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Podcast: automação de processos de TI fica mais inteligente

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No 2º episódio do Oracle Cloud Now, especialista fala sobre os benefícios trazidos pela segunda geração da nuvem da Oracle.

Por Cristina De Luca e Silvia Bassi*

No mundo atual, a TI deve entregar muito mais, mais rápido que nunca. Só assim conseguirá ampliar seu papel de catalisadora estratégica dos objetivos de negócio. Nesse contexto, há muito se fala da automação da infraestrutura como  saída para otimização da TI, uma vez que o resultado da automação é a escalabilidade – o que resulta em menos esforço por pessoa para manter e expandir o ambiente de tecnologia.

Em tese, a automação pode ser aplicada a qualquer atividade.  E sua aplicação começa a se tornar cada vez mais necessária à medida que caminha em direção ao autoaprendizado. Sistemas que podem testar e monitorar a si mesmos, realizar configurações automáticas e garantir maior disponibilidade, estão mudando a cara da TI, liberando as equipes para tarefas mais estratégicas.

“Os sistemas estão usando a IA para tentar prever problemas, corrigir pequenas falhas, melhorar a performance, reduzir custos e, sobretudo, permitir fazer coisas mais sofisticadas”, explica Ricardo Urresti, diretor de Desenvolvimento de Negócios da companhia, que é o entrevistado do segundo episódio do podcast Oracle Cloud Now (ouça o programa no player abaixo).

 

 

No fundo, a razão fundamental pela qual a automação de TI está crescendo é que ela está criando valor imediato, reduzindo a quantidade de esforço manual necessário para operar a infraestrutura. Pesquisa feita pela Oracle revelou que, até 2020, mais de 80% das operações de infraestrutura de aplicativos serão gerenciadas de forma autônoma, por sistemas inteligentes.

Mas a automação não diz respeito apenas a economizar tempo e minimizar erros em tarefas rotineiras. É, sobretudo, um passo necessário na análise de dados de forma rápida e eficaz para melhor se envolver com os clientes, negociar contratos, entender o desempenho e muito mais. O mesmo levantamento da Oracle indica que mais da metade de todos os dados corporativos serão gerenciados de forma autônoma.

Não por acaso, a companhia foi a primeira a oferecer autonomia total do banco de dados, com o Oracle Autonomous Database, que automatiza todo o seu seu gerenciamento, monitoramento e ajuste, além da infraestrutura onde está implementado. Dessa forma, o DBA se livra das questões operacionais e passa a se dedicar mais às atividades estratégicas e de maior valor, como mineração de dados e o desenvolvimento de novos projetos, por exemplo.

Nuvem e automação inteligente
A segunda geração da Oracle Cloud Infrastructure (OCI), disponível no Brasil desde o fim de agosto de 2019, desempenha um papel fundamental na estratégia da Oracle na oferta de serviços como o Autonomous Database e outros aplicativos de gestão baseados em IA, segurança integrada em machine learning e análise automatizada.

“A nova geração da nossa nuvem oferece desde uma rede simples de entender e operar, como maior segurança, grande desempenho e a possibilidade de explorar melhor o desenho da infraestrutura, isolando o máximo possível a capacidade necessária”, explica Urresti.

O executivo é o entrevistado do mais novo episódio do podcast Oracle Cloud Now, que tratou das especificidades da nova geração da nuvem da Oracle. Vale separar alguns minutos para ouvir.

Oracle Cloud Now
Com um total de 4 programas, com duração de cerca de 15 minutos cada, a série de podcasts Oracle Cloud Now traz entrevistas sobre temas como transformação digital, Cloud 2.0, ERP na nuvem e banco de dados autônomo, conduzidas pelas jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi.

*As jornalistas Cristina De Luca e Silvia Bassi são responsáveis pela newsletter The Shift

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