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Como o 4G e o 5G podem coexistir enquanto você se prepara para o futuro

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A maioria das operadoras acha que migrará para um núcleo autônomo 5G completo em até dois anos após o lançamento comercial, mas para isso elas precisarão de uma arquitetura baseada em serviços nativa em nuvem e orientada por TI com um mindset de DevOps.

Por Mori Eliav*

Talvez você não consiga tirar o pé do pedal do acelerador do 4G enquanto passa para o 5G, mas pode aplicar uma força gradual para uma transição tranquila e mais refinada do 4G para o 5G.

Da mesma forma que aprendemos com a jornada dos celulares de 3G para 4G, a transição entre os “Gs” será gradativa, começando com implantações iniciais de rádio 5G e aproveitando a infraestrutura de rede 4G existente.

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Na verdade, o EPC (Evolved Packet Core) 4G coexistirá com o núcleo 5G por um bom tempo, permitindo que operadoras e clientes empresariais aproveitem recursos 5G, como fatiamento de rede e flexibilidade do plano do usuário.

A capacidade de coexistência do 4G e do 5G dependerá dos diferentes protocolos e opções de implementação, mediação e interoperabilidade que surgirem da 3GPP na:

•    Opção 2 (SA) autônomo
•    Opção 3 (3/3a/3x)
•    Opção 7 (7/7a/7x)
•    Opção 4 (4/4a)

A maioria das operadoras acredita que migrará para o núcleo autônomo completo em até dois anos após o lançamento comercial, e algumas dizem que começarão com o autônomo, como se pode observar em pesquisas recentes da Light Reading e da Heavy Reading.

Além do rádio 5G, a tecnologia se estenderá por toda a rede, do acesso móvel ao núcleo a partir de rede definida por software a todas as formas de backhaul, IP e sinalização, roteamento, redes fixas, software e muito mais.

Em seu planejamento, há muitas perguntas que as operadoras devem fazer, como:

•    Posso presumir que minha infraestrutura está pronta para integrar as funções de rede 5G?

•    E se minha equipe de rede não tiver muita experiência com 5G e nativo em nuvem?

•    Como posso garantir que os elementos da minha rede central irão interoperar?

•    Quem pode me ajudar na integração com os sistemas de gerenciamento de rede?

•    Como faço para construir e integrar o pipeline CI/CD?

•    Como posso minimizar os custos?

•    As soluções serão semelhantes às de telecomunicações?

Essas perguntas, naturalmente, são todas feitas no contexto da pandemia. Agora que consumidores, organizações e governos percebem a importância da agilidade e da flexibilidade em responder até mesmo aos eventos mais inesperados, há mais foco em lançar serviços rapidamente e redistribuir recursos de computação e armazenamento.

A otimização de redes exigirá melhores práticas para a construção de serviços 4G e 5G no contexto de nativo em nuvem e a construção de uma arquitetura baseada em serviços (SBA) que use COTS e nuvem. A SBA do 5G permitirá que elementos de rede anunciem e forneçam por meio de APIs os serviços a serem consumidos por outros elementos no núcleo.

O núcleo 5G nativo em nuvem e baseado em microsserviços do Oracle Communications suporta as opções de implementação mencionadas acima por meio da SBA. Isso proporciona flexibilidade de escolha às operadoras: elas podem implementar seus novos núcleos 5G em uma infraestrutura bare metal ou  baseada em máquinas virtuais.

Para ajudar os provedores de serviços a enfrentar os desafios das decisões que envolvem o novo núcleo 5G e os caminhos a seguir, oferecemos um Serviço de Transformação de Rede de Núcleo 5G Nativo em Nuvem, que aproveita a experiência de arquitetos de soluções e consultores locais que desenvolveram melhores práticas durante suas respectivas jornadas de implementação de núcleos 5G, incluindo: implementação de roteamento e seleção de 5G, políticas e funções de rede de banco de dados, junto com monitoramento HTTP/2, implementação, teste e fornecimento de CNE.

Em cada caso, independentemente do ambiente, os serviços de implementação são personalizados para o cliente, com o uso das melhores práticas em evolução para a prestação de serviços.

Com um conjunto integrado de ferramentas escolhidas pela Oracle e por especialistas em nativo em nuvem de terceiros, pode haver entrega rápida com automação do teste à implantação e CI/CD e gerenciamento independente do ciclo de vida de microsserviços. Isso ajudará a gerenciar a complexidade inerente da integração de componentes de núcleo 4G e 5G, especialmente com a existência de tantas diferenças entre os elementos de rede.

A integração da camada de serviço de operações com os sistemas de gerenciamento de rede será importante para o login, KPIs e configuração de CI/CD e testes automatizados.

O portfólio nativo em nuvem do Oracle Communications é baseado em microsserviços, fornecendo suporte para muitas opções de implementação diferentes com uma arquitetura distribuída para resiliência, escalabilidade e segurança. Isso permite que os provedores de serviços implementem seu novo núcleo 5G em uma infraestrutura bare metal ou baseada em máquinas virtuais.

Naturalmente, a vantagem disso é que permite que os provedores de serviços aproveitem sua infraestrutura e/ou investimento atuais.

O produto 5G da Oracle inclui a capacidade de fazer o trabalho em nome das funções de rede do consumidor (NFs) para que possa haver descoberta inteligente da topologia da rede, com rotas dinâmicas com reconhecimento de sessão entre a NF do consumidor e a NF do produtor na rede. Inclui também uma linha de aplicativos 5G combináveis, conectáveis, fáceis de implantar, modificar e atualizar que lidam com os desafios de interoperabilidade com 4G e 5G.

É Importante o suporte de plug-ins de HTTP, Diameter e mediação. Lidamos com as metas de capacidade perfeitamente por meio da escalabilidade horizontal, de ferramentas de flexibilidade, observabilidade e rastreabilidade para métricas e monitoramento, da implementação contínua e dos testes automatizados que fornecem suporte para casos de uso e de atualizações e melhorias em serviço para versões canário.

Com a mudança em andamento para uma arquitetura baseada em serviços nativa em nuvem e orientada por TI e com um mindset de DevOps, cabe às operadoras analisar com mais profundidade como podem aproveitar e melhorar as ferramentas baseadas em grupo e em TI para oferecer suporte aos atributos especiais dos serviços de telecomunicações.

Essa avaliação mais profunda também exigirá mais capacitação e integração das equipes, um fator que será tão fundamental quanto a rearquitetura da infraestrutura na evolução para o 5G.

*Mori Eliav é um arquiteto sênior com mais de 20 anos de experiência em Telecom e TI

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