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Transformação na TI

O que um Oracle Database gratuito significa para esses 4 desenvolvedores

Saiba como a nova versão Always Free (Uso Livre) da plataforma da Oracle pode ajudar a impulsionar a transformação de ideias em aplicativos. Por Jeff Erickson* Todo carvalho frondoso já foi um pequeno broto um dia. O desenvolvimento de aplicativos de software segue este mesmo padrão atemporal. E essa é a ideia por trás da oferta da Oracle de uma nova versão Always Free (Uso Livre) de seu banco de dados— dar às ideias um lugar para criarem raízes, não importa de quanto empenho elas precisem, com o potencial de transformar uma ideia em um aplicativo útil, ou até mesmo uma verdadeira potência. Lançado no Oracle OpenWorld 2019, realizado em setembro nos Estados Unidos, a versão Always Free do Oracle Autonomous Database se fixou rapidamente na comunidade de desenvolvimento de bancos de dados, com mais de quatro vezes mais usuários de teste inscritos no primeiro mês em comparação com os meses anteriores. Alguns são especialistas que procuram criar provas de conceito, enquanto outros estão aproveitando a oportunidade para se envolverem mais. -Leia mais: Podcast: como a automação torna os DBAs mais poderosos “OK, eu estou pensando em ir de conhecimento zero para um aplicativo pessoal de mergulho com o APEX e o banco de dados Always Free", tuitou Debra Lilley (foto acima), que é especialista em aplicativos de negócios, mas não tem muita prática em desenvolvimento de banco de dados. Seu objetivo é bastante modesto: criar um registro online para as suas excursões de mergulho. Esse é o tipo de experimentação de baixo risco que pode levar a todos os tipos de novos aplicativos, diz Brendan Tierney (foto abaixo), um especialista em bancos de dados e em machine learning da Irlanda. “É uma maneira muito fácil para as pessoas criarem um ambiente de teste e começarem a usar, expandir e compartilhar seus conhecimentos", diz ele. Os desenvolvedores que se inscreverem em uma numa conta de nuvem no novo programa Always Free têm acesso a: •    2 instâncias do Oracle Autonomous Database, com 20 GB de armazenamento •    2 máquinas virtuais do Oracle Cloud Infrastructure •    100 GB de armazenamento de bloco, 10 GB de armazenamento de objetos e 10 GB de arquivo-morto •    Serviços adicionais, como balanceador de carga, monitoramento, notificações e transferência de dados de saída Os usuários também recebem acesso a uma série de ferramentas gratuitas para a criação de aplicativos, como o Oracle Application Express, e drivers para linguagens de programação populares, serviços REST para publicação de dados e até mesmo um notebook popular para trabalhar em ciência de dados. O programa Always Free trabalha junto com um programa de créditos gratuitos que os desenvolvedores podem gastar em uma lista estendida de serviços em nuvem. A surpresa para os desenvolvedores, observa Tierney, é que o banco de dados “é autônomo, então você não precisa se preocupar com administração", comenta. Uma vez que um usuário configure um login e solicite um banco de dados em nuvem, o banco de dados autônomo pode implantar, ajustar, corrigir, fazer backup e se proteger sem intervenção humana, para que um desenvolvedor possa lidar com esses recursos sem chamar uma equipe de suporte de TI. “Você pode começar a usá-lo para aquilo para que quiser usá-lo.” Heli Helskyaho é especialista em banco de dados e modelagem de dados na Finlândia e quer usar o Oracle Database e a infraestrutura de nuvem gratuitos como uma maneira de vender novas ideias para sua empresa—sem ter de desembolsar dinheiro antecipadamente. “Se eu quiser usar o machine learning em dados de nosso banco de dados local, primeiro tenho que comprar a opção de machine learning e, claro, não compro porque é cara", observa ela. O banco de dados autônomo gratuito é o mesmo Oracle Database repleto de recursos que grandes bancos, empresas de telecomunicações, pesquisadores e muitas outras organizações usam para executar algumas das cargas de trabalho de dados mais exigentes do mundo. Isso significa que o serviço de banco de dados autônomo gratuito tem “todas as opções empresariais mais legais incorporadas", comenta Helskyaho. “Então, se eu puder criar algo de graça no banco de dados autônomo usando machine learning e encontrar algo em nossos dados que seja útil”, como uma forma de saber quando um cliente está se preparando para deixar a empresa dela, “seria prova de que vale a pena comprar [a opção de machine learning].” Tariq Farooq (foto acima) dirige uma incubadora de tecnologia com escritórios no Paquistão, Arábia Saudita e EUA, e vê o banco de dados autônomo Always Free como uma ótima maneira de conectar os jovens desenvolvedores que contrata com o banco de dados empresarial mais popular. “O banco de dados autônomo essencialmente traz à tona o banco de dados corporativo predominante no mundo para crianças no Paquistão, Quênia ou Califórnia ou em qualquer lugar", diz ele. “O [banco de dados] autônomo gratuito combinado com ferramentas como o APEX...pode ser um capacitador para aquelas crianças ou para organizações como a nossa saírem para o mundo e ativarem muito rapidamente aplicativos prontos para a empresa.” Farooq, cuja empresa apoia projetos tão diversificados quanto sites de leilões e aplicativos de serviços de saúde, vê possibilidades para suas jovens equipes transformarem ideias em produtos—porque o banco de dados Always Free oferece um caminho de atualização contínuo para a plataforma paga e escalável. “Podemos fazer lançamentos suaves e testes, e se as coisas começarem a crescer nos mercados asiáticos, como a Índia, que é um mercado de mais de um bilhão, estamos prontos para crescer", comenta ele. Mas, primeiro, as ideias devem começar pequenas, como o registo de dados de mergulho de Debra Lilley. “A comunidade do APEX realmente me intriga", declara Lilley. “Então, quando o anúncio do serviço sempre gratuito mencionou usar o APEX, pensei: "É isso; eu vou tentar. E pensei em tentar com dados que realmente significassem algo para mim: meu registro de mergulho.” Grandes ou pequenas, vale a pena explorar as ideias—especialmente com a versão Always Free de um banco de dados autônomo e infraestrutura de nuvem pronta—comenta Brendan Tierney. “Vá usá-lo. Abrace-o ", incentiva ele. “É a única maneira de ver realmente o que ele faz.” *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para banco de dados e inovação baseada em dados na Oracle

Saiba como a nova versão Always Free (Uso Livre) da plataforma da Oracle pode ajudar a impulsionar a transformação de ideias em aplicativos. Por Jeff Erickson* Todo carvalho frondoso já foi um pequeno...

Transformação nos Negócios

Peru recebe última parada da tour Embrace the Transformation

Depois de São Paulo, Buenos Aires, Bogotá e Cidade do México, evento da Oracle sobre transformação chega à Lima em 19 de novembro. Por Redação Oracle Após passagens bem-sucedidas por diferentes países da América Latina nos últimos meses, a Oracle prepara a última parada do ano do seu evento sobre transformação Embrace the Transformation – Live the Cloud, que acontece em 19 de novembro em Lima, no Peru. Assim como suas edições anteriores, o Embrace the Transformation Peru, que acontece na Galería Lucia de la Puente, receberá especialistas da Oracle e grandes nomes do mercado para falar sobre como a tecnologia pode ajudar pessoas e empresas a construírem hoje o futuro. -Leia mais: Casa Oracle abre as portas para a inovação em São Paulo A lista de convidados já confirmados para o evento na capital peruana inclui Jorge Arias, Vice President Solution Engineering, Industry & Innovation da Oracle; Sandra Guazotti, Senior Vice President Multi Country Region da Oracle na América Latina; e Carlos Ruiz, Managing Director da Oracle no Peru. Entre os meses de agosto e outubro, o Embrace the Transformation esteve presente em diferentes países da América Latina, reunindo milhares de pessoas em São Paulo, no Brasil, Buenos Aires, na Argentina, Bogotá, na Colômbia, e Cidade do México, no México. Para saber mais informações sobre a programação do Embrace the Transformation Peru, clique neste link.

Depois de São Paulo, Buenos Aires, Bogotá e Cidade do México, evento da Oracle sobre transformação chega à Lima em 19 de novembro. Por Redação Oracle Após passagens bem-sucedidas por diferentes países...

Inovação

Novo software gera oportunidades para deficientes visuais na IBVI

A IBVI trocou soluções de software desenvolvidas internamente pelo Oracle Cloud Applications, ajudando a criar novas oportunidades de carreira para sua força de trabalho. Por Chris Murphy * Sandra Teague-Martin trabalhou durante anos numa imobiliária na região de Milwaukee até perder boa parte de sua visão para o glaucoma. Ela tentou continuar a trabalhar no escritório, mas "naquele ambiente, você precisa de toda a sua visão", diz ela. Teague-Martin procurava trabalho quando seu oftalmologista mencionou uma organização local chamada Industries for the Blind and Visually Impaired. A IBVI emprega pessoas para uma ampla gama de funções, desde a montagem de kits de ferramentas para tropas militares até funções em escritório e atendimento ao cliente. Teague-Martin foi contratada para faz montagem manual e ficou nessa função por oito meses, até que uma grande mudança tecnológica na IBVI criou uma nova oportunidade. A empresa implementou um novo software que permitiu a criação de serviços financeiros, de atendimento ao cliente e outros nos quais pessoas com deficiências visuais poderiam trabalhar de forma independente. Teague-Martin conseguiu uma das vagas de atendimento ao cliente, onde usa ZoomText, um aplicativo de conversão de texto em fala, para inserir, rastrear e monitorar pedidos e inventário. “Não pensei que seria possível encontrar um emprego como este, onde você é aceito, onde é igual às pessoas sem deficiência visual", diz ela. Leia mais: Estudantes usam tecnologia a favor da educação e meio ambiente no Oracle AI4Good A experiência de Teague-Martin é emblemática da missão singular da IBVI: Criar empregos para pessoas como ela. Mais de 7 milhões de adultos norte-americanos são cegos ou deficientes visuais, e estima-se que 70% deles não estejam empregados em tempo integral. A IBVI emprega 265 pessoas em uma ampla gama de funções – de montadores a operadores de máquina, auxiliares de compras e contas a pagar, até coordenadores de projeto e muito mais. É claro que a IBVI sabe que seu sucesso como empresa depende da fabricação e entrega produtos de qualidade, e está sempre procurando maneiras de melhorar seus produtos, o atendimento ao cliente e a precisão em torno de fatores como entrega pontual e inventário disponível. Mas, ao contrário da maioria das empresas, a organização sem fins lucrativos não está necessariamente buscando cortar seus custos trabalhistas. “Deixar de empregar uma pessoa a mais não vai nos ajudar", diz Emmanuel Vouvakis, Diretor de Inovação da IBVI. Quando a IBVI procura novas oportunidades de negócios, um dos primeiros itens na lista de prioridades é que essa oportunidade deve, ao mesmo tempo, criar oportunidades de emprego para deficientes visuais. Mais tipos de emprego, mais oportunidades Essa dupla motivação – melhorar o desempenho da empresa e criar novos postos de trabalho – pode ser vista na principal iniciativa de software que Vouvakis implementou recentemente na IBVI. No passado, a maioria das vagas da IBVI para cegos estava na linha de produção e montagem. Alocar funcionários cegos em funções de escritório, como atendimento ao cliente, vendas e contabilidade, exigia supervisão de alguém que enxergasse. Ao implementar os Oracle Cloud Applications em toda a sua estrutura administrativa, a IBVI notou uma maior compatibilidade com ferramentas como JAWS (texto-para-fala) e ZoomText. Além disso, um conjunto integrado de aplicativos facilitou o acesso a dados, tornando-os mais úteis para o atendimento ao cliente e a análise, diz Vouvakis. Esses fatores permitiram que a IBVI criasse novas funções independentes (sem necessidade de assistência visual) no atendimento ao cliente, compras e contabilidade. O Diretor de Inovação da IBVI, Emmanuel Vouvakis, à esquerda, conversa com o funcionário Justin Greenwood na fábrica. (Foto: Justin Chung) O aumento da concorrência também desempenhou um papel na decisão da IBVI de atualizar sua plataforma tecnológica. A IBVI vende alguns de seus produtos sob um programa do governo dos EUA chamado AbilityOne, por meio do qual agências compram de fornecedores que criam empregos para pessoas com deficiência. A IBVI vê oportunidades de expansão para novos mercados, como serviços de montagem de kits sob demanda, onde uma agência pode escolher entre dezenas de opções produtos e caixas online para colocar em um kit, e está enfrentando novos rivais que estão vendendo nos mercados em que ela já atua, sob contratos AbilityOne. Para enfrentar esses desafios, a IBVI migrou de uma miríade de sistemas de softwares legados para o conjunto completo de aplicativos Oracle Cloud voltados para funções como finanças, cadeia de suprimentos, configuração de produtos, compras e comércio online. “Para que pudéssemos escalar e crescer, precisávamos de uma plataforma sólida e acessível", diz Vouvakis. Mudança bem-vinda Para funcionários como Teague-Martin, foi um desafio aprender rapidamente um sistema completamente novo – mas vale a pena, porque agora ela e seus colegas têm um pacote de aplicativos que traz todas as informações de que precisam em um só lugar, para que eles não precisem mudar de tela para tela. “Eu gosto de novas ideias", diz ela. “Sou uma pessoa que sempre quer aprender coisas novas.” Vouvakis, que não é deficiente visual, sabia que mudar para um novo sistema exigiria muito treinamento. Mas sua experiência na IBVI lhe ensinou que não teria de se preocupar com uma possível resistência da equipe à mudança tecnológica. “Os deficientes visuais são mais adaptáveis e estão sempre prontos para abraçar qualquer mudança", diz ele. “Eles estão acostumados a se adaptar o tempo todo.” Estar de volta em um ambiente de escritório e aprender novas tecnologias mudou a perspectiva de Teague-Martin sobre sua carreira. Ela está considerando voltar para a faculdade, para obter um diploma de bacharel, pois já tem uma graduação em um curso de dois anos. Ela também gosta do fato de que trabalhar no software Oracle Cloud abre mais portas no mercado do que se ela conhecesse apenas o software legado da IBVI. “Eu gostaria de ficar aqui", enfatiza Teague-Martin, “mas poderia levar para outras empresas o conhecimento que adquiri.” Vouvakis está perfeitamente de acordo com esse tipo de pensamento. Embora ninguém queira perder bons funcionários, criar oportunidades de emprego faz parte da missão da IBVI. “Se eles aprenderem a usar os aplicativos Oracle aqui, poderão trabalhar em qualquer lugar", diz ele. “Isso lhes abrirá uma outra via de crescimento na carreira.” * Chris Murphy é diretor editorial da Oracle.

A IBVI trocou soluções de software desenvolvidas internamente pelo Oracle Cloud Applications, ajudando a criar novas oportunidades de carreira para sua força de trabalho. Por Chris Murphy * Sandra...

Inovação

Casa Oracle abre as portas para a inovação em São Paulo

Novo espaço tem foco em promover a transformação digital e estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, startups, desenvolvedores e comunidade. Por Redação Oracle A Oracle inaugurou oficialmente em São Paulo no dia 5 de novembro a Casa Oracle, um novo espaço voltado a promover transformação digital, inovação, conhecimento e experiências, por meio da tecnologia, além de estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, educadores, startups, desenvolvedores e comunidade. Situada no Co.W. Coworking Berrini, próximo ao escritório da Oracle na zona sul da capital paulista, a Casa Oracle tem como objetivo principal incentivar a inovação em todos os níveis da sociedade, incluindo a cocriação de soluções baseadas em nuvem e em tecnologias emergentes, como Internet das Coisas (IoT), inteligência artificial (IA) e blockchain, entre outras. -Leia mais: Podcast: como criar uma cultura voltada para a transformação digital Com a iniciativa, a empresa quer atrair um público variado, como estudantes e professores do programa Oracle for Knowledge; escolas técnicas e ONGs que participam das atividades de Cidadania Corporativa, como AI for Good; startups do programa Oracle for Startups; clientes e parceiros para encontros e sessões de prototipagem e design thinking, assim como favorecer encontros com desenvolvedores no local. “Acredito que aqui pode ser um grande hub de conexão”, afirmou Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil, durante o evento de inauguração do espaço, que contou com a presença de funcionários da empresa, jornalistas e parceiros. Na ocasião, Galvão também destacou o fato de a Casa Oracle ter sido idealizada por uma equipe multidisciplinar, com funcionários de diversas áreas da empresa. “Eles formaram um comitê, organizaram a reforma do espaço, criaram as regras de utilização e governança da casa e até elegeram um ‘síndico’. É uma clara demonstração de como a mudança cultural da empresa vem favorecendo o surgimento de projetos ‘bottom up’, propostos pelos próprios funcionários." Para o VP de marketing da Oracle na América Latina, Gabriel Vallejo, a Casa representa um marco de transformação de gestão e de cultura da empresa. Em sua apresentação, o executivo também falou sobre a importância das pessoas para a iniciativa. “O mais valioso desta casa é o que fazemos aqui dentro, as pessoas que conectamos. Essa casa não vai existir sem as pessoas.” Espaços colaborativos A Casa Oracle possui vários espaços colaborativos, como laboratório de inovação, espaço para design thinking, espaço de coworking para desenvolvedores, estudantes e influenciadores e estúdio audiovisual. Conta ainda com uma área reservada para prototipagem e demonstrações de realidade virtual (VR), análise comportamental e big data – no evento, foram exibidas ao público demonstrações da CarNext e da Techshop. Startups A Casa Oracle também será usada para fomentar a atração de startups e sua conexão com clientes e colaboradores Oracle. A empresa vem apoiando uma nova onda de empreendedores por meio do seu programa de aceleração Oracle for Startups, que possibilita parcerias de negócios e cria um ciclo virtuoso de inovação. Segundo Marie Timoner, product manager do Oracle for Startups, a Casa Oracle possibilita uma troca de aprendizados importante: “Nós aprendemos com as startups e elas aprendem com a gente”, afirmou a executiva, que destacou ainda que o local ajudará as marcas a pensarem sobre o futuro das suas áreas de negócios. Lançado há dois anos – e recentemente renovado, o Oracle for Startups já recebeu inscrições de centenas de startups neste período, contabilizando um total de 12 startups aceleradas no Brasil, com diversos projetos construídos em conjunto, clientes Oracle consumindo as soluções e algumas inclusive se tornando fornecedoras da empresa.

Novo espaço tem foco em promover a transformação digital e estreitar conexões com clientes, parceiros, estudantes, startups, desenvolvedores e comunidade. Por Redação Oracle A Oracle inaugurou...

Transformação nos Negócios

Por mais agilidade, BRMalls migra para Oracle ERP Cloud

Grupo de gestão de shoppings centers iniciou mudança para plataforma na nuvem da Oracle em março de 2019. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* O ERP em nuvem está se tornando cada vez mais popular, segundo dados de uma pesquisa recente da Cloud Security Alliance (CSA). Os motivos são os mesmos pelos quais outras cargas de trabalho e aplicativos estão sendo constantemente movidos para a nuvem: escalabilidade, confiabilidade, elasticidade, economia de custos, e, mais recentemente, a inclusão de recursos avançados como maior automação, maior segurança e capacidade analítica. Pressionadas pelas necessidades das áreas de negócio, executivos de TI estão sendo obrigados a correr para resolver gaps de análise, padronizar processos, investir em maior integração e enfrentar, de forma definitiva, os passivos de customização dos sistemas legados. Em especial, do ERP. E o upgrade para a nuvem surge como uma opção natural, como no caso do grupo BRMalls. Responsável pela gestão de dezenas de shoppings centers no Brasil, a companhia decidiu mudar processos e sistemas internos, em um esforço para acelerar o seu processo de transformação digital. A grande quantidade de customizações do ERP usado pela BRMalls fez com que a empresa sentisse a necessidade de ter um sistema um pouco mais leve, que lhe permitisse crescer de forma orgânica. “Ao longo dos últimos 10 anos customizamos o ERP em um nível fora do normal. Praticamente 40% do sistema foi customizado para as nossas necessidades. O custo operacional era absurdamente alto”, afirma o CIO da BRMalls, Joaquim Santos Neto.    “Talvez sejamos hoje um dos maiores clientes Oracle no país. Então, fazer o upgrade do EBS para o Oracle ERP Cloud nos pareceu ser o mais adequado, após uma análise técnica bem profunda, calculando todos os riscos envolvidos, e todo o roadmap de recursos que estão por vir”, explica o executivo. “Olhando para o futuro, a gente sabe que está migrando para um produto muito mais tecnológico”, aponta Joaquim. “O novo ERP vai desonerar a parte transacional da empresa e acrescentar uma pegada mais analítica com o uso de IA, de robotização, ou RPA, além de aumentar a segurança com o uso de blockchain." A jornada de migração do EBS para a versão em nuvem teve início em março de 2019 com um projeto piloto para o módulo de suprimentos. A perspectiva da companhia é, já em 2021, poder usufruir de toda a flexibilidade e agilidade aportada pelos recursos que estão deixando o ERP da Oracle “mais inteligente e menos força bruta”, conforme palavras do próprio Joaquim. Entre esses recursos estão a possibilidade de a IA auxiliar no contas a pagar. O reconhecimento inteligente de documentos, por exemplo, ajudará a eliminar a entrada manual de faturas.  Além disso, os administradores e membros do conselho poderão fazer buscas detalhadas de informações para decisões críticas, gerar gráficos e relatórios em tempo real durante uma reunião do conselho, e ter acesso a todas as informações em tempo real, sem a necessidade de aguardar atualizações periódicas do sistema. No Oracle OpenWorld 2019, realizado entre 16 e 19 de setembro em São Fransico, nos Estados Unidos, a Oracle anunciou as últimas atualizações para o Oracle ERP Cloud e o Oracle EPM Cloud. Elas permitem que organizações de todos os portes melhorem a produtividade, reduzam custos e aprimorem o controle. A integração de assistentes inteligentes e recursos de aprendizado de máquina no Oracle ERP Cloud ajudará a reduzir o número de tarefas comuns - mas importantes – melhorando a produtividade e a precisão, aprimorando a percepção dos negócios e a tomada de decisões, liberando as pessoas de atividades mecânicas e repetitivas, para que possam focar em tarefas mais estratégicas, criativas e gratificantes. “Todo mundo fala de transformação digital. Todo mundo fala de tecnologia para os clientes. A migração do ERP para nuvem será fundamental que a gente tenha uma plataforma robusta, tecnologicamente avançada, para que todos os serviços que a gente pretende oferecer sejam suportados por ela”, diz Joaquim. “E a gente confia no parceiro”, comenta, ressaltando que a Oracle tem dado todo o suporte necessário. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

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Transformação na TI

Podcast: como a automação torna os DBAs mais poderosos

No último episódio do programa Oracle Cloud Now, especialista destaca como automação pode otimizar atuação dos administradores de banco de dados. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Anunciado originalmente em 2017, o Oracle Autonomous Database pode auxiliar os administradores de bancos de dados (DBAs) de diferentes formas, permitindo que eles fiquem mais livres no dia a dia para abraçar novas atribuições, como modelagem de dados, exploração de recursos analíticos e maior participação no desenvolvimento de novas aplicações.   O banco de dados autônomo da Oracle oferece automação inteligente, graças ao uso de recursos de machine learning (aprendizado de máquina). Com isso, tarefas repetitivas e cotidianas, como atualizações, correções, ajustes e atualizações de segurança, passam a ser realizadas automaticamente, sem intervenção humana e, praticamente, sem tempo de inatividade. Desta forma, os DBAs podem ter mais tempo para atividades estratégicas e de maior valor, como mineração de dados e a concepção e criação de novos projetos. Além disso, eles passam a ser os profissionais responsáveis por ajudar a inteligência artificial (IA) a fazer o seu trabalho, de forma cada vez melhor, otimizada, de modo a se transformar em uma vantagem estratégica para a empresa.                                                                                                                                                          Your browser does not support the audio player   “Com o Automous Database, o papel dos DBAs se torna mais valioso do que nunca”, explica Marcelo Pivovar, gerente sênior de Enterprise Architecture da Oracle, que é entrevistado do quarto e último episódio da série de podcasts Oracle Cloud Now, focado nos benefícios oferecidos pela automação aos DBAs (confira acima). E esse é, sem dúvida, um dos grandes benefícios de uso de um banco independente, autosseguro e autorreparável.  Outro é a maior segurança, já que o software é automaticamente atualizado com os patches de segurança mais recentes projetados para impedir o acesso a dados não autorizados.  Mas a lista é grande, conforme comenta Pivovar. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

No último episódio do programa Oracle Cloud Now, especialista destaca como automação pode otimizar atuação dos administradores de banco de dados. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Anunciado...

Transformação nos Negócios

Taxa de conversão: dicas para impulsionar resultados do e-commerce

Realizar testes, usar ferramentas baseadas em IA e acompanhar marca nas redes sociais são algumas das estratégias que podem ajudar as empresas nesta jornada; confira lista especial. A taxa de conversão é uma das principais métricas da saúde de um e-commerce. Todas as ações, como otimizações de SEO e de pontos de conversão, são voltadas para aumentar essa taxa e garantir uma melhor performance da marca. Basicamente, podemos dizer que qualquer ação tomada para melhorar o número de pessoas comprando na sua loja virtual é um investimento, uma vez que é preciso ter em mente o retorno financeiro (ROI) que esse desembolso gerará. Mas entre investir e saber onde investir existe uma grande distância. Pensando em ajudar nesse quesito, criamos este conteúdo, que reúne diferentes conhecer formas de melhorar a saúde financeira do seu e-commerce. Confira abaixo! -Leia mais: Supere estes 5 desafios para integrar a loja física e virtual Afinal, qual é a taxa de conversão ideal de um e-commerce? Aqui encontramos a primeira desinformação. Muitas pessoas se baseiam em uma "taxa de conversão ideal", levando em consideração outras lojas virtuais e suas performances. A resposta mais adequada para essa pergunta seria: depende. E depende do que? Bom, uma taxa de conversão leva em consideração diversos fatores. Muitas vezes, você pode estar perdendo finalizações de carrinho em virtude do frete. Outras, por conta da precificação ou, até mesmo, do nicho em que atua. Assim, é necessário estudar bem a fundo o seu modelo de negócios e as variáveis que podem impactar no dia a dia da sua operação. Como visto, a taxa de conversão é influenciada por diversos fatores externos, mas nem por isso deve-se esquecer de que existem boas práticas que, quando executadas, podem aumentar o número de pessoas clicando no tão cobiçado "Finalizar compra". É o que abordaremos no tópico abaixo. Como impulsionar a taxa de conversão do seu e-commerce? O mantra aqui é um só: testar. Uma excelente ideia para e-commerces é a realização periódica de testes A/B. Nesses experimentos, é possível testar diferenças entre vários elementos e, assim, mensurar a sua eficácia. Por exemplo, você pode modificar a posição de um determinado produto na loja virtual. É possível também mudar a posição e as cores dos botões, como "Compre agora!". Tudo vale a pena quando a intenção é aumentar o faturamento. Mas é importante lembrar que tais testes devem ser documentados para que no futuro você possa olhar para trás e ver o que melhorar e como fazer isso. Mas os testes não funcionam só na estrutura da loja virtual. É possível testar, inclusive, variações do preço do produto. Por exemplo, uma campanha que oferece descontos na sua loja virtual pode aumentar muito a sua taxa de conversão, mas diminuir a sua margem de lucro. Nem sempre essa tática vai ser a mais estratégica, e é por isso que você precisa de mais opções. Para tal, é necessário conhecer bem o seu público-alvo e o seu produto. Conhecendo o público, é possível entregar a mensagem no momento certo, garantindo uma excelente percepção da marca na cabeça desses compradores. Ou seja, fidelizar o cliente é o melhor tipo de estratégia, pois um consumidor satisfeito tem maior propensão de retornar à sua loja virtual, bem como de fazer marketing de indicação. Pensando do ponto de vista do produto, ao conhecer bem o que a sua loja oferece, é possível oferecer vendas atreladas — crossell e upsell. E, aqui, a tecnologia aparece como uma aliada. Existem diversas plataformas atualmente que contam com recursos baseados em inteligência artificial (IA). Esse tipo de ferramenta permite que a própria plataforma identifique padrões de consumo e oferte produtos baseados naqueles semelhantes ao que foi comprado ou em histórico de buscas do usuário. Essa mesma IA está causando uma revolução em grandes lojas, que já se valem de provadores online ou sugestões de roupas, por exemplo, baseados em histórico de buscas de imagens de uma pessoa. Um outro elemento que é central, mas muito pouco debatido, é o atendimento de qualidade. E esse ponto depende bastante dos parceiros escolhidos, seja para entrega, seja para ações da marca. Além disso, acompanhar a jornada da sua marca nas redes sociais é uma ação estratégica, que visa remediar os impactos negativos que podem vir da falta de ação, por exemplo. É o caso em que vemos grandes marcas interagindo com pessoas nas redes sociais, como Instagram e Twitter. Como visto, melhorar a taxa de conversão é o sonho de todos os e-commerces, e para isso é necessário testar e modificar a experiência do usuário. Esse é um processo trabalhoso, mas a tecnologia aparece como uma aliada, permitindo que você foque em ações que entregarão mais valor ao consumidor, enquanto a loja estará sempre aberta e disponível.

Realizar testes, usar ferramentas baseadas em IA e acompanhar marca nas redes sociais são algumas das estratégias que podem ajudar as empresas nesta jornada; confira lista especial. A taxa de conversão...

Transformação nos Negócios

SKY Brasil reduz time to market com soluções Oracle

Empresa de telecom também registrou custos menores e maior agilidade ao migrar para a nuvem da Oracle e adotar banco de dados autônomo. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Usar a tecnologia para transformar um serviço existente em algo significativamente melhor, e não apenas replicá-lo em formato digital. Esse tem sido o grande desafio da maioria das empresas que iniciaram suas jornadas de transformação digital. Aquelas mais ágeis, como a Sky, estão colocando a nuvem e a gestão inteligente de dados no centro de suas estratégias. Para satisfazer a demanda dos seus clientes por um atendimento personalizado e contínuo, incentivar a inovação e impulsionar o crescimento dos negócios, maximizando ganhos e reduzindo custos, a Sky optou por migrar parte de sua infraestrutura on-premise para a Oracle Cloud, e tirar proveito de todos os benefícios do Oracle Autonomous Database. “Além do alto desempenho da Generation 2 da nuvem da Oracle, a adoção do Oracle Autonomous Database simplificou os processos e permitiu atingirmos nossos clientes com a oferta certa. Esperamos usar ainda mais a solução e levar toda a nossa infraestrutura para a nuvem”, afirma André Nazaré, diretor de TI da Sky. A eliminação do custo com manutenção de data center próprio foi um dos benefícios imediatos da migração para a plataforma da Oracle. Outro, bastante perceptível, segundo o executivo, foi o ganho de agilidade da equipe de TI na implantação de projetos e novos serviços para os assinantes. “No início, o time de operação ficou um pouco cético com a mudança”, conta o executivo. Mas, aos poucos, as resistências foram caindo e o uso da nuvem se provou seguro, mais barato, e com performance melhor ou equivalente à da infraestrutura on-premise. “O pessoal das áreas de negócio precisava de mais inteligência para a tomada de decisão. Para atender às necessidades do negócio, a gente teria que adquirir mais hardware. Um investimento alto e que levaria muito tempo para entrar em operação. Então a opção foi olhar para nuvem”, comenta Nazaré.   “Fizemos provas de conceito e comprovamos que era possível operar com os mesmos volumes de dados também em nuvem, de forma mais prática e eficiente", completa o executivo. Disponibilidade? Não é problema, de acordo com Nazaré. O tempo de reposta também tem atendido às necessidades da operadora. O suporte da Oracle está sempre disponível para solucionar eventuais questões operacionais, além de auxiliar na configuração dos recursos. Custos menores Ao deixar de adquirir equipamentos e gerenciar licenças de software, os custos ficaram 60% menores. Em menos de um ano do início da migração para a nuvem da Oracle, a Sky economizou aproximadamente US$ 750 mil em infraestrutura e operações. E o banco de dados autônomo foi configurado e entrou em produção em um prazo 90% menor, quando comparado à alternativa on-premise. “Processos que demorariam meses, ou semanas, foram feitos em dias”, conta Nazaré. “Os custos de operação também ficaram menores do que a gente esperava.” Além de reduzir custos e oferecer agilidade, os produtos Oracle se mostraram mais simples de administrar. “Meu pessoal deixou de se dedicar às tarefas mais operacionais e básicas, como configurar políticas de backup e de atualizações de segurança, para focar em temas mais estratégicos para os negócios”, afirma Nazaré. Hoje a Oracle é a única empresa que fornece um conjunto completo e integrado de serviços em nuvem e possui inteligência em todas as camadas da nuvem. Isso ajuda os clientes a impulsionarem a eficiência operacional, transformarem insights em ações e focarem em resultados estratégicos. E como o banco de dados autônomo se ajusta, corrige e se mantém com zero tempo de inatividade, os DBAs (administradores de bancos de dados) da SKY podem dedicar mais tempo à modelagem de dados, de modo a gerar melhores insights para as áreas de negócio. “O Autonomous resolveu uma série de problemas operacionais, como o de backup. Administrar várias instâncias, fazer o tuning para uma aplicação... tudo isso fica mais simples. Também consigo fazer backup de hora em hora, todos os dias e armazenar 30 dias... É o tipo de coisa que no ambiente on-premise seria um inferno operacional”, diz Nazaré. Maior operadora de TV por assinatura via satélite do Brasil, a Sky espera ampliar ainda mais a solução com a disponibilidade da região local da nuvem da Oracle. “Os impactos esperados na métrica de negócio justificam isso”, afirma Nazaré. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Empresa de telecom também registrou custos menores e maior agilidade ao migrar para a nuvem da Oracle e adotar banco de dados autônomo. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Usar a tecnologia para...

Transformação nos Negócios

Podcast: a evolução do ERP e do CFO

Terceiro episódio do Oracle Cloud Now fala sobre novo papel do diretor financeiro e transformações necessárias para reposicionamento da área de finanças. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Nos últimos anos, o CFO passou a desempenhar um papel cada vez mais importante em impulsionar a mudança em suas empresas. Além das responsabilidades tradicionais do cargo, o número de funções que reportam aos diretores financeiros está aumentando, conforme uma pesquisa recente da McKinsey. Mas como os diretores financeiros podem aproveitar suas crescentes responsabilidades e expertise em finanças tradicionais para impulsionar a agenda do C-suite (grupo de executivos de alto escalão) e liderar mudanças substanciais para as organizações? A resposta está no reposicionamento da área, considerando três grandes transformações, que caminham de forma conjunta e integrada, segundo Paulo Guiné, executivo sênior de desenvolvimento de negócios ERP (Planejamento de Recursos Corporativos) e EPM (Gerenciamento de Desempenho Corporativo) da Oracle para a América Latina: a transformação organizacional, a transformação funcional e a transformação digital. A transformação organizacional “permite que os profissionais de finanças saiam um pouco do escritório e estejam cada vez mais próximos da área de negócios”, diz Guiné, que é o entrevistado do mais novo episódio do podcast Oracle Cloud Now, que trata da evolução do ERP e do papel do CFO (confira abaixo).   Your browser does not support the audio player Já a transformação funcional, explica, consiste em pegar os modelos atuais de informações do financeiro a incluir os detalhes das diferentes operações – basicamente ampliar a análise dos dados disponíveis, tendo como principal objetivo incrementar a capacidade de "monitorar" e "orientar" o negócio e sua performance. E a transformação digital, com tecnologias disruptivas como blockchain e inteligência artificial, “ajuda as empresas a serem mais ágeis e inteligentes”. A boa notícia é que mudanças nas ferramentas de gestão estão apoiando essas transformações: mais da metade das funções relacionadas ao CFO ou finanças estão na vanguarda da digitalização, seja em automação, análise, processos robóticos ou visualização de dados. A Inteligência Artificial (IA) e o machine learning (aprendizado de máquina) estão prontos para assumir algumas funções presentes nas atuais soluções de Gestão Empresarial (ERP). E os insights gerados a partir de técnicas avançadas de análise e de visualização de dados, prontos para auxiliar os CFOs a antecipar o que vem a seguir para os negócios e tomar decisões sábias, aumentando sua influência e a da equipe financeira na organização. Na Oracle, essa mudança tecnológica está materializada no Oracle ERP Cloud e no Adaptive Intelligent Apps for ERP, plataformas construídas para permitir que as empresas aproveitem os benefícios de tecnologias como blockchain, IA, computação cognitiva, e Internet das Coisas para eliminar a burocracia, ampliar a colaboração  e aumentar a eficiência operacional da área financeira. “O foco é o aumento da produtividade”, explica Guiné. “Hoje o fechamento contábil precisa acontecer diariamente. A empresa precisa ter o real x orçado orientado pelo que realmente fez, não pela visão econômica financeira. Conhecer a análise de marketing por campanha, não por conta contábil”, aponta o executivo. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Terceiro episódio do Oracle Cloud Now fala sobre novo papel do diretor financeiro e transformações necessárias para reposicionamento da área de finanças. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Nos últimos...

Transformação nos Negócios

O viés cognitivo pode estar atrapalhando sua transformação digital

Entenda como esses vieses podem causar estragos quando se trata de avaliar os riscos de levar aplicações de missão crítica para nuvem. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Você certamente já ouviu falar em viés cognitivo, aquele erro sistemático no pensamento que afeta as escolhas e os julgamentos de uma pessoa. Esses vieses influenciam nossa percepção do mundo e podem nos levar a decisões erradas. O conceito foi proposto pela primeira vez por Amos Tversky e Daniel Kahneman em um artigo de 1974 na revista Science. Desde então, os pesquisadores identificaram e estudaram numerosos tipos de vieses cognitivos, descritos depois por Kahneman no livro “Rápido e Devagar, duas formas de pensar”. -Leia mais: Como a IA está tornando o trabalho mais humano A forma rápida é intuitiva, baseada nos atalhos mentais no pensamento. E a conhecemos como heurística. Já o pensamento lento, inclui deliberação e lógica. Esses dois tipos de pensamento afetam a forma como fazemos julgamentos. Segundo Kahneman, nossas mentes frequentemente respondem ao mundo automaticamente e sem nossa consciência, recorrendo institivamente à heurística. Quando a situação exige, somos capazes de colocar o esforço mental em tomar decisões, mas ainda assim muito do nosso pensamento ocorre fora do controle consciente.   O uso inconsciente desses atalhos mentais (heurísticas) pode levar a decisões equivocadas ou irracionais, confirmando expectativas ou crenças pessoais. Daí surgem os vieses cognitivos, que tanto podem aumentar nossa eficiência mental, permitindo-nos tomar decisões rápidas sem qualquer deliberação consciente, quanto distorcer o nosso pensamento, levando à má tomada de decisão e falsos julgamentos. Quando se trata de avaliar riscos, nossos cérebros assumem vieses cognitivos que nos impedem de fazer a escolha correta. Isso explica por que muitos executivos evitam o risco, tão necessário para a disrupção, e acabam sendo suas vítimas.   5 vieses que podem causar estragos Separamos abaixo alguns vieses que podem causar estragos quando se trata de avaliar os riscos de levar aplicações de missão crítica para nuvem, por exemplo. Viés de representatividade: conclusões precipitadas guiadas por estereótipos. - “On-premises é mais seguro e mais rápido.” Viés da ancoragem:  tendência a confiar demais ou ancorar-se em uma referência do passado ou em um detalhe da informação na hora de tomar decisões. - “Nosso tempo de resposta sempre foi satisfatório.” Viés do efeito de adesão: acreditar em algo porque a maioria no grupo ao qual pertence também acredita. - “Todo mundo sabe que o nosso departamento não tem problemas.” Viés da negligência de probabilidade: tendência a focar na magnitude negativa dos resultados (por exemplo, dados na nuvem não estão seguros) em vez das probabilidades associadas (por exemplo, nuvens são estatisticamente mais seguras que muitos ambientes on-premise). - “Armazenar dados na nuvem é arriscado.” Viés do status quo: tendência em preferir manter as coisas na situação em que estão por insistir em uma decisão já tomada, ainda que mudar represente uma escolha mais proveitosa. Ou seja, não sair da zona de conforto. - “Em time que está ganhando não se mexe.” Pense bem, quantos desses cinco vieses, muito comuns, você e/ou sua equipe usaram nas últimas 24 horas? Os vieses cognitivos podem estar atrapalhando a transformação digital da sua empresa. É difícil não ver esses preconceitos, reconhecê-los em nós mesmos e não querer consertar todos eles.  No caso da transformação digital, temos uma dica que pode ajudar a afastá-los na hora da tomada de decisão. São cinco perguntas que todos no seu time deveriam responder. 1 – Por que acredito nisso? 2 – Quais são os argumentos contrários? 3 – Quem está influenciando minhas crenças? 4 – Estou seguindo um pensamento de grupo? 5 – O que poderei perder ou ganhar com essa decisão? Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Entenda como esses vieses podem causar estragos quando se trata de avaliar os riscos de levar aplicações de missão crítica para nuvem. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Você certamente já ouviu falar...

Transformação na TI

Gerenciamento de dados: seu processo é realmente estratégico?

Automatização de processos permite que o departamento de TI tenha mais tempo para focar na parte estratégica do negócio. O crescente volume de informações nas empresas trouxe desafios e oportunidades que contribuíram para transformar o armazenamento de dados em gerenciamento de dados. Os departamentos de TI se limitavam a garantir backup e acesso seguros às informações e gerar alguns poucos relatórios gerenciais até pouco tempo atrás. Com a expansão da internet, os tomadores de decisão começaram a se beneficiar de contar com uma grande quantidade de dados integrados e em tempo real. Junto a isso veio uma maior demanda para garantir estabilidade e segurança para essa teia de informações cada vez mais completa que engloba todos os setores da empresa. -Leia mais: Supere estes 5 desafios para integrar a loja física e virtual Pensar as rotinas desse gerenciamento de forma estratégica começou a representar um grande valor para as empresas. Sempre haverá uma parte operacional, seja para a criação de novos fluxos de atividades ou para a aquisição de novos sistemas. Ainda assim, a automatização dos processos de armazenamento e tratamento de dados permite que o departamento de TI tenha mais tempo para focar na parte estratégica do negócio. Saiba mais abaixo! O que é e qual é a importância da gestão da informação? A gestão da informação começou a surgir com uma função específica dentro do setor de TI: o analista de dados. O foco desse profissional é pensar a otimização com objetivo de manter a performance em longo prazo. Afinal, surgirão vários desafios à medida que o volume dos dados aumentar. A crescente quantidade de sistemas e processos gera uma maior variedade de bancos de dados. Como a alimentação e o armazenamento também não serão padronizados, o cruzamento de informações pode se tornar limitado e a tomada de decisões prejudicada por se apoiarem em uma base incompleta. Quais os benefícios do gerenciamento de dados? A gestão de dados é considerada estratégica quando consegue absorver grandes quantidades de informações a todo instante e organizá-las de forma inteligente para trazer aumento de produtividade. Quando o banco é bem estruturado e integrado, pode gerar conhecimentos valiosos para a tomada de decisões, além de melhorar a governança e reduzir erros e falhas de acesso. O grande benefício observado na integração dos bancos é evitar a fragmentação dos dados. Imagine equipes de TI gerenciando crescentes plataformas de armazenamento — será preciso cada vez mais dedicação e tempo para manter a infraestrutura sem gargalos. Nesse sentido, a virtualização é capaz de centralizar diversos recursos para compartilhar mecanismos de visualização e controle e evitar essa fragmentação. Gerenciamento de dados: operacional ou estratégico? É comum que as empresas atuem com mais de um sistema — algumas companhias chegam a lidar com dezenas. Isso não é positivo porque cada sistema tem uma base de dados e demanda uma atenção especial para garantir segurança e proteção aos dados. A alimentação das informações não é padronizada e tem regras diferentes, o que pode comprometer a qualidade do processo. Além disso, o acúmulo de rotinas operacionais acaba deixando pouca flexibilidade para o departamento de TI atuar de forma estratégica. Atualmente existem sistemas, como o Oracle Autonomus Database, que gerenciam bancos de dados com inteligência artificial para fazer a maior parte do trabalho operacional. As ferramentas automatizam as rotinas de monitoramento com fins de performance, para reorganizar a base, encontrar brechas, instalar atualizações de segurança e realizar backups automaticamente. Gerenciamento estratégico Veja abaixo alguns processos para a sua empresa iniciar o planejamento estratégico na gestão de dados. Data access Está ligado à capacidade de encontrar e acessar informações independentemente de onde estejam armazenadas. Algumas tecnologias podem simplificar essa etapa e torná-la mais eficiente, e você poderá passar mais tempo utilizando os dados, e não apenas tentando achá-los. Data quality Essa prática serve para garantir que os dados sejam precisos e possam ser utilizados para o propósito definido. Ela se inicia no momento em que as informações são acessadas, mas continua em diversos pontos de integração com outros diversos dados, e inclui um ponto de prévia antes de serem reportados ou publicados. Data integration Define as etapas e formas para combinar diferentes tipos de dados. Ferramentas de integração de dados podem ajudar a projetar e automatizar cada etapa para realizar essa tarefa. Data federation É um tipo especial de data integration virtual, em que é possível enxergar dados combinados de diferentes fontes, sem precisar trocá-los de lugar, e ainda possibilita armazenar a visualização combinada em um novo ambiente separado. Data governance É um conjunto sempre contínuo de regras e decisões para o gerenciamento dos dados da empresa, que tem como finalidade garantir que a estratégia de dados esteja alinhada com os mesmos objetivos do negócio. Master data management (MDM) O master data management define, unifica e gerencia os dados que são comuns e essenciais para todas as áreas e departamentos de uma organização. Esses dados-mestres são normalmente gerenciados em um único lugar ou ambiente. Data streaming É o processo de analisar dados à medida que são gerados usando uma aplicação de lógica a eles. Esse método serve para reconhecer padrões e filtrar por utilizações múltiplas, de preferência em tempo real, à proporção que são recebidos pela organização. No mundo atual do Big Data, o conceito de gerenciamento de dados está em constante evolução, e sistemas precisam evoluir para acompanhar essas transformações. Você saberá que gerencia os dados de forma estratégica exatamente se procurar sempre automatizar as rotinas operacionais. Assim, é possível ter informações relevantes em tempo real e trabalhar com o Machine Learning e gerar análises preditivas para sair na frente da concorrência. Os benefícios da automatização e do armazenamento na nuvem trazem aumento de produtividade, redução de erros e mais segurança e flexibilidade para a tomada de decisões.

Automatização de processos permite que o departamento de TI tenha mais tempo para focar na parte estratégica do negócio. O crescente volume de informações nas empresas trouxe desafios e oportunidades...

Transformação na TI

Podcast: automação de processos de TI fica mais inteligente

No 2º episódio do Oracle Cloud Now, especialista fala sobre os benefícios trazidos pela segunda geração da nuvem da Oracle. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* No mundo atual, a TI deve entregar muito mais, mais rápido que nunca. Só assim conseguirá ampliar seu papel de catalisadora estratégica dos objetivos de negócio. Nesse contexto, há muito se fala da automação da infraestrutura como  saída para otimização da TI, uma vez que o resultado da automação é a escalabilidade – o que resulta em menos esforço por pessoa para manter e expandir o ambiente de tecnologia. Em tese, a automação pode ser aplicada a qualquer atividade.  E sua aplicação começa a se tornar cada vez mais necessária à medida que caminha em direção ao autoaprendizado. Sistemas que podem testar e monitorar a si mesmos, realizar configurações automáticas e garantir maior disponibilidade, estão mudando a cara da TI, liberando as equipes para tarefas mais estratégicas. “Os sistemas estão usando a IA para tentar prever problemas, corrigir pequenas falhas, melhorar a performance, reduzir custos e, sobretudo, permitir fazer coisas mais sofisticadas”, explica Ricardo Urresti, diretor de Desenvolvimento de Negócios da companhia, que é o entrevistado do segundo episódio do podcast Oracle Cloud Now (ouça o programa no player abaixo).   Your browser does not support the audio player   No fundo, a razão fundamental pela qual a automação de TI está crescendo é que ela está criando valor imediato, reduzindo a quantidade de esforço manual necessário para operar a infraestrutura. Pesquisa feita pela Oracle revelou que, até 2020, mais de 80% das operações de infraestrutura de aplicativos serão gerenciadas de forma autônoma, por sistemas inteligentes. Mas a automação não diz respeito apenas a economizar tempo e minimizar erros em tarefas rotineiras. É, sobretudo, um passo necessário na análise de dados de forma rápida e eficaz para melhor se envolver com os clientes, negociar contratos, entender o desempenho e muito mais. O mesmo levantamento da Oracle indica que mais da metade de todos os dados corporativos serão gerenciados de forma autônoma. Não por acaso, a companhia foi a primeira a oferecer autonomia total do banco de dados, com o Oracle Autonomous Database, que automatiza todo o seu seu gerenciamento, monitoramento e ajuste, além da infraestrutura onde está implementado. Dessa forma, o DBA se livra das questões operacionais e passa a se dedicar mais às atividades estratégicas e de maior valor, como mineração de dados e o desenvolvimento de novos projetos, por exemplo. Nuvem e automação inteligente A segunda geração da Oracle Cloud Infrastructure (OCI), disponível no Brasil desde o fim de agosto de 2019, desempenha um papel fundamental na estratégia da Oracle na oferta de serviços como o Autonomous Database e outros aplicativos de gestão baseados em IA, segurança integrada em machine learning e análise automatizada. “A nova geração da nossa nuvem oferece desde uma rede simples de entender e operar, como maior segurança, grande desempenho e a possibilidade de explorar melhor o desenho da infraestrutura, isolando o máximo possível a capacidade necessária”, explica Urresti. O executivo é o entrevistado do mais novo episódio do podcast Oracle Cloud Now, que tratou das especificidades da nova geração da nuvem da Oracle. Vale separar alguns minutos para ouvir. Oracle Cloud Now Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi. *As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

No 2º episódio do Oracle Cloud Now, especialista fala sobre os benefícios trazidos pela segunda geração da nuvem da Oracle. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* No mundo atual, a TI deve entregar muito...

Transformação nos Negócios

Como robôs e assistentes de voz mudam o cenário corporativo

Por meio de tecnologias como IA e RPA, chatbots avançam para alcançar uma forma de interação mais inteligente e sofisticada com os usuários. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Bem-vindo a um novo mundo onde a voz pode ser usada para conduzir ações empresariais complexas, incluindo transações financeiras de ERP. Fazendo uso de inteligência artificial (IA) e automação robótica de processos (RPA), os chatbots, muito usados no atendimento ao cliente, ampliaram também suas funcionalidades de back-end, de modo a oferecer uma experiência mais personalizada no local de trabalho.  Nesse novo contexto, passaram a ser chamados de ChatOps. Quando o GitHub cunhou o termo ChatOps há vários anos, originalmente se referia a usar ferramentas de bate-papo para acelerar o ciclo de vida do desenvolvimento. No entanto, como o ChatOps provou ser bem-sucedido em seu uso original, as organizações de TI começaram a utilizá-lo para uma ampla gama de fluxos de trabalho. -Leia mais: Como o Oracle Autonomous Database mudará a função do DBA — para melhor Ações empresariais complexas poderão cada vez mais ser executadas por meio da integração dos sistemas de gestão com assistentes digitais como Siri, da Apple,  Google Assistente e Alexa, da Amazon, através do ChatOps.   Estudo do Gartner prevê que, até 2021, 25% dos profissionais usarão diariamente assistentes virtuais empresariais (VEA - Virtual Employee Assistant, em inglês) em suas operações internas. Da mesma forma que resolvem problemas B2C externos, esses assistentes resolverão uma vasta gama de problemas B2B internos, permitindo que os sistemas de gestão ofereçam resposta imediata, natural e intuitiva aos problemas e questões mais comuns feitas por seus usuários. A Oracle está entre os fornecedores de sistemas de gestão que já trabalham com as interfaces conversacionais por voz. Juntos, o Oracle Digital Assistant e o Oracle Intelligent Bots permitem a criação de interfaces de conversação mais naturais, que podem ser integradas em vários sites, aplicativos móveis, aplicativos de mensagens e assistentes de voz. As ferramentas combinam detecção intencional com machine learning (aprendizado de máquina) sofisticado para manter o contexto da conversa. O Oracle Digital Assistant é uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos para interfaces conversacionais naturais, como o Facebook Messenger e o Amazon Alexa. A solução facilita a criação de assistentes digitais sofisticados ou chatbots simples que podem conectar vários sistemas de back-end, como Oracle ERP, HCM, CX e  Autonomous Database, ou qualquer aplicativo de terceiros - simultaneamente, de maneira segura e escalável. Na prática, a interface de voz coloca dados vitais nas mãos dos usuários, em tempo real, a qualquer hora, em qualquer lugar. Basta perguntar. Ninguém precisa depender da TI ou saber criar uma consulta. No futuro próximo, essa interação conversacional evoluirá para o que os técnicos estão chamando de Inteligência Conversacional. Enquanto as interações conversacionais de hoje são conversas iniciadas pelo usuário ou notificações sobre ações pré-programadas, a Inteligência Conversacional se caracterizará pela capacidade de a interface “conhecer” um usuário, aprender e compreender seus momentos, ações, comportamentos e preferências, e recomendar, prever ou agir em nome do usuário - essencialmente funcionando como seu próprio assistente digital. Oracle Cloud Now Durante dois meses, as jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi percorreram o Brasil para conversar com clientes da Oracle sobre o papel transformacional da tecnologia. Os encontros também resultaram na série de podcasts Oracle Cloud Now, que traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi, da The Shift. Confira abaixo o link para o primeiro episódio do programa, que trata de transformação digital. Episódio 1 Podcast: Transformação digital *as jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

Por meio de tecnologias como IA e RPA, chatbots avançam para alcançar uma forma de interação mais inteligente e sofisticada com os usuários. Por Cristina De Luca e Silvia Bassi* Bem-vindo a um novo...

Transformação nos Negócios

Supere estes 5 desafios para integrar a loja física e virtual

Saiba como tornar a sua loja omnichannel e garantir uma experiência única ao seu cliente superando os desafios de integração. Muitas dúvidas surgem quando pensamos em integrar loja física e virtual, e a maioria vem de uma certa resistência à mudança ou de uma concepção de que esse processo é lento ou muito oneroso. Num mundo cada vez mais digital, adotar boas práticas de mercado se tornou uma necessidade, e não mais uma vantagem competitiva. A palavra do momento é omnichannel, uma tendência global de integração de canais de interação com o potencial cliente. Essa integração entre o mundo físico e virtual está andando cada vez mais rápido. -Leia mais: Gestão financeira: os principais erros e o que pode ser feito para evitá-los No Brasil, vemos que a democratização da rede 4G levará ao mercado digital uma nova massa de consumidores. Estima-se que a maioria desses acessos se darão via mobile, por isso é importante pensar em atributos que cativarão o usuário, como UX (User Experience) e UI (User Interface). Vemos, então, que um novo consumidor está surgindo — ele quer informações em tempo real da sua marca, acompanha comentários de terceiros em redes sociais e também se informa por diversos canais diferentes. Além disso, preza por uma experiência inesquecível, em que se sinta seguro em fazer uma transação com uma marca levando em consideração diversos fatores, como comodidade e facilidade de realizar uma compra. Conseguir impactar essa pessoa em diversos canais, sincronizadamente, é o que chamamos de omnichannel. Mas, na prática, o que é esse conceito e como o varejo se comportará nos próximos anos? Bom, é isso que você descobrirá neste post. Confira abaixo! A era omnichannel e o futuro do varejo Quem acompanha o mercado de e-commerce já deve ter ouvido algumas (ou várias) vezes o termo omnichannel. Mais do que uma tendência de integração, essa é uma realidade que visa entregar ao consumidor uma experiência impecável de ponta a ponta. Imagine o seguinte cenário: você entra no site de uma loja de sapatos, verifica que existem lojas físicas dessa marca próximas a sua casa. Pelo site, consegue ver que o sapato que mais gostou está disponível em uma filial próxima do seu endereço. Você reserva o sapato pelo site e solicita para retirá-lo na loja física. Em poucos minutos, você chega ao local, onde é cumprimentado pelo vendedor, que o chama pelo nome e entrega o produto desejado. O checkout é feito em minutos pelo atendente via tablet. Nas próximas semanas, você recebe algum material por e-mail agradecendo a compra e com conteúdos relacionados a como maximizar os benefícios do item comprado há pouco. Esse mesmo e-mail pode conter algum convite para engajamento (como review do produto comprado) nas redes sociais da marca. Achou o cenário interessante? Então, para que essa experiência se torne uma virtude da sua empresa, é importante pensar em alguns aspectos tecnológicos, como uma boa plataforma de vendas, um bom sistema de captura e armazenamento de dados e, principalmente, um canal de comunicação eficiente entre todos os pontos de interação com o cliente. O mundo vem mudando numa velocidade fascinante desde o começo dos anos 1990. Vimos que graças à democratização da informação gerada pela internet, o padrão de compras mudou, e com isso um novo tipo de consumidor surgiu. Esse novo cliente é uma pessoa muito mais informada, com mais poder de decisão em suas mãos e que conhece bem as vantagens e desvantagens de fazer ou não negócios com uma determinada empresa. E o mercado já responde a essa tendência. As grandes lojas online estão cada vez mais presentes na vida dos seus potenciais clientes. Ou seja, adequar-se é uma questão de sobrevivência. Muito se diz sobre o futuro do varejo, mas essa integração já é o presente. É preciso entender que ter uma boa comunicação com o cliente e buscar formas de engajar com o seu público não é um custo, e sim um investimento que mudará a percepção da sua marca e pode gerar recorrência em compras. O movimento do mercado em adotar essa boa prática já é uma realidade em países mais desenvolvidos, em que o investimento em tais tecnologias representa boa parte do orçamento das empresas. Basta analisarmos as últimas movimentações do mercado. É cada vez mais comum vermos fusões entre companhias tradicionais e startups, uma tendência que nos mostra a força da tecnologia de relacionamentos. Além disso, um estudo feito pelo Interactive Advertising Bureau (IAB) mostra que quando o consumidor é exposto a uma mesma marca em vários canais diferentes, a sua intenção de compra pode aumentar em até 90% e a percepção positiva em até 68%. Omnichannel x multichannel É importante ressaltar que só o fato de a sua marca estar em diversos canais não torna a sua estratégia omnichannel. É comum ver empresas adotando o modelo chamado de multichannel, em que a marca está presente em diversas esferas de contato com o cliente e consegue se comunicar com esse público de formas e em momentos diferentes. A grande diferença entre multichannel e omnichannel está na integração dos dados e da comunicação que existe entre esses pontos de interação. Mas como tornar a sua loja omnichannel e garantir uma experiência única ao seu cliente superando os desafios de integração? É o que veremos a seguir! Os 5 desafios para integrar loja física e virtual Agora que já entendemos o que é omnichannel e o novo perfil de consumidor, precisamos partir para a parte prática. Integrar loja física e virtual é uma tarefa que demanda esforços e pode mudar toda a forma como a sua empresa se comporta. É comum ter dúvidas sobre por onde começar essa missão. Pensando nisso, listamos abaixo os principais pontos que necessitam de atenção durante esse processo. Vamos lá! 1. Realizar uma precificação adequada Um dos primeiros desafios na convergência dos canais é a questão do preço. Esse é um assunto delicado e que pode ter diferentes interpretações, uma vez que a sua percepção (caro x barato) varia de acordo com região, cultura, comportamento e renda. Saber entregar ao usuário um preço adequado com a sua experiência é um fator que deve ser levado em consideração ao fazer a integração. Por exemplo, se o seu e-commerce pratica um desconto e a sua loja física não, existe aqui um desalinhamento de informações que pode gerar frustração no cliente. Pode ser um desafio manter o mesmo preço em diferentes canais do negócio, uma vez que cada estrutura tem um custo operacional diferente. Mas, ao integrar loja física e virtual, é preciso entender que os canais devem ser tratados como um só, logo, os custos também devem ser unificados. Assim, pensando em uma padronização de estrutura, também é possível padronizar os custos e garantir que o cliente receba exatamente aquilo que ele espera: transparência. 2. Padronizar a linguagem Falando em transparência, um outro desafio dessa jornada é a padronização da linguagem entre os canais. Nas redes sociais, por exemplo, é possível ser mais informal, enquanto em um comercial de televisão é preciso adotar um tom mais sério. A intenção é a mesma: passar um conteúdo que melhorará (ou criará) a relação daquele indivíduo com a empresa. Entregar o valor da marca é uma tarefa árdua. E estar em diferentes canais permite um contato mais próximo com o consumidor, prevenindo desgastes nesse relacionamento ao ser capaz de atender rapidamente as demandas dele. É assim que são criados os embaixadores da marca, ou seja, pessoas que tendem a comprar novamente e ainda divulgam a loja para os conhecidos. Mas para que isso funcione, é preciso que a mesma mensagem seja entregue em todos os canais, reforçando o que o consumidor deve esperar da sua marca. 3. Escolher a plataforma Um passo bem importante em direção ao omnichannel é a escolha da plataforma certa para ancorar toda essa estrutura. Como vimos acima, passar uma imagem séria para o cliente é muito importante. Aí entra também o software usado para manter a loja no ar. Se você busca ter foco no cliente, a sua plataforma deve transmitir essa mensagem. Usar uma plataforma com pouca interação, layout desajustado e alto tempo de carregamento pode eliminar as suas chances de vendas antes mesmo que o consumidor visualize algum produto. Além disso, também é preciso integrar essa plataforma aos demais sistemas da empresa. Hoje, já existem no mercado ferramentas com integração em tempo real com estoques físicos e dados transmitidos por nuvem. Um erro comum é achar que o ERP já utilizado na empresa é o suficiente, mas é preciso ter certeza de que o sistema suporta uma estrutura integrada. Não é muito estratégico comprar várias soluções separadas, já que os custos de manutenção desse tipo de arranjo podem acabar saindo mais caros do que o investimento em uma plataforma mais robusta. Por isso, pense sempre na sua plataforma como a estrutura física da sua empresa. Você gostaria de atender um comprador em um espaço que não transmite os valores da sua marca? Quando falamos em e-commerce, é preciso pensar em navegabilidade e experiência do usuário (UX). Esses elementos alinhados colocarão você em uma posição melhor em relação à preferência de compras e também em coleta de dados. 4. Padronizar a experiência Falando ainda em entregar a mesma experiência física na loja virtual, vemos que uma padronização nesse sentido é um outro desafio. A escolha da plataforma pode ajudar muito nesse momento, mas a comunicação horizontal dentro da sua empresa é o que garantirá que todas as pontas do processo estejam alinhadas em prol do mesmo objetivo. Muitas empresas têm dificuldade em oferecer ao comprador essa uniformização, tendo em vista o ciclo de vendas ou o produto oferecido. Essas nuances caem por terra quando temos como aliada a tecnologia, que ajudará a documentar a estratégia e a definir também bons indicadores de saúde do negócio. 5. Acompanhar as métricas Um dos benefícios mais notáveis de uma estratégia integrada é a possibilidade de mensurar resultados e acompanhar os indicadores de saúde da empresa. O conceito de data driven, ou seja, um negócio guiado pelos dados, é também um movimento que vem ganhando destaque e espaço no orçamento das empresas. E não é para menos: trabalhar com dados garante que as decisões não serão tomadas baseando-se em palpites ou achismos, mas sim em fatos. Para além disso, existe ainda outra vantagem notável: a possibilidade de otimização dos processos internos. Uma vez que você sabe como determinada ação está sendo executada e os seus resultados, é possível voltar nesse mesmo processo e apurar o que pode ser melhorado a fim de colher resultados mais promissores. Portanto, estabelecer métricas de acompanhamento é um passo importante. Mas como escolher os indicadores ideais para o seu negócio? A resposta certa aqui é: depende. Se a sua proposta é aumentar a visibilidade da marca, você pode escolher o tráfego do site como métrica de acompanhamento. Se o objetivo é medir a receita, pode acompanhar a taxa de conversão. Por falar em conversão, analisar métricas e dados permite entender como funciona o processo de vendas e, assim, acompanhar a saúde de uma determinada área que pode estar atrapalhando nos resultados desejados. Por isso, antes de definir o que mensurar, é ideal analisar o cenário atual da empresa e imaginar o que demonstraria a saúde dessa operação. Assim, é possível acompanhar um dado que é interessante tanto para o negócio quanto para o consumidor. Armazenamento na nuvem Como visto, integrar loja física e virtual é uma missão que demanda tempo, mas garante que o seu cliente receba o que realmente procura. Com uma estratégia omnichannel, você consegue integrar todos os canais da sua empresa, padronizando a experiência do consumidor e alavancando os seus negócios. É aqui que entra a tecnologia em nuvem, que permite o acompanhamento em tempo real da trajetória do consumidor e possibilita a entrega de uma experiência digna desse usuário. Além disso, compartilhar esse tipo de dado entre todos os pontos da sua empresa gerará uma redução de custos em relação à necessidade de máquinas e infraestrutura, o que permitirá alocar recursos para áreas mais estratégicas. Além disso, é preciso ter em mente que a tecnologia, mais uma vez, pode ser uma grande parceira nesse processo. Com o armazenamento de dados na nuvem você tem acesso a informações em tempo real e oferece um atendimento impecável em qualquer canal.

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Transformação na TI

Oracle anuncia plano para acelerar expansão da OCI pelo mundo

Empresa vai contratar aproximadamente 2 mil profissionais para trabalhar na Oracle Cloud Infraestructure, que chegará a mais 20 regiões até 2020. Por Redação Oracle A Oracle anunciou que irá contratar cerca de 2 mil novos funcionários pelo mundo por conta da expansão da OCI (Oracle Cloud Infrastructure), revelada durante a conferência anual Oracle OpenWorld 2019, realizada entre 16 e 19 de setembro em São Francisco, nos Estados Unidos. As áreas de atuação dos novos profissionais incluem desenvolvimento de software, operações em nuvem e operações de negócios, de forma a suportar o crescimento da base de clientes da divisão de infraestrutura da empresa. “A nuvem ainda está em seus dias inicias com menos de 20% de penetração atualmente, e as companhias estão apenas começando a usar nuvem para cargas de trabalho críticas”, afirma o vice-presidente executivo da Oracle Cloud Infrastructure, Don Johnson. -Leia mais: Como o Oracle Autonomous Database mudará a função do DBA — para melhor “Nossos planos agressivos de crescimento e contratação estão mapeados para atender às necessidades dos novos clientes, fornecendo a eles confiabilidade, alto desempenho e segurança robusta à medida que eles continuando migrando para a nuvem”, explica o executivo da Oracle. Planos de expansão Atualmente com 16 regiões ao redor do globo, incluindo São Paulo, no Brasil, a OCI chegará a mais 20 regiões até o final de 2020, somando um total de 36. Com isso, alguns países terão duas ou mais regiões com Oracle Cloud, de forma a atender necessidades de compliance e disaster recovery. As regiões que receberão a OCI ao longo deste período incluem Bay Area, nos EUA, Montreal, no Canadá, Amsterdã, na Holanda, Newport, no Reino Unido, Melbourne, na Austrália, Osaka, no Japão, Santiago, no Chile, e Belo Horizonte, no Brasil. Com as tecnologias mais novas do mercado, a Oracle Cloud oferece velocidade, simplicidade, flexibilidade e segurança, além do melhor custo benefício, para acelerar o processo de transformação digital dos seus negócios. Clique aqui para experimentar a plataforma.

Empresa vai contratar aproximadamente 2 mil profissionais para trabalhar na Oracle Cloud Infraestructure, que chegará a mais 20 regiões até 2020. Por Redação Oracle A Oracle anunciou que irá contratar...

Transformação na TI

Embrace the Transformation: CEO da Oracle, Safra Catz destaca compromisso com segurança

Durante participação em evento no México, executiva também falou sobre os desafios envolvidos no processo de transformação digital. Por Redação Oracle O papel cada vez mais significativo da tecnologia como habilitadora da inovação e a importância de se estar sempre pronto para abraçar a transformação foram alguns dos principais temas discutidos na mais recente parada da tour do Embrace the Transformation – Live the Cloud, realizada na Cidade do México em 3 de outubro, depois de passar por Brasil, Argentina e Colômbia. Realizado no Foro Corona, que recebeu aproximadamente 900 pessoas na data, o evento marcou a primeira visita à América Latina da CEO da Oracle, Safra Catz, que destacou o compromisso da empresa com a segurança.“Os dados mais importantes do mundo estão nos nossos sistemas. Fazemos isso há muito tempo e acreditamos que seja nossa responsabilidade protegê-los”, disse a executiva. Com uma história de cerca de 20 anos na Oracle, onde já atuou como CFO (Diretora Financeira) e presidente antes de assumir o cargo de CEO, em 2014, Safra também falou sobre os desafios envolvidos no processo de transformação. “A parte mais difícil do processo de transformação normalmente não é a parte tecnológica, mas a parte sociológica. Ou seja, a parte que você precisa aprender para fazer as coisas diferentes.” -Leia mais: Oracle OpenWorld 2019: 10 novidades que você precisa conhecer Já a diretora geral da Oracle no México, Maribel dos Santos (imagem abaixo), relembrou alguns dos anúncios feitos pela companhia em setembro durante o Oracle OpenWorld 2019, nos EUA, como o Autonomous Linux, primeiro sistema operacional autônomo do mundo, a expansão da OCI (Oracle Cloud Infrastructure), que estará em 36 regiões até o fim de 2020, e o programa Always Free, que oferece diferentes serviços gratuitos na nuvem da Oracle por tempo ilimitado. “Acreditamos que a tecnologia pode fazer a diferença no mundo”, afirmou o vice-presidente sênior de Oracle Cloud, Steve Daheb (imagem abaixo). Em sua apresentação, o executivo também chamou a atenção para as oportunidades e desafios trazidos pela nuvem, além de apontar como a automação pode impulsionar a inovação nas empresas. “Acreditamos que a tecnologia autônoma nos permite liberar a nossa imaginação para focar na inovação de uma forma que nunca pudemos fazer antes.” Outro especialista da Oracle que marcou presença no Embrace the Transformation na capital mexicana foi o vice-presidente executivo de desenvolvimento de aplicações, Steve Miranda (imagem abaixo), que falou sobre como a Oracle pode impulsionar as companhias em busca de mudar a forma como fazem negócios. “Com as nossas soluções, você pode decidir o ritmo em que vai habilitar as novas funcionalidades, mas sem nunca precisar se preocupar em ficar para trás em termos de inovacoes tecnológicas.” Painel com clientes O evento também contou com o painel “¿Quién está  transformando  a México?”, em que clientes da Oracle compartilharam iniciativas de transformação por meio da tecnologia. A iniciativa teve participação de Noe Reynoso, diretor de estatística e TIC do Colegio de Bachilleres; Juan Martín Granados Torres, secretário do governo de Querétaro; Alfredo Funes, diretor de TI do Grupo Fármacos, e Jose Luis Valle, diretor executivo de TI da Afianzadora Aserta. Um dos assuntos mais abordados durante o painel, mediado pela jornalista Karla Iberia Sánchez, foram as possibilidades trazidas pela nuvem. “Com a tecnologia que temos hoje, uma empresa acreditar que não precisa estar na nuvem é o mesmo que acreditar que é preciso produzir a própria energia elétrica em vez de pagar pelo que utiliza”, afirmou Jose Luis Valle, da Afianzadora Aserta. Disrupção e líderes exponenciais Outro destaque do Embrace the Transformation foi a participação de David Roberts, que faz parte do corpo docente da Singularity University. Em sua apresentação, intitulada “Disruption and Global Impact”, o especialista falou sobre os fatores que podem impedir as empresas de alcançar a disrupção e destacou que a disrupção provavelmente virá de uma outra indústria. Além disso, Roberts, considerado um dos principais especialistas do mundo quando o assunto é disrupção e inovação, falou sobre liderança exponencial e as qualidade que considera essenciais para os líderes do futuro, destacando que “líderes criam mais líderes, não seguidores” e que “líderes exponenciais não tentam mudar o mundo, eles mudam a si próprios”. Antes da Cidade do México, a Oracle já tinha levado a tour do Embrace the Transformation para outros grandes centros da América Latina. A primeira etapa aconteceu em São Paulo, no Brasil, no início de agosto, com as seguintes sendo realizadas em setembro em Bogotá, na Colômbia, e Buenos Aires, na Argentina.

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Transformação na TI

A dança frenética da tecnologia por trás das suas entregas online rápidas

Como a JASCI usa o Oracle Autonomous Database para oferecer escala, velocidade, confiabilidade e segurança ilimitadas a seus clientes. Por Jeff Erickson* Clique em "Comprar” e uma caixa chega à sua porta no dia seguinte. Simples, certo? Nem tanto. Seu pedido desencadeia uma dança complexa de pessoas e robôs para encontrar, selecionar, rastrear e enviar – que já chegou a levar semanas, mas agora está condensada em horas e segundos. Os maiores nomes do varejo online gastam bilhões de dólares todos os anos construindo e ajustando os sistemas de logística e de informação para que isso aconteça. Agora, as empresas menores estão se unindo para se igualar a eles, ou até mesmo superá-los, usando novos serviços baseados em nuvem que prometem acelerar suas cadeias de suprimentos. -Leia mais: Integre a tecnologia blockchain à sua cadeia de suprimentos Um desses provedores de serviços é a JASCI Software, cuja plataforma de SaaS em nuvem ajuda varejistas de produtos e empresas de comércio eletrônico, bem como empresas de atendimento independentes que atendem aos maiores nomes no varejo, a movimentar mercadorias em alta velocidade. Com entregas em dois dias, um dia e, em breve, no mesmo dia, “a velocidade e o volume são tão loucos que os concorrentes de médio porte precisavam de novos softwares e novas funcionalidades até mesmo para lidar com isso", diz Craig Wilenksy, CEO da JASCI. A JASCI não possui ou opera centros de atendimento de comércio eletrônico, ela fornece uma plataforma de software como serviço para ajudar as empresas a gerenciar suas operações de depósito como centros de atendimento de alta velocidade. A plataforma aprende continuamente a otimizar o fluxo de trabalho de cada cliente em tempo real – parte de uma motivação contínua para velocidade, eficiência e exatidão. Ela se integra com operações robóticas e tecnologia de vestir para reduzir as operações de mão de obra intensiva e para fornecer visibilidade a todos os estoques, pedidos, mão de obra e equipamentos. “Como nos baseamos nas plataformas de nuvem mais poderosas, os clientes podem começar em qualquer tamanho e crescer sem limitações. E eles podem manter sua empresa na linha de frente da inovação, em um setor que muda rápido", comenta Wilensky. Os centros de atendimento podem ter milhões de metros quadrados e centenas de pessoas trabalhando neles. “Talvez você tenha visto os vídeos de trabalhadores em um depósito de distribuição moderno se movendo rapidamente para cumprir os números e se manter precisos", diz Wilensky. “Por trás deles está um software que está trabalhando com igual afinco.” A Plataforma de SaaS da JASCI encontra um item, julga entre vários pedidos qual o obtém primeiro e como enviá-lo, depois inicia e acompanha o processo, coordenando o estoque, funcionários e robôs. Se essa informação for lenta, mesmo que por um segundo, pode descoordenar o processo. “Você leva dois segundos extras, vezes cem pessoas selecionando milhares de itens, e pode precisar multiplicar sua força de trabalho para cumprir os mesmos níveis de atendimento ao cliente", observa Wilensky. Com a JASCI, a ambição é permitir que as empresas executem suas próprias operações de comércio eletrônico e de atendimento de pedidos, satisfazendo aos altos padrões do consumidor. “Nós nos propusemos a construir um sistema baseado em nuvem para combinar ou exceder as capacidades do que gigantes tecnológicos como a Amazon estão desenvolvendo", diz Dan Napoli, CTO da JASCI. “Uma plataforma como essa deve potencialmente lidar com bilhões de transações por dia em operações de atendimento de pedidos”, porque os bancos de dados são rastreados e atualizados dezenas de vezes à medida que cada item é classificado, selecionado e enviado. Como escolher a plataforma de tecnologia certa Quando Wilensky, Napoli e a equipe de desenvolvimento começaram a construir a JASCI, uma das primeiras escolhas foi sobre em qual tecnologia baseá-la. “Percebemos que, para escalar, precisávamos aproveitar um banco de dados de última geração", diz Napoli.  A JASCI escolheu o Oracle Autonomous Database para oferecer escala, velocidade, confiabilidade e segurança ilimitadas a seus clientes. O Autonomous Database se baseia em anos de inovações em banco de dados, combinados com inteligência artificial que permite ao banco de dados fornecer, ajustar, fazer backup, criptografar, atualizar e corrigir a si mesmo sem envolvimento humano. Esse nível de automação permite que os funcionários da JASCI se concentrem em fornecer experiência em cadeia de suprimentos aos clientes, com garantias de que a Oracle ajudará a manter as informações de seu cliente seguras e disponíveis. “Quando os clientes escolhem o nosso sistema de SaaS em nuvem, nos entregam as chaves de suas empresas", observa Wilensky. “Se você estiver fornecendo a varejistas e consumidores, se seus pedidos não saírem a tempo e com precisão, isso pode afetar drasticamente as suas receitas atuais e futuras.” “É como se ele tivesse sido construído apenas para nós ou para empresas como a nossa", comenda Napoli, sobre o Autonomous Database da Oracle. O desempenho do banco de dados no software de SaaS da JASCI agora é 100 vezes mais rápido do que em um sistema anterior, observa. “Já vimos processos complexos de transações de IA reduzidos a milissegundos. Estamos vendo o efeito em nossos clientes, tais como na 1A Auto (fornecedora popular de autopeças), que agora tem tempos de resposta abaixo de um segundo para exceder seus níveis de serviço.” Como o banco de dados é autônomo, a JASCI agora pode se concentrar em inovação em vez de no gerenciamento de banco de dados. “Estamos fazendo tudo isso sem que uma equipe de DBAs gerencie ou se preocupe com a segurança e a disponibilidade, mesmo quando entregamos este sistema de nuvem multilocatário, em que temos que fornecer tempo de resposta abaixo de um segundo a nossos clientes, onde quer que eles estejam", comenta Napoli. “A razão pela qual percorremos esta jornada com o banco de dados autônomo da Oracle é que nosso trabalho é a pura definição de crítico", diz Wilensky. *Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para inovação de banco de dados e orientada a dados na Oracle.

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Gestão financeira: os principais erros e o que pode ser feito para evitá-los

Quer ser bem-sucedido ao cuidar das contas da sua empresa? Saiba quais os principais erros que podem acontecer e veja como evitá-los. A gestão financeira, fiscal e tributária não costuma ser a área de especialização dos empreendedores, focados em planejar, criar e vender os seus produtos e serviços. Porém, deixar de acompanhar as contas do seu negócio pode ser fatal. De acordo com o Sebrae, uma em quatro empresas morre antes de completar dois anos de operação. A má gestão está entre as principais causas do encerramento das atividades, assim como o fato de que o Brasil é o segundo país que mais paga impostos na América Latina, perdendo apenas para Cuba, com uma complexa apuração de obrigações tributárias. -Leia também: Tomada de decisão: Como garantir o crescimento da sua empresa? Desta forma, verificar impostos pagos e devidos e controlar as contas da sua empresa é importante não apenas para evitar multas e bloqueios para obtenção de crédito, que podem inviabilizar a operação, mas também para usar os dados financeiros a favor do crescimento do negócio. Para o sucesso dessa estratégia, profissionais de gestão financeira e softwares, especialmente os dotados de cloud computing (ou computação em nuvem), são grandes aliados. Quer ser bem-sucedido ao cuidar das contas da sua empresa? Confira abaixo os principais erros na gestão financeira corporativa e o que pode ser feito para evitá-los! Os 5 principais erros na gestão financeira das empresas 1-Deixar de fazer um planejamento financeiro e tributário O primeiro passo para quem busca a longevidade de uma empresa é realizar um planejamento. E com os aspectos financeiros não é diferente. Assim, a falta de um planejamento financeiro pode ser o caminho para o fracasso de um negócio. Em um país com tantas cargas tributárias, o estudo das obrigações fiscais não deve ser considerado um luxo reservado apenas para negócios avançados — e pode até melhorar os resultados da sua empresa. 2-Esquecer de se atualizar diante de mudanças tributárias O sistema tributário brasileiro não é apenas complexo, mas também sofre transformações constantementes. Sem especialistas e softwares que acompanhem novas normas publicadas a que sua empresa deve se adequar, você pode perder estratégias que reduzam o impacto fiscal ou tributário na operação do seu negócio. No pior dos casos, pode até ser multado por cometer erros causados pela ignorância — como empresas que não se adequaram à base de trabalhadores eSocial no prazo exigido. 3-Realizar uma má gestão dos documentos Não registrar e armazenar corretamente os seus documentos fiscais e tributários pode, mais uma vez, gerar multas. Por exemplo, desconhecer que os arquivos de Notas Fiscais eletrônicas (NF-e) devem ser guardados pode gerar um pagamento de multa, caso a empresa não entregue o arquivo em tempo hábil. Outro problema que evidencia uma má gestão de documentos é não ter sistemas integrados. Muitos negócios fazem uso de diversos softwares e precisam jogar as informações de um programa para outro. Além da perda de tempo, esse processo é extremamente suscetível ao erro humano. Caso existam tais falhas, todo o seu planejamento financeiro poderá ser baseado em informações incorretas e você perderá a confiança em suas próprias informações financeiras. 4-Ignorar informações geradas pela contabilidade ou pelo seu software de gestão Empreendedores que veem as áreas fiscal e tributária como meros obstáculos para o crescimento cometem um grande erro. A apuração de dados financeiros tem um lado estratégico, chamado de contabilidade gerencial. Você pode usar as informações contábeis geralmente organizadas por profissionais e registradas em softwares (como as demonstrações de resultados e o balanço patrimonial) para desenvolver um planejamento empresarial mais eficiente, junto a um sistema de gestão (ERP). É possível analisar indicadores de eficiência com base em despesas e receitas, por exemplo. Também é possível prever futuras deficiências de caixa ao olhar para as projeções de pagamentos a fazer e a receber. Com isso, você pode calcular o preço justo a cobrar por seu produto ou serviço e estimar a margem de lucro do seu negócio. 5-Considerar auditorias um gasto desnecessário Se os dados financeiros são tão importantes para um negócio, é fundamental que eles estejam corretos. Portanto, não ignore a importância de uma auditoria, ainda que ela seja feita por você mesmo (ou por um software). O investimento feito agora será menor do que os gastos com possíveis punições futuras ou com problemas financeiros por uma má apuração de dados fiscais e tributários. O que pode ser feito para evitar uma má gestão financeira? Seu negócio deve começar sendo enquadrado em três regimes de tributação: Simples Nacional, Lucro Real ou Lucro Presumido. A opção pelo melhor regime fiscal pode gerar a redução da sua carga tributária de forma legal e, com isso, sobrará mais capital para aplicar no crescimento da sua empresa. Para o melhor planejamento financeiro, conte com o auxílio de profissionais nas áreas fiscal e tributária e de softwares de planejamento financeiro e orçamentário. Os sistemas armazenam todos os seus arquivos e facilitam o seu acesso, evitando erros humanos que até os maiores especialistas podem cometer, bem como as multas associadas. Busque softwares que se integrem a outras áreas do seu empreendimento, ajudando na elaboração de estratégias empresariais. Quando um produto for vendido, o estoque será descontado e, ao mesmo tempo, uma nota fiscal será gerada, poupando o seu tempo como gestor. Os benefícios da cloud na gestão financeira Dentro dos softwares de gestão, invista mais ainda nos sistemas dotados de cloud computing (computação em nuvem). Esses programas permitem ver informações financeiras em tempo real, acessíveis de qualquer dispositivo, o que facilita o acompanhamento financeiro e o acesso de notas fiscais em caso de auditoria repentina, por exemplo. Além disso, os dados são armazenados de forma segura, e a computação em nuvem permite a recuperação de versões antigas de documentos, caso você precise ver informações antes de alguma alteração para elaborar análises históricas e estratégias de negócio para o futuro. Alguns softwares em cloud computing fazem a elaboração de relatórios e automatizam as tarefas mais repetitivas, auxiliando a sua tomada de decisão e diminuindo riscos de falha humana. Em uma decisão sobre comprar ou não mais estoque em uma oferta de tempo limitado, por exemplo, você precisa de análises que lhe deem visibilidade sobre o fluxo de caixa e a quantidade de produtos já existentes em suas mãos o mais rápido possível e com os números corretos. Por fim, o custo de implantação e armazenamento é reduzido na comparação com sistemas que exigem a hospedagem em data centers próprios. A capacidade da nuvem pode ser aumentada acompanhando o crescimento da sua empresa, sob demanda, e o pagamento geralmente é feito por assinatura mensal. O uso da Nuvem também diminui o custo ao montar a sua equipe de tecnologia da informação. Falhas na gestão financeira são muito comuns e podem levar diversos negócios ao fracasso. Saber quais são as faltas mais cometidas e adotar estratégias que o resguardem são passos essenciais não apenas para evitar problemas mais sérios, mas também acumular mais recursos para investir no sucesso da sua empresa.

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Pessoas

Como um pai geek está ajudando a filha a controlar a diabetes

Engenheiro da Oracle Cloud, Todd Sharp criou um aplicativo para smartphones, chamado Insulin Helper, para calcular o consumo de carboidratos e as doses de insulina de sua filha. Por Alexa Weber Morales* Ela tinha uma série de sintomas crônicos – cansaço, visão turva, sede excessiva – que não podiam ser atribuídos ao calor do verão. Quando o engenheiro da Oracle Cloud, Todd Sharp, levou sua filha de 13 anos ao hospital há um mês para descobrir o que estava errado, o diagnóstico não foi bom: ela tem diabetes tipo 1, o que significa uma vida inteira pela frente injetando insulina. Sendo o engenheiro e “consertador” convicto que é, Sharp entrou em ação, pesquisando tecnologia de controle de diabetes em seu laptop enquanto velava pela filha no hospital. -Leia mais: Estudantes usam tecnologia a favor da educação e meio ambiente no Oracle AI4Good Apenas algumas semanas depois, ele criou um aplicativo para smartphones, chamado Insulin Helper, para calcular o consumo de carboidratos e as doses de insulina de sua filha usando reconhecimento de imagem, uma balança de alimentos sem fio e dados nutricionais. Por fim, Sharp espera melhorar o aplicativo com machine learning para que ele se treine, com base nos dados pessoais da filha, não só para calcular as doses de insulina, mas também para prevê-las. “Entramos no hospital na quarta-feira à noite, e recebemos alta na sexta-feira. Na sexta-feira à tarde, eu já estava formulando a arquitetura em meu cérebro ", diz Sharp, que trabalha como promotor de desenvolvimento na Oracle. “É para onde a minha mente vai imediatamente. Como posso usar as habilidades que tenho para facilitar a vida da minha filha?” A situação Todos os diabéticos vivem com um conjunto único de números que determinam os níveis saudáveis de açúcar no sangue. Estes números podem variar ao longo do dia, dependendo de fatores como exercício físico, alimentos consumidos e ingestão de insulina. Uma variedade de empresas, incluindo Medtronic, Abbot Laboratories, DexCom e Insulet, já fabricam monitores contínuos de glicose, bombas de insulina e dispositivos de controle de diabetes relacionados em um mercado que está crescendo rapidamente. Mas Sharp, o desenvolvedor de software sempre curioso, não estava satisfeito com esse status quo. Usando o aplicativo Insulin Helper em um smartphone ou laptop, a filha começa inserido sua fórmula exclusiva para dosagens regulares de insulina ao longo do dia. Na hora de comer, ela usa o aplicativo para tirar uma foto da comida e pesá-la. Após o serviço de reconhecimento de imagem identificar o alimento, o aplicativo recupera dados nutricionais do USDA e calcula a quantidade de gramas a ser consumida através de uma balança alimentar sem fio. Então a filha envia o nível de açúcar no sangue por meio de um monitor de glicose autônomo. Finalmente, ela recebe uma recomendação da dose de insulina apropriada com base na quantidade de carboidratos que consumirá. O aplicativo vincula uma variedade de ferramentas de desenvolvedor populares com serviços de nuvem poderosos e dados abertos. Por exemplo, Sharp usou a estrutura Node.js JavaScript para programar a calculadora de fórmula de glicose, juntamente com uma variedade de serviços, como Simple Oracle Data Access (SODA, para recuperar dados JSON), Oracle REST Data Services (ORDS), Micronaut Data e Helidon (para codificar microsserviços), Oracle Functions (para chamadas sem servidor) e o Oracle Autonomous Database (que armazena todos os dados). “A parte interessante desta abordagem multimodelo é que você pode lançar e extrair seus dados do Oracle Autonomous Database com microsserviços distribuídos no formato de que você precisar – relacional, JSON, XML, gráfico", comenta Sharp. “O que você pode fazer com todos esses dados em três esquemas diferentes é combiná-los, consultá-los, fazer relatórios sobre os dados, treinar machine learning com eles – mas você ainda está no Oracle Database. Você não precisa fazer fornecimento de eventos ou algumas das abordagens tradicionais que teria que fazer para combinar esses dados em uma visualização unificada.” Sharp está particularmente entusiasmado com o uso do Micronaut Data, um microsserviço novo, rapidíssimo, baseado em Java que pré-computa consultas ao banco de dados – essencialmente, adicionando anotações a seu código que determinam quais dados você está procurando. “Ele insere e extrai dados do Autonomous Database sem consultas SQL", observa. “Todas as consultas são compiladas antecipadamente com base no seu esquema.” O engenheiro, que vive em uma fazenda na Geórgia que automatizou parcialmente usando a nuvem e pequenas CPUs de hobby como Raspberry Pis, levou duas semanas para criar o aplicativo, e depois mais uma semana para refinar e testá-lo. “Ela foi diagnosticada em 10 de julho. O Micronaut Data foi lançado no dia 18 e, até o final do dia 19, eu o havia integrado ao serviço de nutrição", comenta Sharp. “No dia 26 eu tinha um protótipo funcional. Desde então, tenho melhorado, corrigido bugs, refatorado e aperfeiçoado a interface do usuário.” Abrindo caminho para soluções comerciais A pesquisa inicial de Sharp revelou que, embora a tecnologia tenha evoluído para controlar a doença, há peças faltando – e ele tem o conjunto de habilidades para preenchê-las. O software de código aberto desempenhou um papel importante no controle do diabetes. Embora monitores de glicose contínuos eliminem picadas manuais nos dedos e bombas de insulina possam fornecer dosagens basais (geralmente, uma quantidade definida de insulina administrada por hora) e doses em bolus (geralmente pré-refeição com base na ingestão estimada de carboidratos), soluções comerciais de pâncreas artificiais (APS) como o MiniMed 670G foram precedidas por soluções de código aberto do tipo “faça você mesmo”, como o OpenAPS e o Loop/LoopKit. Sharp diz que gostaria de abrir o código de sua solução em algum momento, mesmo que seja apenas para mostrar a outros desenvolvedores como ele a criou. Mas seu trabalho de desenvolvimento ilustra algo maior: o potencial inexplorado para os cientistas cidadãos resolverem todos os tipos de problemas baseados em dados. E, quem sabe, sua prova de conceito pode inspirar outras soluções aprovadas pela FDA. Além disso, o processo de programar o aplicativo deu a Sharp insights sobre as capacidades dos produtos comerciais existentes que sua filha pode usar. Em última análise, Sharp espera que os desenvolvedores e consertadores não se esqueçam de que há muitos problemas reais aguardando soluções, e que enfrentar até mesmo uma pequena parte de um problema pode oferecer muito mais motivação do que um salário. “Eu não inventei nada inovador. Peguei coisas que já existiam e juntei tudo para criar uma solução específica ", observa Sharp. “Muitas pessoas entendem dessa doença melhor do que eu. Estou lidando com ela há apenas um mês. Elas lidam com isso há mais de 20 anos.” *Alexa Weber Morales é diretora de conteúdo de desenvolvedores da Oracle

Engenheiro da Oracle Cloud, Todd Sharp criou um aplicativo para smartphones, chamado Insulin Helper, para calcular o consumo de carboidratos e as doses de insulina de sua filha. Por Alexa Weber...

Comunidades

Estudantes usam tecnologia a favor da educação e meio ambiente no Oracle AI4Good

Realizada no início de setembro, iniciativa recebeu alunos do Brasil, Chile, Argetina e México, e contou com cerca de 130 voluntários. Por Redação Oracle Na primeira metade de setembro, a Oracle levou a iniciativa AI4Good a diferentes pontos da América Latina para promover atividades imersivas juntos a estudantes do ensino médio do Brasil, México, Argentina e Chile, com foco em criar soluções tecnológicas em prol da sociedade. Por dois dias, os escritórios da Oracle desses países receberam turmas de 40 alunos da rede pública, que foram divididos em 8 grupos de 5 pessoas. Os jovens, com idades entre 16 e 18 anos, trabalharam para criar assistentes digitais focados em resolver problemas de educação e meio ambiente. -Leia mais: Como a IA está tornando o trabalho mais humano Um dos destaques desta edição, a terceira do evento, foi o fato de contar, pela primeira vez, com o componente de voz nos assistentes. Disponível graças ao trabalho dos voluntários, a funcionalidade permitiu uma nova forma de interação com a tecnologia, uma vez que os projetos eram apresentados como bots de texto nos anos anteriores. Voluntários Os temas dos assistentes desenvolvidos pelos estudantes foram definidos pelas equipes depois de uma sessão de Design Thinking liderada por voluntários da Oracle. No total, cerca de 130 voluntários da Oracle participaram do AI4Good nos quatro países. Além de trabalhar na cocriação do projeto como um todo, os voluntários também acompanharam todas as atividades dos AI4Good, de forma a proporcionar um contato entre os jovens e o mundo corporativo, dando dicas de trabalho e auxiliando e apoiando as diferentes soluções criadas. Ao final, os jovens apresentaram as suas criações para uma banca de jurados, composta por executivos Oracle e convidados. Em cada país, foram selecionados três assistentes, cujas equipes poderão voltar mais três vezes à Oracle para desenvolver ainda mais os seus projetos e conhecer a fundo as possibilidades do mundo da tecnologia, em conjunto com o Oracle Innovation Labs. Vencedores No Brasil, o primeiro lugar foi para o Duka, voltado para apoiar estudantes com deficiências em determinadas matérias escolares. Eles podem usar o assistente digital para encontrar professores ou voluntários dispostos a compartilhar conhecimento, como uma ponte entre mentores e estudantes. A segunda e a terceira colocação no país ficaram, respectivamente, com os assistentes Lisse e Reciclabô. O projeto vencedor no Chile também é voltado para educação. Chamado de Zorbak, o assistente virtual permite compartilhar informações entre alunos e pais para estimular uma maior participação de ambos na vida escolar. Os outros projetos selecionados no país foram Andrómeda e My Best Friend. Já na Argentina, o vencedor foi o assistente virtual Tami, voltado para ajudar pessoas no tratamento de vícios. Também foram selecionados no país os projetos Milo e Vibot. Por fim, a primeira colocação no México ficou com um bot chamado Mati, focado em conectar a população local a fundações interessadas no meio ambiente para gerar uma troca positiva entre as partes. Os outros vencedores no país foram os bots Chole e Dudybot.

Realizada no início de setembro, iniciativa recebeu alunos do Brasil, Chile, Argetina e México, e contou com cerca de 130 voluntários. Por Redação Oracle Na primeira metade de setembro, a Oracle levou a...

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Embrace the Transformation - Live the Cloud segue para o México

Após passar por São Paulo, Bogotá e Buenos Aires em agosto e setembro, tour do evento desembarca na Cidade do México em 3 de outubro. Por Redação Oracle Depois de Brasil, Argentina e Colômbia, agora é a vez de a Oracle levar a turnê do Embrace the Transformation – Live the Cloud para o México. A próxima parada do evento sobre transformação acontece no Foro Corona, na Cidade do México, em 3 de outubro. Nesta data, a capital mexicana recebe a CEO da Oracle, Safra Katz, a country manager da Oracle do México, Maribel dos Santos Rodriguez, o VP sênior de Oracle Cloud, Steve Daheb, o VP executivo de desenvolvimento de produtos de aplicações, Steve Miranda, e muitos outros especialistas da empresa. Transformação pela tecnologia Assim como em suas edições anteriores, realizadas entre agosto e setembro em São Paulo, Buenos Aires e Bogotá, o ETT México também conta com grandes nomes do mercado para discutir como a tecnologia pode ajudar pessoas e empresas a construírem hoje o futuro. A lista de convidados inclui Noe Reynoso, Diretor de Estatística e TIC do Colegio de Bachilleres, e Jose Luis Valle, Director Executivo de TI do Grupo Financiero Aserta, que participarão de um painel intitulado “¿Quién está  transformando  a México?”, com mediação da jornalista Karla Iberia Sánchez. Singularity University A edição do Embrace the Transformation no México também vai contar com a presença de David Roberts, que faz parte do corpo docente da Singularity University e fará uma apresentação intitulada “Disruption And Global Impact”. Vale notar que o ETT Brasil, realizado em 7 de agosto em São Paulo, também contou com a presença de um membro do corpo docente da Singularity, Tiago Mattos. Na ocasião, o futurista afirmou que “quem não pensa o futuro resolve o presente com ferramentas do passado”. Para saber mais informações sobre a programação do Embrace the Transformation México, clique neste link.

Após passar por São Paulo, Bogotá e Buenos Aires em agosto e setembro, tour do evento desembarca na Cidade do México em 3 de outubro. Por Redação Oracle Depois de Brasil, Argentina e Colômbia, agora é a...

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Tomada de decisão: Como garantir o crescimento da sua empresa?

Com o uso intensivo de bases de dados, pequenos e médios empreendimentos podem apresentar rentabilidade até maior do que a vista nas grandes empresas. A grande diferença entre ser um funcionário e o dono de um negócio é assumir os deveres e direitos da principal atitude que não deve ser delegada dentro da empresa: a tomada de decisão estratégica. Especialmente nas escolhas fundamentais para o direcionamento do empreendimento, como a elaboração do plano de negócio, você vivencia diariamente oportunidades de aumentar a chance de crescimento e sucesso da sua operação. Da mesma forma, decisões mal tomadas ou assumidas tarde demais podem comprometer o futuro da empresa. Quando um concorrente investe em tecnologia para oferecer produtos com maior valor agregado, por exemplo, o tempo que você, gestor, demora para decidir se também investe ou não pode significar vendas perdidas. Garantir a melhor tomada de decisão não é apenas para os talentosos ou mais experientes do mundo do empreendedorismo. Com o uso intensivo de bases de dados, disponíveis a qualquer momento por meio da computação em nuvem, pequenos e médios empreendimentos podem apresentar rentabilidade até maior do que a vista nas grandes empresas. Reunindo, consolidando e analisando os dados corretos, você chegará a um processo de tomada de decisão efetivo. -Leia mais: 5 chaves para a gestão bem-sucedida da mudança O processo de tomada de decisão passa por alguns passos, conforme mostramos abaixo. Por isso, veja a seguir um roteiro para garantir o crescimento da sua empresa! Identifique o problema O primeiro passo é identificar a motivação da sua tomada de decisão — geralmente, a escolha vem de uma dor que afeta sua empresa. Pode ser o que fazer para reagir à concorrência; investir ou não em uma expansão do negócio; definir os fornecedores; ou escolher o melhor funcionário, por exemplo. Colete informações A melhor decisão só pode ser tomada com a maior coleta possível de informações relacionadas ao problema que seu negócio deve solucionar. Se o desafio é elaborar um plano de negócio, realize uma pesquisa de mercado sobre diferenciais do seu produto, concorrência direta e indireta, possíveis canais de aquisição e margens praticadas no setor, por exemplo. Caso queira escolher o melhor fornecedor ou funcionário, confira seu histórico, avalie o desempenho em um encontro presencial e o compare com quem já atua na sua empresa e no mercado. Além de olhar para as decisões da sua empresa, olhe para as escolhas dos outros. Outra boa estratégia para coletar informações é estudar o que outras companhias já fizeram em situações parecidas com a do seu negócio — uma prática chamada de benchmarking. Quanto mais casos você coletar, mais certo estará sobre seguir ou não aquele caminho. A evolução do estudo de casos é o uso de bancos de dados. Gerencie as informações que seus consumidores deixam ao comprar da sua empresa e dos relatórios emitidos por cada departamento, como financeiro, marketing e comercial. Como veremos mais abaixo, contar com parceiros de software que consolidem as informações da sua empresa, de competidores e do segmento é uma grande ajuda na tomada de decisão, especialmente na corrida rotina de um empreendedor. Esses programas fazem uso da análise de grandes volumes de dados, ou Big Data, para emitir relatórios estratégicos para o crescimento e sucesso do seu negócio. Elabore alternativas e faça testes empíricos Após a coleta de dados, é hora de elaborar e listar possíveis decisões a serem tomadas. Coloque prós e contras em cada decisão e entenda o equilíbrio entre cada atributo analisado. Por exemplo, se a sua empresa está decidindo investir ou não em marketing digital, pese o investimento necessário contra o potencial de atração, engajamento e conversão de clientes. Um passo adiante na elaboração das alternativas é testá-las em um ambiente controlado, por meio da construção de um Produto Viável Mínimo (MVP), ou protótipo de testes. No exemplo acima, invista uma pequena quantidade em diferentes anúncios, em plataformas e para públicos distintos, e analise os ganhos colhidos com cada tipo de exposição. Esse tipo de experimentação com o consumidor ou usuário é conhecido como teste A/B. Também pense nos impactos de curto, médio e longo prazo de cada alternativa. Reinvestir os lucros obtidos em uma atualização de sistemas pode não trazer grandes resultados nas primeiras semanas, mas seus efeitos em produtividade serão sentidos em médio e longo prazo. Tome a decisão e a compartilhe Após elencar possíveis decisões e testá-las, é preciso escolher a que apresentou o melhor custo-benefício para resolver a dor da sua empresa. Nessa hora, é importante comunicar todos os membros do seu empreendimento sobre a tomada de decisão. Os funcionários serão os responsáveis por espalhar a sua visão de negócio pela organização. Acompanhe os resultados Não basta anunciar a tomada de decisão para garantir o crescimento da sua empresa, porém. É preciso acompanhar se a escolha de fato se espalhou para todos os níveis do negócio e se os resultados correspondem aos indicadores chaves de performance (na sigla original, KPIs) determinados na fase de coleta de dados e elaboração de alternativas. Elabore (ou delegue a um gestor de confiança) relatórios constantes sobre o desempenho desses KPIs para cada decisão estratégica tomada na empresa. Base de dados: Como melhorar a tomada de decisão e garantir o crescimento O maior gargalo na tomada de boas decisões está na falta de informações que deem base para as melhores escolhas. Apenas metade dos diretores financeiros entrevistados pela empresa de softwares Epicor afirmou ter “boa visibilidade” dos dados que usavam no dia a dia. As consequências são graves: os diretores financeiros que têm informações em mãos apresentam maior chance de negócios mais rentáveis. Quem se baseava em informações da realidade (teorias racionais), e não em instintos (teorias não-racionais), apresentou em 72% dos casos um aumento nos lucros. No entanto, não é fácil reunir, consolidar e analisar dados da sua empresa, dos seus concorrentes e do mercado — especialmente em uma era com a maior competição e produção de informações já vista. O economista Herbert Simon cunhou o termo “racionalidade limitada” para mostrar como humanos chegam a um ponto em que não conseguem processar a quantidade de dados existentes ao seu redor. Para desbravar esse oceano de informações pelas escolhas de maior qualidade, o uso de softwares de gestão (ERPs) e de armazenamento de dados que montem bases analíticas é de grande ajuda. Procure sistemas que hospedem as informações por meio da computação em nuvem, que permite o acesso aos relatórios a partir de qualquer dispositivo inteligente. Pode ser o celular do dono da empresa, mas também os dos funcionários, o que facilita o compartilhamento de conhecimento e da visão do gestor — como vimos anteriormente, uma etapa fundamental na tomada de boas decisões. Além disso, busque parceiros de confiança tanto na usabilidade quanto na segurança das informações confidenciais que serão colocadas na plataforma. Com o roteiro de tomada de decisão e o auxílio dos melhores softwares, você terá menos preocupações e poderá se dedicar ao que mais importa: a tomada de decisões efetivas e ágeis, com foco no sucesso da companhia. Já sabe como garantir o crescimento da sua empresa? Deixe seu comentário e vamos continuar a conversa sobre o assunto!

Com o uso intensivo de bases de dados, pequenos e médios empreendimentos podem apresentar rentabilidade até maior do que a vista nas grandes empresas. A grande diferença entre ser um funcionário e o...

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Como o Oracle Autonomous Database mudará a função do DBA — para melhor

Saiba como a era do banco de dados autônomo abrirá melhores oportunidades para administradores de bancos de dados buscarem novas estratégias. Por Nancy Swanson* Quando a Oracle anunciou o lançamento do Autonomous Database em 2018, os DBAs (administradores de bancos de dados) se questionaram como isso poderia mudar o cargo deles. Usando as tecnologias de inteligência artificial (IA) e machine learning (ML), o Autonomous Database lida com aplicações de patch, atualizações e ajustes, gerencia suas próprias necessidades de segurança e pode realizar reparos em si mesmo, eliminando erros humanos no processo. O que resta para o DBA fazer? Bem, as coisas mais interessantes: como a automação absorve tarefas rotineiras, como ajuste, backups, otimização, configuração e provisionamento, os DBAs gastam menos tempo com a manutenção do banco de dados físico e mais tempo extraindo valor dos próprios dados. Especificamente, a função irá se expandir para arquitetura e modelagem de dados, mesmo que se torne mais estratégica e colaborativa com outras áreas do negócio. -Leia mais: A vida do DBA em um mundo autônomo Foco nos dados, não no banco de dados À medida que as empresas coletam volumes de dados cada vez maiores e os modelos de negócios se tornam mais orientados a dados, os DBAs devem aproveitar sua experiência (muito humana) para fornecer o verdadeiro valor. Se você é um DBA, parabéns! Com a evolução da sua função, agora você também ajudará os desenvolvedores e usuários de negócios a tirar o máximo proveito das informações que você gerencia. Com seu conhecimento da estrutura e da organização dos dados, você pode, por exemplo, criar técnicas de desenvolvimento mais ágeis para ajudar os desenvolvedores a construir aplicativos melhores, ou fornecer insights sobre como o sistema funcionará em várias condições. Ao mesmo tempo, você deve expandir seu conhecimento sobre áreas como business intelligence (BI), computação em nuvem e segurança de dados para atender aos requisitos de sua nova função. Algumas competências específicas que os DBAs devem desenvolver são: •    Análise: Agora é o momento de explorar os recursos analíticos incorporados no Oracle Autonomous Data Warehouse. Esses recursos incluem uma extensa biblioteca de algoritmos de machine learning (ML) que ajudam a prever o comportamento do cliente, identificar oportunidades de venda cruzada e detectar anomalias. •    Modelagem de dados: Embora a manutenção do banco de dados possa ser automatizada, o valioso trabalho de modelagem de dados requer pessoas. Um modelo de dados bem planejado pode fazer com que um aplicativo funcione de forma mais consistente e ajudar os usuários finais a obter as respostas de que realmente precisam. •    Desenvolvimento: Já que a interação com a equipe de desenvolvimento interna será cada vez maior, você deve se atualizar usando ferramentas de desenvolvedor, como os serviços do GitHub, Docker e REST. Alinhe-se com os negócios Como especialistas de dados da organização, os DBAs podem criar valor disponibilizando mais dados para mais pessoas. Aproveite essa oportunidade de se envolver mais e ajudar a empresa a extrair valor do seu capital de dados. Será fundamental que os DBAs desempenhem um papel mais proativo na solução de problemas, o que significa entender a importância de tipos específicos de dados para os principais stakeholders das empresas. Estenda sua rede de colaboração, abrindo-se para várias funções empresariais ao oferecer ajuda. Você deve aprender a transmitir o valor que é capaz de fornecer de forma efetiva, mas, ainda mais importante, deve ouvir com a mente aberta para entender melhor as necessidades dos usuários. Depois, torne sua contribuição inestimável ao apresentar novas ideias com insights que podem ser extraídos a partir de seus dados. Esteja atento às soluções e disposto a investigar e inovar para concretizar essas ideias. Desempenhe um papel maior no desenvolvimento de aplicativos e na ciência de dados Os cientistas de dados e analistas de negócios precisam de acesso a dados limpos e em tempo real para fazer seu trabalho, o que torna o conhecimento do DBA sobre fontes e formatos de dados especialmente valioso. Você pode ajudá-los a encontrar maneiras de diferenciar tendências e padrões, absorver dados externos ou conectar-se a ferramentas de análise externas para ampliar suas análises. Os desenvolvedores internos também precisam de acesso aos dados e aos serviços de banco de dados que você pode oferecer. Envolva-se com os desenvolvedores e ajude-os a entender a capacidade do banco de dados para que eles expandam a funcionalidade de seus aplicativos. Não tenham medo, administradores de bancos de dados. Sua função não vai desaparecer. Na verdade, está evoluindo para se tornar mais valiosa do que nunca. Longe de ameaçar seu emprego, a era do banco de dados autônomo abrirá melhores oportunidades para buscar novas estratégias. Mas isso não vai acontecer sem a sua iniciativa. Ao desenvolver parcerias mais amplas em toda a organização, estar em sintonia com os negócios e tornar sua contribuição inestimável para as equipes de ciência de dados, BI e análise, você pode desempenhar uma função maior e mais gratificante do que nunca. *Nancy Swanson é diretora de marketing de produtos da Oracle

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Transformação nos Negócios

4 sinais de que sua empresa é mais burocrática do que aparenta

Saiba se os processos gerenciais da sua empresa estão gerando produtividade ou consumindo tempo dos colaboradores e aumentando os gastos. A burocracia é fundamental para o bom funcionamento das empresas. Por um lado, processos bem desenhados permitem escalar tarefas, otimizar equipes e reduzir a incidência de erros. Por outro, gestores ganham confiança para descentralizar cada vez mais a tomada de decisões, empoderando os colaboradores para assumirem riscos controlados e atuarem de forma mais estratégica. Assim, processos bem elaborados, expandidos pelo uso da tecnologia, possibilitam integrar uma grande variedade de dados, o que cria um histórico relevante para apontar tendências e fazer projeções futuras mais acertadas. No entanto, o grande desafio para ter sucesso nessa jornada é acertar na escolha de equipes, parceiros e sistemas que consigam evoluir junto com o crescimento dos negócios e se adaptar rapidamente às constantes mudanças do mercado e da legislação. -Leia mais: 5 aspectos das tecnologias inteligentes que vão transformar o varejo Neste artigo, vamos ajudar você a identificar se os processos gerenciais da sua empresa estão gerando produtividade ou consumindo tempo dos colaboradores e aumentando os gastos. Continue lendo para saber como fazer esse diagnóstico e reduzir burocracias no seu negócio! A burocracia e o impacto no desenvolvimento das empresas Processos são conjuntos de atividades que seguem uma sequência lógica para atender um determinado objetivo. O problema é que, muitas vezes, o fluxo desses procedimentos não são organizados ou integrados entre os departamentos, o que acaba por consumir mais recursos e tempo, além de gerar pouco histórico e baixa avaliação da qualidade das atividades. Vamos usar como exemplo o sistema de compras de uma empresa. Muitas ainda usam o clássico: alguém determina uma demanda, são levantados três orçamentos, buscam-se as aprovações para, enfim, realizar a compra. Mas já existem sistemas integrados que resolvem tudo: portais em que os fornecedores listam todas as suas ofertas num mesmo lugar, o fluxo de aprovações passa pelas hierarquias com mais rapidez e os pedidos já entram diretamente na contabilidade e contas e pagar. Tudo isso pode estar integrado a um módulo de gestão e planejamento orçamentário, em que cada gasto é previsto com objetivos específicos e analisado posteriormente se o investimento aconteceu e qual o resultado obtido. Sinais de que a sua empresa é mais burocrática do que aparenta Agora que você já entendeu o impacto da burocracia no desenvolvimento do seu negócio, analise se a sua empresa apresenta os sinais listados abaixo. 1-Não mapear e revisar os processos focando em integração entre os departamentos Mapear processos é sistematizar o fluxo de atividades de cada setor e determinar como eles se conectam. Assim, é preciso criar um cronograma para definir prazos e metas, que podem ser mensurados com facilidade para cada etapa desses fluxos. No entanto, é natural que em empresas novas, ou em departamentos novos de negócios já estabelecidos, os processos sejam simples planilhas anexadas em e-mails. O bom gerenciamento será construído ao longo do tempo, juntando o que se aprendeu em casa e somando com boas práticas identificadas no mercado. Para manter o foco da automatização na eficiência, a empresa deve se reunir com alguma frequência para revisar os seus processos gerenciais e verificar se estão aumentando a sinergia entre departamentos a fim de eliminar e adaptar rotinas que existiam simplesmente porque “sempre foi feito assim”. 2-Não incentivar as equipes a ter mais autonomia na tomada de decisões Esse é um dos pontos-chave para reduzir a burocracia nas empresas. Muitas vezes, demora-se para resolver uma tarefa pois ela depende de diversas aprovações para caminhar. Isso reflete também em uma percepção comum de que os gestores são controladores. Assim, incentivar as equipes a tomar decisões de baixa ou média complexidade aumenta o grau de comprometimento e desenvolvimento dos colaboradores. E a tecnologia pode ser uma grande aliada nessa jornada, devido à facilidade de rastrear ações e decisões. Mesmo que gere alguns erros no início, a tendência é dinamizar tarefas rotineiras com altos ganhos de produtividade para diversos setores. 3-Apenas arquivar dados em vez de fazer uma gestão estratégica e integrada É tendência mundial digitalizar papéis e dados e colocá-los na nuvem. Enquanto isso não ocorre por completo, e sendo os dados físicos ou digitais, tudo deve ser organizado para maximizar a segurança e a rastreabilidade de acesso, além de minimizar o tempo para encontrar o que se procura. Toda empresa deveria almejar ter cada vez mais informações em tempo real. Atualmente, sistemas conseguem consolidar grande quantidade de dados de diversos setores para disponibilizar relatórios dinâmicos e indicadores que tornam as informações mais relevantes e completas para a tomada de decisão. 4-Não ter real controle sobre as obrigações fiscais Mutias vezes, as empresas estão em descumprimento com obrigações fiscais por simples falta de controles automáticos. Isso pode ser causado por uso de um ERP ultrapassado ou desatualizado. O caminho da transformação digital muitas vezes começa por adotar sistemas financeiros, uma ferramenta fundamental para garantir o crescimento sustentável no longo prazo. Mesmo assim, novas demandas e o acesso a novos mercado acabam levando as empresas a adotar diversos sistemas para acompanhar rotinas financeiras, o que dificulta na consolidação e no planejamento contábil, fiscal, financeiro e orçamentário. Entenda por que a sua empresa precisa de um sistema de gestão integrada Um sistema de gestão integrada poderá desenvolver e automatizar a sua empresa para muito além do controle financeiro. Com o uso de um ERP, o seu negócio se beneficia com várias oportunidades para reduzir a burocracia e os custos, aumentar a produtividade e trabalhar com dados em tempo real. Ainda assim, é comum observar no mercado diversas atividades manuais que ocupam o tempo de profissionais estratégicos e empresas que não colocam o investimento em tecnologia como prioridade ou têm apego a sistemas ultrapassados por comodidade. O que o sistema deve oferecer? Para tirar melhor proveito dos sistemas de gestão, é preciso observar alguns fatores na hora de escolher ou trocar de parceiro de transformação digital e automatização. Tendência para a nuvem O seu sistema depende de instalação local ou é todo na nuvem? Pois saiba que migrar os sistemas para a nuvem pode trazer segurança e agilidade para a sua empresa. Assim, prefira parceiros que sejam especialistas nos diversos setores que compõem a sua área de negócios e facilitem a migração dos seus dados para a nuvem. O benefício, além da segurança, é permitir maior acesso a informações em tempo real e em qualquer lugar. Flexibilidade e escalabilidade O seu sistema consegue se adaptar rapidamente às mudanças internas do seu negócio, bem como às novidades externas de mercado e legislação? Por exemplo, considere que a sua empresa decida atuar em um novo segmento. Será preciso agilidade para estar preparado para vender produtos ou serviços diferentes, com regras diferenciadas. Agora, imagine que a companhia resolveu fazer uma expansão internacional. Assim, ficará sujeita a novas leis, moedas e regras tributárias. Ou se for preciso enxugar rapidamente para enfrentar uma crise. Muitas vezes, o ERP atual está tão ultrapassado que o custo e o tempo para atualizar e se adaptar a uma nova oportunidade pode ser maior do que trocar para um sistema concorrente. Solução completa e integrada O seu ERP é capaz de oferecer módulos integrados para atender as novas demandas à medida que o seu negócio se desenvolve? Se a sua empresa tiver que trabalhar com vários sistemas, terá dificuldade de trafegar e consolidar dados, gerando mais processos e pessoas para cuidar de tudo isso, ou seja, aumentando a burocracia em vez de reduzi-la. Muitas vezes a empresa prefere fazer adaptações e adotar sistemas complementares em vez de migrar para uma solução mais robusta e completa, achando que está economizando quando, na verdade, está perdendo eficiência e oportunidades de escalar os negócios. Como visto, reduzir burocracias na empresa é imprescindível para a evolução do negócio. E, nesse cenário, a tecnologia aparece como uma aliada, com sistemas que integram todos os departamentos da companhia e fornecem dados para embasar as decisões e otimizar o trabalho de todos. Reduzir a burocracia envolve uma constante busca por inovações tecnológicas e acompanhamento das boas práticas do mercado. Visite o site da Oracle para ver mais sobre as melhores práticas embutidas em suas soluções de gestão.  

Saiba se os processos gerenciais da sua empresa estão gerando produtividade ou consumindo tempo dos colaboradores e aumentando os gastos. A burocracia é fundamental para o bom funcionamento...

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5 aspectos das tecnologias inteligentes que vão transformar o varejo

Conversamos com Bryan Amaral, fundador e CEO da Clientricity, LLC, para conhecer seus insights sobre as tendências tecnológicas emergentes no varejo convencional em lojas e no e-commerce. Ultimamente, as manchetes sobre o setor de varejo evocam cenários apocalípticos de lojas vazias e shoppings desertos. Mas, parafraseando Mark Twain, esses relatos sobre o fim do varejo são muito exagerados.  O que está acontecendo não é uma devastação – é uma transformação, impulsionada pela tecnologia e por modelos de negócios mais eficientes. As vendas e interações nas lojas e no comércio eletrônico estão se tornando mais perfeitas e convenientes para os consumidores. "O que de fato está ocorrendo nas lojas é a facilitação de um novo conjunto de comportamentos de compra: comprar online, retirar na loja; reservar online, retirar na loja; comprar online, voltar à loja. Todos esses tipos de fluxo de trabalho requerem uma loja, um lugar físico aonde as pessoas possam ir e testar ou comprar um produto", diz Amaral. Ele está à frente da tecnologia de varejo há décadas, trabalhando com varejistas como Saks Fifth Avenue, Neiman Marcus, Harrods, Brooks Brothers e muitos outros. -Leia mais: SaaS para Leigos: Tudo o que Você Precisa Saber Sobre Aplicativos em Nuvem As tecnologias, especialmente tecnologias inteligentes como Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), Análise Preditiva, dispositivos móveis, entre outros, estão simbolicamente derrubando as paredes das lojas. À medida que a infraestrutura tecnológica se torna mais robusta, os varejistas que conseguem criar operações ágeis e experiências envolventes em suas lojas, aprimoradas pela tecnologia, conseguem superar a onda de fechamento de lojas. Apresentamos cinco maneiras pelas quais a tecnologia pode tornar a experiência na loja melhor para todos.   1-Faça recomendações precisas Os clientes têm preferências e padrões. Quando a IA é treinada para entender esses dados e fazer boas previsões, os varejistas podem alcançar um novo nível de serviço, diz Amaral. Digamos que você é um varejista de roupas. Um aplicativo com IA que mapeia novas linhas de determinados estilos de vida ou demandas de carreira pode mesclar essas categorias com informações apreendidas sobre as preferências ou o comportamento de compra de um cliente. Assim, quando uma cliente como a Ashley chega, e você sabe que ela adora fazer trilhas e trabalha em um escritório, você pode fazer várias recomendações sobre novos produtos que se adequam tanto à sua vida pessoal quanto profissional. Se houver meios de adicionar suas medidas ou digitalizar seu corpo, as recomendações podem ser ainda mais precisas. Em uma loja de departamentos, a tecnologia pode filtrar uma grande variedade de opções — pense em um "Tinder para utensílios", brinca Amaral. Basta deslizar para a direita para compartilhar suas preferências e acima surgem recomendações de estilos, cores e tamanhos de acordo com o seu gosto. 2-Incentive o tipo certo de envolvimento Muitos de nós já fomos a uma loja e o funcionário simplesmente desapareceu quando precisamos dele. Os sensores de IoT combinados com dispositivos digitais podem "fazer surgir" oportunidades reais de envolvimento dos profissionais do varejo com os clientes, diz Amaral. Os sistemas baseados em IoT vão monitorar onde os clientes estão na loja, alertando os funcionários quando parecer que os clientes precisam de ajuda, acrescenta ele. Esses sistemas também podem rastrear padrões de tráfego, o que pode levar a melhorias na variedade e reposição de produtos, além de ajudar na prevenção de perdas. A tecnologia de IoT dos sensores e alertas finalmente remove o ponto cego no processo de compras e permite que os varejistas saibam quando e como oferecer o melhor serviço a seus clientes. Amaral prevê que, em um futuro não muito distante, os donos e gerentes de loja poderão obter "todos os feeds de todos os elementos de dados que possuírem, uma plataforma de IA capaz de filtrar tudo isso e que, assim, os ajude a entender onde devem se concentrar para produzir transformações em seus negócios", diz ele. 3-O blockchain será um divisor de águas Embora seu poder esteja apenas começando a ser explorado e novos aplicativos estejam sendo testados, a tecnologia blockchain é promissora em todos os sentidos, da cadeia de suprimentos até o controle de inventário e pagamentos. Esse livro-razão distribuído permite que as empresas monitorem seus produtos em cada etapa da cadeia de suprimentos, garantindo maior autenticidade, ética dos fornecedores e segurança dos produtos. Quando os níveis do inventário ficam baixos, a tecnologia pode acionar novos pedidos, ajudando os varejistas a nunca perder uma venda por falta de um produto. 4-Os dispositivos móveis são os grandes facilitadores À medida que a tecnologia 5G for implementada nos próximos meses e anos, fornecendo novas melhorias de conectividade, outras tecnologias como IA e dispositivos móveis se tornarão cada vez mais poderosas. Os clientes já estão usando o celular para verificar preços, reunir informações e fazer compras. Promoções e ofertas baseadas em localização são enviadas diretamente aos dispositivos, com o intuito de manter o envolvimento dos clientes com a loja. Os varejistas podem lucrar ainda mais com esses novos modelos. Podem, por exemplo, desenvolver chatbots que forneçam informações e respondam perguntas digitalmente, mas também incentivar compras na loja. Se um produto estiver esgotado, o controle de inventário e os pedidos automatizados podem informar ao cliente exatamente quando sua compra chegará na loja ou quando será enviada para sua casa. Os dispositivos serão o portal através do qual as transações na loja e no ecommerce se fundirão, em vez de serem adversárias. 5-Insights mais profundos De forma geral, os dados, insights e interações que essas tecnologias vão proporcionar e facilitar podem provocar uma mudança no varejo e ajudar as lojas a oferecer experiências envolventes para o cliente. Ao fazer melhores recomendações e realmente entender o que os clientes querem, os varejistas podem conquistar fidelidade e desenvolver novos métodos de plataforma cruzada, ajudando no crescimento de seus negócios. A Oracle é capaz de fornecer a força por trás da resiliência dos varejistas Para tirar o máximo proveito do poder desses recursos tecnológicos avançados, os varejistas vão precisar de uma infraestrutura de TI com o poder de coletar, classificar e processar enormes quantidades de dados com segurança. Uma infraestrutura convergente, projetada para otimizar o desempenho e fornecer análise em tempo real com recursos preditivos, será fundamental. As soluções Oracle Exadata on-premises e Oracle Cloud, projetadas de forma idêntica para oferecer suporte a qualquer ambiente híbrido, podem ajudar os varejistas a simplificar, gerenciar e dimensionar sua arquitetura, garantindo que aqueles relatos sobre o possível fim de suas marcas são muito exagerados.

Conversamos com Bryan Amaral, fundador e CEO da Clientricity, LLC, para conhecer seus insights sobre as tendências tecnológicas emergentes no varejo convencional em lojas e no e-commerce. Ultimamente,...

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Oracle OpenWorld 2019: 10 novidades que você precisa conhecer

Evento anual realizado nos EUA foi palco de grandes anúncios, incluindo novos produtos, parcerias e atualizações de recursos e soluções. Por Redação Oracle Um dos eventos mais importantes e tradicionais do mercado de tecnologia pelo mundo, o Oracle OpenWorld também é conhecido por ser palco de alguns dos principais anúncios e tendências do segmento. E neste ano não foi diferente. Realizado entre 16 e 19 de setembro no icônico centro de convenções Moscone Center, em São Francisco, nos Estados Unidos, o OpenWorld 2019 recebeu uma grande quantidade de lançamentos e inovações. Confira abaixo 10 das principais novidades reveladas durante o evento! 1-Oracle Autonomous Linux - Apresentado pelo fundador e CTO (Chief Technology Officer) da Oracle, Larry Ellison, na abertura do OpenWorld 2019, o primeiro sistema operacional autônomo do mundo traz diversos benefícios para os clientes, já que possui capacidade para executar uma variedade de tarefas de forma autônoma, como atualizações de patches e ajustes. Em conjunto com o Oracle OS Management Service, um novo componente da Oracle Cloud também anunciado no OOW19, o Autonomous Linux utiliza machine learning (aprendizado de máquina) e funcionalidades de automação para entregar maior segurança e alta disponibilidade, sem intervenção humana, de forma a liberar os profissionais de TI para iniciativas e tarefas mais estratégicas. 2-Expansão da Oracle Cloud Infrastructure – O número de regiões Oracle Cloud está prestes a crescer de forma significativa. Isso porque foram anunciados planos para expandir a presença da Oracle Cloud Infrastructure (OCI), que verá seu número de regiões pelo mundo subir 16 para um total de 36 até o final de 2020. Entre as 20 novas regiões Oracle Cloud reveladas durante o OpenWorld estão Bay Area, nos Estados Unidos, Montreal, no Canadá, Amsterdã, na Holanda, Newport, no Reino Unido, Melbourne, na Austrália, Osaka, no Japão, Santiago, no Chile, e Belo Horizonte, no Brasil. 3-Oracle Free Tier – O programa inovador Oracle Cloud Free Tier oferece acesso gratuito a uma variedade de serviços em nuvem da empresa, sendo composto por dois serviços diferentes: Always Free e Free Trial. Saiba mais sobre cada um deles abaixo. Enquanto o Always Free fornece acesso grátis e por tempo ilimitado a diferentes soluções da nuvem da Oracle, o Free Trial fornece um total de 300 dólares em créditos por 30 dias para testes com serviços adicionais e formatos maiores. Para mais informações sobre as diferentes opções, clique neste link. 4-Disponibilidade do Java 13 – A nova versão da popular linguagem de programação foi apresentada durante o Oracle Code One 2019, conferência da empresa voltada para desenvolvedores realizada de forma paralela ao Oracle OpenWorld 2019, também no Moscone Center, em São Francisco, nos EUA. Com melhorias de desempenho, estabilidade e segurança, o Java 13 dá sequência ao ritmo mais ágil adotado em 2017 pela Oracle para o ciclo do Java, que prevê a chegada de uma versão principal da linguagem a cada seis meses. O lançamento do sucessor Java SDK 14 está programado para março de 2020. 5-Extensão da parceria entre Oracle e Microsoft – Anunciada originalmente em junho de 2019, a parceria entre Oracle e Microsoft teve algumas atualizações reveladas durante o OpenWorld 2019, com foco em ampliar a interoperabilidade entre as plataformas Oracle Cloud e Microsoft Azure. As novidades da extensão da parceria incluem a simplificação para implementações na nuvem por meio da integração do Azure Active Directory com aplicações e bancos de dados Oracle, no Azure e na Oracle Cloud Infrastructure (OCI). 6-Nova parceria entre Oracle e VMware – Durante o OOW 2019, a Oracle também anunciou um acordo com a VMware com foco em fornecer suporte para as estratégias de cloud híbrida dos seus clientes, que inclui dois anúncios principais. O primeiro é sobre a nova solução Oracle Cloud VMware Solution, que permite que os clientes rodem cargas de trabalho da VMware na Oracle Cloud. Além disso, foi revelado que a Oracle vai oferecer suporte técnico para produtos Oracle rodando em ambientes virtualizados VMware. 7-Parceiros do OCI Marketplace – Em uma apresentação no evento, a Oracle também destacou novos parceiros que fornecem soluções inovadoras no Oracle Cloud Marketplace para acelerar iniciativas de gerenciamento e análise de dados. Para mais informações sobre a lista de fornecedores de software, clique neste link. 8-Novos recursos do Oracle ERP Cloud - Como não poderia deixar de ser, o OpenWorld foi palco de lançamentos para soluções da Oracle, como o ERP Cloud, cujas mais recentes atualizações permitem que empresas de todos os tamanhos melhorem a produtividade, tenham mais controle e reduzam custos por meio de uma gestão mais eficiente e inteligente. As novidades do Oracle ERP Cloud apresentadas no OOW 2019 permitem que as companhias aproveitem as inovações de tecnologias como inteligência artificial (IA), assistentes digitais, processamento natural de linguagem e Internet das Coisas - clique aqui para a ver lista completa de updates. 9-Atualizações do Oracle CX Cloud – Além do ERP Cloud, a Oracle também anunciou uma série de novidades para a sua plataforma de experiência do consumidor, com foco em ajudar as marcas a garantirem que todas as interações com clientes sejam impulsionadas por dados (data driven). Os updates do Oracle Customer Experience (CX) Cloud incluem novos assistentes digitais para profissionais de marketing, vendas e atendimento ao consumidor, e novas soluções específicas para diferentes setores, como telecom, mídia, serviços financeiros e setor público – clique para ver a lista completa de novidades. 10-Atualizações do Oracle HCM Cloud – Por fim, vale destacar que foram apresentados diversos novos recursos para o Oracle HCM Cloud, voltados para ajudar as empresas e departamentos de RH a encontrarem os melhores talentos, ao mesmo tempo em que atendem às expectativas cada vez mais altas dos profissionais. As novidades, que incluem a chegada experiências conversacionais Digital Assistant e uma maior integração do Oracle HCM Cloud com o LinkedIn, habilitam melhorias na experiência do funcionário, fortalecimento da cultura organizacional e automação de diferentes fluxos de trabalho – clique aqui para conferir a lista completa dos novos recursos.

Evento anual realizado nos EUA foi palco de grandes anúncios, incluindo novos produtos, parcerias e atualizações de recursos e soluções. Por Redação Oracle Um dos eventos mais importantes e tradicionais...

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Code One 2019: Oracle anuncia lançamento do Java 13

Apresentada durante a conferência para desenvolvedores, nos EUA, nova versão da linguagem de programação traz melhorias de desempenho, estabilidade e segurança. Por Redação Oracle A Oracle anunciou oficialmente nesta segunda-feira, 16, a disponibilidade do novo Java SE 13 (JDK 13), reforçando o seu compromisso para acelerar a inovação e impulsionar a produtividade de empresas e desenvolvedores. Apresentada durante a conferência para desenvolvedores Oracle Code One 2019, realizada de forma paralela ao Oracle OpenWorld 2019, nos Estados Unidos, a nova versão da linguagem de programação traz melhorias de desempenho, estabilidade e segurança. Com esse lançamento, a Oracle dá sequência ao ritmo mais ágil adotado em 2017 para o ciclo do Java, que prevê a chegada de uma versão principal da linguagem a cada seis meses. O sucessor do Java 13, o Java SDK 14 está programado para chegar em março de 2020. A programação do Code One 2019, que acontece até 19 de setembro em São Francisco, também conta com apresentações de engenheiros e especialistas de mercado, além de um espaço chamado Grounbreakers Hub, que reúne aplicações diferentes e inusitadas de novas tecnologias. A lista de iniciativas presentes no Hub inclui um supercomputador feito com mais de 1 mil Raspberry Pis, cervejas criadas com a ajuda de uma plataforma blockchain, e um Autonomous Database arcade, em que os usuários podem visualizar seus dados em tempo real em um painel da solução. Para mais informações sobre o Oracle Code One 2019, acesse esse link.

Apresentada durante a conferência para desenvolvedores, nos EUA, nova versão da linguagem de programação traz melhorias de desempenho, estabilidade e segurança. Por Redação Oracle A Oracle anunciou ofic...

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Oracle anuncia expansão da Oracle Cloud Infrastructure pelo mundo

Empresa revelou planos de ampliar a presença da sua plataforma para 20 novas regiões até o final de 2020; lista inclui Belo Horizonte e Santiago, no Chile. Por Redação Oracle A Oracle anunciou nesta segunda-feira, 16, planos para expandir de forma significativa a presença da Oracle Cloud Infrastructure (OCI), que atualmente possui 16 regiões pelo mundo, incluindo São Paulo, no Brasil. A novidade foi revelada na abertura do Oracle OpenWorld 2019, nos Estados Unidos. Graças a um rápido ritmo de expansão, que prevê uma região a cada cerca de 23 dias pelos próximos 15 meses, a plataforma na nuvem da Oracle chegará a um total de 20 novas regiões até o final de 2020. Com isso, alguns países terão duas ou mais regiões com Oracle Cloud, de forma a atender necessidades de compliance e disaster recovery. As regiões que receberão a Oracle Cloud ao longo deste período incluem Bay Area, nos EUA, Montreal, no Canadá, Amsterdã, na Holanda, Newport, no Reino Unido, Melbourne, na Austrália, Osaka, no Japão, Santiago, no Chile, e Belo Horizonte, no Brasil. Always Free e Autonomous Linux Ainda durante o primeiro dia do OpenWorld 2019, programado para acontecer até 19 de setembro, a Oracle revelou um novo serviço chamado de Oracle Cloud Free Tier, que permite o uso de uma variedade de serviços da nuvem da empresa de forma gratuita e sem limite de tempo, e o primeiro sistema operacional autônomo do mundo, o Oracle Autonomous Linux. Área fitness, cães, shows e Redwood O OOW19 também conta com espaços focados no bem-estar dos participantes. Alguns exemplos são o FitFest, que oferece sessões de yoga, stair climbing e outras atividades físicas no estádio Oracle Park, e uma área chamada Paws and Relax, com cães para adoção resgatados pela organização Finding a Best Friend Rescue. A grande festa de encerramento do Oracle OpenWorld 2019 acontece na noite de 18 de setembro, no Chase Center, no Cloud Fest, e conta com shows dos cantores John Mayer e Flo Rida. Vale notar ainda que o OpenWorld 2019 marca a estreia oficial da Redwood, nova comunicação da Oracle, que traz atualizações em cores, texturas e aplicações. Já disponível nas páginas oficiais da Oracle, a identidade inovadora também estará presente nas interfaces das soluções da empresa. Mais informações sobre a programação do evento podem ser encontradas neste link.

Empresa revelou planos de ampliar a presença da sua plataforma para 20 novas regiões até o final de 2020; lista inclui Belo Horizonte e Santiago, no Chile. Por Redação Oracle A Oracle anunciou nesta...

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Oracle passa a oferecer serviços gratuitos na nuvem

Chamado de Oracle Cloud Free Tier, novo programa permite o uso sem custos e por tempo ilimitado de funcionalidades do Autonomous Database e Cloud Infrastructure. Por Redação Oracle A Oracle anunciou nesta segunda-feira, 16, durante a abertura da sua conferência anual OpenWorld 2019, em São Francisco, nos Estados Unidos, um programa inovador chamado Oracle Cloud Free Tier, que oferece acesso gratuito a uma variedade de serviços em nuvem da empresa. O Free Tier é composto por dois serviços diferentes: o Always Free, que fornece acesso grátis e por tempo ilimitado a diferentes soluções da Oracle Cloud, e o Free Trial, que fornece um total de 300 dólares em créditos por 30 dias para testes com serviços adicionais e formatos maiores – veja mais detalhes sobre as duas opções neste link. “Estamos muitos animados em oferecer Always Free Oracle Autonomous Database e Oracle Cloud Infrastructure. Isso permite que a próxima geração de desenvolvedores, analistas e cientistas de dados aprenda com as mais novas tecnologias de banco de dados e machine learning para desenvolver aplicações e analytics poderosos e impulsionados por dados na nuvem”, afirma o VP executivo de Database Server Technologies da Oracle, Andrew Mendelsohn. Autonomous Linux e expansão da OCI Ainda durante o primeiro dia do OpenWorld 2019, que acontece até 19 de setembro, a Oracle revelou o chamado Oracle Autonomous Linux, o primeiro e único sistema operacional autônomo do mundo, e uma expansão significativa da Oracle Cloud Infrastructure, que terá um total de 20 novas regiões até o final do próximo ano – incluindo Belo Horizonte. Área fitness, cães, shows e Redwood O OOW19 também conta com espaços focados no bem-estar dos participantes. Alguns exemplos são o FitFest, que oferece sessões de yoga, stair climbing e outras atividades físicas no estádio Oracle Park, e uma área chamada Paws and Relax, com cães para adoção resgatados pela organização Finding a Best Friend Rescue. A grande festa de encerramento do Oracle OpenWorld 2019 acontece na noite de 18 de setembro, no Chase Center, no Cloud Fest, e conta com shows dos cantores John Mayer e Flo Rida. Vale notar ainda que o OpenWorld 2019 marca a estreia oficial da Redwood, nova comunicação da Oracle, que traz atualizações em cores, texturas e aplicações. Já disponível nas páginas oficiais da Oracle, a identidade inovadora também estará presente nas interfaces das soluções da empresa. Mais informações sobre a programação do evento podem ser encontradas neste link.

Chamado de Oracle Cloud Free Tier, novo programa permite o uso sem custos e por tempo ilimitado de funcionalidades do Autonomous Database e Cloud Infrastructure. Por Redação Oracle A Oracle anunciou nes...

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Oracle apresenta o primeiro sistema operacional autônomo do mundo

Fundador e CTO da empresa, Larry Ellison revelou o novo Oracle Autonomous Linux durante keynote no primeiro dia do OpenWorld 2019, nos Estados Unidos. Por Redação Oracle A Oracle revelou nesta segunda-feira, 16, mais um marco em sua história com o Oracle Autonomous Linux. Baseado no Oracle Linux, o primeiro sistema operacional autônomo do mundo foi apresentado pelo fundador e CTO (Chief Technology Officer) da empresa, Larry Ellison, em uma concorrida sessão durante a abertura da conferência anual Oracle OpenWorld 2019, que acontece até 19 de setembro na Califórnia - clique aqui para assistir o keynote na íntegra. Durante o anúncio, realizado no centro de convenções Moscone Center, em São Francisco, nos Estados Unidos, Ellison também lembrou que a companhia possui uma história de cerca de duas décadas com o Linux e apontou os principais benefícios da inovadora versão do sistema, que executa uma variedade de tarefas de forma autônoma, como atualizações de patches e ajustes. Em conjunto com o Oracle OS Management Service, um novo componente da Oracle Cloud também anunciado no OOW19, o Oracle Autonomous Linux utiliza machine learning (aprendizado de máquina) e funcionalidades de automação para entregar maior segurança e alta disponibilidade, sem intervenção humana, de forma a liberar os profissionais de TI para iniciativas e tarefas mais estratégicas. Always Free e expansão OCI Ainda durante o primeiro dia do OpenWorld 2019, a Oracle revelou um novo serviço chamado de Oracle Cloud Free Tier, que permite o uso de uma variedade de serviços da nuvem da empresa de forma gratuita e sem limite de tempo, e uma expansão significativa da Oracle Cloud Infrastructure, que estará disponível em mais 20 novos locais até o final do próximo ano – incluindo Belo Horizonte. Área fitness, cães, shows e Redwood O OOW19 também conta com espaços focados no bem-estar dos participantes. Alguns exemplos são o FitFest, que oferece sessões de yoga, stair climbing e outras atividades físicas no estádio Oracle Park, e uma área chamada Paws and Relax, com cães para adoção resgatados pela organização Finding a Best Friend Rescue. A grande festa de encerramento do Oracle OpenWorld 2019 acontece na noite de 18 de setembro, no Chase Center, no Cloud Fest, e conta com shows dos cantores John Mayer e Flo Rida. Vale notar ainda que o OpenWorld 2019 marca a estreia oficial da Redwood, nova comunicação da Oracle, que traz atualizações em cores, texturas e aplicações. Já disponível nas páginas oficiais da Oracle, a identidade inovadora também estará presente nas interfaces das soluções da empresa. Mais informações sobre a programação do evento podem ser encontradas neste link.

Fundador e CTO da empresa, Larry Ellison revelou o novo Oracle Autonomous Linux durante keynote no primeiro dia do OpenWorld 2019, nos Estados Unidos. Por Redação Oracle A Oracle revelou nesta...

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Robótica social e mulheres pioneiras no Vale do Silício serão destaques do Oracle OpenWorld 2019

Evento, que acontece entre 16 e 19 de setembro nos EUA, receberá apresentações de especialista do MIT e de jornalista premiada Por Redação Oracle O que acontece quando os robôs saem das fábricas para espaços compartilhados e começam a interagir com seres humanos? O que os robôs e a inteligência artificial (IA) conseguem e não conseguem fazer? E por que as pessoas tratam robôs como seres vivos, e por que isso importa? Essas e outras questões cada vez mais importantes no mundo atual serão respondidas pela Dra. Kate Darling, do MIT Media Lab, durante o Oracle OpenWorld 2019, que terá algumas apresentações transmitidas ao vivo - veja mais sobre isso ao final do texto. Leia mais: Futuro do Java, tecnologias emergentes e engenheiro do Netflix são destaques do Oracle Code One 2019 Isso porque a especialista em robótica social, conhecida por suas pesquisas sobre o impacto da tecnologia robótica na sociedade, fará uma apresentação especial sobre o assunto no evento anual da Oracle, que será realizado na próxima semana em San Francisco, nos EUA. Intitulada “The Future of Human-Robot Interaction” (“O futuro da interação entre robôs e seres humanos”), a sessão acontece em 18 de setembro. Alpha Girls No mesmo dia, o palco do OpenWorld 2019 receberá a premiada jornalista Julian Guthrie para uma apresentação intitulada “Alpha Girls - How Women Win” (“Alpha Girls - Como as Mulheres Vencem”), em que ela irá falar, entre outras coisas, sobre o seu mais recente livro, “Alpha Girls”. Lançada recentemente, a obra conta a história de quatro mulheres que superaram inúmeiras barreiras e preconceitos para se tornarem figuras conhecidas e importantes do mercado de tecnologia, sendo responsáveis pela criação e consolidação de diferentes empresas no Vale do Silício. Mais apresentações Outros nomes que marcarão presença no OpenWorld 2019, entre 16 e 19 de setembro, incluem o fundador do iD8 e innov8 e ex-VP de inovação e criatividade da Disney, Duncan Wardle, o CEO e fundador do Not Impossible Labs, Mick Ebeling, a velejadora e ativista social Tracy Edwards, e o ex-jogador de futebol americano Jerry Rice, considerado um dos maiores da história da NFL. Também passarão pelo evento o cofundador e atual diretor-executivo e CTO (diretor de tecnologia) da Oracle, Larry Ellison, a CEO Safra Catz, e especialistas da companhia, como o VP executivo para tecnologias de servidores de bancos de dados, Andrew Mendelsohn, e o VP executivo de desenvolvimento de aplicações, Steve Miranda. Área fitness, cães e shows O evento também vai contar com espaços focados no bem-estar dos participantes, como o FitFest, que oferecerá sessões de yoga, stair climbing e outras atividades físicas no estádio Oracle Park, casa dos San Francisco Giants, com uma vista sem igual da baía da cidade. A iniciativa acontece nas manhãs de 17 e 18 de setembro. Além disso, o OOW terá uma área chamada Paws and Relax, com cães para adoção resgatados pela organização Finding a Best Friend Rescue. A iniciativa, localizada no Nutanix Dog Park, permitirá que os frequentadores brinquem e ajudem os animais, por meio de assinaturas convertidas em doações. Por fim, vale destacar que a grande festa de encerramento do Oracle OpenWorld 2019 será realizada na noite de 18 de setembro, no Chase Center. Após receber artistas como Beck, Portugal. The Man e Bleachers no ano passado, o Cloud Fest contará com shows dos cantores John Mayer e Flo Rida em sua nova edição. Mais informações sobre a programação do evento podem ser encontradas neste link. Assista ao vivo Assim como nos anos anteriores, o OOW 19 terá as suas principais apresentações transmitidas em tempo real pelo site oficial do evento – clique neste link para acessar a página de streaming. A transmissão começa nesta segunda-feira, 16/9, às 19h45 (horário de Brasília), quando Larry Ellison apresentará uma keynote intitulada “Gen2 Cloud – Autonomous Infrastructure”.

Evento, que acontece entre 16 e 19 de setembro nos EUA, receberá apresentações de especialista do MIT e de jornalista premiada Por Redação Oracle O que acontece quando os robôs saem das fábricas para...

Transformação nos Negócios

Oracle leva transformação para Argentina e Colômbia com Embrace the Transformation

Evento passou por Buenos Aires e Bogotá depois de estreia em São Paulo; próxima parada é na Cidade do México em 3 de outubro. Por Redação Oracle Após fazer sua estreia no início de agosto, em São Paulo, no Brasil, o Embrace the Transformation – Live the Cloud deu sequência em sua bem-sucedida tour pela América Latina para discutir como a tecnologia pode ajudar pessoas e empresas a construírem hoje o futuro. Nos últimos dias 3 e 5 de setembro, o evento da Oracle passou, respectivamente, pelas cidades de Bogotá, na Colômbia, e Buenos Aires, na Argentina, reunindo especialistas e grandes nomes do mercado para compartilhar experiências e casos inspiradores sobre o poder transformador das pessoas e da tecnologia. Leia mais: Como a IA está tornando o trabalho mais humano Na capital colombiana, o espaço Hall 74 recebeu a edição local do Embrace the Transformation, que contou com apresentações de Juan Mesa, Country Manager da Oracle da Colômbia, e Jorge Arias, Enterprise Architects & Industry Innovation Sales VP da Oracle para América Latina, em sua abertura. Outros especialistas da empresa que passaram pelo ETT na Colômbia incluem Jim Lein, Diretor Executivo de Marketing de Produtos ERP e EPM, e Sachin Sathaye, Diretor Sênior de Marketing de Produtos Oracle Cloud, que também marcou presença em Buenos Aires. A edição do evento realizada em Bogotá contou ainda com apresentações de uma variedade de convidados, como o fundador e CEO da Raddar, Camilo Herrera, o CEO da Color Siete, Juan Villegas, e a fundadora do GurúCX, Milagros Mendez, além de ter sido palco de um um painel com crianças, intitulado “Panel de transformación: el mundo 2030, según los niños”, em que o embaixador do Oracle Academy, Juan Sebastián Navarro, recebeu alunos do Colegio Colsubsidio. Transformação na Argentina Realizado no inspirador espaço Madero Walk, localizado em um dos bairros mais modernos da capital argentina, Puerto Madero, o Embrace the Transformation de Buenos Aires contou com uma variedade de especialistas da Oracle: Augusto Fabozzi, Country Manager da Oracle da Argentina; Gerardo Ricardez, Diretor de Desenvolvimento de Aplicações Cloud e ERP para América Latina; e Alfredo Conrad, Diretor de Vendas de Infraestrutura de Cloud para AL. Outros destaques do evento na Argentina incluíram um painel de clientes da Oracle, intitulado “Los Transformadores”, em que executivos da Directv, RedLink, Ancap, Wilobank e Acindar relataram como as transformações vem impactando suas empresas e o comportamento dos consumidores, e uma apresentação feita por Mateo Salvatto, especialista em tecnologia para inclusão e escolhido no último ano como um dos jovens mais inovadores da AL pela publicação MIT Technology Review, por conta de um app que facilita a comunicação para pessoas com algum tipo de deficiência chamado Hablalo. Próxima parada: México A tour do Embrace the Transformation ainda terá mais um capítulo. O evento segue para o México em 3 outubro, quando a Cidade do México receberá a CEO da Oracle, Safra Katz, a country manager da Oracle do México, Maribel dos Santos Rodriguez, o VP sênior de Oracle Cloud, Steve Daheb, e o VP executivo de desenvolvimento de produtos de aplicações, Steve Miranda. Para saber mais informações sobre a programação do ETT México, que acontece no Foro Corona, clique neste link.

Evento passou por Buenos Aires e Bogotá depois de estreia em São Paulo; próxima parada é na Cidade do México em 3 de outubro. Por Redação Oracle Após fazer sua estreia no início de agosto, em São...

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Como a IA está tornando o trabalho mais humano

Amadurecimento da Inteligência Artificial nos permite ter mais tempo para focar em criatividade e estratégia, além de nos conectar uns com os outros Por Emily He* Quando pensamos a fundo, aquilo que chamamos de "trabalho" não evoluiu muito desde a Revolução Industrial. Embora a tecnologia tenha facilitado a maioria das tarefas, o xis da questão ainda é a produção em massa — codificar processos empresariais com o uso de tecnologia e escalar para toda a empresa. No entanto, a inteligência artificial (IA) mudou o cenário. Em vez de enquadrar as pessoas dentro de um processo repetitivo, a IA oferece a oportunidade de libertá-las completamente, liberando seu tempo e energia criativa para um trabalho mais estratégico e significativo. Pela primeira vez desde a Revolução Industrial, a tecnologia está sendo usada para trazer de volta a humanidade ao trabalho. Na verdade, essa revolução começou em casa, graças à tecnologia inteligente por trás da Siri, da Apple, da Alexa, da Amazon, e do Google Assistente, que entraram em nossa vida diária. Podemos fazer perguntas e esperar respostas úteis e precisas. É uma forma humana muito mais fluente e intuitiva de interagir com a tecnologia do que estamos acostumados no trabalho. O software corporativo reflete um conjunto de processos de negócios predefinidos (contabilidade, RH, etc.) nos quais as pessoas inserem dados, permitindo que o sistema produza os resultados certos. Leia mais: IA no trabalho: onde estamos agora e para onde vamos? Agora, a tecnologia pode começar com o resultado. Pense em como você interage com o Google Maps: O resultado é chegar ao seu destino o mais rápido possível. Nos bastidores, o aplicativo sintetiza dados, como tráfego, lentidão no trânsito e obras, para recomendar a melhor rota. Quando as pessoas começam a trabalhar, esperam o mesmo tipo de experiência. IA e experiência do funcionário: Exemplos de casos de uso Há cerca de 10 anos, o RH das empresas iniciou a transição de uma função orientada pela conformidade para uma função orientada pela experiência do funcionário. Isso porque, cada vez mais, os funcionários querem se conectar com os valores da empresa e entender como estão contribuindo para a organização. Cabe ao RH oferecer esse tipo de experiência aos funcionários. Felizmente, a tecnologia de IA já está disponível para que isso aconteça. Veja como: Para os funcionários: A IA já está transformando o suporte técnico do RH. No início deste ano, a Oracle lançou um assistente digital específico para RH que permite que os funcionários façam perguntas por voz ou por mensagens de texto no celular. Eles conseguem obter respostas rapidamente, como informações de diretório, saldo de férias, salários, relatórios de despesas e muito mais. A interface de usuário de conversa também pode ajudar a orientar os funcionários para os processos de negócios certos, como feedback do gerente, sem necessidade de saber com antecedência para onde navegar. Para os candidatos: O processo de recrutamento e candidatura é a primeira experiência do candidato com a sua marca de empregador, por isso é muito importante oferecer uma experiência envolvente aos candidatos. Os chatbots podem orientar os candidatos ao longo do processo de recrutamento, respondendo perguntas sobre os requisitos ou detalhes do cargo, além de fornecer orientação sobre as próximas etapas do processo. Para os recrutadores: Além de ajudar os recrutadores a encontrar o candidato certo com base nos requisitos do cargo, a IA também pode analisar os funcionários de maior destaque da sua empresa para identificar critérios que possivelmente você desconheça e usá-los para recomendar os candidatos com mais chance de sucesso nesses cargos. Além disso, a IA pode ser aproveitada para reduzir preconceitos inconscientes, ao ignorar fatores demográficos como gênero, raça e idade do candidato, cuja pesquisa mostrou afetar as decisões de contratação. O que vem a seguir? A relação entre humanos e máquinas será completamente redefinida nos próximos cinco ou dez anos. À medida que a IA e a robótica assumem tarefas rotineiras e repetitivas, os seres humanos que trabalham ao lado delas assumirão o que a Deloitte chama de "super empregos". Esses super empregos são aquelas tarefas que podem executadas somente por seres humanos, que reúnem tanto habilidades técnicas como habilidades "suaves” em áreas como comunicação, serviços e colaboração. Digamos que sou responsável pelo suporte técnico do RH. No passado, meu trabalho era lidar com as perguntas dos funcionários e fornecer respostas o mais rápido possível. Agora, posso usar a IA para automatizar as respostas que já tenho. Meu trabalho imediatamente se torna mais estratégico, ao oferecer respostas mais rápidas a perguntas comuns e serviços adicionais personalizados aos funcionários que levarão a experiência a um novo patamar, permitindo um maior envolvimento e a redução da rotatividade. Agora que a IA atingiu um nível em que é possível automatizar muitas coisas que não queremos fazer, temos mais tempo para nos concentrar em criatividade, estratégia e, mais importante, nos conectar uns com os outros, que é o que os seres humanos essencialmente querem fazer. Por fim, procurem refletir sobre isso: na pesquisa da Deloitte, 36% dos entrevistados disseram que estão “reinventando o trabalho.”  Agora que temos o poder da IA, como você imagina que será o trabalho? *Emily He é vice-presidente sênior de marketing de produtos, HCM Cloud

Amadurecimento da Inteligência Artificial nos permite ter mais tempo para focar em criatividade e estratégia, além de nos conectar uns com os outros Por Emily He* Quando pensamos a fundo, aquilo que...

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Futuro do Java, tecnologias emergentes e engenheiro do Netflix são destaques do Oracle Code One 2019

Realizado de forma simultânea ao Oracle OpenWorld, nos EUA, evento terá área com Autonomous Database arcade, supercomputador e “cerveja blockchain” Por Redação Oracle O impacto das tecnologias emergentes, como inteligência artificial (IA) e blockchain, e as mais recentes novidades do Java serão alguns dos destaques do Oracle Code One 2019, programado para acontecer de forma simultânea ao Oracle OpenWorld 2019, em São Francisco, nos Estados Unidos, entre 16 e 19 de setembro. Focado na comunidade de desenvolvedores, o evento vai contar com apresentações de nomes como o engenheiro sênior de software do Netflix, Paul Bakker, o diretor de developer experience da Red Hat, Marcus Biel, e a desenvolvedora e autora especializada Jeanne Boyarsky, que também atua como voluntária no CodeRanch. Leia mais: Dois motivos pelos quais o Oracle Autonomous Database ficou ainda mais útil Uma das principais linguagens de programação do mercado, o Java marcará presença no Code One 2019 em diferentes sessões e apresentações, com destaque para o keynote The Future of Java is Now (O Futuro do Java é Agora), que será realizado no primeiro dia do evento, 16 de setembro, e terá três especialistas da Oracle: Sharat Chander, Brian Goetz e Georges Saab. Supercomputador, "cerveja blockchain" e arcade Outro destaque do evento é o espaço Grounbreakers Hub, que reunirá aplicações diferentes e inusitadas de novas tecnologias, como um supercomputador feito com mais de 1 mil Raspberry Pis, cervejas criadas com a ajuda de uma plataforma blockchain, e um Autonomous Database arcade, em que os usuários podem visualizar seus dados em tempo real em um painel da solução. Code 4 Kids Um dia antes do início oficial do Code One acontece o chamado Code 4 Kids. Como o nome indica, trata-se de uma iniciativa voltada para apresentar o mundo da tecnologia e ensinar programação de uma forma divertida para crianças e jovens, com idades entre 10 e 16 anos. Durante a manhã e início da tarde do domingo, 15 de setembro, serão realizadas uma série de atividades com os participantes, que incluem workshops sobre linguagens como Python e Java, além de sessões sobre como construir e programar um robô e como criar modificações para o famoso game Minecraft. FitFest e CloudFest Por ser realizado de forma paralela e no mesmo local do OpenWorld 2019, o Moscone Center, o Code One 2019 compartilha de algumas das atrações do seu “evento irmão”, como o FitFest, que oferece sessões de yoga, stair climbing e outras atividades físicas no estádio Oracle Park, casa dos San Francisco Giants, nas manhãs de 17 e 18 de setembro. Os frequentadores do Code One também poderão visitar a área Paws and Relax, com cães para adoção resgatados pela organização Finding a Best Friend Rescue, em que poderão brincar com os animais, além de ajudá-los por meio de assinaturas convertidas em doações. Por fim, vale destacar que a grande festa de encerramento dos eventos, a Cloud Fest será realizada na noite de 18 de setembro, no Chase Center, com shows do guitarrista e vocalista John Mayer e do rapper Flo Rida. Para mais informações sobre o Oracle Code One 2019, acesse esse link.

Realizado de forma simultânea ao Oracle OpenWorld, nos EUA, evento terá área com Autonomous Database arcade, supercomputador e “cerveja blockchain” Por Redação Oracle O impacto das tecnologias...

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SaaS para leigos: Tudo o que você precisa saber sobre aplicativos em nuvem

Especial reúne os principais conceitos sobre o Software como Serviço, que não exige comprar o hardware ou ter uma licença do software Por Lynne Sampson* Você se sente desorientado e confuso toda vez que a conversa (qualquer conversa) é sobre software em nuvem? Sente que a tecnologia está avançando muito rápido e ainda está tentando descobrir como usar um Mac no trabalho e um PC em casa? Ficou chocado quando descobriu que "cliente” não é só alguém que compra alguma coisa? SaaS, PaaS e IaaS parecem ser um verdadeiro pé no (você sabe o quê)? Se é assim que você se sente, então o novo ebook popular SaaS for Dummies (SaaS para Leigos) pode ser algo a acrescentar à sua lista de Natal (ou aniversário, o que vier primeiro). Leia mais: 5 Tarefas que Você Deveria Automatizar e Ainda Não Automatizou Não tem certeza se vale a pena o investimento ou se vai deixar você ainda mais confuso? Pode confiar... Vale a pena.  Na verdade, vamos dar uma olhada juntos em alguns dos destaques desse livro e ver se conseguimos entender os diferentes modelos de software financeiro. O que é um software “on-premises"? Para compreender o Software como Serviço, ou SaaS (de Software as a Service, em inglês), é importante entender o que veio antes dele: o modelo tradicional on-premises de computação empresarial. Então, vamos voltar para o começo. Pense nos aplicativos de negócios que suas equipes usam todos os dias para gerenciar finanças, recursos humanos, cadeia de suprimentos e qualquer outra função empresarial. O modelo tradicional de TI resolveu comprar esse software de um fornecedor e instalar “on premises”: em um grande servidor mantido em uma sala dedicada em algum lugar (ou talvez em um armário, se a empresa for muito pequena). No modelo on-premises, você (ou seja, seus funcionários de TI) é responsável pela manutenção desse servidor e de qualquer software que seja executado nele. Vamos imaginar que a sua pequena ou média empresa (PME) comprou o Software Tradicional de Finanças 9.1 em 1999. A equipe de TI da sua empresa instalou esse software no servidor. Implementaram em todos os desktops e laptops do departamento financeiro, para que toda a equipe financeira pudesse ter acesso a ele. Provavelmente eles fizeram bom proveito disso em 1999, e talvez você tenha ficado satisfeito com os resultados. O que você não viu foi todo o trabalho que aconteceu nos bastidores. No modelo on-premises, a sua equipe de TI é responsável por manter o software atualizado e disponível. Se ele parou de funcionar no meio do fechamento mensal, eles tiveram que se esforçar para fazer o software funcionar de novo. À medida que sua equipe financeira crescia, era preciso criar novas contas de usuário. À medida que surgiam novos vírus de computador, era necessário aplicar todos os novos patches lançados pelo fornecedor. (Havia também uma série de problemas em torno da integração do sistema financeiro com outros sistemas, como RH e folha de pagamentos — mas, por uma questão de simplicidade e para manter minha sanidade, essa leiga não vai abordar esses problemas neste artigo). Provavelmente a parte mais difícil do modelo on-premises, como diria a maioria das pessoas de TI, eram as atualizações. O Software Tradicional de Finanças 9.1 pode ter sido o top de linha em 1999. Provavelmente ele tinha uma interface tão atraente quanto a de uma máquina de escrever, e talvez só executasse cerca de 20% dos relatórios que sua equipe financeira precisava. Assim, a equipe de TI tinha o trabalho de personalizar o software para atender às suas necessidades específicas. Personalizar é uma tarefa complicada: exige abrir o código-fonte e reescrevê-lo — trata-se basicamente de reprogramar o software para que ele faça o que você quer. Normalmente, é necessário contratar uma empresa de consultoria terceirizada, que costuma ter muito mais experiência nesse tipo de projeto do que uma equipe interna de TI. E, depois de reprogramar um software, não é possível atualizá-lo automaticamente. Por que não? Porque a nova versão não inclui todas aquelas adoráveis personalizações que o seu consultor programou tão meticulosamente. Assim que a nova versão é instalada no servidor, a versão antiga desaparece — inclusive o código especial. É por isso que as atualizações só ocorriam mais ou menos a cada cinco anos — às vezes mais, no caso dos sistemas financeiros. Se você quisesse manter seus recursos personalizados, teria que migrar e/ou reprogramar para a nova versão — um projeto que levava muito tempo e se gastava muito dinheiro em taxas de consultoria. Mais ainda, isso consumia muitas horas da sua equipe de TI, que deixava de lado outros projetos nos quais poderia estar trabalhando (como pesquisar e comprar aquele novo software da cadeia de suprimentos quevocê precisava desesperadamente). Eis que surge a hospedagem Havia outro problema com as atualizações: um novo software muitas vezes exigia um novo hardware para executá-lo. Nos tempos do Windows 95, eu quis atualizar meu desktop antigo para o Windows XP. Mas o XP precisava de uma unidade de processamento central (CPU) mais rápida e com mais memória. Eu não podia simplesmente atualizar para um novo software na minha máquina antiga: eu precisava comprar um computador novo. Isso funciona da mesma maneira no mundo dos softwares empresariais. Em 2018, talvez o Software Tradicional de Finanças versão 13.1 esteja disponível. Parece ótimo e fácil de usar, mas não vai funcionar no seu servidor antigo. Então é hora de comprar um novo servidor, certo? Bem, não necessariamente. Começaram a aparecer empresas se oferecendo para executar o software para você, nos servidores deles, e depois entregar via internet. Sua equipe financeira faz login no aplicativo remotamente pelos laptops. Esse modelo é conhecido como Infraestrutura como um Serviço (IaaS). Em vez de comprar seus próprios servidores (também conhecidos como "infraestrutura”), você os aluga mensalmente de um fornecedor. Muitas pessoas se referem a esse modelo como sendo "a nuvem", mas isso não é SaaS. Qual é a diferença? No IaaS, você ainda precisa comprar uma licença para o aplicativo financeiro, e a sua equipe de TI ainda é responsável pela manutenção, correções e atualizações. As principais economias de custo estão no hardware. Sua empresa ainda suporta o custo de segurança e manutenção do software financeiro — e uma atualização para a versão mais recente vai envolver a mesma quantidade de tempo, dinheiro e esforços utilizados no modelo on-premises. A atualização para a versão 13.1 ainda é um investimento de capital, o que provavelmente requer a aprovação do conselho de administração. Você pode decidir se é melhor esperar pela versão 14, a ser lançada daqui a alguns anos — o que significa que vai demorar vários anos para você ter acesso à nova funcionalidade financeira. O que é Software como um Serviço? SaaS é um modelo operacional totalmente diferente. No mundo do SaaS, você não precisa comprar o hardware ou ter uma licença do software. Em vez disso, você paga uma taxa mensal a um provedor em nuvem, e eles entregam o software para você pela internet. Ele é executado nos data centers deles, nos servidores deles, e eles são responsáveis pela manutenção. Aplicações de patch, segurança, manutenção, atualizações — tudo isso está incluído na sua assinatura mensal. Não é preciso fazer mais nenhuma dessas coisas. O provedor faz isso para você. Você faz login no sistema financeiro no seu laptop — ou até no seu dispositivo móvel — e já está tudo pronto. Você só precisa de um navegador.   E aqui está a melhor parte. Sabe aquelas atualizações longas, cansativas e caras? Elas se tornaram coisa do passado. Em vez disso, o fornecedor atualiza o software regularmente (em geral, de duas a quatro vezes por ano), de uma maneira parecida com as notificações que recebemos de tempos em tempos para atualizar os aplicativos no celular. Essas atualizações contêm novas funcionalidades e recursos — muitas vezes porque clientes como você solicitaram novos recursos. Portanto, você sempre tem o software financeiro mais recente e atualizado ao seu alcance. Nunca mais você vai passar horas e dias reprogramando softwares antigos para forçá-los a fazer o que você quer, porque o software será sempre novo. Os aplicativos SaaS são altamente configuráveis e incorporam continuamente as práticas recomendadas. Dessa forma, a necessidade de personalizar desaparece de vez. No entanto, se houver algum recurso que a sua empresa precisa — aquele "tempero especial" que diferencia você dos seus concorrentes — é possível construí-lo usando a Plataforma como um Serviço (PaaS). Ao contrário do código personalizado, as melhorias PaaS ficam fora do software financeiro básico. Assim, quando você atualiza de uma versão para outra, os recursos ainda funcionam. Não é necessário reprogramar. Por que SaaS é a melhor opção? Para nós, leigos, pode parecer que as diferenças entre a “nuvem hosted” (IaaS) e a nuvem verdadeira (SaaS) são muito poucas. Mas essas diferenças são importantes, porque IaaS não oferece os mesmos benefícios. No modelo SaaS, os benefícios são comprovados: •    Retorno sobre o investimento (ROI) 3,2 vezes maior do que no software on-premises •    Custo total de propriedade (TCO) 52% menor •    Risco zero de obsolescência tecnológica •    Atualizações várias vezes por ano, versus uma vez a cada 5 a 10 anos (ou mais) •    Segurança e aplicações de patch gerenciadas pelo fornecedor SaaS •    Sem custos de hardware •    Não há mais investimentos de capital para comprar novos softwares — as taxas mensais se tornam uma despesa operacional •    Inovação contínua Não é que executar o Software Tradicional de Finanças versão 13.1 em um ambiente hosted IaaS seja necessariamente uma má ideia, ou prejudicial para a sua empresa. É que executar um SaaS financeiro, como o Oracle ERP Cloud(inclusive o Oracle EPM Cloud) — é melhor. Mudar para SaaS agora está mais fácil do que nunca. A concorrência já está fazendo isso. Por isso, analise as opções financeiras na nuvem, e não fique para trás. Ninguém quer ser leigo. *Lynne Sampson é editora-chefe

Especial reúne os principais conceitos sobre o Software como Serviço, que não exige comprar o hardware ou ter uma licença do software Por Lynne Sampson* Você se sente desorientado e confuso toda vez que...

Transformação na TI

Mark Hurd, CEO da Oracle: mercado de SaaS vai se consolidar

De acordo com Hurd, "haverá apenas alguns provedores de suíte SaaS" quando o setor migrar totalmente para a nuvem Por Joyce Boland* Nos últimos anos, a área de TI tem presenciado uma grande mudança de data centers on-premises para aplicativos de Software como um Serviço (SaaS) baseados em nuvem. Entre os muitos benefícios que as empresas observam ao mudar para a nuvem, o maior deles é a oportunidade de otimizar totalmente suas operações visando o crescimento. As plataformas corporativas de SaaS oferecem uma experiência unificada em todos os aplicativos, simplificando a comunicação entre os departamentos. Além disso, a segurança baseada em nuvem também protege os dados internos e externos, ao contrário da necessidade de gerenciar muitos procedimentos de segurança para cada um dos aplicativos. Leia mais: Oracle OpenWorld 2019 será palco de inovação, novas tecnologias e bem-estar À medida que mais empresas fazem essa mudança, companhias com menos SaaS terão dificuldade para competir. Durante o Oracle Media Day, Mark Hurd, CEO da Oracle, afirmou que "o mercado de SaaS vai se consolidar [...] Será uma cauda longa, mas muitas empresas vão desaparecer." O setor de SaaS está se consolidando Em sua palestra no evento em questão, Hurd estimou que o mercado atual de aplicativos B2B esteja avaliado em US$ 125 bilhões. Aplicativos de back-office, incluindo finanças, cadeia de suprimentos e RH, representam 70% dos US$ 125 bilhões, enquanto aplicativos de front-office, incluindo vendas, marketing e atendimento ao cliente, representam 30%. De acordo com o CEO da Oracle, a maioria das empresas desse segmento de mercado ainda gerencia esses aplicativos on-premises, em vez de transferi-los para provedores em nuvem. As suítes em nuvem de provedores confiáveis e experientes, como os aplicativos Oracle Cloud SaaS, oferecem todos os benefícios dos serviços de nuvem com total integração em todos os produtos, desde a gestão do capital humano (HCM) até o planejamento de recursos empresariais (ERP), tanto em operações de back-office quanto de front-office. A capacidade de acessar dados de uma variedade de aplicativos permite que as empresas tomem decisões mais informadas. As empresas que não investem em suítes esgotam tempo e fundos na integração, dificultando sua capacidade de obter dados em todas as plataformas para uma tomada de decisão mais informada. No Oracle Modern Supply Chain Experience 2018, Hurd disse que "ter o melhor aplicativo não é bom o suficiente. É preciso ter uma suíte. O front office, o sistema de comércio eletrônico, tem que conversar com o sistema da cadeia de suprimentos." As companhias sem fundos para investir em recursos mais modernos não serão capazes de acompanhar quando as plataformas corporativas ganharem impulso. Essas organizações provavelmente serão absorvidas por seus concorrentes maiores, criando uma consolidação de todo o setor. Durante o debate no Media Day, Hurd disse que acredita que "haverá apenas alguns provedores de suíte SaaS" quando o setor migrar totalmente para a nuvem. Muitos compradores de SaaS estão procurando reduzir o número de fornecedores e buscando uma solução abrangente, ou seja, um número significativamente menor de data centers e menos aplicativos segmentados. O mercado de aplicativos ainda está crescendo De acordo com um relatório do governo norte-americano, 6.250 data centers foram fechados desde agosto de 2018 somente nos Estados Unidos, e mais 1.200 estão programados para fechar até 2023. Sendo assim, muitas dessas empresas vão se voltar para as plataformas corporativas de SaaS. À medida que mais empresas recorrerem ao SaaS, as empresas maiores vão adquirir os concorrentes menores em várias áreas de negócios. No Oracle Media Day 2018, Hurd afirmou que "o mercado de SaaS absorve hardware, absorve bancos de dados, absorve middleware. De forma que esse mercado cresce exponencialmente, devido à sua natureza de ser um mercado muito inclusivo." Como os concorrentes menores se tornam incapazes de se manter, isso abre uma porta para que as grandes empresas cresçam e se apoderem dos provedores menores. Hurd observou no Oracle OpenWorld 2017 que "você tem uma oportunidade aqui de simplificar enquanto se transforma. E eu acho que as pessoas vão aproveitar essa oportunidade. Menos provedores de aplicativos. Isso significa que você precisa ter uma suíte, você precisa ter uma plataforma, você precisa ter infraestrutura." *Joyce Boland é vice-presidente global de marketing de aplicativos na Oracle

De acordo com Hurd, "haverá apenas alguns provedores de suíte SaaS" quando o setor migrar totalmente para a nuvem Por Joyce Boland* Nos últimos anos, a área de TI tem presenciado uma grande mudança de...

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Oracle OpenWorld 2019 será palco de inovação, novas tecnologias e bem-estar

Evento anual, que acontece entre 16 e 19 de setembro nos EUA, também terá estrela da NFL, área com cães e atividades fitness Por Redação Oracle Após reunir mais de 60 mil pessoas em outubro do ano passado, entre clientes e parceiros de 175 países, o Oracle OpenWorld retorna ao Moscone Center, em São Francisco, nos Estados Unidos, com uma ampla variedade de conteúdos e atividades sobre o poder de transformação da tecnologia. Ao longo da edição 2019 do evento anual, que neste ano acontece de 16 a 19 de setembro, de forma paralela ao Code One, o histórico centro de convenções da cidade californiana receberá centenas de apresentações, workshops, demos e treinamentos de especialistas, sobre as inovações e soluções que vem ajudando a mudar o mundo dos negócios e a sociedade como um todo. Leia mais: Oracle convida profissionais de TI e negócios a serem protagonistas da transformação no Embrace the Transformation Alguns nomes que marcarão presença no OpenWorld incluem o fundador do iD8 e innov8 e ex-VP de inovação e criatividade da Disney, Duncan Wardle, o CEO e fundador do Not Impossible Labs, Mick Ebeling, a velejadora e ativista social Tracy Edwards, e o ex-jogador de futebol americano Jerry Rice, considerado um dos maiores da história da NFL. Também passarão pelo palco do OOW o cofundador e atual diretor-executivo e CTO (diretor de tecnologia) da Oracle, Larry Ellison, a CEO Safra Catz, e especialistas da companhia, como o VP executivo para tecnologias de servidores de bancos de dados, Andrew Mendelsohn, e o VP executivo de desenvolvimento de aplicações, Steve Miranda. Área fitness, cães e shows O evento também vai contar com espaços focados no bem-estar dos participantes, como o FitFest, que oferecerá sessões de yoga, stair climbing e outras atividades físicas no estádio Oracle Park, casa dos San Francisco Giants, com uma vista sem igual da baía da cidade. A iniciativa acontece nas manhãs de 17 e 18 de setembro. Além disso, o OOW terá uma área chamada Paws and Relax, com cães para adoção resgatados pela organização Finding a Best Friend Rescue. A iniciativa, localizada no Nutanix Dog Park, permitirá que os frequentadores brinquem e ajudem os animais, por meio de assinaturas convertidas em doações. Por fim, vale destacar que a grande festa de encerramento do Oracle OpenWorld 2019 será realizada na noite de 18 de setembro, no Chase Center. Após receber artistas como Beck, Portugal. The Man e Bleachers no ano passado, o Cloud Fest contará com shows dos cantores John Mayer e Flo Rida em sua nova edição. Mais informações sobre a programação do evento podem ser encontradas neste link.

Evento anual, que acontece entre 16 e 19 de setembro nos EUA, também terá estrela da NFL, área com cães e atividades fitness Por Redação Oracle Após reunir mais de 60 mil pessoas em outubro do ano...

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O desafio sem precedentes da cibersegurança atual

Especialistas da Oracle destacam importância crescente do tema nas empresas e como as novas tecnologias podem fazer a diferença. Por Barb Darrow* Complexidades tecnológicas e legais abundam nesta era em que as ameaças de cibersegurança estão elevadas — incluindo um aumento nos ataques cibernéticos patrocinados por Estados. Esse "desafio sem precedentes" foi o tema da conversa entre Dorian Daley, vice-presidente executiva e conselheira geral da Oracle, e Edward Screven, arquiteto-chefe corporativo da Oracle, durante o evento Media Days, da Oracle. Confira abaixo as cinco principais conclusões dessa conversa: 1. Algumas notícias boas: as empresas, hoje, estão muito mais cientes dos desafios da cibersegurança do que há apenas alguns anos, quando muitas consideravam a segurança, em geral, uma prioridade, mas não iam muito além desse pensamento, de acordo com Screven. "Isso tornou-se um tema central para nossos clientes", concordou Daley. Leia mais: Cinco boas práticas para melhorar a segurança do seu banco de dados 2. Esses mesmos clientes gostariam de tornar a segurança de dados “o problema de outra pessoa”, e estão certos em pensar dessa forma, acrescentou Screven. Nesse contexto, essa "outra pessoa" seria um fornecedor de tecnologia, capaz de projetar tecnologia inerentemente mais segura do que aquela que empresas não tecnológicas poderiam projetar para si mesmas. 3. As regulamentações em torno da privacidade de dados estão ficando mais complicados, começando com o Regulamento Geral de Proteção de Dados (GDPR) da União Europeia (UE), observou Daley. As questões de privacidade de dados e de segurança de dados constituem lados ligeiramente diferentes do mesmo problema, disse ela, acrescentando que "o que está acontecendo no lado da privacidade é realmente uma explosão de estruturas regulatórias em todo o mundo". 4. Não há muito que os funcionários possam fazer, por mais qualificados que sejam. Pesquisas recentes mostram que, embora a maioria das empresas cite o erro humano como uma das principais causas da falta de segurança de dados, elas também continuam direcionando mais pessoas para resolver um problema que na verdade não pode ser resolvido sem um nível de automação proporcional à sofisticação e ao volume dos ataques. "A consciência que se tem sobre o que a tecnologia pode realmente fazer para os clientes é insuficiente", observou Daley. Atualizações e patches de software rápidos, "autônomos" ou autoaplicáveis são uma maneira sólida de mitigar ou mesmo evitar a perda de dados causada por ataques cibernéticos. Muitos dos ataques e dos subsequentes vazamentos de dados nos últimos anos poderiam ter sido evitados se os patches de software disponíveis tivessem sido aplicados em tempo hábil. Tecnologias de inteligência artficial (IA) e machine learning são capazes de identificar um número muito maior de anomalias, como o acesso não autorizado ao sistema, que podem indicar problemas de segurança de forma muito mais rápida do que os especialistas humanos, eliminando problemas antes que eles se tornem graves. 5. Screven não acredita que tratados internacionais, caso pudessem ser elaborados, erradicariam os ataques cibernéticos patrocinados por Estados, uma vez que grande parte dessas atividades são realizadas debaixo dos panos por terceiros que podem ser negados pelos Estados. Ou seja, "a mesma pessoa que hoje rouba seu cartão de crédito, amanhã vai tentar roubar planos para mísseis [Hellfire]", disse Screven. *Barb Darrow é diretora sênior de comunicações da Oracle

Especialistas da Oracle destacam importância crescente do tema nas empresas e como as novas tecnologias podem fazer a diferença. Por Barb Darrow* Complexidades tecnológicas e legais abundam nesta era em...

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Integre a tecnologia blockchain à sua cadeia de suprimentos

O Oracle Intelligent Track and Trace auxilia as empresas a formar uma rede confiável de parceiros comerciais para a cadeia de suprimentos. Por Michael Richter * Com o Oracle Intelligent Track and Trace, o poder da tecnologia blockchain da Oracle é aproveitado para gerenciar de forma eficiente uma rede de parceiros comerciais que também se beneficiam de fazer parte de uma rede confiável da cadeia de suprimentos. A Oracle é líder em tecnologia blockchain e iniciou sua jornada com o Oracle Blockchain Platform em julho de 2018. Devido ao grande interesse e à adoção precoce pelos clientes, a próxima etapa nessa evolução foi facilitar a implantação para que os usuários empresariais pudessem transformar seus processos usando aplicativos blockchain predefinidos.  Leia mais: Três razões porque blockchain é a melhor solução para uma cadeia de suprimentos Quatro aplicativos de blockchain predefinidos serão disponibilizados em breve. O primeiro deles, o Oracle Intelligent Track and Trace, é um aplicativo para empresas que usam a gestão da cadeia de suprimentos. Ele ajuda a enfrentar os desafios de gerenciar complexidades numa rede global de parceiros comerciais.  É um aplicativo predefinido, pronto para ser implantado, que ajuda a ganhar eficiência para a gestão da cadeia de suprimentos.  Pode se conectar facilmente com o Supply Chain Management (SCM), o Enterprise Resource Planning (ERP), o Customer Experience (CX) e a Internet das Coisas (IoT) da Oracle, ou conectar-se com os aplicativos existentes de terceiros da organização.  Como foi construído na plataforma blockchain de nível empresarial da Oracle, herda todas as vantagens do melhor desempenho, segurança e escalabilidade. O aplicativo é vendido de forma independente, sem a necessidade de comprar a plataforma blockchain.  O Oracle Intelligent Track and Trace pode ser aplicado no setor de alimentos e bebidas, transporte e outros, para garantir, por exemplo, certificações orgânicas, conformidade de fabricação e aderência aos regulamentos do comércio global.  Agora você sabe por que todos estão falando sobre blockchain e como a Oracle está aplicando essa tecnologia com o aplicativo Oracle Intelligent Track and Trace.  Para obter mais informações, veja o vídeo (em inglês) e consulte nosso site. * Michael Richter é diretor de marketing de produto para tecnologias emergentes na Oracle.

O Oracle Intelligent Track and Trace auxilia as empresas a formar uma rede confiável de parceiros comerciais para a cadeia de suprimentos. Por Michael Richter * Com o Oracle Intelligent Track and Trace,...

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Oracle convida profissionais de TI e Negócios a serem protagonistas da transformação no Embrace the Transformation - Live the Cloud

Realizado em São Paulo, o evento Embrace the Transformation - Live the Cloud convidou profissionais de empresas dos mais variadores setores a abraçarem a transformação tecnológica e cultural trazida pela nuvem e a fazerem hoje a mudança por um futuro melhor. Por Redação Oracle O mundo sempre esteve em constante transformação. Mas a velocidade com que o jeito como a gente pensa, fala, interage, ama, trabalha, compra, vende e vive vem mudando nos últimos tempos é sem precedentes. No Embrace the Transformation – Live the Cloud, evento ocorrido no dia 7 de agosto, no Parque Estaiada, em São Paulo, a Oracle convidou profissionais da área de Tecnologia da Informação e Negócios a abraçar esta transformação e a ver na tecnologia uma ferramenta para fazer todas as mudanças necessárias, sejam elas na forma como fazemos negócios ou em como vivemos em sociedade. Leia mais: Moderna e inteligente, segunda geração da nuvem Oracle chega ao Brasil Conforme apontado por vários executivos da Oracle durante suas apresentações, uma das tecnologias mais importantes para fazer a mudança acontecer é a computação em nuvem. Poucas empresas têm isso tão claro quanto a Oracle, que  passou (e continua passando) pela transformação digital de sair de uma empresa on-premises para uma empresa de nuvem. Todo esse processo acarreta mudanças que vão muito além da tecnologia que suporta seus produtos. o modelo de negócio mudou de venda de licenças de uso de software com suporte anual para um modelo de subscrição de serviços, que só são pagos se e quando são usados e cujos contratos precisam ser renovados periodicamente. Por estes e outros motivos, a Oracle é uma das poucas empresas que não apenas habilita, mas vive a transformação digital do seu próprio negócio, e a consequente mudança na cultura empresarial. Um dia repleto de troca de experiências e aprendizados A agenda do evento alternou entre momentos onde o maior foco era a transformação em si, como empreendedores sociais contando como estão mudando o mundo, e também como nossos clientes estão se transformando para melhorar a vida não apenas dos seus clientes finais, mas também de seus funcionários, além de novidades tecnológicas da Oracle. Alguns dos pontos altos destas discussões foram os dois painéis com clientes e parceiros, com histórias reais e apaixonantes de pessoas que causam impacto no mundo ao seu redor: Cammila Yochabell, CEO e fundadora da Jobecam, falou do trabalho que faz à frente da startup que oferece um processo de recrutamento de funcionários às cegas e dá oportunidade de emprego a pessoas que, de outra forma, não seriam selecionadas para as melhores vagas, promovendo a diversidade nas empresas; Juliana Glasser, por sua vez, falou dos desafios da Carambola, uma empresa de treinamento em tecnologia que visa a capacitar pessoas que não têm condições de investir em cursos técnicos e que fogem do estereótipo do homem branco heterossexual de classe média; Thiago Carmargo falou do seu trabalho frente a ONG Movimento Brasil Digital, uma ONG que busca promover o diálogo entre os setores público e privado, para trazer tecnologia e inovação para o centro da estratégia do país; Kamila Brito apresentou ao público seu projeto, o Barco Hacker, uma iniciativa de empreendedorismo que viaja de barco pela Amazônia para levar tecnologia e informação a comunidades ribeirinhas. Ainda nos painéis da manhã, líderes de empresas renomadas compartilharam suas experiências de transformação com executivos da Oracle: Lucilene Pontual, da Movile, ressaltou que “quando acreditamos nas pessoas, elas têm coragem de ir em frente e colocar novos negócios em prática”, enquanto Alexandre Lopes, do Banco Original, reforçou a necessidade de “colocar o brilho nos olhos das pessoas”, sem no entanto descuidar “da parte da compensação”. Mas não parou por aí: Eduardo Lyra, fundador da ONG Gerando Falcões, contou a história de como saiu da favela para ser notado pela Forbes e Harvard pelo seu esforço de melhorar a vida de inúmeros jovens e crianças da comunidade, “não importando de onde você veio, mas para onde você vai”. Já na parte da tarde, executivos da matriz da Oracle na Califórnia (EUA) também discutiram as últimas inovações em nuvem, com destaque para tecnologias emergentes, como inteligência artificial, machine learning, internet das coisas e blockchain, as quais são aplicadas em soluções com o Oracle Autonomous Database Cloud, a base de dados capaz de se administrar e manter a segurança de forma autônoma, liberando os usuários das tarefas mais repetitivas e permitindo que eles usem seu tempo para inovar. Ou o Oracle ERP Cloud, que usa estas mesmas tecnologias para automatizar processos de gestão e controle de forma fácil e segura. Um dos destaques foi também o anúncio da chegada da Oracle Cloud Infrastructure (OCI) ao Brasil, também conhecida como a segunda geração de nuvem da Oracle. A segunda geração traz um grau de isolamento, segurança, confiabilidade e desempenho superiores, a um custo menor. Para encerrar o evento, o futurista e membro do corpo docente da Singularity University, Tiago Mattos, mostrou que “quem não pensa o futuro resolve o presente com ferramentas do passado”, e que, neste contexto, o setor de tecnologia está desaparecento como segmento de mercado, pois todas as empresas estão se tornando empresas de tecnologia. Parte da transformação é fazer com que as lideranças destas organizações se dêem conta disso e sejam capazes de conduzir seus negócios a se tornarem realmente digitais, não apenas empresas tradicionais digitalizadas. A transformação continua A Oracle segue abraçando sua transformação e reforçando seu comprometimento em apoiar seus clientes e parceiros na busca das tecnologias, práticas e valores que guiarão suas próprias transformações, rumo a um futuro repleto de oportunidades. Neste espírito, o evento Embrace the Transformation – Live the Cloud segue agora para outras cidades da América Latina, incluíndo Bogotá, Cidade do México e Buenos Aires, alinhado ao propósito da Oracle: transformar o mundo empoderando as pessoas através da inovação.

Realizado em São Paulo, o evento Embrace the Transformation - Live the Cloud convidou profissionais de empresas dos mais variadores setores a abraçarem a transformação tecnológica e cultural trazida...

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Moderna e inteligente, segunda geração da nuvem Oracle chega ao Brasil

A Oracle Cloud Infrastructure é mais segura e robusta – ideal tanto para a migração de grandes projetos de missão crítica quanto para ambientes de pequenas empresas. Por Redação Oracle Chega ao Brasil a nova Oracle Cloud Infrastructure Região São Paulo, a segunda geração da nuvem da Oracle. A partir de agora, os clientes brasileiros contam com a nova geração de nuvem, que permite maior desempenho, mais segurança e mais facilidade de uso a um custo acessível. Um dos principais diferenciais é que a Oracle Cloud Infrastructure conta com Inteligência Artificial e Aprendizado de Máquina para melhorar os aspectos de gestão e de segurança – como entender qual é o melhor momento para a aplicação de um patch. Além da possibilidade de construir aplicativos nativos na nuvem, que já era oferecida pela versão Classic, a segunda geração dá maior suporte para que as empresas migrem para a nuvem suas operações de missão crítica e grandes volumes de dados que ainda permaneciam nas infraestruturas locais (on-premises). Graças à sua simplicidade de uso e preço competitivo, a Oracle Cloud Infrastructure é voltada para empresas de todos os tamanhos. Leia mais: Como abandonar a mentalidade defensiva com relação a tecnologias corporativas Um dos motivos pelos quais empresas ainda resistiam em migrar suas operações críticas é pela preocupação com a segurança – e este é um dos pilares fundamentais da Oracle Cloud Infrastructure. A nova geração aprimorou os quesitos de segurança, isolando os ambientes dos clientes do software de administração e controle da nuvem Oracle. “O isolamento entre o provedor [a Oracle] e os clientes significa que eles implantam suas cargas de trabalho em nossos ambientes de computação e armazenamento sem que nenhum dos nossos códigos de controle seja acessível. É um mecanismo de isolamento exclusivo e um princípio fundamental, disponível desde o lançamento do Oracle Cloud Infrastructure”, afirma Kyle York, vice-presidente de estratégia de produto para Oracle Cloud Infrastructure. Além da segurança, o isolamento dos componentes também aprimora o desempenho da segunda geração de nuvem, que apresenta maior consistência de operação e uma infraestrutura mais simples de ser implementada. Com o novo Oracle Cloud Infrastructure Região São Paulo, os clientes da Oracle contam com toda a segurança e tecnologia da nova geração aliadas a uma menor latência – com o data center local, o tempo de tráfego da informação é menor. Além disso, os clientes ainda reduzem os problemas de soberania sobre os dados: as informações armazenadas não saem do país, o que é uma vantagem para os setores que contam com regras mais rígidas de residência de dados, como setores do governo. Oracle Cloud Infrastructure: pilares da segunda geração de nuvem Segurança, proteção dos investimentos existentes, desempenho, abertura e a experiência da Oracle formam os cinco pilares da nova geração da nuvem. Proteger investimentos significa que a OCI provê uma arquitetura bare metal que permite que os clientes movam e melhorem os investimentos que já possuem em tecnologia on-premises – isso aliado a um desempenho aprimorado, com alta disponibilidade, níveis de serviço superiores e gerenciamento do ambiente facilitado. A segunda geração do OCI também é uma infraestrutura com suporte a tecnologia de código aberto e colaboração com outras soluções, facilitando a migração de um produto on-premises de outro fornecedor para a nuvem da Oracle. Além disso, a OCI está amparada na expertise de mais de 40 anos da Oracle e conta com um suporte e ecossistema de parceiros de qualidade.“Esses cinco pilares realmente impulsionam o sucesso e o valor dos negócios, e eles são decisões estratégicas que foram tomadas desde o dia zero na criação do Oracle Cloud Infrastructure”, afirma York.

A Oracle Cloud Infrastructure é mais segura e robusta – ideal tanto para a migração de grandes projetos de missão crítica quanto para ambientes de pequenas empresas. Por Redação Oracle Chega ao Brasil a...

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Quatro maneiras de aumentar o envolvimento do cliente

O envolvimento do cliente é uma das lacunas mais críticas a se preencher em um negócio; soluções de CRM e Data Management, como o Oracle Bluekai, podem ajudar neste desafio. Por Serenity Gibbons * Fazer negócios é preencher lacunas. É o trabalho de encontrar uma necessidade do mercado e conectá-la a um produto, é a busca de um talento para preencher uma vaga na equipe ou a venda que transforma um lead em um cliente. No entanto, uma das lacunas mais críticas — da perspectiva do cliente, pelo menos — é a do envolvimento. Quando a Gallup estudou o assunto, descobriu que apenas 25% dos millennials são clientes “totalmente envolvidos”. Entre os tradicionalistas, a geração com mais envolvimento, esse número sobe para apenas 38%.   Leia mais: Dispositivos conectados vão prever melhor a intenção de compra dos clientes, diz pesquisa Por que o envolvimento do cliente parece estar em queda? A Gallup atribui como fator principal as lacunas da experiência digital, mas os profissionais de marketing digital  precisam de mais do que um website melhor e respostas de email mais rápidas para aumentar o envolvimento. A questão mais importante é como as marcas superam dois períodos críticos: o tempo entre o encontro da marca com o cliente e a primeira compra e o espaço entre a primeira compra e o retorno do cliente. Atravessando o canal de envolvimento Os períodos posteriores ao encontro e à compra são amplamente conhecidos pelo afastamento do cliente. Então, como preencher essas duas lacunas da jornada? 1. Dê antes de pedir Essa já é uma boa prática no mundo do web design: ao fornecer informações ou outra vantagem nominalmente valiosa de graça, quem dá incentiva quem recebe a compartilhar algo em troca. Popularizado pelo livro do psicólogo Robert Cialdini "As Armas da Persuasão:  Como influenciar e não se deixar influenciar", o princípio da reciprocidade descreve a gratidão que os seres humanos sentem pelas pessoas que eles acreditam que foram generosas com eles. Como, exatamente, se pode dimensionar a reciprocidade? A Cie Digital Labs, que atua como aceleradora da inovação corporativa, fez isso para a fábrica de pneus Nitto, ao lançar uma iniciativa de brand publishing. Depois que outras publicações para apaixonados por carros desistiram de cobrir o espaço, a Driving Line da Nitto veio preencher esse vazio com conteúdo de envolvimento. Ao fornecer a revista gratuitamente por meio de vários canais de distribuição, a Nitto criou uma boa reputação com parceiros, clientes e o setor em geral. 2. Construa experiências de marca únicas Se a previsão do Gartner se concretizar, em um ano a experiência do cliente será um diferencial maior do que o preço ou o produto. Em vez de competir pelo menor preço ou perder tempo com artifícios mirabolantes, gaste tempo criando experiências que os participantes não esquecerão tão cedo. Essa linha de pensamento foi exatamente o que levou a Southwest Airlines a promover um show da banda Imagine Dragons em pleno ar. Para a promoção, a banda escolheu um voo de Las Vegas para Atlanta, que os fãs sabem que são a cidade natal do vocalista e do baterista, respectivamente. Embora o espaço no voo fosse naturalmente limitado, a Southwest ampliou o alcance do evento ao definir os vencedores através de um sorteio. O site criado para o sorteio recebeu mais de 73.000 inscrições, enquanto o evento em si gerou pelo menos um bilhão de impressões, fazendo a Southwest Airlines ganhar um prêmio na categoria "Best Buzz” da Chief Marketer. 3. Crie uma competição amigável Num momento em que as tendências são passageiras, o jogo de realidade aumentada "Pokémon Go" da Niantic conseguiu não só manter a relevância desde seu lançamento em julho de 2016, como também aumentar o número de usuários. Apesar de dizerem que a ludificação está morta, a Niantic manteve o sucesso da realidade aumentada relevante para o novo ano com as batalhas entre jogadores. Esse componente social, afirma o criador do jogo, aumentou a base de usuários ativos diários em 35% desde maio. E se o seu produto não serve claramente para o uso social? Incentive os usuários a competirem entre si. Um aplicativo de boa forma pode oferecer troféus aos usuários que atingirem seus objetivos todos os dias da semana. Um sistema de CRM empresarial, por sua vez, pode definir automaticamente parâmetros de comparação de crescimento semanais com base no desempenho passado. E os clientes potenciais? Dê um prêmio para ações de sensibilização da marca. A empresa de ecommerce Rakuten deu dinheiro aos consumidores que conseguiram pronunciar corretamente o nome da empresa. 4. Faça o que os dados mostram Por mais que os profissionais de marketing gostariam que existisse, não há uma maneira única de aumentar o envolvimento do cliente. No entanto, existe um lugar onde se pode procurar recomendação específica para a empresa: seu sistema de CRM. Cada vez mais as ferramentas de gestão de relacionamento com o cliente não apenas armazenam os dados de clientes; elas também ajudam os profissionais de marketing a atuar sobre esses dados. Um cliente desmotivado não vai ficar esperando enquanto sua empresa pensa em um meio de envolvê-lo novamente. Preste atenção nos pontos críticos e proporcione valor e experiências surpreendentes sempre que possível. Dimensione seus esforços, fazendo com que os clientes se envolvam — ou uns com os outros. Em seguida, observe os dados: Só eles podem mostrar as últimas lacunas que os clientes esperam que você preencha. Aprenda como “Ir mais Longe com a Otimização da Experiência do Cliente” usando testes e personalização para criar a melhor experiência possível. * Serenity Gibbons escreve para o blog de Marketing Cloud da Oracle.

O envolvimento do cliente é uma das lacunas mais críticas a se preencher em um negócio; soluções de CRM e Data Management, como o Oracle Bluekai, podem ajudar neste desafio. Por Serenity Gibbons * Fazer...

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IA no trabalho: onde estamos agora e para onde vamos?

O uso de IA para retenção e mobilidade interna dos funcionários pode servir como um diferencial fundamental para muitas empresas no mercado competitivo de hoje. Por Emily He * Eu desafio você a falar sobre o futuro do trabalho sem falar sobre inteligência artificial (IA) - Impossível, certo? É indiscutível que a IA e as tecnologias relacionadas terão um papel significativo na definição da maneira como trabalhamos e como as empresas precisarão se adaptar. Mas como é realmente um futuro artificialmente inteligente no trabalho? Sabemos que a IA - e seu subconjunto de machine learning - é excelente para tarefas tradicionais de RH e recrutamento, como a mineração de milhares de currículos para encontrar os candidatos mais adequados para um determinado trabalho. Mas para mergulhar mais fundo na IA no trabalho, conversei recentemente com Jeanne Meister, especialista em futuro do trabalho, fundadora da consultoria de RH Future Workplace e autora do “The 2020 Workplace” e “The Future Workplace Experience”. Leia mais: A força de trabalho híbrida Discutimos uma série de novas e surpreendentes maneiras pelas quais a IA está sendo usada em RH, o que esperar para o futuro do trabalho e como se preparar para novas habilidades e sucesso. Aqui estão alguns tópicos importantes: Onde estamos agora? AI pode aparecer em lugares inesperados Embora ainda estejamos nos primeiros dias de implantação de AI e machine learning, já vimos um impacto significativo na aquisição de talentos. Muitas organizações têm usado os chatbots para oferecer uma experiência de candidato mais envolvente e personalizada. A IA também ajuda os recrutadores a limitar a quantidade de candidatos, diminuindo o tempo de postagem para preencher uma requisição de emprego e muito mais. É um verdadeiro impulsionador de produtividade para recrutadores e equipes de RH. No entanto, em sua pesquisa, Meister encontrou alguns usos mais surpreendentes da tecnologia de IA no trabalho. Por exemplo, funcionários de algumas empresas estão usando chatbots de IA para relatar possíveis problemas de assédio e discriminação. O propósito dos bots pode não ser esse, mas faz sentido: os chatbots permitem que os funcionários relatem supostas transgressões de forma anônima, sem precisar lidar pessoalmente com os gerentes. Dessa forma, os bots fazem perguntas de acompanhamento para que a empresa possa obter informações rapidamente e investigar a reclamação. A IA pode criar previsões de planos de carreira Outro exemplo interessante é que a IA pode ajudar as empresas a identificar planos de carreira para funcionários que estejam se destacando em seus cargos atuais. “Em um cenário de baixo índice de desemprego, queremos manter as pessoas que temos e oferecer oportunidades para que elas assumam novas funções", afirma Meister. Para esse fim, a IA pode avaliar as certificações, realizações, credenciais e capacidades do funcionário e fazer a correspondência com as vagas de emprego apropriadas. Em grandes empresas, essa correspondência sistemática de pessoas e vagas seria quase impossível sem alguma forma de análise por inteligência artificial dos dados do funcionário e da descrição do cargo. O uso de IA para retenção e mobilidade interna dos funcionários pode servir como um diferencial fundamental para muitas empresas no mercado competitivo de hoje. Os chatbots podem simplificar o difícil processo de integração Depois da fase de aquisição de talentos, a configuração dos novos funcionários na folha de pagamentos, benefícios, computadores, acesso a software e telefones é geralmente um processo longo e difícil. É também o tipo de tarefa repetitiva para a qual serve a IA baseada em chat. Grandes empresas com muitos dados históricos de contratação, em particular, podem tirar proveito da IA para prever e responder perguntas frequentes, por exemplo. Se o chatbot puder orientar os novos funcionários sobre como obter o crachá de identificação, inscrever-se para obter benefícios e provisionar um computador, eles serão produtivos com mais rapidez. Olhando para o futuro A IA reforçará o novo normal no trabalho: gerações, chatbots e “autoautomação” Além desses casos de uso já existentes na prática, a IA desempenhará também um papel significativo na formação da mão-de-obra do futuro. Dados da CareerBuilder mostram que 40% dos trabalhadores norte-americanos de hoje se reportam a um chefe que é mais jovem do que eles. Até 2025, estima-se que essa porcentagem aumente para mais de 50%. Isso representa um problema sério não só para os colegas mais velhos, que podem recusar-se a se reportar a alguém mais jovem, mas também para os millennials que são gerentes de membros da equipe que poderiam ser seus pais e talvez não tenham muita familiaridade com o uso das tecnologias móveis mais recentes. “As organizações têm que perceber que esse é o novo normal", diz Meister. "Elas precisam facilitar o aprendizado contínuo, para tornar a aprendizagem de novas habilidades algo que você faz várias vezes por dia, como escovar os dentes." Empresas inteligentes vão encontrar formas de incentivar os funcionários a "autoautomatizar" seus próprios trabalhos, delegando tarefas rotineiras e repetitivas a alguma forma de IA ou automação. Isso permitirá que os funcionários tenham mais tempo para refletir sobre soluções para problemas estratégicos, em vez de preencher formulários. No entanto, para que tudo funcione, os funcionários precisam se acostumar a tratar os chatbots como colegas. Essa adaptação pode ser mais fácil agora, já que 31% das famílias norte-americanas  usam assistentes de voz inteligentes para controlar as luzes e a música, fazer pedidos no supermercado e de transporte privado e verificar saldos bancários. As empresas que não integrarem funcionalidades inteligentes semelhantes aos seus fluxos de trabalho correrão o risco de se indispor com os funcionários que esperam que suas ferramentas de trabalho sejam pelo menos tão modernas quanto as que usam em casa. Encontrando novas habilidades que fazem a diferença Mesmo que a IA se torne mais comum em aplicações empresariais, as pessoas não devem parar de aperfeiçoar sua capacidade de serem “maleáveis". Especialistas em RH observam que funcionários mais velhos podem não conhecer um novo aplicativo de compartilhamento de fotos, mas os millennials e os mais jovens da geração Z não costumam ter fortes habilidades de comunicação, em parte porque tendem a interagir com os outros por meio de um dispositivo, e não pessoalmente. Pensamento crítico, criatividade, inovação e a capacidade de enxergar um problema e descobrir uma solução para ele são todos talentos importantes que diferenciam as pessoas da tecnologia, afirma Meister. E, para aqueles que acham que a IA vai tomar seu emprego, ela dá uma boa dica. “Cabe a você aprender as habilidades que não podem ser automatizadas." Preparando-se hoje para o amanhã É desnecessário afirmar que a IA e as tecnologias emergentes produzirão impacto no futuro profissional de funcionários, equipes de RH e líderes empresariais. No entanto, para não se tornar vítima do medo do "apocalipse da automação", é importante lembrar que a IA não diz respeito apenas à eficiência ou automação, mas é também um catalisador para repensar todo o ciclo de vida dos funcionários, permitindo criar um local de trabalho mais humano. Com o mindset correto, tanto funcionários quanto empregadores não só vão sobreviver, como também prosperar no futuro profissional impulsionado pela IA. * Emily He é vice-presidente sênior de human capital management cloud business group na Oracle.

O uso de IA para retenção e mobilidade interna dos funcionários pode servir como um diferencial fundamental para muitas empresas no mercado competitivo de hoje. Por Emily He * Eu desafio você a falar...

Transformação na TI

Cinco boas práticas para melhorar a segurança do seu banco de dados

Um passo importante é ter atenção aos acessos dos usuários e administradores dos bancos de dados para evitar exposições desnecessárias em caso de invasões. Por Alan Williams e Sean Cahill * A segurança de banco de dados pode parecer uma tarefa complexa, e chegar à arquitetura de segurança máxima desejada para proteger os dados confidenciais demanda tempo, pessoal e orçamento. Dito isso, há certas melhores práticas fundamentais que todas as organizações, de todos os tamanhos e setores, deveriam estar implementando. Na verdade, essas práticas básicas de segurança precisam estar em vigor antes de se gastar recursos em medidas de segurança adicionais. Adote o hábito de trancar a porta da frente da sua casa antes de pensar na compra de um sistema de segurança residencial caro, com câmeras e alarmes.  Considerar cuidadosamente a forma como privilégios administrativos são concedidos aos usuários de bancos de dados pode evitar grandes problemas para as organizações, incluindo a redução do risco de violações de dados onerosas. Apesar de você provavelmente confiar nos DBAs, os cibercriminosos geralmente usam ataques de spear phishing e outros meios para alvejar os usuários privilegiados de uma organização, tirando proveito de suas contas para uso malicioso, incluindo extração de dados confidenciais. Por exemplo, se um hacker consegue invadir a conta de um DBA com privilégio de execução do comando “SELECT ANY TABLE”, ele é capaz de acessar quase todos os dados do banco de dados, incluindo números de identificação social, números de cartões de crédito e propriedade intelectual. Leia mais: Conheça alguns dos novos recursos favoritos do Oracle Database 19c Comece executando a Oracle Database Security Assessment Tool para identificar possíveis pontos fracos na configuração do seu banco de dados. Em seguida, certifique-se de adotar as cinco melhores práticas a seguir, incluindo o modelo de privilégio mínimo e a separação de tarefas, para encontrar o equilíbrio certo entre a necessidade dos usuários de realizar seu trabalho e a necessidade de proteger o banco de dados. Você vai minimizar o risco oferecido por contas invadidas e melhorar a postura geral de segurança da sua organização. 1. Separação de tarefas O conceito de separação de tarefas (SOD, Separation of Duties) determina que as tarefas de administração devem ser divididas entre vários usuários, em vez de ficarem a cargo de uma única pessoa com plenos poderes. Dividir tarefas como administração, segurança e operações diminui o risco de os usuários abusarem de seus privilégios e também reduz a área da superfície de ataque no caso de contas invadidas. Por exemplo, em vez de usar o onipotente privilégio “SYSDBA”, conceda privilégios direcionados, como “SYSBACKUP”, “SYSDG”, “SYSRAC” e “SYSKM”, para as tarefas específicas de backup do banco de dados, administração do Data Guard, gerenciamento do RAC e gerenciamento de chaves, respectivamente. 2. Usuários nomeados Os administradores jamais devem compartilhar contas por praticidade (aliás, por nenhum outro motivo). Contas compartilhadas impedem a responsabilização, aumentam o risco e basicamente tornam impossível auditar as atividades do usuário. Cada usuário de uma organização deve ter uma conta individual nomeada, explicitamente associada ao seu nome; Bob Jones, por exemplo, teria uma conta com nome “Bob_Jones” ou “Robert_Jones”. Cada conta nomeada é então vinculada a privilégios personalizados, selecionados de acordo com a função dessa pessoa dentro da organização. Regras de gravação de logs de auditoria baseadas em políticas podem ser definidas e a atividade do usuário pode ser auditada individualmente. 3. Gestão de contas SYSDBA A conta SYS do proprietário do banco de dados (SYSDBA) é um privilégio administrativo que fornece acesso irrestrito ao banco de dados, como uma conta ROOT no gerenciamento do sistema operacional. É simplesmente poder demais para que qualquer usuário o tenha de forma permanente. De fato, muitos dos próprios administradores de banco de dados pensam que ter os privilégios da conta SYSDBA os coloca em uma indesejável posição de potencial responsabilidade caso algo saia errado. Sendo assim, o uso dessa conta e de seus privilégios precisa ser administrado e monitorado de perto, e tais privilégios só devem ser concedidos quando for absolutamente necessário, tal como durante atualizações e correções do banco de dados. Tire proveito de um sistema de gerenciamento de contas privilegiadas combinado a um sistema de gerenciamento de mudanças e designe uma janela de tempo de uso específica a fim de gerenciar de perto o privilégio SYSDBA. Recomenda-se o uso de controles de segurança compensatórios quando contas SYS/SYSDBA são usadas. Um exemplo de tal controle seria exigir fluxos de trabalho de aprovação secundários (a regra das duas pessoas). Para auditar usuários administrativos como o SYSDBA, crie políticas de auditoria unificadas e nomeadas e, em seguida, aplique as políticas ao usuário administrativo da mesma forma que você faria para usuários não administrativos. Além disso, você pode criar condições e exclusões granulares em suas políticas ou optar por auditar todas as declarações de nível superior feitas por usuários administrativos. No caso da auditoria tradicional, o “AUDIT_SYS_OPERATIONS” ativa ou desativa a auditoria de operações de nível superior, que são comandos SQL emitidos diretamente pelos usuários ao se conectarem usando os privilégios “SYSASM”, “SYSBACKUP”, “SYSDBA”, “SYSDG”, “SYSKM” ou “SYSOPER”. 4. Privilégio mínimo A Separação de Tarefas (SOD) separa pessoas, processos e contas, mas você não consegue aplicá-la quando todos os usuários e contas têm todos os privilégios. Depois de ter a SOD implementada, aplicar o princípio do privilégio mínimo limita cada usuário e cada conta a ter apenas os privilégios necessários para as operações do dia a dia.  Em suma, esse modelo recomenda que os usuários recebam apenas o conjunto mínimo de privilégios necessários para que realizem suas tarefas relacionadas ao trabalho, e nada mais. Para alcançar o nível adequado de granularidade, conceda os privilégios de objeto específicos que são necessários, e não privilégios gerais do sistema, e lembre-se de remover esses privilégios quando eles não forem mais necessários. Crie funções específicas de tarefas, em vez de conceder funções plenas de poderes, como a SYSDBA integrada. O modelo de privilégio mínimo reduz a área da superfície de ataque do banco de dados limitando o que um invasor consegue fazer, até mesmo quando as credenciais estão de alguma forma comprometidas. 5. Proteção da auditoria Os logs de auditoria são necessários para emissão de relatórios de conformidade e para perícia em caso de violações ou outros eventos adversos. Faça um registro irrefutável das ações realizadas por contas nomeadas, incluindo “CREATE USER”, “CREATE ANY TABLE”, “ALTER SYSTEM” e “ALTER SESSION”, e adicione informações contextuais, como endereço IP e hora do evento. Os registros de auditoria ajudam as organizações a identificar usuários perigosos, otimizar as auditorias e simplificar a conformidade. A Oracle fornece políticas de auditoria unificadas predefinidas (opções de auditoria padrão para uma auditoria tradicional) que cobrem configurações comuns de auditoria relevantes para a segurança, como falhas de login, alterações em parâmetros de configuração do banco de dados e gerenciamento de contas e privilégios de usuários. Algumas dessas políticas de auditoria predefinidas são ativadas por padrão. Ative ou desative as que julgar relevantes com base nas suas próprias necessidades de auditoria e na postura de segurança desejada. Além disso, é possível criar políticas de auditoria unificadas nomeadas. Crie políticas de auditoria unificadas seletivas e eficazes adicionando condições variadas, incluindo “SYS_CONTEXT” e valores de Application Context. A Oracle também oferece a capacidade de fazer auditorias detalhadas, disparando processos de auditoria quando condições específicas são atendidas, como a seleção de uma coluna específica ou o acesso a uma tabela durante um horário específico.  Próximas etapas Adote essas melhores práticas, incluindo a separação de tarefas e o princípio do privilégio mínimo, para encontrar o equilíbrio certo entre a necessidade dos usuários de realizar seu trabalho e a necessidade de proteger o banco de dados. Você vai minimizar o risco oferecido por contas invadidas e melhorar a postura geral de segurança da sua organização. Considere também executar a Oracle Database Security Assessment Tool hoje para identificar áreas potenciais para melhoria da configuração do seu banco de dados. Essas práticas recomendadas não são nada revolucionárias, mas, infelizmente, são negligenciadas por um grande número de organizações. Nenhum dos métodos acima mencionados requer investimentos adicionais. Não seja uma "presa fácil" para os cibercriminosos. Reduza a área da superfície de ataque de sua organização hoje considerando cuidadosamente os privilégios dos usuários. * Alan Williams é gerente sênior de produtos de segurança e Sean Cahill é gerente sênior de marketing de produtos de segurança na Oracle.

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Três maneiras seguras de testar bots em call centers

Os bots podem lidar com o grande volume do atendimento e liberar funcionários especializados para questões mais complexas. Confira três dicas para implantar o assistente digital da Oracle no seu call center. Por Sasha Banks-Louie * Ultimamente, Rusty Langford tem passado muito tempo ajudando empresas a introduzir bots inteligentes em seus centros de atendimento ao cliente. Dessa forma, ele aprendeu muito sobre quando os bots realmente ajudam os clientes e quando os incomodam. Langford, que passou mais de 25 anos no atendimento ao cliente e é vice-presidente de atendimento ao cliente da Harte Hanks, afirma que o primeiro passo para explorar os bots é entender o tipo de ajuda que os clientes normalmente precisam e quanta interação humana é necessária para fornecer esse suporte. Procure problemas que se repetem com muita frequência e que podem ser facilmente definidos, aconselha ele — cenários em que geralmente as equipes de atendimento ao cliente sabem como  a conversa deve transcorrer e qual será o provável resultado. “Essas são maneiras seguras para as empresas experimentarem novas experiências e começarem a entender o que os bots realmente podem fazer", diz Langford.  Leia mais: Oracle Marketing Cloud é nomeada líder no Quadrante Mágico de Hubs de Marketing Multicanal do Gartner em 2019 Os executivos de atendimento ao cliente estão muito interessados nos bots, pela simples razão de que eles podem lidar com grandes volumes de chamadas, chats e emails, para que a equipe de atendimento possa se concentrar nas questões mais difíceis. Como a tecnologia por trás dos bots — conhecida como tecnologia de assistentes digitais — melhorou em termos de processamento de linguagem natural, machine learning e recursos de correspondência de intenções, as empresas estão cada vez mais dispostas a contar com eles para interagir diretamente com o cliente. Está pronto para começar a testar bots no seu centro de atendimento ao cliente? Aqui estão três casos de uso “seguro” a considerar: 1. Evite os custos ocultos das renovações automáticas Embora milhões de consumidores façam assinaturas de avaliação gratuita a cada ano, muitos acabam correndo para encerrar a conta antes de a assinatura ser renovada automaticamente. “O consumidor nem sempre sabe claramente como cancelar a avaliação online e, quando o pânico se instala, o volume de chamadas da empresa pode aumentar até 35% no final do período de avaliação", afirma Stacey Greene, chefe de serviços de solução e business intelligence da Harte Hanks.  Embora algumas empresas tenham formulários de cancelamento que podem ser baixados em seu website, é comum exigirem que o cliente insira novamente as informações pessoais e financeiras, envie o formulário preenchido por email e aguarde a resposta da empresa. Mas, com dinheiro em jogo, a maioria dos consumidores não confia nessa abordagem de "enviar email e esperar", afirma Greene, preferindo falar com um agente de carne e osso que possa confirmar o cancelamento. “Em vez de enviar um formulário para algum lugar desconhecido, o consumidor pode interagir diretamente com um bot, fornecer identificação, compartilhar detalhes da conta e receber imediatamente o número de confirmação do cancelamento", diz ela.  2. Converta a linha direta em "linha de bot" As empresas de tecnologia são particularmente sensíveis aos custos do suporte ao cliente por meio de agentes, já que até 60% das chamadas ao suporte técnico são de clientes com dúvidas básicas sobre data de lançamento de software, compatibilidade de dispositivos móveis e atualizações de aplicativos, diz Greene. Embora muitas empresas ainda contem com agentes para auxiliar o cliente usando manuais de instrução passo a passo digitados, Greene aconselha as empresas a treinar um bot para fornecer essas instruções aos clientes. “Um agente de nível dois, altamente treinado, orientando um cliente em um procedimento de instalação padrão é um desperdício", diz ela. “Esses agentes seriam muito mais produtivos resolvendo problemas complexos de software, solucionando falhas de hardware ou lidando com outras solicitações de serviço que exigem suporte humano especializado." 3. Ajude os clientes a recuperar suas próprias senhas Muitas empresas oferecem a opção de redefinição de senha por autosserviço em seus websites, mas problemas de senha continuam muito comuns em call centers de todo o mundo, representando de 15% a 30% do volume total de tíquetes de serviço, de acordo com a Harte Hanks. Em um grande cliente de aplicativo de streaming, a Harte Hanks encontrou um volume excessivo de chamadas de clientes com problema de esquecimento de senha. Ao adicionar inteligência artificial ao sistema interativo de resposta por voz, o sistema permite usar os históricos de login do cliente para prever problemas de senha e oferecer uma opção de redefinição de senha logo no início do sistema de resposta por voz, sem envolver um agente.  A atualização para bots permite que a empresa recupere a senha do cliente em menos de 2 minutos, muito abaixo dos quase 10 minutos quando o cliente é atendido por um agente de call center. Isso também permitiu à empresa redirecionar metade de seus agentes para chamadas mais complexas e fornecer atendimento mais personalizado aos clientes que precisam de atenção especial, afirma Greene. * Sasha Banks-Louie é estrategista de conteúdo na Oracle.

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Sete maneiras de aumentar o impacto da tecnologia nos negócios

Estudo conduzido pela Oracle e pela Escola de Administração WHU-Otto Beisheim, que ouviu gerentes de RH e funcionários de diversas empresas, mostra que funcionários motivados podem aumentar o impacto das novas tecnologias nos negócios. Por Linda Currey Post * Quando os funcionários trazem "atitudes, habilidades e ações" favoráveis à tecnologia, a tecnologia pode ajudá-los a aumentar a eficiência e a produtividade dos negócios em até 64%, segundo um novo estudo realizado pela Oracle e a Escola de Administração WHU-Otto Beisheim , na Alemanha. A produtividade dispara quando funcionários motivados não apenas implementam novas tecnologias (como blockchain, por exemplo), mas também trabalham juntos para desenvolver uma visão clara do seu uso, para obter a adesão dos executivos, para ensinar seus colegas a usá-las e para tomar decisões baseadas em dados, em vez de opiniões, de acordo com o minucioso estudo que entrevistou 850 gerentes de RH e 5.500 funcionários de diversas empresas. Leia mais: 5 livros sobre inovação para inspirar você a começar a transformação digital Os autores do estudo, incluindo os especialistas em gestão do capital humano da Oracle Joachim Skura, Oscar Lausegger e Richard Cheeseman, e o pesquisador WHU Willhelm Frost, analisaram os 2,4 milhões de pontos de dados nas respostas recebidas para criar um modelo de sete etapas para a forma como os funcionários podem aumentar o impacto de novas tecnologias: 1. Abrace a flexibilidade e a mudança. Os entrevistados concordaram que mudanças são desconfortáveis, porém inevitáveis: 38% dos diretores de RH e 30% dos funcionários estão experimentando bravamente novas maneiras de trabalhar e novas estruturas de equipe, de acordo com o estudo. Enquanto isso, 49% dos diretores de RH e 42% dos funcionários dizem que as pessoas em suas empresas estão abraçando novas tecnologias. Ainda assim, apenas 36% dos diretores de RH entrevistados disseram que suas empresas planejam permitir que os funcionários trabalhem remotamente nos próximos três anos, uma abordagem considerada míope pelos autores. "Libere e capacite seu pessoal para que sejam mais felizes, mais produtivos e permaneçam relevantes", aconselham eles.   2. Crie uma "cultura de aprendizado". Mudanças constantes no local de trabalho fazem com que 37% dos funcionários entrevistados tenham preocupações substanciais com relação às suas habilidades e relevância futura. Embora 53% das empresas representadas na pesquisa pretendam dar aos funcionários oportunidades de desenvolvimento individualizadas, apenas 36% dos funcionários disseram acreditar que suas empresas oferecerão esses programas de aprendizado de forma equitativa. 3. Tome decisões com base em dados reais. "A intuição costumava ser tudo o que tínhamos", escreveram os autores do estudo, "mas agora podemos tirar proveito de dados para obter insights convincentes que orientam nossos objetivos e estratégias". Apesar de esses dados já estarem prontamente disponíveis, 41% dos líderes de RH e 36% dos funcionários entrevistados disseram concordar fortemente que é a experiência ou a opinião dos líderes seniores — e não os dados — que orientam as decisões em suas empresas. E a maioria dos entrevistados confirmou que eles não possuem as habilidades para executar análises avançadas de dados. 4. Promova comunicações abertas e colaboração. Existe uma ampla aceitação da ideia de que os "silos" operacionais restringem as comunicações. Apenas 37% dos funcionários e 46% dos líderes de RH que participaram da pesquisa concordaram que os funcionários se comunicam abertamente entre as diferentes equipes. A equipe da pesquisa observou que um compartilhamento mais eficaz de informações "promove a eficiência, resolve desafios e melhora as relações de trabalho". 5. Crie uma visão compartilhada para a transformação digital. Essas iniciativas exigem que as empresas comuniquem uma visão clara e incentivem a adesão dos funcionários em todos os níveis, disseram os entrevistados. No entanto, apenas 32% dos funcionários e 39% dos diretores de RH acham que suas empresas têm uma estratégia abrangente para a transformação digital. Talvez mais revelador ainda seja o fato de que 60% dos funcionários disseram não ter certeza se sua empresa tem uma visão digital.   6. Crie uma cultura empreendedora. Os entrevistados concordaram que suas empresas deveriam obter novos negócios e ajustar os existentes rapidamente, após avaliar os riscos e os benefícios. Mas 69% dos funcionários e 61% dos diretores de RH disseram que suas empresas não são do tipo "empreendedor" que lhes daria esse tipo de liberdade. Os resultados da pesquisa mostram ainda que muitos não acreditam que podem colher os frutos de suas ótimas ideias empreendedoras, por exemplo, recebendo uma promoção. 7. Encoraje o pensamento crítico. Os autores do estudo gostariam de ver as empresas recompensando seus funcionários por fazerem perguntas, por desafiarem o status quo e por tomarem a iniciativa. Mas apenas 34% dos funcionários e 42% dos líderes de RH disseram que eles e seus colegas se sentem à vontade para questionar as premissas com relação à maneira como eles operam. É preciso haver uma forma de expressar pensamentos críticos de modo construtivo, para que a gerência tenha uma "visão real" e não uma "visão agradável", diz Skura, da Oracle, um dos autores do estudo. Claramente, há bastante espaço para melhoria na maioria das empresas. "Sem tecnologia, é pouco provável que alguma organização vá ter sucesso", observaram os autores do estudo. "No entanto, a tecnologia é apenas o começo da história." * Linda Currey Post é estrategista de conteúdo para Oracle.

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Evento da Oracle vai ajudar os profissionais a se preparar para a transformação digital

Evento que discute a importância da transformação digital no mundo e nos negócios acontece no dia 08 de agosto em São Paulo. Por Redação Oracle Durante o mês de agosto, a Oracle percorrerá quatro diferentes cidades da América Latina a fim de convidar o público a pensar a importância da inovação nos negócios e da transformação das empresas para seguirem relevantes e competitivas em um cenário de mudanças cada vez mais velozes. O “Embrace the Transformation – Live the Cloud” acontece primeiro no Brasil, em São Paulo, no dia 7 de agosto, durante todo o dia, no Parque Estaiada. No período da manhã, o evento trará discussões inspiracionais, com temas voltados à inovação e à transformação, com palestrantes convidados da própria Oracle e do mercado. Já durante a tarde, o conteúdo aterrisa e, após a abertura que discute o futuro da tecnologia, o público pode escolher entre diversos temas agrupados em duas trilhas de conteúdo: uma voltada para gestão de negócios e outra voltada para tecnologia.  Para fechar o evento, o público conta com mais um keynote especial, que retoma o tema da transformação relacionada aos desafios enfrentados pelas empresas na era da inteligência. Confira algumas das palestras da Oracle que o Embrace the Transformation – Live the Cloud vai levar para São Paulo: “Transformando a Sociedade”, painel conduzido pelo Presidente da Oracle do Brasil, Rodrigo Galvão; “O Poder da Nuvem: Como Você Pode Transformar seu Negócio”, com Steve Daheb, vice-presidente sênior de Comunicações Corporativas Oracle; “ERP na Nuvem: Estratégias para Inovar na Gestão de Negócios”, com Steve Cox, vice-presidente de Marketing de Produto ERP/EPM; “Oracle Autonomous Database vs. o seu Banco de Dados. Qual a Vantagem para o seu Negócio?”, com Arvin Shahidi, solution specialist “10 Anos de Exadata: Embarque Nessa Jornada até a Nuvem”, com Luiz Furlan, business development manager; “Transformação na Prática: como Nossos Clientes estão Inovando com Oracle Cloud”, com Ricardo Urresti, solution specialist director – Sales. Além dos palestrantes da Oracle, o evento ainda vai contar com grandes nomes do mercado para discutir a transformação digital nos negócios e na vida das pessoas. Acompanhe as redes sociais da Oracle e o site do evento para conferir as próximas palestras. O Embrace the Transformation – Live the Cloud já está com as inscrições abertas e as vagas são limitadas, clique aqui para ir até a página de registro e faça a sua inscrição.

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Inovação

Dispositivos conectados vão prever melhor a intenção de compra dos clientes, diz pesquisa

Estudo conduzido pela Oracle e ESG Research indica que tecnologias emergentes como internet das coisas trarão mais informações sobre costumes dos clientes e afetarão desempenho das marcas. Por Sasha Banks-Louie Quase nove em cada dez profissionais de marketing acreditam que, em cinco anos, as empresas saberão mais sobre os hábitos dos clientes a partir de dispositivos conectados do que de qualquer outra fonte de dados primários. Isso significa que, para prever as intenções de compra das pessoas, os profissionais de marketing dependerão muito mais de como os clientes usam o celular para interagir com o website ou aplicativo móvel da empresa do que das fontes de dados atuais, como compras recentes, histórico de serviços ou dados demográficos do cliente. Essa é apenas uma das descobertas surpreendentes de um recente estudo conjunto feito pela ESG Research e a Oracle, que examina como tecnologias emergentes como internet das coisas, inteligência artificial, assistentes digitais e realidade aumentada afetarão a fidelidade do cliente e o desempenho da marca nos próximos cinco anos. Leia mais: O que é CPQ? Isso vai melhorar a experiência do cliente? Os resultados da pesquisa também mostram que: 86% dos executivos afirmam que, em cinco anos, suas empresas aproveitarão a inteligência artificial (IA) e o machine learning para personalizar cada produto, serviço ou oferta 84% afirmam que as experiências de realidade virtual se tornarão mais importantes do que as experiências físicas em cinco anos 82% afirmam que, se não adicionarem recursos de interação por voz aos seus produtos, perderão participação no mercado para os concorrentes que o fizerem O estudo, chamado O Impacto da Tecnologia Emergente na Excelência da Experiência do Cliente, avaliou 465 profissionais de marketing, vendas, serviços e ecommerce, incluindo 12 entrevistas aprofundadas com executivos de empresas dos EUA, Reino Unido e França com receita mínima anual de US$ 500 milhões, e de empresas do Japão, Coreia do Sul e Brasil com no mínimo US$ 250 milhões de receita anual. Essas estatísticas revelam a rapidez com que os executivos pesquisados estão adotando a tecnologia emergente, além de sugerir que os líderes que não estão ao menos experimentando essas ferramentas hoje podem perder sua influência e clientes para os concorrentes. Atendimento pessoal em tempo real, o tempo todo A tecnologia emergente já está ajudando as empresas a atender à crescente expectativa dos consumidores de atendimento imediato e pessoal, esteja o call center da empresa aberto ou não. De acordo com o estudo da ESG e da Oracle, 51% dos entrevistados que usam chatbots, voz inteligente ou outros assistentes digitais no atendimento ao cliente 24 horas por dia, 7 dias por semana resolvem os casos de atendimento mais rápido, enquanto 37% relatam um aumento no tamanho médio de compra.  Embora a maioria das empresas use chatbots para aumentar as operações de vendas e serviços, a Superboletos planeja usar chatbots para operar toda a sua organização de vendas. Fundada em 2003 pelo Avalanz Group, a Superboletos, uma holding mexicana de software, vende mais de 14 milhões de ingressos por ano através de portais da Web, aplicativos móveis e plataformas de mensagens instantâneas. Usando APIs para conectar o Oracle Digital Assistant ao sistema proprietário de gestão de eventos da Superboletos, os usuários que baixam o aplicativo podem digitar o nome de um atleta, equipe esportiva, apresentador ou artista em uma janela de mensagens instantâneas e, em seguida, navegar por um menu dinâmico para ver um conteúdo mais detalhado, como data, local e ingressos para o evento. O chatbot da Superboletos também fornece um mapa de cada local, para que os possíveis espectadores possam ver os assentos disponíveis e seu preço. Os usuários podem compartilhar as informações de um evento da Superboletos com os amigos, que, por sua vez, podem ver as opções de ingresso e fazer o pedido diretamente pela janela do chat. “Juntamos as informações de eventos da Web, de dispositivos móveis e das redes sociais e disponibilizamos em uma única plataforma", diz o CIO Sergio Adrián Chávez Ortega. Para continuar crescendo 20% ao ano, a Superboletos planeja expandir sua plataforma de ingressos por chatbot para o Peru, Colômbia e EUA neste verão. Como os chatbots e outros assistentes de voz, a IA parece pronta para uma adoção generalizada. A IA promete ajudar as empresas a analisar rapidamente grandes quantidades de dados sobre o comportamento do consumidor, determinar interesses individuais e, em seguida, prever a intenção de compra. Esse potencial explica por que 86% dos entrevistados afirmam que suas organizações vão usar IA para personalizar cada produto, serviço ou oferta comprada pelos clientes, tornando, enfim, a “individualização" em escala uma realidade. A Superboletos também está usando IA dentro do Oracle Digital Assistant para personalizar cada mensagem de marketing, transação de vendas e solicitação do atendimento ao cliente para os milhões de usuários individuais em sua plataforma. Como os algoritmos de machine learning estão constantemente ensinando o bot a saber mais sobre os interesses exclusivos e as preferências pessoais dos usuários, "você pode estar no Facebook Messenger e perguntar aos nossos bots coisas do tipo 'o que está acontecendo em Monterrey neste fim de semana?' ou 'me mostre ingressos para eventos hoje à noite por menos de US$ 200', e ele exibirá listas de eventos relevantes com gráficos clicáveis que correspondem aos seus hábitos e gostos", diz Chávez Ortega. No entanto, talvez as tecnologias que possuem opiniões mais variadas sejam ainda mais interessantes do que essas tecnologias emergentes prontas para adoção inovadora. Muitas empresas estão usando a abordagem "esperar para ver" para a internet das coisas e a realidade virtual, por exemplo, enquanto os precursores estão testando a tecnologia agora. O desafio da Internet das Coisas Apesar de 88% dos entrevistados concordarem que os dispositivos conectados se tornarão a principal fonte de dados usada para prever a próxima compra do consumidor, apenas 48% pretendem usar a IoT para personalizar produtos, serviços ou experiências para os clientes nos próximos cinco anos. A Elgin Sweeper é uma dessas empresas. Em seu primeiro projeto-piloto de IoT, a fabricante norte-americana de varredoras de vias públicas com 104 anos de existência está usando a telemática para monitorar novos protótipos de varredoras. Ao equipar as máquinas com transmissores e conectá-las a um controlador de dispositivo de rede de "barramento CAN", "podemos garantir o funcionamento das nossas unidades, saber onde elas estão e responder imediatamente a qualquer código de erro", diz Jim Holliday, gerente de treinamento e garantia da Elgin. Com regras de negócios personalizadas configuradas no Oracle Service Cloud, a equipe de Holliday recebe alertas em tempo real por email e mensagem, com informações instantâneas se uma unidade está operando fora do limite atribuído (o que pode indicar roubo), ou se a unidade está funcionando a mais de 6 quilômetros por hora, o que pode indicar uma operação ineficiente. "Esses incidentes podem ser uma grande desvantagem para nós", diz Holliday. "Especialmente porque nosso objetivo é manter o custo por hora operacional o mais baixo possível." Aprendizagem mais profunda em escala Embora atualmente apenas 53% dos executivos entrevistados usem realidade aumentada ou virtual na produção ou em projetos-piloto, 83% dos que usam essas tecnologias esperam alcançar um valor comercial significativo em um ano de implantação, e 58% esperam gerar valor em seis meses. A Elgin está desenvolvendo uma prova de conceito de realidade aumentada de forma virtual para treinar técnicos de serviço sobre manutenção e reparo de equipamentos mecânicos complexos. O problema hoje é que muitos módulos de treinamento da Elgin exigem uma máquina em funcionamento para demonstrar procedimentos de reparo específicos. “Cinco ou seis pessoas muito perto de uma máquina em funcionamento é um sério risco para a segurança”, explica Holliday. “Normalmente, só uma ou duas pessoas ficam perto da máquina quando estão fazendo a manutenção dela em campo." No entanto, não é viável treinar um técnico de serviço por vez. E como cada técnico precisa de pelo menos 15 minutos para completar um módulo de treinamento físico, para certificar 15 técnicos pode-se levar no mínimo três dias, apenas para o ajuste de um único componente. Usando óculos montados sobre a cabeça para visualizar um dashboard interativo, os técnicos podem examinar um holograma flutuante de uma correia transportadora danificada e seguir as instruções passo a passo para efetuar o reparo. Cada uma das etapas é virtualmente inserida na varredora, permitindo que o técnico siga os procedimentos através de diagramas 3-D, PDFs, notas de áudio e vídeo. Embora a prova de conceito da empresa entre em operação em julho, a realidade aumentada não substituirá completamente o treinamento prático de manutenção da Elgin. Ao contrário, Holliday espera que a tecnologia ajude em muitos módulos de treinamento básico, "o que nos dará mais tempo para abordar outros assuntos e nos aprofundar na aprendizagem avançada em uma escala muito maior do que agora". * Sasha Banks-Louie é estrategista de conteúdo da Oracle.

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Transformação na TI

Dois motivos pelos quais o Oracle Autonomous Database ficou ainda mais útil

O primeiro banco de dados autônomo do mundo conta com possibilidade de máquinas dedicadas e funcionalidades adicionais para desenvolvedores. Por Jeff Erickson * A Oracle está oferecendo duas novas maneiras de aproveitar o Autonomous Database que aumentam, cada uma do seu jeito, a atratividade para empresas que desejam migrar seus bancos de dados Oracle para a nuvem.  A primeira é o serviço Oracle Autonomous Database Dedicated, que permite que uma empresa execute seus bancos de dados do Oracle Cloud em máquinas físicas dedicadas às suas cargas de trabalho de computação. Essa configuração é importante para empresas que possuem padrões de segurança, confiabilidade e controle particularmente altos. A segunda é uma série de ferramentas para desenvolvedores, agora incorporadas ao Autonomous Database: Oracle Application Express, Oracle SQL Developer Web e Oracle REST Data Services. Como o Oracle Autonomous Database pode ser provisionado e executado em minutos, os desenvolvedores podem aproveitar essas funcionalidades para desenvolver e implantar rapidamente novos aplicativos orientados por dados. Leia mais: Como abandonar a mentalidade defensiva com relação a tecnologias corporativas A Oracle lançou seu Autonomous Database no ano passado, fornecendo um banco de dados que provisiona, ajusta, faz backup, criptografa, atualiza e corrige a si mesmo sem envolvimento humano. Isso significa que os especialistas em banco de dados de uma empresa podem gastar muito menos tempo em tarefas de manutenção e mais tempo ajudando a empresa a extrair valor de seus dados. Alguns dos pioneiros na adoção do Autonomous Database observaram melhorias significativas no desempenho, porque ele é capaz de se autoajustar e otimizar. As empresas podem obter economias de custo porque pagam apenas pelo que usam: os ganhos de desempenho e a natureza elástica da computação em nuvem podem significar menos consumo por parte delas. Aqui estão mais detalhes sobre as funcionalidades Dedicated e Developer: Oracle Autonomous Database Dedicated O serviço em nuvem oferece às empresas um banco de dados de processamento de transações personalizável, executado em uma infraestrutura Exadata dedicada no Oracle Cloud. "É uma ótima opção para quem está em busca de migrar um grande número de bancos de dados para a nuvem", diz Maria Colgan, gerente de produtos master na Oracle. A arquitetura foi criada para fornecer o mais alto grau de isolamento de cargas de trabalho. Uma instância de nuvem de uma empresa pode ser executada sem compartilhar seu hardware com outros usuários da nuvem, e o software de gerenciamento de nuvem da Oracle também pode ser executado em um hardware diferente, isolando-o ainda mais de ameaças de segurança e usuários mal-intencionados. Algumas empresas sentem-se "confortáveis em ficar isoladas em sua própria infraestrutura dedicada", diz Colgan. "Ela só fica visível na rede delas." As empresas obtêm políticas operacionais personalizáveis que lhes proporcionam um alto nível de controle sobre o provisionamento do banco de dados, as atualizações de software e a disponibilidade. "Dentro desse rack dedicado, você pode criar clusters separados, você pode criar bancos de dados com contêineres separados e, por fim, bancos de dados individuais para grupos separados", diz Colgan. "Nesses bancos de dados, você pode ter diferentes disponibilidades", diz ela, "de modo que você pode querer ter recuperação de desastres para os sistemas de produção, mas não para os sistemas de teste". Os clientes também podem controlar a densidade dos bancos de dados por CPU. "No caso dos bancos de dados de teste, você pode querer ter vários bancos de dados no mesmo conjunto de CPUs, mas talvez não queira fazer isso no ambiente de produção", diz Colgan. Os clientes também podem definir o cronograma das atualizações de software para melhor atender seus ciclos de negócios. "Se eu sou, por exemplo, uma diretora de tecnologia ou arquiteta corporativa, isso me proporciona uma nuvem privada dentro da nuvem pública", diz Colgan. "Portanto, se eu estivesse procurando uma plataforma de consolidação ou uma plataforma de banco de dados como serviço, ou se estivesse em busca de repensar a TI para minha empresa, o Oracle Autonomous Database Dedicated seria a opção que eu estaria analisando". Novas funcionalidades para desenvolvedores As três funcionalidades para desenvolvedores mencionadas anteriormente — Oracle Application Express (APEX), Oracle SQL Developer Web e Oracle REST Data Services — atrairão os desenvolvedores por diversos motivos. O APEX, que existe há mais de uma década, é uma ferramenta extremamente popular, pois faz parte do Oracle Database e permite que os desenvolvedores criem rapidamente aplicativos que tiram proveito desses dados. O Oracle SQL Developer Web é uma interface web para trabalhar com o Oracle Autonomous Database que permite que desenvolvedores executem consultas, criem tabelas e gerem diagramas de modelos. O suporte para Oracle REST Data Services nativos significa que os desenvolvedores podem desenvolver e implementar serviços RESTful para o Oracle Autonomous Database a fim de desenvolver interfaces REST modernas para dados relacionais. O objetivo de todas as três funcionalidades é facilitar os primeiros passos com um Autonomous Database "eliminando as complexidades da conexão com o banco de dados", diz Colgan. A Oracle afirma que adicionou mais de 5.000 versões de avaliação do Autonomous Database no último trimestre e um dos maiores incentivos para vendas foi a velocidade de implantação e as vantagens que essa velocidade oferece à produtividade. Segundo Colgan, ter essas funcionalidades adicionais para desenvolvedores combinadas a um Autonomous Database significa que "um desenvolvedor pode simplesmente provisionar um banco de dados autônomo e começar a usá-lo". * Jeff Erickson é estrategista de conteúdo para inovação em banco de dados e inovação orientada por dados na Oracle.

O primeiro banco de dados autônomo do mundo conta com possibilidade de máquinas dedicadas e funcionalidades adicionais para desenvolvedores. Por Jeff Erickson * A Oracle está oferecendo duas novas...

Transformação nos Negócios

O que é CPQ? Isso vai melhorar a experiência do cliente?

A solução, voltada para otimizar as cotações e propostas  das equipes de venda, funciona em conjunto com outras soluções de Customer Experience e de gestão de negócio, como ERP Cloud. Por Erin Ollila * Você está reformulando seus sistemas e procurando soluções para simplificar a execução dos seus negócios. Seu objetivo é facilitar o trabalho dos seus funcionários, encontrar uma maneira de impressionar os clientes e melhorar a experiência deles como um todo. Você sabe que precisa de um sistema de cotação e propostas melhor, mas pensa consigo mesmo: O que é CPQ e Ele é adequado para mim? Pense na última vez que você foi a um supermercado ou saiu para jantar em um restaurante. Você conferiu rapidamente a conta antes de pagar? Quase sempre os consumidores querem ter certeza de que estão pagando o valor correto quando compram produtos ou serviços. Você não gostaria de pagar mais, e certamente não gostaria de sair da loja sem o que comprou. O mesmo ocorre com seus clientes potenciais e atuais. Eles querem que o processo de compra com você seja simplificado e, o mais importante, correto. É importante que eles confiem na estimativa da sua equipe de vendas e saibam que, se ocorrer um erro, ele será corrigido rapidamente e em tempo real. Leia mais: Oracle Marketing Cloud é nomeada líder no Quadrante Mágico de Hubs de Marketing Multicanal do Gartner em 2019 Tudo o que acontece entre um vendedor e um cliente em potencial pode ser analisado, testado e reconfigurado até que o cliente fique entusiasmado com a experiência de venda. Implementar um CPQ, se você ainda não tem um, é uma forma inteligente de começar. Mas o que é CPQ? CPQ é a sigla em inglês para Configure, Price, Quote (Configuração, Preço e Cotação). É uma solução que possibilita que sua equipe de vendas faça cotações e propostas rapidamente, permitindo a precisão dos pedidos. A combinação de produtos ou serviços que um determinado cliente precisa pode ser muito diferente da de outro cliente. Por isso, a equipe de vendas precisa de uma solução como o CPQ, capaz de reunir rapidamente as informações necessárias e finalizar a cotação de maneira pontual e estilizada. O CPQ é executado de forma independente das regras de negócios e dos dados do cliente, como descontos para pacotes e fluxos de trabalho de aprovação e, por isso, a equipe de vendas o usará da consulta até a conclusão do pedido. As soluções de CPQ com recursos de gerenciamento de negócios usam aprendizado de máquina e inteligência artificial não apenas para garantir que os itens tenham preços competitivos, mas também para permitir uma análise de risco e uma "pontuação de preço" associada ao item para não haver perdas – obter a maior margem de lucro e, ao mesmo tempo, alcançar a maior porcentagem de o cliente aceitar a cotação. Os benefícios de uma ferramenta de CPQ para empresas são vastos e incluem a automação de processos, a redução significativa de erros até mesmo nas vendas mais complexas, o fechamento de negócios com mais rapidez, o aumento das margens de lucro e a melhoria da experiência do cliente (CX). Como uma ferramenta de CPQ se adapta às suas outras ferramentas? Agora que você já sabe o que é CPQ, pode estar se perguntando como ele vai funcionar com as outras ferramentas que você já usa para simplificar seus negócios. O CPQ não é uma ilha e, da mesma forma, não deve ser mal interpretado como uma solução de uma única camada. Com frequência você verá o CPQ funcionando em conjunto com ferramentas de gerenciamento de relacionamento com o cliente (CRM) e planejamento de recursos empresariais (ERP) ou de gerenciamento de pedidos. Pense nele como um intermediário que conecta a jornada dos clientes nos bastidores em toda a sua organização. Começando com o CRM, sua equipe de vendas pode levar os clientes do processo de descoberta a uma venda real, ao mesmo tempo em que salva as informações sobre o lead a ser usado em vendas futuras ou incentivo adicional. Em relação ao ERP, Andy Pieroux, fundador e diretor-executivo da Walpole Partnership, afirma que “Uma das principais funções de um sistema de CPQ é fornecer informações para um sistema 'downstream' que executará o pedido, seja ele a entrega de mercadorias, o provisionamento de um serviço ou qualquer outro produto em contrapartida ao pedido do cliente.” O uso do CPQ vai melhorar a CX? Sim! Você se lembra daquele exemplo do restaurante ou do supermercado? Elas não são experiências perfeitas para você? Como consumidor, você não vê os pedidos de alimentos sendo feitos com os fornecedores, os ajustes de preço nos sistemas de ponto de venda (PDV) e tudo que envolve a administração de supermercados e restaurantes. CPQ é uma ferramenta que apresenta as ofertas da sua empresa de maneira rápida, simplificada, eficiente e bem projetada. A experiência do cliente é melhorada ao proporcionar o mínimo de erros e o máximo de oportunidades. Isso permite que a equipe de vendas se concentre nas necessidades dos clientes sem se preocupar com os detalhes, porque sabe que a solução de CPQ está bem configurada e disponível para fornecer suporte. É hora de parar de pensar em "O que é CPQ?" e começar a configurar um sistema que funcione na sua organização. * Erin Ollila é uma das autoras do SmarterCX, da Oracle.

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Inovação

5 livros sobre inovação para inspirar você a começar a transformação digital

As oportunidades oferecidas pela tecnologia são inúmeras, mas é preciso saber aproveitá-las. Confira uma lista com algumas leituras para te inspirar a seguir transformando o mundo. Por Redação Oracle Como satisfazer as necessidades do cliente, com agilidade e precisão, e manter seu negócio relevante em um mercado cada vez mais desafiador? A resposta está na transformação digital. É preciso mudar postura e valores, bem como reavaliar processos, para atingir objetivos e inovar. Leia mais: Como abandonar a mentalidade defensiva com relação a tecnologias corporativas A tecnologia pode ajudar nessa missão, automatizando tarefas e oferecendo oportunidades e informações de qualidade. Para inspirar você na busca pela transformação digital, selecionamos alguns livros. Boa leitura!   Inovação e traição — Um ensaio sobre fidelidade e tecnologia Mudar ou não? A pergunta contém infinitas ambiguidades estratégicas. É necessária muita inteligência para distinguir os momentos e os modelos de mudança. Nessa obra, Clóvis de Barros Filho e Adriano da Rocha Lima desafiam o leitor em uma análise do que existe de bom e de perigoso no processo de renovar ou inventar. Você será instigado a pensar de forma crítica e a colocar sua razão à prova. Inovação e traição — Um ensaio sobre fidelidade e tecnologia apresenta caminhos para que o leitor alinhe inovação com fidelidade, na busca de integridade. Título: Inovação e traição: um ensaio sobre fidelidade e tecnologia Autores: Clóvis de Barros Filho e Adriano da Rocha Lima Editora: Vozes Nobilis   De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício Para Peter Thiel, autor deste livro, cofundador do PayPal e investidor em diversas startups, um empreendedor que copia pessoas de sucesso não está aprendendo de verdade com os exemplos delas. De zero a um apresenta o paradoxo de ensinar empreendedorismo, pois uma fórmula pronta para dar certo pode não existir. Peter Thiel traz uma visão otimista do futuro do progresso e uma forma original de pensar sobre inovação. Com a ajuda desse livro, você poderá aprender a fazer perguntas que o levem a encontrar valor em lugares inesperados. Título: De zero a um: O que aprender sobre empreendedorismo com o Vale do Silício Autores: Blake Masters e Peter Thiel Editora: Objetiva   Transformação Digital: Repensando o seu negócio para a era digital Como adaptar seu negócio à era digital? Essa é a pergunta que tira o sono de muitos CEOs, dirigentes e gestores de empresas diante da quantidade e profundidade das mudanças no ambiente de negócios nos últimos anos. Especialmente para companhias estabelecidas antes da virada do milênio, esse cenário tem se mostrado bastante desafiador. Transformação Digital: Repensando o seu negócio para a era digital apresenta-se como um caminho para ajudar empresas de todos os portes e segmentos a refletirem sobre esse universo e a encontrarem alternativas estratégicas para se ajustarem aos novos tempos. David L. Rogers propõe uma análise do que denomina “os cinco domínios da Transformação Digital: clientes, competição, dados, inovação e valor”. Com essa estrutura, o autor organiza o raciocínio em torno do tema e pavimenta o acesso à sua implementação. Título: Transformação Digital: Repensando o seu negócio para a era digital Autor: David L. Rogers Editora: Autêntica Business   Organizações Exponenciais — por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que a sua (e o que fazer a respeito) Para os autores dessa obra, seu concorrente não é mais uma empresa multinacional clássica, mas sim alguém em uma garagem no Vale do Silício ou em Bandra, na Índia, que esteja usando as mais recentes ferramentas online para projetar e imprimir, a partir da nuvem, sua última criação. As empresas estão cada vez mais rápidas e contam com pessoas cada vez mais capazes de se reinventar. Diante desse cenário, como é possível construir um negócio que seja tão ágil? Os autores Salim Ismail, Yuri Van Gees e Michael S. Malone explicam o conceito de organização exponencial e mostram como implementá-lo no seu negócio. Título: Organizações Exponenciais — por que elas são 10 vezes melhores, mais rápidas e mais baratas que a sua (e o que fazer a respeito) Autores: Salim Ismail, Yuri Van Gees e Michael S. Malone Editora: Editora Alta Books   Princípios Inovar é importante, mas estabelecer regras e processos pode ajudar você e seu negócio na jornada rumo ao crescimento. Nesse livro, Ray Dalio, que é conhecido como o “Steve Jobs dos investimentos” e é fundador da Bridgewater Associates (quinta empresa privada mais importante dos Estados Unidos), compartilha suas técnicas e seus princípios de vida e trabalho. Segundo o autor, vida, gestão, economia e investimentos podem ser sistematizados em regras, para auxiliar qualquer pessoa ou empresa a alcançar seus objetivos. Ao longo do livro, Dalio oferece uma abordagem clara e direta para a tomada de decisões. Ele também compartilha ensinamentos de como formar equipes sólidas e eficientes. Título: Princípios Autor: Ray Dalio Editora: Intrínseca  

As oportunidades oferecidas pela tecnologia são inúmeras, mas é preciso saber aproveitá-las. Confira uma lista com algumas leituras para te inspirar a seguir transformando o mundo. Por Redação Oracle Com...

Transformação nos Negócios

Oracle Marketing Cloud é nomeada líder no Quadrante Mágico de Hubs de Marketing Multicanal do Gartner em 2019

O relatório avaliou 21 fornecedores quanto a suas soluções para gerenciar as comunicações e ofertas em diversos canais. Por Shawn Myers * A Oracle está orgulhosa por ter sido mais uma vez reconhecida como Líder no Quadrante Mágico de Hubs de Marketing Multicanal (HMM) do Gartner. Essa categoria envolve capacidades que vão desde segmentação, criação de mensagens e gerenciamento de fluxo de trabalho de campanhas, até análises avançadas, personalização e integrações em diversos canais digitais. Nesse relatório, o Gartner avaliou 21 fornecedores quanto a suas soluções para orquestrar as comunicações e as ofertas de uma empresa a segmentos de clientes em diversos canais, incluindo sites da web, celulares, redes sociais, mala direta, call centers, mídia paga e e-mails, e a Oracle foi reconhecida como Líder nesse cenário altamente competitivo. A relevância dos dados e a forma como são gerenciados, integrados, enriquecidos e ativados está mais importante do que nunca. Os dados conectados são um dos pilares das soluções da Oracle e onde sentimos que o mercado continuará a diferenciar entre as várias opções e abordagens de gerenciamento e uso de dados sobre consumidores. É somente por meio da unificação e da conexão de dados, e da posterior habilitação e ativação desses dados com inteligência, que os profissionais de marketing são capazes de desenvolver as melhores experiências conectadas de consumo em todos os pontos de contato, o que lhes permite vencer a luta pela conquista e retenção de clientes.    Leia mais: 5 perguntas frequentes sobre as soluções de CX da Oracle O Gartner reconheceu também que a personalização é uma chave para o sucesso no marketing multicanal. Em resposta, os fornecedores de hub de marketing multicanal estão facilitando perfis unificados de clientes, fortalecendo o aprendizado de máquina e fornecendo insights para promover interações relevantes em tempo real. A Oracle fez investimentos significativos na conexão de dados de clientes em toda a experiência do cliente, e também na forma como as tecnologias de segmentação, como inteligência artificial e aprendizado de máquina, podem criar inteligência conectada a partir desses dados. Essas bases de dados e inteligência continuam a diferenciar a Oracle no mercado e terão uma expansão crescente à medida que o mercado pressionar por experiências de cliente melhores e mais personalizadas.  A Oracle continua acreditando que os profissionais de marketing B2B e B2C são singulares e diferentes em suas necessidades. O Gartner reconheceu a excelência das soluções Oracle nessas duas áreas e nos atribuiu notas altas por nossos pontos fortes em segmentação e execução. Com soluções para B2B e B2C de primeira linha, a Oracle continua se destacando em sua capacidade de superar as necessidades exclusivas de cada profissional de marketing.  Parceria com os clientes é o que nos faz bem-sucedidos A Oracle tem em sua base de clientes algumas das maiores e mais sofisticadas organizações de marketing do mundo. Ajudar essas empresas a oferecer as melhores experiências para os clientes é o que impulsiona nossa inovação e especialização. Se você é um profissional de marketing B2B ou B2C em busca de um parceiro para ajudá-lo a levar a experiência de seus clientes ao próximo nível, por favor, diga-nos como podemos ajudar. * Shawn Myers é diretor de marketing de produtos para Oracle Marketing Cloud.        Baixe o relatório gratuito agora. Gartner [Quadrante Mágico de Hubs de Marketing Multicanal] [ Noah Elkin, Adam Sarner, Benjamin Bloom, Joseph Enever, Colin Reid], [18 de abril de 2019].  O Gartner não endossa nenhum fornecedor, produto ou serviço descrito em suas publicações de pesquisa e não aconselha os usuários de tecnologia a selecionar apenas os fornecedores com as classificações mais altas ou outras designações. As pesquisas publicadas pelo Gartner consistem em opiniões da organização e não devem ser considerados como afirmações de fato. O Gartner não oferece nenhuma garantia, expressa ou implícita, com respeito a essa pesquisa, inclusive garantias de comercialização ou adequação a um propósito específico.  

O relatório avaliou 21 fornecedores quanto a suas soluções para gerenciar as comunicações e ofertas em diversos canais. Por Shawn Myers * A Oracle está orgulhosa por ter sido mais uma vez...

Transformação na TI

Conheça alguns dos novos recursos favoritos do Oracle Database 19c

O Oracle Database 19c foi lançado com novos recursos que tornam o banco de dados da Oracle ainda mais útil para a administração diária de uma empresa de negócios digitais. Por Jeff Erickson * Lançado no Oracle Live SQL em janeiro de 2019, o Oracle Database 19c apresenta estabilidade de longo prazo e grandes inovações. Ele traz novidades para desenvolvedores, administradores de bancos de dados, analistas de dados e especialistas em segurança. A Oracle Magazine pediu que Dominic Giles, gerente geral de produtos do banco de dados da Oracle, falasse sobre alguns dos principais recursos do Oracle Database 19c. Indexação automática O recurso de indexação automática usa algoritmos de aprendizado de máquina para criar e ajustar constantemente os índices e aprimorar o desempenho e a economia de custo. "Pela primeira vez, um banco de dados consegue determinar sozinho o melhor conjunto de índices para seu conjunto de dados", disse Giles. Isso significa que "você pode iniciar o banco de dados sem nenhum ou com pouquíssimos índices, e depois de um curto período, o banco de dados verificará a maneira como os dados são consultados e criará índices para fornecer planos de acesso eficazes para este conjunto de dados". Leia mais: Como Sobreviver em um Mundo com Persistência Poliglota? O recurso também funciona bem com um banco de dados existente, no qual a indexação automática pode ajudar a ajustar a coleção de índices no banco de dados. O banco de dados pode implementar os índices e validá-los continuamente. Ele também pode remover índices desnecessários, de acordo com Giles. Isso é importante, pois com o tempo, os índices se acumulam, "geralmente para relatórios ou trabalhos em lotes, que não são mais necessários", disse. Isso pode sair caro, pois esses índices podem aumentar os recursos computacionais e de entrada e saída necessários para o banco de dados, acrescentou Giles, que afirma que aplicações comerciais grandes executadas no banco de dados da Oracle podem gerar milhares de índices durante os anos de uso. Redirecionamento de DML com Active Data Guard Este novo recurso do Oracle Database 19c ajuda a obter mais valor de um banco de dados em espera, que é uma cópia espelhada de um banco de dados de produção voltado para recuperação de desastres. "Essa infraestrutura é cara para os clientes de nossa empresa", disse ele. "E fica lá, consumindo espaço e eletricidade." No Oracle Database 11g, a Oracle lançou o Oracle Active Data Guard para ajudar os clientes a aproveitar melhor o banco de dados em espera, executando relatórios e backups. “Estabilidade é o objetivo essencial do Oracle Database 19c. Este é um lançamento com suporte de longo prazo." —Dominic Giles, Gerente geral de produtos, Oracle No Oracle Database 19c, a Oracle incluiu um importante item neste recurso, chamado Redirecionamento de DML com Active Data Guard, que possibilita que façamos transações relacionadas ao banco de dados em espera. Um motivo para isso, de acordo com Giles, é que "muitos dos aplicativos de relatórios não relatavam, sinalizavam ou recuperavam informações do banco de dados. Além disso, eles gravavam transações leves. Com o Redirecionamento de DML com Active Data Guard, essas transações são redirecionadas de volta imediatamente e de forma transparente para o banco de dados primário e, após confirmadas no primário, são disponibilizadas no banco de dados em espera. Da perspectiva do usuário, é como se ele estivesse gravando em um banco de dados padrão da Oracle." Dominic disse que o Redirecionamento de DML com Active Data Guard funciona bem com o backup sendo executado tanto no local quanto na nuvem, ou se os bancos de dados primário e em espera estiverem sendo executados na nuvem. "Com isso os clientes terão mais flexibilidade para usar ativos adicionais de maneira mais criativa", acrescenta Giles. Tabelas particionadas híbridas A Oracle sabe que seus clientes são sobrecarregados com enormes volumes de dados e regulamentações que exigem que eles guardem esses dados por anos, disse Giles. As tabelas particionadas híbridas do Oracle Database 19c ajudarão a lidar com isso. Com as tabelas particionadas híbridas os administradores de banco de dados podem gerenciar uma tabela entre duas partições dentro do banco de dados, e participações mantidas em repositórios de dados de baixo custo, somente para leitura, fora do banco de dados. "Assim é possível usar os principais recursos de análise do banco de dados da Oracle, mesmo ao colocar os dados em repositórios de baixo custo, somente para leitura", disse Giles. Esses repositórios de dados podem estar no local ou na nuvem. "O bom deste modelo é que uma tabela executada no local do cliente pode ser facilmente enviada para a nuvem", acrescenta. E os dados somente para leitura do banco de dados da Oracle não precisam de backups regulares, mas ainda podem ser acessados a partir do banco de dados da Oracle. "É uma solução muito vantajosa para o gerenciamento do ciclo de vida dos dados, e os clientes com quem falei estão muito animados com esta tecnologia", disse Giles. Suporte para JSON O suporte pra JSON no banco de dados da Oracle começou no Oracle Database 12c, com armazenamento de dados JSON nativos e acesso SQL, e continuou na versão 18c, com análise de alto desempenho nos documentos JSON, como se os dados JSON tivessem sido integrados pelas linhas e colunas da tabela do banco de dados, disse Giles. "É um meio muito rápido de analisar documentos JSON", ele complementa. No Oracle Database 19c, a Oracle aprimorou o suporte para JSON, facilitando ainda mais a vida dos desenvolvedores tradicionais. “Nós aprimoramos e simplificamos a sintaxe das nossas funções de JSON e implantamos a funcionalidade de atualização parcial de JSON." —Dominic Giles, Gerente geral de produtos, Oracle "Nós aprimoramos e simplificamos a sintaxe das nossas funções de JSON e implantamos a funcionalidade de atualização parcial de JSON, para que seja possível atualizar apenas um atributo de documentos JSON grandes, em vez de atualizá-los completamente", disse Giles. Além disso, o Oracle Database 19c inclui novos APIs de Acesso Simples ao Documento da Oracle (SODA) para Java, Python, C e Node.js. "É possível trabalhar com uma vasta gama de APIs NoSQL leves, que obtém linhas a partir de documentos JSON no banco de dados", acrescentou Giles. Consultas em quarentena O desempenho geral de um data mart ou de um data warehouse pode ser prejudicado quando um usuário faz uma consulta que consome muitos recursos computacionais e de entrada/saída, explica Giles. O Oracle Database 19c "pode colocar essas consultas automaticamente em quarentena e garantir que não sejam executadas novamente". Isso resulta em um desempenho consistente para todos os usuários do banco de dados, disse. Estabilidade e disponibilidade Novos recursos são importantes em cada lançamento de banco de dados da Oracle. A estabilidade para aplicativos e instalações de banco de dados no local também é importante, e o Oracle Database 19c também inclui essa função. "Estabilidade é o objetivo essencial do Oracle Database 19c. Este é um lançamento com suporte de longo prazo", disse Giles. "Nossos clientes com soluções no local passam por ciclos de atualização demorados, e a versão 19c do Oracle Database foi muito aguardada pelos nossos clientes, que farão a atualização do Oracle Database 11g ou 12c. Para saber mais sobre os recursos descritos aqui e outros novos recursos do Oracle Database 19c, consulte a lista completa de novos recursos na documentação de banco de dados da Oracle. Para saber mais sobre outros recursos comentados por Dominic Giles, consulte seu Post sobre os recursos do Oracle Database 19c. * Jeffrey Erickson é estrategista de conteúdo para banco de dados e inovação na Oracle.

O Oracle Database 19c foi lançado com novos recursos que tornam o banco de dados da Oracle ainda mais útil para a administração diária de uma empresa de negócios digitais. Por Jeff Erickson * Lançado no...

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5 passos para um ERP em nuvem moderno

Migrar a solução local de ERP para a nuvem pode ser um processo tranquilo, confira as dicas para modernizar suas finanças sem dor de cabeça. Por Christiane Soto * Modernizar um sistema de ERP pode parecer um processo avassalador e que consome tudo – mas não precisa ser. Com um pouco de planejamento (e a lista de verificação certa), você pode dividir o processo em uma série de etapas gerenciáveis (digamos, cinco) para ajudá-lo a escolher com sucesso a solução de software de ERP certa para hoje e amanhã. Monte a equipe de seleção Compreenda o escopo das suas necessidades de TI e de negócios Monte o caso de negócios Prove o valor do investimento Escolha o parceiro certo Leia mais: Implementação intensa ou em fases: qual é a melhor estratégia para instalar aplicativos em nuvem? 1. Monte a equipe de seleção O primeiro passo em qualquer modernização bem-sucedida do ERP é reunir a tropa — a tropa certa. Sua equipe de seleção deve ter representantes da equipe executiva, dos líderes das linhas de negócios (LOB) afetadas, dos especialistas em processos, dos usuários finais etc. A solução de ERP em nuvem escolhida terá que assinalar muitas caixas diferentes para muitas pessoas diferentes. Portanto, a melhor maneira de garantir que as necessidades de todos sejam atendidas é envolver todas as pessoas certas no processo de tomada de decisão desde o início. 2. Compreenda o escopo das suas necessidades de TI e de negócios Depois de reunir a equipe de seleção, a primeira tarefa deve ser definir o escopo do projeto. Isso requer (muitas) informações de toda a equipe. Concentre-se em criar uma lista abrangente de requisitos do sistema e de áreas potenciais para simplificar/eliminar/automatizar processos de negócios. Esta não é uma etapa para se apressar.  Leve o tempo que precisar e desenvolva as suas perguntas com cuidado. 3. Monte o caso de negócios Com a sua equipe de seleção formada e as suas necessidades de TI e de negócios delineadas, você está pronto para começar a construir o seu caso de negócios. Um caso de negócios atraente e convincente é fundamental. Um bom caso de negócios descreve as razões para adquirir uma nova solução de ERP moderna, juntamente com questões substanciais e quantificáveis que precisam ser resolvidas. Concentre-se nos benefícios que a nova solução proporcionará a toda a empresa, e não apenas ao departamento financeiro. Soluções modernas e transformadoras devem beneficiar todos os funcionários (direta ou indiretamente), e o caso que você defender para a migração precisa refletir isso tanto quanto possível. Por isso, reúna as necessidades de TI e de negócios que identificou e ligue-as a questões de negócios que a equipe executiva pretende abordar. 4. Prove o valor do investimento (TCO vs. ROI) Há mais um passo para conquistar o apoio e a adesão de executivos seniores, e é um passo enorme. Você terá que demonstrar que considerou exatamente como a migração do seu sistema de ERP para a nuvem afetará positivamente os resultados da empresa. Duas medições precisarão ser levadas em conta. Custo Total de Propriedade (TCO) O TCO fornece uma medida realista e holística dos custos de longo prazo necessários para adquirir e operar soluções de tecnologia. Essa métrica geralmente é a principal consideração ao avaliar possíveis opções de aplicativos de negócios, especialmente quando essas opções têm as mesmas metas e os mesmos processos para alcançar aquelas metas. Pesquisas concluíram que o TCO cumulativo de uma solução de ERP em nuvem foi (em média) 45 por cento menor que o de uma solução de ERP no local para pequenas e médias empresas (PMEs) ao longo de uma vida útil de quatro anos. Isso não significa que o seu processo de seleção e implementação de ERP irá gerar essas mesmas economias de custos, mas mostra que os números são grandes o suficiente para chamar a atenção de alguém. ROI (Retorno sobre o Investimento) O ROI é outro método comumente usado para avaliar e priorizar investimentos em tecnologia. Normalmente é usado para comparar investimentos que revelam novas oportunidades da receita principal e de crescimento. O ROI e os benefícios de longo prazo de uma solução de ERP em nuvem também podem ser extensos. Antes que a equipe executiva aprove uma grande despesa, ela quer saber se o dinheiro permitirá melhorias/iniciativas/inovação que valem mais do que o investimento. Caso contrário, seria melhor colocar o dinheiro em outra parte ou simplesmente não gastá-lo. 5. Escolha o parceiro certo Depois de garantir o seu financiamento e a adesão executiva, a verdadeira tomada de decisão começa. Você precisará restringir as escolhas aos fornecedores que podem atender aos requisitos. Crie uma lista restrita de ofertas potenciais que atendam à maioria das suas condições gerais acordadas. Então, com essas opções definidas, você pode começar a examinar um pouco mais a fundo para descobrir o que realmente diferencia cada fornecedor/solução dos outros. * Christiane Soto é gerente de Marketing na Oracle.

Migrar a solução local de ERP para a nuvem pode ser um processo tranquilo, confira as dicas para modernizar suas finanças sem dor de cabeça. Por Christiane Soto * Modernizar um sistema de ERP pode...

Transformação na TI

O blockchain vai fazer parte do futuro da IoT?

O blockchain pode ajudar as empresas na implantação das tecnologias de internet das coisas e inteligência artificial em larga escala. Por Redação Oracle A internet das coisas (IoT) está pronta para revolucionar todos os setores. De fato, na pesquisa Vodafone IoT Barometer 2019, 76% dos entrevistados que adotaram as tecnologias IoT afirmam que seus projetos são críticos. O problema? Os sistemas tradicionais de TI não são bem equipados para lidar com o enorme fluxo de dados que uma implantação completa de IoT representa. O volume, a velocidade e a variedade dos dados produzidos pelas redes IoT ameaçam sobrecarregar os sistemas corporativos ou limitar gravemente a capacidade de acionar decisões oportunas diante de dados confiáveis. Conversamos com Beverly Macy, que leciona na Anderson School of Management, UCLA, nos Estados Unidos, e é consultora estratégica do L.A. Blockchain Lab, sobre como a tecnologia blockchain poderia superar esses impedimentos para uma implantação de IoT em larga escala. Aqui está o que ela nos disse. Indo além do lugar-comum Macy é otimista sobre a adoção corporativa da tecnologia blockchain para além das criptomoedas, e aponta que pesquisas em vários setores resultam em provas de conceito e programas piloto.  “O setor de criptomoedas do blockchain trouxe muito entusiasmo ao mercado nos últimos dois anos, mas é agora que o trabalho real vai começar”, diz ela. “Acho que é isso que estamos vendo com a convergência do blockchain para a IoT e também para a IA. O que está surgindo é que o blockchain pode (eu digo 'pode', porque esse conceito de convergência ainda é muito recente) ser algo que fará parte integrante da evolução da IA e da IoT." Leia mais: Como a rede 5G pode liberar todo o potencial da IoT Duas tecnologias descentralizadas: melhor juntas? O modelo atual de implantação de IoT é centralizado, geralmente por meio da nuvem, mas essa estrutura de hub e spoke exige uma grande largura de banda para implementação, em que cada ponto de transferência pode ser um risco potencial à segurança e à integridade dos dados. Por outro lado, o sistema compartilhado de blockchain de registro,com segurança baseada em hash e autenticação de procedência poderia potencialmente limitar o acesso ilícito e reduzir a largura de banda necessária. Ao mesmo tempo, a capacidade de incorporar termos de negócios facilita a automação de transações entre nós de IoT e entre parceiros de IoT. Isso também poderia reduzir o atraso na transmissão, especialmente se as transações em questão não exigissem o poder computacional da nuvem para serem processadas. "Talvez existam tipos interessantes de aplicações nas quais ainda não pensamos", diz Macy. “A transição do centralizado para o descentralizado é um tipo de barreira cultural a ser superada. Sob vários aspectos, é uma reviravolta completa. A empresa acha que está perdendo o controle dos dados porque eles não estão no seu próprio data center ou na sua própria nuvem privada? Queremos descentralizar tudo ou apenas algumas coisas? Quem vai ter acesso a esses dados descentralizados? Quem vai ser o dono dos dados?" Esperamos que as soluções para esses questionamentos estimulem outras inovações nessa área. Entre na inteligência artificial A inteligência artificial (IA) e o aprendizado de máquina podem ajudar as organizações a lidar com essas questões e, ao mesmo tempo, oferecer outras formas de integrar a IoT e a tecnologia blockchain. "O verdadeiro desafio da IoT é descobrir, a partir desse enorme volume de dados, quais são os dados que você realmente precisa”, afirma Macy. "Parece que a IA pode desempenhar um papel nesse caso.” Usando a inteligência artificial, explica ela, os ecossistemas de IoT/blockchain poderiam filtrar a torrente de dados para determinar quais informações são críticas para a análise e a tomada de decisões de negócios, onde devem ser armazenadas e até mesmo quais devem ser coletadas. “Potencialmente, a IA poderia tornar o blockchain mais funcional e muito mais inteligente. Em caso positivo, isso seria muito útil, especialmente com os terabytes de dados que não param de crescer.” Caso de uso: monitoramento da cadeia de suprimentos Um dos casos recentes mais promissores de uso de IoT e blockchain é a cadeia de suprimentos, afirma Macy, apontando para iniciativas como segurança alimentar e remessas internacionais. "São iniciativas que estão amadurecendo enquanto conversamos", acrescenta ela. No ramo da manufatura, Macy tem observado o interesse das indústrias aeroespacial e automotiva em automatizar a entrega de peças no momento certo para reduzir os níveis de estoque das linhas de montagem automatizadas. "Eles estão começando a ter conversas com os participantes da cadeia de suprimentos sobre onde colocar sensores, bem como em aplicar sensores nas cargas para rastrear o transporte." Resta saber, observa Macy, se o blockchain vai se tornar um instrumento nessas implantações de IoT, mas a tecnologia se mostra muito promissora. A partir da aparente afinidade entre o blockchain e a IoT — particularmente a distribuição descentralizada de cada tecnologia — é fácil imaginar um futuro no qual o blockchain pudesse tornar a implantação de IoT mais rápida, simples e segura. Mas ainda é cedo. Macy recomenda que as empresas que estejam levando em consideração a IoT e o blockchain façam questionamentos concretos se essas tecnologias, em conjunto, irão agregar valor ou não. Enquanto isso, ela acredita que uma postura fundamentada de esperar para ver é apropriada para as organizações que não se sentem totalmente à vontade com as tecnologias mais avançadas. No entanto, o potencial ainda está presente para empresas com pensamento inovador que planejam novas formas de unir essas tecnologias emergentes.  A pergunta é: será que a sua empresa será uma delas?

O blockchain pode ajudar as empresas na implantação das tecnologias de internet das coisas e inteligência artificial em larga escala. Por Redação Oracle A internet das coisas (IoT) está pronta para...

Pessoas

O poder das escolhas conscientes

Os vieses inconscientes afetam tanto a vida pessoal quanto a profissional, influenciando desde o comportamento até as escolhas dos gestores para formar equipes. Por Marcelo Pivovar * Quanto tempo você acha que seu cérebro leva para julgar se pode ou não confiar em alguém? Você pode até pensar que não é certo julgar um livro pela capa, mas esse tipo de julgamento acontece o tempo todo e, na maioria das vezes, é feito de forma inconsciente. Mas voltando à pergunta inicial, nosso cérebro decide se a pessoa é confiável (ou atraente) em uma fração de segundo, mais especificamente ¼ de segundo. Segundo estudos da Universidade de Princeton, a resposta do cérebro é tão rápida que a razão não tem influência sobre ela. É isso mesmo, pessoal, ¼ de segundo, e sinto lhes dizer que, de certa forma, somos todos preconceituosos ou tendenciosos e temos vários vieses inconscientes, a favor ou contra algo ou alguém. Como nosso cérebro precisa lidar com muitas coisas ao mesmo tempo (são milhares de informações por segundo) ele cria uma espécie de “atalho” para os padrões que ele considera mais importantes, para que então possa reconhecê-los rapidamente; é o que chamamos de piloto automático. Leia mais: O que empresas e colaboradoras podem fazer para transformar a maternidade em aliada? O problema é que esses atalhos são naturalmente tendenciosos, já que são adquiridos com base em nossas experiências, cultura, educação, ambiente e aprendizados, formando o sistema de crenças que define nossos comportamentos; e isso chamamos de Vieses Inconscientes ou Vieses Cognitivos. Os vieses são rótulos que damos a pessoas e a coisas a partir de uma série de acontecimentos em nossas vidas. Eles nascem de uma mescla de processos culturais e cognitivos, o que quer dizer que tendemos a enxergar o mundo de acordo com nossas referências e as experiências que tivemos. Enfim, mas o que esse tal de viés inconsciente tem a ver comigo ou com a empresa onde trabalho? Em nossa vida pessoal, e não poderia ser diferente no mundo corporativo, temos a tendência e a preferência de nos aproximarmos de pessoas que sejam mais parecidas conosco, e com elas criarmos uma conexão mais rápida. O problema é que o contrário é também verdadeiro: temos uma forte tendência a nos afastar de pessoas que são diferentes ou com as quais criamos um “preconceito automático” e inconsciente. Ou seja, os vieses inconscientes dos líderes refletem nas formações dos times de trabalho e inclusive nas contratações realizadas, resultando em equipes compostas por pessoas com perfis similares. É por isso que nós, líderes, devemos buscar maior consciência e aprendermos a lidar com nossos vieses inconscientes, porque se deixarmos que o “piloto automático” naturalmente influencie e defina nossos pensamentos e comportamentos, existe uma grande probabilidade de sermos injustos e tendenciosos, principalmente em relação às pessoas.  O segredo então é começar a separar algum tempo para observar e analisar nossos pensamentos, algo que normalmente não fazemos no dia-a-dia (eu, particularmente, medito diariamente por pelo menos 30 minutos). Comece a observar determinados pensamentos/comportamentos, como por exemplo: Por que eu não gosto de ser contrariado em minhas opiniões? Por que eu tenho pouca paciência com essa pessoa? Por que eu geralmente resisto a novas ideias e mudanças? Por que eu me sinto inseguro quando estou perto dessa pessoa? Enfim, observar esses tipos de pensamentos/comportamentos (vieses inconscientes) e questioná-los faz com que aos poucos se tornem conscientes e, com o tempo, novos “atalhos” se formem, menos tendenciosos e preconceituosos. E à medida que esses novos atalhos são utilizados, eles começam a se tornar um novo comportamento padrão para o cérebro – mas para isso é necessário o esforço consciente de exercitar este novo hábito. Essa é a chamada Neuroplasticidade. E como dizia um dos grandes mentores que tive “Você não pode impedir que um pássaro pouse na sua cabeça, mas pode evitar que ele faça um ninho”. Resumindo, é impossível evitar o viés inconsciente, mas é possível reconhecê-lo e decidir como lidar com este pensamento. E você, quais são seus vieses inconscientes? Quais são as mentirinhas que você anda contando para você mesmo?  * Marcelo Pivovar é gerente sênior de arquitetura na Oracle.

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Transformação na TI

Oracle tem mais de 20 palestras no TDC São Paulo

Evento voltado a desenvolvedores acontece de 16 a 20 de julho na Universidade Anhembi Morumbi. Por Redação Oracle Após a edição de Florianópolis, que aconteceu em abril, a Oracle também participa do TDC São Paulo. O The Developers Conference é um dos maiores eventos voltados para desenvolvedores de softwares no Brasil. Nesta edição, a Oracle conta com 27 palestras distribuídas em diferentes trilhas, como Cloud Computing, Internet das Coisas, Java, Arquitetura de Dados e Inovação – veja a programação abaixo. Leia mais: Oracle Groundbreakers Tour passa por 12 cidades na América Latina As trilhas são divisões de conteúdo e são organizadas por áreas específicas, que vão desde conteúdos mais técnicos, como Java e computação em nuvem, até temas relacionados a inovação e acessibilidade. Um dia de evento conta com diversas trilhas e cada uma das trilhas pode ter até quinze palestras diferentes, sempre relacionadas ao tema chave. Os interessados em palestrar no evento devem submeter suas propostas a um comitê organizador, que seleciona quais palestras terão espaço. Nesta edição, a Oracle bateu recorde, com 27 palestras aprovadas para participar da programação. Confira as palestras que serão apresentadas: Trilha Palestra Palestrante Arquitetura Java Gerenciamento de transações em ambientes distribuídos sem queda de performance Elder Moraes Arquitetura de Dados NewSQL: Quando a Força Bruta de Integridade se encontra com a Força Bruta de Escalabilidade Fernando Melo Carreiras Seja aprovado em qualquer evento! Domine os segredos da submissão de palestras Elder Moraes Cloud Computing Monitorar, Orquestrar, GO! Melhores práticas de Cloud Híbrida e como a Orquestração e Monitoração alavancam seu parque Alberto Cardoso Computação Cognitiva Utilizando visão computacional para avaliar desempenho de plantações agrícolas com Oracle Cloud Iago Elias de Faria Barbosa, Alexandre Nakahara Customer Success Estratégias para melhorar o engajamento com os clientes do setor público Fernando Galdino DevTest 2 Ferramentas para Entregar Código 2x Mais Rápido (Ainda HOJE!) Rodrigo Moutinho, Elder Moraes Inovação O impacto da Inteligência Artificial na inovação Leonardo Barros Inteligência Artificial Inteligência Adaptável para Manufatura Leonardo Barros Internet das Coisas Valor nos dados, ROI na veia. Tire valor do seu IoT! Alberto Cardoso Java The quest to the language Graal: one JVM to rule them all Elder Moraes Java Enterprise Como monitorar métricas em ambientes distribuídos para garantir a disponibilidade dos seus serviços Elder Moraes Machine Learning Metodologia CRISP-DM para projetos de Machine Learning Waslley Souza Microservices Como manter a disponibilidade dos seus serviços através do monitoramento de métricas Elder Moraes Smart Cities Reconhecimento Facial para pagamentos em transportes públicos Waslley Souza, Fernando Galdino Testes Construa testes efetivos através do princípio F.I.R.S.T Elder Moraes Transformação Digital Com quantos PAUS se faz uma CANOA Renato Eric Miranda Containers Seus containers estão seguros? Marcos Sungalia Segurança e Criptografia Anatomia de um Cyber Attack Marcos Sungalia Cloud Computing Cloud Native Computing Foundation - A Mantenedora do Kubernetes Paulo Alberto Simoes Containers Containerd - O futuro dos Containers? Paulo Alberto Simoes Serverless Atingindo desacoplamento total com CloudEvents Paulo Alberto Simoes Arquitetura Corporativa TI Bimodal: Lá e de Volta Outra Vez - Uma Abordagem com Data Driven Architecture Rodrigo Felicio Arquitetura de Dados Abordagem prática para modernizar o seu data warehouse Lourenço Barrera Taborda Arquitetura de Dados Data Driven Architecture: da Estratégia à Execução Rodrigo Felicio Saúde 4.0 Arquitetura Orientada a Dados e iPaaS: a reposta para uma verticalização acelerada na indústria da Saúde Rodrigo Felicio DevOps Como chaos engineering garante a resiliência dos seus serviços Elder Moraes   Além das palestras, a Oracle também terá um estande no evento com ativações para o público que passar por ali. No espaço dedicado a trials, profissionais da Oracle estarão disponíveis para auxiliar e orientar os desenvolvedores que estiverem interessados em testar a Oracle Cloud. Após o trial, eles podem seguir para o Zip Lab, onde outros profissionais os auxiliarão a desenvolver seus ambientes e aproveitar as possibilidades oferecidas pela nuvem da Oracle. O estande ainda vai contar com dois workshops: Autonomous Database for Developers, que vai mostrar como é simples criar e gerenciar o banco de dados autônomo da Oracle, e o “Complete path of provisioning Kubernetes in Oracle Cloud”, em que será demonstrada a arquitetura do Oracle Container Engine for Kubernetes (OKE) e a facilidade em se desenvolver aplicativos com os recursos disponíveis no OKE. Além disso, no “Groundbreakers Live”, Pablo Ciccarello, responsável pela comunidade de developers para Oracle América Latina, vai entrevistar ao vivo desenvolvedores membros da comunidade Groundbreakers. Sobre o TDC O TDC São Paulo acontece dos dias 16 a 20 de julho na Universidade Anhembi Morumbi, em São Paulo. O evento é um dos eventos que fazem parte da agenda do The Developer’s Conference, o maior evento relacionado a desenvolvimento de softwares no Brasil. São três eventos regionais – em Florianópolis, São Paulo e Porto Alegre, que têm por objetivo conectar desenvolvedores, palestrantes, empresas e patrocinadores em uma única plataforma, como forma de empoderar o ecossistema de cada região. Para saber mais sobre o TDC, acesse o site. Oracle Groundbreakers O Groundbreakers é uma comunidade que busca criar conexões entre developers que sejam engajados no mundo da programação. Os Groundbreakers Ambassadors, como são conhecidos os membros da comunidade, são desenvolvedores curiosos que queiram entender como as coisas funcionam, por que funcionam dessa maneira e como podem ser melhores. A fim de reconhecer esses desenvolvedores, foi criado o Groundbreaker Awards, que neste ano premiou quatro desenvolvedores, entre eles, a brasileira Carla de Bona.

Evento voltado a desenvolvedores acontece de 16 a 20 de julho na Universidade Anhembi Morumbi. Por Redação Oracle Após a edição de Florianópolis, que aconteceu em abril, a Oracle também participa do TDC...

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Os quatro pilares do Oracle Cloud Infrastructure

Além de toda a experiência em tecnologia que a Oracle possui, o OCI ainda conta com diferenciais que o tornam a infraestrutura ideal para a nuvem. Por Kyle York * A Oracle entende as necessidades das empresas melhor do que ninguém. Esse entendimento é refletido nos quatro pilares sobre os quais construímos nossa nuvem de segunda geração: experiência empresarial, desempenho de preço, segurança e abertura. No Oracle Cloud Infrastructure, fornecemos caminhos para a nuvem que se alinham aos requisitos de negócios de nossos clientes. Se você já executa bancos de dados e aplicativos de negócios da Oracle ou cargas de trabalho de terceiros on-premises, ou se está avaliando modelos de implantação para novos aplicativos, podemos fornecer um caminho para a nuvem que funciona para sua organização. Você não precisa descartar décadas de investimentos em infraestrutura on-premises. Leia mais: Como abandonar a mentalidade defensiva com relação a tecnologias corporativas Vejamos como os quatro pilares do Oracle Cloud Infrastructure apoiam essa abordagem. Experiência empresarial profunda Por mais de 40 anos, a Oracle tem fornecido as tecnologias de banco de dados, os aplicativos de negócios e a infraestrutura de que as empresas precisam para terem sucesso. A equipe do Oracle Cloud Infrastructure inclui muitas daquelas pessoas que criaram as nuvens públicas de primeira geração, e que continuam a tirar proveito dessas experiências para oferecer novas inovações e poderosos serviços em nuvem, como o Oracle Autonomous Database. A Oracle também cultivou um amplo e robusto ecossistema de parceiros. Nossos parceiros — de provedores independentes de software e integradores de sistemas, a provedores de serviços gerenciados — podem ajudar os clientes em tudo, desde suporte e treinamento de TI, até migração para a nuvem, segurança e transformação digital. Independentemente de o objetivo ser migrar cargas de trabalho existentes, criar novos aplicativos nativos da nuvem ou ambos, a Oracle e seus parceiros estão prontos para ajudar você a concretizar a visão de TI da sua organização. Desempenho de preço excepcional A execução de cargas de trabalho empresariais em escala pode ficar cara em outras nuvens. O Oracle Cloud Infrastructure oferece desempenho de preço líder do setor, com preços previsíveis em todas as regiões e para todos os serviços. O Oracle Cloud Infrastructure oferece estruturas de preços simples que eliminam surpresas nos custos que podem estar associadas a elementos de uso difíceis de estimar, como a evasão de dados e o desempenho do armazenamento. Além disso, nossos modelos de compra são projetados para atender a diversas necessidades orçamentárias: Pague conforme o uso: Aprovisione recursos de nuvem sob demanda, sem compromisso antecipado e sem mínimos de serviço. Pague apenas por aquilo que você usa. Créditos universais: Um plano mensal lhe oferece descontos e gastos previsíveis, além da flexibilidade para alterar produtos e regiões de data center. Bring Your Own License: Leve suas licenças existentes da Oracle para a nuvem com o menor custo total de propriedade. Arquitetura de segurança em primeiro lugar Nossa cultura de segurança é evidente em todos os aspectos do projeto, teste e implementação de nossa infraestrutura e aplicativos. Todas as decisões de tecnologia e produtos, a arquitetura de rede e as certificações estão focadas em fornecer segurança do núcleo à borda. Nossa estratégia de segurança usa isolamento de clientes, criptografia de dados, alta disponibilidade e outros recursos avançados para proteger os dados e evitar violações. Além disso, a Oracle emprega alguns dos maiores especialistas do mundo em informações, banco de dados, aplicativos, infraestrutura e segurança de rede. Os clientes se beneficiam diretamente da profunda especialização da Oracle e de nossos investimentos contínuos em segurança. Um compromisso com a abertura Com a forte mudança para tecnologias nativas da nuvem e as metodologias DevOps em organizações de todos os tamanhos, as empresas querem uma nuvem aberta, que ofereça flexibilidade e evite o aprisionamento tecnológico. A Oracle adota padrões abertos, para que as organizações possam buscar as estratégias híbridas e multicloud que fazem sentido para elas. A Oracle é membro Platinum da Cloud Native Computing Foundation, que promove padrões abertos no desenvolvimento de nuvem. Adotamos padrões interoperáveis como Terraform, Kubernetes e Helm. E já construímos kits de desenvolvimento de software para os clientes usarem em implantações híbridas e multicloud. O Oracle Cloud Infrastructure é uma plataforma de nuvem pública completa e moderna, que oferece recursos de computação e rede potentes, além de um portfólio abrangente de produtos e serviços de nuvem de ponta. Estamos prontos para ajudar você a migrar suas cargas de trabalho de missão crítica para a nuvem. * Kyle York é vice-presidente de estratégia de produtos para Oracle Cloud Infrastructure.

Além de toda a experiência em tecnologia que a Oracle possui, o OCI ainda conta com diferenciais que o tornam a infraestrutura ideal para a nuvem. Por Kyle York * A Oracle entende as necessidades das...

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Implementação intensa ou em fases: qual é a melhor estratégia para instalar aplicativos em nuvem?

Entender qual a melhor maneira de migrar as aplicações locais para a nuvem é um fator crucial para levar a transformação para os negócios. Por John Soat * Instalar ERP e software de cadeia de suprimentos sempre foi uma tarefa difícil que envolve aplicativos interconectados complicados que gerenciam as operações dentro e fora da empresa. Aplicativos de ERP e de cadeia de suprimentos em nuvem são mais fáceis e rápidos para colocar em funcionamento do que suas contrapartes no local, mas apresentam seus próprios desafios de implantação. Na conferência Oracle Modern Business Experience, em Las Vegas, clientes e veteranos do setor debateram se pacotes de aplicativos em nuvem devem ser implementados de uma só vez, a chamada estratégia de Big Bang, ou em incrementos discretos. A resposta foi um sonoro “depende”: da empresa, de sua cultura e de seu senso de urgência. O TCF Bank, uma holding bancária com US$ 23 bilhões em ativos que fornece serviços bancários e de crédito para clientes de varejo e comerciais, tomou uma abordagem em duas fases para instalar seus aplicativos de cadeia de suprimentos em nuvem, disse Sharon Krumm, vice-presidente executiva de Sourcing e Desenvolvimento Estratégicos. A primeira fase envolveu módulos para “compras estratégicas”, tais como negociações de contrato, cujo caso de negócios já havia sido criado, comentou Krumm. Leia mais: 6 maneiras de fazer com que sua cadeia de suprimentos esteja preparada para o futuro A segunda fase “foi em torno de partes transacionais” da tecnologia de nuvem, observou ela, incluindo requisições de compras e um portal de fornecedores. O impacto da implementação dessas capacidades de requisição online pelo banco ajudou a estabelecer controles necessários e “eficiência significativa do ponto de vista de AP”, comentou. Mas a mudança de processo envolvida foi sentida “em toda a empresa”, disse Krumm — mitigada, entretanto, por meio de um esforço de educação possibilitado pelo tempo entre as fases de implementação de nuvem. “A abordagem em duas fases realmente valeu a pena com a quantidade de gerenciamento de alterações que tivemos de fazer”, comentou Krumm. A própria Oracle teve uma abordagem semelhante, implantando seu próprio software de ERP e de Cadeia de Suprimentos em nuvem “em fases”, começando com aplicativos financeiros e de planejamento da cadeia de suprimentos, comentou Richard Jewell, vice-presidente sênior da Oracle para Desenvolvimento de Aplicativos. Processo incorporados Um fator significativo na implementação de aplicativos corporativos em nuvem é que os procedimentos e processos de negócios para usá-los são hard-wired. Isso significa que as empresas devem substituir seus atuais processos pelas melhores práticas ditadas pelas ferramentas de nuvem. As vantagens são que os processos incorporados nos aplicativos em nuvem são modernos e específicos da tarefa. Mas este tipo de mudança pode ser difícil para os funcionários adotarem, especialmente em um prazo curto. “Essa é uma tecnologia para a qual mudar", comentou Keith Causey, vice-presidente sênior e diretor de contabilidade da Caesars Entertainment , que ativou dois aplicativos financeiros de nuvem em 2017 e o Oracle Human Capital Management Cloud ano passado.  “Não é possível personalizá-la para seus processos. Você precisa mudar seus processos e depois migrar”, observou Causey. "A Caesars começou a se preparar para os aplicativos de nuvem enquanto ainda estava negociando o contrato", comentou. Algumas empresas veem a padronização de processos imposta por aplicativos em nuvem como uma grande vantagem. A Western Digital, uma empresa líder em infraestrutura de dados, decidiu usar software de ERP em nuvem para ajudar a reconciliar e a racionalizar duas aquisições multibilionárias. “Tínhamos três de tudo", comentou Bill Roy, diretor sênior de Tecnologia da Informação da Western Digital. “Tivemos que alinhar tudo em um único processo e racionalizar nossos conjuntos de ferramentas." Um dos primeiros módulos do Oracle ERP Cloud implementados pela empresa foi o Global Chart of Accounts. A abordagem global “realmente nos ajudou a iniciar o processo e envolver os usuários em áreas funcionais”, disse Roy. Com outros módulos de ERP em nuvem — fechamento e consolidação, compras, ativos fixos e contas a pagar — a Western Digital adotou uma estratégia de "desmembrar em uma abordagem plurianual e em fases", disse Roy. A distribuição módulo a módulo também ajudou a empresa a implementar a tecnologia de análise em nuvem, de modo que “à medida que distribuímos um módulo de ERP, também distribuímos as análises apropriadas", comentou. Defensores da Estratégia Big Bang A estratégia Big Bang, de tudo de uma vez, tem seus adeptos, que apontam a velocidade de transformação como um fator motivador. Mas até os defensores aconselham cautela. “Não é para os de coração fraco", disse JoAline Olson, diretora de Desempenho Humano e Inovação da Adventist Health, um sistema de serviços de saúde sem fins lucrativos de US$ 5 bilhões com sede no norte da Califórnia. A Adventist Health escolheu aplicativos do Oracle Cloud para substituir um aplicativo de tela verde de 30 anos usado para operações financeiras e de RH. O sistema antigo era impossível de expandir e tornava difícil incluir outras organizações. “Sabíamos que precisávamos modernizar", disse Olson. “Éramos 23 hospitais e mercados e fazíamos negócios de 23 maneiras diferentes." A implantação de ERP e RH em nuvem da Adventist começou em 2016 e terminou em 2018. “Fizemos o Big Bang com ambas — as finanças seis meses antes do RH", disse Olson. O trabalho necessário para dar suporte às implementações em nuvem foi quase esmagador, especialmente o tamanho das mudanças que representava. “Tínhamos muita padronização para fazer", disse ela. Por exemplo, "passamos de 600 maneiras diferentes de pagar enfermeiros para cerca de 60", explicou Olson. “Trabalhamos muito no gerenciamento da mudança." Agora que a poeira está assentando, Olson está feliz que a Adventist adotou a abordagem agressiva. “Adoro o fato de não estarmos mais implantando e implementando, mas fazendo reparos e estabilizando", disse ela. E, embora o Big Bang tenha proporcionado uma base para o crescimento, é uma “transformação no back-office", disse Olson, "com os verdadeiros benefícios ainda por vir". “A verdadeira transformação", comentou, "será quando pudermos nos concentrar no bem-estar profissional e pessoal de nossos associados...para que eles, por sua vez, possam se concentrar no bem-estar de nossos pacientes e realmente ajudar a transformar suas vidas e comunidades." * John Soat é um jornalista premiado que escreve sobre tecnologia da informação há mais de 25 anos.

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“Esqueça as falhas e programe seu cérebro para aprender”, diz executivo da Singularity University

Pascal Finette, da Singularity University, conta que as empresas precisam acompanhar a curva de evolução da tecnologia e devem ensinar seus colaboradores a não sofrerem com os erros. Por Redação Oracle Recentemente, a Oracle recebeu Pascal Finette para conversar com alguns clientes sobre inovação e tecnologia. Pascal é chefe do programa de Empreendedorismo e Inovação Aberta na Singularity University e tem como foco de estudo a intersecção entre tecnologia, seu impacto global e cultura. E para Pascal, devemos ter cuidado ao descartar tecnologias, pois projetos que podem parecer deslocados hoje podem ter papel relevante no futuro, na transformação do mundo. Pascal conta que um dos motivos para se descartar tecnologia de forma prematura é porque a maioria das pessoas acredita que o dia de amanhã vai ser exatamente como hoje – e esquecem que a tecnologia evolui e muda a sociedade. Ele lembra que nos últimos 120 anos nossa capacidade computacional dobrou a cada dois anos e, olhando para a curva da evolução, já é sim possível prever o futuro: ele vai ser muito diferente de hoje. Leia mais: O toque humano da tecnologia O estudioso conta que nos últimos anos a inteligência artificial melhorou 300 mil vezes, o preço de pesquisas relacionadas a genes caiu 85 mil vezes e o custo de energia caiu 250 vezes. As mudanças que veremos nos próximos cem anos é maior do que a que vimos nos últimos 20 mil anos – e essas mudanças não acontecem de forma isolada. Conforme a tecnologia melhora, ela afeta o seu redor: “a tecnologia possibilita outras tecnologias”, afirma Pascal. Para acompanhar toda essa mudança é preciso saber se adaptar e estar atento ao contexto, pois a maneira que percebemos a tecnologia é muito diferente da maneira com que ela realmente evolui. Ele cita como exemplo o blockchain: mais utilizado nos últimos anos, com o crescimento das criptmoedas, o blockchain foi inventado em 2009 – há dez anos. Leva tempo para que as tecnologias se desenvolvam, mas quando elas decolam as empresas precisam estar preparadas para a mudança. É preciso estar atento ao que está acontecendo, estudar as tecnologias emergentes e conhecer os pontos que antecipam o momento da disrupção. Isso porque quando o mercado descobre como uma tecnologia funciona, não há tempo hábil para adotá-la se a empresa não está bem estruturada e se já não possui conhecimento. “O mercado muda muito rápido, é preciso saber seguir o curso da tecnologia”, Pascal aconselha. Essas transformações no mercado também alteram o modelo de negócio das empresas e Pascal dá outro conselho: não olhe apenas para o modelo de negócio, olhe para as pessoas. “Tudo começa com as pessoas, essa é a coisa mais importante que você tem”, ele afirma. Pascal conta que dados apresentado por uma consultoria americana apontam que menos de 30% dos funcionários entendem os valores da marca das empresas em que trabalham e isso é algo a que elas precisam estar atentas, pois, ainda segundo ele, as empresas que têm pessoas alinhadas aos valores têm uma performance 12 vezes melhor do que as demais. “O negócio precisa estar alinhado às pessoas, deve ser sobre pessoas.” Tenha um propósito claro Uma das maneiras de ter um negócio alinhado às pessoas é pensar no propósito da marca, que pode utilizar a técnica do “Golden Circle” (círculo de ouro, em tradução livre), de Simon Sinek. A ideia do Golden Circle é que o desenvolvimento de um novo produto passa por três etapas: Por quê, como e o que. Começar o desenvolvimento pensando no “por quê” permite que ele tenha um propósito claro e que esteja conectado com a empresa – e com as pessoas. Mas Pascal frisa que essa conexão precisa ser genuína. Ele conta que muitas empresas têm se preocupado cada vez mais com a cultura organizacional, mas ao invés de criar uma cultura própria, acabam importando culturas de outras empresas. Outro conselho de Pascal é que a cultura corporativa ensine a lidar com as falhas. Ele não é muito adepto do “fail fast”, a cultura que aconselha as empresas a errarem, mas errarem rápido e seguirem. Segundo Pascal, uma falha deve ser vista como um momento de aprendizado, inclusive por questões biológicas: enquanto falhas criam pontos negros no cérebro, os aprendizados geram pontos brilhantes (“bright spots”). A diferença é que enquanto as falhas geram comportamentos a ser evitados, os aprendizados ensinam caminhos a seguir. Mas como mudar a cultura da empresa e o mindset dos colaboradores para que passem a encarar as falhas como aprendizados? Pascal cita alguns exemplos da sua trajetória profissional, como conversas francas entre os executivos e colaboradores, em que eles discutam os projetos futuros, mas, também, os que não deram certo. Há também casos em que as empresas fazem “rituais” para que os colaboradores “enterrem” seus projetos que falharam e possam seguir em frente. É preciso transformar a empresa para o futuro, adaptando a cultura e acompanhando a curva de desenvolvimento da tecnologia. “Construa o que importa”, é o conselho que Pascal Finette costuma dar a seus alunos.

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Transformação na TI

Como abandonar a mentalidade defensiva com relação a tecnologias corporativas

A maioria das empresas ainda investe em tecnologia para proteger os sistemas localizados que já possuem. A tecnologia em nuvem, no entanto, permite soluções mais modernas e com custo menor. Por Mark Hurd * Os gastos com tecnologias para consumidores ultrapassarão os gastos com tecnologias corporativas pela primeira vez em 2019, segundo algumas estimativas. Isso deve-se em parte porque o consumidor típico compra um smartphone, fones de ouvido, um monitor de atividades físicas, um aplicativo de produtividade, um sistema de automação residencial, uma smart TV e outras tecnologias "essenciais" novas a cada dois ou quatro anos, enquanto uma empresa típica mantém sua tecnologia por uma década ou mais. Os principais aplicativos em algumas empresas são anteriores à era da Internet comercial.  A diferença mais importante entre as tecnologias para consumidores e as tecnologias corporativas não é o montante de gastos, mas, sim, a forma como o dinheiro é gasto. Os gastos com tecnologias para consumidores ocorrem principalmente em iniciativas de ataque, uma vez que as pessoas compram os dispositivos, aplicativos e serviços mais recentes e mais inovadores para melhorar suas vidas. A maior parte dos gastos com tecnologias corporativas ainda ocorre como forma de defesa: manutenção, integração e proteção de sistemas legados.  Leia mais: Três problemas e soluções para conformidade de dados corporativos Na verdade, a maioria dos CIOs das empresas ainda gasta 80% ou mais de seus orçamentos de TI nesse modo defensivo, gerenciando os aplicativos e a infraestrutura que possuem há muito tempo. Isso deixa pouco tempo e dinheiro para investir em novas tecnologias, capacidades digitais e estratégias de negócios inspiradas no digital. Esses aplicativos legados, bem como os servidores, o armazenamento e outras infraestruturas que os suportam, constituem uma forma de dívida tecnológica. Pense no tempo dos funcionários e nas tarifas de manutenção que as empresas precisam continuar pagando para seus sistemas locais como um juros crescente sobre a dívida tecnológica — tempo e dinheiro que não servem para nada além de manter as empresas no status quo. Transição para a nuvem Para a maioria dos CIOs, a questão não é se as empresas precisam se livrar dessa dívida tecnológica. Eles entendem o que está em jogo; seus CEOs e conselhos administrativos os pressionam para que modernizem a tecnologia e cortem custos ao mesmo tempo.  A questão é como se livrar dessa dívida tecnológica — e com que rapidez. Porque, se essa transição tecnológica não acontece de forma fluida, os problemas surgem rapidamente: negócios não são fechados, as cadeias de suprimentos quebram, produtos não são entregues, contas não são pagas. Então, de que maneira as empresas podem partir para o ataque? A primeira coisa a fazer é abandonar a estratégia tecnológica que os mantém em uma mentalidade defensiva. Eles estão na defensiva porque a maioria dos aplicativos que executam seus principais processos de negócios têm sido tão personalizados que ficaram caros de manter em execução e difíceis de descartar, além de ser quase impossível modernizá-los.   É por isso que a mudança para serviços em nuvem é tão importante, pois permite que as empresas liquidem suas dívidas tecnológicas em parcelas administráveis. Em vez de ter que possuir data centers próprios e gerenciar seus aplicativos (e a infraestrutura associada), as empresas podem recorrer a provedores de nuvem para realizar esse trabalho pesado — um aplicativo de cada vez.  Além disso, os clientes recebem automaticamente as mais recentes atualizações de aplicativos — incorporando inteligência artificial, blockchain e outras tecnologias emergentes — em vez de passar um ano ou mais trabalhando com integradores de sistemas em atualizações caras e complexas para obter essa funcionalidade moderna. Uma vez que as assinaturas de nuvem cobrem integralmente o servidor de apoio e a capacidade de armazenamento, bem como as pessoas necessárias para dar suporte a isso, esses serviços podem custar cerca de 25% menos que as alternativas locais e são mais seguros por projeto. Explique apenas a parte da economia de custos a qualquer CEO e o negócio será fechado na manhã seguinte. Mais importante do que a economia de custos absoluta, no entanto, é a capacidade de as empresas reinvestirem essas economias em um comércio novo e expandido, em marketing personalizado, no desenvolvimento de talentos, no planejamento financeiro, em análises preditivas e em outras iniciativas digitais. Os CIOs mais astuciosos já estão medindo exatamente quanto de seus orçamentos de TI suas organizações estão gastando em sistemas e processos legados versus novos, e desenvolveram um plano de longo prazo para transferir esses gastos do antigo para o novo. Seu principal desafio agora é fazer essa transição para a nuvem com o mínimo de interrupção em suas operações principais. Eles entendem que o futuro de seus negócios está em jogo. * Mark Hurd é CEO da Oracle.

A maioria das empresas ainda investe em tecnologia para proteger os sistemas localizados que já possuem. A tecnologia em nuvem, no entanto, permite soluções mais modernas e com custo menor. Por Mark...

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Como Sobreviver em um Mundo com Persistência Poliglota?

Entenda como a evolução dos modelos de dados, desde as primeiras estruturas até a computação em nuvem e automação, permitiu o desenvolvimento de sistemas escaláveis e das aplicações que conhecemos hoje. Por Fernando Melo * Eu costumo dizer que bancos de dados são como queijos e vinhos, pois eles melhoram enquanto envelhecem. No início existia apenas uma arquitetura de dados, e ela era do tipo one-size-fits-all: a solução para todo e qualquer problema. O que vemos hoje é uma verdadeira miscelânea, centenas de combinações e permutações possíveis de formatos diferentes, tecnologias e integrações de todas as latências. Você já não sabe se tem que ser streaming ou batch, síncrono ou assíncrono, schema-less ou schema-full, SQL ou NoSQL, se a consistência mais adequada é eventual ou forte, o relacionamento é entre nós de um grafo ou entre chaves de tabelas, se precisa ser scale-up ou scale-out, e se é necessário um Data Lake ou um Data Warehouse. Se identificou? Continue lendo. Este artigo é sobre uma das maiores tendências a respeito de como organizar toda essa bagunça: persistência poliglota multi-modelo. Esta coisa de nome complicado, longo e difícil de falar [entendo, e concordo], é a fusão de uma dezena de tecnologias já testadas em batalha e que provavelmente será, eu estimo, o futuro da arquitetura de dados. Será como antes só que o oposto: de one-size-fits-all, para all-fits-one-size. Leia mais: Como uma empresa de grande porte pode usar um banco de dados autônomo para funcionar como uma startup O Início de Tudo: a Jornada do Herói Nos primeiros sistemas de banco de dados, se é que podemos chamá-los de "sistemas" diante da primitividade que pairava no início, eu me lembro de ter lido que para conseguir uma informação você tinha que [1] saber qual era o arquivo onde ela estava, [2] qual era o registro nesse arquivo, e [3] então quais eram as suas posições de início e término no registro. Essas posições eram sempre fixas, a propósito. Nessa estrutura, que se chamava ISAM, basicamente você tinha que ter um mapa que lhe explicava como os dados eram gravados, para poder buscá-los depois. Não vou detalhar com mais profundidade sobre a estrutura de dados ISAM, pois, assim como eu, hoje você não vai querer saber! Um senhor chamado Edgar Codd, pesquisador da IBM [claro, todos os pesquisadores da época eram da IBM] disse que as pessoas não deveriam ter que se preocupar em como os dados estavam organizados para entendê-los. Isso se tornaria um caos num futuro reservado para os megabytes [hoje, terabytes]. Codd então criou o Modelo de Dados Relacional. Era um mecanismo engenhoso, porém simples, que desacoplava os dados da organização física deles. Uma simples frase como "selecione os dados do cliente, na tabela de clientes" foi capaz de substituir milhares de linhas de código, e acelerar em ordens de magnitude o tempo para buscar as informações. Eis que surge Larry Ellison, com mais alguns amigos. Enquanto uns apenas viam o que seus olhos enxergavam, Larry enxergava o que seus olhos viam: nada inventado antes era mais completo e eficiente do que o Modelo de Dados Relacional. Naqueles anos 70, era o futuro. E foi mesmo. Surgiu o Oracle Database como o primeiro sistema gerenciador de banco de dados baseado no Modelo de Dados Relacional. Uma locomotiva de inovação a toda velocidade passou entre os anos 80, 90 e 2000. Foi incrível a quantidade de recursos criados, e até hoje alguns desses recursos ainda são exclusivos. Muitas outras tecnologias surgiram: ora morriam pelo caminho, ora apenas sobreviviam com uma vida de ócio e defasagem diante da constante evolução do Oracle nesses anos. CAP e os 300 O ano 2000 entra, a internet começa, e o suposto declínio do Modelo Relacional é ensaiado. A internet é um colosso perto dos sistemas empresariais. Por um minuto você tem dez usuários, e no momento seguinte, instantaneamente, você tem dez mil. Projetado para funcionar em servidores que escalam verticalmente, os Bancos de Dados Relacionais realmente não funcionam nesse novo paradigma. Eric Brewer formula uma conjectura que alguns anos mais tarde se tornara um teorema, o teorema CAP. Esse teorema basicamente forma a base para a criação de estruturas de dados que seriam mais adequados para a internet do que o Banco de Dados Relacional. Em essência, são estruturas de dados que escalam horizontalmente. O teorema CAP é realmente uma ideia estranha, mas foi provada matematicamente. A letra A do CAP significa "sempre disponível para leitura e escrita", o que implica em uma disponibilidade de 100%. Ora, nada nesse mundo tem 100% de disponibilidade. Nem o mundo tem 100% de disponibilidade. Bom, essa é uma premissa que não concordo, mas em função dela o CAP é um teorema, e com teoremas não se discute. A ideia colou, mais de 300 bancos de dados Não-Relacionais foram criados, e a internet explode. Todo hype é então construído baseado em estruturas Não-Relacionais. Dá-se então início a vários formatos de dados diferentes. Timidamente, primeiro foram as estruturas Objeto-Relacionais. Essas morreram rápido. Prometeram demais, fizeram de menos. Cometeram o mesmo pecado do ISAM: era necessário compreender os objetos para entender os dados. Retrocesso. Curiosamente, os Bancos Relacionais absorveram o modelo lógico Objeto-Relacional, junto do Relacional, para quem quisesse usar, inclusive, no mesmo comando SQL. É o início dos Bancos de Dados Multi-Modelo. Relacional com Objeto. Depois surgiram as estruturas de armazenamento XML. Menos complexas do que os Objeto-Relacionais, pois elas tinham schema e XPath para percorrer os dados. O XML ficou bons anos em evidência, mas também falhou. E novamente, os bancos relacionais absorveram o modelo lógico XML, junto do Relacional, para quem quisesse usar, no mesmo comando SQL. Relacional, Objeto e Documento XML. Em paralelo surgiu a necessidade de bancos de dados com capacidades de geo-processamento, os Bancos de Dados Espaciais. Nenhum fez sucesso como um produto a parte, porém, essa camada de persistência se juntou aos Relacionais, como uma outra camada lógica, e ainda é usada hoje, desta forma, como parte dos bancos relacionais. Relacional, Objeto, Documento XML e Geo-Espacial. Mais próximo dos tempos atuais, despontou como uma forma de armazenamento bastante comum o formato JSON, com grande flexibilidade e agilidade: os desenvolvedores adoram. No entanto, apesar de alguns bancos de dados puramente baseados nesse formato terem se tornado relevantes, os bancos de dados relacionais que outrora haviam absorvido vários outros modelos lógicos, também absorveram o formato JSON. A partir de agora é muito mais fácil um Banco de Dados Multi-Modelo acrescentar uma nova estrutura lógica do que um banco de dados especializado implementar as capacidades mais básicas, como Consistência Forte, ou mesmo SQL, por exemplo. Relacional, Objeto, Documento XML e JSON, e Geo-Espacial. Outras estruturas de dados com usos mais específicos também fizeram parte do big bang causado pelo teorema CAP: Grafos, Chave/Valor, Colunares e Motores de Busca. Adivinha? Os bancos de dados relacionais adicionaram mais camadas lógicas para suportar essas estruturas. Destaco que de todos esses, o Modelo de Grafos é o mais diferente. É o mais engenhoso. E provavelmente é o que eu gosto mais. É também assunto para outro artigo. Enquanto que do ponto de vista de estrutura de dados os Bancos Relacionais fizeram grandes intervenções para suportar tudo o que o mercado demandava, por outro lado, num passe metamorfósico, esses bancos também passaram a escalar horizontalmente, para os lados, e não somente para cima, como todos os outros 300 bancos de dados Não-Relacionais já faziam. Dá-se o nome de NewSQL, uma alusão aos bancos Não-Relacionais (NoSQL) com a consistência forte dos Relacionais e o suporte completo ao SQL – basicamente, SQL é um sonho de toda a vida de um NoSQL, Apache Hive que o diga. Esses super Bancos de Dados Relacionais, que suportam vários modelos de dados, e escalam tanto para cima como para os lados, são chamados finalmente de Bancos de Dados Poliglotas Multi-Modelo. Eles possuem toda a herança de inovação dos fundamentos essenciais para gestão de dados, o suporte aos principais formatos de dados dos últimos 40 anos e a capacidade de escala que é um dos requerimentos para aplicações modernas de internet e Big Data. Um outro fator relevante se soma a esses super bancos de dados: cloud automation. Poucos cliques ou chamadas de API permitem que toda essa estrutura seja criada, e mantida automaticamente. De Codd ao Uber As arquiteturas de dados são como um trem em alta velocidade, com curvas e hypes pelo caminho. Sempre surgem aquelas tecnologias que só elas fazem aquilo, que são mais típicas de "aplicações de ponta", mas depois elas acabam convergindo para o mainstream porque as aplicações de ponta hoje são as aplicações mainstream de amanhã. É por isso que tenho uma preferência particular por Bancos de Dados Multi-Modelo. Você absorve todas as inovações que surgem ao longo dos anos, e herda todas as capacidades fundamentais que as aplicações de ponta ainda não têm. O Oracle é o Banco de Dados Multi-Modelo mais utilizado no mundo e suporta nativamente os modelos Relacional, Objeto, JSON, XML, Grafo em RDF, Grafo de Propriedades, Colunar, Search, Chave/Valor e Geo-Espacial, além de fazer scale-up e scale-out. Ele pode ser utilizado na forma mais permissiva com bastante flexibilidade, com SQL, com NoSQL, ou ambos, ou completamente autônomo orquestrado totalmente com APIs. Meu Uber chegou! A propósito, ele me localizou com geo-processamento, o pagamento da minha corrida vai persistir com a integridade de um modelo relacional e todas as outras coisas devem estar agregadas em documentos JSON em uma estrutura scale-out, pois afinal é mobile e precisa ser escalável. Como poderia dizer Codd: as pessoas não deveriam ter que se preocupar em como os dados estão organizados para entendê-los. Isso pode se tornar um caos num futuro reservado para os Pegabytes... * Fernando Melo é engenheiro principal de soluções para tecnologia na Oracle.

Entenda como a evolução dos modelos de dados, desde as primeiras estruturas até a computação em nuvem e automação, permitiu o desenvolvimento de sistemas escaláveis e das aplicações que conhecemos...

Inovação

Inteligência artificial e aprendizado de máquina podem evitar o infarto e o AVC?

Com a regulamentação das despesas médicas relacionadas ao monitoramento remoto dos pacientes nos Estados Unidos, a tendência é que as tecnologias emergentes aliadas à análise de dados ganhem mais força no diagnóstico e prevenção de doenças. Por Miachel Walker * Mais de 33 milhões de pessoas em todo o mundo têm arritmia cardíaca, e a grande maioria provavelmente nem sabe. Pessoas com esse problema têm cinco vezes mais chance de sofrer um AVC, que acontece a cada 40 segundos nos Estados Unidos. De forma mais ampla, o aprendizado de máquina e a inteligência artificial podem ajudar a reduzir a ocorrência de infarto e AVC, analisando os dados dos pacientes a fim de detectar padrões e fazer previsões. Mas essas ferramentas estão apenas começando a ser utilizadas na área de saúde, e este esforço generalizado envolve planejamento, coordenação e formação. Durante uma conversa recente com o Dr. Jonathan Baugh, doutor em osteopatia, especializado em medicina de emergência, co-fundador e diretor médico executivo da Remote Health Solutions, empresa provedora de dispositivos e serviços de telemedicina, pedi para que ele ajudasse a diagnosticar a situação. Leia mais: Como a IA amplia o acesso aos ensaios clínicos relacionados ao câncer Dr. Baugh: O monitoramento remoto de pacientes é um grande passo da medicina atualmente. O paciente leva um tablet para casa com itens periféricos para monitorar a pressão arterial, a saturação de oxigênio, o nível de glicose, o IMC e outros dados relacionados à saúde. Esses dados são atualizados pelos dispositivos e enviados para a nuvem, onde é analisada uma possível intervenção. Digamos que o paciente tenha insuficiência cardíaca congestiva, sua pressão arterial esteja alta e ele tenha ganhado muito peso nos últimos tempos. Estes dados são identificados, o técnico que está realizando o monitoramento é alertado e ele, ou o próprio médico, conecta-se remotamente com o paciente. Esta é uma oportunidade da telemedicina, podemos verificar novamente os sinais vitais, mudar as medicações com base no que o médico pediu: aumentar a dose de furosemida, ou do medicamento para pressão arterial etc. Veremos se a pessoa pode continuar em casa, onde geralmente os pacientes se sentem melhor, especialmente com o monitoramento e o cuidado adequados. Walker: Informações básicas sobre os sinais vitais nos dizem muito, especialmente com o passar do tempo. Ao usar dispositivos da internet das coisas para transmitir dados a nuvem, e o aprendizado de máquina para procurar padrões ou tendências nos dados que podem revelar uma doença subjacente, como arritmia, podemos evitar um infarto ou um AVC. Dr. Baugh: Tratamos pacientes em suas casas, usando técnicas de monitoramento remoto por anos, e agora esse número vai aumentar consideravelmente. As mudanças no Medicare feitas nos Estados Unidos pelo CMS (Centers for Medicare & Medicaid Services), em vigor a partir de 1º de janeiro, farão com que o monitoramento remoto seja financeiramente viável para muitos outros pacientes em potencial. Isso acontece porque o CMS enxerga o benefício do atendimento preventivos, em vez do atendimento reativo. Walker: O reembolso para o atendimento remoto costumava estar ligado apenas a soluções de saúde por vídeo. Agora, os pacientes da Medicare podem ser reembolsados por utilizar dispositivos de monitoramento de dados. De acordo com as previsões, o número de pacientes que utilizarão o monitoramento remoto até 2021 é superior a 50 milhões. Dr. Baugh: Quando estamos falando de monitorar alguns pacientes, fica fácil: seres humanos podem fazê-lo. Mas quando se trata de monitorar milhares, centenas de milhares, milhões de pacientes... aí temos que usar as tecnologias emergentes: inteligência artificial, aprendizado de máquina, análise de dados. Trata-se de quantidade, mas também de atendimento individual, pois sabemos que podemos melhorar os resultados através do monitoramento remoto. Walker: Há também um estudo de viabilidade. Os benefícios incluem redução do tempo de internação hospitalar, readmissão e custos associados ao transporte de pacientes. Em 2017, o CMS (órgão de saúde americano americano) puniu cerca de 80% dos hospitais analisados por readmissão excessiva dentro do período de 30 dias após a alta. Dr. Baugh: Recentemente, nossa empresa começou a trabalhar em um projeto de pesquisa sobre incorporar recursos adicionais de monitoramento remoto à nossa plataforma de telemedicina para soldados de guerra que se machucaram e ficaram presos na linha de frente, um serviço chamado Prolonged Field Care (PFC). Esta mesma tecnologia será cada vez mais utilizada em pacientes civis, em suas residências ou em instalações que apresentem melhor acesso ao atendimento e ajudem a melhorar os resultados. Walker: Se falássemos em "hospital virtual" há alguns anos, provavelmente seríamos motivo de piada. Mas é exatamente disso que estamos falando: visibilidade e tratamento do paciente onde quer que ele more. É bom para o paciente e é bom para o sistema de saúde. Dr. Baugh: Atualmente, no meu consultório, o atendimento conectado está ficando cada vez mais comum. Falamos sobre máquinas de eletrocardiograma, ou monitores de telemetria e como eles podem emitir simples avisos sobre o ritmo cardíaco. Mas isso é um reconhecimento de dados simples, que não diz muito sobre o paciente. Conforme conseguimos entender os processos de aprendizado de máquina para monitorar e reconhecer fatores de risco relacionados a derrames e infartos, ou um processo patológico progressivo, poderemos apresentar resultados cada vez melhores. Isso está mudando e salvando vidas de forma direta. Walker: O aprendizado de máquina é uma tecnologia relativamente nova, com grande potencial para a área de saúde, ajudando a explorar os dados e lidar com situações que podem ser extremamente urgentes. A American Heart Association calcula que menos de 30% daqueles que sofrem AVCs tiveram o tratamento adequado dentro do período recomendado de 60 minutos. O atendimento conectado reduz o tempo decorrido entre a chegada e a punção para pacientes remotos, alertando hospitais, neurologistas e equipes de emergência sobre a situação grave. O aprendizado de máquina pode trazer avanços ao atendimento, por exemplo, ajudando a identificar a principal causa do AVC. Caso essa causa não seja identificada, o paciente pode ser receber alta do hospital, voltar para casa e sofrer outro AVC. Dr. Baugh: A visão que se tem da telemedicina é a seguinte: uma conexão por vídeo com o médico. E tudo bem, este é o fundamento. Mas quando conseguimos combinar este fato à coleta e análise de dados, realmente conseguimos mudar os resultados.   Nossa motivação vem daí: não apenas usar dispositivos e conectar pacientes remotamente aos médicos, mas também melhorar os resultados, aplicando mais IA e aprendizado de máquina na avaliação dos pacientes. Para monitorar 50 milhões de pacientes em suas casas, em toda o território do Estados Unidos, não podemos contar apenas com técnicos humanos que respondem aos alertas. Precisamos processar e analisar esses dados, o sistema precisa reconhecer os fatores, prestar atenção e aproveitar as oportunidades. Walker: O conceito de atendimento virtual conectado está se tornando uma realidade. Agora que o atendimento remoto com transmissão de sinais vitais dos pacientes será reembolsado nos Estados Unidos, a telemedicina avançará para o século XXI. Ao conectar médico e paciente, independentemente da localização, problemas de saúde podem ser avaliados mais rapidamente, os especialistas podem oferecer o tratamento adequado e podem ser detectados padrões precocemente. E agora podemos usar as tecnologias emergentes, como IoT, machine learning, Autonomous Data Warehouse e análise de dados para possibilitar um atendimento eficaz, orientado por dados. Na verdade, é uma combinação de tecnologias que permite essas novas maneiras de melhorar o acesso ao atendimento e oferecer melhores resultados na área de saúde. Será um grande impacto para os pacientes e seus provedores, e acontecerá mais rápido do que podemos imaginar. * Michael Walker é líder global de saúde do grupo de soluções industriais da Oracle.

Com a regulamentação das despesas médicas relacionadas ao monitoramento remoto dos pacientes nos Estados Unidos, a tendência é que as tecnologias emergentes aliadas à análise de dados ganhem mais...

Transformação nos Negócios

6 maneiras de fazer com que sua cadeia de suprimentos esteja preparada para o futuro

As mudanças tecnológicas, como as plataformas em nuvem, são importantes para atender às expectativas dos clientes e manter a cadeia de suprimentos competitiva. Por Dominic Regan * Como serão as cadeias de suprimentos do futuro? As pessoas imaginam veículos não tripulados acelerando por ruas movimentadas e drones sobrevoando e deixando encomendas à nossa porta. Embora a entrega autônoma certamente seja parte da cadeia de suprimentos do futuro, as mudanças mais significativas acontecem nos bastidores: modernos aplicativos em nuvem para gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM, Supply Chain Management, em inglês) estão ajudando a transformar as cadeias de suprimentos, para que sejam flexíveis e acompanhem o surgimento de novas tecnologias e a mudança de expectativa dos clientes. As cadeias de suprimentos são fundamentais para empresas voltadas para produtos e apresentam o maior potencial de melhorar ou piorar seu desempenho geral. Na realidade, o Fórum Econômico Mundial relata que 75% das empresas de manufatura, logística e varejo esperam que as tecnologias digitais causem um impacto financeiro positivo em suas cadeias de suprimentos. Este tema é analisado no e-book Acelere a inovação e a agilidade em toda a sua cadeia de suprimentos (em inglês), e aqui apresentamos um resumo dos motivos para as cadeias de suprimento precisarem mudar e como isso deve acontecer. Leia mais: 4 tecnologias que prometem turbinar as cadeias de suprimentos Os dados e a conectividade são fundamentais para que as empresas sejam capazes de atender clientes cada vez mais exigentes. Os consumidores on-line se acostumaram a esperar atendimento personalizado e respostas rápidas em todos os seus canais de compras. Do mesmo modo, os líderes empresariais esperam por cadeias de suprimentos altamente dinâmicas e mais ágieis, que possam processar os pedidos dos clientes com rapidez, atendendo-os de acordo com a expectativa dos clientes. Que mudanças as organizações precisam fazer para garantir que suas cadeias de suprimentos continuem competitivas?  Comprometimento com a modernização através da nuvem Substituir sistemas e processos antigos e fragmentados por aplicativos conectados em nuvem é a primeira etapa para obter uma cadeia de suprimentos ágil e dinâmica.  Os aplicativos de SCM no local geralmente têm escopos limitados e raramente são projetados para oferecer suporte ao atendimento de pedidos de forma rápida e bem-informada. Como resultado de suas estruturas de informações fragmentadas, geralmente os usuários não têm uma visão completa de todos os processos da cadeia de suprimentos, não podendo compartilhar informações entre as diferentes áreas, o que permitiria que todos se adaptassem rápida e facilmente às mudanças.  Em contrapartida, uma plataforma em nuvem com aplicativos de SCM conectados de ponta a ponta cria uma rede digital que conecta produtos, serviços e ativos aos clientes, funcionários e parceiros. O resultado é a obtenção de visibilidade, comunicação e controle abrangentes e em tempo real. A arquitetura moderna do Oracle SCM Cloud faz isso naturalmente, e nossos clientes já comprovaram inúmeras vezes seu valor. Entre outros benefícios, a IDC constatou que os clientes do Oracle SCM Cloud apresentavam em cinco anos ROI de 267%, ponto de equilíbrio de 12 meses e equipes de cadeia de suprimentos 28% mais produtivas. Vejamos seis características das cadeias de suprimentos flexíveis e ágeis: 1. Aplicativos em nuvem eficazes: Cadeias de suprimento modernas usam soluções em nuvem para: Trabalhar em sistemas e dispositivos, de forma que todos consigam monitorar as tarefas e entregas de processos, a partir de qualquer lugar. Analisar grandes quantidades de dados e fornecer informações valiosas aos membros da cadeia de suprimentos. Utilizar os recursos de colaboração social e móvel para agilizar processos, trabalhar com mais eficácia e conectar-se instantaneamente, de qualquer lugar. 2. Tecnologias emergentes integradas: As soluções em nuvem fornecem análises intuitivas, integradas e sempre atualizadas. Elas também usam cada vez mais tecnologias avançadas, como inteligência artificial e aprendizado de máquina. As tecnologias avançadas possibilitam elevar os níveis de automação em aplicativos e tomar melhores decisões empresariais através de modelagem e recomendações preditivas e prescritivas. Elas também oferecem a base para empresas que desejam aproveitar outras oportunidades de tecnologias emergentes, como blockchain para redes de comércio particulares e recursos de rastreamento e monitoramento. 3. Fácil acesso a informações: As soluções em nuvem oferecem visibilidade atualizada sobre diversos aspectos da cadeia de suprimentos, como inventário, status do pedido e entregas, além de alertas sobre mudanças no status que possam prejudicar os resultados comerciais. Os aplicativos em nuvem também podem oferecer informações sobre situações que antes eram difíceis de detectar, através de análise integrada e conectividade com a Internet das coisas (IoT). Por exemplo, as condições ambientais, como mudanças na temperatura e umidade, podem ser monitoradas para produtos frágeis ou perecíveis. 4. Escalabilidade e segurança: Os aplicativos em nuvem são mais escalonáveis que os aplicativos no local. Novos usuários podem ser adicionados mais rapidamente e sem requisição de hardware/software. Os aplicativos no local não apresentam este recurso, e isso limitou a forma como podem ser usados para lidar com os obstáculos da cadeia de suprimentos, como picos sazonais de demanda. Com a nuvem, por exemplo, as empresas podem implantar um sistema de gestão de depósito (WMS, Oracle Warehouse Management Cloud) completo para lidar com o inventário sazonal excedente e depois desativá-lo, quando não for mais necessário. Isso não era economicamente viável, nem operacionalmente possível na época das implantações de sistemas de gestão de depósito no local. Outro benefício de utilizar aplicativos de SCM em nuvem é que os dados do sistema são armazenados pelo provedor de serviços em um data center muito seguro. Isso significa que os administradores podem aplicar patches imediatamente para lidar com ameaças cibernéticas que surgem rapidamente, e que podem prejudicar as cadeias de suprimento modernas. 5. Sistemas fáceis de manter e atualizar: As empresas precisam se concentrar na experiência do cliente, e não nas limitações e nos ciclos de vida de seus aplicativos. Todos os aspectos de gerenciar aplicativos de SCM são mais fáceis na nuvem do que no local: adoção, uso, gerenciamento, capacidade de configuração e atualizações. Usar uma plataforma em nuvem de ponta a ponta também elimina um obstáculo comum dos aplicativos antigos, em que a adoção da funcionalidade de SCM depende e geralmente está subordinada ao ERP principal. Muitas cadeias de suprimentos não conseguem mudar seus processos empresariais ou adotar tecnologias emergentes rapidamente, pois as atualizações dos seus aplicativos de SCM no local só podem acontecer depois que uma grande implementação do ERP ou uma atualização de lançamento for realizada, e esses processos podem demorar anos. 6. Um parceiro compreensivo: Ter um parceiro de nuvem que tenha não só muitas habilidades técnicas, mas também experiência comprovada nos negócios, pode tornar a atualização de uma cadeia de suprimentos mais fácil e bem-sucedida. Cada cadeia de suprimentos é diferente, e um parceiro com um longo histórico em arquitetura e suporte de soluções empresariais para todos os tipos de empresa pode oferecer adicionais valiosos. Por exemplo, a Oracle tem uma vasta base de clientes de SCM tanto na nuvem quanto no local. Enquanto os clientes de aplicativos no local estiverem mudando para a nuvem, eles podem sincronizar dados entre os dois conjuntos de aplicativos, para que as equipes trabalhem com as mesmas informações. Após estarem completamente na nuvem, os clientes podem utilizar dados de usuários em anonimato como parâmetro de comparação do seu desempenho com relação aos seus pares, pois todos os usuários têm os mesmos aplicativos padronizados. Diga adeus à cadeia de suprimentos do passado As expectativas dos clientes mudaram. Eles querem que seus produtos sejam entregues de forma rápida e segura, não importando se o pedido é de um aparelho doméstico barato ou de milhões de dólares em equipamentos industriais. Esta transformação está reverberando em todas as cadeias de suprimentos e requer a mudança do antigo modelo de SCM para uma versão nova, mais ágil, que seja conectada, flexível e proativa.  Os antigos aplicativos de SCM no local não são capazes de oferecer os recursos necessários para essa transformação, mas os sistemas modernos, em nuvem, sim. Uma plataforma de SCM de ponta a ponta, como o Oracle SCM Cloud, integra as informações em um único lugar e possibilita ampla visibilidade e controle, para que as cadeias de suprimento possam ser flexíveis e cumprir com demandas e condições em constante mudança. * Dominic Regan é diretor sênior para a execução da cadeia de valor na Oracle.

As mudanças tecnológicas, como as plataformas em nuvem, são importantes para atender às expectativas dos clientes e manter a cadeia de suprimentos competitiva. Por Dominic Regan * Como serão as cadeias...

Transformação na TI

Três problemas e soluções para conformidade de dados corporativos

Com o aumento das ameaças de cibersegurança é importante que as empresas estejam atentas à segurança e conformidade dos seus dados. Por Maywun Wong * A crescente quantidade e sofisticação das ameaças de cibersegurança tem sido enfrentada com um aumento proporcional em regulamentações. Manter a conformidade com a legislação nacional e, cada vez mais, com padrões globais demanda tempo e recursos significativos. É uma dor de cabeça, mas há boas razões para o aumento no número de normas. Empresas processam e mantêm grandes quantidades de dados de seus clientes. Com ferramentas de inteligência de dados cada vez melhores, essas informações podem ser usadas para fornecer novo valor a empresas e clientes. No entanto, este valor é combinado com novas ameaças à segurança e preocupações com a privacidade. Em outubro, a Cathay Pacific Airlines anunciou que hackers tiveram acesso às informações pessoais de até 9,4 milhões de clientes, incluindo nomes, datas de nascimento, números de telefone, endereços de e-mail e números de passaporte. Como Suparna Goswami observou em uma postagem no site Bank Info Security, a Cathay Pacific está migrando de suas soluções herdadas no local para a nuvem. Embora ainda não esteja claro como se deu a violação, vários peritos observaram os riscos envolvidos quando empresas migram seus dados do cliente para a nuvem. Leia mais: Três fatores essenciais para a segurança da nuvem Vamos dar uma visão geral dos principais tópicos de conformidade que afetam as empresas: a privacidade das informações, o acesso aos dados e dicas de segurança cibernética para a gestão de questões regulatórias em cada área. Também vamos olhar especificamente como Oracle Exadata Cloud at Customer está bem posicionado para ajudar as empresas a permanecer seguro e compatível.   Há várias camadas de defesa, incluindo pessoas, processos e tecnologia, que contam com soluções Oracle Cloud (e, por extensão, Cloud at Customer). Como todas as soluções Oracle Cloud oferecem o mesmo alto nível de segurança, a escolha entre Oracle Cloud e Exadata Cloud at Customer muitas vezes é uma questão de conformidade em nível de indústria, já que organizações de determinados setores precisam armazenar dados privados atrás de seus próprios firewalls. Com o Exadata Cloud at Customer, as empresas podem se beneficiar de todos os serviços públicos de nuvem e adotar a nuvem dentro de seu próprio data center.  1. Proteção da Privacidade das Informações  A situação:  Sob o novo General Data Protection Regulation (GDPR), que impacta todas as empresas que fazem negócios com pessoas ou empresas na União Europeia, a privacidade de dados é um direito fundamental de todos os indivíduos.  O regulamento inclui o direito à “retificação dos dados pessoais imprecisos” e “o direito de ser esquecido”.  Apesar de ultimamente todos estarem atentos às normas do General Data Protection Regulation (GDPR), esta não é a única regulamentação para privacidade de dados. O Health Insurance Portability and Accountability Act (HIPAA) e o Fair Credit Reporting Act impactam os setores de saúde e informação de crédito, respectivamente, e o Online Privacy Protection Act está em vigor para qualquer um que fizer negócios no estado da Califórnia.  A Solução:  Muitos regulamentos sobre privacidade de dados exigem auditorias externas de conformidade para detectar e corrigir vulnerabilidades e exposição de dados. Entre uma e outra auditoria externa, as organizações de TI devem agendar análises internas para manter a conformidade e proteger sistemas e dados. Essas análises devem produzir relatórios abrangentes que incluam riscos atuais e em desenvolvimento, relatórios de incidentes e recomendações de segurança.  A plataforma Cloud at Customer inclui ferramentas nativas que ajudam a auditar e manter a privacidade dos dados. Uma das principais é a Oracle Cloud Access Security Broker (CASB). Usando o Oracle CASB, os usuários podem configurar políticas para identificar e impedir o acesso indesejado a dados confidenciais. O CASB monitora as configurações estabelecidas pelos usuários e os alerta caso ocorram quaisquer alterações. A fim de ajudar as organizações a se prepararem para auditorias de conformidade, o CASB também restaura as definições de configuração para evitar flutuações.  2. Acesso a dados  A situação:  A manutenção adequada da segurança e confidencialidade dos dados do cliente controla quem tem acesso a ele. Além do GDPR, em certos setores, como finanças e saúde, existem outras regulamentações que determinam quem tem acesso a informações confidenciais.  Como as organizações costumam compartilhar informações de clientes ou pacientes entre servidores e departamentos, um problema comum é a flutuação do acesso. O acesso a dados confidenciais muitas vezes é determinado pelas funções e responsabilidades dos indivíduos dentro da organização. Mas essas funções ou responsabilidades (e, com isso, a necessidade de acesso a informações específicas) podem mudar ao longo do tempo. Por exemplo, quando funcionários internos mudam de departamento, eles podem acidentalmente continuar tendo acesso a informações confidenciais, embora não tenham mais autorização.  A Solução:  A solução tem duas partes. A primeira parte é a manutenção de uma política de controle de acesso baseada em função (RBAC, role-based access control) que baseia as decisões de controle de acesso nas funções que um usuário tem permissão para executar dentro de uma organização. Ela também garante que usuários não autorizados não consigam passar permissões de acesso para outros usuários. Um administrador de segurança deve ser responsável por manter e fazer cumprir esta política. Esta função também inclui a responsabilidade de manter-se atualizado sobre as alterações nos regulamentos de privacidade e para ajustar o RBAC conforme for necessário.  A segunda parte envolve o uso de um sistema de autenticação centralizado e baseado em políticas. Concebido para a nuvem, o Identity Cloud Service é a avançada plataforma da Oracle de gerenciamento de identidade e segurança, e foi projetado para ser parte integrante da estrutura de segurança corporativa.  Com o ICS, que está disponível para usuários do Oracle Exadata Cloud at Customer, um administrador de segurança pode gerenciar identidades de usuários, tanto em aplicativos na nuvem e quanto no local, com implementações híbridas de nível corporativo.  3. Requisitos elevados de segurança  A situação:  Todos os setores da economia são regulamentados por normas governamentais e específicas para cada um deles, e algumas são necessariamente mais rigorosas do que outras. Por exemplo, a Regra de Segurança do HIPAA exige uma medidas técnicas avançadas para proteção de todas as informações de saúde. Da mesma forma, o Payment Card Industry Data Security Standard (PCI DSS) define protocolos de segurança para qualquer empresa que colete informações de pagamento de clientes, como os setores de varejo e financeiro.  Conselhos governamentais e de segurança continuam alterando e aprimorando esses padrões de segurança, uma vez que proteger informações de clientes e paciente é uma preocupação contínua. Brechas de segurança no setor de saúde afetaram mais de 5,5 milhões de registros de pacientes em 2017.  E o número de brechas de segurança no setor financeiro triplicou de 2012 a 2017. A Solução:  Os riscos de segurança afetam a conformidade da sua empresa com regulamentos federais e globais, bem como a relação com os clientes. Uma maneira de reduzir esses riscos é minimizar sua superfície de potenciais ataques. Uma superfície de ataque compreende todos os pontos em que um usuário não autorizado pode tentar violar. Um meio simples de minimizar superfícies de ataque é reduzir a quantidade de código em execução a qualquer momento.  O outro risco de segurança é a flutuação da configuração. Com o passar do tempo, a configuração de servidores tende a ficar desatualizada devido a problemas como patching inconsistente e alterações ad hoc que são feitas ao software e/ou hardware, mas que não são documentadas.  A solução para essa flutuação requer, entre outras medidas, auditorias regulares de configuração, que podem fazer parte das auditorias e relatórios de segurança de maior escopo. Mas nem tudo precisa ser executado manualmente. Por exemplo, através do Programa de Atualização de Patches da Oracle, o Exadata Cloud at Customer é mantido, remendado e atualizado pela Oracle.  Patches são implantados trimestralmente, junto com atualizações críticas de software.  Chegando à raiz do problema  A Oracle acredita que segurança não é apenas um problema de tecnologia, mas um problema que envolve processo e pessoas. Ao manter controles administrativos fragmentados e não padronizados em toda sua pilha de tecnologias, as empresas criam brechas e riscos de segurança. Isso vale para arquiteturas no local, na nuvem ou híbridas.  Lidar com questões de conformidade em nível nacional, global e setorial requer uma estratégia abrangente de conformidade que envolva coordenação entre diferentes áreas internas, incluindo o departamento jurídico, recursos humanos e TI, entre outras. Embora seja imprescindível assegurar a segurança e conformidade por toda pilha de tecnologia, também é necessário ter estratégias contínuas de segurança e privacidade implementadas de cima para baixo. * Maywun Wong é diretor de marketing de produto na Oracle.

Com o aumento das ameaças de cibersegurança é importante que as empresas estejam atentas à segurança e conformidade dos seus dados. Por Maywun Wong * A crescente quantidade e sofisticação das ameaças...

Pessoas

O que empresas e colaboradoras podem fazer para transformar a maternidade em aliada?

Confira algumas dicas que a Oracle tem buscado implementar para fazer desse momento uma experiência de aprendizagem e, acima de tudo, de celebração da vida. Por Daniele Botaro * Mais da metade das mulheres ouvidas em uma pesquisa da FGV estava fora do mercado de trabalho um ano após o início da licença-maternidade. Os motivos variam entre demissão, falta de vagas em creches ou renda insuficiente para contratar uma babá. E a Paternidade? E o papel das Empresas? Gestores? Mitos sobre mães profissionais? Custo da licença maternidade? Sociedade? Pressão familiar? Políticas públicas? Muitos desses fatores (ou todos) impactam no avanço das mulheres na carreira e na maneira como são percebidas profissionalmente em suas empresas, tanto por gestores, como por colegas. Queria aproveitar esse espaço não para falar dos problemas comuns sobre o tema, mas sim compartilhar algumas dicas de como as empresas e as colaboradoras podem juntas transformar esse momento em oportunidade de desenvolvimento para todos. Transformar seu mundo é transformar o mundo. Acreditamos aqui na Oracle que uma vez que as pessoas se tornem protagonistas da transformação, elas transformam o mundo ao seu redor. Compartilho aqui ideias para inspirar atitudes de empresas e colaboradoras que desejam ser mães. Cada empresa tem sua realidade, assim como cada colaboradora tem seu plano de vida e de carreira, e não há receita mágica, mas essas dicas podem servir de inspiração para reduzir falhas de comunicação entre empresas e mães e pais, fazendo com que o mundo seja mais humano e as oportunidades mais igualitárias. 1) Dicas de como sua empresa pode transformar Antes de tudo, pensar que todos os colaboradores são impactados quando se tornam pais e mães e que esse impacto não precisa ser negativo para ninguém. A comunicação aberta e transparente, a definição de planos de licença, o apoio através de benefícios e suporte de todas as áreas da empresa e o fortalecimento de uma cultura inclusiva podem desmitificar a maternidade e a paternidade. Comece pelo começo com políticas, orientações de saúde e benefícios, mas lembre-se de fazê-lo de maneira humana, individual e personalizada. Saúde e benefícios: Aqui na Oracle, assim que o Ambulatório é avisado, a colaboradora grávida passa por uma consulta onde recebe diversas orientações de saúde. Ela recebe um manual com os benefícios que a Oracle oferece e orientações sobre entrega de documentos e outros processos. Há apoio psicológico disponível, vaga especial de estacionamento, benefícios extras no plano de saúde, auxílio creche e reembolsos de despesas de consultas, parto, vacinas e outros detalhes. Nossa cultura, valores e conceitos de família: Nesse momento a nossa equipe de saúde aproveita para tirar dúvidas e apresentar um curso tipo e-learning desenvolvido especialmente para mães e pais Oracle, sobre o programa BeFamily. Esse conteúdo fala sobre conceitos de família, maternidade e paternidade e muito mais. Estrutura de apoio: Orgulhosamente apresentamos a sala de apoio a amamentação recém-inaugurada no nosso escritório no Morumbi em São Paulo. Muitas empresas ainda não possuem a sala porque acreditam que precisam criar um espaço cheio de exigências, mas a nossa experiência mostra que é algo bem mais simples do que pensávamos. Mesmo quando feita sem muitas “firulas”, esse espaço faz uma diferença gigantesca na experiência da colaboradora que volta da licença e continua amamentando. Dica: nesse link há um guia de exigências básicas para salas de apoio a amamentação em empresas. A segunda parte em que a empresa pode atuar é na gestão de carreira da colaboradora que sairá de licença. A maternidade vem com muitos desafios, por isso é importante que os gestores tentem mudar esse cenário e, para auxiliá-los, os programas de gestantes em empresas podem trazer muitos benefícios para os negócios. Muitos estudos mostram que colaboradoras que se sintam apoiadas durante a gravidez e a maternidade são mais leais, engajadas, flexíveis e produtivas. Ah, e não custa fazer um gesto de carinho e atenção no Dia das Mães. Olhe o que ganhamos aqui na Oracle! 2) Dicas de como as colaboradoras podem transformar Para as colaboradoras gestantes ou outros colaboradores que irão usufruir de licença maternidade, algumas dicas que podem parecer simples fazem toda a diferença na hora de alinhar expectativas e decidir próximos passos de carreiras. Nessa hora, o comprometimento da colaboradora e o engajamento da liderança são fundamentais para o sucesso do programa. Aqui vão alguns passos para as mulheres que planejam ser mães e para colaboradores que desejam usufruir da licença, baseado em um check list publicado pela organização americana FairyGodBoss. Conheça as políticas de seu país sobre Maternidade e Paternidade. Conheça as políticas da sua empresa sobre Maternidade e Paternidade. Busque seu Business Partner ou o RH da sua empresa para orientações de como proceder com seu/sua gestor(a). Agende uma conversa com seu/sua gestor(a) para dar a notícia e informá-lo(a) de que você está preparando um plano de licença maternidade. É importante que a conversa seja feita pessoalmente. Lembre-se de que não é o momento de aprofundar-se nos detalhes do seu plano ou de discutir projetos e carga de trabalho, é só para compartilhar a notícia. Desenvolva seu plano prévio de licença maternidade e considere alguns elementos importantes: datas e prazos de entregas de seus projetos atuais, quando você espera começar e terminar sua licença, quem irá te substituir e qual será o papel dessa pessoa durante o período que estiver fora. Escolha um bom momento e agende uma reunião para validar o plano com seu/sua gestor(a). Você poderá – ou mesmo precisará – atualizar seu plano em outro momento. É importante compartilhá-lo com outras pessoas que você julgue importantes, como o seu time, por exemplo. Depois da 26ª semana de gestação, é bom enviar um e-mail avisando seus clientes, fornecedores e parceiros, indicando prazos, datas e quem irá lhe substituir. Atualize seus dados de contato e seu plano de licença, se necessário. Antes de voltar, há várias coisas a serem feitas tanto para preparar colaboradora e equipe para o retorno, quanto para treinar e preparar a própria mãe para a nova rotina, agora com o novo membro da família. Preparando-se para a primeira semana Quanto menos estressada e mais preparada você estiver na sua primeira manhã de retorno ao trabalho mais você vai se sentir confiante para retomar suas atividades. Antes de voltar ao trabalho, faça um passeio de um dia com seu bebê, para ter uma ideia de quanto tempo levará a nova rotina matinal e outros detalhes. Acorde cedo, como se estivesse indo para o trabalho, prepare-se primeiro e depois prepare o bebê. Alimente-o, arrume-o, organize as coisas e depois faça o trajeto casa-escola-trabalho. Marque o tempo e, a partir disso, planeje seu novo horário matinal. Preparando-se para o retorno da licença Considere as seguintes perguntas e trabalhe com seu/sua gestor(a) para planejar um retorno eficaz e bem-sucedido: O que você precisa que seu/sua gestor(a), equipe e colegas preparem para o seu retorno ao trabalho? Em qual momento/status seus projetos deveriam estar? Qual seria a pior coisa que poderia acontecer no seu retorno e como isso poderia ser evitado? Por fim, descubra se sua empresa tem grupos de apoio para mães e pais e participe. Esses grupos podem ajudá-la a se sentir menos sozinha e você verá que muitos dos desafios são semelhantes. Se você não tiver a sorte de ter um desses grupos na sua empresa, que tal você liderar essa transformação? * Daniele Botaro é a líder de Diversidade para Oracle América Latina.

Confira algumas dicas que a Oracle tem buscado implementar para fazer desse momento uma experiência de aprendizagem e, acima de tudo, de celebração da vida. Por Daniele Botaro * Mais da metade das...

Transformação na TI

Oracle Groundbreakers Tour passa por 12 cidades na América Latina

Evento é oportunidade para desenvolvedores entrarem em contato com especialistas mundiais por meio de palestras e oficinas práticas. Por Redação Oracle O Oracle Groundbreakers Tour 2019 desembarca em 12 cidades da América Latina no mês de agosto. O objetivo do Tour é reunir desenvolvedores e especialistas, em palestras e workshops, em que os participantes poderão aprender mais sobre técnicas e ferramentas de desenvolvimento. O Groundbreakers Tour terá início em Santiago, no Chile, no dia 2 de agosto, e terá seu último encontro no dia 26 na Guatemala. No Brasil, o encontro acontece no dia 10 de agosto, na Universidade Nove de Julho, Campus Vergueiro. Leia mais: Vencedora do Groundbreaker Awards quer reprogramar a tecnologia Os eventos abordarão temas como Banco de Dados – como foco especial em segurança –, integração, big data, BI e Analytics, Bancos de Dados No-SQL, além de temas mais relacionados a desenvolvimento, como Java, microsserviços, chatbots, containers, kubernets, desenvolvimento de API e DevOps. Os palestrantes ainda estão sendo confirmados e mais informações podem ser obtidas no site do Oracle Groundbreakers Tour 2019 Latin America. Oracle Groundbreakers O Groundbreakers é uma comunidade que busca criar conexões entre developers que sejam engajados no mundo da programação. Os Groundbreakers Ambassadors, como são conhecidos os membros da comunidade, são desenvolvedores curiosos que queiram entender como as coisas funcionam, por que funcionam dessa maneira e como podem ser melhores. A fim de reconhecer esses desenvolvedores, foi criado o Groundbreaker Awards, que neste ano premiou quatro desenvolvedores, entre eles, a brasileira Carla de Bona.

Evento é oportunidade para desenvolvedores entrarem em contato com especialistas mundiais por meio de palestras e oficinas práticas. Por Redação Oracle O Oracle Groundbreakers Tour 2019 desembarca em 12...

Transformação nos Negócios

Cinco perigos a evitar na migração do HCM para a nuvem

Migrar as soluções de recursos humanos para a nuvem provê modernização e a possibilidade de integração com novas tecnologias, como a inteligência artificial – mas é preciso estar atento a esta jornada de migração. Por Lori Pierson * As condições para migrar aplicativos de recursos humanos do local para a nuvem nunca foram tão favoráveis. A transição está se tornando obrigatória para as empresas que desejam levar seus aplicativos de RH para o próximo patamar, tirar partido das novas tecnologias, como a inteligência artificial, e proporcionar uma experiência aprimorada para os funcionários atuais e futuros. Leia mais: E se você conseguisse prever a saída de seus melhores funcionários? No entanto, antes de dar esse grande passo, as organizações precisam estar preparadas para a jornada que terão pela frente. Aqui está uma lista dos perigos que as organizações devem tentar evitar ao atualizar o HCM na nuvem. 1.  Atrasar anúncios de mudanças na organização Uma mudança pode ser excelente, mas também pode ser um desafio. Uma atualização completa de sistemas de RH existentes há anos – ou mesmo décadas – provavelmente exigirá um período de transição. Comunicação frequente e aberta com todas as áreas afetadas ajudará a reduzir as preocupações e facilitar a transição. Isso também permitirá à equipe de RH confirmar que seus avanços estão indo ao encontro das necessidades de todos os envolvidos. 2.  Deixar as partes interessadas de fora Às vezes, em um esforço para melhorar a experiência para todos, o RH pode se esquecer de incluir os principais envolvidos em decisões importantes. Firmar parcerias com essas partes interessadas – tais como operações, gerentes, equipe de RH e todos que desempenham um papel na implementação de novas tecnologias em toda a organização – para entender como elas querem usar os novos aplicativos ajudará a elevar a taxa de adoção quando você estiver pronto para entrar em produção. 3.  Complicar demais a implementação A mudança para a nuvem pode ser complexa. Trata-se de uma operação composta por várias etapas e muitas decisões ao longo do caminho. No entanto, seja qual for o grau de complexidade da implementação, é improvável que um aplicativo resolva 100% das necessidades de sua população de usuários. Não deixe que isso afete seu ânimo. Atenha-se à “Regra 80-20” para tomar decisões inteligentes, que procurem atender às necessidades da maioria dos usuários. 4.  Não antecipar obstáculos ao longo do caminho Embora ninguém goste de lidar com imprevistos, é quase impossível evitá-los em qualquer projeto de atualização em larga escala. O truque é decidir de antemão como você vai lidar com os desafios e comunicar claramente o seu plano para toda a equipe do projeto. Conhecer de antemão o plano de ação para resolver este tipo de obstáculo – incluindo o desenvolvimento de um processo para comunicar os desafios para as partes interessadas e identificar quem serão os tomadores de decisão por área de especialização – ajudará a reduzir a frustração e manter seu projeto avançando conforme esperado. 5.  Esquecer por que você está fazendo a atualização Vários meses podem se passar entre as primeiras reuniões para analisar as opções de nuvem, escolher uma delas, assinar na linha pontilhada e dar início à sua implementação. À medida que a equipe de tomadores de decisão e responsáveis pela implementação avança por essas etapas, o objetivo final às vezes acaba sendo esquecido. Comunicação e verificação frequentes podem ajudar a minimizar esse problema. Para garantir a sua equipe não perca o foco, reveja periodicamente as razões para a atualização e acompanhe o seu progresso em relação às metas para manter todos alinhados e motivados. A Oracle possui uma suíte completa de aplicativos em nuvem para gestão de negócios. Conheça a solução de gerenciamento de capital humano, o Oracle HCM Cloud. * Lori Pierson é vice-presidente de HCM Transformation na Oracle.

Migrar as soluções de recursos humanos para a nuvem provê modernização e a possibilidade de integração com novas tecnologias, como a inteligência artificial – mas é preciso estar atento a esta jornada...

Oracle Brasil

ESPM leva mais credibilidade aos dados com tecnologia Oracle

A implantação da solução Oracle permitiu integrar em um único sistema as áreas acadêmica, finanças e RH, levando maior integridade aos dados e flexibilidade para o negócio. Por Redação Oracle A ESPM escolheu a Oracle como parceira para substituir seu sistema antigo de gestão, integrando em uma única solução suas áreas Acadêmica, Recursos Humanos e de Finanças. O objetivo era ter essa integração de áreas por meio de uma solução que permitisse que, no futuro, a Escola tivesse flexibilidade em seus negócios e autonomia sobre as informações geradas. Após uma análise estratégica de suas necessidades, seguida de prova de conceito e análise de mercado, a ESPM escolheu o Oracle Peoplesoft para iniciar sua jornada de transformação digital. Hoje, praticamente todos os alunos, tanto da graduação quanto da pós-gradução, já estão integrados no sistema Campus Solution. Leia mais: Cinco maneiras em que o blockchain está revolucionando o ensino superior Segundo Paulo Marsula, CIO da ESPM, com a solução Oracle a instituição ganhou agilidade, flexibilidade e conseguiu aumentar sua produtividade. “Além disso, o sistema de faturamento financeiro passou a ter mais integridade e credibilidade, pois com a solução a Escola tem a certeza de que os dados se mantêm os mesmos no sistema de origem e no de destino, sem que seja necessária a conferência das informações, que era exigida quando a transferência dos dados era feita de forma manual”, explica Marsula. Os alunos também tiveram benefícios com a implantação da nova solução, pois a tecnologia permitiu que a ESPM criasse um aplicativo mobile em que os alunos têm acesso a informações de maneira mais rápida. Esse mesmo aplicativo ainda permite que os professores façam a chama de presença das aulas diretamente no celular, economizando papel e tornando o processo mais sustentável.  “Aqui na ESPM, professores e alunos são nosso principal público, por isso a riqueza das informações que conseguimos organizar possibilitou trabalhar cada vez mais  próximos a esses públicos”, completa Marsula. Leonardo Fernandes Labate, Gerente de TI, e Paulo Marsula, CIO da ESPM. Esse início da transformação digital da ESPM tem feito com que a Instituição invista cada vez mais em tecnologia e um dos próximos passos é direcionar a Escola para a adoção da inteligência artificial, por exemplo. “Queremos ajudar o aluno na tomada de decisão, sobre o que ele vai fazer com a sua carreira lá na frente, de uma forma muito mais digital. A implementação do Peoplesoft foi o ponto crucial para darmos o próximo passo no investimento em novas tecnologias que nos possibilitam cada vez mais inovar em nossos processos”, complementa a informação o Gerente de TI da ESPM, Leonardo Fernandes Labate. Ambos os profissionais são categóricos em afirmar que a ESPM já olha para o futuro e para os próximos passos da inovação digital: “entendemos que a parceria com a Oracle nos possibilita visualizar as novas tecnologias com muito mais segurança e nos leva cada vez mais perto da migração para a nuvem.”

A implantação da solução Oracle permitiu integrar em um único sistema as áreas acadêmica, finanças e RH, levando maior integridade aos dados e flexibilidade para o negócio. Por Redação Oracle A ESPM...

Inovação

Três fatores essenciais para a segurança da nuvem

O "Relatório de 2019 sobre ameaças de nuvem, realizado pela Oracle e pela KPMG" demonstra a importância da visibilidade, da responsabilidade compartilhada e da presença de um diretor de segurança da informação na tomada de decisões. Por Alan Zeichick* Quer proteger seus ativos na nuvem? Você precisa saber o que são e quem está usando esses ativos. Suas equipes de segurança devem ser capazes de ver tudo o que se passa na sua infraestrutura de nuvem, do núcleo à borda da nuvem. Elas precisam saber quais partes de seus aplicativos de nuvem a empresa é responsável por proteger e quais delas são responsabilidade do provedor de serviços de nuvem. E no nível executivo, o diretor de segurança da informação (CISO) deve participar de todas as discussões que envolvam a aquisição ou o uso de novos aplicativos ou recursos de nuvem, para garantir que esses serviços estejam protegidos e cumpram com as políticas da empresa. Esses são três dos principais aspectos extraídos do "Relatório de 2019 sobre ameaças de nuvem, realizado pela Oracle e pela KPMG." A segurança de nuvem é fundamental para as empresas modernas, basta dar uma rápida olhada no jornal e ver notícias sobre empresas que tiveram arquivos desprotegidos de clientes baixados por terceiros, roubo de propriedade intelectual de empresas de tecnologia e interrupção completa de negócios. Leia mais: Como evitar uma catástrofe de dados A segurança da nuvem é um grande desafio por outro motivo: o uso corporativo da nuvem chegou a níveis de adoção surpreendentes e continua aumentando. No estudo realizado pela Oracle e pela KPMG, 7 entre 10 organizações relataram um aumento no uso de serviços de nuvem essenciais para os negócios, com enorme aumento no número de empresas que armazenam seus dados na nuvem. Ao mesmo tempo que o uso de soluções em nuvem aumenta, as considerações sobre segurança estão sendo deixadas para trás. No total, 93% das organizações participantes relataram que os usuários utilizaram aplicativos em nuvem mal-intencionados. Este é um ótimo exemplo de "TI sombra", ou seja, decisões tecnológicas tomadas por funcionários sem o conhecimento nem a aprovação do departamento de TI. Essas decisões se baseiam no movimento BYOD (uso de dispositivos particulares no trabalho) e na consumerização de TI. Os funcionários podem, por exemplo, executar serviços de nuvem como consumidores (utilizando soluções como Evernote ou Dropbox) para aumentar a produtividade individual. E, durante esse processo, podem armazenar ou até compartilhar informações comerciais confidenciais, como dados de clientes ou documentos financeiros nestas soluções. Os departamentos podem se registrar em aplicativos de SaaS hospedados (como WordPress ou Adobe Creative Suite). Os desenvolvedores podem usar repositórios de códigos de desenvolvimento de software (como GitHub ou SourceForge). E outros colaboradores podem compartilhar com seus parceiros, fornecedores ou clientes plataformas colaborativas em nuvem, como Slack ou SharePoint. Esses aplicativos em nuvem são ruins? Na maioria das vezes, os produtos são bons da perspectiva de qualidade de software. Mas ter uma boa reputação não libera o uso destes aplicativos específicos em sua empresa sem o conhecimento e a aprovação do departamento de TI. E mesmo após a aprovação do uso de um aplicativo, o diretor de segurança da informação deve verificar se ele foi implementado de acordo com as políticas de segurança de sua empresa. Caso contrário, a organização corre o risco de perder dados importantes, de eles serem roubados ou que estranhos obtenham acesso a informações e processos confidenciais internos. Há muitos riscos às organizações, portanto os líderes não podem ser complacentes com relação à segurança. Aqui estão as três principais maneiras de afastar essas ameaças e enfrentar as dificuldades de forma incisiva. Fator essencial 1: Veja tudo o que precisa ser protegido Visibilidade é essencial para todos os aspectos da segurança. Analise o prédio onde fica seu escritório: há câmeras vigiando as portas externas, por exemplo, e um software registrando a chegada de funcionários e fornecedores para proteger os espaços de trabalho. O mesmo deve ocorrer com informações importantes sobre o tráfego da rede, tentativas bem ou malsucedidas de efetuar login na rede e o uso de aplicativos corporativos. Não basta saber que o diretor financeiro efetuou login no sistema de contabilidade à uma da manhã. Também é importante saber o tipo de dispositivo, sua localização e a telemetria envolvida. A transação pode ser completamente válida, ou pode estar sendo realizada do outro lado do mundo, quando na verdade o diretor financeiro está em casa. A transação ainda ter sido feita no próprio smartphone do diretor financeiro, após ele ter clicado no link de um e-mail de phishing. Sem visibilidade, os softwares de segurança baseados em inteligência artificial não são capazes de detectar anomalias ou formar padrões de comportamento que podem indicar fraude ou atividade ilegal. Sem visibilidade, os investigadores de segurança não conseguem definir a causa principal de situações incomuns de forma rápida e precisa. Isso acontece especialmente com serviços de nuvem, disse Greg Jensen, diretor sênior de segurança de nuvem da Oracle e coautor do "Relatório de 2019 sobre ameaças de nuvem, realizado pela Oracle e pela KPMG". "O relatório apresenta muitos exemplos sobre os desafios de visibilidade", disse. "As organizações não sabem o que seus funcionários estão fazendo com os serviços de nuvem e para onde seus dados corporativos estão indo. Eles foram parar no Google? Ou na Amazon? Eles foram para o serviço de nuvem excelente de Bill e Ted? Eles não têm essa visibilidade." Uma maneira de obter mais visibilidade é implementando a tecnologia de conformidade com o CASB para o ecossistema de nuvem, diz o coautor do relatório, Brian Jensen (sem relação familiar), consultor de gerenciamento de riscos da KPMG. Um CASB, ou agente de segurança de acesso na nuvem (Cloud Access Service Broker), oferece visibilidade para toda a pilha de nuvem, fornecendo automação de segurança para que as políticas corporativas sejam cumpridas. Uma plataforma CASB completa oferece detecção de ameaças, resposta automatizada de incidentes, análise preditiva e gerenciamento de configuração de segurança. "Um CASB mostra como os funcionários estão utilizando serviços de nuvem, sancionados ou não", disse o Jensen da KPMG. "Em média, as organizações executam mais de 1.900 aplicativos, incluindo aplicativos em nuvem. No geral, os profissionais de segurança precisam usar um CASB para monitorar transações em nuvem essenciais para os negócios", e fazer com que as políticas relacionadas a esses aplicativos sejam cumpridas. Fator essencial 2: Entenda o modelo de segurança compartilhada Em um aplicativo clássico de data center, a empresa tem total domínio sobre tudo relacionado à segurança, desde a instalação física até o acesso à rede, passando pelas vulnerabilidades de aplicação de patch e pela verificação das credenciais digitais dos usuários. Em um serviço de nuvem, qualquer que seja, a responsabilidade com a segurança é compartilhada entre a empresa e o provedor dos serviços de nuvem. Os problemas ocorrem quando a empresa não cumpre com suas responsabilidades relacionadas à segurança, disse o Jensen da Oracle. Isso pode acontecer por conta do "TI Sombra" ou por falta de entendimento sobre o modelo de segurança compartilhada para serviços de nuvem. Por exemplo, o teste de penetração mede a facilidade de atacar um serviço de nuvem com conhecidas técnicas de hacking. Muitas empresas não veem isso como sua responsabilidade, então não realizam o teste. "As empresas não acham que são responsáveis por testar a segurança de um serviço de nuvem", disse Greg Jensen. "Na verdade, seja usando IaaS, PaaS ou SaaS, sua empresa é responsável pelo teste de penetração. A empresa é responsável por garantir que a nuvem não seja invadida: tanto o serviço como o aplicativo em si." Brian Jensen aponta a autenticação do usuário como uma área comum de falta de entendimento. "Os provedores de SaaS incluem uma solução de autenticação de logon único, só as senhas não são o suficiente", disse. "É necessário haver capacitação do usuário para garantir a proteção de dados e transações confidenciais, e por isso as organizações devem considerar o uso de autenticação multifator com biometria." O monitoramento de eventos lida tanto com a questão da visibilidade quanto do compartilhamento de responsabilidade, acrescenta. "O monitoramento de eventos de segurança no SaaS ainda é sua responsabilidade", disse. "Se houver alguma atividade de usuário suspeita associada à sua parte do modelo de responsabilidade compartilhada, você precisa estar ciente destes eventos, monitorá-los e responder a eles." (Não confunda isso com o monitoramento de eventos inicial, que o provedor de serviço de nuvem utiliza para defender-se contra diversos eventos em nível de rede.) Fator essencial 3: Participação do diretor de segurança da informação Um departamento de linha de negócios considera a adoção de um aplicativo em nuvem, talvez um aplicativo SaaS pronto. O diretor de segurança da informação é convidado para as reuniões de discussão, avaliação e aprovação de um produto? Talvez. Ou, quem sabe, não. E é muito provável que a equipe do diretor de segurança da informação não esteja envolvida na implementação e integração deste aplicativo em nuvem. Na verdade, os membros da equipe de segurança podem nem mesmo saber sobre o aplicativo até que comecem a acontecer incidentes de segurança no painel. "Há uma falta de comunicação, colaboração e visibilidade entre os executivos", disse Greg Jensen. "Esses executivos enfrentam desafios sobre como colaborar em questões relacionadas à segurança, ao risco, à conformidade e à privacidade." Se os gerentes não trabalharem em conjunto, suas equipes também não trabalharão. "Precisamos lidar imediatamente com os problemas dos executivos", acrescentou. "Precisamos tentar garantir que seja uma conversa colaborativa, onde todos entendem sua função específica para que a segurança da nuvem seja bem-sucedida em toda a organização. Se os executivos não fazem sua parte, a empresa toda está em risco." Um futuro brilhante para a nuvem Cada vez mais as empresas confiam nas soluções em nuvem para utilizar aplicativos importantes e armazenar dados essenciais. A tecnologia de segurança faz um bom serviço de manutenção, mas ainda há muito a ser feito, conforme indicado no "Relatório de 2019 sobre ameaças de nuvem, realizado pela Oracle e pela KPMG", disse Greg Jensen. "Os recursos e as soluções em nuvem disponíveis atualmente são muito superiores ao que havia poucos anos atrás", completou. "Atualmente estamos muito mais cientes sobre a segurança do que estávamos no passado, e aceitamos mais a necessidade de conversar com as equipes de segurança e de gerenciamento de riscos. * Alan Zeichick é diretor de comunicações estratégicas da Oracle.

O "Relatório de 2019 sobre ameaças de nuvem, realizado pela Oracle e pela KPMG" demonstra a importância da visibilidade, da responsabilidade compartilhada e da presença de um diretor de segurança da...

Oracle Brasil

KidZania quer mostrar para as crianças que o trabalho pode ser divertido

Com o Oracle Responsys, o KidZania conseguiu deixar sua comunicação mais assertiva e personalizada, lembrando aos pais do propósito e diferenciais do parque. Por Sasha Banks-Louie * Que criança nunca brincou de ser enfermeira, bombeira, veterinária ou algum outro trabalho adulto? As cidades simuladas de KidZania levam esse jogo a um outro nível, permitindo que as crianças de 1 a 14 anos de idade interpretem funções de centenas de empregos diferentes, recebendo “kidZos”, a moeda de KidZania. De contadores ou pilotos a motoristas de entregas ou jornalistas, o KidZania fornece às crianças uniformes, equipamentos e salários específicos do trabalho que são (muitas vezes rapidamente) gastos em alimentos, mercadorias ou atividades, como aulas de pintura, em um dos agora 27 parques KidZania em todo o mundo. Ajudar as crianças a criar um mundo mais socialmente responsável é o que o empreendedor Xavier Lopez Ancona imaginou quando, em 1999, lançou seu primeiro parque vocacional KidZania no distrito de Santa Fé, na Cidade do México, recebendo mais de 800.000 visitantes naquele primeiro ano. Como o atual presidente da KidZania, Ancona "acredita que as crianças merecem um futuro melhor", comenta o gerente sênior de fidelidade Rafael Dives. “E ele entende que a melhor maneira de ajudá-las a criar esse futuro é adquirindo novas habilidades, cuidando umas das outras e do meio ambiente e tornando o trabalho divertido." Leia mais: É hora de repensar a experiência do cliente: atualizações do Oracle CX Cloud Além de gerar receita vendendo quase 10 milhões de ingressos por ano, a KidZania franqueia seus novos parques, localizados ao redor do mundo começando com o México e incluindo Seul, Mumbai, Londres, Dubai e São Paulo, e mais 10 parques em diferentes estágios de desenvolvimento. A empresa também recebe patrocínios corporativos de marcas que desejam ter presença no parque. Cidadãos Leais Ao entrar no parque, as crianças e seus pais recebem pulseiras de identificação por radiofrequência, que compartilham o mesmo sinal para o caso de se separarem durante suas visitas. Depois de passar por uma verificação de segurança, as crianças podem visitar o escritório de imigração e obter seus "paZZports”. “Não somos apenas um parque de diversões, nós operamos como uma nação e nosso programa de fidelidade gira em torno de dar cidadania às crianças", diz Dives. Com base no número de visitas e nos tipos de atividades que as crianças realizam no parque, o KidZania oferece três níveis de cidadania – naturalizado, distinto e honrado – cada um com seu próprio conjunto de oportunidades de emprego, salários e descontos. Depois, as crianças tornam-se "cidadãos (CitiZens) honrados" que ganham a oportunidade de concorrer ao CongreZZ, órgão legislativo da KidZania que é regido por 20 jovens que se reúnem trimestralmente em um parque regional para expressar suas opiniões sobre as tendências globais atuais e como se sentem a respeito dos serviços atualmente oferecidos no KidZania. Embora os executivos corporativos do KidZania definam as políticas do parque, o feedback do CongreZZ de cada parque também é usado para tomar decisões sobre como os CitiZens e os turistas vivenciam o KidZania. A empresa também conta com o CongreZZ para obter insights sobre como pode aumentar as visitas ao parque e expandir o negócio. “Uma das coisas que aprendemos é que a maioria das crianças visita o parque devido ao boca a boca", diz Dives. “Então, o nosso programa de fidelidade está agora fortemente focado na criação de defensores do KidZania.” Representação infantil de bombeiros em um dos parques temáticos vocacionais do KidZania. Foto: Cortesia KidZania Tornando o Negócio "Muito" Pessoal Usando o Oracle Responsys, a equipe do Dives lançou recentemente uma nova campanha convidando os pais para organizar festas de aniversário das crianças no KidZania, com a equipe do parque gerenciando tudo, do envio de lembretes do evento ao fornecimento de comida e atividades.  “O principal para nós é que o Responsys está movendo nossos programas de marketing para além de enviar emails em massa que muitas vezes não surtem efeito”, diz Dives. “Ele está nos ajudando a executar programas que realmente mudam o comportamento."  Por exemplo, em vez de apenas espalhar uma versão padrão do boletim informativo da KidZania, a empresa agora personaliza o conteúdo do boletim informativo com base no status de CitiZen (cidadão) e nos interesses de atividade das crianças ou há quanto tempo elas visitaram um parque pela última vez.  “Costumávamos ter muita dificuldade quando os pais tinham mais de um filho", diz Dives. Agora, a KidZania pode personalizar um boletim informativo com ofertas exclusivas para várias crianças de uma mesma família. “Às vezes, a mensagem mais eficaz é simples como: 'Oi Juan e Karla, vocês precisam de apenas mais 10 selos para alcançar o status de Cidadão Honorável, o que os qualificará para concorrer ao CongreZZ.'" A KidZania também está usando o Responsys para realizar testes A/B em suas linhas de assunto de email para medir com que mensagens os pais mais se identificam. “O parque é para as crianças, mas todas as nossas comunicações de fidelidade são para os pais", ressalta Dives. Dives observa que, a menos que suas mensagens de marketing sejam relevantes para os pais, os índices de abertura e as taxas de cliques cairão, e o KidZania vai acabar competindo todos os outros parques de diversões que disputam o tempo livre de uma família. “Somos mais do que apenas outro parque infantil", diz Dives. “Somos um lugar onde as crianças aprendem sobre valores, sobre como ser bons cidadãos no mundo real. Estes são os atributos mais importantes do KidZania, que são a base da nossa comunicação com os pais e as razões pelas quais somos tão seletivos em relação às nossas mensagens. " * Sasha Banks-Louie é estrategista de conteúdo na Oracle.

Com o Oracle Responsys, o KidZania conseguiu deixar sua comunicação mais assertiva e personalizada, lembrando aos pais do propósito e diferenciais do parque. Por Sasha Banks-Louie * Que criança nunca...