãos. Por Fernando Galdino * Apresentar o documento de identidade, registrar a certidão de casamento, entregar a receita médica para comprar um remédio e assinar contratos com caneta são formas adotadas por sociedades para que suas engrenagens funcionem. Entretanto, novas tecnologias permitem que diversas destas etapas, ineficientes, sejam digitalizadas, cortando gastos e poupando tempo tanto de cidadãos quantos de servidores públicos. A referência para essa transição para um governo digital é a pequenina Estônia. Desde 2001, a ex-república soviética aprimora o X-Road, um sistema de troca de informações descentralizado, com bases de dados separadas em compartimentos virtuais. Cada departamento do governo administra os dados de sua competência, porém os diferentes braços da autoridade pública podem requisitar informações um do outro, quando necessário. O registro de população, por exemplo, compila dados de novos nascimentos no país e compartilha-os com o departamento de saúde. Esses dados então dão direito a um seguro-saúde e podem ser acessados pelo pediatra que for atender um recém-nascido. Essa integração e portabilidade digital de dados elimina papelada, tempo perdido e corresponde a uma economia de 2% do PIB estoniano. Tudo isso só é possível porque a Estônia possui uma plataforma central e segura, construída ao longo de décadas e adotando inovações que surgiram com o tempo, como o blockchain. Leia mais: Soluções da Oracle ajudam a diminuir custos e riscos na saúde pública; entenda A Estônia é um exemplo do efeito ganha-ganha da transformação digital: enquanto o cidadão recebe um tratamento mais próximo ao de um consumidor, com acesso a serviços ágeis e menos burocráticos, o governo economiza seus escassos recursos e pode concentrar esforços em melhorar outras frentes. Uma região pronta para o futuro A digitalização do governo é necessária para que países se mantenham competitivos em um mundo que terá cada vez mais cidades inteligentes e níveis de conectividade sem precedentes com a tecnologia 5G. A América Latina é uma região que está bem posicionada para se beneficiar com este processo. Com mais de 642 milhões de habitantes e 510 milhões de linhas de smartphones ativadas em 20194, a América Latina sofre com serviços públicos deficientes. Entretanto, há exemplos positivos de países que adotaram o caminho do governo digital. O Uruguai é o exemplo regional nesse sentido, por possuir desde 2007 sua Agência de Governo Eletrônico e da Sociedade da Informação e do Conhecimento. Ela promove políticas de integração entre as tecnologias de informação e comunicação na administração pública. Uruguaios também foram os primeiros a lançarem uma rede 5G comercial na região. Em um contexto desafiador de isolamento social e de crise sanitária econômica, onde o digital tomou uma proporção ainda mais relevante internacionalmente, a necessidade de atendimento de cidadãos por meio de sites e aplicativos demonstra a urgência da transformação governamental. Se já havia uma tendência à digitalização de governos antes, os acontecimentos de 2020 tornaram-na urgente. O momento é apropriado para a criação de uma nova realidade, menos burocrática e que faça mais uso dos dispositivos móveis que a maioria dos latino-americanos carrega no dia a dia. A Oracle possui expertise e oferece a infraestrutura necessária para que governos façam esta transição para o digital. Líder em soluções de nuvem, bancos de dados, inteligência artificial e blockchain, ela é a parceira ideal para países que buscam a modernização da administração pública. Saiba mais sobre as soluções da Oracle para o setor público. * Fernando Galdino é Arquiteto de Soluções Corporativas na Oracle.

Novas tecnologias ajudam governos a oferecer serviços digitais de última geração a seus cidadãos. Por Fernando Galdino * Apresentar o documento de identidade, registrar a certidão de casamento, entregar...

Comunidades

Como três níveis governamentais responderam à COVID-19 com tecnologia em nuvem

A cidade de Atlanta, o Condado de Lucas e o estado de Nova York contam três histórias diferentes sobre como lidaram com o impacto da COVID-19. Por Margaret Lindquist* Desde o início da pandemia da COVID-19, estados, condados e cidades assumiram a liderança na tentativa de manter seus cidadãos seguros e saudáveis. Os líderes do governo local também precisam garantir que os setores fundamentais que ajudam as pessoas durante as consequências econômicas continuem funcionando, das folhas de pagamento dos funcionários ao desemprego e pagamentos de auxílio e muito mais. Compartilhamos abaixo histórias de três níveis governamentais: Estado de Nova York, Condado de Lucas (Ohio) e a cidade de Atlanta. Cada história fala sobre o papel que a computação em nuvem desempenhou ao criar oportunidades para servir seus cidadãos enquanto continuavam seu trabalho em meio às ordens de ficar em casa. -Leia mais: Dia do Voluntário: profissionais da Oracle doam mais de 9 mil horas de voluntariado em 2020 na América Latina Nova York aciona a Guarda Nacional, mas para serviços telefônicos Em março de 2020, quase 100 soldados da Guarda Nacional foram designados a um dever incomum: atender às ligações da linha de resposta à COVID-19 do Estado de Nova York. Eles ajudaram os cidadãos que tinham várias perguntas, oferecendo desde apoio à saúde física e mental a instruções de como renovar uma carteira de motorista online. O sistema de chamadas ficou online em apenas quatro dias, construído pela parceira da Oracle, a Speridian, usando o Oracle CX Service. No total, Nova York criou 4.000 novas contas para pessoas no call center, e como muitas delas não sabiam como o trabalho do call center funcionava e também por não terem experiência em trabalhar de casa, a interface do sistema precisava ser simples. Como o Oracle CX Service é baseado em nuvem, os funcionários do call center precisavam apenas de um navegador da Web e uma conexão com a Internet para começar. O sistema poderia ser atualizado constantemente com informações de terceiros relacionadas à COVID provenientes do Centers for Disease Control, da Organização Mundial da Saúde, dos Departamentos de Trabalho e Saúde e de Serviços Humanos de Nova York e de outras fontes. “O tempo foi a chave”, diz James Gazzale, oficial assistente de informações públicas do Departamento de Impostos e Finanças do Estado de Nova York. “Nós precisávamos de uma solução que pudesse ser facilmente integrada a sistemas internos e externos, mas que fosse simples e intuitiva o suficiente para ser adotada rapidamente por milhares de trabalhadores.” Segundo ele, o Oracle CX Service “nos ajudou a atender às necessidades do Estado de Nova York” durante a crise. O Condado de Lucas vai do papel para o digital, e bem na hora O Condado de Lucas, em Ohio, deu início a uma grande implementação de aplicativos em 2019, substituindo o PeopleSoft Financials pelo Oracle Cloud ERP e o Oracle Cloud Enterprise Performance Management. O condado estava tentando modernizar um processo baseado em papel, consolidar sistemas desconectados e possibilitar que os funcionários do condado trabalhassem de casa. Esse último objetivo acabou se tornando essencial em março de 2020 por conta da COVID-19. Os funcionários do condado podiam fazer login na Oracle Cloud sem uma conexão VPN, em um PC ou celular. “É tão rápido como se eu estivesse sentado no escritório”, diz Tony Stechshulte, diretor de contabilidade do Condado de Lucas. “Estamos funcionando remotamente desde o início da crise da COVID e continuaremos assim pelo tempo que for necessário. A Oracle Cloud nos salvou.” O fim dos processos baseados em papel também se mostrou fundamental para as operações do condado em meio à COVID. “O sistema da Oracle facilitou tanto as coisas que estamos conversando sobre ficar na modalidade remota por mais seis meses”, diz Stechshulte. “Não tenho ideia do que teríamos feito sem esse serviço”. A nuvem está ajudando Atlanta a enfrentar o impacto da COVID-19 Em 2019, a cidade de Atlanta, Geórgia, tomou uma decisão ousada ao migrar para a nuvem todos os recursos humanos e financeiros, uma mudança destinada a transformar fundamentalmente as finanças, RH e processos de compras da cidade. “Desde o início, decidimos que seria mais fácil implementar as melhores práticas nos aplicativos e fluxos de trabalho da Oracle Cloud”, diz John Gaffney, vice-diretor financeiro da cidade de Atlanta. A cidade implementou o Oracle Cloud ERP para finanças e compras, o Oracle Cloud Enterprise Performance Management para orçamentos e gerenciamento de desempenho e o Cloud Oracle Human Capital Management para os recursos fundamentais, gerenciamento de talentos e folha de pagamento. A cidade viu, quase de imediato, um enorme benefício decorrente da implementação: os funcionários foram liberados de suas mesas, e foi possível oferecer aos funcionários que viajam ou trabalham no campo o mesmo acesso aos sistemas que eles tinham nos escritórios. Os reais benefícios do sistema Oracle ficaram nítidos em 16 de março de 2020, quando a pandemia global da COVID-19 obrigou todos os funcionários da cidade a ficar em casa. Toda a equipe de finanças, compras e RH passou a trabalhar 100% remoto sem afetar a eficiência ou eficácia de suas organizações. Trabalhando de suas casas, as equipes da folha de pagamento puderam pagar os funcionários eletronicamente (as folhas de pagamento representam quase 70% do orçamento da cidade) e fazer todas as mudanças de configuração da folha relacionadas à COVID-19 sem qualquer problema. Elas logo criaram novas contas e regras de pagamentos com base nos reembolsos da FEMA e em outros fatores relacionados à COVID, como subsídios de risco para trabalhadores essenciais e compras de máscaras, álcool em gel e outros materiais de EPI. Alfonso Pinan, diretor de sistemas de serviços financeiros da cidade de Atlanta, dá um pequeno conselho aos representantes da cidade que estão considerando modernizar seus sistemas: “Mude para a nuvem o mais rápido possível. Não demore. Não procrastine.” *Margaret Lindquist é diretora sênior e redatora da Oracle

A cidade de Atlanta, o Condado de Lucas e o estado de Nova York contam três histórias diferentes sobre como lidaram com o impacto da COVID-19. Por Margaret Lindquist* Desde o início da pandemia da...

Transformação nos Negócios

Podcast What´s Next: Human Experience

Último episódio da série de podcasts produzida em parceria com o Meio & Mensagem ContentLab traz uma entrevista com Rubem Minatogawa, head de Customer Experience da Oracle. Como as pessoas se tornaram o centro das atenções das marcas e por que falar de human experience é diferente de falar de customer experience (CX, Experiência do Consumidor). Esses foram alguns dos temas principais do quarto e último episódio da série de podcasts “What's next”, produzida em parceria entre a Oracle e o Meio & Mensagem ContentLab. Intitulado “Human Experience”, o episódio publicado em 15/12 possui cerca de 35 minutos de duração e traz entrevistas com Rubem Minatogawa, head de Customer Experience da Oracle e Alex Rodrigues, CMO da Stix Fidelidade. -Leia mais: Como profissionais de marketing podem conquistar clientes na Economia da Atenção “A despeito de qualquer definição que nos direcione para um conceito de marketing ou de tecnologia, a experiência humana, na sua essência, leva a gente para um lado mais comportamental”, explica Rubem.  “Então até tem uma metáfora sobre isso. A gente não acorda pela manhã como consumidor, a gente não toma a primeira xícara de café pensando ‘Nossa, que delícia essa cápsula de café médio-encorpado, prensado, com uma abordagem corretamente segmentada para uma família de pais jovens da classe média urbana. Não é assim que a gente funciona, somos muito mais complexos do que isso.” O head de Customer da Experience da Oracle também aponta para o comportamento mais exigente e criterioso dos consumidores atualmente. “Ao passo que temos nos tornado também muito mais exigentes, talvez por conta da evolução da tecnologia e certamente por conta de soluções digitais, a gente é muito mais criterioso na tomada de decisão. E a tudo isso aí que eu falo, a gente soma aquela pitada emocional que todo ser humano tem”, afirma. Quer saber mais? Então clique neste link ou no botão abaixo para conferir o programa na íntegra. B2B Like a B2C No terceiro episódio da série, intitulado “B2B Like a B2C”, o entrevistado foi Guilherme Cavalcanti, diretor de ecommerce da Oracle. Clique aqui para ouvir o programa.

Último episódio da série de podcasts produzida em parceria com o Meio & Mensagem ContentLab traz uma entrevista com Rubem Minatogawa, head de Customer Experience da Oracle. Como as pessoas se tornaram...

Setor Público

Enxergar o cidadão como consumidor é chave para melhores serviços públicos

Aceleração digital direcionada para a criação de uma plataforma de governo como serviço é o caminho para entrega de atendimento moderno à população. Por Miguel Ornelas * Entre tantas lições trazidas pelo ano de 2020, uma delas é que não basta os governos pensarem em realizar uma transformação digital de seus serviços ao cidadão; também é necessária uma aceleração deste processo de digitalização. Com uma população cada vez mais conectada e com acesso na palma da mão a serviços bancários, de entretenimento, transporte e comércio, é evidente para o cidadão quando a burocracia governamental fica obsoleta. Serviços atrasados e pouco otimizados para o mundo digital, que não façam uso de tecnologias disponíveis na atualidade, são um empecilho para o desenvolvimento de um país. O consumo de serviços públicos é uma necessidade da população, que os utiliza para abrir empresas, emitir documentos, recorrer à justiça ou à polícia. Leia mais: Saiba como soluções digitais melhoram a relação entre cidadãos e governos Quando o acesso a estes recursos da administração pública gera dor de cabeça ao cidadão, a imagem do governo é comprometida, o que resulta em desconfiança na capacidade estatal de prover serviços básicos. Menos confiante em seus governantes, a população também tem menos incentivos a recorrer ao estado para suas necessidades, especialmente porque outros atores da sociedade, como empresas, desenvolveram serviços mais convenientes e eficientes. Uma maneira para que um governo atinja um bom patamar de aceitação popular é pensar no cidadão como um consumidor do serviço público. Afinal, esse é o tratamento que o cidadão está acostumado a receber de empresas que desenvolvem produtos com a melhor experiência para o usuário em mente. Isso resulta em uma crescente expectativa de velocidade, informação e transparência para o consumidor Aplicada a um governo, esta lógica significaria, por exemplo, a possibilidade de abrir uma empresa em um dia, assim como fazer alterações cadastrais da mesma sem a necessidade de comparecimento a uma repartição pública. Com investimento e planejamento, este é um objetivo tangível inclusive para países em desenvolvimento. Argentina, Chile e Uruguai possuem sistemas com estas características. Ter um estado tecnologicamente avançado é uma vantagem competitiva, vide o caso da Estônia. A ex-república soviética é pioneira quando o assunto é governo digital, tendo sido a primeira a transformar a administração pública em uma plataforma que conecta os serviços públicos, cujos usuários são os estonianos. “Se o estado é uma plataforma, a identidade digital é o login. A Estônia começou a permitir que pessoas do mundo se tornassem cidadãos digitais”, destacou o advogado Ronaldo Lemos, Chief Science Officer do ITS Rio, durante o evento Oracle Transformation Day Citizen as a Consumer - Governo e cidadãos conectados. De tão eficiente, o governo estoniano passou a exportar seu próprio serviço público, buscando atrair empresas e recursos de fora para a economia do país. A transição para o digital é apenas parte da criação de uma plataforma de governo como serviço, um processo contínuo que deve ser uma política de estado, não dependente do mandato de apenas um chefe de estado específico. Para que essa jornada seja realizada com sucesso, acelerada quando possível, a administração pública precisa de ajuda da sociedade, academia e iniciativa privada. Desde sua fundação, a Oracle é parceira de governos, oferecendo soluções para o setor público. Líder em tecnologias de datacenter, nuvem, IaaS, PaaS e SaaS, e com missão de transformar a vida das pessoas por meio da tecnologia e em soluções, a Oracle tem condições de providenciar a expertise para a aceleração digital de governos. Na era do Big Data e com a conectividade sem precedentes que chega com o 5G, oferecer serviços digitais e analisar resultados a partir de dados é indispensável. Governos têm uma posição privilegiada para aproveitar esta oportunidade na interpretação de quais serviços do país são falhos, pois têm acesso às informações de todos os cidadãos. Para isso, no entanto, gestores públicos não podem esquecer da segurança de dados, além do respeito e proteção da privacidade dos consumidores. Adotando soluções desenvolvidas pela iniciativa privada com foco no usuário e consolidadas no mercado e setor público, governos têm a oportunidade de dar esse necessário salto para a aceleração digital, consolidando o tratamento e satisfação digno de consumidor que todo cidadão merece receber. * Miguel Ornelas é Principal Solution Engineer na Oracle.

Aceleração digital direcionada para a criação de uma plataforma de governo como serviço é o caminho para entrega de atendimento moderno à população. Por Miguel Ornelas * Entre tantas lições trazidas...

Histórias de Sucesso

Adventist Health: Curando a ineficiência com a nuvem

Organização de saúde sem fins lucrativos migrou soluções financeiras para o Oracle ERP Cloud e Oracle EPM Cloud, eliminando tarefas manuais e adquirindo inteligência de análise, previsão e planejamento. Por Emma Yu * Na Adventist Health, servir os menos favorecidos é um estilo de vida. A organização de saúde sem fins lucrativos gerencia 20 hospitais de tratamento intensivo no oeste dos Estados Unidos, muitos dos quais estão localizados em áreas rurais sem outros profissionais de saúde. No entanto, como outras organizações de saúde, a Adventist Health enfrenta grandes desafios, já que ela equilibra seus objetivos de atendimento aos pacientes com o desejo de modernização da indústria. “Para sermos financeiramente viáveis, precisamos continuar crescendo”, disse Matthew Savard, diretor de análises da equipe de planejamento financeiro e análise da Adventist Health. “Se você não está crescendo, você está afundando.” Como resultado, Savard disse que a Adventist Health focou em aumentar a receita de 4 bilhões de dólares em 2016 para 6 bilhões de dólares até 2020, combinando crescimento orgânico com uma série de aquisições e joint ventures com outros sistemas de saúde. Ao mesmo tempo, a Adventist Health reconheceu a necessidade de obter economias de escala centralizando as funções de suporte. “As instalações autônomas simplesmente não conseguem conquistar as economias de escala necessárias para continuar funcionando”, disse Savard. “Estamos focados em permanecer nas comunidades rurais, mas para apoiar esse modelo de negócios, precisamos ser muito eficientes.” Leia mais: Estapar acelera departamento financeiro com Oracle EPM Cloud Savard disse que a Adventist Health aplicou a mesma lógica às suas funções financeiras de TI cada vez mais antiquadas: soluções separadas para GL (razão geral), planejamento e contabilização de custos. Alguns desses sistemas existiam há mais de 30 anos, forçando os membros da equipe a passar várias horas em tarefas entediantes de gerenciamento e manutenção. Os sistemas antiquados também eram desprovidos de ferramentas modernas de análise, previsão e planejamento. De acordo com Savard, a Adventist Health queria um sistema financeiro moderno que fosse capaz de apoiar a mudança estratégica da organização em direção a “uma única Adventist Health”, com funções de suporte centralizadas e um modelo holístico de planejamento e tomada de decisões. A Adventist Health também queria uma solução que ela pudesse implementar rapidamente e que os usuários adotassem, mantendo os recursos que atendiam às necessidades únicas de planejamento de uma organização de saúde. Trabalhando com sua parceira de implementação, Deloitte, a Adventist Health iniciou sua jornada com a Oracle Cloud em julho de 2017, quando ela ficou ativa com o Oracle Planning and Budgeting Cloud e o Oracle ERP Cloud. Em março de 2018, em parceria com a InterRel, a Adventist começou a implementar o Oracle Analytics Cloud e a trabalhar na implementação do Oracle Enterprise Performance Reporting Cloud e do Oracle Enterprise Data Management Cloud. “Nosso intuito é continuar investindo nas nossas soluções EPM Cloud para reunir todos os nossos sistemas e fazê-los funcionar perfeitamente em conjunto”, explicou Savard. “Fizemos um investimento significativo em tecnologias em nuvem e queremos garantir que estamos aproveitando as eficiências que elas podem nos oferecer.” A primeira fase da implementação ajudou ao mostrar exatamente o que era possível: Com o Planning and Budgeting Cloud, a equipe da Adventist Health reduziu de imediato e pela metade os prazos para planejamento e orçamento. “Já não temos mais problemas com as equipes do mercado fazendo alterações das quais não estamos cientes e que poderiam influenciar no nosso orçamento consolidado”, disse Savard. “A nuvem faz com que cada um dos membros da nossa equipe seja mais eficiente, nos proporcionando uma plataforma centralizada para introduzir dados na ferramenta e fortalecer esse ciclo de planejamento”, além de possibilitar o controle dos dados que alimentam o processo de planeamento do orçamento. Ao mesmo tempo, Savard acrescentou que o Oracle Planning and Budgeting Cloud eliminaram a maioria das tarefas tediosas de manutenção associadas aos aplicativos herdados da Adventist Health. “Sempre que consigo liberá-los [nossa equipe de planejamento] e permitir que eles atuem nesses outros espaços, há uma enorme vantagem para a nossa organização.” Savard também mal pode esperar para usar o Oracle Enterprise Data Management (EDM) Cloud. “Temos pelo menos seis plataformas diferentes em nuvem que implementamos neste momento”, disse ele. “E vemos o EDM Cloud como a estrutura que unirá as hierarquias em todas essas plataformas.” Os esforços atuais de gerenciamento de dados da organização envolvem várias equipes que realizam uma manutenção tediosa e ineficiente, aumentando o risco de erros sendo relatados. “Temos membros da equipe nas linhas de frente que dependem das nossas ferramentas de relatório para torná-los eficazes nos componentes operacionais de responsabilidade deles”, disse Savard. “Se eu consigo oferecer ferramentas financeiras que os deixem mais eficientes no seu trabalho, eles têm mais tempo para focar em nossos pacientes.” À medida que a Adventist Health continua sua jornada com a Oracle Cloud, a empresa tem uma noção mais clara de como o futuro poderá funcionar com uma nuvem realmente holística implantada: conseguindo colocar a assistência ao paciente em primeiro lugar com as ferramentas para gerenciar custos, tomar decisões e alocar recursos de forma mais eficiente, e com maior precisão, do que nunca. “Selecionamos o Oracle Cloud por causa de todo o espectro de soluções na nuvem que a Oracle oferece”, declarou Savard. “É realmente vantajoso para nós podermos nos distanciar de onde estávamos, com soluções de fornecedores individuais, para uma única plataforma compartilhada com a Oracle; planeamento, contabilização de custos, ERP, RH, contas a pagar, tudo em uma única plataforma de solução. É o segredo para a nossa estratégia geral de uma única Adventist Health.” Assista ao vídeo para saber mais sobre a Adventist Health. * Emma Yu é diretora de Marketing de Produto na Oracle.

Organização de saúde sem fins lucrativos migrou soluções financeiras para o Oracle ERP Cloud e Oracle EPM Cloud, eliminando tarefas manuais e adquirindo inteligência de análise, previsão...

Transformação nos Negócios

6 principais métricas para um negócio com serviços de assinaturas

O modelo de negócios com serviços de assinatura requer um conjunto diferente de métricas para controlar e monitorar a integridade do negócio. Confira abaixo as seis principais métricas para um serviço de assinaturas de sucesso. Por Sudeep Vaidyanathan * Quando a COVID-19 virou o mundo de cabeça para baixo, as empresas do mundo todo começaram a buscar modelos alternativos de negócios. E mesmo que desde então muitas empresas tenham reaberto, os clientes ainda estão procurando novas formas de consumir produtos e serviços: assistindo a filmes online, pedindo delivery de refeições ou malhando de casa em vez de na academia. Uma assinatura, ou modelo de receita recorrente, pode oferecer uma ótima solução, ajudando as empresas a gerar receita enquanto oferece aos clientes as opções solicitadas por eles. Mesmo as empresas B2B estão indo por esse caminho; por exemplo, alguns fabricantes de companhias aéreas estão deixando de vender motores a jato para alugá-los como um serviço que inclui manutenção e reparos. Leia mais: Podcast What's Next: O CMO do Futuro Um modelo de negócio tradicional, com venda única ou licença vitalícia, pode usar métricas como crescimento de receita, custos com aquisição de clientes, custos de fabricação e margens de lucro bruto. Contudo, o modelo de negócios com serviços de assinatura requer um conjunto diferente de métricas para controlar e monitorar a integridade do negócio. Vamos rever as seis principais métricas que devem ser consideradas para um negócio com serviços de assinatura de sucesso. 1. Receita recorrente mensal A receita recorrente mensal (MRR) representa a receita mensal de uma assinatura. As cobranças recorrentes precisam ser normalizadas para um valor mensal (por exemplo, trimestralmente, dividido por 3). Caso a empresa venda planos anuais, semestrais ou trimestrais, por exemplo, o valor da receita será dividido por 12, 6 e 4, respectivamente. Para calcular, some todas as MRR no nível do cliente de todas as assinaturas ativas. Há muitas nuances no cálculo da MRR: A MRR não inclui nenhuma cobrança única, como taxas de ativação ou de configuração A MRR não inclui nenhuma assinatura suspensa As empresas podem optar por incluir encargos de uso. As empresas terão de usar uma estimativa de uso ou um compromisso mínimo para calcular a MRR dos encargos de uso. A maioria das empresas que oferece seus serviços em um modelo baseado em uso ou em consumo terá de estimar o uso para relatórios de receita de acordo com as novas normas de conformidade ASC 606/IFRS15. As empresas também podem rastrear e monitorar a MRR a partir de novas contas de clientes, atualizações e downgrades de produtos. 2. Receita recorrente anual (ARR) Depois de tratar da MRR, você pode cuidar da receita recorrente anual (ARR) facilmente. Ela representa a receita anual de uma assinatura. Esta métrica é útil para ver as tendências ano após ano e definir metas de crescimento. Você também pode usar a ARR para analisar outros indicadores de integridade da empresa. Você pode calcular um número de “receita recorrente mensal média por cliente”. Isso ajuda a visualizar onde você pode ajustar as taxas base de assinatura que seriam aplicadas a toda base de clientes. Empresas como a Netflix analisam esses números para determinar se um aumento de taxa pode ser aplicado sem afetar sua taxa de rotatividade. 3. Taxa de rotatividade Como empresa, espere uma certa rotatividade: o número ou a porcentagem de clientes que encerram uma assinatura em um determinado período de cobrança. Embora você queira uma baixa taxa de rotatividade, picos grandes podem ser um bom indício de que você precisa fazer uma mudança. As empresas podem optar por calcular a taxa de rotatividade mensalmente, trimestralmente ou anualmente. Um exemplo muito comum para explicar a rotatividade é um balde de água furado. Um negócio rentável com serviços de assinatura deve estar sempre adicionando mais clientes do que ele perde em rotatividade. A métrica é fundamental para empresas que têm um custo inicial de aquisição de cliente muito alto ou um baixo valor de tempo de vida. Para calcular, compute o número total de clientes que você perdeu em um período dividido pelo número total de clientes no início desse período. É fundamental analisar os principais fatores que contribuem para a rotatividade. É sempre um desafio prever, visto que pode haver vários fatores internos e externos que podem contribuir para isso. Dependendo de como os clientes encerram suas assinaturas, você pode tentar coletar pontos de dados sobre os motivos do encerramento, que podem ser usados para análise e futuras ações de retenção de clientes. 4. Rotatividade da receita Diferente da rotatividade do assinante, a rotatividade da receita expressa a porcentagem de receita perdida de assinantes existentes em um determinado período. Em comparação com a rotatividade de clientes, é mais importante controlar e monitorar a rotatividade da receita. Este é o impacto financeiro dos clientes que encerram suas assinaturas. Para solucionar isso, calcule a receita perdida decorrente de cancelamentos voluntários, involuntários e downgrades de assinatura, menos upgrades de assinatura, divididos pela receita no início do período. Embora a rotatividade a médio prazo seja mais difícil de prever, a taxa de renovação pode ser monitorada por toda sua empresa. 5. Taxa de renovação A taxa de renovação é calculada determinando o número total de assinaturas renovadas em determinado período, dividido pelo número total de assinaturas renovadas no mesmo período. Em um negócio com serviços de assinatura íntegro, sua taxa de renovação precisa ser alta o suficiente para que toda a empresa esteja em uma trajetória de crescimento, seja em total de clientes ou de receita. Você também pode calcular a taxa de renovação com base na receita como o valor real de renovação em um determinado período, dividido pelo valor potencial de renovação do mesmo período vezes 100. Novamente, em um negócio com serviços de assinatura íntegro, essa métrica deve ser sempre maior que 100%. A taxa de renovação é uma métrica fundamental para prever o crescimento futuro. Normalmente, os negócios com serviços de assinatura devem iniciar o processo de renovação com pelo menos 30 dias de antecedência, mas a probabilidade de renovação é baseada em todas as experiências que o cliente tem ao longo de todo o período da assinatura. Planeje com antecedência para que você possa executar engajamentos direcionados ao cliente para manter a taxa de renovação íntegra. Isso nos faz começar a olhar para as métricas de relacionamento a longo prazo que garantem o sucesso de um negócio com serviços de assinatura. 6. Valor do tempo de vida do cliente O valor do tempo de vida do cliente (CLV) é de longe a métrica mais importante para um negócio com serviços de assinatura. Ele indica o potencial de receita total de um cliente. Mas claro, para que um negócio com serviços de assinatura seja lucrativo, o CLV deve ser sempre maior do que o custo de aquisição de cliente. O modelo mais simples para calcular o CLV é dividir a receita recorrente mensal média por cliente pela taxa de rotatividade mensal. Como medir o sucesso Agora que tem uma ideia do que deve controlar, você pode concentrar seus esforços para melhorar estes números. Você provavelmente notou que essas métricas focam no cliente e não na empresa. Essa nova atitude irá ajudá-lo a garantir que a experiência do cliente seja o principal objetivo. Fazendo isso, seu novo modelo de negócio pode ter sucesso. Meça as métricas corretas do cliente com o Oracle Subscription Management. * Sudeep Vaidyanathan é Diretor de Gerenciamento de Produtos da Oracle.

O modelo de negócios com serviços de assinatura requer um conjunto diferente de métricas para controlar e monitorar a integridade do negócio. Confira abaixo as seis principais métricas para um serviço...

Transformação nos Negócios

Podcast What´s Next: B2B Like a B2C

Em entrevista, Guilherme Cavalcanti, diretor de ecommerce da Oracle, destaca a importância da humanização das relações no B2B. Como o B2B (Busines to Business) pode ser mais relacionado a uma experiência típica do consumidor B2C (Business to Consumer). Esse foi o tema principal do terceiro episódio da série de podcasts, “What's next”, produzida em parceria entre a Oracle e o Meio & Mensagem ContentLab. Intitulado “B2B Like a B2C”, o episódio publicado em 8/12 possui quase 40 minutos de duração e traz uma entrevista sobre o assunto com Guilherme Cavalcanti, diretor de ecommerce da Oracle, que destaca a importância da humanização das relações também no B2B. “No fim das contas, seja a gente entrando para se auto-assistir para comprar alguma coisa, ou seja um cliente B2B entrando, no final das contas tem uma pessoa executando essa ação. Então o fato de ser B2B não torna esse relacionamento menos pessoal”, afirma Guilherme. -Leia mais: Modernize suas soluções e transforme seu ecommerce em comércio digital Além disso, o diretor de ecommerce da Oracle também falou sobre a jornada no B2B e suas semelhanças com o B2C. “Então quando a gente fala de jornada, ela vai sim passar por todos os processos que nós conhecemos no B2C, que é a parte de atração, a parte de conversão, que eu chamo de ‘momento da verdade’, que é quando o cliente ali, naquele momento, toma a decisão por comprar da sua empresa. E temos uma etapa extremamente importante, que também é para o B2C, mas mais ainda para o B2B, que é a parte de retenção/atendimento ao cliente.” Quer saber mais? Então clique neste link ou no botão abaixo para conferir o programa na íntegra. A jornada do e-consumidor No segundo episódio da série, intitulado “A jornada do e-consumidor”, o entrevistado foi Fernando Jaques, diretor de CX e marketing da Oracle. Clique aqui para ouvir o programa.

Em entrevista, Guilherme Cavalcanti, diretor de ecommerce da Oracle, destaca a importância da humanização das relações no B2B. Como o B2B (Busines to Business) pode ser mais relacionado a...

Transformação na TI

5 novas razões para colocar a Oracle em sua lista de candidatos de infraestrutura de nuvem

Com preços idênticos para seus serviços de nuvem pública e privada, capacidade de as empresas executarem qualquer tipo de carga de trabalho e economia superior para funcionalidades de computação de alto desempenho, a Oracle Cloud Infrastructure está dando às empresas mais daquilo que elas querem, por menos dinheiro. Por Sasha Banks-Louie* A Oracle não é a maior provedora de infraestrutura de nuvem, por isso talvez não seja o primeiro nome que você coloca em sua lista de candidatos. Mas seu trabalho é encontrar a melhor nuvem para suas cargas de trabalho, não necessariamente a maior, e as coisas estão mudando rapidamente. -Leia mais: Cinco razões para migrar para a Oracle Cloud Aqui estão cinco novas razões para colocar o Oracle em sua lista de candidatos de infraestrutura de nuvem: 1. A Oracle Cloud Infrastructure agora é uma "opção viável" para cargas de trabalho de uso geral, inclusive não Oracle Um exemplo de um novo serviço para cargas de trabalho não Oracle é a solução Oracle Cloud VMware, que permite a clientes como a Entel, empresa chilena de telecomunicações, migrar cargas de trabalho baseadas em VMware para a Oracle Cloud Infrastructure sem reescrevê-las. A Entel, depois de adquirir a NexTel Peru em 2013, viu-se lidando com quatro data centers em dois países até migrar seus aplicativos de negócios críticos para a Oracle Cloud. “Uma das melhores coisas da Oracle Cloud Infrastructure é que podemos executar todas as nossas cargas de trabalho VMware e outros aplicativos críticos para duas empresas, em duas regiões, em uma única infraestrutura de nuvem", diz Alfredo Vaz Pinto, gerente de infraestrutura da Entel. “Para nós, migrar de VMware para Oracle foi rápido, fácil e barato. ” Há dois novos relatórios do Gartner que achamos que valem a pena ler: “It’s Time to Include Oracle as a Viable Option When Evaluating Public Cloud Providers” e “Scorecard da solução de IaaS+PaaS da Oracle Cloud Infrastructure”. É necessária uma assinatura para a página do Scorecard da solução do Gartner 2020. 2. Você pode obter todos os serviços da Oracle Cloud Infrastructure, executados em seu próprio data center, pelo mesmo preço da nuvem pública Manter dados em um determinado local - seja dentro do próprio data center de uma empresa ou em um determinado país - frequentemente é um requisito de negócios ou regulatório. Até recentemente, as “nuvens privadas” usadas para atender a essas necessidades de residência de dados só ofereciam às organizações um pequeno subconjunto dos serviços fornecidos em nuvens públicas. No entanto, a maioria das organizações quer tudo—todos os serviços gerenciados pelo fornecedor e recursos de segurança, e tudo pelo mesmo preço de uma nuvem pública compartilhada. Com o lançamento da Oracle Dedicated Regions Cloud @ Customer em julho, a Oracle oferece o mesmo conjunto de serviços e preços idênticos aos de sua nuvem pública. Com as Dedicated Regions Cloud@Customer, a Oracle oferece todos os seus serviços, com preços idênticos aos da nuvem pública (com um compromisso mínimo). 3. A Oracle pode executar cargas de trabalho de computação de alto desempenho na nuvem A computação de alto desempenho permaneceu em grande parte on-premises, uma vez que a infraestrutura de nuvem não havia superado o desafio de velocidade e latência. Agora, as empresas estão cada vez mais procurando executar suas cargas de trabalho de alto desempenho na nuvem, como as que usam dinâmica de fluidos computacional para design digital de produtos, simulação de moléculas de medicamentos para descobrir uma nova vacina ou análise de imagens de drones para aumentar o rendimento de lavouras. O AgroScout, por exemplo, é executado na Oracle Cloud Infrastructure para ajudar os agricultores a produzir mais alimentos em menos área cultivada, usando menos produtos químicos sintéticos. O software do AgroScout usa algoritmos de machine learning para analisar imagens de drones de campos de plantio e, em seguida, identificar quais plantas estão infestadas com doenças e pragas. Uma vez identificadas, as plantas afetadas podem ser tratadas rapidamente, sem pulverizar produtos químicos onde não houver problema. Somente usando a nuvem, uma startup como a AgroScout poderia fornecer os recursos de computação de alto desempenho para executar cargas de trabalho com uso tão intensivo de dados. O AgroScout também se beneficia de um programa especial da Oracle, o Oracle para Startups criado para dar o impulso inicial às startups que mudam o mundo. “Trata-se de trabalhar com uma empresa com a qual posso caminhar e crescer", comenta Simcha Shore, CEO e fundador da startup israelense. 4. A Oracle tem presença global de data centers em nuvem e está adicionando mais A Oracle tem 25 regiões de nuvem em 12 países de seis continentes para atender à sua base global de clientes, com planos de expandir para 36. A Oracle adicionou 18 regiões apenas nos últimos 12 meses, incluindo novas regiões no Japão, Brasil, Oriente Médio, Índia, Alemanha e EUA. “Estamos dobrando nossa expansão global e ampliando rapidamente nossa nuvem pública ao redor do mundo para atender à demanda crescente dos clientes", observou Clay Magouyrk, vice-presidente executivo da Oracle Cloud Infrastructure, em uma declaração recente. “As empresas precisam de regiões de nuvem totalmente independentes, em vários locais e dentro do país, para atender aos requisitos de residência de dados e proteger as medidas de recuperação de desastre.” Ter duas regiões de nuvem na Índia foi um grande fator na escolha da Oracle Cloud Infrastructure pela Manappuram Finance, depois de avaliar vários fornecedores. “Embora nossa principal região de nuvem esteja em Mumbai, a Oracle tornou muito fácil para nós replicar nossos dados e criar rapidamente um local de recuperação de desastre em Hyderabad", comenta Saiprasad Sivadasan, presidente de tecnologia da Manappuram Comptech and Consulting, uma subsidiária da Manappuram Finance. 5. A nuvem autônoma da Oracle reduz o erro e o trabalho humanos A Oracle criou a primeira e única nuvem autônoma do mundo, com o objetivo de reduzir os erros humanos e os custos de mão de obra. Ela lançou o Oracle Autonomous Database em 2018, seu Autonomous Linux um ano depois e, este ano, acrescentou um serviço Exadata Cloud@Customer que inclui o Oracle Autonomous Database. Esse serviço permite que uma empresa obtenha um banco de dados autônomo que a Oracle executa e mantém, mas que fica fisicamente no próprio data center de uma empresa. Pensando em incluir a Oracle em sua lista de candidatos de nuvem? Você pode experimentar gratuitamente a Oracle Cloud Infrastructure, incluindo o Oracle Autonomous Database, e fazer um teste. *Sasha Banks-Louie é jornalista de marca na Oracle, cobrindo infraestrutura de nuvem, startups e instituições de pesquisa

Com preços idênticos para seus serviços de nuvem pública e privada, capacidade de as empresas executarem qualquer tipo de carga de trabalho e economia superior para funcionalidades de computação de...

Setor Público

Com soluções Oracle, Judiciário ganha em eficiência e confiança de cidadãos

Infraestrutura moderna e segura de TI resulta em benefícios no fluxo de trabalho judicial e de autoridades de segurança. Por Igor Araujo * Um sistema judiciário eficiente é aquele que garante o cumprimento das leis e é financeiramente acessível a toda à população, e cujos processos correm e são julgados em tempo razoável. Uma infraestrutura de tecnologia da informação (TI) de qualidade é crucial para que países sustentem esses três pilares da Justiça. Cada etapa do processo judicial apresenta desafios distintos, da coleta de denúncias por parte das autoridades policiais, passando pela investigação, julgamento e até o encarceramento de cidadãos sentenciados por crimes. Diferentes soluções tecnológicas contribuem para um bom desempenho de cada uma das etapas. Leia mais: Querétaro integra entidades governamentais e melhora atendimento ao cidadão com ajuda da Oracle Cloud Quando processos estão em fluxo, no entanto, nada é mais importante do que o acesso aos documentos de cada caso. Advogados, promotores e juízes precisam de ferramentas para consultar materiais para realizarem seus trabalhos da melhor maneira possível: com disponibilidade online, navegação intuitiva e, acima de tudo, segurança de dados. A plataforma Oracle WebCenter Content permite que sistemas judiciários se modernizem, melhorem o desenrolar de processos e diminuam custos, de modo que mais cidadãos tenham acesso à Justiça e confiem mais nela -- o que pode resultar em mais denúncias e na resolução de crimes que outrora não seriam investigados e julgados. Com a solução da Oracle, a gestão de documentos é simplificada e centralizada. O WebCenter Content permite que processos baseados em papel sejam automatizados, reduzindo a dependência de meios analógicos e a chance de erros humanos. A tecnologia também possibilita o mapeamento de todos os passos dentro de um fluxo de trabalho. Pela centralização de bases de conhecimento, um sistema judiciário que adota o Oracle WebCenter Content é útil, por exemplo, para um advogado que busca casos similares àquele em que ele trabalha, em pesquisas sobre jurisprudência. Os dados são armazenados em um sistema que monta uma trilha auditável da captura ao rastreamento, preservação, arquivamento e eliminação de conteúdos. Em se tratando de informações sensíveis como as que são utilizadas na Justiça, esta trilha e todos os documentos referentes a processos terão as proteções adequadas e exigidas por legislações criadas para preservação da privacidade e de cuidados com dados pessoais. Informações como a identidade de quem realizou a denúncia de um crime ficam protegidas, e fluxos de trabalho de diferentes atores são separados -- um juiz não tem acesso aos dados de investigações até a apresentação dos mesmos em julgamento, preservando a imparcialidade judicial. Com as ferramentas da Oracle, autoridades judiciais e de segurança podem ter resultados como os obtidos pelo estado de Querétaro, no México. Ao integrar Procuradoria Geral do Estado, Secretaria do Governo, Secretaria de Segurança do Cidadão e Poder Judiciário, as autoridades reduziram o tempo necessário para receber denúncias de crimes contra propriedades de 6 horas para 45 minutos. Acesse nosso site e conheça as soluções da Oracle para Judiciário. * Igor Araujo é Arquiteto de Soluções para Setor Público na Oracle.

Infraestrutura moderna e segura de TI resulta em benefícios no fluxo de trabalho judicial e de autoridades de segurança. Por Igor Araujo * Um sistema judiciário eficiente é aquele que garante...

Comunidades

Dia do Voluntário: profissionais da Oracle doam mais de 9 mil horas de voluntariado em 2020 na América Latina

No total, aproximadamente 1.400 Oracle Volunteers de 9 países participaram de mais de 70 projetos com ONGs ao longo do ano. Instituído em 1985 pela ONU (Organização das Nações Unidas), o Dia Internacional do Voluntário foi criado com o ojetivo de promover ações de voluntariado pelo mundo. Segundo a ONU, existem cerca de um bilhão de voluntários que fazem a diferença em suas comunidades. Em 2020, as iniciativas de voluntariado da Oracle na América Latina registraram a participação de cerca de 1.400 Oracle Volunteers de 9 países diferentes. No total, esses funcionários da Oracle doaram mais de 9 mil horas de voluntariado em mais de 70 projetos desenvolvidos em parceria com ONGs (Organizações Não Governamentais) locais. -Leia mais: Estudantes de São Paulo participam do Oracle Games4Good Entre os diversos projetos realizados pela área de Cidadania Corporativa da Oracle na América Latina estão o Technovation, competição de tecnologia e empreendedorismo para meninas, o Games4Good, iniciativa com metodologia de Game Design exclusiva provinda da Design Tech High School, na Califórnia) e o Changemakers, mentoria de projetos de jovens empreendedores socias. “É incrível ver o comprometimento e a generosidade de nossos Oracle Volunteers em dedicarem seu tempo e talento em prol de tantas causas e pessoas! Esta celebração é deles, mas também de todos aqueles beneficiados por seu lindo trabalho”, afirma Vanessa Scaburri, Diretora Regional de Cidadania Corporativa da Oracle na América Latina.

No total, aproximadamente 1.400 Oracle Volunteers de 9 países participaram de mais de 70 projetos com ONGs ao longo do ano. Instituído em 1985 pela ONU (Organização das Nações Unidas), o Dia...

Transformação nos Negócios

Podcast What's Next: A jornada do e-consumidor

Em entrevista, Fernando Jaques, diretor de CX e marketing da Oracle fala sobre o papel da tecnologia na nova jornada do consumidor. O papel da tecnologia e do marketing digital na nova jornada de um consumidor cada vez mais conectado, sobretudo no pós-pandemia. Esses são alguns dos assuntos discutidos no segundo episódio da série de podcasts, “What's next”, produzida em parceria entre a Oracle e o Meio & Mensagem ContentLab. Publicado em 1/12, o programa possui pouco mais de 30 minutos de duração e traz entrevistas com os convidados Fernando Jaques, diretor de CX e marketing da Oracle, e Marcela Ulian, superintendente executiva de negócios digitais do Santander. -Leia mais: Modernize suas soluções e transforme seu ecommerce em comércio digital “Fala-se muito sobre o consumidor digital, não digital. Na nossa visão existe um consumidor só”, afirma Fernando, que destaca a importância da experiência para esse consumidor. “E, por conta disso, aí o que traz o desafio para nós, profissionais de marketing, esse consumidor está muito propenso a experimentar coisas novas, a tentar uma marca, um serviço ou um produto novo.” Além disso, aponta o diretor de CX e marketing da Oracle, o consumidor atualmente também valoriza as iniciativas de responsabilidade social das companhias. “Cada vez ele mais busca marcas que possuem o máximo de alinhamento possível com o propósito dele.” Quer saber mais? Então clique neste link ou no botão abaixo para conferir o programa na íntegra. CMO do Futuro No primeiro episódio da série, intitulado "O CMO do Futuro", o entrevistado foi Gabriel Vallejo, VP de Marketing para América Latina da Oracle. Clique aqui para ouvir o programa.

Em entrevista, Fernando Jaques, diretor de CX e marketing da Oracle fala sobre o papel da tecnologia na nova jornada do consumidor. O papel da tecnologia e do marketing digital na nova jornada de um...

Pessoas

A importância do auto-conhecimento

Franco Hernández, Marketing Operations Analyst da Oracle no México, que possui deficiência visual desde a infância, fala sobre sua trajetória na empresa e os aprendizados da sua carreira. (#Pracegover: Fotografia de Franco, homem de cabelo preto curto, sobre fundo roxo, azul e amarelo) Natural da cidade de Ecatepec de Morelos, no México, onde vive até hoje, Franco Hernández é formado em Engenharia Computacional pela Universidad Tecnológica de México (UNITEC) e atualmente cursa Maestría en Dirección de Proyectos como parte do seu processo de titulação. Antes de iniciar sua trajetória na Oracle, há cerca de um ano e meio, trabalhou como Bolsista de Administração e Serviços na The Coca-Cola Company. A entrada para a Oracle aconteceu por meio do programa de estágio GenO (Generation Oracle), que atualmente está em sua segunda edição. -Leia mais: A importância de um ambiente de trabalho diverso Durante este período como GenO, pôde conhecer a empresa mais a fundo ao passar por diferentes departamentos, como Pré-Vendas, Consultoria, Cidadania Corporativa e Marketing Operations, área em que continua atuando, mas agora com o cargo de Marketing Operations Analyst. Por conta de uma doença degenerativa hereditária chamada Síndrome de Stickler, Franco possui deficiência visual nos dois olhos. A perda visual teve início na infância. Aos 6 anos, perdeu a visão do olho direito. Um pouco depois, entre os 10 e 12 anos de idade, sua visão no olho esquerdo começou a diminuir. "Conforme o tempo passou, o glaucoma que apareceu na minha segunda retinoplastia degenerou meu nervo ótico, então em algum momento ficarei cego", explica o Analista de Operações em Marketing, que recentemente completou 23 anos de idade. No entanto, ele diz que isso não o preocupa. "Bem, eu sabia disso desde criança, e agora estou menos preocupado, porque existem ferramentas tecnológicas que podem me ajudar a realizar minhas atividades normalmente”, afirma. Desde que entrou para a Oracle, Franco utiliza o software de leitura de telas JAWS (Job Access with Speech) em seu dia a dia, algo que nunca havia pensado em usar até começar a trabalhar na companhia. “Me ajudaram a perceber que era uma ferramenta assistiva que facilitava muito o trabalho diário, tendo ou não cegueira total." Segundo ele, uma das principais lições que aprendeu ao longo da sua carreira até o momento é justamente um maior conhecimento sobre si próprio. "Eu diria que fazer um trabalho de autoconhecimento e entender as ferramentas que eu precisaria para trabalhar", aponta. Franco também destaca o fato de trabalhar diretamente com Ines Freitas, Marketing Operations Manager da Oracle para América Latina, que também possui deficiência visual. "Tem sido muito emocionante e motivador, porque quando entrei na Oracle não tinha alguém por perto para compartilhar comigo dicas, ferramentas ou formas de trabalhar. E agora, colaborando com a Ines, quero ser um líder como ela, que se preocupa com todos da equipe, nos apoia com seu conhecimento e experiência, nos repreende quando merecemos e, é claro, reconhece quando fazemos o trabalho de forma excelente. Todas as desculpas que poderíamos usar para dizer que o crescimento pessoal e profissional não existe simplesmente desapareceram." Em 3 de dezembro é comemorado o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. A data foi instituída em 1992 pela ONU (Organização das Nações Unidas) como forma de ressaltar a importância da inclusão das pessoas com deficiência e da conscientização da sociedade.

Franco Hernández, Marketing Operations Analyst da Oracle no México, que possui deficiência visual desde a infância, fala sobre sua trajetória na empresa e os aprendizados da sua carreira. (#Pracegover:...

Comunidades

Equipes do Tony Blair Institute aliam-se à Oracle no combate a surtos de doenças na África

Por meio de sua colaboração com o TBI e as nações africanas, a Oracle doará seu Oracle Health Management System a vários governos africanos gratuitamente nos próximos 10 anos. Por Margaret Lindquist* Mesmo antes de a COVID-19 tornar-se uma crise global, vários governos africanos implementaram inúmeros programas de exames de saúde, testes e conscientização pública que, originalmente, foram desenvolvidos durante a pandemia de Ebola em 2014. Agora, um sistema baseado em nuvem desenvolvido pela Oracle e implementado em uma colaboração filantrópica com o Tony Blair Institute for Global Change (TBI) está ajudando vários países africanos a agilizar a coleta de dados e os programas de administração de vacinação para melhorar o monitoramento e o combate a uma variedade de doenças, inclusive a febre amarela, o papilomavírus humano, a poliomielite e o sarampo. O programa supervisionou a vacinação de 75.000 pessoas nos 10 primeiros dias. O sistema baseado em nuvem gerenciará o amplo programa de imunização que será necessário quando as vacinas de COVID-19 forem disponibilizadas. Por meio de sua colaboração com o TBI e as nações africanas, a Oracle doará seu Oracle Health Management System a vários governos africanos gratuitamente nos próximos 10 anos. Gana, Ruanda e Serra Leoa serão os primeiros a utilizar o sistema, com o objetivo de criar um sistema unificado e continental de registros de saúde digitalizados. -Leia mais: Cientistas descobrem um caminho para atacar COVID-19 com o auxílio de imagens em nuvem "Ao contrário dos Estados Unidos, onde a COVID-19 provavelmente seja a principal preocupação, esses países precisam lidar com muitas vacinas e muitas campanhas", afirmou Katherine Vandebelt, vice-presidente de inovação clínica na Oracle. "Então, eles têm a oportunidade de gerenciar isso de uma forma melhor e muito diferente do que alguma vez já conseguiram fazer." Desde que foi declarada a pandemia da COVID-19, o TBI tem fornecido aos governos africanos, ferramentas e equipes de implementação para ajudá-los na aquisição de suprimentos, no teste e na triagem de pacientes, na implementação do rastreamento de contatos e de outras medidas de saúde. Atualmente, médicos e cidadãos dos países participantes estão começando a usar o Oracle Health Management System baseado em nuvem para auxiliar nos programas de vacinação em grande escala contra doenças, como febre amarela, poliomielite e sarampo. Assim que uma vacina contra a COVID-19 for disponibilizada, o sistema Oracle Cloud será utilizado nos países participantes para coordenar o agendamento e criar os registros da vacinação. Os códigos QR digitais coletados no sistema ajudarão a África na reabertura de suas fronteiras e de sua economia, fornecendo aos cidadãos o comprovante de imunização, ou o "passaporte da imunidade", de que precisam para transitarem livremente em viagens e para irem ao trabalho. O Oracle Health Management System já está sendo usado nos EUA para coletar dados e monitorar os sintomas dos pacientes e as reações deles aos tratamentos precoces para a COVID-19, bem como para fornecer o backbone de triagem e o registro de voluntários para a Rede de prevenção contra COVID-19 do National Institutes of Health. Dados da área da saúde na nuvem De um modo mais amplo, o Oracle Healthcare Management System pode ajudar os países a monitorar a saúde geral de suas populações, permitindo que milhões de indivíduos e médicos registrem e monitorem dados relacionados à saúde. Ao armazenar esses dados na nuvem, elimina-se o problema da troca de dados entre sistemas diferentes, afirmou Mike Sicilia, vice-presidente executivo da Oracle, que supervisiona o grupo na Oracle que desenvolveu o sistema. Pacientes e profissionais de saúde podem inserir registros de vacinação, sintomas, resultados de testes e outras informações relevantes em um aplicativo baseado na Web. Até o momento, existem milhões de atualizações de pacientes dos EUA no sistema, sendo que grande parte dessas atualizações foi inserida com o uso de um dispositivo móvel. Na África, médicos e profissionais de saúde serão os principais usuários do sistema. O Presidente de Gana, Nana Akufo-Addo, afirmou que, com a pandemia, ficou clara a necessidade de digitalizar os sistemas nacionais de saúde pública para beneficiar os cidadãos do país. "O sistema de administração de vacinas está disponível para todos os cidadãos", afirmou Sicilia. "Ele está disponível para países em todo o mundo. E foi desenvolvido para escalar de acordo com a população de cada país." Awo Ablo, diretor executivo de relações externas do TBI, disse que a pandemia da COVID-19 e a adoção de um novo framework digital para o monitoramento da saúde podem ter aberto as portas para que os países africanos mantenham-se à frente no que se refere a dados de sistemas digitais de saúde. "Há a possibilidade de a África manter-se à frente. Se os países assim quiserem, haverá a oportunidade de fazer um grande avanço e usar a tecnologia não apenas na área de saúde, mas também na digitalização da economia", disse Ablo. Quando os representantes do governo perguntam sobre tais sistemas, eles se concentram na segurança e privacidade dos dados, disse Vandebelt, da Oracle. "E a Oracle trabalha muito bem nessa área", afirmou ela. "Além disso, continuamente, utilizamos órgãos externos para ajudar a determinar se o que estamos criando tem o máximo de segurança e se conta com os controles de privacidade necessários." Outro ponto forte da Oracle é o desenvolvimento de sistemas em grande escala. Os sistemas existentes em muitos países "começam a entrar em colapso" quando atingem dezenas de milhares de registros por dia, afirmou Ablo. Mas o sistema Oracle pode integrar dados e sistemas existentes e, ainda, permitir que sejam escalados pelos países. Uma questão de confiança O TBI, uma organização sem fins lucrativos orientada a missões, foi criado pelo ex-primeiro-ministro britânico Tony Blair em 2016. Sua prática de aconselhamento governamental ajuda os líderes de economias emergentes e em desenvolvimento a enfrentar alguns dos desafios mais difíceis do mundo atual que é criar sociedades mais abertas e prósperas. O histórico do TBI começou em 2008, quando Blair deu início à Tony Blair Africa Governance Initiative. Ele trabalhou em estreita colaboração com o presidente e CTO da Oracle, Larry Ellison, em outras questões urgentes na África, como a transformação agrícola e o acesso à eletricidade. "A proposta que Tony Blair sempre fez aos governos é que ele está lá para apoiar suas ambições e sua agenda de reformas, contanto que isso proporcione um crescimento sustentável e uma vida melhor para os cidadãos", afirmou Ablo. "É uma relação de confiança, pois não seguimos uma agenda externa. Nosso interesse está nos conceitos de escala nacional que funcionem e que estejam voltados para o futuro." Benefício em longo prazo A COVID-19 tem sido um catalisador para que países em todo o mundo repensem em seus sistemas nacionais de monitoramento e registro. No entanto, a pandemia também expôs o fato de que a maioria dos países não estava preparada para lidar com uma crise dessa magnitude. A luta contínua da África contra doenças, como o Ebola e a malária, torna-se ainda mais complicada devido à incapacidade de identificar indivíduos em muitas partes da África, onde a emissão de IDs digitais feita pelo governo não é tão ampla. Um sistema de saúde resiliente é a melhor defesa contra futuras pandemias, de acordo com o Presidente de Ruanda, Paul Kagame, que mencionou que a África deverá conseguir ter acesso a uma parte equitativa de qualquer vacina, assim que esta estiver disponível. "Precisamos de sistemas que, além de informar o que aconteceu em forma de registros médicos, façam previsões sobre a jornada de tratamento de um paciente, a possível progressão da doença etc.", declarou Sicilia, da Oracle. Enquanto os governos africanos trabalham para implementar sistemas de grande escala, não apenas para a gestão da saúde, mas também para a emissão de IDs digitais, o Oracle Healthcare Management System pode integrar-se a padrões biométricos que permitem que a leitura de impressões digitais seja utilizada na identificação. "Além de beneficiar a área da saúde, a possibilidade de identificar os indivíduos proporciona muitos outros benefícios", afirmou Sicilia. "Pode-se começar a pensar em torná-los participantes regulares da economia digital e facilitar viagens, votações e todos os tipos de situações que são difíceis de serem realizadas se não houver um meio de identificação." O mais revolucionário disso é a parte do engajamento do cidadão, em que todos os envolvidos (o paciente, o médico, o profissional da saúde) obtêm os benefícios das comunicações bidirecionais. "Não é necessário esperar até a próxima consulta para falar sobre como você está se sentindo ou dizer ao médico que surgiu um novo sintoma", disse Sicilia. "Isso muda a área da saúde de uma forma muito positiva. Possibilitamos conversas bidirecionais entre pacientes e médicos centradas em evidências reais. Essas evidências podem ser provenientes da inserção feita pelos pacientes ou vir diretamente dos dispositivos médicos conectados. É preciso eliminar a necessidade de enviar por fax os registros médicos no final do dia. Pacientes e médicos precisam de acesso seguro e em tempo real aos registros, independentemente do local em que estão."   *Margaret Lindquist é diretora sênior de conteúdo de marketing de marca da Oracle

Por meio de sua colaboração com o TBI e as nações africanas, a Oracle doará seu Oracle Health Management System a vários governos africanos gratuitamente nos próximos 10 anos. Por Margaret Lindquist* Mes...

Histórias de Sucesso

Murad economiza 30% movendo EBS, Demantra e OBIEE para Oracle Cloud Infrastructure

Empresa de cuidados com a pele faz parte da Unilever e já é cliente da Oracle há muito tempo, utilizando o E-Business Suite (EBS) para ERP, o Oracle SCM, o Demantra para planejamento e o Oracle Business Intelligence Enterprise Edition (OBIEE) para business intelligence. A Murad é uma renomada marca de cuidados com a pele, especializada em tratamentos de acne e antienvelhecimento. A empresa foi fundada em 1989 por Howard Murad, M.D., farmacêutico e dermatologista licenciado pelo conselho. Desde 2015, as operações da Murad são controladas pela Unilever. A marca continua levando adiante a visão do Dr. Murad de combinar fórmulas científicas inovadoras e bem-estar interior para promover a saúde da pele. O modelo de negócios complexo exigia operações de back-office mais rápidas A Unilever lançou uma iniciativa em toda a empresa para melhorar a experiência do consumidor, viabilizada por operações de back-office mais rápidas e eficientes. A organização de TI da Murad precisava trabalhar em estreita colaboração com suas linhas de stakeholders de negócios para garantir que atendessem às necessidades operacionais de seu complexo modelo de negócios. -Leia mais: 7-Eleven confia seus aplicativos essenciais e recuperação de desastres à Oracle Cloud A Murad tem um modelo de distribuição multifacetado e cada uma dessas facetas exigia uma infraestrutura de TI de melhor desempenho para dar suporte à rapidez nas operações de planejamento de recursos empresariais (ERP), no gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM), nos aplicativos de planejamento e na geração de relatórios. A venda é realizada diretamente aos consumidores por meio do ecommerce, no qual tem sido observado um aumento anual de 30% nos negócios. Desse modo, a pilha de aplicativos, incluindo a infraestrutura, precisava respaldar, com mais eficácia, o alto volume e o crescimento das transações diretas com os consumidores. Além disso, a distribuição da Murad ocorre por meio de infomerciais televisionados, lojas de departamento líderes, grandes lojas de varejo de produtos de beleza, spas boutique e salões. Isso significa que seus sistemas de back-office também precisavam planejar, respaldar e gerar relatórios dos pedidos de alto valor feitos por seus parceiros B2B (Business-to-Business). Historicamente, a Murad mantinha seu próprio hardware em um data center por co-location, utilizando o hardware Cisco UCS e atualizando-o a cada período de três a cinco anos. Eles estavam prestes a iniciar outro ciclo de atualização de hardware quando decidiram explorar a infraestrutura de nuvem com base em seus principais negócios e em suas principais necessidades operacionais. Um dos objetivos era melhorar o desempenho de seus aplicativos empresariais essenciais, garantindo um tempo de resposta mais rápido nas consultas e na geração de relatórios de ERP, SCM, planejamento e business intelligence. Outro objetivo consistia na redução dos custos de infraestrutura. Grande parte desses custos ocorria devido às altas despesas de largura de banda de rede necessárias para conectar seu escritório a seu datacenter. Por fim, eles desejavam transferir a manutenção de hardware para um provedor, conseguir melhorar a continuidade dos negócios e aproveitar as inovações tecnológicas contínuas que a nuvem pode fornecer melhor do que a infraestrutura on-premises. A Murad já é cliente Oracle há muito tempo e utiliza o E-Business Suite (EBS) para ERP, o Oracle SCM, o Demantra para planejamento e o Oracle Business Intelligence Enterprise Edition (OBIEE) para business intelligence; tudo isso viabilizado pelo Oracle Database no back-end. “Temos um relacionamento de longa data com a Oracle, em que realmente estabelecemos a confiança", disse Rishabh Sinha, Diretor sênior de Aplicativos empresariais. “Sabíamos que seria mais fácil ficar com a Oracle e mudar para a Oracle Cloud Infrastructure.” Benefícios de custos e desempenho que excederam as expectativas A trajetória da Murad para a Oracle Cloud Infrastructure envolveu testar licenças de avaliação e executar um piloto para familiarizar-se com a plataforma. Depois, eles mudaram seus ambientes de teste para o EBS, o Demantra e o OBIEE de modo que seus superusuários pudessem testar a nova infraestrutura de nuvem. Posteriormente, eles migraram seu banco de dados em espera, utilizando o programa “Bring Your Own License (BYOL)" da Oracle para implementar o Oracle Database na Oracle Cloud Infrastructure Compute. Por fim, eles transferiram suas cargas de trabalho de produção do EBS, Demantra e OBIEE para a Oracle Cloud. “Acho que nosso plano de migração foi executado muito mais tranquilamente do que tínhamos previsto", afirmou Sinha. "Fizemos todos os testes antecipadamente e, primeiro, movemos nosso ambiente em espera para a nuvem. Quando chegou o momento de implementar na produção, foi como virar uma chave.” Desde que entraram em operação, os usuários empresariais da Murad notaram uma grande melhoria nos tempos de consulta e na geração de relatórios. A execução dos relatórios do EBS que costumava levar de 15 a 20 minutos agora demora 5 minutos. "Esperávamos algumas melhorias de desempenho quando mudamos para a Oracle Cloud Infrastructure, mas não imaginávamos que essas melhorias fossem tão boas”, afirmou Sinha. “Nossos stakeholders de negócios têm relatado que suas consultas estão chegando mais rápido. No geral, tínhamos estimado de 20% a 30% de melhorias no desempenho.” Além disso, a Murad obteve a economia de custos que pretendia obter. Eles estimam uma economia de 30%, sendo que o componente que gerou a maior economia foi a conexão de linha anterior de alto custo entre seu datacenter e seus escritórios. A Murad também está economizando nos custos de hardware e manutenção. Eles chegaram a vender seu hardware, o que gerou mais benefícios. Em resumo, a Murad agora pode aproveitar essas economias para implementar outras soluções tecnológicas e atender ainda mais a suas necessidades de negócios. Além disso, ela está explorando o banco de dados como um serviço e planeja um objetivo em longo prazo de mudar para o modelo de software como um serviço.

Empresa de cuidados com a pele faz parte da Unilever e já é cliente da Oracle há muito tempo, utilizando o E-Business Suite (EBS) para ERP, o Oracle SCM, o Demantra para planejamento e o Oracle...

Pessoas

A importância de um ambiente de trabalho diverso

“Nos acostumamos com as diferenças, não nos causa nenhuma estranheza e passamos a agir naturalmente”, diz Ines Freitas, Marketing Operations Manager, que possui deficiência visual nos dois olhos. (#Pracegover: Fotografia de Ines, mulher loira, cabelos compridos, no centro da foto, em um fundo rosa, azul e amarelo) Nascida e criada na cidade do Rio de Janeiro, onde vive até hoje com o marido e as duas filhas gêmeas, Ines Freitas, Marketing Operations Manager da Oracle para América Latina, é formada em Letras (Português-Espanhol) pela UFRJ e também possui pós-graduação em Marketing pela UCAM. Há 12 anos na Oracle, onde sempre atuou na área de marketing, Ines possui deficiência visual nos dois olhos por conta de uma doença degenerativa da retina chamada retinose pigmentar. “É uma doença genética, nasci com ela, mas só fui diagnosticada com uns 18 anos, quando começou a agravar-se.” Segundo ela, um ambiente de trabalho diverso é muito importante. “Uma vez ouvi em uma palestra sobre diversidade que falava que precisamos fazer com que a sociedade nos aceite de forma natural. E usaram a analogia de dirigir um carro: quando estamos aprendendo, pensamos em tudo que temos que fazer: ligar o carro, pisar na embreagem, mudar a marcha, pisar no acelerador. E depois que nos acostumamos, fazemos de forma tão natural que nem lembramos etapa por etapa, simplesmente executamos. Esta é a importância de trabalhar num ambiente diverso - nos acostumamos com as diferenças, não nos causa nenhuma estranheza e passamos a agir naturalmente”, explica. -Leia mais: Cientista de dados da Oracle compartilha 7 dicas para as mulheres no mundo da tecnologia Antes da sua entrada para a Oracle, em 2008, Ines foi professora de inglês e espanhol por cerca de três anos e também trabalhou por quase cinco anos na área de Marketing – Atendimento ao Cliente da Petrobras, em que atuava em um departamento apenas com pessoas com deficiência. Nessa época, disse ter sentido a necessidade de trabalhar com pessoas não deficientes. “Comecei a me sentir muito protegida naquele ambiente onde todos tinham habilidades diversas, onde todos se entediam de alguma forma. Precisava de desafios”, relembra. Foi então que começou a trabalhar na Oracle. Na época, ela foi a primeira profissional com deficiência visual do escritório da companhia no Rio de Janeiro. “E fui me adaptando, enfrentando os obstáculos, sempre com o apoio da minha gerente e dos colegas da Oracle”, explica. De acordo com Ines, a perda de visão passou a se agravar após o nascimento das filhas. “Com a gravidez, por causa dos hormônios, teve uma piora considerável. Comecei a sentir muita