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  • April 23, 2019

E se você conseguisse prever a saída de seus melhores funcionários?

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Com a grande concorrência entre as empresas, reter os funcionários de qualidade tem sido essencial para o RH. O Oracle HCM Cloud possui funcionalidades de análise preditiva que podem ajudar o departamento a prever possíveis movimentações dos funcionários e entender o que os mantém motivados.

Por Linda Currey Post *

Conforme a National Instruments tenta atrair e manter engenheiros e outros profissionais de talento, a empresa se volta para a análise de dados, a fim de identificar déficit de habilidades, prever quantas novas contratações precisará fazer, e quando, e até mesmo antecipar quantas pessoas sairão da empresa por conta de novas oportunidades.

Recentemente a National Instruments, que cria plataformas modulares de hardware e softwares de desenvolvimento de sistemas em Austin, no Texas, se reorganizou, a fim de se concentrar mais no setor aeroespacial, de defesa, transporte e governamental, o que exigiu que a empresa alinhasse seus talentos. Entre as áreas de foco com crescimento elevado, estão o setor de veículos conectados e Internet das Coisas em nível industrial.

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Eric Starkloff, presidente e diretor de operações da National Instruments, trabalha com um aluno do Boys and Girls Club para criar e programar um robô.

"À medida que nossa empresa se desenvolve, precisamos pensar sobre como nos manter à altura de nossos talentos", disse Wendy Cottrell, diretora global de operações de RH. "A análise de RH pode nos ajudar a definir novas metas como empresa, a perceber que talentos específicos precisamos contratar, como promover a mobilidade interna e como manter os funcionários que já temos."

Aprendendo com os dados

O interesse da equipe de RH em análise começou há aproximadamente cinco anos, quando eles substituíram seus sistemas separados de RH em 40 países pela nuvem de gestão do capital humano (HCM) da Oracle. Antes disso, a National Instruments "não tinha nem um sistema único, que pudesse monitorar nosso efetivo globalmente", muito menos realizar análises sofisticadas, relembra Cottrell.

Um recurso especialmente útil, diz, é o campo de "metas em cascata" do sistema, que requer que os funcionários pensem sobre como cada uma de suas tarefas diárias oferecem suporte à estratégia geral da empresa. 

A equipe de RH da National Instruments também conseguirá avaliar como os funcionários classificam suas experiências de contratação e integração, incluindo as orientações iniciais e treinamentos, bem como suas conversas regulares sobre carreira com os gerentes.

Para saber mais sobre os motivos de as pessoas saírem da empresa, eles estão aprimorando as entrevistas de saída dos funcionários. "Nosso objetivo é ter uma visão mais global dos indicadores de resultados, a fim de ajudar a influenciar nossas iniciativas estratégicas", disse Cottrell. Entre as áreas, a equipe de RH irá considerar: 

  • Se os funcionários que relatam uma experiência de integração positiva acabam trabalhando para a empresa por mais tempo que os outros.
  • Os fatores que levam um funcionário a começar a procurar por um novo emprego em outra empresa. "Isso é muito útil, pois geralmente quando eles começam a procurar emprego, a empresa já os perdeu", disse Cottrell.
  • Se os funcionários que têm conversas regulares e significativas com seus gerentes sobre satisfação profissional, possibilidades de carreira e promoções ficam mais tempo na empresa do que outros profissionais.

"As avaliações de retenção tendem a ser muito reativas", diz, "pois, no momento que temos acesso a elas, as pessoas já saíram da empresa". Os dados que coletamos a respeito dos motivos para os funcionários saírem da empresa nos ajudam a fazer uma melhor previsão sobre nossos profissionais, fornecendo mais informações sobre a saúde geral de nossos talentos. Nosso desafio é descobrir o que motiva nossos funcionários atuais, para assim prever o que eles farão no futuro.

Conforme a concorrência aumenta, "temos que começar a prever quando perderemos profissionais de qualidade", diz Cottrell. "Quanto mais rápido fizermos as análises preditivas de RH, maiores serão as chances de manter esses profissionais."

* Linda Currey Post é redatora sênior da Oracle.

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