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Tecnologias emergentes e seu impacto em indústrias, mercados e na sociedade como um todo.

  • April 16, 2019

A força de trabalho híbrida

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Assim como aconteceu com a nuvem, diferentes empresas vão adotar uma força de trabalho de última geração no ritmo que fizer sentido para elas. No entanto, a mudança é inevitável.

Por Aaron Lazenby *

A edição de inverno de 2019 da revista Profit foca em questões relacionadas a recursos humanos e é definida por alguns números intrigantes sobre o futuro do trabalho, refletidos por toda a edição. Aqui estão alguns a considerar:

  • 28% dos líderes de negócios e de RH preveem a adição de funcionários temporários à sua força de trabalho.
  • 89% das pessoas da Geração Z acreditam que estamos entrando em uma era de parcerias homem/máquina.
  • 93% dos trabalhadores aceitariam ordens recebidas de um robô no trabalho.

Como o RH deve lidar com reclamações de funcionários sobre gerentes robôs? Como as equipes de compras devem auxiliar na integração de funcionários temporários e como a folha de pagamento vai acomodar a remuneração deles? Como os gerentes tomarão decisões sobre qual trabalho deve ser feito por robôs e por IA e quais tarefas devem ser designadas a trabalhadores humanos?

Leia mais: Sete itens que líderes de RH devem conhecer sobre tecnologias emergentes

No processo de considerar essas questões (e nas conversas com especialistas de RH sobre o futuro do trabalho), a equipe editorial da Profit se concentrou em um tema: "A força de trabalho híbrida". Isso não é apenas uma referência às várias maneiras pelas quais a força de trabalho está mudando, mas também um sinal deliberado de aprovação da maneira como a Oracle costuma descrever uma plataforma de TI onde coexistem sistemas locais e em nuvem. Penso que existe uma comparação a fazer aqui: assim como aconteceu com a nuvem, diferentes empresas vão adotar uma força de trabalho de última geração no ritmo que fizer sentido para elas. No entanto, a mudança é inevitável.

A seção Need 2 Know traça uma imagem das mudanças que estão por vir. À medida que as buscas por potenciais candidatos forem cada vez mais sendo realizadas por inteligência artificial, os currículos terão que ser projetados para atrair a atenção de recrutadores robôs. À medida que os trabalhadores forem se estabelecendo cada vez mais longe das matrizes das empresas — no espaço, por exemplo — os gerentes precisarão de novas ferramentas e habilidades. Aliás, será que as pessoas deveriam sequer trabalhar? Todas essas questões influenciarão as decisões estratégicas tomadas por executivos do nível C e gerentes de RH em um futuro não muito distante.

A tecnologia também pode ajudar a compensar potenciais disrupções na força de trabalho. De acordo com Emily He, vice-presidente sênior de Marketing de Produtos de Gerenciamento do Capital Humano da Oracle, em sua coluna O toque humano da tecnologia, "a tecnologia é uma ferramenta que funciona melhor quando aprimora as percepções e ações humanas, não quando as substitui".

Nossa reportagem de capa, Safety First. . . and Fast, que mostra a cidade de Memphis, analisa a maneira como a tecnologia está ajudando a resolver os desafios de recrutamento de hoje. O prefeito Jim Strickland prometeu a seus eleitores melhorar a segurança pública expandindo a força policial e o corpo de bombeiros, e há requisitos únicos que os potenciais candidatos devem cumprir — incluindo idade, educação e experiência profissional. A diretora executiva de Recursos Humanos, Alexandria Smith, migrou os sistemas de RH da cidade para a nuvem a fim de automatizar o acompanhamento desses requisitos — simplificando o processo de inscrição e resultando em cerca de 600 novas contratações desde 2016.

Os desafios de recrutamento também são o tema central do artigo Searching High and Low. Essa história trata da busca por talentos raros, resumindo estratégias para se chegar a um conjunto de talentos tão pequeno quanto 100 candidatos qualificados. Em um mercado onde apenas alguns poucos especialistas podem decidir o sucesso ou o fracasso de um negócio, é essencial ter uma estratégia — e a tecnologia certa — para atrair o melhor dos melhores.

* Aaron Lazenby é editor chefe da revista Profit.

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