Modernizar um ambiente tecnológico que abriga uma massa crítica de informações de mais de 200 escolas municipais do estado do Rio de Janeiro, e dados sensíveis de mais de 57 mil alunos, além de acessos frequentes de mais de 250 mil usuários ativos mensais nas plataformas de gestão da educação, tudo isso em diferentes bancos de dados, sistemas legados e estruturas pouco integradas, exigiu mais do que simplesmente migrar aplicações para a nuvem.
Era este o modelo de arquitetura anterior à evolução tecnológica, que provocava lentidão no acesso ao sistema da rede pública de ensino do estado do Rio de Janeiro, sob a gestão da Devlith, gerando insatisfação dos usuários, em especial em períodos de pico, como concretização de matrículas.
Este desenho descentralizado era a grande dor da Devlith e que a levou a decidir pela transformação. Contudo, esse passo altamente desafiante exigia organizar o ecossistema, definir prioridades, reduzir redundâncias e estabelecer uma arquitetura capaz de concentrar informações em uma plataforma mais integrada, sem comprometer a continuidade das operações.
O suporte insuficiente e o SLA problemático do provedor anterior causavam atrasos nas respostas e risco de indisponibilidade. A latência e a lentidão do sistema anterior, por manter banco de dados hospedado fora do Brasil, estancavam a velocidade de ações e acesso a informações. Cada requisição, ou seja, ida e volta aos EUA, levava muitas vezes até 4 segundos: problema que foi mitigado pela Oracle, com hospedagem em data center brasileiro e capacidade superior do banco de dados/infraestrutura da Oracle. Além de contar com a integração doMySQL ao OCI, ajustando e potencializando o armazenamento, a organização dos dados, as consultas e atualização de grandes volumes de informações estruturadas.
Outro ponto crítico que a arquitetura anterior apresentava era a insegurança em relação à proteção dos dados. Assim, na jornada de evolução a Oracle considerou a segurança de dados estratégicos, financeiros, comerciais ou pessoais , garantindo que não ficassem expostos durante a transição e após a migração.
Em julho de 2026, a Devlith colocou em prática a determinação de migrar 100% da sua infraestrutura tecnológica para o OCI. Os pontos decisivos para implementar essa evolução foram: preço altamente competitivo, prestígio da Oracle como referência global, gerando confiança e satisfação dos usuários da rede pública de ensino; qualidade do atendimento técnico; e integração humanizada entre equipe interna e equipe Oracle.
A preocupação foi constante com o risco de downtime durante a migração, atualizações de versões de aplicações. Por conta disso, toda essa jornada foi mitigada por testes, simulações, otimizações de processos e execução em janela de baixo uso (no final de semana), obtendo redução de downtime, consumindo apenas 3 horas em todo o processo de migração.
Por que Devlith escolheu a Oracle?
A lentidão do sistema anterior, que sustentava a rede pública de ensino do Estado do Rio de Janeiro, sob a gestão da Devlith, causava profunda insatisfação dos usuários, provocando impacto social, considerando o prejuízo no acesso ao conhecimento de milhares de alunos da rede.
O suporte insuficiente e o SLA problemático com o provedor anterior causavam atrasos nas respostas e risco de indisponibilidade. A latência e a lentidão aconteciam principalmente porque o banco de dados estava hospedado fora do Brasil, estancando a velocidade de ações e acesso a informações em tempo hábil. Cada requisição levava muitas vezes até 4 segundos, problema que foi mitigado pela hospedagem em data center brasileiro e capacidade superior do banco/infraestrutura da Oracle.
A preocupação constante com risco de downtime durante migração de banco e atualização de versão, precisava ser realizada por um parceiro capaz de mitigar esse quadro por meio de testes, simulações, otimizações de processos e execução com excelência. Por confiar no sucesso dessas ações, a Devlith escolheu a Oracle como parceira.
Outro ponto crítico era a governança de dados. Foi necessário unificar bases em uma plataforma única para trazer ganhos evidentes de eficiência, aliados a políticas claras de acesso, classificação e retenção de informações, principalmente quando se trata de dados estratégicos e sensíveis.
Com a migração da arquitetura para a nuvem, a Devlith obteve benefícios com o diferencial da Oracle, que proporcionou o equilíbrio da arquitetura da nuvem para evitar gargalos de desempenho e lentidão no acesso, ao mesmo tempo em que foram implementadas camadas robustas de segurança, criptografia e conformidade com regulamentações, para proteger a empresa contra vazamentos e acessos indevidos.
O objetivo da Devlith era sair de uma arquitetura lenta e engessada para outra com mais velocidade de acesso e de resposta, segura, capaz de suportar evoluções hoje e no futuro, alinhada aos objetivos de excelência em gestão e sociais da rede pública educacional do Estado do Rio de Janeiro. Essas expectativas foram alcançadas por meio da flexibilidade e da escalabilidade proporcionadas pelo OCI.
Resultados
“Ao adotar a mesma infraestrutura usada pelas maiores instituições do mundo, oferecemos à educação pública do Estado do Rio de Janeiro o que há de mais seguro, rápido e estável no mercado global, permitindo aos gestores focarem sua energia no que realmente importa: a qualidade do ensino e o sucesso dos estudantes.” — Clóvis Barbosa, CEO da Devlith
A migração para a Oracle Cloud Infrastructure (OCI), que consumiu apenas 3 horas, em um final de semana, representou um avanço importante na modernização do ambiente tecnológico da Devlith. A centralização dos dados operacionais criou condições para o desenvolvimento de recursos estratégicos, como o mecanismo de identificação de pré-evasão escolar, que acompanha continuamente informações de presença e disciplinas e gera alertas para ações de busca ativa de alinos. A nova estrutura também ampliou a capacidade de produzir relatórios e análises em tempo real, tornando mais ágil a atuação conjunta de áreas como Educação, Assistência Social e gabinete do prefeito.
Os ganhos de desempenho foram expressivos. Após a migração, o tempo de indisponibilidade durante atualizações caiu de cerca de 40 segundos para apenas 3 segundos, tornando os deploys praticamente imperceptíveis e permitindo maior agilidade nas correções do sistema. A latência das ações realizadas pelos usuários, que anteriormente variava entre 2 e 4 segundos, passou a ficar abaixo de 1 segundo. Como consequência, houve redução dos chamados relacionados à lentidão e ao suporte, acompanhada de maior satisfação dos usuários.
A evolução da infraestrutura também se refletiu na utilização da plataforma. O número de usuários ativos diariamente cresceu aproximadamente 30% após a migração, sem aumento proporcional dos custos operacionais, reforçando a relação entre desempenho e eficiência. Paralelamente, a Devlith superou limitações relacionadas ao suporte insuficiente e a níveis de serviço que anteriormente representavam riscos de indisponibilidade.
A OCI trouxe ainda avanços relevantes em governança, proteção e continuidade dos dados. Informações sensíveis, como endereços, notas, dados de transporte e de responsáveis, que passaram a ser mantidas em território nacional, contribuindo para o atendimento aos requisitos da LGPD e de certames públicos. Recursos de recuperação de dados, como o point-in-time recovery e a retenção de backups, ampliaram a capacidade de resposta diante de incidentes.
Com a infraestrutura mais integrada, segura e resiliente, a Devlith passou a contar também com uma base tecnológica mais preparada para futuras integrações e para a adoção de recursos de inteligência artificial e automação. Ao mesmo tempo, reduziu a dependência de planilhas e de conhecimentos concentrados em determinados profissionais, fortalecendo a governança e a sustentabilidade da operação no longo prazo.
Mais sobre a Devlith
A Devlith é uma empresa de tecnologia especializada no desenvolvimento de soluções para a gestão educacional pública, como plataformas que conectam dados, escolas, profissionais e gestores em um único ecossistema digital.