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Tecnologias emergentes e seu impacto em indústrias, mercados e na sociedade como um todo.

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KidZania quer mostrar para as crianças que o trabalho pode ser divertido

Com o Oracle Responsys, o KidZania conseguiu deixar sua comunicação mais assertiva e personalizada, lembrando aos pais do propósito e diferenciais do parque. Por Sasha Banks-Louie * Que criança nunca brincou de ser enfermeira, bombeira, veterinária ou algum outro trabalho adulto? As cidades simuladas de KidZania levam esse jogo a um outro nível, permitindo que as crianças de 1 a 14 anos de idade interpretem funções de centenas de empregos diferentes, recebendo “kidZos”, a moeda de KidZania. De contadores ou pilotos a motoristas de entregas ou jornalistas, o KidZania fornece às crianças uniformes, equipamentos e salários específicos do trabalho que são (muitas vezes rapidamente) gastos em alimentos, mercadorias ou atividades, como aulas de pintura, em um dos agora 27 parques KidZania em todo o mundo. Ajudar as crianças a criar um mundo mais socialmente responsável é o que o empreendedor Xavier Lopez Ancona imaginou quando, em 1999, lançou seu primeiro parque vocacional KidZania no distrito de Santa Fé, na Cidade do México, recebendo mais de 800.000 visitantes naquele primeiro ano. Como o atual presidente da KidZania, Ancona "acredita que as crianças merecem um futuro melhor", comenta o gerente sênior de fidelidade Rafael Dives. “E ele entende que a melhor maneira de ajudá-las a criar esse futuro é adquirindo novas habilidades, cuidando umas das outras e do meio ambiente e tornando o trabalho divertido." Leia mais: É hora de repensar a experiência do cliente: atualizações do Oracle CX Cloud Além de gerar receita vendendo quase 10 milhões de ingressos por ano, a KidZania franqueia seus novos parques, localizados ao redor do mundo começando com o México e incluindo Seul, Mumbai, Londres, Dubai e São Paulo, e mais 10 parques em diferentes estágios de desenvolvimento. A empresa também recebe patrocínios corporativos de marcas que desejam ter presença no parque. Cidadãos Leais Ao entrar no parque, as crianças e seus pais recebem pulseiras de identificação por radiofrequência, que compartilham o mesmo sinal para o caso de se separarem durante suas visitas. Depois de passar por uma verificação de segurança, as crianças podem visitar o escritório de imigração e obter seus "paZZports”. “Não somos apenas um parque de diversões, nós operamos como uma nação e nosso programa de fidelidade gira em torno de dar cidadania às crianças", diz Dives. Com base no número de visitas e nos tipos de atividades que as crianças realizam no parque, o KidZania oferece três níveis de cidadania – naturalizado, distinto e honrado – cada um com seu próprio conjunto de oportunidades de emprego, salários e descontos. Depois, as crianças tornam-se "cidadãos (CitiZens) honrados" que ganham a oportunidade de concorrer ao CongreZZ, órgão legislativo da KidZania que é regido por 20 jovens que se reúnem trimestralmente em um parque regional para expressar suas opiniões sobre as tendências globais atuais e como se sentem a respeito dos serviços atualmente oferecidos no KidZania. Embora os executivos corporativos do KidZania definam as políticas do parque, o feedback do CongreZZ de cada parque também é usado para tomar decisões sobre como os CitiZens e os turistas vivenciam o KidZania. A empresa também conta com o CongreZZ para obter insights sobre como pode aumentar as visitas ao parque e expandir o negócio. “Uma das coisas que aprendemos é que a maioria das crianças visita o parque devido ao boca a boca", diz Dives. “Então, o nosso programa de fidelidade está agora fortemente focado na criação de defensores do KidZania.” Representação infantil de bombeiros em um dos parques temáticos vocacionais do KidZania. Foto: Cortesia KidZania Tornando o Negócio "Muito" Pessoal Usando o Oracle Responsys, a equipe do Dives lançou recentemente uma nova campanha convidando os pais para organizar festas de aniversário das crianças no KidZania, com a equipe do parque gerenciando tudo, do envio de lembretes do evento ao fornecimento de comida e atividades.  “O principal para nós é que o Responsys está movendo nossos programas de marketing para além de enviar emails em massa que muitas vezes não surtem efeito”, diz Dives. “Ele está nos ajudando a executar programas que realmente mudam o comportamento."  Por exemplo, em vez de apenas espalhar uma versão padrão do boletim informativo da KidZania, a empresa agora personaliza o conteúdo do boletim informativo com base no status de CitiZen (cidadão) e nos interesses de atividade das crianças ou há quanto tempo elas visitaram um parque pela última vez.  “Costumávamos ter muita dificuldade quando os pais tinham mais de um filho", diz Dives. Agora, a KidZania pode personalizar um boletim informativo com ofertas exclusivas para várias crianças de uma mesma família. “Às vezes, a mensagem mais eficaz é simples como: 'Oi Juan e Karla, vocês precisam de apenas mais 10 selos para alcançar o status de Cidadão Honorável, o que os qualificará para concorrer ao CongreZZ.'" A KidZania também está usando o Responsys para realizar testes A/B em suas linhas de assunto de email para medir com que mensagens os pais mais se identificam. “O parque é para as crianças, mas todas as nossas comunicações de fidelidade são para os pais", ressalta Dives. Dives observa que, a menos que suas mensagens de marketing sejam relevantes para os pais, os índices de abertura e as taxas de cliques cairão, e o KidZania vai acabar competindo todos os outros parques de diversões que disputam o tempo livre de uma família. “Somos mais do que apenas outro parque infantil", diz Dives. “Somos um lugar onde as crianças aprendem sobre valores, sobre como ser bons cidadãos no mundo real. Estes são os atributos mais importantes do KidZania, que são a base da nossa comunicação com os pais e as razões pelas quais somos tão seletivos em relação às nossas mensagens. " * Sasha Banks-Louie é estrategista de conteúdo na Oracle.

Com o Oracle Responsys, o KidZania conseguiu deixar sua comunicação mais assertiva e personalizada, lembrando aos pais do propósito e diferenciais do parque. Por Sasha Banks-Louie * Que criança nunca...

Como controlar custos com processos mais inteligentes de compras

Com o Oracle Procurement Cloud uma empresa da área da saúde chegou a reduzir seus custos em 12% e liberou 2 mil horas para a equipe financeira se dedicar ao negócio. Por Jim D’Addario * De materiais de escritório a matérias-primas para peças de maquinários, as empresas estão sempre fazendo compras para garantir que seus funcionários tenham o que precisam para manter a produtividade e o funcionamento das linhas de produção. O processo de Compras (Procurement) é um componente crítico dos negócios, que garante o fornecimento contínuo, o desempenho consistente de fornecedores, a mitigação de riscos e o controle de custos. Para controlar os custos, as atividades de compra devem ser bem gerenciadas, em virtude dos efeitos que exercem sobre as margens de lucro e o fluxo de caixa da empresa. O gerenciamento dos gastos de uma empresa é uma prioridade máxima, mas hoje em dia muitas organizações não possuem processos e controles efetivos sobre as atividades de compra dos funcionários. Leia mais: Blockchain: duas maneiras de pensar sobre as oportunidades de negócios Compras: controlando as despesas Compras é uma área complexa que abrange várias atividades. Entretanto, o controle das atividades básicas de compra pode ser um desafio para muitas empresas. É um problema que pode ser atribuído, em parte, às ferramentas usadas pelas empresas para gerenciar os processos de compra. Um controle de gastos inteligente envolve incentivos e impedimentos. Muitas empresas enfrentam dificuldades para manter o controle de gastos porque não possuem os sistemas que forneçam suporte para isso. Os sistemas de eProcurement surgiram nos anos 1980 como um componente dos sistemas ERP locais, mais amplos.   No entanto, os sistemas legados de Compras — em que as compras transacionais eram gerenciadas pelos funcionários — eram difíceis de usar e caros para implantar. Experiências de usuário inadequadas acabaram se tornando um impedimento, motivo suficiente para que funcionários bem-intencionados abandonassem o processo. Outras empresas, inclusive pequenas e médias, sequer consideravam a implantação de sistemas de eProcurement. Em vez disso, se concentraram em sistemas de gerenciamento financeiro para tentar colocar suas finanças em ordem. Um efeito cascata: como a falta de controle de gastos afeta a produtividade Uma empresa prestadora de serviços na área de saúde em rápido crescimento seguiu essa fórmula. No entanto, alguns meses após a implantação, a controladoria da empresa descobriu que sua equipe financeira estava sobrecarregada com faturas de fornecedores sem referência a uma ordem de compra. E ainda pior, não havia como identificar o funcionário responsável pela compra. Como ex-contador de uma empresa regional de desenvolvimento e gerenciamento de propriedades, posso confirmar pessoalmente que processar "faturas órfãs" era a pior parte do meu trabalho. As horas que eu passava tentando "desvendar o mistério" eram tão desagradáveis quanto as ligações que eu recebia de fornecedores tentando receber suas faturas vencidas. Para piorar ainda mais, a maioria dos nossos fornecedores eram empresas de materiais de construção ou prestadores de serviço propensos a usar linguagem chula para enfatizar seu ponto de vista, o que fazia eu me sentir como um juiz de futebol! Mas vamos voltar à nossa empresa que presta serviços na área de saúde. A controladoria da empresa constatou vários problemas sérios, como:   a falta de controle dos gastos; a carga sobre sua equipe, que recebia faturas de mais de 2.500 fornecedores diferentes; cada fornecedor precisava ser inserido manualmente no sistema de ERP; cada fatura sem a ordem de compra correspondente precisava ser verificada com o comprador para que o pagamento fosse aprovado. Vantagens da integração de sistemas financeiros e de eProcurement A controladoria da empresa implantou o Oracle Procurement Cloud (parte do pacote Oracle ERP Cloud) para fornecer um mecanismo de controle. A interface lembra um site de comércio eletrônico, tornando mais fácil para os funcionários encontrar fornecedores aprovados que oferecem os produtos e serviços que eles precisam. As requisições dos funcionários são automaticamente encaminhadas a um gerente para aprovação por meio de regras de fluxo de trabalho. Só então o sistema gera uma ordem de compra a ser enviada ao fornecedor. Com uma política rígida "sem ordem de compra, sem pagamento", os fornecedores da empresa entenderam rapidamente a mensagem. Agora a equipe de contabilidade recebe as faturas com a referência da ordem de compra. Na maioria dos casos, as faturas são processadas automaticamente através da correspondência da ordem de compra com a fatura e da autorização para pagamento. O resultado: uma redução de 12% nas despesas e uma redução impressionante do tempo de processamento das faturas, com uma economia de mais de 2.000 horas ao ano. Dessa forma, a equipe financeira ganhou mais tempo para focar em um trabalho mais estratégico. Criando valor estratégico com melhores processos de compra Para muitas empresas, essa mudança para atividades mais estratégicas exige o controle dos processos transacionais da aquisição até o pagamento. Geralmente, isso requer uma combinação de sistemas de eProcurement na nuvem que permite aos usuários ocasionais encontrar rapidamente o que precisam, além da aplicação da conformidade por meio de regras de aprovação e da criação de ordens de compra. Por fim, facilita muito as contas a pagar — caso não estejam completamente automatizadas — e reduz consideravelmente as despesas da empresa. Para saber mais, baixe o relatório da Gatepoint Research "Tendências em Compras Estratégicas".   * Jim D’Addario é Diretor de Marketing de Produtos SCM, Cloud Business Group

Com o Oracle Procurement Cloud uma empresa da área da saúde chegou a reduzir seus custos em 12% e liberou 2 mil horas para a equipe financeira se dedicar ao negócio. Por Jim D’Addario * De materiais de...

Chega de riscos: saiba como proteger seu ERP das ciberameaças

É preciso saber tirar o melhor proveito do ERP, como integração com ferramentas como Oracle Identity Cloud Service, para manter seus dados e processos seguros. Por Negin Aminian * Imagine que você é um VP de Finanças e descobre que um de seus contadores fez 200 transferências ilegais para suas contas pessoais usando credenciais de login de ex-funcionários para excluir ou alterar os registros de modo que as transações parecessem legítimas. A empresa teve um prejuízo líquido de US$ 30 milhões e agora você tem de lidar com as repercussões. Embora este cenário possa parecer raro, ele acontece com frequência. Muitas empresas dependem de sistemas de ERP para executar seus processos críticos, com acesso a dados confidenciais, tornando-os alvos muito atraentes para hackers e funcionários insatisfeitos. Sistemas de ERP são usados pelas organizações para gerenciar suas atividades comerciais cotidianas, como contabilidade, compras, gerenciamento de projetos e de produção, ao mesmo tempo em que permitem um fluxo de dados entre elas. Esses dados compartilhados proporcionam integridade através de uma "fonte única da verdade". E com a nuvem e transformações digitais expandindo as possibilidades de ataque ao ERP, as organizações precisam se educar e tomar providências apropriadas para garantir que suas operações comerciais não sejam comprometidas. Leia mais: Como controlar custos com processos mais inteligentes de compras O primeiro passo é entender onde a responsabilidade do provedor de serviços de nuvem termina e onde a da empresa começa. Esta divisão do trabalho é o modelo de responsabilidade compartilhada e muitas empresas ainda não entenderam suas responsabilidades. Segundo o Relatório Cloud Threat da Oracle e KPMG, os participantes disseram que “essa confusão levou à introdução de malwares (34%)”, “os expôs a um maior risco de auditoria (32%)”, e também "colocou os dados em risco, com 30% das organizações relatando que, consequentemente, dados foram acessados por usuários não autorizados”. A fim de evitar cenários como fraude e roubo de dados, as empresas precisam entender sua responsabilidade e tomar providências apropriadas. Adicionalmente, processos manuais e ferramentas arcaicas não são suficientes para lidar com essa evolução do panorama de ameaças. As organizações precisam aproveitar ferramentas como o Oracle Identity Cloud Service (IDCS) e o Oracle CASB Cloud Service para ajudarem a proteger seu ERP contra fraude, perda de dados e garantir que as pessoas certas tenham acesso às informações certas. Usando uma ferramenta como o Oracle IDCS com uma ferramenta de gerenciamento do ciclo de vida do usuário, o contador nunca teria sido capaz de usar o login de um ex-funcionário, pois funcionários desligados da empresa não conseguiriam mais fazer logon. A empresa também poderia aproveitar análise de usuário e de entidade (UEBA) para correlacionar usuários com atividade suspeita e definir políticas para remediação. Com o Oracle CASB Cloud Service, elas teriam monitorado e detectado os padrões fraudulentos. Com o aumento da exploração de sistemas de ERP, as organizações devem tomar as providências apropriadas para que seus dados confidenciais não sejam roubados e seus aplicativos não sejam comprometidos. Saiba mais sobre a ascensão das ciberameaças e como proteger seu ERP com segurança.   * Negin Aminian é gerente de marketing de produto na Oracle.

É preciso saber tirar o melhor proveito do ERP, como integração com ferramentas como Oracle Identity Cloud Service, para manter seus dados e processos seguros. Por Negin Aminian * Imagine que você é um...

Blockchain: duas maneiras de pensar sobre as oportunidades de negócios

Mark Hurd, CEO da Oracle, explica que a maioria das dúvidas sobre blockchain se relaciona mais aos benefícios de negócio que ao funcionamento da tecnologia. Por Mark Hurd * A empolgação com o blockchain, o registro (livro-razão) digital distribuído para compartilhar informações de maneira segura entre várias organizações, é compreensível. Mas, como com qualquer tecnologia emergente, as perguntas que os CEOs esperam respostas têm menos a ver com o seu funcionamento e mais com de que forma a tecnologia ajudará a aumentar a receita, impulsionar a produtividade, simplificar custos e criar uma experiência de usuário melhor. Quando converso com as pessoas sobre como elas poderiam usar o blockchain, eu o descrevo proporcionando duas oportunidades separadas. Leia mais: Três razões porque blockchain é a melhor solução para uma cadeia de suprimentos A primeira é usar recursos do blockchain que são integrados com os aplicativos de cadeia de suprimentos, de finanças, de RH e outros aplicativos de negócios, em vez de tratar o blockchain como um aplicativo autônomo. Por exemplo, um laboratório farmacêutico pode usar um blockchain para rastrear suas matérias-primas ao longo de todo o processo de aquisição, produção e entrega para que haja um registro claro de cada etapa e menor possibilidade de produtos falsificados entrarem na cadeia de suprimento. Integrar a tecnologia de blockchain em um aplicativo de cadeia de suprimentos em nuvem fornece capacidades avançadas de rastreamento e monitoramento, sem a necessidade de contratar uma equipe especializada em blockchain para implementá-lo. Os recursos de cadeia de suprimento incorporados ao blockchain também podem permitir à empresa fazer mais do que simplesmente controlar mercadorias. Ela também pode monitorar a "cadeia de produtos refrigerados" para saber se uma remessa sensível ao calor alguma vez ultrapassou uma determinada temperatura. Como os blockchains são baseados em nuvem, até mesmo empresas de pequeno e médio porte podem tirar proveito deles. Uma microcervejaria da Califórnia está usando blockchain para rastrear o lúpulo, o malte e a levedura que vão em sua cerveja, e está compartilhando essa informação com os clientes, para que eles saibam que a IPA que eles estão consumindo é fresca. No passado, uma pequena empresa não teria os recursos de TI para usufruir de uma tecnologia de ponta como essa. Estamos vendo o mesmo acontecer com outras tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial. Nos próximos anos, a IA estará integrada a cada aplicativo de negócios, permitindo a empresas de todos os tamanhos aplicar seus benefícios de autoaprendizagem e preditivos aos processos em andamento. Oportunidade sem igual A segunda oportunidade é para as empresas criarem valor real com redes de blockchain exclusivas. Aqui está um exemplo no ensino superior. Se você se formou recentemente na faculdade, provavelmente começou a se candidatar a empregos e seus empregadores potenciais vão querer saber se você se destacou mesmo em seus cursos e obteve o diploma que alega ter. Faculdades e universidades podem criar uma rede em que concordam em dispor informações de diplomas e certificados dos alunos em um blockchain confiável, com regras para quem pode acessá-lo e como os dados podem ser compartilhados. Estar incluído em uma rede coordenada como essa é valioso para todos os participantes: instituições, alunos e empregadores potenciais. Essa rede também pode conectar-se com aplicativos de negócios de uma empresa. O aplicativo de recrutamento, por exemplo, precisará poder acessar aquelas informações de blockchain fornecidas por colegas, poupando muito tempo das duas partes na confirmação de informações e liberando a equipe de RH da empresa para se concentrar em encontrar o melhor talento. Quando se trata de blockchain, procure por oportunidades de valor de negócios em duas dimensões: usar novos recursos baseados em blockchain integrados aos seus aplicativos de negócios e criar redes exclusivas com seus parceiros e clientes. * Mark Hurd é CEO da Oracle.

Mark Hurd, CEO da Oracle, explica que a maioria das dúvidas sobre blockchain se relaciona mais aos benefícios de negócio que ao funcionamento da tecnologia. Por Mark Hurd * A empolgação com o blockchain,...

Para transformar a vida pessoas, Caja Los Andes aposta em tecnologia na nuvem

Buscando uma mudança de cultura que impactasse no atendimento ao cidadão, Caja Los Andes investiu em uma solução inovadora de Recursos Humanos. Redação Oracle Caja Los Andes é uma organização fundada em 1953 para entregar bem-estar social aos trabalhadores chilenos por meio de concessão de crédito e inclusão social. Possuem mais de 3.600 colaboradores em todo território e há dois anos iniciaram uma trajetória de transformação digital. O objetivo principal da empresa é ser a principal entidade chilena na entrega de qualidade de vida para a população e, para isso, contam com o apoio da tecnologia para melhor gerenciar seus processos e estratégias. Leia mais: Reale Seguros aposta na digitalização como vantagem competitiva no Chile Com uma estrutura muito hierárquica, a empresa decidiu começar por mudanças culturais, instituindo como propósito o valor da colaboração. O principal motor desta transformação foi a modernização da companhia como um todo: da implementação de novas tecnologias até novos modelos de gestão que estivessem de acordo com as tendências mundiais. A decisão por uma plataforma que conferisse transparência e aproximação para as equipes de trabalho não foi difícil, uma vez que o relacionamento com a Oracle já vinha de longa data: são quase 20 anos de parceria. Pensando em melhorar a experiência do funcionário, de sua entrada até saída, e na transparência dos processos de Recursos Humanos, o produto escolhido foi Oracle HCM Cloud. Com a adoção da solução, o relacionamento dos colaboradores com a área de Recursos Humanos deixou de se limitar às trocas de e-mails. Além disso, a percepção da mudança cultural ficou mais palpável e tangível para todos, com uma maior integração dentro da empresa e estruturas mais horizontais.  No vídeo abaixo, Cristián Pizarro, Gerente de Pessoas da Caja Los Andes, conta mais sobre o processo de transformação cultural e digital e como as mudanças impactaram positivamente o dia-a-dia da empresa. A Caja Los Andes participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.

Buscando uma mudança de cultura que impactasse no atendimento ao cidadão, Caja Los Andes investiu em uma solução inovadora de Recursos Humanos. Redação Oracle Caja Los Andes é uma organização fundada em...

4 tecnologias que prometem turbinar as cadeias de suprimentos

A integração das tecnologias emergentes à cadeia de suprimentos vem gerando cada vez mais interesse. Veteranos do setor alertam que, para um uso bem sucedido, é preciso ter estratégia e contar com a ferramenta correta. Por John Soat * A promessa de melhorias na cadeia de suprimentos gerou interesse e discussão consideráveis na recente conferência Oracle Modern Business Experience em Las Vegas, nos EUA. Isso porque diversas tecnologias emergentes, como a Internet das Coisas, análise preditiva, realidade aumentada e registros (livros-razão) distribuídos via blockchain têm o potencial de transformar as operações da cadeia de suprimentos. Leia mais: Oracle reúne equipes de serviços e cadeia de suprimentos com inovações pioneiras na indústria Ainda assim, veteranos da cadeia de suprimentos alertaram sobre adotar essas tecnologias emergentes sem planejamento adequado, metas realistas e as ferramentas certas. Resta uma lacuna considerável entre o que as empresas querem fazer e a “experiência de domínio, as habilidades de ciência de dados e a experiência em desenvolvimento de aplicativos" necessárias, comentou um interessado, "e é muito difícil encontrar todo esse conjunto de habilidades em uma única pessoa.” Internet das Coisas As cadeias de suprimentos e a IoT combinam naturalmente. Mas muitos projetos de IoT fracassam porque se concentram “demais na Internet e nas coisas e pouco nos resultados de negócios”, comentou Harish Gaur, diretor sênior de IoT e de aplicativos SaaS de blockchain na Oracle. O primeiro passo é estabelecer KPIs que determinem o sucesso comercial do projeto. O seguinte é definir o tipo de dados que você precisa coletar para aqueles KPIs, observou Gaur, inclusive dados em tempo real de sensores de IoT, mas também dados de sistemas de gerenciamento de ativos, financeiros, de produção industrial e de banco de dados. Dois elementos estratégicos da implantação de tecnologia de IoT no gerenciamento da cadeia de suprimentos são o “thread digital” e o “gêmeo digital”. O thread digital é a conexão de ativos, fluxos de dados e processos de trabalho específicos que produzem um resultado de negócios, como quanto tempo de inatividade inesperado de um robô de montagem dispara um recálculo do cronograma de produção. Threads digitais mapeiam como dados de IoT podem ser usados efetivamente. “Os dados acabam tendo de conduzir fluxos de trabalho dentro de seu aplicativo empresarial”, comentou Gaur. O gêmeo digital é uma recriação em 3D de uma máquina ou de um processo empresarial. Ele oferece uma visão de 360 graus do funcionamento físico e das interações do ativo com outras entidades. O gêmeo digital é crucial para validar uma implementação de IoT com a representação de dispositivos monitorando operações de máquina ou etapas em uma cadeia de suprimentos. Instalar tecnologias de IoT fisicamente envolve decisões táticas sobre os dispositivos de hardware e gateways de comunicações mais apropriados e econômicos. Um fator emergente é o que se conhece como computação de borda — quanto processamento de dados pode e deve ser realizado no nível dos dispositivos versus passá-lo para aplicativos em nuvem. Implantar e gerenciar uma rede de IoT como parte integrante de uma cadeia de suprimentos global implica desafios específicos. Que ativos e processos devem ser monitorados — máquinas, robôs, caminhões, contêineres, itens — e quantos? Entre as questões estratégicas a tratar: “Como expando de 10 para 10.000 dispositivos?” observou Gaur. “Como planejo SLAs, em que preciso fornecer essas informações a meus clientes em um prazo específico? Como garanto que ninguém possa espiar os dados que saem de meus dispositivos?” Aprendizado de máquina e análise preditiva Cadeias de suprimentos funcionam com dados, e incorporar uma rede de IoT aumenta bastante a quantidade dos dados. Aproveite ao máximo aquele enorme influxo empregando aprendizado de máquina e aplicativos e técnicas de análise de dados de vanguarda, aconselhou Bhagat Nainani, vice-presidente de grupo de desenvolvimento de aplicativos de IoT e blockchain na Oracle. Essa “ciência de dados aplicada” reorientará a estratégia de cadeia de suprimentos “de regras reativas simples a decisões e previsões automatizadas”, acrescentou Nainani. “E é muito melhor ser proativo do que reativo.” Por exemplo, algoritmos de aprendizado de máquina podem detectar desvios do comportamento normal, ajudando engenheiros da cadeia de suprimentos a identificar problemas ocultos e a situá-los na máquina ou no processo que falhou em iniciar. Mais dados e mais análises possibilitam predizer estados futuros, como: qual é a probabilidade de que um determinado elevador pare de funcionar na semana seguinte e que ações preventivas podemos executar? Isso resulta em uma previsão mais precisa da demanda e das operações, concluiu Nainani. Realidade Aumentada A tecnologia de realidade aumentada combina bem com a cadeia de suprimentos habilitada para a IoT. Uma interface de RA executada em um modelo 3D, como um gêmeo digital, pode exibir informações em tempo real de ferramentas de análise de dados baseadas em nuvem. Ela pode acelerar procedimentos de diagnóstico relacionados com manutenção ou controle de qualidade, entre outras funções. Leia mais: O que é a Realidade Aumentada? Uma variedade de setores, inclusive o imobiliário e o de saúde, já estão usando aplicativos melhorados com RA. Quanto à lacuna de capacidade, aplicativos móveis de RA são populares entre a força de trabalho da geração millenials, que se sente confortável com tecnologias que fazem uso intenso de elementos gráficos (lembram-se do Pokemon Go?). Blockchain   Como redes de IoT, redes de registros (livros-razão) distribuídos via blockchain também combinam naturalmente com cadeias de suprimentos. Mas, embora o ajuste de IoT seja familiar, o do blockchain é exclusivo. “O blockchain é um ótimo mecanismo para possibilitar relação de confiança entre partes que não confiam necessariamente uma na outra”, comentou Jai Suri, diretor sênior de IoT e de aplicativos SaaS de blockchain na Oracle. Leia mais: Três razões porque blockchain é a melhor solução para uma cadeia de suprimentos A relação de confiança é facilitada por um rastro imutável de documentos digitais criados e compartilhados por participantes da rede blockchain. E ela melhora e aumenta o desempenho da cadeia de suprimentos de várias maneiras diferentes, garantindo conformidade com contratos, reduzindo riscos e melhorando o desempenho do fornecedor, assim como permitindo liquidações financeiras mais rápidas, auditorias mais fáceis, confirmação mais detalhada de regulamentos e reconciliação mais rápida de transações financeiras. O blockchain e a IoT funcionam bem juntos. Por exemplo, parceiros da cadeia de suprimentos e organizações do setor estão empregando aplicativos de blockchain para ajudar a rastrear produtos e a identificar problemas relacionados com possível contaminação de alimentos. Combinando a "visibilidade em tempo real" de IoT com a "visibilidade empresarial multicamada" do blockchain, a união melhorará consideravelmente a profundidade e a amplitude daquela capacidade de rastreamento e identificação, explicou Suri. O mesmo vale para vários outros processos baseados em blockchain, como conformidade a normas, acrescentou. A cadeia de suprimentos é um setor maduro, comentou um observador — provavelmente um eufemismo. As ferramentas e tecnologias estão ali para uma renovação, mas o necessário agora são as habilidades, conhecimentos e paciência. * John Soat é um escritor freelance para a Oracle.

A integração das tecnologias emergentes à cadeia de suprimentos vem gerando cada vez mais interesse. Veteranos do setor alertam que, para um uso bem sucedido, é preciso ter estratégia e contar com a...

Por meio da transformação digital, Entel busca ser referência em experiência do cliente

A empresa vem investindo em infraestrutura para entregar serviço e atendimento de melhor qualidade. Por Redação Oracle A Entel (Empresa Nacional de Telecomunicaciones S.A.) é a maior empresa chilena de Telecomunicações, com presença também no Peru. A companhia tem como objetivo ser referência em experiência do cliente por meio de um processo de transformação digital que garante liderança, eficiência e rentabilidade, e uma qualidade de nível mundial. Também inclusas na estratégia estava a potencialização de produtos e serviços, de modo a serem mais simples e mais funcionais. Desta forma, o processo de fomento à inovação, de melhores práticas e de soluções criadas dentro da empresa foi facilitado, tendo sempre em mente o objetivo de reconhecimento dentro da indústria globalmente. Leia mais: Santander investe em inovação para entregar um atendimento centrado nos clientes Antes de iniciar o projeto de transformação, foram mapeadas as necessidades da empresa e as possibilidades de integração com o Governo, com foco em deixar o negócio omnichannel, ou seja, estrategicamente pensado para melhorar a experiência do cliente por meio de canais diferentes e integrados. O ponto principal era começar pequeno para maximizar rapidamente, de forma a ampliar o alcance sem perder qualidade na prestação de serviços. A empresa conta com uma série de soluções Oracle para apoiar nas mudanças organizacionais e estratégicas, todas baseadas em Oracle Cloud. Entre os benefícios de uso desta tecnologia, está a fácil visualização de dados, promovendo integração entre as diferentes áreas da empresa. Como consequência, a quantidade de pontos de contato que um cliente precisa ter foi reduzida, maximizando a percepção de qualidade do serviço e do atendimento prestado. Por fim, a redução de tempo gasto nos processos e nas tarefas do dia-a-dia como um todo abriu espaço para que os colaboradores da empresa vivenciassem uma melhora na qualidade de vida. Pensando em um relacionamento de longo prazo e por querer  as melhores equipes e arquitetos funcionais dedicadas ao negócio, a Entel escolheu a Oracle como fornecedora de tecnologia. Helder Branco, Gerente de Tecnologia da Informação da Entel, conta no vídeo abaixo mais detalhes deste processo de transformação. Assista. A Entel participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.

A empresa vem investindo em infraestrutura para entregar serviço e atendimento de melhor qualidade. Por Redação Oracle A Entel (Empresa Nacional de Telecomunicaciones S.A.) é a maior empresa chilena de...

O que é a Realidade Aumentada?

É comum que haja confusão entre as tecnologias Realidade Aumentada e Realidade Virtual. Entenda o que é a RA e os benefícios que ela pode trazer para a experiência do cliente. Por David Balaban * O céu é azul. A grama é verde. A RA (realidade aumentada) é o próximo grande acontecimento. Ela ainda não está à nossa volta, mas está estendendo seu alcance rapidamente à medida que surgem novas implementações. Essa tecnologia coloca objetos intangíveis junto de objetos do mundo real, com a combinação de um headset ou da câmera de um dispositivo móvel e um aplicativo especialmente criado que faz toda essa mágica ganhar vida em tempo real. Então, o que é a tecnologia de RA? Não, não é o mesmo que RV (realidade virtual). Com a RA, você dá um mergulho mais superficial em um mundo imaginário e vê elementos virtuais integrados com entidades reais, enquanto a RV oferece uma simulação da experiência toda. A menor profundidade de imersão não é o lado negativo da realidade aumentada – em vez disso, ela torna a tecnologia sem igual. Vejamos como a RA surgiu e o que a torna mais que um simples "termo da moda". Leia mais: Como as organizações podem se preparar para a nova realidade virtual A evolução da RA O termo surgiu em 1990, quando engenheiros de fábricas da Boeing começaram a usar headsets de realidade aumentada para visualizar instruções de cabeamento, e o resultado mostrou-se revolucionário. A realidade aumentada evoluiu desde então para uma tecnologia muito mais sofisticada e acessível. A RA deu seu primeiro grande passo para a popularização com o surgimento do Google Glass em 2013. Embora esse projeto não tenha correspondido às ambições, ele provou que a RA poderia ser um produto para o público em geral, e o desafio dos "óculos" foi assumido pelo inegavelmente mais bem-sucedido HoloLens da Microsoft em 2016. Atualmente, um smartphone comum oferece suporte a aplicativos de RA potentes. O AR Emoji da Samsung, o ARKit da Apple, o ARCore da Google, e o jogo para dispositivos móveis Pokemon GO – todos eles estão abrindo caminho para uma adoção generalizada da RA. A mecânica da RA A realidade aumentada trabalha identificando o que são chamados de "marcadores" ou determinando a localização geográfica de um dispositivo. No primeiro cenário, o marcador pode ser um código de barras 2D ou qualquer entidade do mundo real que o software possa reconhecer com base em características predefinidas. Quando um sensor identifica e examina um objeto daquele tipo, o aplicativo de RA sobrepõe uma imagem digital 3D aos arredores na tela. A técnica baseada em localização geográfica pode criar experiências de RA independentemente do local, portanto é mais universal e comum. Ela ativa o módulo e os sensores de GPS integrados a um dispositivo, como um giroscópio e um acelerômetro, para determinar os detalhes dos arredores e de orientação com precisão. Em seguida, o aplicativo gera dados apropriados para esse local e os integra à cena. As duas abordagens acima frequentemente são combinadas para oferecer uma jornada de RA avançada. Além do efeito "UAU!" Algumas pessoas podem dizer, "É divertido, mas por que tanto alvoroço?” Na verdade, os casos de uso da RA abrangem muito mais que jogos e entretenimento. Indústria automotiva, forças armadas, serviços de saúde, educação, telecomunicações, varejo, imóveis, turismo, publicidade, e muito mais. A lista de setores que já empregam a tecnologia é enorme, mas ainda há muito espaço para progresso. Entre outras coisas, ela ajuda as empresas a melhorarem a experiência do cliente. Alguns exemplos interessantes incluem a ferramenta de visualização de maquiagem virtual da Sephora, o aplicativo Monocle da Yelp que reflete detalhes de empresas locais e lugares onde seus amigos fizeram check-in e o aplicativo de visualização de alimentos da Kabaq. Como será o futuro? O mercado global de RA tem um crescimento previsto para US$ 198 bilhões até 2025, e a essência móvel em primeiro lugar, os sensores baratos e uma gama ilimitada de usos potenciais fazem da realidade aumentada uma tecnologia quase onipresente que provavelmente ofuscará sua contraparte mais famosa, a RV. * David Balaban é pesquisador de segurança de computadores com mais 15 anos de experiência em análise de malware e dirige o proojeto Privacy-PC.com.

É comum que haja confusão entre as tecnologias Realidade Aumentada e Realidade Virtual. Entenda o que é a RA e os benefícios que ela pode trazer para a experiência do cliente. Por David Balaban * O céu...

Três razões porque blockchain é a melhor solução para uma cadeia de suprimentos

Com o blockchain é possível monitorar todo o processo da cadeia de suprimentos e identificar anomalias, possibilitando correções e adaptações mais ágeis. Por Anant Kadiyala * A forma como os parceiros comerciais globais negociam hoje em dia parece algo mágico. Os problemas são óbvios e graves: muita complexidade, potencializada por uma enorme quantidade de processos manuais, a maioria deles ainda realizados em papel. E é por isso que o blockchain, tecnologia de registro distribuído em rede, está ganhando importância nas atuais cadeias de suprimentos globais. As blockchains aprovadas fornecem aos seus participantes um mecanismo inviolável, gerenciado em conjunto, para o registro de informações verificadas. Sua natureza quase em tempo real minimiza os riscos da cadeia de suprimentos e acelera as operações em diversas localidades. Também ajuda os parceiros da cadeia de suprimentos a simplificar seus processos empresariais e fluxos de trabalho, gerando mais garantias sobre o desempenho e os resultados. Finalmente, o blockchain permite que as empresas se adaptem rapidamente a condições de mercado variáveis. Leia mais: Está tentando entender o que é blockchain? Veja uma explicação simples As empresas já estão usando as soluções de blockchain para monitorar todas as anomalias da cadeia de suprimentos, como contaminação de alimentos e produtos falsificados, monitorando sua origem. Entre outras áreas da cadeia de suprimentos em que as redes de blockchain podem ajudar, temos: 1. Conformidade regulamentar Os regulamentos governamentais exigem que as empresas forneçam relatórios periódicos, documentando a conformidade com as legislações comerciais e empresariais. O processo precisa de um método para monitorar e registrar a forma com que os produtos são adquiridos ou produzidos. Por exemplo, quando e como uma empresa recebeu matéria-prima de uma floresta ou mina aprovada, ou como ela fabricou produtos da forma adequada específica – e os sistemas de Internet das Coisas estão começando a ter um papel fundamental nessas instrumentações. Por exemplo, o governo de Ruanda implementou um projeto de blockchain no ano passado, para monitorar a mineração de tântalo, um "recurso de conflito" usado na fabricação de produtos eletrônicos. A provedora de blockchain, Circulor, utiliza a Plataforma de Blockchain da Oracle para alimentar sua plataforma. Produzir um relatório que demonstre conformidade significa reunir todas essas informações registradas, tenham elas sido geradas internamente ou a partir dos fornecedores, e apresentando-as no formato exigido pelo governo. Muito depende da validade destes registros e da capacidade de comprová-la. A visibilidade em tempo real dos parceiros das cadeias de suprimentos para os dados verificados de blockchain reduz a complexidade e a morosidade associadas à criação de relatórios de conformidade. Publicar registros instrumentados de IoT diretamente na solução de blockchain estabelece uma trilha de auditoria imutável, permitindo que a empresa crie seus próprios relatórios regulamentares, para que não precisem esperar que isso seja feito pelos seus fornecedores. Também permite que as empresas compartilhem esses registros com partes externas à rede, podendo mostrar para os clientes, por exemplo, que o material veio de fontes éticas. 2. Gerenciamento de desempenho do fornecedor Os participantes da cadeia de suprimentos dependem das funcionalidades de seus parceiros comerciais, que por sua vez, dependem dos parceiros comerciais deles, e assim por diante. Por isso, é importante ter uma visão detalhada e baseada em métricas sobre o desempenho dos fornecedores na cadeia de suprimento. A maioria das grandes empresas avaliam seus fornecedores com base em métricas como cumprimento do contrato, qualidade, volume, preço, aprovisionamento e taxa de incidentes negativos, entre outros. Os mecanismos atuais de monitoramento de desempenho levam tempo e podem permitir que fornecedores antiéticos manipulem o sistema. Além disso, alguns stakeholders de cadeias de suprimentos procuram informações específicas sobre as transações com um parceiro. As equipes jurídicas, de aprovisionamento, contas a pagar e recursos humanos exigem apenas os dados do fornecedor que sejam relevantes às suas áreas de negócios. Blockchains oferecem dados de transação verificados, uma fonte única de informações, bem como metadados sobre uma transação da cadeia de suprimentos. Assim as empresas podem monitorar os indicadores-chave de desempenho dos fornecedores em tempo real, reduzindo as reconciliações manuais e os atrasos resultantes delas. Os parceiros das cadeias de suprimentos também podem automatizar seus processos empresariais, empregando uma camada de contrato inteligente de blockchain que permite que os engenheiros criem programações de lógicas empresariais, fluxos de trabalho e incentivos. Por exemplo, uma cláusula programada de um contrato inteligente pode recompensar um fornecedor com bom desempenho liberando seu pagamento antes do esperado. Essas recompensas e medições de desempenho em tempo real ajudam a garantir a qualidade das transações, melhorar a eficiência do processo e proporcionar parcerias de cadeia de suprimentos mais confiáveis. 3. Financiamento comercial Os processos de uma cadeia de suprimentos global são facilitados com o financiamento de bancos e outras instituições. Muito facilitados. A avaliação do tamanho do mercado global de financiamento comercial varia muito, com as estimativas mais intensas chegando a quase US$ 10 trilhões anualmente. Como parte do processo de financiamento comercial, as empresas geram e compartilham diversas cópias e representações de documentações relevantes. Um simples transporte pode levar à troca de mais de 30 documentos, alguns com várias revisões. Muitas vezes essa complexidade leva a atrasos, erros de duplicidade, tempo gasto em reconciliação e até mesmo a fraudes. Ao usar a rede de blockchain, os parceiros da cadeia de suprimentos podem agilizar o tempo de entrega da documentação, reduzir os atrasos relacionados às reconciliações e eliminar erros de duplicidade. Isso também os ajuda a reduzir o número de disputas com fornecedores e financiadores, evitando multas por atraso de autoridades aduaneiras, e também a administrar melhor os custos com sobrestadia e retenção de carga. Tenha em mente que estamos nas primeiras etapas de adoção da tecnologia de blockchain e adotando o conceito de "confiança programável", simbolizado pelas soluções de blockchain. Mas, com a evolução dos recursos, as redes de blockchain serão uma importante estrutura de suporte para o futuro hiperconectado, incluindo a Internet das Coisas, a análise de dados, a inteligência artificial e outras tecnologias emergentes. Nós já podemos resolver alguns problemas urgentes de nossas cadeias de suprimento globais com a tecnologia de blockchain que temos atualmente. E, por enquanto, isso é algo importante que deve ser aproveitado. * Anant Kadiyala é diretor de soluções de IoT e blockchain na Oracle.

Com o blockchain é possível monitorar todo o processo da cadeia de suprimentos e identificar anomalias, possibilitando correções e adaptações mais ágeis. Por Anant Kadiyala * A forma como os parceiros...

Está tentando entender o que é blockchain? Veja uma explicação simples

Ghassan Sarsak, diretor de tecnologia e inovação da ICS Financial Systems Limited, explicou no Oracle OpenWorld2018 que o blockchain pode ser comparado a uma família. Por Mary Hall * Nos últimos dois anos, tecnólogos e contadores de história se esforçam para explicar blockchain de uma forma simples, para que todos entendam.  Essencialmente, blockchain é um registro digital de transações.  Assim como os contadores usavam livros-razão de papel para registrar as transações e reconciliar contas no passado, agora as organizações podem usar a tecnologia de blockchain para criar e administrar um registro digital, efetuar transações e colaborar com seus parceiros de forma segura.  Apesar de ser simples assim, acho que com toda a atenção dada ao blockchain, as pessoas ainda não conseguiram entender o que ele é e quais são seus benefícios básicos. Leia mais: Cinco maneiras em que o blockchain está revolucionando o ensino superior Durante o Oracle OpenWorld 2018, Ghassan Sarsak, diretor de tecnologia e inovação da ICS Financial Systems Limited, subiu ao palco para falar sobre blockchain no setor bancário. Sarsak e a equipe da ICS Financial Systems (ICSFS) realizaram recentemente uma verificação de conceito de blockchain no Arab Jordan Investment Bank.  Antes de começar sua apresentação, Sarsak deu uma das melhores explicações que já ouvi sobre blockchain e seus benefícios. Ele pediu que os participantes pensassem no blockchain "como uma família".  Veja o que ele disse para explicar o blockchain e facilitar seu entendimento.  Explicando o blockchain "Gostaria de começar com algo distante da tecnologia, mas que no fim está relacionado. Esta imagem... Não há nada de excepcional nela. Vocês têm ideia do que é? Alguém consegue adivinhar o que é isso? Uma cadeia?”  “Do meu ponto de vista, vejo uma cadeia familiar. Com isso quero dizer que os membros da família confiam uns nos outros e se protegem. Eles têm o mesmo sangue. Só é permitida a entrada de outras pessoas com o consentimento forma de todos os membros da família. Os membros da família mantêm informações particulares só entre eles. Isso é a privacidade de dados. O que acontece em uma família permanece na família. Eles se mantêm atualizados sobre todas as informações”, Sarsak explica. E continua: “Assim como acontece com a privacidade de dados, uns protegem as informações dos outros, para que possam se proteger e tornar suas casas seguras. Esta é a cadeia familiar. E este é o blockchain. Para mim, blockchain significa segurança, eficiência e privacidade de dados. Ele precisa melhorar nossas vidas. Precisa aprimorar os processos que usamos no setor bancário e em outros setores", citou Ghassan Sarsak, diretor de tecnologia e inovação da ICS Financial Systems Limited. Assista ao vídeo completo (em inglês) e saiba mais sobre como a ICS Financial Systems Limited (ICSFS), o Arab Jordan Investment Bank e o Oracle Blockchain Cloud Service trabalharam juntos para acelerar as transferências internacionais.  A verificação de conceito de blockchain com o Arab Jordan Investment Bank (AJIB) é uma das maiores realizações de blockchain na região do Oriente Médio e África. Esta verificação de conceito de blockchain utiliza o adaptador de blockchain da ICS BANKS integrado com o Oracle Blockchain Cloud Service no Arab Jordan Investment Bank, a fim de simplificar a transferência eletrônica de fundos, reduzindo custos, aumentando a eficiência e o nível de segurança. * Mary Hall é diretora de Marketing de Produtos para Blockchain na Oracle.

Ghassan Sarsak, diretor de tecnologia e inovação da ICS Financial Systems Limited, explicou no Oracle OpenWorld2018 que o blockchain pode ser comparado a uma família. Por Mary Hall * Nos últimos dois...

E se você conseguisse prever a saída de seus melhores funcionários?

Com a grande concorrência entre as empresas, reter os funcionários de qualidade tem sido essencial para o RH. O Oracle HCM Cloud possui funcionalidades de análise preditiva que podem ajudar o departamento a prever possíveis movimentações dos funcionários e entender o que os mantém motivados. Por Linda Currey Post * Conforme a National Instruments tenta atrair e manter engenheiros e outros profissionais de talento, a empresa se volta para a análise de dados, a fim de identificar déficit de habilidades, prever quantas novas contratações precisará fazer, e quando, e até mesmo antecipar quantas pessoas sairão da empresa por conta de novas oportunidades. Recentemente a National Instruments, que cria plataformas modulares de hardware e softwares de desenvolvimento de sistemas em Austin, no Texas, se reorganizou, a fim de se concentrar mais no setor aeroespacial, de defesa, transporte e governamental, o que exigiu que a empresa alinhasse seus talentos. Entre as áreas de foco com crescimento elevado, estão o setor de veículos conectados e Internet das Coisas em nível industrial. Leia mais: A força de trabalho híbrida Eric Starkloff, presidente e diretor de operações da National Instruments, trabalha com um aluno do Boys and Girls Club para criar e programar um robô. "À medida que nossa empresa se desenvolve, precisamos pensar sobre como nos manter à altura de nossos talentos", disse Wendy Cottrell, diretora global de operações de RH. "A análise de RH pode nos ajudar a definir novas metas como empresa, a perceber que talentos específicos precisamos contratar, como promover a mobilidade interna e como manter os funcionários que já temos." Aprendendo com os dados O interesse da equipe de RH em análise começou há aproximadamente cinco anos, quando eles substituíram seus sistemas separados de RH em 40 países pela nuvem de gestão do capital humano (HCM) da Oracle. Antes disso, a National Instruments "não tinha nem um sistema único, que pudesse monitorar nosso efetivo globalmente", muito menos realizar análises sofisticadas, relembra Cottrell. Um recurso especialmente útil, diz, é o campo de "metas em cascata" do sistema, que requer que os funcionários pensem sobre como cada uma de suas tarefas diárias oferecem suporte à estratégia geral da empresa.  A equipe de RH da National Instruments também conseguirá avaliar como os funcionários classificam suas experiências de contratação e integração, incluindo as orientações iniciais e treinamentos, bem como suas conversas regulares sobre carreira com os gerentes. Para saber mais sobre os motivos de as pessoas saírem da empresa, eles estão aprimorando as entrevistas de saída dos funcionários. "Nosso objetivo é ter uma visão mais global dos indicadores de resultados, a fim de ajudar a influenciar nossas iniciativas estratégicas", disse Cottrell. Entre as áreas, a equipe de RH irá considerar:  Se os funcionários que relatam uma experiência de integração positiva acabam trabalhando para a empresa por mais tempo que os outros. Os fatores que levam um funcionário a começar a procurar por um novo emprego em outra empresa. "Isso é muito útil, pois geralmente quando eles começam a procurar emprego, a empresa já os perdeu", disse Cottrell. Se os funcionários que têm conversas regulares e significativas com seus gerentes sobre satisfação profissional, possibilidades de carreira e promoções ficam mais tempo na empresa do que outros profissionais. "As avaliações de retenção tendem a ser muito reativas", diz, "pois, no momento que temos acesso a elas, as pessoas já saíram da empresa". Os dados que coletamos a respeito dos motivos para os funcionários saírem da empresa nos ajudam a fazer uma melhor previsão sobre nossos profissionais, fornecendo mais informações sobre a saúde geral de nossos talentos. Nosso desafio é descobrir o que motiva nossos funcionários atuais, para assim prever o que eles farão no futuro. Conforme a concorrência aumenta, "temos que começar a prever quando perderemos profissionais de qualidade", diz Cottrell. "Quanto mais rápido fizermos as análises preditivas de RH, maiores serão as chances de manter esses profissionais." * Linda Currey Post é redatora sênior da Oracle.

Com a grande concorrência entre as empresas, reter os funcionários de qualidade tem sido essencial para o RH. O Oracle HCM Cloud possui funcionalidades de análise preditiva que podem ajudar o...

Por que a cadeia de suprimentos focada no paciente é fundamental para o futuro da área de saúde

Além de possibilitar redução de custos, quando aliados às tecnologias emergentes esses processos podem ajudar a área da saúde a cumprir seu objetivo de prestar  um atendimento mais focado nos pacientes. Por Michael Walker * Nos meus 25 anos de carreira, eu me envolvi em muitos aspectos das ciências da saúde, como aparelhos médicos, produtos biofarmacêuticos e profissionais de saúde. A partir dessa experiência, que incluiu funções na cadeia de suprimentos, estratégia de produtos e consultoria de gerenciamento, comecei a valorizar o papel fundamental da cadeia de suprimentos nos negócios. Em qualquer negócio. Sua eficiência e eficácia influenciam todos os aspectos de uma organização. Em 2001, em um estudo chamado “Crossing the Quality Chasm: A New Health System for the 21st Century”, o Instituto de Medicina listou seis objetivos específicos para aprimorar o sistema de saúde nos EUA: torná-lo mais seguro, eficiente, eficaz, adequado, igualitário e voltado para o paciente. Esses objetivos notáveis beneficiarão todos os pacientes e possíveis pacientes, através de um atendimento mais específico, amplamente disponível e menos caro. Leia mais: Como a IA amplia o acesso aos ensaios clínicos relacionados ao câncer A cadeia de suprimentos voltada para o paciente pretende ajudar as organizações de saúde a alcançarem esses objetivos. A maioria dos hospitais poderá reduzir significativamente seus custos com suprimentos e melhorar os resultados na saúde, aprimorando os processos e ferramentas de cadeia de suprimentos modernos, voltados para a demanda. Essa modernização, juntamente com o uso de tecnologias emergentes como análise de dados, Internet das Coisas, redes de registro distribuído com blockchain e inteligência artificial, podem ajudar as organizações de saúde a chegarem mais perto de seu objetivo de fornecer um atendimento voltado para o paciente. Muita ineficácia Todos sabem que os custos da saúde crescem rapidamente, cerca de 5% ao ano nos EUA, onde calcula-se que chegarão em US$ 5,7 trilhões até 2025. Uma forma de começar a controlar esses custos é com o segundo maior gasto (depois de mão de obra) dos hospitais: suprimentos. Entre eles, medicamentos, é claro, mas também uma série de equipamentos médicos/cirúrgicos, como bolsas para administração intravenosa, máscaras, luvas, equipamentos operacionais, esponjas e curativos. As práticas de gerenciamento de ativos dos hospitais são, em sua maior parte, muito ineficazes. Considere as seguintes estatísticas: Os hospitais dos EUA destroem US$ 800 milhões de medicamentos vencidos anualmente, de acordo com estimativas. Aproximadamente 4.500 medicamentos e equipamentos médicos são recolhidos todos os anos, e 5% desses recolhimentos são considerados fatais. Enfermeiros gastam em média 21 minutos por turno procurando equipamentos perdidos. Os hospitais usam seus equipamentos clínicos móveis, como ventiladores e monitores cardíacos, somente 42% das vezes. Mais da metade do tempo esses aparelhos não são utilizados. Resultado: os hospitais compram mais equipamentos móveis do que precisam. Além disso, é importante que as organizações de saúde organizem os suprimentos que os médicos querem usar, conhecidos no setor como itens preferidos pelos médicos (Physician preference items, PPIs), com seus padrões definidos, de modo que não tenham dez médicos utilizando dez tipos diferentes de produtos para o mesmo procedimento. Não é nenhuma surpresa que os hospitais estejam tomando medidas para saber exatamente quais equipamentos e suprimentos estão usando, onde eles estão localizados em todos os momentos e os disponibilizem o mais rápido possível. Mas os pacientes não vão apenas a hospitais para obterem cuidados com a saúde. Cada vez mais surgem clínicas de atendimento de emergência e centros de tratamento para distúrbios específicos. Muitas dessas instalações estão alinhadas aos sistemas de hospitais locais, embora cada uma, em sua maioria, armazene seus próprios suprimentos. É uma receita para a sobrecarga de inventário e para o desperdício. Como ter um atendimento voltado para os pacientes  É por isso que os executivos da área de saúde procuram adotar as melhores práticas de outros setores relacionadas à cadeia de suprimentos. Implementar uma rede de suprimento voltada para a demanda (Demand-driven supply network, DDSN), que atenda aos requisitos do cliente, neste caso paciente, pode ajudar os profissionais da área de saúde a reduzir significativamente os custos com material, assim como acontece em outros setores há anos. Por exemplo, a Oracle e uma empresa de consultoria internacional trabalharam com um hospital no centro da cidade, em um projeto de otimização de cadeia de suprimentos voltada para a demanda, que eliminou US$ 1,5 milhão em custos com equipamentos médicos. É cada vez mais importante que os profissionais da área de saúde coloquem seus pacientes no centro das estratégias de realização e demanda, um enfoque que pode ser apoiado pelo uso de diversas tecnologias emergentes. Análise de dados e machine learning. As ferramentas de análise de dados podem ajudar os médicos e pesquisadores a determinarem os custos reais e o benefício para os pacientes dos medicamentos, materiais e tratamentos. Os algoritmos de machine learning podem analisar um grande volume de dados para médicos que procuram padrões nos dados de saúde de um paciente durante o tempo, princípio fundamental no atendimento voltado para o paciente, além de ajudar pesquisadores que estudam os resultados de diversos ensaios clínicos, procurando por medicamentos mais econômicos. Internet das Coisas. Conhecido no setor como IoHT (Internet of Health Things), este conjunto de tecnologias de rede sem fio, sensor e análise será fundamental para ajudar os profissionais de saúde a monitorarem seus recursos em diversas instalações. Também terá uma função importante no campo emergente de Cuidados com a saúde conectados (Connected Care), que é a capacidade de monitorar e fornecer serviços aos pacientes em suas residências e outros locais. Blockchain. Como a solução de blockchain pode fornecer um registro privado, compartilhado e imutável de transações entre parceiros comerciais, eles prometem permitir autenticidade e agilizar o recolhimento de produtos, a fim de remover materiais nocivos ou defeituosos do uso clínico. Em combinação com a IoHT, a solução de blockchain pode ajudar a melhorar a segurança do paciente, especialmente com relação ao rastreamento de produtos. A blockchain ajudará os fornecedores de produtos de saúde a saberem quais são e cumprirem com suas responsabilidades. Além disso, a IoHT pode ajudar os produtos, principalmente os medicamentos, a chegarem pontualmente ao seu destino sem seres violados. Inteligência artificial. Um exemplo muito simples, mas impactante do uso de IA na área de saúde são os chatbots. Enquanto o paciente está vindo pelos corredores, o médico pode usar o comando de voz para solicitar a transferência de um inventário para um local específico, aumentando a pontualidade do atendimento. Os chatbots podem aumentar a eficácia de enfermeiros, fornecendo-lhes informações no local do atendimento, em vez de precisarem voltar a um posto de enfermagem. Os chatbots também podem aumentar o bem-estar dos pacientes, indicando os locais de atendimento mais convenientes para consultas de acompanhamento. A otimização da cadeia de suprimentos está alinhada ao afastamento do setor de saúde de um atendimento intensivo voltado para o hospital, em direção a uma abordagem mais proativa e cada vez mais voltada para o paciente. Ela também ajuda a oferecer suporte à eliminação progressiva do modelo da taxa por serviço dos centros de cuidados intensivos, implementando um modelo cujas tarifas se baseiem mais em consistência e valor. Ao implementar cadeias de suprimentos voltadas para os pacientes, com a ajuda de ferramentas comprovadas e tecnologias emergentes, as organizações de saúde dos EUA podem realizar melhoras necessárias em seus processos, procedimentos e resultados. * Michael Walker é líder global de saúde do grupo de soluções industriais da Oracle.

Além de possibilitar redução de custos, quando aliados às tecnologias emergentes esses processos podem ajudar a área da saúde a cumprir seu objetivo de prestar  um atendimento mais focado nos...

A força de trabalho híbrida

Assim como aconteceu com a nuvem, diferentes empresas vão adotar uma força de trabalho de última geração no ritmo que fizer sentido para elas. No entanto, a mudança é inevitável. Por Aaron Lazenby * A edição de inverno de 2019 da revista Profit foca em questões relacionadas a recursos humanos e é definida por alguns números intrigantes sobre o futuro do trabalho, refletidos por toda a edição. Aqui estão alguns a considerar: 28% dos líderes de negócios e de RH preveem a adição de funcionários temporários à sua força de trabalho. 89% das pessoas da Geração Z acreditam que estamos entrando em uma era de parcerias homem/máquina. 93% dos trabalhadores aceitariam ordens recebidas de um robô no trabalho. Como o RH deve lidar com reclamações de funcionários sobre gerentes robôs? Como as equipes de compras devem auxiliar na integração de funcionários temporários e como a folha de pagamento vai acomodar a remuneração deles? Como os gerentes tomarão decisões sobre qual trabalho deve ser feito por robôs e por IA e quais tarefas devem ser designadas a trabalhadores humanos? Leia mais: Sete itens que líderes de RH devem conhecer sobre tecnologias emergentes No processo de considerar essas questões (e nas conversas com especialistas de RH sobre o futuro do trabalho), a equipe editorial da Profit se concentrou em um tema: "A força de trabalho híbrida". Isso não é apenas uma referência às várias maneiras pelas quais a força de trabalho está mudando, mas também um sinal deliberado de aprovação da maneira como a Oracle costuma descrever uma plataforma de TI onde coexistem sistemas locais e em nuvem. Penso que existe uma comparação a fazer aqui: assim como aconteceu com a nuvem, diferentes empresas vão adotar uma força de trabalho de última geração no ritmo que fizer sentido para elas. No entanto, a mudança é inevitável. A seção Need 2 Know traça uma imagem das mudanças que estão por vir. À medida que as buscas por potenciais candidatos forem cada vez mais sendo realizadas por inteligência artificial, os currículos terão que ser projetados para atrair a atenção de recrutadores robôs. À medida que os trabalhadores forem se estabelecendo cada vez mais longe das matrizes das empresas — no espaço, por exemplo — os gerentes precisarão de novas ferramentas e habilidades. Aliás, será que as pessoas deveriam sequer trabalhar? Todas essas questões influenciarão as decisões estratégicas tomadas por executivos do nível C e gerentes de RH em um futuro não muito distante. A tecnologia também pode ajudar a compensar potenciais disrupções na força de trabalho. De acordo com Emily He, vice-presidente sênior de Marketing de Produtos de Gerenciamento do Capital Humano da Oracle, em sua coluna O toque humano da tecnologia, "a tecnologia é uma ferramenta que funciona melhor quando aprimora as percepções e ações humanas, não quando as substitui". Nossa reportagem de capa, Safety First. . . and Fast, que mostra a cidade de Memphis, analisa a maneira como a tecnologia está ajudando a resolver os desafios de recrutamento de hoje. O prefeito Jim Strickland prometeu a seus eleitores melhorar a segurança pública expandindo a força policial e o corpo de bombeiros, e há requisitos únicos que os potenciais candidatos devem cumprir — incluindo idade, educação e experiência profissional. A diretora executiva de Recursos Humanos, Alexandria Smith, migrou os sistemas de RH da cidade para a nuvem a fim de automatizar o acompanhamento desses requisitos — simplificando o processo de inscrição e resultando em cerca de 600 novas contratações desde 2016. Os desafios de recrutamento também são o tema central do artigo Searching High and Low. Essa história trata da busca por talentos raros, resumindo estratégias para se chegar a um conjunto de talentos tão pequeno quanto 100 candidatos qualificados. Em um mercado onde apenas alguns poucos especialistas podem decidir o sucesso ou o fracasso de um negócio, é essencial ter uma estratégia — e a tecnologia certa — para atrair o melhor dos melhores. * Aaron Lazenby é editor chefe da revista Profit.

Assim como aconteceu com a nuvem, diferentes empresas vão adotar uma força de trabalho de última geração no ritmo que fizer sentido para elas. No entanto, a mudança é inevitável. Por Aaron Lazenby * A...

As dez principais tendências no setor de varejo

Inteligência artificial, aprendizado de máquina e dispositivos inteligentes são algumas das tendências para o varejo investir nos próximos anos. Por Equipe SmarterCX* Na NRF 2019, perguntamos aos líderes do varejo: "Quais são as principais tendências no setor de varejo em 2019?". Desde a realidade estendida e a inteligência artificial acionável, até a finalização automática da compra, conheça 10 das mais quentes tendências do varejo, e as tecnologias que eles acreditam que fazem a diferença nas experiências de compras deste ano. Leia mais: É hora de repensar a experiência do cliente: atualizações do Oracle CX Cloud 1. XR (Realidade estendida) Jamie Fleming, CEO e cofundador da Studio 216 “Acredito que veremos a XR ou a computação espacial se tornando cada vez mais populares, com muitos desses clientes empresariais no varejo. Eles podem economizar dinheiro com um treinamento mais eficaz, ou através da redução de custos e viagens. Por exemplo, se designers de diversos lugares dos EUA precisarem se reunir em um ambiente centralizado, agora podemos fazer isso de forma completamente virtual.” 2. IA acionável Cathy McCabe, CEO, Proximity Insight “Acredito que vemos o intenso surgimento de tudo o que se relaciona a lojas e inventários físicos, contanto que reúnam esses tipos de canal. É importante ser capaz de analisar os dados e insights da área de inteligência artificial, mas o fundamental é torná-los úteis.” 3. Aprendizado de máquina (Machine Learning) Franklin Pacheco, diretor de consultoria de vendas da Oracle “A quantidade de dados que os varejistas veem hoje em um ambiente omnichannel é gigante, em comparação ao que tínhamos no passado. Portanto, utilizar aprendizado de máquina e ciência para entender o comportamento do consumidor e seus padrões mentais certamente trará uma vantagem competitiva aos varejistas que quiserem entrar no mundo da ciência e do aprendizado de máquina.” 4. Finalização automática da compra (Autonomous Checkout) Ahmed Beshry, cofundador e diretor de compras da Caper “Acredito que estejamos vivendo o momento da finalização automática de compras atualmente. Entrar em uma loja, incluir itens em seu carrinho, finalizar a compra sem tirar os produtos do carrinho e sair da loja é uma grande tendência. Acho que veremos muito disso em 2019.” 5. PDV móvel Danny Beltran, diretor de consultoria de vendas da Oracle "O PDV móvel envia uma variedade de informações sobre os produtos diretamente para o dispositivo móvel, além de conseguir entender e conhecer os clientes ao fazer compras com eles." 6. Clientes como advogados da marca Paul Archer, fundador e diretor executivo da Duel "As marcas estão começando a descentralizar suas ações de marketing. E com isso, o que costumava ter esse tipo de modelo de comando e controle, hierárquico, começou a se espalhar. As marcas querem trabalhar com seus clientes antigos e tentar descobrir como fazer com que eles falem sobre a marca. Estão tratando os clientes como agentes sociais. Eles são promotores, que divulgam a marca em diferentes canais e de formas que a marca nunca conseguiria fazer anteriormente." 7. Interações atualizadas com a marca Rand Fernandes, diretor de consultoria de vendas da Oracle "Não só a interação digital com os clientes, mas a jornada para chegar até eles. A pergunta não é 'o cliente comprou on-line?', mas sim 'Quantas vezes o cliente entrou no site?', 'Onde ele viu a propaganda?', 'Em quais feeds sociais eu vi a propaganda?'. Não se trata apenas de quando o cliente interagiu com a marca, mas como ele interagiu e quais medidas foram tomadas antes que a compra fosse feita." 8. Bitcoin Alex Adelman, CEO e cofundador da Lolli "Muitos varejistas estão interessados no Bitcoin, mas não têm certeza se devem se envolver. E, como o Bitcoin é algo novo, muitas pessoas não têm e não investiram nisso. Após as pessoas acumularem Bitcoins, começaremos a ver os efeitos na rede, do que pode acontecer quando começarem a gastar Bitcoins. O Bitcoin pode fazer coisas interessantes em grande escala." 9. Dispositivos inteligentes Stacy Grega, diretora de consultoria de vendas da Oracle "Quero que toda a minha casa seja inteligente. Então, seja com o reconhecimento de voz, utilizando a Alexa e todos os dispositivos que tornam minha experiência de compras melhor e mais fácil, sou completamente a favor." 10. A nuvem Rose Spicer, diretora sênior e marketing varejista da Oracle "O mais interessante em 2019 é que estamos vendo diversos clientes migrarem para a nuvem. Conversei muito com os clientes recentemente, e percebi a ampla adoção das soluções em nuvem." Quer comparar e lembrar quais eram as tendências do ano passado para o setor do varejo? Veja as 6 principais tendências no setor de varejo em 2018 (em inglês). * A equipe SmarterCX é composta por especialistas, escritores, artistas, designers e profissionais de experiência do cliente, dedicados a gerar uma experiência mais inteligente para seus clientes. Direitos autorais © 2018 Oracle. Todos os direitos reservados. Esta transcrição pode ser editada por motivos de legibilidade.

Inteligência artificial, aprendizado de máquina e dispositivos inteligentes são algumas das tendências para o varejo investir nos próximos anos. Por Equipe SmarterCX* Na NRF 2019, perguntamos aos...

A fórmula de sucesso da nuvem da Oracle: ERP Cloud e Autonomous Database

O primeiro banco de dados autônomo do mundo e a suíte completa de soluções de gestão empresarial oferecem aos clientes a possibilidade de reduzir custos e otimizar a produtividade. Por Chris Murphy * Quando a Oracle lançou seu Autonomous Database, o Diretor Executivo e CTO Larry Ellison achou que o maior diferencial de venda seria eliminar o custo de mão-de-obra humana para aplicar patches, ajustar, atualizar e proteger o banco de dados. Outro grande diferencial seria eliminar erros humanos, já que todo aquele trabalho acontece automaticamente. Aquelas vantagens se revelaram altamente valiosas para os clientes, mas o maior diferencial de vendas para o Oracle Autonomous Database, observou Ellison, foi a velocidade de implantação e o benefício para a produtividade, já que as empresas podem deixar seus desenvolvedores trabalhar em novas ideias muito mais rápido. Leia mais: Oracle reúne equipes de serviços e cadeia de suprimentos com inovações pioneiras na indústria “Tivemos clientes que colocaram seus bancos de dados em funcionamento em 15 minutos... enquanto o tempo normal para fazer algo assim era 15 dias”, comentou Ellison. “O fato de que as equipes existentes [de administradores de banco de dados], nossos principais clientes, poderem se tornar muito mais produtivos, conseguirem fazer 10 vezes mais no mesmo tempo do que podiam antes do Autonomous Database, foi a coisa que mais chocou nossos clientes.” Ellison enfatizou também que duas iniciativas estratégicas determinariam o sucesso da Oracle: o Oracle Autonomous Database baseado em nuvem e seus dois pacotes de planejamento de recursos empresariais baseados em nuvem, que compreendem aplicativos financeiros, de compras, de planejamento de produção e outros. A Oracle tem cerca de 6.000 clientes de seu pacote Oracle ERP Cloud e mais de 16.000 de seu pacote de nuvem Oracle NetSuite. O CEO Mark Hurd disse que aqueles dois negócios de ERP na nuvem proporcionaram um índice de crescimento de receita combinado de 34% no segundo trimestre deste ano fiscal, que foi até 30 de novembro. Com o Oracle Autonomous Database, que traz novas capacidades de "autocondução" ao Oracle Database líder do mercado, a Oracle tem "a maior liderança em tecnologia que já desfrutamos sobre nossos concorrentes desde que entramos no mercado de bancos de dados há quase quatro décadas”, comentou Ellison. Ellison e Hurd apontaram relatórios de analistas independentes que classificam a liderança da Oracle em tecnologia de ERP e de banco de dados na nuvem. Hurd também observou que as vendas da nuvem de ERP tendem a levar a vendas de aplicativos de gerenciamento de capital humano e de outros aplicativos de nuvem complementares da Oracle. Ele citou MGM Resorts, Hormel, e Securitas entre as conquistas de ERP na nuvem da Oracle no segundo trimestre de ano passado que também incluíram o pacote de nuvem mais amplo. Comentando sobre o segmento de banco de dados da Oracle, Ellison disse que a Oracle há tempos tem a tecnologia mais avançada e que os negócios continuaram a crescer de maneira constante. Mas somente ano passado a Oracle começou a fornecer seu banco de dados em uma nova infraestrutura de nuvem da segunda geração. Seu desempenho está incentivando os clientes a migrar seus bancos de dados no local para a nuvem em grande escala. “Milhões de Oracle Database serão movidos para o Oracle Cloud”, comentou. * Chris Murphy é diretor de Conteúdo de Oracle Cloud. Isenção de Responsabilidade de Safe Harbor: As declarações contidas neste artigo relacionadas a planos, expectativas, crenças e intenções futuras da Oracle, incluídas declarações relacionadas a iniciativas estratégicas da Oracle e futura migração de clientes de banco de dados para o Oracle Cloud, são “afirmações progressivas” e estão sujeitas a riscos e incertezas materiais Muitos fatores podem afetar as expectativas atuais e os resultados reais, e podem fazer com que os resultados reais difiram materialmente. Uma discussão de tais fatores e outros riscos que afetam os negócios da Oracle está contida nos registros da Oracle na Securities and Exchange Commission (SEC), incluídos os relatórios mais recentes da Oracle sobre o Form 10-K e Form 10-Q sob o título “Risk Factors.” Esses registros estão disponíveis no site da SEC ou no site da Oracle em http://www.oracle.com/investor. Todas as informações neste artigo estão atualizadas até 17 de dezembro de 2018, e a Oracle não se responsabiliza por atualizá-las de acordo com novos dados ou eventos futuros.

O primeiro banco de dados autônomo do mundo e a suíte completa de soluções de gestão empresarial oferecem aos clientes a possibilidade de reduzir custos e otimizar a produtividade. Por Chris Murphy * Qua...

Oracle reúne equipes de serviços e cadeia de suprimentos com inovações pioneiras na indústria

Oracle Service Logistics Cloud é a primeira solução do mercado que conecta de ponta a ponta: experiência do cliente, serviço de campo e cadeia de suprimentos, proporcionando uma experiência única para o cliente. Por Stephen Florecillas* A maioria das organizações de serviço já passou por isto:  um comprador irritado entra em contato com o serviço de atendimento ao cliente para apresentar um problema e solicitar um técnico. A equipe de atendimento ao cliente, com quase nenhum insight sobre a localização em tempo real dos técnicos de campo “adivinha” a hora de chegada prevista. O técnico chega em um horário diferente e percebe que não tem à mão as peças necessárias para o conserto. O resultado: frustração para todos os envolvidos e uma experiência de cliente negativa que colocará em risco futuras oportunidades de negócio. Esta situação é muito comum e só tende a aumentar à medida que mais empresas oferecem produtos no modelo de assinatura ou como um serviço para complementar sua oferta de produtos tradicionais. Esta tendência é chamada “servitization” ou entrega de serviços associados. Quando bem feita, a entrega de serviços associados cria uma situação ganha-ganha para organizações na forma de uma experiência aprimorada para o cliente e novas fontes de receita. No entanto, para aproveitar esta oportunidade, as organizações precisam ir além dos modelos tradicionais de defeito/conserto. Nos novos modelos de negócios de serviço ou assinatura, qualquer tempo de inatividade custa caro, mas a boa notícia é que é possível prestar um serviço proativo com dispositivos conectados. Serviço proativo não é o futuro; é o presente. Leia mais: É hora de repensar a experiência do cliente: atualizações do Oracle CX Cloud Para lidar com o nosso novo panorama de serviços, estamos animados em apresentar o Oracle Service Logistics Cloud, a primeira solução completada da indústria que conecta a experiência do cliente, o serviço de campo e as operações da cadeia de suprimento em uma única solução integrada em nuvem. Em uma combinação do Oracle Customer Experience (CX) Cloud e do Oracle Supply Chain Management (SCM) Cloud, o Oracle Service Logistics Cloud ajuda organizações baseadas em serviços a gerenciar facilmente suas operações e proporcionar ao cliente uma experiência unificada, ao mesmo tempo em que controla os custos. Com o Oracle Service Logistics Cloud, os clientes poderão: Adotar uma solução de serviço completa, para toda a empresa, eliminando silos de informações e permitindo que cada departamento de serviço trabalhe em conjunto, em tempo real. Otimizar a logística de peças e a rentabilidade ao solicitar e enviar peças diretamente para os clientes e técnicos de campo, gerenciando o estoque dos técnicos e aumentando a precisão dos relatórios serviço e cobrança. Proporcionar uma experiência de cliente totalmente integrada, com um único ponto de contato durante todo o processo de resolução do problema. Aprimorar o serviço de campo conectando técnicos com o restante da empresa e assegurando que o técnico certo, com as habilidades certas e as peças certas possam, de fato, atender a todos os requisitos do cliente. Os clientes da Oracle que já usam o Oracle CX Cloud e o Oracle SCM Cloud podem tirar proveito dessa funcionalidade hoje. Para mais informações sobre o Oracle Service Logistics Cloud, visite a nossa página de soluções . * Stephen Fioretti é Vice-presidente de Gerenciamento de Produtos, Oracle CX Sales and Service. Safe Harbor O texto acima descreve uma direção geral do produto. Esta apresentação destina-se apenas a fins informativos e não pode ser incorporada em um contrato. Não se trata de um compromisso para fornecimento de qualquer material, código ou funcionalidade e não deve ser usada como base para a tomada de decisões de compra. O desenvolvimento, lançamento e cronograma e preço de quaisquer funcionalidades ou recursos descritos para os produtos Oracle podem sofrer alterações e ficam a critério exclusivo da Oracle Corporation.

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É hora de repensar a experiência do cliente: atualizações do Oracle CX Cloud

As atualizações foram apresentadas no Modern Customer Experience, que aconteceu de 19 a 21 de março em Las Vegas. O evento aconteceu junto ao Modern Business Experince, que apresentou novidades nas soluções de finanças, recursos humanos e cadeia de suprimentos. Por Rob Tarkoff * As mudanças estão cada vez mais aceleradas. As expectativas estão aumentando rapidamente. Nada é previsível. O tempo está passando. O único recurso verdadeiramente finito está escorregando por entre os dedos. Mas, e se o tempo estiver do nosso lado? E se tivéssemos tempo para parar e pensar sobre o que é realmente possível? E se tivéssemos tempo para tornar cada interação com o cliente realmente especial? E se pudéssemos devolver o tempo aos nossos clientes atuais e potenciais? Leia mais: Cinco principais prioridades estratégicas dos CMOs para 2019 Pergunto porque a CX – a experiência do cliente – é uma corrida contra o tempo. Não se trata de cortar os custos ou acelerar os ganhos, mas sim de recapturar o tempo. E isso não é apenas um jogo de velocidade e eficiência. Trata-se do tempo para responder, tempo para comprar, tempo para antecipar e tempo para aprender. Trata-se de olhar o mundo através dos olhos do cliente e se perguntar: As experiências que minha marca oferece valem o tempo que o cliente investe em mim? O tempo é a moeda da Economia da Experiência. É agora. É urgente. É nesse contexto que foram feitas as atualizações mais recentes do Oracle Customer Experience (CX) Cloud, que estamos anunciando nesta semana. Vamos explorar cada uma delas. Economia da Experiência Descobrir – Interagir – Consumir – Servir Investimentos em ciência de dados ajudam equipes de vendas a dominar a nova ciência das vendas A ideia de uma “jornada do cliente” totalmente linear é coisa do passado. O mundo simplesmente não funciona mais assim. Existe hoje uma nova ciência das vendas, e as atualizações de dados e inteligência artificial incorporadas ao Oracle CX Cloud ajudarão os nossos clientes a dominá-la. Nossa nova oferta de Planejamento de Vendas traz uma avançada ciência de dados para modelagem de comissão, previsão de vendas e segmentação de territórios, permitindo que dados e algoritmos otimizem a geração de receita. Além disso, as novas integrações com o Oracle DataFox, que fornecem dados B2B limpos, precisos e enriquecidos para potencializar as funcionalidades de IA e machine learning, ajudarão as equipes de vendas a expandir seu mercado potencial e aumentar ainda mais a eficiência.  Atualizações do Oracle Marketing Cloud ajudam a tornar especial cada interação com o cliente Ninguém quer ser visto apenas como “público-alvo”. Ninguém quer ser visto como “potencial comprador”. Todos nós sabemos que isso é verdade. É um desperdício do nosso tempo. É por isso que as atualizações mais recentes do Oracle Marketing Cloud permitem aos profissionais de Marketing ir além das abordagens tradicionais de público-alvo e segmentação. Ao potencializar insights comportamentais e contextuais de todos os canais, as atualizações ajudarão os profissionais de Marketing a aproveitar dados de clientes contextuais e em tempo real para proporcionar uma experiência integrada e altamente personalizada todas as vezes que eles interagem com os clientes. Oracle Service Logistics Cloud reúne equipes de serviço e cadeia de suprimentos Não queremos apertar a tecla 4 para ser encaminhado ao atendimento ao cliente. Não queremos ficar esperando na linha e ser transferidos para a equipe de atendimento ao cliente. Não temos tempo para procurar pelo atendimento ao cliente, e é por isso que estamos lançando o Oracle Service Logistics Cloud. Ele reúne as equipes de serviço de campo e cadeia de suprimentos para capturar, diagnosticar e solucionar os problemas dos clientes rapidamente e da forma mais eficaz possível em termos de custo. E esta solução é pioneira na indústria. Ecossistema Expandido do CX: Nova Integração com Slack e muito mais  À medida que as expectativas dos clientes mudam, a nossa forma de trabalhar juntos também muda. Para ajudar a reunir as equipes para que todos possam se concentrar no cliente, estamos lançando novas integrações com o Slack. As integrações são outra iniciativa pioneira na indústria e ajudarão profissionais de vendas e atendimento ao cliente a melhorar a colaboração e aumentar a produtividade. É uma novidade realmente incrível, e apenas um exemplo de como trabalhamos continuamente com parceiros para ajudar nossos clientes a tirarem proveito de novas tecnologias para atender às demandas da Economia da Experiência. Além de todas as atualizações diferentes, este é um momento de aprendizagem. No evento Modern Customer Experience, em Las Vegas, estaremos reunindo milhares de profissionais de todo o nosso ecossistema especializados em experiência do cliente para explorar conceitos revolucionários, criar novas experiências incríveis e discutir o poder do Oracle CX Cloud. E se você realmente quiser aprender com os melhores dos melhores, não se esqueça de conferir o Markie Awards 2019.  Este é o seu momento. Este é o nosso momento. Dá um frio na barriga. Dá um frio na espinha. Mas imagine um mundo onde as experiências estão à nossa volta e, ao mesmo tempo, são invisíveis. Um mundo onde o tempo é a moeda de troca de experiências incríveis do cliente. É o mundo rumo ao qual a indústria está indo. É uma maneira radicalmente diferente de pensar a forma como interagimos com os clientes. Vamos juntos tomar a dianteira rumo a esse novo mundo. * Rob Tarkoff é Vice-presidente Executivo e Gerente Geral de Oracle CX Cloud.

As atualizações foram apresentadas no Modern Customer Experience, que aconteceu de 19 a 21 de março em Las Vegas. O evento aconteceu junto ao Modern Business Experince, que apresentou novidades nas...

Por que seu próximo gerente de projetos pode ser um bot

A automação do gerenciamento de projetos permite que os gerentes de equipe sejam mais estratégicos. E a integração aos sistemas de gestão empresarial, como o ERP Cloud, ajuda a potencializar a eficiência dos bots. Por David Werner * Nos últimos anos, o gerenciamento de projetos tem estado em meio a uma revolução. Os ciclos de iteração são mais curtos, as equipes de projeto mais dispersas e a pressão para apresentar resultados é cada vez maior. Ao mesmo tempo, tecnologias emergentes estão criando novas oportunidades para organizações de gerenciamento de projetos (PMOs) para gerenciar esse trabalho que está mudando, de acordo com um estudo recente da ProjectManagement.com. A automação e a visualização de dados proporcionadas por sistemas de gerenciamento de projetos de vanguarda dão aos gerentes as ferramentas de que eles precisam para tomar decisões informadas. Mas e se muitas dessas decisões pudessem ser tomadas pelo próprio software? Leia mais: O toque humano da tecnologia Essa é a promessa do aprendizado de máquina — uma promessa que mudará as equipes, o gerenciamento de projeto e os próprios projetos mais cedo do que você imagina. Aí vêm os Bots Os sistemas de gerenciamento de projetos de hoje normalmente dependem de entrada manual, como quadros de horários e atualizações de status, para informar as decisões de um gerente a respeito da atribuição de tarefas e da alocação de recursos. Sistemas mais sofisticados, como o Oracle Project Portfolio Management Cloud, podem extrair dados adicionais de outras partes da empresa, como o Departamento Financeiro, e apresentá-los com visualizações avançadas. Daqui a alguns anos, entretanto, a IA e o aprendizado de máquina poderão estar tomando essas decisões de maneira independente e objetiva, sem intervenção humana. Robôs de software (comumente chamados de “bots”) poderiam criar planos de projeto, atribuir tarefas e alocar recursos. Esses bots seriam capazes de aprender com qualquer número de entradas de dentro e de fora da organização para refinar aquelas decisões, resultando em eficiência e velocidade ainda maiores. Isso não significa que poderemos passar totalmente sem gerentes de projetos. Em vez disso, com os bots tomando essas decisões táticas, gerentes humanos de projetos podem assumir um foco mais estratégico, mantendo o portfólio de projetos da organização alinhado com suas prioridades estratégicas. O gerente de projetos também atuaria como um orientador da equipe, monitorando tendências amplas, identificando oportunidades imprevistas e levando pensamento inovador para lidar com os problemas iminentes. A equipe de projeto evolui… Equipes de projeto certamente não são mais o que costumavam ser. No lugar de estruturas hierárquicas rígidas, equipes ágeis e auto-organizadas estão criando um ambiente de entrega de projetos dinâmico. Os membros de equipe podem estar espalhados por todo o país ou pelo globo, colaborando via ferramentas sociais e concentrando-se em especialidades técnicas individuais em vez de em experiência mais geral. Os bots se ajustam naturalmente ao modelo, cada vez mais difundido, de relação de trabalho sem vínculos empregatícios, quer seja um pool de prestadores de serviço externos, quer sejam equipes ad-hoc internas, quer sejam uma combinação dos dois. O sistema seria análogo a um serviço de carona, em que membros de equipe potenciais se disponibilizam quando (e onde) desejarem, e o sistema atribui tarefas com base na disponibilidade, na experiência e em outros critérios. O sistema de IA então garantiria que esses elementos distintos se reunissem como um todo coeso, dentro do prazo e do orçamento. Quando obstáculos surgissem, o bot de gerenciamento, de forma semelhante a um sistema de GPS, poderia encontrar caminhos alternativos ou enviar um operador humano para resolução. …como os projetos também evoluem À medida que os bots se tornarem mais sofisticados, a própria natureza dos projetos provavelmente evoluirá junto. De fato, os elementos fundamentais desse modelo de trabalho futuro já estão em ação. A influência do Agile gerou uma abordagem mais iterativa, as organizações estão encurtando as janelas de planejamento e aumentando a cadência de entregas para atender à demanda. O resultado é um nível de complexidade e de velocidade que poderia ser difícil para um humano acompanhar — mas para o qual um bot é perfeitamente adequado. Automação inteligente poderia reduzir o intervalo entre a identificação de uma necessidade e a implementação da solução. Ao mesmo tempo, maximizaria os benefícios e o valor. Projetos empacotados de grande escala e potencialmente transformadores dariam lugar a entregas menores e incrementais que cumprem a promessa de melhoria contínua. Procura-se: ERP fim a fim na nuvem O aprendizado de máquina requer dados de alta qualidade — uma grande quantidade deles. É por isso que bots de gerenciamento de projetos contarão com sistemas de nuvem de ERP conectados para trocar informações com cada área funcional da empresa. O Departamento Financeiro, em particular, poderia se beneficiar imensamente dessa automação de última geração. Os bots manteriam os projetos dentro do orçamento e dos parâmetros de ROI, ao mesmo tempo em que forneceriam informações sobre o impacto no custo e na receita para a função financeira em tempo real. Além dos dados estruturados fornecidos pelo sistema de ERP, os bots poderiam extrair big data da Internet das Coisas (IoT), Dados como um Serviço e outras fontes não estruturadas para aprender novas maneiras de otimizar o custo do projeto e o ROI projetado. Infraestrutura e softwares no local simplesmente não fornecem dados prontamente disponíveis suficientes para treinar as máquinas. O futuro da IA e do Aprendizado de Máquina está na nuvem. Aonde tudo isso nos levará ainda é uma pergunta sem resposta. Para garantir que sua organização esteja pronta para o futuro, escolha soluções que já ofereçam análise preditiva e automação inteligente. A Oracle, por exemplo, tem Aprendizado de Máquina integrado em seus aplicativos de nuvem de finanças, recursos humanos, cadeia de fornecedores e experiência do cliente. * David Werner é Diretor de Marketing de Produto para Oracle ERP Cloud.

A automação do gerenciamento de projetos permite que os gerentes de equipe sejam mais estratégicos. E a integração aos sistemas de gestão empresarial, como o ERP Cloud, ajuda a potencializar a...

O toque humano da tecnologia

Como os avanços em inteligência artificial e machine learning podem humanizar nossas vidas profissionais. Por Emily He * A proliferação de tecnologias está remodelando nossas vidas profissionais de diversas maneiras importantes. Ela está aumentando a produtividade, promovendo a colaboração entre colegas e forjando relacionamentos mais próximos com os clientes. Mas há também um aspecto negativo: às vezes nos sentimos subjugados por uma enxurrada de dados e interfaces de usuário (IUs) rígidas que não nos protegem da sobrecarga de informações. Cada vez mais, os clientes nos dizem que querem maneiras simplificadas de interagir com as tecnologias corporativas. A boa notícia é que a inteligência artificial (IA), o machine learning e as IUs com linguagem natural estão proporcionando essas experiências simplificadas que todos estamos buscando. Em suma, a tecnologia está ajudando a tornar nosso trabalho mais humano. Leia mais: Sete itens que líderes de RH devem conhecer sobre tecnologias emergentes Falar em tecnologia como força humanizadora pode soar como um paradoxo, mas temos visto diversas maneiras pelas quais o uso de ferramentas digitais imita as interações humanas. Pense em como nós perguntamos aos nossos smartphones o valor de fechamento do índice Dow hoje e imediatamente ouvimos a notícia, boa ou ruim. Futuramente, é possível que nossos telefones nos informem proativamente que a autoestrada que normalmente pegamos está ficando congestionada e que precisamos de mais tempo para chegar na próxima reunião. Agora, as empresas estão obtendo benefícios semelhantes. Ferramentas digitais interativas e habilitadas por IA, como as da solução Human Capital Management (HCM) Cloud da Oracle, aumentarão a produtividade e diminuirão os custos de mão de obra, de acordo com um estudo com funcionários e gerentes de RH realizado pela Oracle e pela empresa de pesquisas Future Workplace. Por exemplo, em vez de digitar instruções em formulários na tela para coletar dados sobre quais funcionários foram treinados em uma determinada habilidade, os gerentes e profissionais de RH podem simplesmente conversar com seus computadores para obter uma experiência mais eficiente e humana. Isso pode liberar tempo para atividades mais estratégicas e mais criativas — o que, para líderes de negócios e equipes de RH, pode significar ajustar planos de carreira para os funcionários. Depois de sintetizar dados sobre as aspirações e as experiências passadas de um funcionário, eles podem usar a IA e machine learning para obter recomendações de cursos de desenvolvimento profissional e outros recursos, a fim de ajudar essa pessoa a conduzir sua carreira na direção certa. O êxito na adoção de tecnologias humanizadoras tem outras implicações para as empresas. Os millennials preferem trabalhar em empresas conhecidas por adotarem novas tecnologias. As organizações capazes de se promover como locais de trabalho digitalmente inovadores, que agilizam o acesso às informações, têm uma vantagem sobre as retardatárias em tecnologia na hora da contratação. Tendo em mente essas oportunidades, qual a melhor maneira de as organizações usarem a IA, machine learning e novos projetos de IU como força humanizadora? Elas terão que explorar uma ampla variedade de fontes de dados internas e externas, para obter insights sobre o comportamento e as preferências dos usuários que aprimorem a experiência dos funcionários. Sendo assim, é importante tirar proveito da experiência de um parceiro de tecnologia que tenha uma profunda compreensão de como gerenciar dados e desenvolver estratégias de dados bem-sucedidas. As tecnologias emergentes oferecem oportunidades interessantes para melhorar e humanizar nosso trabalho, mas devemos estar atentos também aos riscos. Uma preocupação comum a todos os departamentos de RH é não se deixar influenciar por tendências inconscientes que podem infiltrar-se no atendimento a grupos diversificados de pessoas. É preciso estender essa preocupação ao nosso uso da tecnologia. Afinal, é monitorando nosso comportamento que o machine learning funciona, de forma que precisamos garantir que nossas ferramentas digitais não estejam perpetuando falhas nas atividades de contratação ou de gerenciamento. Para fazer isso, temos que nos lembrar de algo que sempre soubemos: a tecnologia é uma ferramenta que funciona melhor quando aprimora as percepções e ações humanas, não quando as substitui. * Emily He é vice-presidente sênior do Grupo de Negócios de Gerenciamento do Capital Humano em Nuvem da Oracle.

Como os avanços em inteligência artificial e machine learning podem humanizar nossas vidas profissionais. Por Emily He * A proliferação de tecnologias está remodelando nossas vidas profissionais de...

De olho no futuro, empresas de utilities avançam para a nuvem

Migração para nuvem habilita uso de novas de tecnologias e pode trazer diversos benefícios para as companhias de energia, água e gás. Por Redação Oracle Cada vez mais empresas da área de utilities, que inclui segmentos tão importantes para a sociedade como energia, água, limpeza e gás, vêm apostando na adoção de novas tecnologias e soluções para superar os desafios do setor, ao mesmo tempo em que buscam uma operação mais simples e eficiente.  Nesta jornada, a nuvem se apresenta como um fator essencial para as organizações, uma vez que que habilita um melhor planejamento, além de facilitar o acesso às chamadas tecnologias emergentes, que incluem Inteligência Artificial (AI), Internet das Coisas (IoT), Blockchain, e Big Data, entre outras.  Leia mais: Tecnologia vira aliada e ajuda postos de gasolina a fidelizarem clientes Segundo uma pesquisa da Oracle e da Zpryme, 45% das companhias de utilities já usam a nuvem de alguma forma, enquanto 52% planejam fazer isso. Segundo o estudo, que entrevistou executivos e diretores de 100 empresas da área nos EUA, as principais razões para essa migração incluem reduzir custos com TI, melhorar a flexibilidade, poder focar em competências chave e manter-se atualizado com novas tecnologias.  Mais conhecido inicialmente como a tecnologia por trás da criptomoeda Bitcoin, o Blockchain também vem chamando a atenção no setor de utilities pelo seu potencial de trazer mais transparência e segurança às transações e operações. No entanto, esses não são os únicos benefícios oferecidos pela plataforma de registros ao segmento, conforme o diretor administrativo de Energy Consumer Services na Accenture, Tony Masella.  De acordo com o executivo, a tecnologia também pode facilitar as interações ‘machine-to-machine’ e baseadas em contratos inteligentes. “Por exemplo, aplicações inteligentes para casa – como um plugue inteligente ou um medidor inteligente – conectadas a uma plataforma de negociação de energia poderiam buscar continuamente pelas melhores ofertas e alternar automaticamente para um novo fornecedor de energia por meio de um contrato inteligente”, aponta.  Em um relatório sobre o assunto, a Deloitte destaca a transformação recente do setor, que está deixando de ocupar apenas o lugar de recipiente de tecnologias, e fala sobre a importância de um envolvimento mais profundo neste sentido para obter os melhores resultados.  “Estamos vendo um número cada vez maior de empresas de utilities assumir um papel ativo, por exemplo, ao incubar novas tecnologias e startups por meio de iniciativas de venture capital e participação em consórcios da indústria. Apenas ao estar profundamente envolvido em pesquisas, inovação, e testes, o setor de utilities pode descobrir o que poderá levar a novas receitas e o que poderá ser um beco sem saída.”  A Oracle conta com uma ampla variedade de soluções para auxiliar as companhias de utilities em todos os seus desafios, incluindo ferramentas para análise avançada de dados, gerenciamento da força de trabalho, e experiência do cliente, entre outros desafios operacionais. Por meio dessas aplicações, as organizações do setor podem acelerar o processo de transformação digital e avançar de vez rumo ao futuro.  

Migração para nuvem habilita uso de novas de tecnologias e pode trazer diversos benefícios para as companhias de energia, água e gás. Por Redação Oracle Cada vez mais empresas da área de utilities, que...

Cinco principais prioridades estratégicas dos CMOs para 2019

Tendências como contextualização de campanhas, integração de ferramentas e análises de dados terão como fortes aliadas as soluções em nuvem integradas a tecnologias emergentes, como o machine learning. Por Sasha Banks-Louie * Modelos e ferramentas de negócios digitais proporcionarão aos diretores executivos de marketing (CMOs) uma influência sem precedentes sobre as estratégias de crescimento de suas empresas no ano que temos à frente. Capturando e analisando quantidades massivas de dados de clientes e alcançando clientes de novas maneiras, eles poderão criar novos fluxos de receita mais previsíveis e mais lucrativos. "Os CMOs estão cada vez mais sendo avaliados pela receita", afirma Des Cahill, vice-presidente de Desenvolvimento da Experiência do Cliente da Oracle. "Isso exige uma abordagem baseada em dados para melhor compreensão dos indivíduos, e não apenas dos segmentos, e para que se possa prever as necessidades dos clientes com base em comportamentos em tempo real, e não apenas no histórico de transações." No entanto, até mesmo os CMOs com mais experiência digital podem encontrar dificuldades para priorizar o tempo e os investimentos de suas organizações. Aqui, restringimos o escopo a cinco prioridades para 2019, com base em discussões com executivos de marketing de algumas das principais marcas do mundo. Leia mais: As 4 principais prioridades estratégicas dos CHROs para 2019 1. Integre o contexto a tudo. Apesar de evidências de que os CMOs talvez estejam dobrando as apostas nos investimentos em personalização no novo ano, um recente estudo da Gartner observa que novas regulamentações de privacidade de dados, como o GDPR na Europa, dificultarão para os profissionais de marketing a realização de campanhas "direcionadas". Mas alguns profissionais de marketing veem a legislação como uma oportunidade para alcançar clientes de maneiras mais significativas. Por exemplo, em vez de rastrear detalhes pessoais, como sexo e idade (uma prática que pode violar as novas leis de privacidade), a Flipboard conta com algoritmos de machine learning e curadores humanos para modelar os interesses dos usuários com base no que as pessoas estão lendo na plataforma de notícias agregada da empresa, diz a CMO Marcie McCue. Mensurando visualizações, motivadores de engajamento e indicações, McCue está procurando expandir a variedade de tópicos que as pessoas desejam seguir, para depois selecionar mais editores e artigos de qualidade que sejam contextualmente relevantes para os anunciantes da Flipboard. "Levar uma marca a uma pessoa genuinamente interessada em um tópico é uma estratégia de marketing muito mais eficaz do que segmentar por gênero, idade ou características demográficas gerais", diz ela. "Você precisa se conectar com as pessoas no contexto certo, quando elas estão no estado de espírito certo." 2. Faça parceria com "influenciadores" a quem os clientes amam (e em quem confiam). Os testemunhos de celebridades, que já foram essenciais no marketing de marcas, estão dando lugar a programas de "influenciadores", apresentando pessoas comuns que criam seus próprios conteúdos e os compartilham nas redes sociais para outras pessoas comuns curtirem, compartilharem e comentarem. A empresa Duraflame de firelogs e combustíveis para grelhas atribui grande parte do aumento na conscientização de sua marca pelos consumidores aos influenciadores sociais que reuniram seguidores leais e integraram os produtos da empresa aos seus próprios programas. Por exemplo, Derek Wolf, com mais de 615 mil seguidores no Instagram, tem defendido a marca Cowboy Charcoal da empresa em uma série de vídeos "Over the Fire Cooking" desde o lançamento do produto em 2015. "Seu alcance e o alcance de seus seguidores excederam tudo que já conseguimos fazer fora desse canal", diz Daniel Moznett, diretor de marketing da Duraflame.  O principal ingrediente de tais programas de marketing digital é a autenticidade, diz Chris Caron, diretor de operações da Duraflame. "Derek Wolf gosta de cozinhar na natureza, com fogo real, madeira real", diz Caron, observando que o estilo de Wolf atrai os consumidores e "se alinha muito bem com a nossa marca". 3. Alcance os clientes quando isso é mais importante. Quando se trata de marketing, o timing é tudo. Mas como definir a hora certa para sua mensagem quando seus clientes estão em uma montanha-russa emocional? A plataforma de música digital Pandora lançou no final do ano uma campanha de marketing voltada para acalmar viajantes estressados que incluía playlists natalinas.     Intitulada "Sound On", a campanha tem sido veiculada em diversos aeroportos, rodoviárias e estações de trem dos EUA. A Sound On foi projetada para ajudar os viajantes a comemorar sua animação a caminho de visitar familiares e amigos ou reduzir o estresse após atrasos sofridos. "Essa campanha tem tudo a ver com alcançar pessoas nos momentos mais importantes", diz Aimée Lapic, CMO da Pandora. 4. Integre ferramentas de marketing, vendas e atendimento ao cliente. Uma plataforma de nuvem única para processos de marketing, vendas e atendimento ao cliente ajuda as empresas a monitorar o comportamento dos clientes ao longo do relacionamento e fornece a esses clientes experiências coerentes, adaptadas a eles. "Saber como os clientes responderam a uma campanha de marketing, quando compraram um determinado produto ou em quais serviços estão inscritos ajudará as empresas a prever as necessidades de seus clientes e futuramente lhes fornecer exatamente o que desejam", diz Rob Tarkoff, vice-presidente executivo de Produtos de Experiência do Cliente da Oracle. Jan Kaempfer, CMO da Panasonic Toughbook Europe, concorda. Desde o lançamento de uma plataforma de aplicativos de vendas, atendimento e marketing baseada em nuvem, "ficou muito fácil saber quem será o alvo, o que oferecer e quando contatar", diz ele. Por exemplo, usando ferramentas de pontuação digital de leads e mapas de calor, a Panasonic pode analisar a parcela de "áreas inexploradas" de seu pipeline de vendas e convidar esses potenciais clientes para webinários específicos do setor e, conforme o relacionamento se desenvolver, programar uma demonstração de produto ou anexar um pacote de serviços a uma nova oferta de produtos. Kaempfer diz que espera que sua organização aumente a porcentagem de vendas "assistidas por marketing" para 45% até o final deste ano (comparado a 35% em 2018). 5. Seja um seguidor rápido quando se trata de tecnologia de marketing. Os primeiros adeptos de ferramentas de marketing de vanguarda absoluta tendem a perder tempo e dinheiro na tentativa de ganhar velocidade. "Simplesmente não compensa", diz Eli Winkler, vice-presidente de Marketing, CX Digital e Comércio Eletrônico da fabricante de móveis La-Z-Boy. "Você acabará pagando a maior parte dos custos de desenvolvimento e, em muitos casos, a tecnologia não estará madura o suficiente para a grande maioria dos clientes acessá-la”. Em 2019, a organização de marketing da La-Z-Boy investirá em tecnologias comprovadas, especialmente as móveis, que facilitam, para os clientes, a navegação entre o site de comércio eletrônico e os 340 pontos de varejo dos EUA. Eles também estão analisando tecnologias de realidade virtual e realidade aumentada já estabelecidas. Usando óculos 3D, diz Winkler, "os consumidores poderão usar nosso aplicativo móvel ou consultar um de nossos designers nas lojas para ver recriações de suas próprias casas, redecoradas com móveis e acessórios da La-Z-Boy". * Sasha Banks-Louie é colaboradora de marca da Oracle.

Tendências como contextualização de campanhas, integração de ferramentas e análises de dados terão como fortes aliadas as soluções em nuvem integradas a tecnologias emergentes, como o machine...

Sete itens que líderes de RH devem conhecer sobre tecnologias emergentes

A série de vídeos Future Talks identifica as tecnologias que todos nós usaremos nos próximos cinco anos e mostra como a Oracle vem inovando em suas soluções de gestão de pessoas para estar alinhada com estas tendências. Por Emily He * A Oracle lançou uma nova série de vídeos apresentando conversas entre o analista de tecnologia e co-fundador da Constellation Research, Ray Wang e Steve Miranda, vice-presidente Executivo de desenvolvimento de produtos do grupo Oracle Applications. A série Future Talks explora as inovações recentes da Oracle em interface do usuário e tecnologias emergentes, detalha novas medidas de sucesso de clientes e da nuvem, e identifica tecnologias emergentes que todos nós usaremos nos próximos cinco anos. A interseção entre a tecnologia e as pessoas está crescendo Embora os vídeos sejam focados em tecnologia e a área de Recursos Humanos se concentre em pessoas, as áreas de interseção entre pessoas e tecnologia continuam crescendo. Os funcionários agora esperam ver os produtos voltados para consumidores que usam em suas vidas pessoais — SMS, Siri, Alexa, entre outros — disponíveis no local de trabalho. O trabalho da Oracle como parceira de nossos clientes é ajudar a fazer uma ponte entre expectativas, oportunidades e tecnologias emergentes. As tecnologias voltadas para o futuro tratadas no Future Talks são excelentes exemplos dos tipos de tecnologias eficientes e amigáveis ao usuário que os departamentos de RH sempre devem defender. Leia mais: 5 perguntas frequentes sobre soluções de gestão de pessoas Por meio de interface de voz, o futuro já fala conosco, nos informando de ações que devemos fazer e de candidatos a emprego que pertencem a nossa lista curta. Os especialistas Miranda e Wang tratam desses e de muitos outros importantes avanços de tecnologia, da evolução da Oracle de uma empresa de produtos para outra voltada para serviços e do grau em que o feedback de usuários informa e influencia continuamente os designers e desenvolvedores de produtos da Oracle. A seguir estão apenas alguns de seus insights.          Sete coisas que você aprenderá com a nova série de vídeos 1. Uma experiência de usuário de nível de consumidor em uma plataforma de software corporativo aumenta o engajamento. Não importa à Oracle se você escolher usar a Siri, a Alexa, SMS ou outra tecnologia de front-end. Steve Miranda explica que você pode usar qualquer assistente digital para se conectar com o assistente digital da Oracle e gerenciar facilmente quase qualquer transação por autoatendimento dentro do Departamento de RH. Consultas por voz e texto estão se tornando rapidamente o novo normal. 2. O RH está mudando de um sistema de “entrada de informações” para um de “saída de sugestões”. A Inteligência artificial (IA) e o Aprendizado de Máquina estão reescrevendo a jornada do RH e de muitas funções, inclusive do recrutamento. A lógica de máquina abrangente está ficando muito boa em detectar padrões e anomalias. Isso está levando a avanços empolgantes como recomendações da melhor opção e do mais adequado. Mas o que há de novo na inovação do Oracle HCM Cloud? Veja o vídeo (em inglês). 3. Tarefas básicas com altos volumes são candidatas importantes para automação. A IA é a nova experiência do usuário, ou UX, nos diz Ray Wang. A IA está tornando os aplicativos que usamos muito mais inteligentes e o próximo grande passo é facilitar as coisas. Há muita repetição que podemos reduzir ou eliminar. Tarefas básicas que oferecem muito volume e muitas oportunidades para erros devem se tornar candidatas a automação. 4. A Oracle usa três métricas-chave para medir melhor o sucesso dos clientes. A satisfação do cliente é uma medida padrão que a Oracle usa para avaliar o valor de sua implementação. Saiba mais sobre o peso que a Oracle coloca na utilização, no tempo para entrar em atividade, e no tempo para adotar recursos em nosso esforço de avaliar com mais exatidão o sucesso e a satisfação dos clientes. 5. Duas tecnologias emergentes recebem "dois polegares para cima" de Steve Miranda. A lista de candidatos inclui Aprendizado de Máquina, Internet das Coisas (IoT), blockchain, 5G, IA e tecnologia quântica. Steve Miranda diz que duas dessas tecnologias emergentes já estão transformando fundamentalmente a maneira como os aplicativos da Oracle funcionam hoje. Veja quais são elas no vídeo: “Thumbs up, Thumbs down: Emerging Technologies” (em inglês) 6. Decidir adotar a Oracle é um investimento em seu futuro. A amplitude da inovação e dos investimentos da Oracle tem o respaldo da visão de adotar rapidamente novas tecnologias que incluem IA, Aprendizado de Máquina, blockchain e a IoT. Steve Miranda fala sobre como a Oracle está bem-posicionada em toda a pilha de tecnologia e no pacote completo de produtos empresariais que podem administrar qualquer empresa na nuvem hoje. 7. Adaptabilidade mais investimentos direcionados em tecnologia é igual a preparação para o futuro. Steve Miranda explica por que qualquer empresa de grande porte que não migrar para a nuvem hoje teria de acreditar que as leis dos negócios e os efeitos de mudança não se aplicam a ela. E, entretanto, a mudança não vai esperar. Para acompanhar as discussões breves em torno de cada um desses tópicos em contexto e para obter mais insight das implicações para os Recursos Humanos assista aos vídeos aqui. * Emily He é vice-presidente sênior de Marketing de Produto para Oracle HCM Cloud.

A série de vídeos Future Talks identifica as tecnologias que todos nós usaremos nos próximos cinco anos e mostra como a Oracle vem inovando em suas soluções de gestão de pessoas para estar alinhada...

As 4 principais prioridades estratégicas dos CHROs para 2019

Atrair e reter os melhores talentos é uma tarefa que vem exigindo cada vez mais dos diretores executivos de RH. Rever processos e liderar a transformação digital são algumas das dicas para os CHROs considerarem neste ano. Por Linda Currey Post * Uma economia forte e taxas de desemprego relativamente baixas no mundo todo, especialmente nos EUA, transferiram o equilíbrio de poder para pessoas qualificadas em busca de emprego. Para continuar a atrair os melhores novos talentos, mantendo os atuais funcionários engajados, os diretores executivos de recursos humanos (CHROs) mais experientes estão reavaliando todos os seus processos de pessoal, desde a contratação até as avaliações de desempenho. Com base em conversas que tivemos com uma seção transversal de empresas, oferecemos nossas quatro principais prioridades estratégicas para os CHROs e outros líderes de RH considerarem durante este ano de rápidas mudanças: 1. Lidere (em vez de seguir) a "transformação digital" da sua empresa "O RH não deveria ter uma estratégia digital própria", diz Cara Capretta, vice-presidente da Oracle que trabalhou nas áreas de desenvolvimento de lideranças e gestão de talentos durante sua carreira em RH. "Em vez disso, o RH deveria sentar-se à mesa com outros membros do nível C para discutir uma transformação digital total que inclua tecnologias emergentes, como inteligência artificial. Essa estratégia digital para a força de trabalho deveria complementar a estratégia digital para clientes, fornecedores e outros elementos-chave." Uma veterana de RH com assento nessa mesa é Alexandria Smith, CHRO da cidade de Memphis. Jim Strickland, seu chefe e prefeito de Memphis, após tomar posse em 2016, montou um conselho de chefes de departamento subordinado a ele e pediu a todos que trabalhassem juntos para tornar a cidade um lugar mais atraente e seguro para viver e trabalhar. Leia mais: Quatro principais benefícios dos departamentos Financeiro e de RH na nuvem Uma das primeiras recomendações de Smith ao conselho de líderes foi implementar uma nova plataforma digital, o HCM Cloud da Oracle, para automatizar o recrutamento, o treinamento e a retenção de funcionários municipais. O software em nuvem ajudou os líderes municipais a eliminar a burocracia e automatizar a publicação de vagas em aberto nas redes profissionais e sociais. Os gestores municipais também votaram a favor de oferecer novos incentivos, incluindo remuneração e benefícios melhores, oportunidades de treinamento gerencial, bônus por tempo de serviço e eventos de reconhecimento de funcionários.  Essas decisões da liderança levaram a um recorde nas contratações no último ano, particularmente de policiais, bombeiros, operadores de emergência da linha 911 e outros cargos de segurança pública, diz Smith. 2. Preste atenção especial à parte mais importante do seu pool de talentos: os funcionários atuais "Devido à popularidade do LinkedIn, seus concorrentes provavelmente sabem mais sobre seus funcionários do que você", diz Jeff Haynes, diretor da divisão de consultoria em serviços de capital humano da Baker Tilly. É obrigatório para os funcionários preencher um perfil detalhado no LinkedIn, incentivando os headhunters a contatá-los com sua próxima oportunidade de carreira. "Como profissionais de RH, por que não estaríamos fornecendo o mesmo tipo de funcionalidade internamente?", questiona Haynes. Realmente! Por que não? Uma parceria recentemente ampliada entre a Oracle e o LinkedIn facilita a importação de perfis do LinkedIn para sistemas corporativos Oracle HCM Cloud, ajudando os funcionários a competir por vagas em aberto dentro de suas empresas atuais. Se um funcionário manifestar interesse em uma determinada categoria de função, mas não quiser mudar de endereço, o sistema lhe enviará uma notificação por e-mail na próxima vez que uma vaga semelhante for aberta perto de sua casa. A inteligência artificial (IA) embutida prevê o interesse do funcionário e lhe "oferece" uma oportunidade, de modo que o funcionário se sente bem com relação ao seu futuro na organização, diz Capretta, da Oracle. "Todo mundo tem falado sobre a necessidade de melhorar o engajamento e a retenção dos funcionários. É assim que você de fato faz isso", diz ela. O Oracle Recruiting Cloud também ajuda os gerentes de recrutamento a avaliar e comparar candidatos internos e externos. O software aplica algoritmos de machine learning para encontrar correspondências entre as habilidades necessárias listadas na descrição da vaga e as habilidades e experiências listadas no perfil de talentos dos funcionários, a fim de recomendar os candidatos mais qualificados aos gerentes de contratação.  3. Crie comunidades sociais vibrantes em torno de sua marca  Muitas empresas de diferentes setores criaram programas abrangentes de divulgação em mídias sociais para divulgar seus produtos e políticas. Com postagens regulares e moderadas no Facebook, Instagram e Twitter, essas empresas também reforçam seu apoio a causas importantes, uma tática fundamental para atrair talentos com mentalidade social. "As redes sociais ajudam os funcionários a agirem como embaixadores da marca da sua empresa e a compartilhar depoimentos como 'gosto de trabalhar aqui por causa do foco em creche infantil no local, sustentabilidade, diversidade e inclusão' — qualquer que seja a causa", diz Capretta. Por exemplo, a marca de moda Marc Jacobs apoia o Projeto SATO, uma organização sem fins lucrativos em Porto Rico que cuida de cães maltratados e abandonados. A varejista de café Starbucks planeja contratar 25 mil veteranos americanos e 10 mil refugiados de 75 países até 2025. Essas iniciativas de responsabilidade social atraem "funcionários guiados por propósitos", que têm maior probabilidade de permanecer em suas empresas por mais tempo e de promovê-las como bom lugar para trabalhar, observa o instituto de pesquisa Povaddo. Em uma nova reviravolta, líderes de RH experientes estão criando campanhas em redes sociais para atrair novos funcionários com habilidades específicas. Veja como elas funcionam. Os líderes de uma empresa ou organização identificam uma demanda por profissionais altamente qualificados, como desenvolvedores de software especialistas em C ++. Em seguida, a equipe de RH identifica uma lista de programadores C ++ de alto desempenho que já trabalham na empresa e pede a eles que publiquem, em suas contas nas redes sociais, um post sobre o trabalho que estão realizando e como isso está fazendo a diferença no mundo, com um link e o incentivo para inscrição nas vagas em aberto relevantes. Se um contato de um desses funcionários seguir em frente e conseguir uma vaga de programador C++ na empresa, o funcionário que o indicou poderá receber um bônus. Como aponta Haynes, da Baker Tilly, até mesmo o pagamento de um bônus generoso de 10 mil dólares é consideravelmente mais econômico do que pagar muito mais a um recrutador externo para fazer a mesma coisa. Além disso, existem os benefícios inerentes (adequação cultural, confirmação do conjunto de habilidades) de trazer candidatos de alta qualidade que foram recomendados por um de seus funcionários. 4. Elimine os processos antigos que já não são mais úteis Wade Larson, profissional de RH de longa data e atualmente CHRO da fabricante de médio porte Wagstaff, exorta todos os líderes de RH a reavaliarem continuamente cada um dos processos e sistemas de RH de suas organizações para garantir que ainda estejam servindo a seus propósitos originais. A seleção, pela Wagstaff, de um novo sistema de gerenciamento do capital humano foi o catalisador para Larson liderar uma reavaliação dos processos corporativos de recrutamento, integração, gerenciamento de desempenho, treinamento, folha de pagamento e benefícios. A equipe de Larson começou então a alterar os processos que eram mais urgentes e importantes para a empresa, seja por causa dos funcionários, dos negócios ou de razões políticas internas. Por exemplo, a equipe de RH da Wagstaff viu a necessidade de melhorar seu sucesso no recrutamento e contratação de profissionais qualificados, especialmente soldadores, maquinistas e outros especialistas que são raros. A equipe de RH analisou sua taxa de conversão de contratação e o tempo para contratar e perguntou: Há maneiras de economizar tempo cortando etapas? A complexidade da inscrição para a vaga é por si só uma barreira? Como tem sido a experiência para o candidato? "Para cada uma dessas funções, tínhamos que dizer: 'Bem, aqui é onde estamos, mas onde poderíamos estar?' Isso demandou um tanto de pesquisa", diz Larson. "Após concluirmos essa avaliação, nós basicamente fizemos uma análise de lacunas: Aqui é onde estamos, aqui é onde queremos estar e aqui está a lacuna existente. Depois disso pudemos criar um plano." O exercício foi energizante, diz Larson, à medida que a equipe considerou novas maneiras de se livrar das algemas do trabalho administrativo e se concentrar em ajudar a Wagstaff e seus funcionários a serem bem-sucedidos. "Nosso mantra agora é a melhoria contínua", diz ele, "porque é assim que vamos tornar nossa empresa melhor". * Linda Currey Post é escritora sênior na Oracle.

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Santander investe em inovação para entregar um atendimento centrado nos clientes

Com o uso de tecnologia Oracle, o banco melhorou seus processos internos e a qualidade de atendimento aos seus clientes finais. Por Redação Oracle O Santander faz parte do grupo bancário global Banco Santander S.A., maior banco da zona do euro. Desde 2008, está presente no Chile, onde atua como o maior banco do país, com mais de 500 agências espalhadas por todo o território. O grupo possui várias empresas, dentre elas a Santander Consumer Finance, que cresce rapidamente e logo deve ser número um no segmento de financiamento ao consumo, cartões de crédito e empréstimos pessoais. O principal desafio do banco era gerar mudanças internas que impulsionassem esse crescimento. Para isso, foi criado um novo modelo de negócio, baseado em Oracle Right Now, solução que possui a versatilidade necessária para o projeto. Antes da implementação, o banco tinha sistemas que não suportavam as mudanças necessárias, pois havia pouco controle de processos e de documentos e muita troca de e-mail. Com o tempo, as ferramentas utilizadas tornaram-se obsoletas, abrindo espaço para o Oracle Right Now. A solução tem a vantagem de ser modelada conforme as necessidades de uso e, no caso do Santander, foram incluídas funções de solicitação de crédito, avaliação de documentação, análise de risco e entrega de veículos. Leia mais: 5 perguntas frequentes sobre as soluções de CX da Oracle Quando o projeto foi lançado, em 2016, o banco apresentou um crescimento de 50% somente com a melhora estrutural. No ano seguinte, 2017, cresceu mais 40%. Com Oracle Service Cloud e Oracle Right Now, foi possível entregar um serviço de maior qualidade, ampliar a sinergia entre as áreas e profissionalizar os colaboradores para que tomassem decisões cada vez mais centradas nos clientes. O Santander vem passando por uma transformação digital e a Oracle faz parte desse processo, apoiando com infraestrutura, tanto on-premise como em nuvem. No vídeo abaixo, o Chefe de Projetos e Cibersegurança do Santander, Leonardo Gaete, fala um pouco mais dos benefícios que as tecnologias Oracle trouxeram para o dia-a-dia do banco. Assita! O Santander participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.

Com o uso de tecnologia Oracle, o banco melhorou seus processos internos e a qualidade de atendimento aos seus clientes finais. Por Redação Oracle O Santander faz parte do grupo bancário global Banco...

Tecnologia vira aliada e ajuda postos de gasolina a fidelizarem clientes

Soluções de Big Data, Analytics, IA e IoT permitem que companhias ofereçam experiência completa aos consumidores. Por Marcos Panichi * O processo de transformação digital pode trazer ganhos significativos para as mais diversas indústrias. Na área de Oil & Gas (Óleo e Gás), por exemplo, essa digitalização tem o potencial de criar cerca de US$1 trilhão em valor para as empresas, segundo dados do Fórum Econômico Mundial. Não por acaso, novas tecnologias como Big Data, Analytics, Inteligência Artificial (IA) e Internet das Coisas (IoT) vem recebendo cada vez mais atenção do setor. É o que diz um white paper recente sobre o assunto produzido pelo Fórum em parceria com a Accenture.  As tecnologias emergentes permitem que as companhias gerenciem e analisem as suas informações de forma mais ágil e inteligente e automatizem funções-chave, de forma a oferecer uma experiência mais completa, integrada e personalizada aos seus consumidores finais.  Leia mais: 5 perguntas frequentes sobre as soluções de CX da Oracle O documento mostra que 57% das empresas de Óleo e Gás já investem em aparelhos móveis, enquanto 44% fazem o mesmo com IoT e 38% com Big Data. Apesar de investimentos mais baixos na atualidade (16%), IA aparece como uma das áreas de maior crescimento no segmento para os próximos anos, uma vez que 23% dos entrevistados também pretendem investir na tecnologia no futuro próximo. Ao adotar uma plataforma como a Oracle CRM – CX Cloud Suite, uma rede de postos pode saber, por exemplo, que um consumidor costuma abastecer o veículo com um tipo de combustível e realizar uma compra determinada em conjunto, como um café ou sanduíche, na sua loja de conveniência. Com esses dados em mãos, é possível oferecer um desconto ou combo, de modo a integrar os diferentes serviços e atender melhor às necessidades do cliente. Contar com uma solução deste tipo também permite que a empresa encontre outras formas de fidelizar sua base de clientes. A lista de possibilidades inclui o uso de dados de geolocalização via smartphone (desde que liberados pelos clientes, é claro) para informá-los sobre produtos específicos e promoções especiais oferecidas nos postos e lojas mais próximos. Por fim, vale destacar como a Inteligência Artificial e o Machine Learning (Aprendizado de Máquina) podem ajudar a fornecer um atendimento completo ao consumidor por meio dos cada vez mais comuns chatbots. Os assistentes virtuais podem responder perguntas e tirar dúvidas de forma automática e rápida, no momento desejado pelo cliente. Em um mundo cada vez mais digital, tornou-se obrigatório que as companhias do setor de Oil & Gas aproveitem os benefícios oferecidos pelas tecnologias, emergentes e já estabelecidas, para estar sempre à frente na busca constante pela melhor experiência para os consumidores. * Marcos Panichi é Diretor de Contas para Indústria de Oil&Gas.

Soluções de Big Data, Analytics, IA e IoT permitem que companhias ofereçam experiência completa aos consumidores. Por Marcos Panichi * O processo de transformação digital pode trazer ganhos ...

Multitiendas Corona moderniza sistemas de gestão para continuar a crescer

Loja de departamento chilena investiu em uma solução na nuvem para unificar dados e acessos e, desta forma, transformar digitalmente sua área financeira. Por Redação Oracle A Multitiendas Corona é uma loja de departamento chilena que em 2017 contava com 44 unidades e um crescimento de 20% ano a ano. A empresa nasceu como uma confecção familiar, passando para o formato de departamento, com venda de móveis, produtos esportivos, eletrônicos e roupas. Atualmente, suas principais linhas de negócios são calçados, vestuários e aparelhos celulares. Entre os desafios que vinha enfrentando estava a dificuldade de unificação dos dados e de acesso a eles, já que os sistemas até então utilizados eram suportados por um ERP antigo. Logo, era mais do que necessário modernizar sua gestão financeira. Por um custo similar, a loja passou a utilizar o Oracle ERP Cloud após uma transição que durou seis meses – tempo curto quando considerado o alto volume de vendas da companhia e quando comparado a outras experiências de mercado. Leia mais: Atenta ao cliente, Tamed inova para ter campanhas mais assertivas e eficientes Ter os sistemas tercerizados, disponíveis em nuvem e com uma tecnologia de ponta eram fatores prioritários para investir em novos projetos que acompanham o crescimento da empresa, requisitos que a Multitiendas encontrou nos produtos Oracle. Hoje, a empresa consegue entregar informações rapidamente, além de ser mais eficiente no processo de tomada de decisões, principalmente em virtude da troca dos sistemas e da arquitetura feita para acompanhar as transformações do negócio. Com isso, a companhia abriu espaço para alcançar seu objetivo: ser número um em venda de vestuário, calçados e telefonia no Chile. Além disso, a Multitiendas Corona considera importante o reconhecimento pelo uso de tecnologia de ponta e por ser uma empresa eficiente, que entrega experiências positivas aos clientes. No vídeo abaixo, o Chief Finance Office (CFO) da companhia, Ernesto Bartel, conta um pouco sobre como o uso dos serviços em nuvem modernizaram as operações e ampliaram o acesso às informações. A Multitiendas Corona participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.

Loja de departamento chilena investiu em uma solução na nuvem para unificar dados e acessos e, desta forma, transformar digitalmente sua área financeira. Por Redação Oracle A Multitiendas Corona é uma...

Seu provedor de ERP investe em tecnologia emergente?

Um sistema de gestão empresarial em nuvem que seja integrado às novas tecnologias e cumpra realmente seu papel pode auxiliar as empresas a ganhar trilhões de dólares em produtividade. Por Cara Vollmer * Tecnologias emergentes habilitadas para a nuvem estão mudando a forma como as empresas operam e competem — e o Departamento Financeiro, especificamente, está pronto para a transformação. Equipes financeiras passam 85% de seu tempo em tarefas manuais que requerem trabalho intenso, deixando pouco tempo para inovação, diz Juergen Lindner, Vice-Presidente de Marketing de Produto para Software as a Service na Oracle. Mas, com avanços como IA, aprendizado de máquina, automação de processos robóticos e blockchain, isso está mudando rapidamente. “O Departamento Financeiro é o ponto estratégico em que novas tecnologias podem realmente fazer a diferença no futuro próximo”, comenta Lindner. “Os próximos três a cinco anos serão fundamentais para a trajetória de crescimento da empresa.” Leia mais: A era das Finanças 4.0: como a nuvem irá transformar a gestão financeira da sua empresa De fato, CFOs que adotarem tecnologias de nuvem agora podem liderar uma explosão de produtividade prevista em US$ 2 trilhões nos EUA na próxima década — se tiverem uma solução de nuvem de ERP que possa cumprir seu papel. De acordo com um novo relatório do Aberdeen Research Group, “The Future-Ready ERP Cloud: O Que Esperar”, as empresas estão priorizando a modernização de seus sistemas de negócios, percebendo que “a tecnologia é o motor para o sucesso em todas as outras áreas”. Nem todos os provedores de ERP, entretanto, são iguais quando se trata de tecnologias emergentes. Quando avaliarem parceiros de nuvem atuais e potenciais, os líderes de departamentos financeiros devem considerar três perguntas: 1. Com que rapidez você pode aproveitar novas tecnologias de nuvem? Sua ERP em nuvem deve não apenas incorporar tecnologias emergentes, mas disponibilizá-las imediatamente. “Quando selecionar um parceiro de inovação de negócios, você precisa de mais que um conjunto de ferramentas”, comenta Maria Jimenez, Vice-Presidente de Inteligência Competitiva de Nuvem da Oracle. “Precisa de valor comercial instantâneo, desde o primeiro dia.”   Muitos provedores falham nisso, fornecendo apenas a plataforma para habilitar novas tecnologias. Para tornar um aplicativo viável, os usuários precisam gastar tempo e dinheiro com integradores de sistemas, consultores e até mesmo seus próprios cientistas de dados.  Com o Oracle ERP Cloud, tecnologias emergentes são nativamente integradas em aplicativos, fornecendo acesso instantâneo aos benefícios de IA, blockchain e outros. “Achamos que o blockchain, em particular, será um divisor de águas para o Departamento Financeiro”, comenta Lindner. “Ele oferece enorme transparência, transformando completamente processos como o fechamento financeiro.”  2. O mecanismo do ERP em nuvem está funcionando eficientemente? A maioria das pessoas não compra um carro novo feito de peças de diferentes veículos, ou que seja essencialmente o modelo do ano anterior com uma pintura nova e brilhante. A mesma consideração deve ser dada ao ERP em nuvem, comenta Jimenez, que recomenda aos líderes do Departamento Financeiro a "olharem debaixo do capô" antes de se comprometerem.   “Alguns provedores se tornaram bons de conversa, mas quando você examina a solução ‘de última geração’ deles, descobre vários aplicativos herdados reunidos, ou um aplicativo herdado que é simplesmente hospedado na nuvem”, observa ela.  Isso não funciona para as melhores empresas da categoria, que estão procurando verdadeiras soluções de ERP de SaaS com integração incorporada — e têm 76% mais probabilidade de considerar isso como um elemento crítico em sua decisão de compra, comenta o Aberdeen Group. “As empresas não querem uma mistura de tecnologias mais antigas conectadas por meio de middleware a vários pontos de integração”, diz o relatório do Aberdeen Group. “Elas querem um único provedor com uma solução completa desenvolvida para a nuvem.” Veja o caso da Textron, uma empresa multissetor que precisava de um sistema de gerenciamento financeiro moderno e escalável. Depois de migrar de um sistema altamente personalizado de 20 anos no ambiente local para o Oracle ERP Cloud, a Textron tem mais de 20 componentes residentes em uma plataforma de integração direta, e está em uma posição ideal para crescimento. 3. O provedor de nuvem está realmente envolvido com as tecnologias emergentes? Para garantir que um provedor de ERP possa manter você em dia com a tecnologia, preste atenção em quanto ele investiu em pesquisa e desenvolvimento. Além disso, procure um parceiro que seja financeiramente seguro, tenha boa reputação na comunidade de analistas e possa fornecer orientação e suporte de longo prazo para levar você aonde precisar ir. Isso significa olhar além do back-office, observa Lindner. “O Departamento Financeiro é um elemento central da empresa inteligente de hoje, mas tenha o insight e escolha um provedor baseado em como ele aplica tecnologias emergentes em todas as linhas de negócios na empresa inteira.”  * Cara Vollmer é Estrategista de Conteúdo Sênior da Oracle

Um sistema de gestão empresarial em nuvem que seja integrado às novas tecnologias e cumpra realmente seu papel pode auxiliar as empresas a ganhar trilhões de dólares em produtividade. Por Cara Vollmer...

Atenta ao cliente, Tamed inova para ter campanhas mais assertivas e eficientes

Uso da tecnologia trouxe mais visibilidade dos hábitos de consumo dos clientes e facilitou o acompanhamento da jornada de compra pela área de Marketing. Por Redação Oracle A Tamed é uma empresa chilena de smart living. Presente na América Latina, conta com soluções inteligentes para automatização residencial que vão desde fechaduras e cortinas eletrônicas, até controle de temperatura ambiente e de iluminação remotos. Sendo uma empresa que vende tecnologia e um conceito futurístico de moradia, a Tamed sentiu necessidade de melhorar processos e suas tomadas de decisões, principalmente na área de Marketing. A principal dificuldade era entender a mente de seus clientes, fator essencial para a criação de campanhas que de fato conversem com o público-alvo. Leia mais: Para transformar a vida pessoas, Caja Los Andes aposta em tecnologia na nuvem Para resolver essa questão, a empresa chilena optou pela contratação do Oracle Marketing Cloud. A solução permite que a empresa visualize o cliente desde a primeira interação com a marca até sua ascensão à posição de pós-venda. No caso da Tamed, o produto escolhido foi o Oracle Eloqua, que permite o gerenciamento de campanhas e auxilia no engajamento das audiências, respeitando o tempo certo da jornada de compra de cada cliente. Além disso, a solução dispõe de uma ferramenta que entrega relatórios e insights ao vivo para a equipe de Marketing. Depois da adesão, foi possível segmentar melhor os clientes já presentes na base de contatos, conhecer seus hábitos de consumo, bem como identificar e solucionar mais rapidamente eventuais necessidades. Desta forma, a Tamed colocou o consumidor no centro do negócio, melhorando sua experiência de compra e interação com a empresa, do início ao fim da jornada. Para Cristián García, Gerente de Comunicações da Tamed, o uso da tecnologia Oracle representou uma melhora significativa na hora de criar estratégias de marketing e vendas dentro da empresa. “Antes, era como ir caçar com os olhos vendados. Com a Oracle, conseguimos olhar através das árvores, ou seja, podemos ver tudo para poder captar este cliente”, comentou. Saiba mais sobre este processo de transformação digital no vídeo abaixo. A Tamed participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.

Uso da tecnologia trouxe mais visibilidade dos hábitos de consumo dos clientes e facilitou o acompanhamento da jornada de compra pela área de Marketing. Por Redação Oracle A Tamed é uma empresa chilena...

Como as organizações podem se preparar para a nova realidade virtual

A realidade virtual pode ser usada para treinar funcionários, desenvolver produtos e até mesmo gerenciar riscos. Alguns dos benefícios do uso da tecnologia são a redução de custos e prazos. Por: Sarah Perry Recentemente, os líderes de uma empresa de telecomunicações australiana lamentaram sobre o alto custo de reunir seus cerca de 6.000 funcionários para um evento de treinamento anual. Suchin Venkataram, Diretor da Oracle Insight, propôs uma alternativa imersiva: “Sugeri que eles incluíssem realidade virtual no treinamento”, comenta Venkataram. “Os funcionários poderiam receber o mesmo treinamento, ou até melhor, com menos despesas do que levando todos de avião para o mesmo lugar.” Há apenas alguns anos, aquela sugestão poderia ter parecido saída de ficção científica. Agora, várias tendências—que incluem a redução dos custos de headsets, a melhoria da banda larga e a computação em nuvem—estão convergindo para tornar viável para as organizações criar e proporcionar experiências digitais imersivas que resolvem problemas do mundo real. Embora ainda esteja em seus primeiros dias, a tecnologia de realidade virtual (VR) está ganhando impulso em quase todos os setores, incluindo comércio eletrônico, serviços de saúde, turismo, imobiliário e produção industrial. Projeta-se que a receita global de VR aumente a uma taxa de crescimento anual composta de aproximadamente 55%, segundo um relatório recente da Orbis Research. Enquanto isso, as organizações estão explorando, criando protótipos e implementando tecnologia de RV a fim de melhorar o envolvimento dos clientes, os resultados de pacientes, o treinamento de funcionários, o desenvolvimento de produtos, o gerenciamento de riscos, entre outros. Leia mais: Quatro principais benefícios dos departamentos Financeiro e de RH na nuvem “Acho que este é um momento na história da realidade virtual em que ela está mudando de um produto de consumo para uma tecnologia importante para as empresas”, diz Venkataram, acrescentando que as organizações devem estar abertas a explorar as possibilidades da VR sem perder de vista os aspectos práticos. “É preciso haver um benefício claro, como gerar receita, ou um problema específico que ela resolva, seja ele um problema de cliente ou de negócios”. Imersão de clientes, geração de vendas Certamente, uma área em que a VR é uma grande promessa é o comércio. Os comerciantes começaram a usar a VR e realidade aumentada para melhorar a experiência de compra online, para criar ligações emocionais mais profundas e para dar aos clientes uma percepção melhor do que estão comprando em um ambiente virtual. Resultado: vendas melhores, maior fidelidade dos clientes e menos devoluções. Entre muitos usuários pioneiros, a Wayfair usa realidade aumentada para ajudar os clientes a explorarem como itens de mobiliário ficarão em um cômodo. O “Buy +” do site Alibaba permite aos compradores perambular por corredores virtuais em lojas de departamentos geradas por computador. O processamento de transações por VR da Payscout, o primeiro do mercado, está transformando as experiências virtuais em receita real. Concessionárias de veículos online estão começando a oferecer test-drives virtuais, e operadores turísticos de luxo estão dando aos clientes a oportunidade de terem uma prévia de destinos de viagem luxuosos. A imobiliária Sotheby’s até mesmo oferece a opção de visitas em 3D e visitas em realidade virtual. Melhorando protótipos e treinamento Embora o comércio virtual tenha o potencial de levar uma nova dimensão de tecnologia às experiências de compras, as empresas também estão examinando como ele pode gerar eficiências, reduzir custos e melhorar a segurança e os resultados dos funcionários. De fato, o estudo da Orbis Research indica que instrução e treinamento estão a caminho de ter a maior fatia da receita de VR, atingindo US$ 2,2 bilhões até 2023. "Considere o desafio de treinar um funcionário em um equipamento complicado", diz Ruchir Kalra, diretor sênior da Oracle Insight. Com a RV, "as empresas podem criar um gêmeo virtual dessa máquina física que imite as especificações físicas exatas”, comenta. Os benefícios são custos mais baixos, treinamento mais abrangente em primeira pessoa e, por fim, melhor segurança. Desenvolvimento de produto é outra área rica em oportunidades para a VR. “Se eu estiver desenvolvendo um novo modelo de aeronave, por exemplo, a prototipagem em VR possibilita modificar o projeto sem precisar fazer um protótipo físico todas as vezes", observa Kalra. “Isso economiza custos diretos e, o mais importante, reduz o cronograma de desenvolvimento.” A medicina virtual ganha um significado totalmente novo Ao mesmo tempo, a VR tem enormes implicações para serviços de saúde — pense no treinamento de um cirurgião em VR — e saúde mental. Sistemas de VR estão ajudando pessoas com transtorno de estresse pós-traumático a "reaprender" como pensar em eventos traumáticos, e pesquisadores estão se voltando para a VR como uma solução para diagnosticar e tratar o transtorno do déficit de atenção com hiperatividade (TDAH). Em ainda outro exemplo, a VR está sendo usada para ajudar amputados a desenvolverem os músculos e as habilidades motoras de que precisarão para usar membros protéticos, e a VR está dando a eles a oportunidade de treinar o uso dos membros em uma variedade de cenários. O benefício para o usuário: os pacientes estão prontos para usar suas próteses mais cedo e com mais confiança. Os blocos de construção da VR As possibilidades para a VR certamente parecem infinitas. Isso dito, é importante que as organizações pensem sobre como aplicativos de VR se integrarão com o resto de suas operações. Comerciantes voltando-se para a VR para criar experiências de comércio eletrônico melhores, por exemplo, precisarão pensar em como tornar transações integradas em shopping centers virtuais e outros aplicativos virtuais diretas para os clientes. Similarmente, empresas que explorarem a VR para outras áreas, como desenvolvimento de produtos, precisam pensar em como ela se encaixa no quadro geral da organização. “A grande pergunta é como ligá-la às operações centrais”, observa Kalra. Ao mesmo tempo, a VR levanta ainda outras questões ligadas a dados: como gerenciá-los, analisá-los e, em alguns casos, como pensar na privacidade do cliente em um mundo virtual, entre tantas outras. “À medida que os aplicativos se tornam cada vez mais complexos, a magnitude dos dados necessários para fazer todas aquelas coisas apenas aumenta”, diz ele. Embora o custo dos headsets para experiências de VR tenha caído consideravelmente — ao ponto em que eles logo poderão ser tão onipresentes quanto telefones celulares — a natureza personalizada da VR ainda apresenta o problema de como tornar certas aplicações, headsets ou outras, populares. Isso não significa que as organizações não devam pensar a respeito e experimentar o que é possível. “Talvez seja algo que não é crítico hoje”, observa Kalra, “mas pode ter implicações de longo alcance amanhã”. * Sarah Perry é uma Estrategista de Marketing de Conteúdo para a Oracle Content Central.

A realidade virtual pode ser usada para treinar funcionários, desenvolver produtos e até mesmo gerenciar riscos. Alguns dos benefícios do uso da tecnologia são a redução de custos e prazos. Por: Sarah...

Tecnologia traz mais sustentabilidade e segurança ao setor de recursos naturais

O uso de soluções tecnológicas está transformando a forma de produzir recursos naturais como carvão, minério de ferro, petróleo e gás. Redação Oracle Assim como em outros setores, a tecnologia vem ganhando espaço e importância na exploração de recursos naturais nos últimos anos. Independentemente da área de atuação, o fato é que as empresas do setor hoje avançam em ritmo acelerado rumo à transformação digital e às novas tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT) e Big Data.  Além de uma habilitar uma operação mais ágil e com custos menores, a adoção de soluções avançadas de automação, análise avançada de dados e gerenciamento remoto permite que essas organizações sejam mais eficientes e atuem sempre de acordo com as regulamentações ambientais, cada vez mais importantes globalmente.  Leia mais: Indústria 4.0 e o futuro da manufatura Não por acaso, um artigo publicado no Harvard Business Review destaca como o setor de recursos naturais está se transformando em uma indústria tecnológica. “Hoje a tecnologia é o novo petróleo, e está mudando o jogo para os produtores de grandes commodities como petróleo, carvão, minério de ferro, gás natural e cobre”, afirma um trecho do texto assinado por dois especialistas da McKinsey.  Em outro artigo sobre o assunto, intitulado “How technology is reshaping supply and demand for natural resources” (“Como a Tecnologia está Remodelando o Fornecimento e a Demanda por Recursos Naturais”), a consultoria aponta como as tecnologias permitem que os produtores tenham acesso a minas e poços antes inacessíveis e utilizem a “análise sofisticada de dados” para identificar, extrair e gerenciar recursos naturais. Os chamados caminhões autônomos, por exemplo, são uma das principais tendências da atualidade em mineração. Com o uso desses veículos, que conseguem identificar eventuais obstáculos a partir de sistemas inteligentes, as empresas podem operar com maior eficiência, produtividade e segurança.  Outra aplicação da tecnologia que vem chamando a atenção é o uso de Realidade Virtual (VR) para que os mineradores possam treinar e planejar explosões em minas dentro de um ambiente virtual seguro e controlado, conforme mostra uma reportagem recente da BBC News. Em um cenário complexo como o mercado de recursos naturais, marcado pela grande quantidade de informações e variáveis, é essencial contar com uma plataforma como a Oracle Primavera EPPM. O pacote de soluções permite que as empresas gerenciem seus projetos de forma inteligente e colaborativa para que estejam sempre preparadas para identificar riscos, corrigir problemas e realocar recursos.

O uso de soluções tecnológicas está transformando a forma de produzir recursos naturais como carvão, minério de ferro, petróleo e gás. Redação Oracle Assim como em outros setores, a tecnologia vem...

A nuvem como aliada das empresas de bens de consumo

Ao realizar a migração para nuvem, companhias do setor ganham acesso a novas tecnologias e podem operar com mais rapidez e flexibilidade.  Por Redação Oracle. Com os dados ocupando um espaço e uma importância cada vez maiores, migrar as operações para a nuvem já é visto como um passo natural para as empresas interessadas em fazer a transformação digital. E a história não é diferente entre as empresas de bens de consumo, que precisam estar sempre prontas para acompanhar as constantes transformações do mercado e atender aos anseios dos consumidores.  Ao realizar esse movimento em direção à nuvem, as companhias do setor podem atuar com mais agilidade e estabilidade para fornecer uma melhor experiência aos clientes. Tudo isso com custos menores e uma maior flexibilidade para se adaptar às – e até antecipar – diferentes demandas e tendências do mercado.  Leia mais: Indústria 4.0 e o futuro da manufatura Em meio a um ambiente concorrido e marcado pela grande variedade de produtos, como é o caso da indústria de bens de consumo embalados, ter à disposição ferramentas tecnológicas avançadas e integradas pode ser um diferencial decisivo para essas organizações. E é exatamente isso o que a nuvem traz. A partir do uso de novas tecnologias disponíveis na nuvem, por exemplo, as empresas podem coletar informações em tempo real e ter um controle maior sobre os diferentes estágios dos seus ciclos de produção e distribuição. Com isso, é possível garantir sempre a mais alta qualidade dos produtos oferecidos ao público. A adoção da nuvem também habilita a automação de diferentes tarefas, o que traz mais agilidade e segurança aos processos operacionais, e a análise inteligente de dados, que permite entender mais a fundo os gostos e demandas dos consumidores e do mercado como um todo, além de conhecer os desafios da própria empresa. Isso tudo é possível por meio de uma plataforma na nuvem como a Oracle Cloud, que oferece acesso simples e rápido para as chamadas tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial (IA), Machine Learning (Aprendizado de Máquina), Internet das Coisas (IoT) e Big Data, entre outras, de forma a impulsionar uma operação verdadeiramente moderna e digital. Entre as aplicações disponíveis na plataforma da Oracle estão a Marketing Cloud for Consumer Packaged Goods (CPG), para conhecer e se comunicar melhor com os seus clientes, e a ERP Cloud, essencial para administrar os recursos de forma mais eficiente. Por meio da sua infraestrutura completa e integrada, a Oracle Cloud fornece as ferramentas necessárias para as empresas atuarem de forma mais ágil no dia a dia, ao mesmo tempo em que habilita melhores resultados em termos de inovação. 

Ao realizar a migração para nuvem, companhias do setor ganham acesso a novas tecnologias e podem operar com mais rapidez e flexibilidade.  Por Redação Oracle. Com os dados ocupando um espaço e uma...

Quatro principais benefícios dos departamentos Financeiro e de RH na nuvem

Uma nuvem unificada para ambos os departamentos pode trazer vantagens como estrutura simplificada, facilidade de acesso e menor margem para erros. Por Indy Bains* O Departamento Financeiro pode ser o guardião do resultado financeiro, mas ele sabe que os negócios são mais do que apenas receita. Trata-se de pessoas — e em particular, de garantir que a organização tenha os funcionários certos atuando, com as habilidades necessárias para ajudar a empresa a alcançar suas metas. Em muitas organizações, os departamentos Financeiro e de RH são intimamente interligados. Portanto, não é surpreendente que uma pesquisa do MIT de 2017 (Relatório Personalizado da MIT Technology Review) relatou que 35% das empresas planejavam criar uma função compartilhada de Departamento Financeiro e de RH durante o ano seguinte. Leia mais: A importância da diversidade para os negócios O Departamento Financeiro e o de RH também compartilham necessidades de tecnologia, que incluem: Uma visão holística das funções, responsabilidades e metas de desempenho de cada funcionário; A capacidade de manter-se atualizado e responsivo a mudanças nas melhores práticas; Processos simplificados e níveis mais altos de automação. Com tudo isso em comum, faz muito sentido que os departamentos Financeiro e de RH devam trabalhar em uma única solução de nuvem. A calculadora de benefícios para departamentos financeiro e de RH da Oracle foi desenvolvida especialmente para ajudar os líderes desses departamentos a determinar os benefícios potenciais de uma plataforma unificada em quatro áreas-chave. 1. Maior produtividade Uma plataforma compartilhada de Departamento Financeiro e de RH, com capacidade para níveis mais altos de automação, permite aos funcionários daqueles departamentos reduzir o tempo gasto em trabalho repetitivo e de valor baixo – como entrada de dados e processamento de transações – e se concentrar em áreas que geram crescimento da empresa. Resultado: a empresa tem a oportunidade de construir novas habilidades, descobrir novas maneiras para recrutar e reter os melhores talentos, analisar o desempenho individual, identificar prioridades estratégicas e aconselhar a organização sobre o que fazer a seguir. 2. Gerenciamento de dados eficiente A partir de nossa experiência em trabalhar com funções financeiras e de RH, identificamos vários pontos de contato (leia aqui o post, em inglês) em que as duas se encontram. Se você tomar o exemplo simples de recrutar um novo funcionário, tanto o Departamento de RH quanto o Financeiro precisam dispor de informações sobre a linha de negócios do novo contratado, a quem responde, seu cargo, o centro de custo e o salário. Uma nuvem unificada com um modelo de dados comum facilita e agiliza cada um desses passos, sem a necessidade de duplicação de trabalho, menos margem para erro humano e compartilhamento mais fácil de dados entre os departamentos. O Oracle Cloud estende de maneira ímpar o valor do modelo de dados além dos departamentos Financeiro e de RH para processos de compras, de gestão de projetos, cadeia de fornecedores e vendas. Isso é um divisor de águas para as organizações, que anteriormente precisavam se contentar com modelos de dados fragmentados de várias soluções na nuvem ou no local. 3. Infraestrutura simplificada Embora a maioria dos entrevistados da linha de negócios de finanças e RH da pesquisa do MIT preveja benefícios reais em mudar para a nuvem, 41% deles citaram desafios de integração como a principal barreira para a migração. Os problemas potenciais podem, por exemplo, estar na integração de novas tecnologias com sistemas herdados e também é preciso considerar a coordenação de vários fornecedores. A simplificação começa com um único provedor de nuvem, em vez de vários entre as funções de negócios. E quando se trata de sistemas herdados, muitos deles requerem habilidades de especialista – e possivelmente até mesmo vários funcionários de TI – para executá-los. Em comparação, o acesso por autoatendimento, rápido, amigável ao usuário e altamente automatizado que a nuvem possibilita gera eficiência e aumenta o engajamento dos funcionários.   4. Decisões e planejamento estratégico melhorados Com acesso em tempo real a dados em 360 graus, atuais, altamente compartilháveis e livres de erros, os executivos dos Departamentos Financeiro e de RH ficam melhor informados e podem ter a confiança total de que os relatórios serão rápidos e confiáveis. A tomada de decisões é, portanto, aprimorada, as previsões passam a ser mais precisas e o planejamento estratégico melhor alinhado com os fatores comerciais apropriados. Um outro benefício de uma nuvem unificada de departamentos Financeiro e de RH é seu acesso permanente às últimas inovações de tecnologia por meio de atualizações fáceis. Isso significa que as equipes financeira e de RH podem acompanhar as mudanças sem esforço. 90% dos entrevistados na pesquisa do MIT disseram que suas iniciativas de nuvem lhes deram maior agilidade quando se depararam com oportunidades e desafios do mercado. Assim, como você pode calcular os benefícios de mudar para uma plataforma de nuvem de finanças e RH unificada para a sua organização? Simplesmente adicione alguns detalhes da empresa em nossa calculadora de benefícios para departamentos financeiro e de RH unificados e você poderá calcular o impacto potencial em seus negócios em todas as áreas detalhadas acima. Você pode fornecer tantos detalhes quantos quiser, mas quanto mais oferecer, mais preciso será o seu relatório resultante. Seu relatório personalizado será acompanhado de links para leitura, vídeos e infográficos úteis para ajudá-lo a apresentar fundamentos convincentes. * Indy Bains é Diretor Sênior do Oracle Cloud Business Group.

Uma nuvem unificada para ambos os departamentos pode trazer vantagens como estrutura simplificada, facilidade de acesso e menor margem para erros. Por Indy Bains* O Departamento Financeiro pode ser o...

Dimacofi investe na transformação digital para melhor atender seus clientes

O uso de novas tecnologias resultou em aumento de produtividade e qualidade de vida dos funcionários, além de um melhor atendimento ao cliente final da empresa chilena. Por Redação Oracle. A Dimacofi é uma empresa chilena com mais de 90 anos de leasing de máquinas e serviços de impressão que atende desde bancas até empresas de transporte, aviação e educação. Como grande parte das companhias, a Dimacofi também acredita que a inovação constante é a melhor forma de se manter em dia com as mudanças do mercado e da sociedade e por isso aposta na transformação digital. Há quase duas décadas, a Oracle atua na modernização de processos e sistemas da Dimacofi, inclusive quebrando paradigmas no uso de sistemas on-premises e na transição para a nuvem. Especificamente com apoio do Oracle Service Cloud, a Dimacofi vem conseguindo promover um atendimento diferenciado aos seus clientes. Se antes era preciso gerar tickets e métricas separadamente, hoje é possível fazer tudo de forma integrada, na nuvem, com mais velocidade, agilidade e qualidade. Leia mais: Reale Seguros aposta na digitalização como vantagem competitiva no Chile Com o Oracle Service Cloud, a Dimacofi não aprimorou apenas o relacionamento com seus clientes externos, mas também internamente, com aumento da eficiência de seus técnicos. Outras vantagens da adesão foram a otimização das equipes de manutenção, que agora contam com uma plataforma mobile para diminuir o tempo de deslocamento, o aumento da produtividade e uma maior qualidade de vida para seus funcionários. Também foi possível mapear melhor o desempenho dos colaboradores, abrindo espaço para o reconhecimento das melhores atuações da companhia. O processo de implementação da plataforma foi rápido e dividido em fases e hoje a Dimacofi já conta com informações de instalação, serviços técnicos e de autoatendimento operando a todo vapor. Neste vídeo, o Gerente de Tecnologia da Informação, Domingo Valdés C., fala sobre essa parceria duradoura e de sucesso. Assista! A Dimacofi participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.

O uso de novas tecnologias resultou em aumento de produtividade e qualidade de vida dos funcionários, além de um melhor atendimento ao cliente final da empresa chilena. Por Redação Oracle. A Dimacofi é...

A nova era das Finanças: como a nuvem irá transformar a gestão financeira da sua empresa

Em um cenário onde o mercado está em constante transformação, é preciso pensar em como aproveitar as tecnologias emergentes para inovar na área de Finanças. Por Redação Oracle. Quando falamos da área de Finanças em grandes empresas, 85% do tempo da equipe é gasto em tarefas manuais e extremamente cansativas, deixando pouco tempo disponível para inovação. É o que diz Juergen Lindner, vice-presidente de marketing de produto de Software as a Service da Oracle. Mas com avanços tecnológicos como inteligência artificial, machine learning, automação de processos e blockchain – que já são encontrados nas soluções de gestão da Oracle –, este cenário está mudando rapidamente. Por isso, na hora de escolher um provedor de ERP, você precisa estar atento em quanto ele está investindo em pesquisa e desenvolvimento para ter certeza de que a solução oferece tecnologia de ponta. Além disso, é importante que o seu parceiro entregue orientação e suporte a longo prazo para que sua empresa possa atingir os objetivos traçados no seu plano de negócio. “O movimento para a nuvem é um destino inevitável. É assim que a computação evoluirá nos próximos anos”, disse o CEO da Oracle, Mark Hurd, na última edição do Oracle OpenWorld. Essa tendência está refletida no nosso primeiro Relatório de Tendências de ERP, onde entrevistamos mais de 400 líderes de Finanças e de TI: 76% deles disseram que têm planos de ter um ERP na nuvem ou já fizeram a mudança. Leia mais: Conheça as tendências em Finanças para 2019 O fator econômico foi um dos mais citados na hora de escolher o sistema de ERP na nuvem. A Nucleus Research publicou um relatório afirmando que a nuvem oferece 3,2x o retorno sobre o investimento (ROI) dos sistemas locais, ao passo que seu custo total de propriedade (TCO) é 52% menor. Mas, sem sombra de dúvidas, a tecnologia foi o principal motivo para mudança de acordo com 81% dos entrevistados, já que a nuvem oferece uma inovação que facilita a incorporação de tecnologias emergentes aos processos de negócios cotidianos. Com os recursos de Inteligência Artificial e Machine Learning de um ERP moderno, a geração de relatórios de fechamento contábil se torna muito mais ágil. À medida que novos recursos são lançados, os usuários da nuvem podem aproveitá-los imediatamente, sem a necessidade de novos investimentos, ganhando agilidade para serem mais responsivos e preditivos. Isso significa que a sua equipe financeira poderá usar o conhecimento que a nuvem oferece, com dados integrados, para tomar decisões assertivas de maneira rápida e automatizada em todos os níveis do negócio. Uma solução de gestão empresarial entregue como serviço e suportada pela nuvem, como o Oracle ERP Cloud, facilita a integração de fontes externas de conhecimento, ou seja, você tem acesso a fatores políticos, ambientais e econômicos que podem influenciar o seu negócio. Dessa forma, fica mais fácil planejar o seu próximo passo e pensar antecipadamente em alternativas inteligentes para qualquer tipo de situação. Levando em conta a economia de custos e a facilidade de adoção de tecnologias emergentes, migrar para o ERP para a nuvem é um movimento quase obrigatório. Os dados financeiros da sua empresa, quando integrados às demais áreas, podem trazer insights importantíssimos para a tomada de decisões. Na nova era das Finanças, as áreas de Finanças e Controladoria são vistas como Business Partners, ou seja, são parceiras do negócio, e não apenas suporte. Essa nova geração do ERP traz uma oportunidade de modernização, com tecnologia sempre atualizada para o seu negócio alcançar máximo desempenho em todos os níveis. A revolução das finanças já está acontecendo e a nova geração de ERP pode te ajudar a fazer parte dela. Nessa versão, o Oracle ERP Cloud pode modernizar a gestão financeira e habilitar a transformação digital da empresa. Com o ERP na nuvem, a gestão financeira pode ser feita através de qualquer dispositivo conectado à internet, dando mais flexibilidade para as equipes. Tudo isso com a incorporação de novas e disruptivas tecnologias que ainda ajudam a área a atrair talentos para a equipe financeira. Saiba mais como integrar a gestão financeira da sua empresa ao sistema de ERP na nuvem falando com um de nossos consultores Oracle. Você pode customizar a solução de acordo com as suas necessidades e fazer o futuro da sua empresa acontecer, hoje.

Em um cenário onde o mercado está em constante transformação, é preciso pensar em como aproveitar as tecnologias emergentes para inovar na área de Finanças. Por Redação Oracle. Quando falamos da área de...

Crie um business case de planejamento e definição de orçamento

Os softwares de gestão em nuvem podem ajudar as equipes a otimizar o planejamento e dedicar seu tempo a tarefas mais importantes. Por Jennifer Toomey * A tecnologia está trazendo novos mundos de inovação para a definição de orçamentos e o planejamento. Em uma época em que apenas os mais ágeis sobrevivem, se atrapalhar entre várias planilhas e atualizar os caros sistemas locais não parece mais ser uma boa opção. As companhias precisam evoluir e, para isso, cada vez elas estão se voltando para a nuvem. Em uma pesquisa da APQC, os entrevistados da área financeira disseram que gastam quase metade do seu tempo no processamento de transações — tarefas demoradas e manuais como pagar contas, enviar faturas e outros trabalhos rotineiros. Em um mundo onde o planejamento estratégico e insights orientados a dados nunca foram tão importantes, está claro que o tempo dos funcionários do departamento financeiro não está sendo bem utilizado. Leia mais: Conheça as tendências em finanças para 2019 Empresas inovadoras estão encontrando na nuvem a solução para muitos desses problemas. A Flying Tiger Copenhagen, por exemplo, descobriu após adotar o Oracle Planning and Budgeting Cloud, uma economia de 20 dias por ano ao substituir as várias planilhas e uploads por um sistema de entrada de dados e fluxo de trabalho automatizados — permitindo que os analistas e controladores gastassem mais do seu tempo em tarefas que realmente importavam. Além disso, eles foram capazes de agilizar os processos de definição e previsão de orçamentos conforme escalavam, assim como alcançaram um controle mais rigoroso dos orçamentos em seus 30 mercados de atuação. Uma grande economia também foi percebida com o fim da necessidade de se manter os caros sistemas legados, com aplicativos de nuvem sendo atualizados de forma autônoma todos os meses, sempre com as atualizações mais recentes. Nenhum investimento em pesados equipamentos em TI é necessário, pois a integração com o Oracle ERP Cloud é padrão e migrar a partir dos sistemas existentes é tranquilo — o que reduz significativamente as barreiras de adoção. Em resumo, a nuvem está se tornando uma ferramenta essencial para as empresas se prepararem para o futuro, manterem o ritmo à frente de seus concorrentes e manter a rentabilidade em alta. Quanto você pode economizar? Criar um business case para inovação requer números específicos — e é por isso que criamos nossa nova Calculadora de Planejamento e Orçamento. Basta digitar alguns detalhes sobre sua organização e você visualizará o quanto a Oracle Planning Cloud pode ajudar a melhorar os resultados. A ferramenta irá separar suas economias em cinco áreas principais: Maior produtividade da força de trabalho Riscos reduzidos — o custo das despesas não planejadas Melhoria da margem de lucro a partir de decisões melhores Redução dos custos de capital Melhor qualidade de análises para impulsionar a receita Além disso, você será capaz de mergulhar ainda mais fundo com um relatório personalizado. Também daremos a você acesso a uma série de estudos de caso, vídeos e artigos úteis, que podem ajudar no suporte ao seu caso de transformação. Descubra o quanto a nuvem pode economizar para você com nossa Calculadora de Planejamento e Orçamento. Calcule seus benefícios agora. * Jennifer Toomey é diretora sênior de Cloud Business na Oracle.

Os softwares de gestão em nuvem podem ajudar as equipes a otimizar o planejamento e dedicar seu tempo a tarefas mais importantes. Por Jennifer Toomey * A tecnologia está trazendo novos mundos de...

CEO da Oracle, Mark Hurd fala sobre o custo de um ERP na nuvem

Os benefícios de mudar para um ERP na nuvem podem ser tantos, que não se trata mais de por que mudar e sim quando mudar. Por Lynne Sampson* Mudar os sistemas corporativos pode significar um esforço imenso. Uma empresa com milhares de funcionários provavelmente terá milhares de máquinas para atualizar, com dezenas ou centenas de configurações de hardware diferentes. Um departamento corporativo de TI teria que coordenar todas essas mudanças com atualizações simultâneas nos diversos servidores da empresa, o que atualizaria não só os sistemas, mas também provavelmente exigiria a gestão das permissões de acesso e funções por toda a empresa. A tentativa de transições na área de tecnologia em escala corporativa é um desafio tão assustador que raramente é iniciada sem uma compreensão muito clara dos custos e benefícios envolvidos. Os benefícios de uma mudança realizada do ambiente local para sistemas de ERP em nuvem, no entanto, podem ser tão convincentes que muitas vezes se torna uma questão de quando fazer a mudança, e não do porquê. O CEO da Oracle, Mark Hurd, é um dos principais proponentes da indústria de sistemas baseados em nuvem. Ele fala frequentemente sobre os altos custos de manutenção de sistemas de ERP locais e de outros sistemas considerados missão crítica, e ofereceu dados convincentes para suportar seus argumentos. No ano passado, na Recode Decode, ele mencionou que "a TI pode representar na corporação entre 10 e 15 por cento de todas as despesas que os nossos clientes gastam.” E em um artigo do LinkedIn publicado por ele no início de 2018, Hurd apontou que "80 por cento dos gastos com TI vai para atividades tradicionais - coisas como atualização de aplicativos, integração de componentes incompatíveis que nunca foram projetados para trabalhar juntos como uma máquina de Rube Goldberg - além da otimização, testes, monitoramento, patching e outras tarefas de manutenção. Digamos que outros 5% são gastos em aplicativos de cibersegurança e na adaptação a novos requisitos de conformidade." Estes números são preocupantes e qualquer CFO atento sabe que precisa reduzir essas despesas. Qualquer CTO ou CIO com um olho para a inovação gostaria de utilizar mais da verba de TI da organização no desenvolvimento de recursos que a ajude no futuro em vez de mantê-la presa ao passado. Leia mais: 5 motivos para migrar do ERP local para o Oracle ERP Cloud Manter as tecnologias do passado também pode representar um grande gargalo para a produtividade empresarial. Em uma entrevista para a Forbes, Mark Hurd observou que "algumas das aplicações possuem pelo menos 20 anos de idade... pense nisso, são aplicações construídas vinte anos atrás que precisam lidar com os problemas atuais.” A simples transição de um sistema de ERP local para outro pode não superar necessariamente os custos do abandono do software em que a equipe de TI da empresa investiu anos de experiência, uma série de personalizações, e muitos suplementos únicos. É neste momento que as vantagens de um sistema de ERP em nuvem se tornam claras. Um estudo realizado pela Nucleus Research constatou que implantações em nuvem geraram 3,2 vezes o retorno sobre o investimento, quando comparadas com aplicativos locais, com um custo total de propriedade 52% menor. Fazer a mudança para o ERP em nuvem também pode reduzir significativamente os custos de comutação – de fato, um número muito maior do que muitos executivos poderiam imaginar. Por exemplo, a Blue Shield of California alocou US$600,000 para gerenciar a transição a partir de seu sistema de ERP local herdado para uma solução de ERP baseada em nuvem. Ela acabou gastando um valor muito menor, apesar da mudança para cerca de 6.800 funcionários. Uma empresa mais distribuída (com escritórios em mais de um estado), que muitas vezes possui uma grande quantidade de funcionários, economizaria potencialmente milhões de dólares em custos de gerenciamento da transição ao mudar para uma solução de ERP em nuvem. Sua organização está pensando em fazer a mudança para um ERP em nuvem? Além do custo e da curva de aprendizado, que outras considerações podem ter uma empresa quando chega a hora de atualizar ou mudar um sistema de ERP? * Lynne Sampson é editora-chefe, tem 25 anos de experiência em jornalismo e marketing. Ela passou os primeiros 10 anos de sua carreira na Canadian Broadcast Corporation, cobrindo grandes eventos de notícias, como o referendo de Quebec e duas eleições federais. Saiba mais sobre Lynne Sampson clicando aqui.

Os benefícios de mudar para um ERP na nuvem podem ser tantos, que não se trata mais de por que mudar e sim quando mudar. Por Lynne Sampson* Mudar os sistemas corporativos pode significar um...

5 perguntas frequentes sobre o Oracle ERP Cloud

Fizemos uma análise das perguntas mais frequentes que chegam pelo nosso chat e trazemos aqui as principais respostas sobre o software de ERP Cloud da Oracle. Por Redação Oracle Além de ser conhecida por seus tradicionais Enterprise Resource Planning (ERP) on premise, isto é, instalados no data center do cliente, a Oracle é líder global em ERP na nuvem, segundo o Gartner e a IDC. O Oracle Enterprise Resource Planning (ERP) Cloud é um pacote de aplicativos de nuvem para finanças, gerenciamento de projetos, aquisições, gerenciamento de riscos e outras atividades principais de rotina em todas as empresas, de qualquer porte, setor ou local. 1. Existem soluções de ERP para empresas de todos os tamanhos? Sim! A Oracle mudou o seu modelo de negócio e hoje tem mais de uma linha de aplicativos de gerenciamento financeiro voltados para grandes e pequenas empresas. Além disso, ao eliminar a necessidade de aquisição de licenças e de infraestrutura e de diminuir os custos de implantação, a nuvem democratizou o acesso a soluções de ponta como as da Oracle, disseminando seu uso em empresas de qualquer tamanho. Converse com um dos nossos especialistas por meio do nosso chat e ele irá guiá-lo na escolha da solução adequada à necessidade, tamanho e momento da sua empresa. 2. Quais as funcionalidades disponíveis no software de ERP? Nossas soluções de gestão dispõem de uma ampla gama de funcionalidades, incluindo contabilidade, contas a pagar, contas a receber, ativos fixo, planejamento orçamentário, gerenciamento de projetos, fechamento e reconciliação contábil, além de compras, estoques, integração bancária e muito mais. Se você deseja saber como essas funcionalidades se aplicam ao seu negócio, entre em contato com algum dos nossos especialistas pelo chat e entenda como esse aplicativo pode ajudar sua empresa a crescer. 3. Quantos usuários são necessários em um software de ERP? A Oracle possui soluções de ERP na nuvem que, em princípio, podem começar com um único usuário. No plano mais básico de contrato, a Oracle te fornece até 10 usuários. E, independentemente do número inicial de usuários, todas as nossas soluções são feitas para crescer junto com sua empresa, sem limites ou restrições. Caso você precise de mais usuários, os mesmos podem ser contratados por unidade. Entre em contato conosco pelo nosso chat para entendermos quais áreas e usuários deveriam ser inicialmente envolvidos e qual a solução mais adequada às suas necessidades. 4. Como faço a implementação do ERP Oracle? O projeto de implementação é feito durante as tratativas comerciais com a Oracle. A Oracle tem um ecossistema de parceiros especializados em nossas soluções. O mais comum é que eles sejam os responsáveis por implantá-las, de acordo com suas necessidades específicas, de maneira integrada a outros sistemas relevantes que você possua. Se for o caso, a própria Consultoria da Oracle pode participar do projeto de implantação ou assumir inteiramente este papel. Depois que estiver claro qual a solução Oracle é adequada à sua necessidade, converse com a equipe de atendimento Oracle sobre como escolher o melhor parceiro de implantação. Você pode também falar com nossos especialistas, por meio do nosso chat para saber mais sobre o processo de implantação. 5. Como funcionam as integrações com o Enterprise Resource Planning? Depende muito de quais sistemas se pretende integrar, bem como se cada um deles está na nuvem ou no data center do cliente. Tipicamente, quando falamos em integração entre soluções Oracle, elas podem já estar pré-integradas ou pode existir um acelerador que diminua muito o esforço envolvido em conectá-las. O mesmo vale para integrar algumas soluções que não são da Oracle, mas que são amplamente utilizadas no mercado. Em todos os casos, estas integrações são viabilizadas por meio de APIs abertas cujo propósito é facilitar o fluxo de informação entre todos os sistemas envolvidos. Todas as aplicações da Oracle possuem APIs abertas para, inclusive, construir integrações com outros fornecedores. Todas as integrações são traçadas durante a elaboração do projeto de implementação. Entre em contato conosco por meio do nosso chat para que possamos lhe dar mais detalhes sobre as integrações que podem ser relevantes para seu projeto.

Fizemos uma análise das perguntas mais frequentes que chegam pelo nosso chat e trazemos aqui as principais respostas sobre o software de ERP Cloud da Oracle. Por Redação Oracle Além de ser conhecida por...

5 perguntas frequentes sobre as soluções de CX da Oracle

Fizemos uma análise das perguntas mais frequentes que chegam pelo nosso chat e trazemos aqui as principais respostas sobre as soluções de CRM ou Customer Experience (CX) da Oracle. Por Redação Oracle A Oracle está hoje no topo das plataformas de automação de marketing B2B segundo relatório da Forrester do último trimestre de 2018. A solução de Customer Experience da empresa não apenas recebeu a maior pontuação no gerenciamento de dados, mas também no desenvolvimento de leads. Recentemente, a Oracle também foi destaque do ranking na categoria estratégia, obtendo ótimos resultado em critérios de visão, go-to-market, roadmap de produtos, agenda de inovação e suporte para implementações globais. 1. A Oracle tem soluções de atendimento ao cliente e CRM? Sim! A Oracle tem um longo histórico de excelência nestas áreas e é amplamente reconhecida pelo mercado como uma das líderes em soluções de vendas e atendimento ao cliente. Já apoiamos milhares de empresas, de todos os tamanhos, nos mais diversos setores, tanto locais quanto globais, a melhorarem a experiência de atendimento proporcionada a seus clientes e a reforçarem o valor da sua marca. Se quiser saber mais sobre como podemos dar o mesmo apoio ao seu negócio com nossas soluções de Customer Experience (CX) entre em contato conosco pelo nosso chat. 2. Quais são as plataformas de marketing e CX da Oracle? Nossa plataforma de marketing é a Oracle Marketing Cloud. Dentro dela existem diversos módulos e funcionalidades, que podem ser utilizados de maneira conjunta ou independente, tanto para o mercado B2C quanto B2B. Soluções como Eloqua e Responsys atuam na automação de marketing, segmentação da audiência, gestão de campanhas, análises de resultados, account based marketing, orquestração de canais, personalização das mensagens em qualquer canal (incluindo e-mail marketing, SMS e push); já a gestão de dados é feita através de uma plataforma de gerenciamento de dados (Data Management Platform ou DMP) chamada BlueKai; marketing de conteúdo, marketing social, teste e otimização das campanhas, inteligência artificial, entre muitos outros recursos, também estão presentes em nossa plataforma. Para entender quais módulos da Oracle Marketing Cloud podem trazer mais valor ao seu negócio neste momento entre em contato conosco pelo nosso chat. 3. Quantos usuários são necessários para adquirir uma solução CRM? Isto vai depender de qual módulo da suíte de Customer Experience você estaria utilizando. Alguns podem começar com apenas um usuário, outros podem requerer pelo menos dez, enquanto outros podem utilizar métricas distintas, não sendo precificados por usuário (usando, por exemplo, número de mensagens enviadas, entre outras possibilidades). No plano mais básico de contrato a Oracle te fornece até 10 usuários, e caso você precise de mais usuários, os mesmos podem ser contratados por unidade. Recomendamos entrar em contato conosco pelo nosso chat para que possamos entender sua necessidade, quais módulos são relevantes para endereçá-la e quais as métricas corretas de precificação. De qualquer maneira, tenha em mente que a Oracle procura sempre facilitar o acesso às suas soluções, independentemente do porte da empresa ou do número de usuários. 4. Como faço a implementação das soluções de CX da Oracle? O projeto de implementação é feito durante as tratativas comerciais com a Oracle. Você pode contratar nossa área de consultoria para isso ou um de nossos parceiros homologados para fazer a implementação. A Oracle tem um pujante ecossistema de parceiros especializados em nossas soluções. Depois que estiver claro qual a solução Oracle adequada à sua necessidade, converse com a equipe de atendimento Oracle sobre como escolher o melhor parceiro de implantação. Você pode também falar com nossos especialistas, através do nosso chat, para saber mais sobre o processo de implantação. 5. Como funcionam as integrações com soluções de marketing? Depende muito de quais sistemas se pretende integrar ao CX, bem como se eles estão na nuvem ou no data center do cliente. Tipicamente, quando falamos em integração entre soluções Oracle, elas podem já estar pré-integradas ou pode existir um acelerador que diminua muito o esforço envolvido em conectá-las. O mesmo pode valer para integrar com algumas soluções que não são da Oracle, mas são amplamente utilizadas no mercado Todas as aplicações da Oracle possuem APIs abertas para, inclusive, construir integrações com outros fornecedores. Todas as integrações são traçadas durante a elaboração do projeto de implementação. Entre em contato conosco através do nosso chat para que possamos lhe dar mais detalhes sobre as integrações que podem ser relevantes para seu projeto.

Fizemos uma análise das perguntas mais frequentes que chegam pelo nosso chat e trazemos aqui as principais respostas sobre as soluções de CRM ou Customer Experience (CX) da Oracle. Por Redação Oracle A...

5 perguntas frequentes sobre soluções de gestão de pessoas

Fizemos uma análise das perguntas mais frequentes que chegam pelo nosso chat e trazemos aqui as principais respostas sobre as soluções de RH na nuvem (HCM Cloud) da Oracle. Por Redação Oracle Uma solução de gerenciamento de capital humano (Human Capital Management, HCM) considera a força de trabalho mais do que apenas um custo de fazer negócios: é um ativo de negócios central cujo valor pode ser maximizado por meio de investimentos e gerenciamento estratégicos – como qualquer outro ativo. Por isso, o Oracle HCM Cloud oferece uma solução extremamente avançada para aumentar o potencial de sua força de trabalho hoje e equipar sua empresa para o futuro. 1. A Oracle tem um software de gestão de pessoas? Sim! A Oracle tem uma suíte completa de Gestão de Capital Humano (Human Capital Management, HCM), a qual contempla a gestão de talentos, onde encontramos funcionalidades de gestão de desempenho dos funcionários.  Outros recursos para a área de RH incluem recrutamento, seleção, gestão de objetivos, diversos modelos de avaliação, desenvolvimento de carreira, sucessão, treinamento e aprendizado, ciclo de vida do funcionário, mapa organizacional, análises de cenário, fluxos de aprovação, gestão de incidentes, benefícios e remuneração, ponto e absenteísmo, gestão de projetos, políticas e relatórios de despesas, entre muitos outros. Entre em contato conosco através de nosso chat e converse com um de nossos especialistas para entender a amplitude das nossas soluções de HCM. 2. O software de RH da Oracle possui Nine Box? Sim! Nine Box é um recurso para gestão de pessoas bastante difundido e que faz parte da nossa suíte de gestão de capital humano. Para entender como este recurso pode ser utilizado dentro do contexto mais amplo da gestão dos colaboradores de sua empresa, entre em contato conosco através de nosso chat e converse com um de nossos especialistas. 3. Como faço a implementação da solução de gestão de pessoas? A Oracle tem um pujante ecossistema de parceiros especializados em nossas soluções. O mais comum é que eles sejam os responsáveis por implantá-las, de acordo com suas necessidades específicas, de maneira integrada a outros sistemas relevantes que você possua. Em alguns casos, se necessário, a própria Consultoria da Oracle pode participar do projeto de implantação ou assumir inteiramente este papel. Depois que estiver claro qual a solução Oracle adequada à sua necessidade, converse com a equipe de atendimento Oracle sobre como escolher o melhor parceiro de implantação. Você pode também falar com nossos especialistas, através do nosso chat para saber mais sobre o processo de implantação. 4. Como funcionam as integrações do software de RH com outras soluções de gestão da Oracle? Depende muito de quais sistemas se pretende integrar ao HCM, bem como se eles estão na nuvem ou no data center do cliente. Tipicamente, quando falamos em integração entre soluções Oracle, elas podem já estar pré-integradas ou pode existir um acelerador que diminua muito o esforço envolvido em conectá-las. O mesmo pode valer para integrar com algumas soluções que não são da Oracle, mas são amplamente utilizadas no mercado. Em todos os casos, estas integrações são viabilizadas através do uso de APIs abertas cujo propósito é facilitar o fluxo de informação entre todos os sistemas envolvidos. Entre em contato conosco através do nosso chat para que possamos lhe dar mais detalhes sobre as integrações que podem ser relevantes para seu projeto. 5. Quantos usuários são necessários para começar a usar a solução de HCM? No caso das soluções de HCM, a métrica mais comum não é o número de usuários, mas sim o de colaboradores da empresa. Entre em contato conosco através no nosso chat, para que possamos lhe indicar a solução adequada para as necessidades e o porte da sua empresa.

Fizemos uma análise das perguntas mais frequentes que chegam pelo nosso chat e trazemos aqui as principais respostas sobre as soluções de RH na nuvem (HCM Cloud) da Oracle. Por Redação Oracle Uma...

Reale Seguros aposta na digitalização como vantagem competitiva no Chile

Sem processos ou sistemas legados da matriz, a sucursal chilena optou por uma estratégia 100% digital para seu CRM e para a gestão financeira com Oracle ERP Cloud. Redação Oracle A Reale Seguros é uma empresa de seguros com mais de 190 anos de tradição, parte do grupo internacional Reale Aseguracione, mas recém-chegada ao Chile. Fundado em Turim, na Itália, o grupo nasceu da necessidade de cobrir os incêndios que aconteciam com frequência na cidade, mas logo expandiu para a Espanha. Com o tempo, o grupo deixou o velho continente em direção à América do Sul, estabelecendo-se no Chile em 2017, onde deu início a operação com apenas cinco executivos, mas que hoje conta com aproximadamente 150 colaboradores. Sem processos e sistemas herdados de sua matriz, e com um prazo apertado para iniciar as atividades, a sucursal chilena optou por começar do zero. Para isso, precisava ser uma empresa em nuvem, sem papéis, e totalmente digital. O primeiro contato com a Oracle surgiu com a escolha de uma plataforma de gestão do relacionamento com o cliente ou CRM (Customer Relationship Management em inglês) para serviços e vendas, parceria que foi posteriormente ampliada para atender às demais necessidades da Reale Seguros. Diante da facilidade de expandir o acesso aos produtos Oracle, a seguradora investiu em uma integração com a operação de vendas para que o Oracle CRM também trouxesse benefícios para as campanhas de marketing, além de dar assistência aos corretores e permitir um maior controle tanto na pré-venda, quanto na pós-venda. Por legislação, as seguradoras tem um prazo curto para emitir apólice, o que exige processos ágeis e claros. No começo, a empresa levava até 15 dias, hoje, com os sistemas todos integrados em um ambiente na nuvem, são apenas cinco dias. Após a adoção do Oracle CRM, foi a vez de investir no Oracle ERP Cloud para estabelecer diferentes níveis de contabilidade e gerar relatórios de diferentes formatos que cumprem os requisitos de um grupo internacional e as regras de ambos os mercados, europeu e local. Hoje, a empresa tem sistemas 100% digitais, uma característica rara em seguradoras e que representa uma vantagem competitiva para a Reale Seguros no Chile. Cesar Alonso Nottaro, Diretor de TI da Reale Seguros do Chile, contou que optou pela Oracle não apenas em razão da segurança e da confiança, mas por ser uma parceria de negócio que mira o futuro e a inovação. No vídeo abaixo, ele dá detalhes desta parceria de sucesso. A Reale Seguros Chile participou do evento The Meeting, realizado na América Latina em 2018.  

Sem processos ou sistemas legados da matriz, a sucursal chilena optou por uma estratégia 100% digital para seu CRM e para a gestão financeira com Oracle ERP Cloud. Redação Oracle A Reale Seguros é uma...

Conheça as tendências para a área de finanças em 2019

Plataformas na nuvem e tecnologias emergentes devem se consolidar para levar a gestão financeira rumo às Finanças 4.0.  Redação Oracle Cada vez mais digital, o setor financeiro vem passando por mudanças significativas nos últimos anos, com o avanço das fintechs, do mobile e da nuvem. Esta última tecnologia, em particular, é que habilita as empresas a utilizarem outras novas tecnologias, como Inteligência Artificial (IA) e Blockchain, de forma a habilitar a automação e alcançar a era das Finanças 4.0. Lee mas: Cómo el emprendimiento puede empoderar a las personas y cambiar el mundo Com o uso de soluções de ERP e EPM Cloud, por exemplo, as companhias podem automatizar diferentes estágios da gestão financeira e liberar os profissionais de tarefas repetitivas, como a produção de relatórios. Não por acaso, o Gartner aponta que a migração da área de finanças em direção à nuvem está acontecendo em um ritmo muito mais rápido do que o esperado. Em um artigo recente, o VP do grupo de marketing de produtos ERP e EPM da Oracle, Steve Cox, destaca como os chamados bots inteligentes poderão mudar o funcionamento dos departamentos financeiros das organizações. Com a adoção de bots, os especialistas do setor podem ter uma atuação mais estratégica e maior agilidade nas tomadas de decisões. “Os bots poderão fornecer uma resposta imediata e bem-informada para uma pergunta como ‘Quanto gastamos com viagens e despesas neste ano?’. Então um gerente pode instantaneamente determinar se há espaço no orçamento para enviar os funcionários para uma conferência em outro país”, explica o executivo. Além da IA, usada nos bots, outra tecnologia emergente que deverá continuar com destaque na área de finanças neste ano é o Blockchain. Com um imenso potencial de diminuir custos e fornecer maior confiança e segurança às transações, a plataforma de registros descentralizados deve se consolidar ainda mais nos próximos 12 meses em diversos segmentos do setor, incluindo os bancos. Bancos  Falando nisso, um levantamento da Deloitte sobre as tendências no setor bancário mostra que os gastos com o chamado “digital banking” vêm crescendo rapidamente desde 2015 e continuarão neste ritmo pelos próximos anos. Conforme o estudo, que cita dados da Ovum, os investimentos dos bancos na área deverão alcançar 13% em 2019 – contra 12,3% em 2018. No mesmo relatório, a consultoria aponta que é esperado que os bancos sejam mais ativos no espaço das fintechs, tanto por meio do lançamento de bancos digitais separados quanto por meio de parcerias no setor. Com plataformas como a Oracle ERP Cloud, a Oracle EPM Cloud e a Oracle Blockchain, a Oracle permite que empresas aproveitem os benefícios dessas novas tecnologias para eliminar a burocracia, ampliar a colaboração e aumentar a eficiência operacional da área financeira.

Plataformas na nuvem e tecnologias emergentes devem se consolidar para levar a gestão financeira rumo às Finanças 4.0.  Redação Oracle Cada vez mais digital, o setor financeiro vem passando por mudanças...

Como o empreendedorismo pode empoderar as pessoas e mudar o mundo

Para a empreendedora mexicana Ana Victoria, depois dos “unicórnios”, agora é a vez das chamadas empresas “zebras”, que possuem um propósito principal que vai além do dinheiro. Redação Oracle Nos últimos anos, o sucesso de startups em diversos segmentos pelo mundo fez com que empreender deixasse de ser uma tendência para se consolidar como uma realidade. Com isso, cada vez mais pessoas vêm optando por montar o seu próprio negócio, seja por necessidade, oportunidade ou para transformar um sonho em realidade. Além da busca por ser o próximo “unicórnio” do mercado – ou seja, uma empresa avaliada em mais de 1 bilhão de dólares, há um outro conceito que vem ganhando força recentemente. São as chamadas “zebras”, que consistem em companhias com um propósito que vai além do dinheiro. Desde 2012 à frente da aceleradora Victoria147, que tem foco em estimular uma maior presença feminina nos negócios e no empreendedorismo, a mexicana Ana Victoria destaca a importância de as organizações possuírem um objetivo maior do que apenas a busca pelo lucro. Leia mais: Como a automação vai impactar o futuro do trabalho “É claro que todos estamos no negócio pelo dinheiro, mas hoje isso não é mais o bastante. Não é o bastante para ficar no negócio, não é o bastante para atrair jovens talentos, não é o bastante para se sustentar a longo prazo. Porque o dinheiro é um meio para outras coisas e não uma paixão em si”, afirma. Para a empresária, a maior realização alcançada pela Victoria147 nesses seis anos de atuação foi ter trazido para a mesa a discussão sobre a importância de uma maior presença feminina em cargos de liderança – algo que pode inclusive trazer benefícios concretos para as empresas, conforme mostra uma pesquisa do Peterson Institute. Intitulado “Is Gender Diversity Profitable? Evidence from a Global Survey”, o relatório em questão, realizado com um total de 21.980 empresas de 91 países, aponta que ter mulheres em cargos C-Level está associado a maior lucratividade nas companhias. No entanto, diz Ana Victoria, a questão não se trata apenas de mais dinheiro. “Não é tudo sobre os lucros, é também sobre permitir que as mulheres tenham mais modelos a serem seguidos, permitir que elas vejam que não há apenas uma maneira de fazer as coisas. Ter diversidade de mulheres em cargos de liderança permite que todas saibam que nós podemos.” Por fim, a empresária destaca como a tecnologia pode ajudar a empoderar as pessoas de forma a ajudar a melhorar a sociedade. “A tecnologia nos permite automatizar, e realizar determinados processos de forma que possamos focar no que é realmente importante: inovação, criatividade, sustentabilidade e capital humano. Para mim, isso é ótimo.” Ana Victoria foi uma das palestrantes do Oracle Leaders Circle, que reuniu alguns dos principais executivos do México na capital do país, Cidade do México. Também participaram do evento especialistas de organizações como Aeroméxico, Visor, Eurasia Group e Smart Fit.

Para a empreendedora mexicana Ana Victoria, depois dos “unicórnios”, agora é a vez das chamadas empresas “zebras”, que possuem um propósito principal que vai além do dinheiro. Redação Oracle Nos últimos...

A importância da diversidade para os negócios

Contar com equipes mais diversas e inclusivas traz benefícios para as empresas de todos os tamanhos segundo Diretora de Diversidade e Inclusão da Oracle, Traci Wade. ​Redação Oracle Cada vez mais discutida por conta da sua importância para a evolução da sociedade, a diversidade também vem ganhando espaço no mundo dos negócios. Além da questão ética e de igualdade, isso acontece também porque as empresas só têm a ganhar com equipes mais diversas. De acordo com um levantamento recente da McKinsey, a diversidade pode ser realmente uma vantagem competitiva nas companhias. Entre outros fatores, aponta o estudo, as equipes executivas com maior diversidade étnica e de gênero apresentam probabilidades maiores de terem uma margem de lucro superior em comparação com equipes menos diversas – de 33% e 21%, respectivamente. Leia mais: Qual o papel do homem na promoção da equidade de gênero? A Diretora da área de Diversidade e Inclusão da Oracle, Traci Wade, chama a atenção para a importância de a empresa construir uma cultura que se pareça com a de seus clientes. “Então você pensa em diversidade e inclusão e em qual o valor disso. É que a Oracle precisa se parecer com as comunidades e as áreas em que vivemos e fazemos negócios. Nossos clientes são mulheres, nossos clientes são brasileiros negros, pessoas negras e hispânicas nos Estados Unidos”. Para conseguir reter esses talentos e alcançar os benefícios citados acima, no entanto, não basta apenas contratar pessoas de diferentes etnias e gêneros. Conforme a executiva norte-americana, a diversidade precisa caminhar ao lado da inclusão. “Você não pode ter a diversidade sem a inclusão. Porque você quer que os talentos fiquem. Se as pessoas não se sentirem incluídas e adaptadas à Oracle quando chegam aqui elas vão embora. Se elas não sentirem que a empresa as abraça como elas são e compreende o valor que trazem, então elas deixarão a companhia”, explica Traci, que esteve no Brasil pela primeira vez recentemente. Segundo Traci, que está na Oracle há mais de 13 anos, é essencial mostrar de forma clara para os executivos os benefícios trazidos pela diversidade na hora de adotar práticas de inclusão neste sentido. Para ter o apoio desses líderes, aponta, é necessário desenvolver planos de ação e estratégia, de modo que as iniciativas de diversidade e inclusão passem a ficar embutidas nos negócios. Em sua primeira visita ao Brasil, a executiva se reuniu com clientes da Oracle para falar sobre as iniciativas da empresa na área e também fez uma apresentação para alunos da Faculdade Zumbi dos Palmares, em São Paulo/SP. “Apenas adoro falar e me conectar com os jovens. É outra parte da minha paixão. E eles são o futuro, certo?”.

Contar com equipes mais diversas e inclusivas traz benefícios para as empresas de todos os tamanhos segundo Diretora de Diversidade e Inclusão da Oracle, Traci Wade. ​Redação Oracle Cada vez mais...

A gestão de mercadorias e o futuro do varejo

Por Glaucia Maurano, Diretor de Marketing de Retail Adotar uma plataforma avançada de gerenciamento permite que as lojas otimizem seus inventários e melhorem a experiência de compra do cliente  Em um segmento com níveis cada vez mais altos de exigência como o varejo, as lojas precisam buscar sempre por novas soluções e ferramentas que as ajudem a atender às altas expectativas dos consumidores.  O cenário é desafiador, e por isso é essencial que o estabelecimento conte com uma plataforma de gestão de mercadorias que traga melhorias operacionais que não poderiam ser alcançadas com um sistema legado. Apesar de ainda enfrentar um pouco de resistência por conta da sua complexidade, a adoção de uma solução moderna de gerenciamento de produtos é determinante para que as empresas avancem de verdade em direção ao futuro do varejo, independente do tipo e do tamanho da operação.  Leia mais: Inovação no varejo: 5 dicas para transformar sua operação Apenas uma plataforma desse tipo poderá trazer tantos benefícios para a loja, seja ela física ou virtual. A lista inclui desde alcançar uma operação mais ágil e eficiente, por meio de novas tecnologias e aplicações, até redução do inventário, crescimento das vendas e aumento da margem bruta.   Adotar uma aplicação como a Oracle Retail Merchandising System também ajuda a solucionar um problema ainda comum entre muitos varejistas, que é a falta de uma posição atualizada sobre os próprios inventários, algo extremamente importante em um setor dinâmico como o varejo.   Ao contar com uma visibilidade completa do seu estoque, a companhia consegue otimizar a transferência e a alocação de produtos entre lojas, depósitos e clientes de acordo com as suas necessidades e demandas. Desta forma, é possível fazer uma entrega mais rápida ou mesmo enviar um produto em falta para uma loja específica, por exemplo.  Por conta disso, migrar para uma plataforma otimizada de gestão de mercadorias é fundamental para melhorar a Experiência do Consumidor (ou CX, de Customer Experience, em inglês), que cada vez espera mais por um atendimento personalizado, rápido e omnichannel (ou omnicanal).  Com todas essas informações e ferramentas em mãos, a empresa pode então realizar um planejamento mais estratégico das suas ações e operações, de modo a programar e direcionar ofertas, promoções e outras iniciativas para melhorar a experiência de compra dos seus clientes e, por consequência, os seus resultados.

Por Glaucia Maurano, Diretor de Marketing de Retail Adotar uma plataforma avançada de gerenciamento permite que as lojas otimizem seus inventários e melhorem a experiência de compra do cliente  Em um...

Tecnologia transforma omnichannel em realidade nas operadoras telefônicas

Por Sergio Bergson, ​Industry Innovation Advisor  Evolução dos aplicativos e adoção de novas soluções ajudam empresas do setor de Telecom a ampliar o relacionamento com os clientes.  Em um ambiente tão competitivo como o mercado de telecomunicações, é imprescindível que as empresas ofereçam sempre a melhor experiência possível aos seus clientes. E um dos grandes diferenciais neste sentido é a chamada Experiência do Usuário (CX, de Customer Experience, em inglês). 
 “Ao longo dos próximos cinco anos, o ambiente de CX em companhias de Telecom vai melhorar significativamente, mas apenas algumas delas vão conseguir alcançar uma CX totalmente madura e otimizada.” É o que afirma a consultoria IDC em um relatório recente sobre o assunto, produzido em parceria com a Oracle. Ao adotarem soluções de CX, as operadoras terão uma vantagem competitiva não apenas em relação aos seus rivais diretos, mas também contra concorrentes digitais mais amplos, uma vez que se tornam players digitais de verdade. 
  Leia mais: Transformação Digital: análise inteligente de dados Assim como em outras áreas de negócios, a tecnologia também aparece como uma aliada das organizações de telecomunicações nesta jornada, uma vez que pode ajudá-las a oferecer uma plataforma de Customer Experience realmente completa e otimizada. Um exemplo disso são os aplicativos móveis. Cada vez mais avançados e populares, eles já são essenciais no segmento e podem inclusive servir como uma forma de retenção de clientes para as operadoras -- desde que ofereçam ferramentas realmente relevantes aos usuários, é claro. Hoje, o consumidor descarta o que não é relevante.  Com a ajuda de chatbots, analytics e outras soluções baseadas em Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (Aprendizado de Máquina), as companhias podem transformar a experiência do cliente e entender melhor o que o ele quer. Estas ferramentas, que podem ser encontradas em uma plataforma como a Oracle CX Cloud Suite, permitem que o cliente se comunique com a operadora a qualquer hora e lugar, ao mesmo tempo que reduzem os custos das empresas de telecomunicação. Mas não é só isso: também é preciso ter atenção para que a experiência digital dos consumidores não fique restrita a canais específicos, o que pode vir a comprometer a sua qualidade de forma geral. Contar com uma visão 360 graus é essencial para que a companhia ofereça um atendimento omnichannel de verdade, que possa ser iniciado em um canal e encerrado em outro, sempre de forma consistente.  Portfólio enxuto É importante ainda destacar a necessidade de simplificar o portfólio antes de iniciar essa digitalização em busca de uma experiência otimizada. Ao tornar a oferta de produtos mais assertiva, a empresa consegue ter uma comunicação e um marketing mais objetivos, de modo a agilizar o fluxo de vendas e facilitar a retenção de clientes.  Para alcançar isso, as operadoras precisam ter a capacidade de expor com qualidade as informações sobre os seus diferentes produtos e ofertas aos clientes. A partir desses pilares, a companhia conseguirá então alcançar os melhores resultados em CX e, por consequência, uma maior satisfação dos seus consumidores.   

Por Sergio Bergson, ​Industry Innovation Advisor  Evolução dos aplicativos e adoção de novas soluções ajudam empresas do setor de Telecom a ampliar o relacionamento com os clientes.  Em um ambiente tão...

Empresa de varejo brasileira tem nova plataforma de e-commerce alinhada com fast fashion

Por Sasha Banks-Louie* Graças aos consumidores brasileiros amantes de haute couture, a indústria da alta moda está crescendo no Brasil 30% a mais que a média global. Mas para satisfazer a demanda insaciável por novos estilos, a varejista Carmen Steffens precisava melhorar sua presença online e a forma como coordenava suas vendas em lojas físicas e online com as operações de inventário. Fundada em 1993, Carmen Steffens faz sapatos, bolsas, roupas e acessórios femininos de alta qualidade, vendidos em 507 lojas físicas no Brasil e em outras 53 lojas em 19 outros países ao redor do mundo. Apesar das várias tentativas de levar a experiência da loja física para online, a empresa enfrentou dificuldades para promover uma identidade visual consistente através do varejo, vendas de atacado e outlets online. Além disso, a Carmen Steffens não conseguia conciliar seus inventários físicos com compras feitas via sites, que eram baseados em diferentes software de e-commerce, conforme contou Gabriel Spaniol, diretor de marketing digital e e-commerce e filho do fundador da empresa, Mario Spaniol. “O sistema antigo, por exemplo, deixava o consumidor comprar vários pares de um determinado estilo de sapato, mesmo quando havia apenas um par em estoque”, disse Spaniol. O problema ficou particularmente evidente durante os tráfegos de final de ano e quando eram feitas campanhas de marketing. Para completar, os compradores via mobile reclamavam de uma baixa performance do site, enquanto o time de TI, formado por apenas quatro pessoas, lutava para mudar o layout do site, arrumar erros de checkout, e atualizar widgets que mostravam as coleções mais recentes. Uma Plataforma Global Em novembro do ano passado, a equipe do Spaniol começou a migrar o varejo, a venda de atacado e os sites brasileiros de outlet da Carmen Steffen para Oracle Commerce Cloud, e dentro de cinco meses já integrou  a plataforma com o sistema de gerenciamento de inventário, centro de distribuição e sistema financeiro. Uma aplicação desenvolvida pelo time de Spaniol também conecta a plataforma Oracle com sistemas dos pontos de venda em 480 franquias e 80 lojas próprias. Se algum item não está no estoque da loja, um vendedor pode pedir via dispositivo móvel ou tablet pelo Oracle Commerce Cloud e ainda ter a comissão. “É assim que manteremos nossos varejistas felizes”, disse Spaniol. “Eles não terão que armazenar excesso de inventário e então serão capazes de operar muito mais lucratividade”, afirma. Spaniol também gosta da flexibilidade da nova plataforma. “Trabalho com e-commerce há 12 anos, e nunca antes vi uma plataforma capaz de copiar um site antigo e levantar um novo tão rapidamente”, disse. A Carmen Steffens agora é capaz de atualizar seu status de inventário imediatamente após qualquer compra via lojas ou internet no Brasil, assim os gerentes das franquias, executivos, e pessoal de envios e atendimento ao cliente sabem a qualquer momento exatamente onde estão os produtos e quantos estão disponíveis para venda, relatou o Spaniol. E ressaltou também que essas informações em tempo real são particularmente importantes, pois hoje os consumidores querem acesso às tendências de moda no instante em que elas saem nas passarelas. A empresa controla suas suas próprias operações de produção, que inclui uma fábrica própria de curtume, permitindo que a Carmen Steffens crie propagandas exclusivas que reflitam essas tendências de fast fashion e leve essas mercadorias para as lojas logo após a apresentação dos estilos nos top desfiles no Brasil, Argentina, Uruguai, Colômbia, Estados Unidos e França. O Oracle Commerce Cloud também facilitará o upgrade nos e-commerces da Argentina, Paraguai, Uruguai, Chile e Estados Unidos – todos baseados nos mesmos padões, utilizando os mesmos layouts, e entregando a mesma experiência de qualidade para os consumidores vista no projeto piloto brasileiro. Carmen Steffens planeja levar a nova plataforma de e-commerce em nuvem para sites na Bolívia, México, Colômbia, Panamá e França ao longo dos próximos meses. Os quatro membros da equipe de TI da empresa foram treinados para utilizar Oracle Commerce Cloud, e “a experiência deles com a plataforma vem sendo fantástica”, disse Spaniol. Enquanto apenas 3% das vendas de varejo vêm dos canais online, os usuários mobile, em particular, estão apreciando um site mais rápido, estável e user-friendly. Na verdade, 63% das vendas online da empresa são geradas via dispositivos móveis, que antes da migração de plataforma representavam menos de 30% das vendas.  *Texto publicado originalmente no Oracle BrandVoice da Forbes.

Por Sasha Banks-Louie* Graças aos consumidores brasileiros amantes de haute couture, a indústria da alta moda está crescendo no Brasil 30% a mais que a média global. Mas para satisfazer a demanda...

Qual o papel do homem na promoção da equidade de gênero?

Painel do Fórum Empreededoras da Rede Mulher Empreendedora, evento realizado no final de setembro em São Paulo, discutiu a participação masculina em temas que interessam a todos, homens e mulheres, profissionais e empresas. Por Daniele Botaro Essa foi a minha terceira participação no Fórum Empreendedoras da Rede Mulher Empreendedora (RME) e a sensação é sempre a mesma: arrepiante! É estimulante ver mais de 2.000 mulheres buscando conteúdo, capacitação e trocando experiências para alavancar suas carreiras e negócios. São voluntárias, painelistas e empresas patrocinadoras comprometidas com a causa, todos liderados maestralmente pela incrível e incansável Ana Fontes. Este ano foi a primeira vez que participei como mediadora de um painel. Para tanto, me inspirei muito na Sandra Boccia, editora chefe da Revista Pequenas Empresas Grandes Negócios, que considero a melhor mediadora de todos os tempos. Meu objetivo era conduzir uma conversa rica e proveitosa com os convidados excepcionais que a RME conseguiu reunir para falarmos sobre o papel dos homens na promoção da equidade de gênero. Como o painel era composto somente por homens, aproveitei para falar de movimentos nas redes sociais, como o movimento liderado pela Neivia Justa, chamado #ondeestãoasmulheres. Esse movimento, que tem homens como adeptos, critica justamente a falta de mulheres em painéis de discussão em eventos, principalmente sobre negócios. Os convidados Alexandre Pellaes, João Paulo Pacífico, Nando Costa e Guilherme Valadares subiram ao palco e antes mesmo da apresentação de cada um fiz questão de ressaltar que queria começar o painel com uma pergunta que todas as mulheres que alcançaram posições de liderança ou são líder de seus próprios negócios costumam ouvir: como você concilia a carreira e vida pessoal? Foram minutos de silêncio. Ninguém está preparado para responder isso, principalmente os homens. Os quatro convidados ficaram passando a batata quente um para o outro  até que todos concordaram e reforçaram que essa pergunta não deve ser feita em espaços de discussão de negócios, nem para mulheres e nem para homens. Foi uma situação bastante icônica. No caso das mulheres, uma pergunta dessas ainda reforça a imagem de que elas são responsáveis em cuidar não apenas da própria vida pessoal e profissional, mas também familiar, das tarefas da casa e dos filhos. Cada um dos convidados contou um pouco da sua atuação como embaixador  e aliado da igualdade de gênero e qual o impacto disso em suas vidas. Nando Costa ressaltou o papel como educador do seu filho e contou que muitas vezes ele faz um papel socialmente classificado como o de esposa, pois, consegue estar mais em casa do que a esposa, que  tem uma carreira que demanda mais tempo fora. Já Guilherme falou do seu trabalho com o Papo de Homem e recomendou a todos que assitam o documentário “Precisamos falar com os homens?”,feito em parceria com a ONU Mulheres e disponível gratuitamente no YouTube. João Paulo ressaltou a importância de manter um canal aberto com os funcionários da sua empresa, pois a partir daí é possível entender quais são as demandas, principalmente dos grupos chamados minoritários. Ele inclusive compartilhou que depois da implementação dessas conversas ele pode perceber, por exemplo, funcionários homossexuais se expressando mais abertamente sobre suas famílias e seus companheiros do que antes. Compartilhei que aqui na Oracle acontece o mesmo. O presidente da Oracle Brasil, Rodrigo Galvão, realiza quinzenalmente um evento chamado Papo Aberto, onde se coloca à disposição para ouvir as perguntas dos funcionários sobre temas variados, desde benefícios até temas relacionados às políticas de diversidade e inclusão. Falamos também sobre como os indivíduos podem fazer ações independente das suas empresas e do contexto em que estão inseridos. Alexandre Pellaes, pai de trigêmeos, reforçou que as ações começam com pequenas ações diárias . Ele deu um exemplo simples e que considera muito importante: os pais passarem protetor solar nos filhos, tarefa que geralmente fica a cargo da esposa. Ele ressaltou que são essas mensagens sutis que influenciam outros homens. Encerramos o painel ressaltando a importância de todos levarem a diante a mensagem de que os homens também possuem um papel importante na equidade de gênero e que a a transformação é possível, basta que todos mudem seus comportamentos, mulheres e homens.

Painel do Fórum Empreededoras da Rede Mulher Empreendedora, evento realizado no final de setembro em São Paulo, discutiu a participação masculina em temas que interessam a todos, homens e mulheres,...

Conheça as principais tendências em Internet das Coisas

Consultorias preveem maior integração das plataformas de IoT com tecnologias emergentes como Inteligência Artificial e Blockchain. Redação Oracle A Internet das Coisas, ou apenas IoT (de Internet of Things, em inglês) vem aparecendo com destaque no noticiário nos últimos anos, seja por meio de novas soluções corporativas ou via dispositivos conectados, cada vez mais comuns nas casas e nas vidas dos consumidores. Para o futuro próximo, é previsto que a IoT passe a ser cada vez mais usada em conjunto com aplicações baseadas em Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (Aprendizado de Máquina), que podem trazer diversos benefícios para as empresas, além do uso de Blockchain como um impulsionador dessa tecnologia. IA e ML “A combinação poderosa entre IA e IoT está ajudando as empresas a evitarem indisponibilidade não planejada, ampliar a eficiência operacional, habilitar novos produtos e serviços e realçar o gerenciamento de riscos”, afirma a Deloitte em um relatório recente sobre o assunto. Leia mais: Blockchain pode levar empresas para um futuro mais seguro e transparente​ No documento, intitulado “Intelligent IoT - Bringing the power of AI to the Internet of Things”, a consultoria também destaca a importância da IA em IoT por causa “da sua habilidade de extrair rapidamente insights dos dados”. “O Machine Learning, uma tecnologia de IA, traz a habilidade de identificar padrões e detectar anomalias nos dados gerados pelos sensores e aparelhos inteligentes – informações como temperatura, pressão, umidade, vibração e som.” Blockchain e segurança Uma das tecnologias emergentes mais comentadas da atualidade, o Blockchain pode ajudar a alavancar a Internet das Coisas ao ampliar de forma geral a segurança da plataforma, um ponto cada vez mais importante em meio ao avanço do segmento. “A adoção de Blockchain no espaço de IoT pode mudar a maneira como os aparelhos IoT trocam dados em um ambiente confiável, mecanizando e codificando transações, enquanto protege as trocas de dados e garante a segurança de todos os dispositivos envolvidos”, aponta um white paper recente sobre o assunto da Tata Consulting Group. No texto, intitulado “Blockchain for the Internet of Things”, a consultoria também destaca quatro maneiras como o setor de Internet das Coisas pode explorar o potencial Blockchain. A lista inclui os seguintes itens: construção de confiança, redução de custos, trocas de dados aceleradas e segurança dimensionada. A plataforma de Internet das Coisas da Oracle permite que as empresas ampliem as suas cadeias de fornecimento e planejamento de recursos por meio coleta de dados de forma segura e padronizada. A Internet of Things Cloud Service oferece ainda ferramentas de análise preditiva e de Big Data para os fluxos de informações de IoT.

Consultorias preveem maior integração das plataformas de IoT com tecnologias emergentes como Inteligência Artificial e Blockchain. Redação Oracle A Internet das Coisas, ou apenas IoT (de Internet of...

ROPO: Oferecendo online, vendendo (também) offline

Quando comprei minha TV (55 polegadas, boa marca, bons recursos), entrei na loja e fui direto ao modelo que eu queria, já para fechar negócio. Ao pedir desconto e receber uma oferta abaixo do que esperava, imediatamente saquei meu celular e mostrei a página de um e-commerce do concorrente, com um preço mais em conta. Acabei levando o produto por um preço mais baixo do que o mostrado ao vendedor; No jargão do varejo, o que eu fiz chama-se ROPO – Research Online, Purchase Offline (Pesquisa Online, Compra Offline). Eu havia pesquisado bastante na Internet (e um pouco nas lojas físicas também) quais as melhores TVs dentro do meu orçamento, bem como as lojas onde poderia comprá-la pelo melhor preço. Então fui, armado desta informação, a uma loja onde gosto de comprar, negociei o preço e fechei o negócio. Segundo Fichardt, estudos da Forrester, Yahoo e comScore indicam que quase 92% dos clientes compram offline depois de uma pesquisa online. Isso significa que seus esforços online, incluindo mídia, propaganda e principalmente sua loja virtual, podem ter um enorme impacto nas vendas das suas lojas físicas. Mas quanto seria “enorme”? Segundo a ePath, seu e-commerce pode contribuir com 3,2 vezes mais receita do que você pensa, ao levar os clientes que não compraram online para a sua loja física. No entanto, como isto é algo difícil de medir, este fato normalmente não é levado em conta na elaboração do business case para investimento na loja virtual. Leia mais: Conheça as novas tendências em experiência do cliente Medindo o ROPO A taxa de conversão ROPO é o percentual de clientes que compram na sua loja física, em relação ao total de clientes que pesquisaram sobre seus produtos online, particularmente na sua loja virtual. Para medi-la seria necessário identificar o cliente no momento online de pesquisa e posteriormente no momento offline de compra, associando uma ação à outra. Como estas atividades acontecem em momentos e canais distintos, nem sempre integrados, e frequentemente de forma anônima, isto não é simples. Outras métricas associadas ao ROPO existem, porém todas padecem da mesma dificuldade de medição. Pesquisas ou benchmarks Uma primeira maneira de medir uma métrica ROPO é fazer ou obter uma pesquisa que se aplique à sua região e ramo de atividade, para ter pelo menos um benchmark que faça sentido para o seu negócio. O Consumer Barometer do Google, por exemplo, indica que 45% dos clientes no Brasil fazem a pesquisa online e depois a compra offline: Já a bazaarvoice fez um estudo onde indica, para algumas categorias de produtos, em qual porcentagem das vezes eles foram pesquisados online antes de uma compra offline: O mesmo estudo mostra também, conforme o tipo de produto, para cada dólar de receita online que foi influenciado por conteúdo criado por consumidores (tal como opiniões em mídias sociais), quantos dólares de receita foram influenciados nas lojas físicas: Como podemos ver, as críticas e opiniões online dos consumidores podem influenciar proporcionalmente mais receita offline do que online. Estimando o ROPO John Lennon, da Wolfgang Digital, sugere uma maneira para estimar a taxa de conversão ROPO. Ele parte do princípio que você é capaz de medir a taxa de conversão da sua loja virtual para diferentes regiões. A estratégia consiste em medir a taxa de conversão do e-commerce em regiões distantes de suas lojas físicas e compará-las às taxas próximas a estas lojas. Imagina-se que um cliente online que more a 150 Km de uma de suas lojas raramente se deslocaria até elas para comprar, portanto a taxa de conversão que você observa no e-commerce neste caso é uma taxa online “pura”. Por outro lado, alguém que esteja a menos de 10 Km de uma de suas lojas pode navegar pelo e-commerce, mas decidir comprar fisicamente. A taxa de conversão que você observa estaria, então, “contaminada” com pessoas que não desistiram de fato da compra, mas apenas se deslocaram até uma loja física e compraram lá. Se, por exemplo, a taxa de conversão acima de 150 Km for 4,07% e a taxa para 10 Km ou menos for de 1,41%, a taxa ROPO será equivalente à diferença entre elas, ou 2,66%. Ou seja, 2,66% dos clientes que navegam no seu site procurando por um produto acabam por comprá-lo em sua loja física, no caso em que o cliente se encontra na região de abrangência das lojas. Outra maneira de estimar a taxa de conversão ROPO são as chamadas “conversões leves” (soft conversions): se um cliente mostra interesse sobre um produto em seu site e depois clica em informações sobre as lojas físicas (tal como localização da loja mais próxima, horários de funcionamento, etc), então supõe-se que ele pretende ir até uma delas e comprar lá. Correlacionando buscas online e compras offline Outra maneira de medir o efeito ROPO é tentar de fato correlacionar os dados das pesquisas com o das compras. Para isso você tem que conseguir identificar o cliente nos dois canais e cruzar estes dados. Valtec, Barilliance e Omnia discutem algumas alternativas, por vezes utilizando informações do Google Adwords ou Facebook, mas a realidade é que a captura destas informações pode não ser simples e não acontecer em todos os casos. Por exemplo, se o cliente entra no site apresentando um cookie que o identifica e depois compra na loja fornecendo seu CPF, fica fácil fazer este cruzamento. Mas se a navegação ou a compra são anônimas, é necessário tentar de outra maneira. Uma possibilidade é criar em seu site promoções que podem ser utilizadas na loja física. Por exemplo, um voucher de desconto que só pode ser obtido online, mas que pode ser usado em qualquer loja, pode ser um instrumento para medir quantas pessoas que compraram na loja física passaram pelo e-commerce. De maneira equivalente, programas de fidelidade podem estimular o cliente a sempre se identificar, tanto no site quanto na loja, a fim de usufruir dos benefícios do programa, facilitando esta correlação. Para avançar mais Como vimos, seu e-commerce pode ter um grande impacto não apenas gerando receita direta, mas também direcionando clientes para suas lojas físicas. De fato, existem dados que sustentam que, em certos casos, a receita indireta é maior do que a direta. Se quiser conversar mais sobre como desenvolver uma estratégia de varejo omnichannel, sugiro conversar com um dos especialistas da Oracle, empresa para qual eu trabalho, ou dar uma olhada em uma de suas soluções para este setor.

Quando comprei minha TV (55 polegadas, boa marca, bons recursos), entrei na loja e fui direto ao modelo que eu queria, já para fechar negócio. Ao pedir desconto e receber uma oferta abaixo do que...

Tecnologias emergentes impulsionam o novo back-office

Soluções inteligentes e baseadas na nuvem ajudam profissionais a atuar de forma mais estratégica e analítica nas empresas. Autor: Redação Oracle Nos últimos anos, as chamadas tecnologias emergentes ampliaram significativamente sua presença nos diferentes setores do chamado back-office, como Recursos Humanos (RH) e serviços financeiros. Por meio de soluções baseadas na nuvem e de aplicações inteligentes, essas áreas podem automatizar tarefas do dia-a-dia e agilizar operações. Confira abaixo alguns dos benefícios oferecidos pela adoção de novas tecnologias como Inteligência Artificial (IA), Machine Learning (Aprendizado de Máquina) e Realidades Virtual (VR) e Aumentada (AR). Leia mais: As vantagens de uma parceria entre o financeiro e o RH 1. Informações sempre disponíveis Os chatbots podem ser aliados importantes do RH, já que possuem a capacidade de responder a quaisquer dúvidas e solicitações dos funcionários sobre assuntos diversos, como férias, horas extras e reembolsos, entre outros. 2. Contratações mais ágeis Esses assistentes inteligentes também podem auxiliar as companhias na hora de contratar novos profissionais, automatizando o fornecimento de dados sobre as vagas disponíveis e sobre o processo de recrutamento como um todo.  3. Análises de desempenho A Inteligência Artificial ainda pode ajudar o RH de outra forma. Isso porque novas soluções inteligentes permitem avaliar o desempenho dos funcionários de modo amplo e embasado a partir de experiências e projetos realizados na organização.   4. Processamentos e pagamentos A adoção de sistema baseados em IA e Machine Learning permite que os departamentos financeiros automatizem tarefas trabalhosas e que ocupam muito tempo no dia-a-dia, como processamento de transações, emissão de faturas e pagamentos de contas, e trabalho de contabilidade de forma geral.  5. Visualização de dados imersiva Geralmente associadas a aplicações futuristas, as cada vez mais presentes Realidades Virtual e Aumentada podem trazer benefícios para as áreas de finanças das empresas ao facilitar a visualização de dados. As tecnologias permitem um contato mais interativo e imersivo com as informações, podendo impulsionar uma melhor compreensão e tomada de decisão mais ágil. 6. Integração e eficiência Além de plataformas próprias na nuvem, é cada vez mais importante que as áreas de RH e finanças possuam uma cloud compartilhada. Desta forma, é possível calcular de forma mais fácil e rápida os gastos com os funcionários e integrar e automatizar diferentes processos de interesse comum.  Como visto acima, o uso de novas tecnologias nos setores de back-office das empresas permite que os profissionais das diferentes áreas alcancem uma atuação mais estratégica e menos operacional, de modo a impulsionar a busca constante por inovação e competitividade nessas organizações.

Soluções inteligentes e baseadas na nuvem ajudam profissionais a atuar de forma mais estratégica e analítica nas empresas. Autor: Redação Oracle Nos últimos anos, as chamadas tecnologias emergentes...

Como a automação vai impactar o futuro do trabalho

Autor : Redator Estudos recentes apontam que, apesar dos temores, sistemas de IA e ML podem aumentar produtividade e impulsionar economia Carros autônomos, robôs que organizam estoques de fábricas e sistemas de auto-atendimento em shoppings e aeroportos são apenas alguns exemplos de como a automação se faz cada vez mais presente no mundo atual, afetando as nossas vidas enquanto consumidores e trabalhadores. Mas como todas essas mudanças impulsionadas pela tecnologia impactarão os negócios e o mercado de trabalho em um futuro próximo? “As empresas que dominarem a automação vão dominar os seus mercados”, afirma a Forrester em um estudo recente sobre o assunto. De acordo com o levantamento da consultoria, a estimativa é que até 9% das atividades profissionais nos Estados Unidos deixem de existir em 2018 por conta da automação. Por outro lado, os avanços na área vão impulsionar o crescimento de 2% nas vagas em setores que oferecem suporte para a chamada “economia da automação”. Um outro relatório, publicado no fim de 2017 pela empresa de investimentos JP Morgan Asset Management, prevê que os avanços na área de automação podem impulsionar um aumento de mais de US$1,1 trilhão no PIB (Produto Interno Bruto) global nos próximos 10 a 15 anos. Esse crescimento significativo seria causado por ganhos de produtividade trazidos por novas tecnologias. Mas então, por que menos empregos? Sim, nos próximos anos muitos cargos deixarão de existir – totalmente ou na forma como os conhecemos atualmente – por conta dos avanços dos sistemas de automação, de Inteligência Artificial (IA) e de Machine Learning (Aprendizado de Máquina), mas a situação não é tão simples assim. Como aponta um estudo recente da McKinsey sobre o tema, entre 15% e 30% das atividades profissionais atuais deverão ser automatizadas até 2030 – entre elas está a automação de bancos de dados, que pode trazer muitos benefícios para as empresas por meio de soluções como a Oracle Autonomous Database Cloud. Essa previsão significa que entre 400 milhões e 800 milhões de empregos poderão deixar de existir nos próximos 12 anos por conta desses avanços em sistemas inteligentes. No entanto, vale notar que a automação de uma determinada função não significa necessariamente uma diminuição de empregos naquela área profissional, segundo o relatório da consultoria. Em vez disso, os trabalhadores poderão vir a desenvolver novas tarefas, relacionadas à função anterior, em uma espécie de redefinição do trabalho. Ou seja, a adoção de um sistema de automação em uma empresa pode agilizar processos do dia-a-dia e liberar esse profissional para realizar outras atividades na sua área, o que poderia então aumentar a produtividade da companhia. Nesses casos, o aprendizado de novas habilidades pode ser um aliado e tanto. É importante destacar também que, enquanto algumas áreas conhecidamente serão mais atingidas pela automação, muitas outras funções sentirão esses efeitos de forma bem menos significativa. Esse é o caso das atividades relacionadas à gestão de pessoas e interações sociais e também trabalhos que envolvem os chamados “ambientes imprevisíveis”, conforme aponta a McKinsey – a lista inclui profissões como jardineiros, encanadores e cuidadores de crianças e idosos. Essa “imunidade” tem alguns motivos diferentes. Isso acontece principalmente porque são áreas mais difíceis de serem automatizadas e que costumam pagar salários relativamente menores. Desta forma, a automação passar a ser menos interessante para este mercado. O impacto da automação pelo mundo vai variar de país para país, sendo influenciado por alguns fatores como média de salários, dados demográficos e infraestrutura industrial. Segundo a McKinsey, as forças de trabalho de nações mais desenvolvidas como Estados Unidos e Alemanha deverão ser impactadas de forma significativa pelos avanços tecnológicos, o que deverá ser compensado pela projeção de maior crescimento futuro desses países. Outro exemplo citado no estudo é a Índia, um país em desenvolvimento e que, por conta dos salários médios mais baixos, deverá ser menos afetado pela automação ao longo dos próximos 15 anos. No entanto, a estimativa de que a força de trabalho local aumente em cerca de 30% até 2030 permitirá que o país compense esse impacto da automação. No fim, mais empregos também No futuro, teremos também casos de áreas que registrarão um aumento na oferta de vagas, mesmo com esse processo acelerado de automação. As razões para essa tendência de crescimento são muitas e variam de acordo com as diferentes áreas de atuação, segundo o estudo. O envelhecimento da população mundial, por exemplo, poderá aumentar a procura geral por profissionais de saúde, como médicos, enfermeiros e cuidadores, com a possibilidade de serem criadas entre 50 milhões e 85 milhões de vagas no setor até 2030. Já a busca por fontes de energia renováveis e a necessidade de resolver problemas de moradia e de infraestrutura pode levar à criação de mais de 200 milhões de empregos nos setores de construção e fabricação, entre outros, no mesmo período. Como não poderia deixar de ser em um mundo conectado, os investimentos em tecnologia devem crescer significativamente em um futuro próximo, com um aumento previsto de mais de 50% até 2030. Por conta disso, é estimado que sejam criadas entre 20 milhões e 50 milhões de vagas de empregos no setor de TI (Tecnologia da Informação) ao longo dos próximos 12 anos. O número é modesto em comparação com os outros citados, mas se destaca por ser uma área com salários relativamente mais altos. Por fim, a pesquisa da McKinsey destaca que o intervalo de tempo para um profissional conseguir uma recolocação por conta da automação pode influenciar os resultados para o país e o mercado geral. Se um funcionário dispensado conseguir um novo emprego em até um ano, por exemplo, a consultoria prevê resultados mais positivos da automação para a economia de forma geral, incluindo maior produtividade, manutenção da situação de emprego pleno em curto e longo prazos e um aumento mais rápido dos salários.

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A importância de integrar as soluções de finanças e supply chain

Ao adotar uma nuvem unificada com as plataformas de SCM e ERP, empresas podem alinhar de forma estratégica as duas áreas Contar com uma supply chain moderna, com direito a uma plataforma de SCM (gerenciamento de supply chain) na nuvem, traz inúmeros benefícios para a logística de uma empresa, incluindo custos menores e maior agilidade na hora de administrar os seus produtos. Como os processos envolvendo a cadeia de suprimentos possuem consequências diretas e indiretas nas finanças de uma companhia, é cada vez mais importante que as organizações busquem integrar as suas soluções de gerenciamento de supply chain com as aplicações do setor financeiro, em especial as plataformas de ERP (Planejamento de Recursos Corporativos). Por meio de uma nuvem unificada, que integre essas duas áreas, a empresa pode então adotar uma abordagem que alinhe os planejamentos e estratégias de ambos os setores, o que permite melhorar tanto a tomada de decisões quanto a administração de recursos, entre outros. A integração entre as plataformas de ERP e SCM fornece a base para uma transformação digital completa, conforme aponta a Oracle no e-book “Modern End-to-End Supply Chain for Real Business Growth”. “Com as aplicações de SCM e ERP integradas em uma única arquitetura corporativa baseada na nuvem que inclua elementos como PLM (Gerenciamento de Ciclo de Vida do Produto), a sua empresa ganha uma plataforma que habilita o crescimento dos negócios por meio da transformação digital enquanto suporta o avanço para a excelência operacional.” Segundo o documento em questão, publicado em 2017, contar com uma única plataforma com suporte para soluções de SCM e ERP permite que as companhias sejam proativas na hora de adotar novas funcionalidades e modernizar as melhores práticas para as áreas. “Isso permite que a empresa adote uma abordagem compreensiva e abrangente de planejamento de negócios de ponta a ponta que alinhe o planejamento operacional e financeiro, habilita decisões equilibradas baseadas em análises de dados, e dá visibilidade e permite decisões que são alinhadas de forma cruzada e focadas em apoiar os objetivos estratégicos mais amplos do negócio”, de acordo com o relatório. A Oracle conta com um portfólio diverso de soluções baseadas na nuvem que permitem gerenciar de forma simples e integrada as operações financeiras e de supply chain das empresas. A lista de aplicações incluem a Oracle SCM Cloud e a Oracle ERP Cloud, que fornecem ferramentas flexíveis e fáceis de usar para administrar os diversos segmentos dos departamentos em questão, incluindo inventário, manufatura, pedidos, logística e controle de custos.

Ao adotar uma nuvem unificada com as plataformas de SCM e ERP, empresas podem alinhar de forma estratégica as duas áreas Contar com uma supply chain moderna, com direito a uma plataforma de SCM...

Tendências em RH para ficar de olho em 2018

Em um ambiente cada vez mais digital, equipes de RH buscam equilíbrio para fornecer a melhor experiência aos funcionários. Assim como outras áreas das empresas, o setor de Recursos Humanos (RH) vem passando por profundas mudanças por conta dos avanços tecnológicos do mercado. Nos últimos anos, o chamado “RH Digital” vem acelerando o passo para virar uma realidade e agilizar as operações locais. Habilitada graças a uma atuação próxima ao departamento de TI, essa digitalização do RH pode acontecer de diferentes formas, seja pela migração de plataformas para a nuvem ou pela adoção de aplicações inteligentes, com o uso de tecnologias de Inteligência Artificial (IA) e de Machine Learning (Aprendizado de Máquina), para automatizar processos. Chatbots Uma das principais ferramentas para os serviços de atendimento ao consumidor (SAC), os chamados chatbots também são cada vez mais usados pelos departamentos de RH. Ao oferecer benefícios como praticidade, disponibilidade e respostas instantâneas, eles podem ser usados de diversas formas, seja para melhorar a comunicação interna e ampliar o engajamento dos funcionários, seja para agilizar diferentes etapas do processo de seleção e de contratação de novos talentos. Vale destacar que a solução de Gerenciamento de Capital Humano da Oracle, chamada de Oracle HCM Cloud, já conta com recursos de recrutamento baseados em Inteligência Artificial, incluindo os citados chatbots. Experiência do funcionário Ao impulsionar uma melhor comunicação e um maior engajamento com essas soluções, a área de RH também pode proporcionar uma experiência otimizada para os funcionários, algo cada vez mais valorizado no mercado atual, como aponta um artigo da Deloitte intitulado The Employee Experience: Culture, Engagement and Beyond. “Uma experiência de funcionário produtiva e positiva surgiu como o novo contrato entre o patrão e o empregado. Assim como as equipes de marketing e produto foram além da satisfação do consumidor para olhar para a experiência completa do consumidor, o RH também está redirecionando seus esforços para criar programas, estratégias e equipes que entendam e melhorem de forma contínua toda a experiência do funcionário”, afirma o relatório da consultoria. Equilíbrio Segundo o Diretor de Marketing de HCM (Gerenciamento de Capital Humano) da Oracle para as regiões da Europa, Oriente Médio e África, Richard Cheeseman, é preciso que os profissionais de RH busquem um equilíbrio entre essas novas tecnologias e as habilidades dos funcionários. “A ascensão de novas tecnologias como Inteligência Artificial, e seu potencial como habilitadores competitivos, irá alterar os papéis das pessoas no espaço de trabalho. As muito divulgadas previsões distópicas sobre isso certamente são exageradas, mas os líderes de RH cada vez mais terão de equilibrar a ingenuidade humana com a eficiência baseada nas máquinas. Isso significa entender a tecnologia, seu potencial, e então trabalhar em nível administrativo para otimizar os recursos corporativos.”

Em um ambiente cada vez mais digital, equipes de RH buscam equilíbrio para fornecer a melhor experiência aos funcionários. Assim como outras áreas das empresas, o setor de Recursos Humanos (RH) vem...

O crowdsourcing como aliado do RH para encontrar profissionais

Cada vez mais comum, colaboração em massa permite que empresas tenham acesso à ampla mão de obra especializada. Dependendo da área, encontrar e contratar profissionais com as qualificações desejadas nem sempre é um processo fácil para as empresas e os seus departamentos de Recursos Humanos (RH). O setor de cibersegurança, por exemplo, deve registrar uma escassez significativa de mão de obra nos próximos anos, segundo pesquisa da Palo Alto Networks Research Center. Mesmo com uma demanda já estimada em seis milhões de vagas para 2019, a área deverá ter aproximadamente 1,5 milhão de posições não preenchidas nesse mesmo ano. Por isso, cada vez mais companhias e setores de RH recorrem ao chamado crowdsourcing para conseguir realizar contratações de profissionais altamente especializados e/ou para projetos especiais. Se antes era uma prática mais usada por startups, a colaboração em massa agora ganha espaço em empresas de todos os tamanhos, incluindo até as gigantes dos mais diferentes mercados. De acordo com um levantamento publicado em 2016 pela Gartner, 25% das empresas presentes no ranking Fortune 500 já usaram o crowdsourcing de alguma forma. Os objetivos dessa adoção são variados e podem incluir buscar novas formas de inovação, analisar produtos antes do lançamento ou preencher lacunas de talentos ou de conhecimentos específicos, conforme a consultoria. Economia A prática pode trazer outros benefícios para as companhias, como destaca o diretor executivo da área de Serviços de Tecnologia da Accenture, Bhaskar Ghosh. “Dependendo da natureza da tarefa, o crowdsourcing pode oferecer uma grande escalabilidade uma vez que pode dividir uma tarefa grande em pequenos pedaços em que os indivíduos ou pequenos grupos podem trabalhar e não há limite para a formação desses pequenos grupos.” O especialista também aponta um melhor custo benefício como outra possível vantagem trazida pelo crowdsourcing para as companhias, já que a prática “elimina custos fixos de ter operações e instalações próprias”. Por fim, é importante destacar que, ao usar o crowdsourcing para um projeto específico, o departamento de RH da empresa pode alcançar de forma rápida e direta uma mão de obra qualificada extremamente ampla. Com essa abordagem, por exemplo, a companhia passa a ter acesso a profissionais que muito provavelmente seriam impossíveis de ter na sua força de trabalho padrão, seja por questões financeiras, de engajamento ou pelo fato de que alguns desses especialistas podem preferir não ter um trabalho fixo.

Cada vez mais comum, colaboração em massa permite que empresas tenham acesso à ampla mão de obra especializada. Dependendo da área, encontrar e contratar profissionais com as qualificações desejadas...

A relação cada vez mais próxima entre TI e RH

Soluções tecnológicas impulsionam setor de Recursos Humanos para entregar melhores experiências aos funcionários e mais valor para a empresa.   Nos últimos anos, a tecnologia vem ganhando uma importância cada vez maior no setor de Recursos Humanos (RH). Isso acontece porque a TI pode ajudar o departamento de RH a fornecer mais valor para a empresa, o que inclui desde simplificar e acelerar os processos cotidianos até ampliar o engajamento interno por meio de uma comunicação mais estratégica.   Essa presença crescente da tecnologia na área se dá por meio de diferentes frentes, como a digitalização de serviços de forma geral e a migração dos sistemas de Gerenciamento de Capital Humano (HCM) para a nuvem, que já vem acontecendo há algum tempo, além de outras mais recentes, como a automação de processos por meio de soluções com Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML / Aprendizado de Máquina).   Por meio de uma variedade de ferramentas e plataformas de software, que incluem chatbots, redes sociais corporativas e aplicativos móveis, as equipes de RH podem atuar de forma cada vez mais integrada com outras áreas da empresa e alcançar melhores resultados em diversos segmentos. Alguns deles são contratação e retenção de talentos, gerenciamento de comunicação e recursos e experiência dos funcionários.   Segundo uma pesquisa publicada no início de 2017 pela Deloitte, essa jornada do RH rumo ao digital vem ganhando força. Isso porque 56% das equipes de RH entrevistadas pela consultoria afirmaram que estão redesenhando seus programas para impulsionar ferramentas digitais e mobile. Não por acaso, 41% afirmaram que estão trabalhando no desenvolvimento de aplicativos móveis para a entrega de serviços relacionados à área, enquanto que 33% revelaram que já usam alguma forma de IA em soluções de RH.   “O RH Digital é construído a partir de inovação e experimentação. À medida que as empresas se transformam em redes e a base de funcionários fica mais velha e mais jovem, são necessárias novas abordagens em quase todos os domínios da RH”, afirma a Deloitte no relatório intitulado Digital HR: Platforms, People and Work, em que cita ainda a utilização de hackathons e grupos de design rápido como exemplos de práticas do setor nesta nova era.   Neste cenário, é muito importante escolher as melhores ferramentas para fazer a transição para um mundo cada vez mais digital. A plataforma de Gerenciamento de Capital Humano da Oracle, a Oracle HCM Cloud, fornece soluções na nuvem que ajudam na comunicação e no gerenciamento de informações da empresa por meio de aplicações sempre atualizadas, incluindo o uso de tecnologias emergentes como IA e ML.  

Soluções tecnológicas impulsionam setor de Recursos Humanos para entregar melhores experiências aos funcionários e mais valor para a empresa.   Nos últimos anos, a tecnologia vem ganhando uma...

O blockchain e a economia da confiança na era digital

Credibilidade, transparência e segurança são diferenciais da tecnologia, que terá investimento recorde em 2018. Redação Oracle Inicialmente mais conhecido como a tecnologia por trás da moeda virtual Bitcoin, que dominou as manchetes dos últimos meses com suas flutuações significativas de valores, o blockchain é observado com uma atenção cada vez maior. Por conta do seu potencial de trazer mais segurança, transparência e confiança às diversas áreas de negócios, a tecnologia vem superando o hype inicial e começa a ser vista como uma realidade. Em 2018, por exemplo, os gastos mundiais das empresas com redes de blockchain devem alcançar os US$2,1 bilhões, mais do que o dobro dos US$945 milhões registrados no ano passado, segundo nova pesquisa publicada pela IDC. E a escalada não deve parar por aí, já que, de acordo com a consultoria, os investimentos com a tecnologia vão crescer a uma taxa anual composta de 81,2% até 2021, quando os investimentos no segmento devem atingir a casa dos US$9,2 bilhões no mundo todo. Leia mais: Blockchain pode levar empresas para um futuro mais seguro e transparente Os Estados Unidos devem liderar os investimentos na área neste período, respondendo por mais de 40% dos gastos globais com blockchain, conforme o levantamento. Enquanto isso, a América Latina será a região com o maior aumento de investimentos no segmento pelos próximos anos, com uma taxa anual composta de crescimento de 152,5%. Mas o que essa tecnologia emergente tem de especial para atrair tanto interesse? Um dos principais diferenciais do blockchain é a sua capacidade de gerar registros únicos e imutáveis das transações realizadas por meio da plataforma. Desta forma, todas as informações importantes das operações, como data, hora e quantidade e valor, por exemplo, são armazenadas em uma corrente de blocos – daí o nome blockchain em inglês. Por conta disso, o blockchain costuma ser comparado com um livro de registros (também chamado de ledger, em inglês) ou com uma planilha em branco. A principal diferença aqui é que todos os dados das transações feitas por meio da plataforma são armazenados neste único livro digital ou planilha. Mais importante ainda: o registro dessas informações é feito de uma forma segura, já que conta com criptografia e assinatura digital; é descentralizada, uma vez que as informações são inseridas de forma direta, sem a necessidade de terceiros, como bancos; e podem ser acessadas por todos os participantes da rede. Desta forma, o blockchain oferece mais transparência e segurança para os diferentes setores, desde bancos e empresas do mercado financeiro até companhias de distribuição de produtos e serviços, que veem na tecnologia uma vantagem em relação aos seus rivais. Também chamada de "a Internet dos Negócios", a plataforma é oferecida pela Oracle por meio do Oracle Blockchain Cloud Service, que faz parte do portfólio de soluções de PaaS (Plataforma como Serviço) da companhia. O uso de blockchain em finanças Em finanças, por exemplo, o uso do blockchain permite agilizar e simplificar o processamento de pagamentos internacionais, traz mais rastreabilidade para as transações e diminui os custos de operações. Para se ter uma ideia, um estudo publicado em 2017 pela Accenture aponta que os principais bancos de investimento do mundo poderiam cortar seus custos de infraestrutura em cerca de 30 % com o uso do blockchain nos próximos anos. Além disso, a plataforma reduz os riscos associados às transações financeiras e também ajudar a diminuir o número de fraudes, já que os blocos das operações não podem ser alterados nem apagados e ficam sempre visíveis para todos os participantes da rede, em uma estrutura digital única. A Deloitte destaca ainda que o blockchain deverá influenciar o modelo de compra e venda de ações como conhecemos atualmente em um futuro próximo. Ao contrário do mercado de ações, que sempre foi conhecido justamente por contar com diferentes intermediários, como os corretores e as próprias bolsas de valores, a tecnologia permite que o setor funcione de forma descentralizada, sem a necessidade de terceiros. Por conta disso, a adoção de uma solução como o blockchain neste meio poderia afetar a existência de alguns desses intermediários, além de causar um possível impacto na determinação dos valores das ações, aponta a consultoria. Não por acaso, o setor financeiro deve liderar com folga os investimentos em blockchain em 2018, com gastos estimados em US$754 milhões, de acordo com o estudo da IDC. Mas a tecnologia também está chamando a atenção das mais diversas áreas de negócios. Prova disso é que outros setores empresariais também vão investir alto em blockchain neste ano. Os destaques ficam por conta das áreas de distribuição e serviços, com aportes estimados em US$ 510 milhões em 2018, e de produção e recursos, com investimentos previstos de US$448 milhões na temporada, conforme a IDC. Para além dos motivos citados acima, boa parte do interesse desses setores no blockchain se dá porque a tecnologia permite, entre outras coisas, garantir a origem de produtos e materiais. No blockchain, todas as partes envolvidas na negociação recebem sempre uma cópia do registro armazenado na plataforma. Ou seja, caso haja alguma discrepância ou mesmo um problema na entrega do produto ou depois disso, o blockchain poderá e deverá ser utilizado para esclarecer o caso. Por fim, vale mencionar que a tecnologia também pode ser utilizada para uma infinidade de outros objetivos, que incluem desde a emissão digital de documentos, como certidões e diplomas, até a produção dos chamados contratos inteligentes (“smart contracts”, no original em inglês), que prometem mais agilidade e garantias para todos os lados participantes.

Credibilidade, transparência e segurança são diferenciais da tecnologia, que terá investimento recorde em 2018. Redação Oracle Inicialmente mais conhecido como a tecnologia por trás da moeda virtual...

Customer Experience

Gerar Experiências do Cliente poderosas: o novo desafio

Por que o período de duração como cliente cativo diminuiu dramaticamente, mesmo para produtos e serviços com funcionalidades e preços atrativos? Ou por que novas empresas estão conquistando nichos de mercado tradicionalmente dominados pelas grandes marcas? Durante os últimos anos, melhorar a Experiência do Cliente (CX) tomou maior relevância para os negócios no Brasil e na América Latina, colocando-se na quarta posição de suas prioridades, imediatamente após o item sobre aumentar a inovação. Isto se deve ao fato de que atrair e fidelizar os clientes é um dos pilares que impulsiona a competitividade e o crescimento das companhias. Atualmente, os clientes estão fortalecidos, conectados às redes sociais, plataformas móveis diversas e em busca de melhores experiências, inclusive antes e depois do momento específico da compra e venda, e através de todo o ciclo que a IDC denomina Experiência com o Cliente, definido como a percepção do cliente e sua resposta emocional à soma das interações e do compromisso com uma empresa. O propósito deste ciclo é conseguir experiências transformadoras desde as etapas de criação ou aquisição, até aquelas relacionadas com a conformação do laço de lealdade; ou seja, do começo ao fim. E em especial para as gerações millennials e Z, que tendem a ser menos fieis às marcas, de acordo com o demonstrado por investigações que realizamos na IDC. Leia mais: O que significa de fato a experiência do cliente Tendo em vista o anterior, os diretores das áreas de atendimento direto aos clientes, como Vendas e Marketing, têm o desafio de gerar uma estratégia integral e diferenciada de sua concorrência, que gere não apenas uma plataforma de serviço mais moderna e capaz de integrar canais de comunicação digitalmente, mas também que os auxilie a desenvolver produtos e serviços personalizados. Como resultado do uso de tecnologias de experiência com o cliente, encontramos o emprego crescente de ferramentas analíticas, contextuais e preditivas, e de outras consideradas disruptivas, como a Internet das Coisas (IoT) e Inteligência Artificial, que estão entre as dez principais iniciativas tecnológicas das empresas brasileiras para este 2018. A IDC visualiza este ciclo como o Customer Experience Loop, que é uma descrição gráfica do percurso da decisão do cliente, e que o vendedor deve reconhecer para garantir que o processo de compra seja o mais rápido e pessoal possível. O modelo contém seis elementos em duas etapas; a primeira é o Ciclo da Criação, que representa os passos cognitivos que os compradores seguem para adquirir um produto ou serviço; a segunda é o Laço de Lealdade, que representa as etapas de pós-vendas seguidas por um comprador para aprofundar a relação junto a um fornecedor. Para que as empresas possam estabelecer o seu ciclo de CX, é preciso digitalizar todas as interações com o cliente (inclusive as físicas) e estabelecer uma estratégia omnicanal, visto que os clientes desejam consultar informação, comprar ou até mesmo devolver um produto em diferentes canais e ter a mesma experiência satisfatória em todos eles. Igualmente, é possível empregar aplicações de Inteligência Artificial (IA), como os bots (robôs), para agilizar a relação com os clientes, acelerar a plataforma omnicanal e automatizar conversações de forma mais interativa. A IDC projeta que, em 2019, cerca de 36% das iniciativas de Transformação Digital utilizarão serviços de IA no Brasil, e para 2020 estima-se que cerca da metade dos consumidores interagirão com bots nas áreas de marketing e vendas. Com a estratégia omnicanal, as empresas podem coletar e armazenar os dados de cada consumidor, estuda-los por meio da analítica e começar a desenvolver estratégias e ofertas personalizadas. Assim, a organização poderá se aproximar de cada cliente como indivíduo através da micropersonalização de seus serviços em tempo real, sem depender mais de perfis com base em segmentos de participação de mercado, e gerar poderosas experiências para o cliente que lhe permitam aumentar seu mercado e ter consumidores mais leais a sua marca. A maneira como as empresas e seus diretores decidirão se aproximar do Costumer Experience Loop e das estratégias e inovações que podem realizar, dependerá – sem dúvidas – do seu desenvolvimento atual e futuro, especialmente frente às novas gerações atraídas por novas experiências e modelos disruptivos. Sua empresa já definiu esta aproximação? *Texto escrito em coautoria com Luciano Ramos, Gerente de Pesquisa de Software e Serviços de TI, IDC Brasil.

Por que o período de duração como cliente cativo diminuiu dramaticamente, mesmo para produtos e serviços com funcionalidades e preços atrativos? Ou por que novas empresas estão conquistando nichos de...

Top 5 desafios dos CFOs (e CEOs) na era digital: alinhar a estratégia

No último evento do Oracle Open World, em 20 de junho, conduzi a sessão com o título: “Em busca da modernização financeira: construa um caminho seguro e sustentável para o futuro, agora”, e tive a oportunidade de apresentar os cinco maiores desafios dos executivos de finanças na nova economia, compilando a opinião de vários especialistas de consultorias de renome. Na ocasião tive pouco tempo para explorar os pontos, mas tenho agora este espaço para trazer mais elementos e oferecer aos executivos de finanças, dicas de como reconduzir duas equipes e também repensar o papel da liderança no processo de transformação digital. Os desafios são: Alinhar a estratégia Ampliar a atuação Reduzir os riscos Reter talentos Ganhar agilidade Trago neste artigo detalhamento do primeiro desafio: alinhar a estratégia. Leia mais: As habilidades necessárias para um CFO moderno Contexto Certamente não se trata de um desafio novo, o esforço muitas vezes inglório de fazer com que as diretrizes traçadas no planejamento estratégico sejam realmente influenciadoras no planejamento tático e, consequentemente, nas ações operacionais da empresa. O agravante agora fica por conta de cinco aspectos marcantes da economia digital: Complexidade dos modelos de negócio, com a introdução de tecnologias disruptivas que fomentam a interação em rede, ao invés da confortável e rígida estrutura hierárquica. Dinamismo que caracteriza a era digital, que torna um diferencial competitivo obsoleto em um espaço de tempo cada vez mais curto. O surgimento da economia compartilhada, que permitiu a entrada de novos competidores de diversos portes e de variados segmentos. A nova geração de profissionais que trouxe conceitos de volatilidade e imediatismos. Uma certa aversão às estruturas combinado com uma necessidade de propósitos e sede de desafios. Maior velocidade da mudança dos fatores externos em comparação com a capacidade de renovar os recursos internos. Uma ressalva Cabe lembra que os aspectos citados acima desafiam os modelos de negócio fundamentados em um planejamento estratégico minimamente oficializado. É sabido que muitas empresas negligenciam a prática de elaborar suas estratégias de longo prazo, mas acredito que mesmo não sendo concebido um plano formal, as estratégias estejam presentes na mente dos executivos e que foram comunicada aos colaboradores. Não sendo o caso, esqueçam os fatores acima e considerem que a ausência do plano estratégico é o desafio em si e, antes que a disciplina empresarial seja praticada, o barco estará à deriva. Modelos mais complexos Internet das coisas, inteligência artificial, Machine Learning, redes sociais, são algumas das novas tecnologias que estão executando tarefas que eram de domínio de uma ação humana, mais linear em interna. O planejamento estratégico como forma de antecipar as ações operacionais, era muito mais simples quando simulava as ações triviais de vender, comprar, fabricar, registrar, pagar, receber etc. Hoje, cada uma destes processos podem nascer de diversas fontes internas e externas, de forma previsível ou espontânea. Na velha economia, uma pesquisa de mercado definia a demanda, segmentava o mercado consumidor, dava insumos para a concepção, produção e comercialização de um produto. Com as tecnologias disruptivas, um algoritmo de inteligência artificial faz uma varredura permanente das redes sociais, para alimentar a inovação de produtos e processos, enquanto orienta campanhas mais assertivas de marketing. Um complexo modelo de S&OP equaliza demanda e busca informações de sensores IoT nos equipamentos, produtos, veículos e operadores, para definir o que deve ser produzido e quando. Finalizando, um pedido de venda acaba de chegar de um robô de compras do seu novo cliente, solicitando uma precificação dinâmica. Ignorar essa multiplicidade no plano estratégico seria um enorme equívoco! Cuidado com as armadilhas Um erro muito comum é acreditar que o planejamento estratégico perdeu o valor face ao dinamismo da atualidade. É justamente por conta desta velocidade que precisamos cada vez mais de planejamento. A diferença é que os exercícios de simulação dos modelos precisam ser mais frequentes, e as regras de negócio demandam maior realismo, integração e riqueza de detalhe. Em outros tempos, bastava um modelo financeiro tradicional e, por vezes lúdico, para simular diversas situações e decidir qual estratégia seria a mais recomendada. Respondendo às perguntas: Como vamos expandir? Quais as fontes de recurso mais viáveis? Vamos aumentar a receita pela capilaridade em regiões não exploradas, ou pelo aumento do portfólio de produtos? Adquirir competidores ou crescer de forma orgânica? Hoje é possível simular um modelo diversas vezes, com um volume gigantesco de dados e com as mais complexas regras de cálculo, em poucos segundos, integrado com os demais planos temáticos (tributário, S&OP, tesouraria, investimento, RH etc.). A tecnologia não é mais um limitante para a elaboração de um plano convincente. Novo métodos para conceber um plano Os planos estratégicos tradicionais eram baseados em dados históricos, pesquisas de mercado, uma revisão da identidade e dos propósitos, uma análise ambiental consistente (SWOT Analysis) e um série que simulações sobre um modelo essencialmente financeiro. Nada de errado até então, mas insuficientes para abranger todos os aspectos mais subjetivos e que levam aos eventos financeiros. Surgiram novos conceitos além do financeiro, mais amplos e universais. Trago uma síntese publicada pelo Sr. Ahmed Banafa, uma das maiores autoridades em tecnologia da atualidade. Sim, estou falando de tecnologia, porque poucos eventos têm conseguido oportunizar tais mudanças nas mesas dos comitês. Criação de um novo modelo de negócio (aplicável ao planejamento estratégico). O primeiro passo, Value Proposition Canvas, convida os executivos a repensarem as demandas dos clientes, anseios e necessidades, com a capacidade da empresa de atendê-los, buscando equilibrar a fortaleza de todos os pilares relevantes do negócio. O segundo passo, através do mesmo método, sugere dinâmicas de ideação e no terceiro complementa com elementos de experimentação, inserção cadenciada do produto no mercado, e agilidade na inovação. O quarto passo leva os gestores a vivenciarem o mercado consumidor e a realidade dos parceiros de negócio. Ao vivo e em cores! O quinto passo na prática sistêmica, fecha o ciclo virtuoso da inovação dentro do planejamento estratégico, tornando o processo permanente e vivenciado. Parece simples, como tudo que é genial! Se não executar, de nada valeu! Voltando ao título, garantir que o plano estratégico seja seguido e influencie de forma determinante nas ações dos colaboradores, dependemos de dois aspectos fundamentais: tecnologia que “amarre” os processos sem costuras, e iniciativas com liderança motivadora. Para ambos, recomendo apreciar a leitura do material preparado por Steve Cox, executivo da Oracle especialista em transformação digital para os executivos de finanças. Para refletir Finalizando, acrescento sete citações de especialistas em várias publicações da HBR (Harvard Business Review) sobre o tema: 1.    “Execução é um problema de pessoas, e não um problema de estratégia” Peter Bregman 2.    “Estreitar a lacuna entre estratégia e execução diz respeito ao que os empregados pensam, não ao que fazem” Alison Reynolds e David Lewis 3.    “CEOs precisam parar de pensar que execução é tarefa de alguma outra pessoa” Roger L. Martin 4.    As melhores companhias sabem como equalizar estratégia e propósito” José Lopez, Laurent Chevreux e Xavier Mesnard 5.    “Lideres perspicazes focam primeiro na execução, depois na estratégia” Rosabeth Moss Kanter 6.    “Muitas estratégias falham porque não são estratégias” Freek Vermeulen 7.    “Grandes estratégias corporativas prosperam na quantidade certa de tensão” Carsten Lund Pedersen e Thomas Ritter Dúvidas, críticas, sugestões ou elogios? Deixe seu comentário.

No último evento do Oracle Open World, em 20 de junho, conduzi a sessão com o título: “Em busca da modernização financeira: construa um caminho seguro e sustentável para o futuro, agora”, e tive...

Empresário brasileiro está mais confiante e mais preparado

A KPMG acaba de divulgar sua pesquisa anual “2018 Global CEO Outlook Resultados Brasil”, com destaque para o otimismo dos empresários e o grau de consciência dos desafios, ameaças e oportunidades. Veja neste artigo os destaques da pesquisa e o alinhamento com as diretrizes da indústria de tecnologia. A pesquisa foi realizada com 1.300 CEOs, sendo 53 brasileiros, 278 latino americanos e executivos de outras 11 economias de ponta, de diversos setores da economia. Seguem os resultados mais relevantes: 79% se mostram confiantes no aquecimento da economia nacional, contra 53% de confiança na economia global 64% preferem não opinar sobre iminência de um ataque cibernético, enquanto 36% acreditam que serão vítimas 95% afirmaram estar ativamente criando disrupção no setor em que operam Para 79% o conjunto de habilidades mais importante da força de trabalho é a especialização em tecnologias emergentes, além de 75% considerarem esses profissionais os mais eficazes 42% vão aumentar os investimentos em processos de detecção de inovação e disrupção 64% afirmaram estar satisfeitos com o retorno obtido nos investimentos realizados na personalização da experiência do consumidor 76% defendem que a análise preditiva é muito mais precisa do que os dados históricos das operações da companhia O maior nível de confiança em fontes usadas para decisões estratégicas são as mídias sociais, com 94% O maior desafio referente a força de trabalho é a dificuldade de alinhar o comportamento da força de trabalho com os valores e propostas chave da empresa, para 59% Para 47%, o maior benefício esperado da Inteligência Artificial é aumentar a agilidade como organização O Paradigma da Agilidade Ressalto o ponto de convergência dos resultados da pesquisa com a tendência sinalizada pela Oracle na busca pela agilidade organizacional, como fator essencial para obter a plena produtividade e até mesmo rentabilidade expressiva. Debruçando sobre o tema, é importante notar que não se tratam de ações isolada nas empresas, pois onde não há integração, não pode haver agilidade, sendo mais um ponto que corrobora a defesa da computação em nuvem como plataforma de inovação e integração ampla. Os esforços para a integração vertical têm sido percebidos nos movimentos para reduzir a quantidade de níveis hierárquicos nas organizações, que vai além da pura redução de custos, evidenciando o anseio pela agilidade. No tocante a integração horizontal, a contribuição das novas tecnologias se tornaram patentes no incentivo a colaboração e no avanço dos processos de gestão do desempenho empresarial, com o advento do Integrated business planning, que derrubou as barreiras entre o físico e o financeiro. O mantra da eficiência, mesmo associado com a eficácia, se esgotou por não levar em conta e fator tempo. A agilidade fomenta junto aos talentos da nova geração, a cultura da experimentação e nos permite errar seguidamente em busca do acerto, até o ponto em que os clientes percebem valor agregado aos nossos produtos e serviços. Com este dinamismo de agir, encantamos os clientes na forma como não havia sido prevista em tempo de planejamento. “A maior percepção de risco é o operacional com 75%, seguido por segurança cibernética 60%”, diz a pesquisa. Leia mais: Machine Learning ganha destaque ao facilitar automação nas empresas A Sombra do Risco Grande parte dos executivos pesquisados afirmam estarem preparados para ataques cibernéticos, mas uma parcela significativa admite a iminência deste tipo de evento. Julgo oportuno apreciarmos o risco em suas diversas modalidades, em função da relevância do tema para os investidores, que em última análise são os reais empregadores. Os investidores conhecem apenas duas variáveis, a rentabilidade e o risco e, quando este segundo se eleva, eles passam a exigir uma rentabilidade mais expressiva. Em finanças aprendemos que o futuro implica em incertezas, que por consequência leva ao risco. Pode parecer apenas semântica, mas na verdade a redução do risco depende de quão seguro está o seu modelo operacional. Na mesma pesquisa, a percepção do risco operacional e da segurança cibernética foi apontado por 75% e 60%, respectivamente, enquanto o terceiro lugar, o risco associado à taxa de juros, ficou em apenas 36%. O que isso tudo tem a ver com investidores e risco? Tudo! Quando defino a nuvem como plataforma de inovação do modelo de negócio, crio bases para a excelência operacional em seu mais amplo significado. Se tenho que assinar dúzias de contratos para ter funcionando este serviço, ou se tenho como único direcionador a redução predatória dos custos, deixo minha empresa mais vulnerável e suscetível a falhas e fraudes. Uma suíte completa de soluções de negócio de classe mundial, traz segurança fiscal, jurídica, de crédito e operacional. Com a abertura multicanal representada pelas diversas aberturas de interação com o mercado consumidor, modernizamos a empresa e a reboque criamos novas situações de risco. Quando decido implementar a Indústria 4.0, interligando os processos da cadeia logística com sensores IoT, realidade aumentada, machine learning, chatbots, impressora 3D e blockchain, viabilizo a manufatura inteligente, mas exponho a cadeia de valor a novos pontos de vulnerabilidade. Agora imagine essa jornada com dezenas de fornecedores de tecnologia, orientados unicamente à redução de custos e sem qualquer compromisso com a qualidade. “Para 91% dos entrevistados, a organização detém compreensão geral sobre o programa de transformação digital”, afirma o estudo. Ponto de Inflexão Acredito que chegamos a um momento crucial, onde os líderes reconheceram a ameaça de disrupção dos modelos de negócio como uma oportunidade de criar vantagem competitiva. A totalidade dos executivos que estão vencendo em seus setores de atuação, mesmo em face de muitas adversidades, ganharam musculatura e uma consciência essencial para ingressar no âmago da nova economia digital, a inovação robusta e permanente, viabilizada pela computação em nuvem como base, complementado por um conjunto de iniciativas empresariais de mudanças culturais. Este nível de compreensão elevou os líderes a um ponto que lhes permite enxergar a inovação do hoje, a predição do amanhã e a modelagem do futuro, com uma visão única e privilegiada. Pronto para fazer a diferença! Precisando de inspiração para o primeiro passo? Acesse aqui para mais informações.

A KPMG acaba de divulgar sua pesquisa anual “2018 Global CEO Outlook Resultados Brasil”, com destaque para o otimismo dos empresários e o grau de consciência dos desafios, ameaças e oportunidades....

A fábrica inteligente e seus desafios para o Diretor de Operações

"Estamos à beira de uma revolução tecnológica que vai mudar fundamentalmente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, escopo e complexidade, a transformação será diferente de tudo que a humanidade já experimentou antes", diz Klaus Schwab, diretor executivo do Fórum Econômico Mundial em Davos. Ele, que também é o autor de "A Quarta Revolução Industrial", especifica que um dos componentes dessa mudança é o impacto das novas soluções tecnológicas, como a Inteligência Artificial (IA), Internet das coisas (IoT) ou a nuvem, entre outros, ao combinar os elementos tangíveis com os digitais – na tomada de decisão descentralizada e, de cooperação entre as pessoas e máquina s–, que juntos irão gerar as fábricas inteligentes. Transformar não é fácil. De cara, as organizações necessitam de uma profunda reflexão sobre qual será seu impacto, como se integrarão e quais ajustes precisam fazer para entrar na nova economia. Leia mais texto da IDC: Os CFOs e seu novo papel na economia digital Entre as áreas mais afetadas por esta mudança estão os sistemas de produção e cadeia de suprimentos, sob responsabilidade dos executivos de operações ou de produção (Chief Operating Officer ou COO), que irão liderar o processo de transformação do modelo operacional para torná-lo mais ágil e eficaz. Embora sejam áreas onde a inovação é promovida, em muitas organizações no Brasil e também na América Latina de maneira geral, os projetos foram isolados, como, por exemplo, a implementação de sistemas de geolocalização na frota de transporte ou o desenvolvimento de novos produtos com impressão em 3D. Hoje, os COOs precisam planejar propostas mais abrangentes, e não apenas melhorar processos específicos, para ter uma visão mais global do negócio. Precisam também reduzir as discrepâncias entre o que se planeja e o que finalmente chega ao cliente, gerar informações e com isso desenvolver novos produtos, serviços ou mercados. Isso, sem perder de vista as demandas dos usuários e as mudanças no consumo de Tecnologia da Informação na população. De acordo com as pesquisas da IDC, as prioridades dos fabricantes na região são inovar seus produtos e melhorar sua cadeia de suprimentos, mas, para isso, eles colocam entre seus principais desafios a necessidade de acelerar o tempo de comercialização e a taxa de sucesso dos novos produtos, além de ter maior controle sobre seu desenvolvimento. Uma das soluções que podem ajudar a facilitar o processo de transformação é chamada de sistema de gestão da cadeia de suprimentos (Supply Chain Management ou SCM) na nuvem, pois permite acelerar a otimização dos sistemas que atualmente são utilizados na empresa, facilitando sua integração com outras áreas como finanças e marketing, entre outras, e reduzindo o tempo e os custos. Por exemplo, é possível usar a nuvem como um meio para testar novos aplicativos e implementar novos processos mais rapidamente, aproveitar as ferramentas de colaboração para acelerar seus processos de inovação, além de interligar com seus fornecedores para melhorar o fluxo de seus processos e de qualidade com fazer ajustes em tempo real, antes de qualquer situação de mercado. No Brasil, as soluções de SCM na nuvem ainda estão em estágios iniciais de adoção, mas avançam rapidamente. Espera-se que esse mercado cresça 22% em 2018, mantendo esse ritmo acelerado pelo menos até 2022. Até o final deste ano, a IDC projeta que metade das organizações usará ferramentas de análise, colaboração social e Internet das Coisas para estender o processo de planejamento integrado para toda a empresa em tempo real. Em 2019, estima-se que 80% das interações da cadeia de suprimentos ocorrerão em redes de comércio baseadas em nuvem, o que melhorará drasticamente a resiliência e reduzirá o impacto das interrupções de fornecimento em até um terço do tempo. É essencial que as empresas brasileiras se movam, saiam de sua zona de conforto e rompam com as formas tradicionais de fazer as coisas, porque, se não se modernizarem, não conseguirão atrair novos investimentos e correm o risco de serem adquiridas ou mesmo de desaparecer. A Quarta Revolução Industrial, argumenta Klaus Schwab, é uma grande oportunidade para alcançar a mudança e um meio de integrar o novo modelo econômico, onde a qualidade do produto e a centralização dos desenvolvimentos e processos no cliente ainda são as principais prioridades, mas agora sob novas estratégias conectadas e inteligentes. *Texto escrito em coautoria com Enrique Phun, Analista Sênior de Cloud para IDC Latinoamérica, e de Luciano Ramos, Gerente de Pesquisa de Software e Serviços de TI, IDC Brasil.

"Estamos à beira de uma revolução tecnológica que vai mudar fundamentalmente a maneira como vivemos, trabalhamos e nos relacionamos. Em sua escala, escopo e complexidade, a transformação será...

Oracle OpenWorld Brasil: a face da Nova Oracle

Em 20 e 21 de junho de 2018 ocorreu o Oracle OpenWorld Brasil, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Em meio ao verde do ambiente ensolarado, entre as árvores, a arquitetura de Oscar Niemeyer nos prédios da Bienal e do Auditório do Ibirapuera, os estandes da Oracle e dos parceiros, os milhares de participantes, as apresentações dos clientes, as sessões dos executivos e o banho de tecnologia, era possível sentir algo diferente no ar: a Oracle mudou. Trabalho na Oracle há 12 anos e, pessoalmente, creio que a mudança para a Nuvem transformou (e continua transformando) a cultura da Oracle de uma maneira extremamente positiva. Antes, quando a empresa vendia apenas licenças perpétuas de software, acompanhadas de um contrato de suporte anual, era responsabilidade do cliente instalar e operar este software em seus próprios data centers. Isso acabava levando a um distanciamento maior, pois a Oracle não estava envolvida na operação do dia a dia. Além disso, a licença era um ativo do cliente e era arriscado operá-la sem suporte, o que garantia uma receita anual recorrente, mesmo sem tanto envolvimento com o negócio do cliente. Leia mais: Saúde, educação e justiça: como a tecnologia pode transformar a sociedade Já a Nuvem é muito diferente. Não há aquisição de licenças nem suporte anual. O cliente só paga pelo que usar, enquanto usar. Como é um serviço, quem opera a solução é a Oracle, que portanto está em contato constante com o cliente. Quem tem que garantir que o ambiente como um todo seja seguro, tenha bom desempenho, mantenha altíssima disponibilidade, tenha o backup em dia, esteja sempre atualizado com as últimas versões do software e seja fácil de ser reconfigurado pelo cliente, é a Oracle. Esta proximidade muito maior alterou a dinâmica do relacionamento entre a Oracle e seus clientes. Equipes de Customer Success Managers foram criadas para garantir que os clientes tenham sucesso ao usar as soluções. A necessidade de renovar periodicamente os contratos ou ampliá-los também aproximou mais as equipes de vendas dos clientes, que vêm tendo um papel cada vez mais de gerentes de conta, preocupados em apoiar o cliente, e menos de vendedores. A empresa passou também a ter mais iniciativas de Cidadania Corporativa, como, por exemplo, o apoio ao Instituto PROA, que ajuda jovens com poucas oportunidades a conquistarem o primeiro emprego, e que também marcou presença no Oracle OpenWorld. De maneira geral, a mensagem de que o propósito da Oracle é tornar o mundo um lugar melhor por meio da tecnologia tem sido repetida pela liderança da empresa aos funcionários, não como um endomarketing vazio, mas transmitindo sinceridade. A satisfação e o sucesso do cliente são críticos para que a Oracle continue crescendo na Nuvem. Isso está claríssimo para todo mundo aqui. E é principalmente o entendimento de que todos têm que se engajar para que isto aconteça que vem causando a mudança na atitude das pessoas e na cultura da empresa. A Oracle hoje é uma empresa melhor do que era. Melhor para se trabalhar, melhor para se fazer negócio, melhor para ser parceira. Ela está mais leve e mais solta. Mais "legal", por assim dizer. E senti que isso transpareceu durante o Oracle Open World Brasil (voltando a ele), com a beleza e a leveza do Parque Ibirapuera apenas realçando isto ainda mais. Dito isso, claro que a Oracle (como quase qualquer empresa) está longe de ser perfeita. A evolução da atitude e da cultura são contínuas, e sempre há muito o que melhorar. A maior certeza, entretanto, é que este caminho deve ser precorrido sempre muito próximo ao cliente. Ao longo das próximas semanas devo publicar no LinkedIn  mais informações sobre o que aconteceu no Oracle OpenWorld Brasil 2018. Nota do Autor: As opiniões aqui expressas são pessoais do autor e não necessariamente refletem o pensamento da Oracle.

Em 20 e 21 de junho de 2018 ocorreu o Oracle OpenWorld Brasil, no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Em meio ao verde do ambiente ensolarado, entre as árvores, a arquitetura de Oscar Niemeyer nos...

Saúde, educação e justiça: como a tecnologia pode transformar a sociedade

Representantes de instituições de saúde, justiça e educação compartilharam experiências durante o Oracle OpenWorld Brasil 2018. Autor: Redação Oracle Cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, a tecnologia alcançou nos últimos anos um protagonismo nunca antes visto. Por meio de diferentes avanços, temos hoje ferramentas e soluções que podem realmente mudar o mundo.  Esse potencial transformador da tecnologia na sociedade foi o tema principal de um painel realizado durante o OpenWorld Brasil 2018, no último dia 21 de junho, em São Paulo. Mediada pelo Vice-Presidente de Setor Público da Oracle, Alexandre Paiva, a conversa contou com a participação de profissionais de algumas das áreas com maior impacto na sociedade: saúde, educação e justiça, que foram representadas por diferentes organizações.  Leia mais: Oracle OpenWorld Brasil 2018 discute automação na nuvem e o poder da tecnologia Saúde  O CTO da rede médica Dr. Consulta, Gaston Perez, falou sobre as possibilidades trazidas por tecnologias emergentes como Inteligência Artificial (IA), Deep Learning e Machine Learning. “Acho que o digital vai mudar tudo, e em poucas indústrias ele vai mudar tanto as coisas como na área de saúde”, afirmou o profissional, que apontou ainda que a métrica de crescimento da empresa hoje é composta pelo número de vidas salvas.  “Essas mudanças farão as pessoas viverem mais e melhor, com uma vida mais produtiva. Agora temos ferramentas para impedir o desenvolvimento das doenças. Acredito muito neste caminho, é onde estamos investindo para realmente democratizar a saúde”, afirmou Perez.    Educação  O CEO da FIAP (Faculdade de Informática e Administração Paulista), Gustavo Gennari, seguiu por um caminho parecido ao apontar como a tecnologia pode facilitar o acesso das pessoas à educação. A instituição, inclusive, oferece cursos on-line tanto de graduação quanto de MBA.  “Não gosto do termo ensino à distância, mas sim de ensino digital. Nós criamos conteúdos que são extremamente customizados para serem entregues em aparelhos mobile, de forma que seja muito simples começar a ver algo no PC e continuar assistindo o conteúdo no celular a partir do mesmo ponto”, explicou Gustavo.  Justiça  Por fim, o Secretário Executivo da Procuradoria-Geral de Justiça do Ministério Público de São Paulo (MP-SP), Fábio Bechara, chamou a atenção para a importância crescente da tecnologia e da inovação também as instituições públicas.  Entre outras coisas, o especialista destacou um projeto do Ministério Público que visa combater a corrupção com a ajuda da tecnologia. “Criamos uma matriz de risco, com base em inteligência preditiva, sobre irregularidades em contratações públicas”, contou.  Bechara também citou uma iniciativa recente do MP-SP chamada Pitch 1.0, que é voltada para o desenvolvimento de soluções diversas. “Hoje temos uma competição em aberto, uma espécie de hackaton, por meio da qual queremos trazer as startups para desenvolver aplicativos que facilitam com o contato do cidadão com o MP, não só para fazer denúncias, mas também para nos ajudar a enxergar problemas”, contou.

Representantes de instituições de saúde, justiça e educação compartilharam experiências durante o Oracle OpenWorld Brasil 2018. Autor: Redação Oracle Cada vez mais presente no nosso dia-a-dia, a...

5 motivos para migrar do ERP local para o Oracle ERP Cloud

Por Steve Cox, vice-presidente de Cloud da Oracle. Muitas vezes me perguntam por que as organizações devem aproveitar essa mudança geracional na computação habilitada pela nuvem. É claro que há o potencial organizacional e a produtividade que o novo modelo oferece, mas talvez, pragmaticamente, existam 5 razões incrivelmente fortes. Leia mais: Os desafios na hora de migrar as Finanças para a nuvem Assista o vídeo abaixo e conheça o CFO de amanhã e depois leia as 5 razôes: 1. Tornar sua organização pronta para o futuro O software on-premise não foi projetado para permitir que você responda ao atual ritmo acelerado de mudanças. O Oracle ERP Cloud é baseado em machine learning e faz parte de um conjunto de nuvem verdadeiramente moderno para a empresa. Projetado para a nuvem desde o início, o Oracle Cloud é extensível e flexível -- permitindo que você aproveite facilmente as novas tecnologias, como machine learning, inteligência artificial, blockchain, automação de processos inteligentes (IPA), Internet das Coisas, novos recursos e muito mais. 2. É a última atualização de que você precisará As atualizações frequentes e fáceis de adotar no Oracle ERP Cloud significam que você está sempre atualizado e pode aproveitar a inovação contínua. Ciclos longos e disruptivos de atualização são coisa do passado. Além disso, você se beneficiará da segurança sem precedentes, da flexibilidade aprimorada, da análise integrada e da capacidade de responder a perguntas sobre hipóteses com o Oracle EPM Cloud, para ajudá-lo a oferecer uma melhor tomada de decisões em toda a organização. 3. O valor do negócio é atraente Os clientes do Oracle ERP Cloud desfrutam de tempos de implementação mais rápidos, com menos interrupção nos negócios e maior valor comercial. A Caesars Entertainment transformou suas Finanças em 10 semanas. A APN Outdoor transformou a publicidade em outdoors tradicionais e a Payscout pode compactar os fluxos de transações da compra do consumidor para o recebimento do pagamento do comerciante em poucos minutos. 4. Os argumentos econômicos são esmagadores O custo total de propriedade (TCO) com a nuvem é 52% menor do que em aplicações locais, de acordo com a Nucleus Research. O retorno do investimento (ROI) é 3,2 vezes maior do que nas instalações. E o risco de obsolescência tecnológica (RTO) é totalmente eliminado. 5. A Oracle facilitou a atualização para a nuvem A Oracle Consulting e milhares de parceiros da Oracle em todo o mundo criaram pacotes de serviços de atualização acessíveis disponíveis hoje -- tornando a transição para o Oracle ERP Cloud simples e rápida, com o mínimo de interrupção nos negócios. Precisa de mais motivos para se mudar? Obtenha o relatório da Nucleus Research (em inglês) ou comece a criar seu business case com a nossa calculadora de ROI (em inglês).

Por Steve Cox, vice-presidente de Cloud da Oracle. Muitas vezes me perguntam por que as organizações devem aproveitar essa mudança geracional na computação habilitada pela nuvem. É claro que há o...

Inovação, empreendedorismo e diversidade são destaques do Oracle OpenWorld Brasil 2018

Autor: Redação Oracle Com mais de 180 sessões de conteúdo, evento reuniu milhares de pessoas no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Nos dias 20 e 21 de junho, o Oracle OpenWorld Brasil 2018 mudou a rotina do Parque Ibirapuera, em São Paulo. Além dos frequentadores habituais, com seus cães, bicicletas, skates e roupas de ginástica, o local recebeu milhares de executivos, desenvolvedores e profissionais de diversas áreas do mercado para a disputada conferência anual da Oracle.  Concentrado no Pavilhão da Bienal e no Auditório do Ibirapuera, o evento recebeu um total de 18 mil inscritos, quase o dobro da edição passada, para participar das mais de 180 sessões, incluindo keynotes, palestras, workshops e encontros entre executivos.  Netflix  No 1º dia do OpenWorld, o cofundador do Netflix, Mitch Lowe, relembrou momentos marcantes da história da empresa, que começou focada no aluguel de DVDs e hoje é a principal plataforma de streaming do mundo, com presença em mais de 190 países e investimentos maciços na produção de conteúdos originais.  “Um desafio era levar o sentimento da locadora física, de falar com alguém, para o ambiente on-line. A personalização foi a resposta. Também descobrimos que a velocidade de entrega era essencial, muito importante. E isso impulsiona o Netflix desde 2001”, afirmou o executivo, que trabalhou até 2003 na empresa e hoje está à frente do MoviePass.  Painéis e empreendedorismo  No dia seguinte, dois painéis se destacaram na programação do evento ao discutir os desafios de se empreender no mercado brasileiro e a questão da diversidade nas empresas.  Pela manhã, o presidente da Oracle do Brasil, Rodrigo Galvão, mediou uma conversa entre Robinson Shiba, fundador das redes China in Box e Gendai; Rogerio Salume, fundador da loja online Wine.com; David Curran, cofundador da plataforma profissional Love Mondays; e Rodrigo Galindo, CEO do grupo educacional Kroton. Na oportunidade, os executivos compartilharam suas experiências de gestão, discutiram os desafios para a tão falada transformação digital e falaram sobre as qualidades que um líder precisa ter.  Salume destacou a necessidade de “controlar a ansiedade” na hora de adotar novas tecnologias e a importância de levar uma experiência “quase individualizada” aos clientes. Já Shiba, que também é apresentador do programa Shark Tank Brasil, do canal Sony, lembrou como a mudança para o digital fez com que a China in Box voltasse a ter bons resultados após um período em baixa. “Sem tecnologia, hoje os negócios infelizmente não podem existir”, afirmou o executivo, que apontou ainda que a tecnologia precisa ser uma ferramenta.   Durante a tarde foi a vez de Marcio Silveira, VP do Conselho Geral Regional da Oracle América Latina, comandar um painel sobre o impacto da diversidade nos negócios. O debate contou com nomes como Danilo Mazzi, da Bloomberg; Christina Monteiro, do JP Morgan; e Guilherme Bara, da Basf.   Entre outros assuntos, os especialistas falaram sobre a importância de contar com o engajamento das lideranças corporativas nas políticas de inclusão e os desafios na gestão das políticas de diversidade das companhias. “Investir em diversidade é investir para construir o melhor ambiente na sua empresa”, afirmou Guilherme.   Também passaram pelo palco do OpenWorld 2018, no Auditório do Ibirapuera, o cofundador e CEO da Reserva, Rony Meisler, que fez uma apresentação sobre capitalismo consciente e as “pequenas e enormes revoluções” que podem ser feitas pelas empresas, e a diretora geral da Interbrand São Paulo, Daniella Bianchi, que falou sobre a importância das marcas fortes no mercado e como é possível alcançar isso. 

Autor: Redação Oracle Com mais de 180 sessões de conteúdo, evento reuniu milhares de pessoas no Parque Ibirapuera, em São Paulo. Nos dias 20 e 21 de junho, o Oracle OpenWorld Brasil 2018 mudou a rotina...

Oracle OpenWorld Brasil 2018 terá painéis sobre empreendedorismo e startups

Autor: Redação Oracle Evento em SP receberá especialistas de empresas e será palco para o anúncio das seis startups selecionadas para o programa de aceleração Nos próximos dias 20 e 21 de junho, o Oracle OpenWorld Brasil 2018 promoverá discussões sobre algumas das inovações e mudanças mais significativas que vêm impactando o mundo dos negócios e a sociedade como um todo. O evento, que acontece no Parque Ibirapuera, em São Paulo, receberá especialistas de diversas áreas do mercado em painéis para falar sobre temas como empreendedorismo, startups e busca por investimentos.  O presidente da Oracle do Brasil, Rodrigo Galvão, irá atuar como mediador em dois encontros da série Tomorrow, Today – além de apresentar a keynote de abertura do evento.  Startups e empresários bem-sucedidos  No primeiro dia do OOW Brasil, o executivo receberá as seis startups selecionadas para a segunda turma do programa de aceleração de startups da Oracle no país, o Startup Cloud Accelerator. Galvão subirá ao palco com representantes das startups Social Miner, Justto, Qulture Rocks, Tail, Agendor e Smartrips para falar sobre a busca pela disrupção do negócio.  Já no dia 21 de junho, o presidente da Oracle do Brasil mediará o painel Jornadas de Sucesso, que reunirá executivos bem-sucedidos de empresas brasileiras para compartilharem como estão enfrentando os diferentes desafios do mercado atual.   A lista inclui Robinson Shiba, fundador das redes China in Box e Gendai e apresentador do programa Shark Tank Brasil, do canal Sony; Rogerio Salume, fundador da loja online Wine.com, um dos maiores clubes de vinhos do mundo; David Curran, cofundador da plataforma de empregos e de avaliação de empresas Love Mondays, que foi comprada pela americana Glassdoor em 2016; e Rodrigo Galindo, CEO de um principais grupos educacionais do país, o Kroton.  Em busca de investimentos  O OpenWorld Brasil também receberá um painel intitulado Empreendedorismo como negócio, que acontece em 20 de junho e será mediado pelo Vice-presidente de Inovação, Transformação digital e Cloud da Oracle para a América Latina, Fernando Lemos. Participam da discussão em questão, que abordará os chamados “investimentos de impacto”, três nomes importantes do setor: Maria Rita, da Anjos do Brasil; Humberto Matsuda, da Performa Investimentos; e Maure Pessanha, da Artemisia.  Esses são só alguns dos painéis. Além de apresentações e debates, o OpenWorld terá também sessões e demonstrações. As inscrições para o OpenWorld Brasil 2018 são gratuitas e podem ser feitas por esse link.     

Autor: Redação Oracle Evento em SP receberá especialistas de empresas e será palco para o anúncio das seis startups selecionadas para o programa de aceleração Nos próximos dias 20 e 21 de junho, o Oracle...

Manufatura inteligente e a revolução industrial digital

Autor: Redação Oracle Habilitada pela IoT, transformação pode trazer inúmeras vantagens para as fabricantes, como maior produtividade e melhor manutenção  A adoção de soluções inteligentes baseadas em tecnologias emergentes pode ajudar de forma ampla as empresas em busca de vantagens competitivas no mercado de manufatura, ao impulsionar uma maior eficiência operacional e melhores práticas de manutenção.  O potencial do uso de aplicações desse tipo é significativo, conforme um levantamento da Capgemini. Isso porque o documento da consultoria aponta que essas chamadas fábricas inteligentes podem contribuir com até US$500 bilhões em valor adicional nos próximos cinco anos.  Cada vez mais presente nas nossas vidas por meio de wearables e dispositivos conectados diversos, a Internet das Coisas (IoT) é essencial para esse processo de transformação em direção à chamada “manufatura inteligente”.  “A transformação da manufatura inteligente começa com a Internet das Coisas (IoT). Aparelhos habilitados para IoT enviam informações relacionadas a desempenho por meio de sensores em uma rede”, afirma o VP da área da manufatura da Oracle, John Barcus, em um artigo recente sobre o assunto.  No texto, o executivo também destaca as principais vantagens que essas soluções podem trazer para a área, como maior qualidade, consistência e produção, redução significativa de custos e diminuição dos desafios da força de trabalho.   A lista de benefícios traz ainda a automação da coleta de dados, que possibilita tomar melhores decisões, e a chamada manutenção preditiva, que permite prever e resolver problemas antes que eles causem inatividade ou queda de qualidade dos produtos.   Desafios e melhores práticas  No texto, Barcus também lembra que um projeto de manufatura inteligente pode apresentar alguns desafios para as organizações, como a integração de diferentes de tecnologias. Neste sentido, aponta, a cloud pode ser uma aliada. “As aplicações de cloud ajudam os fabricantes a reduzir custos relacionados a esses desafios e a diminuir as linhas do tempo dos projetos.”  Além disso, o especialista destaca que a implementação de soluções desse tipo por conta própria pode ser custosa tanto em tempo como em valores financeiros. Por conta disso, contar com a ajuda de empresas especializadas pode ser de grande ajuda neste processo.  Agendado para 20 e 21 de junho em São Paulo, o Oracle OpenWorld Brasil 2018 discutirá temas como a transformação dos negócios e o futuro da automação. As inscrições para o evento são gratuitas e já podem ser feitas por esse link.  A Oracle fornece diferentes soluções baseadas em Internet das Coisas, como a IoT Production Monitoring Cloud, que permite que as organizações monitorem as operações das suas fábricas por meio de sistemas conectados.  

Autor: Redação Oracle Habilitada pela IoT, transformação pode trazer inúmeras vantagens para as fabricantes, como maior produtividade e melhor manutenção  A adoção de soluções inteligentes baseadas em...

Futebol e Big Data, a mistura ideal

Quantas vezes você sofreu ao ver um jogador do seu time de futebol ali, parado, prestes a chutar um pênalti, sabendo que nos dois últimos jogos ele perdeu sua chance de gol? Ou teve a sensação de que determinado jogador não joga bem em uma posição, mas seu treinador insiste em colocar ele no lugar errado e o resultado não é o esperado? As duas situações são recorrentes, mas primeira deve ganhar mais força neste período já que se aproxima a principal comemoração do futebol e 32 países estarão competindo para ser a melhor seleção do mundo, com grandes números e muito em jogo, não apenas um resultado. O futebol é paixão, é amor, cria comunidades, resolve problemas, é um momento em que as pessoas fazem amigos, se abraçam quando um gol é marcado, mesmo que não conheçam a pessoa,  porque o futebol é paixão. Hoje, as transações e interações entre as pessoas passaram de físicas para virtuais, e os dados estão esperando para serem analisados ​​e explorados, por meio de ferramentas de Big Data e Analytics, e o futebol faz parte dessa nova era. O futebol faz parte da tendência global e milhões de estatísticas aguardam ansiosamente para poder dizer o que sabem, como os pontos fortes de cada jogador, velocidade, desempenho, como eles se comportam na adversidade ou como reagem a situações de estresse. Estas informações também revelam as táticas que o adversário usa, a forma como são organizados, como eles reagem ao sofrer um gol contra e aqueles "truques" que ajudam a identificar erros para aproveitar e criar estratégias para ganhar. A intuição sempre será importante, mas o que acontece se você adicionar informações reais sobre o que pode acontecer com cada jogador usando tecnologia? E o futebol tem todo o potencial para ser analisado através de ferramentas Big Data e Analytical. Por exemplo, treinadores podem identificar quais jogadores são mais eficazes em realizar chutes livres, quais são os que mais fazem falta nos jogos ou os que mais foram penalizam durante o mês, para tomar decisões que reduzam as vulnerabilidades e aumentem o desempenho, com base nos dados. As equipes podem criar laboratórios virtuais de Big Data, usando a nuvem e entrando no mundo de vanguarda que o Big Data permite, com o qual terão mais eficácia e, possivelmente, melhores resultados, conhecendo e prevendo comportamentos. O esporte não é apenas a mistura de talento e sorte. Como nas organizações, os registros de cada ação podem ser digitalizados e detectados para aumentar a eficiência, através do uso de tecnologia. O Big Data requer um objetivo, uma meta ou finalidade que você deseja alcançar. No caso do futebol, pode ser aumentar o desempenho, vencer um torneio ou ser o melhor time do mundo. Mas o que é certo é que aquelas seleções que incorporam a análise de dados dentro de sua estratégia terão melhores resultados individuais que, no final, farão com que o desempenho da equipe seja mais alto. Como é um esporte que envolve pessoas, tudo pode acontecer e a expectativa sempre existirá. Talvez um jogador brilhe em um jogo, mas na partida seguinte, devido a algumas circunstâncias externas, diminua a sua capacidade. Por isso, os treinadores devem estar preparados para agir nessas situações, porque cada pessoa é um universo único, mas todos competem por um mesmo objetivo: ser o melhor do mundo. Mas calma, o futebol nunca deixará de ser excitante, a magia pode existir, mas a informação pode fazer essa mágica aparecer, se o talento, a informação e o conhecimento sobre o rival se unirem, sendo a mistura perfeita para o melhor.

Quantas vezes você sofreu ao ver um jogador do seu time de futebol ali, parado, prestes a chutar um pênalti, sabendo que nos dois últimos jogos ele perdeu sua chance de gol? Ou teve a sensação de que...

Especialistas compartilharão experiências inovadoras no Oracle OpenWorld Brasil

Autor: Redação Oracle Evento vai contar com apresentações de profissionais da Porto Seguro, Somos Educação, Brookfield, Supermercados Delta e Intelipost, entre outras O Oracle OpenWorld Brasil 2018, que acontece nos dias 20 e 21 de junho em São Paulo, receberá especialistas das mais diversas áreas do mercado para falar sobre as inovações tecnológicas que estão transformando o mundo dos negócios. Além de profissionais da própria Oracle, o evento terá palestras especiais de clientes e empresas parceiras que irão compartilhar suas experiências com novas tecnologias e ferramentas por meio das soluções da Oracle. A lista inclui nomes como Porto Seguro, Brookfield, Somos Educação, Supermercados Delta e Intelipost, entre muitos outros. Um dos principais grupos educacionais do Brasil, com um portfólio que inclui escolas, editoras, sistemas de ensino e soluções especializadas, a Somos Educação estará no OpenWorld representado por seu CIO, Juliano Pereira, que apresentará uma sessão intitulada “Em busca da modernização financeira: construa um caminho seguro e sustentável para o futuro, agora”.  Já a seguradora Porto Seguro, que possui mais de 18 milhões de clientes no país, marca presença no evento com uma apresentação sobre experiência do consumidor, “Porto Seguro, um caso de estudo: como agilizar seu atendimento por meio da gestão do conhecimento”, que será feita pela gerente de atendimento e desenvolvimento Daniela Dionísio.  Há mais de 100 anos no Brasil, atuando em segmentos diversos como infraestrutura, imóveis e energias renováveis, a Brookfield vai subir ao palco do OOW para falar sobre mudanças na sua área de Recursos Humanos. A palestra “Em busca da modernização do RH: a transformação na gestão de pessoas passa pela tecnologia” será apresentada pelo diretor de RH da empresa, Arthur Albuquerque. O cofundador e diretor da empresa de logística de gestão de fretes Intelipost, Gabriel Drummond, fará uma apresentação sobre como a nuvem pode impulsionar os negócios. A sessão é intitulada “Nuvem como plataforma de negócios: a porta de entrada para a inovação”. Com mais de 30 anos de história e lojas por diferentes cidades do interior paulista, a rede de supermercados Delta será representada no evento pelo seu diretor corporativo Willian Arai, que apresentará uma palestra intitulada “Criando agilidade nos negócios com integração e automação rápida de processos”.  A edição 2018 do Oracle OpenWorld Brasil acontece no Parque do Ibirapuera. As inscrições para o evento são gratuitas e já podem ser realizadas por meio desse link. 

Autor: Redação Oracle Evento vai contar com apresentações de profissionais da Porto Seguro, Somos Educação, Brookfield, Supermercados Delta e Intelipost, entre outras O Oracle OpenWorld Brasil 2018, que...

Finanzas

Os CFOs e seu novo papel na economia digital

Tradicionalmente, diretores financeiros e Chief Financial Officers ou CFOs eram vistos pelos membros das organizações como uma barreira para os projetos de inovação, uma vez que seu objetivo principal era que a empresa tivesse finanças saudáveis e que reduzisse os riscos. Mas quanto isso é válido? Não é segredo para ninguém que com a entrada da Tecnologia da Informação (TI), os CFOs não apenas se encarregaram de ter um equilíbrio saudável nas contas e no relacionamento com os investidores, mas também se tornaram analistas estratégicos da informação, apoiando a tomada de decisão de outras áreas de negócio e em projetos de avaliação tecnológica. Especialmente nos últimos anos, quando a recessão econômica forçou as empresas a serem mais criativas ao investir seus recursos, os financistas foram além de garantir que os números estivessem em ordem ou apenas reduzir custos. A área de finanças se tornou parte da estratégia contínua das empresas para alcançar maior competitividade e perenidade no mercado. A turbulência fez com que os CFOs permanecessem alertas a situações e mercados voláteis; as decisões não poderiam mais ser adiadas, pelo contrário, tiveram que ser tomadas no momento oportuno, e se tornou necessário designar um orçamento maior para a inovação como um motor para o crescimento do negócio. Como resultado de todas essas mudanças, atualmente no Brasil, 60% dos profissionais de finanças consideram que a Tecnologia da Informação é elemento crucial para as linhas de negócios, cerca de um quinto deles acreditam que ela ajuda a melhorar o desempenho da empresa e 15% dos entrevistados em estudos da IDC comentam que apoiam a implementação de iniciativas de inovação.          O CFO de Hoje Atualmente, em plena mudança para a economia digital, seu papel deve ser mais dinâmico do que operacional. Os CFOs precisam aumentar não apenas seus conhecimentos em TI, mas também fazer parte da equipe que lidera a inovação na organização, melhorar a gestão e análise de informação, e criar e desenvolver os novos indicadores de crescimento sob um novo modelo de negócio. É estimado que, até 2021, os investidores usem as métricas de plataforma/ ecossistema, o valor dos dados e o comprometimento do cliente como fatores de avaliação para todas as empresas. Alguns dos principais facilitadores da inovação - que a IDC chama de tecnologias da Terceira Plataforma, como soluções em nuvem, mobilidade, negócios sociais  e Big Data / Analytics - já fazem parte de iniciativas de transformação digital, onde os CFOs devem participar ativamente. Esses pilares tecnológicos, além de outros aceleradores de inovação, como sistemas de inteligência artificial e cognitiva, robótica, Internet das Coisas (IoT) ou até mesmo o próprio Blockchain, capacitam os CFOs, proporcionando maiores oportunidades de colaboração com as outras equipes para enriquecer suas estratégias, dar-lhes uma visão mais ampla da empresa, bem como um maior conhecimento de todos os processos e da cadeia de suprimentos. Além de serem usuários avançados de TI e irem além da automação de seus processos, ao explorar novos aplicativos com maior capacidade de inteligência, como o Enterprise Resource Planning (ERP) inteligente na nuvem, os CFOs têm novas funcionalidades que os ajudam a analisar informações e detectar tendências em seus processos de maneira preditiva por meio de aprendizado automático (Machine Learning ou ML). A IDC estima que as soluções de negócios inteligentes sob a modalidade de Software como Serviço (SaaS) crescerão acima de 25% nos próximos 24 meses no Brasil e, até 2019, está previsto que 60% das organizações em todo o mundo sentirão a mudança e o impacto da otimização de recursos humanos e de processos trazidos pelo ERP inteligente e suas novas capacidades de inteligência, melhor experiência com o usuário e o próprio uso na nuvem. O papel dos CFOs está longe de suas funções operacionais tradicionais e evolui para ser um líder do processo de inovação, onde a TI os apoiará na mudança e na transformação de empresas em negócios digitais com capacidade de competir globalmente. Não é por acaso que hoje 80% das escolas de negócios do mundo estão refazendo seu currículo, incluindo ferramentas cognitivas e de ML, por exemplo, como parte de suas iniciativas de Business Intelligence. E você? Você já exerce um novo papel alinhado à atual economia digital? *Texto escrito com coautoria de Luciano Ramos, Gerente de Pesquisa de Software e Serviços de TI, IDC Brasil. 

Tradicionalmente, diretores financeiros e Chief Financial Officers ou CFOs eram vistos pelos membros das organizações como uma barreira para os projetos de inovação, uma vez que seu objetivo principal...

Inteligência Artificial pode ajudar PMEs a se destacarem

Autor : Redator Empresas de pequeno e médio porte buscam a IA como uma aliada para superar os concorrentes  Já presente em diversos segmentos do mercado, a Inteligência Artificial (IA) é cada vez mais explorada por pequenas e médias empresas (PMEs) que buscam se destacar entre a concorrência para atrair a atenção de novos clientes - e manter os existentes.  Ao adotar soluções como chatbots, sistemas de recomendação e outras ferramentas inteligentes com IA e Machine Learning (ML/Aprendizado de Máquina), as companhias podem agilizar as operações, aumentar a produtividade e melhorar a tomada de decisões.  Para conseguir bons resultados, vale destacar, é essencial que as companhias tenham em mãos dados e informações de boa qualidade, conforme aponta um white paper recente produzido pela Harvard Business Review em parceria com a Oracle.  “A IA é tão boa quanto os dados que alimentam os seus algoritmos fundamentais. Da mesma forma, a IA só pode ser poderosa se os processos e as pessoas que se engajam com ela estiverem profundamente conectadas e compartilharem uma visão uniforme dos pulsos do mercado”, afirma o documento intitulado Using Digital Platforms and Artificial Intelligence to Outpace Rivals.  PaaS  Neste sentido, conforme o relatório acima, a chamada Plataforma Como Serviço (PaaS) vem sendo uma aliada importante das pequenas e médias empresas em busca de uma forma mais prática para adotar as aplicações de Inteligência Artificial.  “A PaaS permite que uma empresa transforme estruturas, culturas organizacionais e a construção de conhecimento ao assegurar conexões entre dados, informações, funcionários, clientes e outros participantes do ecossistema.”   Um estudo recente de dois professores do MIT, Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, mostra como as companhias que lideram o uso de dados para a tomada de decisões nos seus segmentos conseguem superar as rivais. Intitulada Machine, Platform, Crowd: Harnessing Our Digital Future, a pesquisa de 2017 aponta que essas empresas são, em média, 5% mais produtivas e 6% mais lucrativas do que os concorrentes.  A explosão de dados, o futuro da automação e o uso cada vez maior das tecnologias transformadoras serão alguns dos principais temas do Oracle OpenWorld Brasil 2018, que acontece em 20 e 21 de junho em São Paulo. As inscrições são gratuitas e podem ser feitas por esse link.  Por meio da chamada AI Platform Cloud Service, a Oracle oferece aplicações de Inteligência Artificial e Machine Learning no seu serviço de PaaS. A plataforma já conta com bibliotecas, ferramentas e frameworks de aprendizado profundo pré-instaladas, além de soluções prontas para usar. 

Autor : Redator Empresas de pequeno e médio porte buscam a IA como uma aliada para superar os concorrentes  Já presente em diversos segmentos do mercado, a Inteligência Artificial (IA) é cada vez mais...

Como a IoT e as transformações tecnológicas afetam a sociedade

Especialistas da Oracle no Brasil falam sobre o impacto de novas tecnologias como Internet das Coisas e Blockchain As inovações e avanços tecnológicos nos últimos anos vêm provocando mudanças significativas não só no mercado de trabalho, impulsionando a chamada Revolução Industrial 4.0, mas também alterações na sociedade de forma geral. O impacto dessas transformações é tema de algumas apresentações do programa Oracle for Knowledge, que traz funcionários da empresa no Brasil compartilhando conhecimentos e histórias de vida. O digital development consultant & innovation labs leader da Oracle, Pablo Freitas, destaca no episódio 4 que a Internet das Coisas (IoT) pode trazer benefícios para o nosso dia-a-dia. Para isso, cita exemplos de como esses dispositivos conectados e com sensores podem monitorar o funcionamento de aparelhos variados, incluindo desde eletrodomésticos até automóveis. A IoT, aponta Freitas, também já tem impacto sobre a saúde das pessoas, por meio de relógios e pulseiras inteligentes que medem batimentos cardíacos, números de passos e qualidade do sono, entre outras funções. Já o episódio 2 traz o arquiteto de soluções de setor público na Oracle, Roberto Salomon, falando sobre o potencial do Blockchain, que ficou mais conhecido inicialmente por ser usado em criptomoedas como Bitcoin. Celebrada pela sua capacidade de gerar registros únicos e imutáveis das transações sem a necessidade da intermediários, a tecnologia pode mudar a forma de fazer negócios já que garante a confiança em todo o processo, destaca o especialista.   “A confiança sai da relação entre as pessoas e vai para o dado. Mesmo que eu não confie nas pessoas com que eu preciso me relacionar, mesmo que eu não confie que aquela pessoa vai entregar o bem, ou qualquer outro problema de confiança. No dado registrado eu posso confiar. Essa é a mudança de pensamento”, afirma Salomon, que encerra a apresentação com o seguinte questionamento: “Se você não precisar desconfiar, se você não precisar garantir a confiança, o que você consegue fazer?”   Para o VP de cloud, inovação e transformação digital da Oracle, Fernando Lemos, que apresentou o episódio 6, é importante destacar a necessidade de aplicar essas novas tecnologias em uma mudança positiva para a sociedade. “Então as tecnologias emergentes que vieram e vão continuar vindo para mudar esse mundo não servirão para muito se a gente não as usar para aplicar uma transformação positiva para as pessoas”, explica.   Lançado em abril, o Oracle For Knowledge funciona como um canal de comunicação da empresa com os universitários e profissionais do amanhã, com um novo vídeo a cada semana trazendo discussões sobre tecnologias emergentes, como as já citadas Internet das Coisas e Blockchain. O episódio 1 traz o CEO Rodrigo Galvão apresentando a iniciativa e falando sobre aquilo que define como o objetivo principal da Oracle hoje: ser um agente da transformação no mundo por meio das suas tecnologias e clientes.  

Especialistas da Oracle no Brasil falam sobre o impacto de novas tecnologias como Internet das Coisas e Blockchain As inovações e avanços tecnológicos nos últimos anos vêm provocando mudanças...

A experiência do cliente como um diferencial competitivo

Autor : Redator Com consumidores cada vez mais exigentes, oferecer uma boa customer experience pode ser uma vantagem no mercado Nos últimos anos, a ampliação do acesso à Internet e aos smartphones aumentaram o nível de exigência dos consumidores. Nesse sentido, oferecer uma boa experiência de cliente é algo cada vez mais buscado pelas empresas no mercado atual.   E isso não é por acaso. Segundo uma pesquisa publicada em 2016 pela consultoria Forrester, as companhias que gastam mais com customer experience (CX) também registram receitas maiores.   Nesta jornada em busca da melhor experiência para o consumidor, as empresas recorrem cada vez mais a soluções baseadas em tecnologias emergentes, como Inteligência Artificial (IA), Realidade Aumentada (AR) e Internet das Coisas (IoT) por conta dos seus benefícios.   “Felizmente, as empresas contam com opções de novas tecnologias para atingir o que chamo de inteligência conectada, a chave para superar as muitas armadilhas em experiência do cliente e tornar a CX uma vantagem competitiva”, afirma o diretor sênior de gerenciamento de produtos da Oracle, Jeff Wartgow, em um artigo recente sobre o tema.   Para conseguir transformar a experiência de cliente em um diferencial, aponta o especialista, é preciso focar em três áreas. “Em primeiro lugar, garantir que as atividades de CX são suportadas pelo conjunto mais amplo possível de dados”, diz, explicando que isso significa ir além dos perfis tradicionais de consumidores em sistemas de gerenciamento de relacionamento (CRM).   “As empresas agora podem obter um entendimento ainda mais profundo sobre os seus clientes ao adicionar informações detalhadas e anonimizadas de corretores de dados terceirizados que coletam insights sobre grupos demográficos chave, incluindo seu estilo de vida e preferências de compra.”   O executivo da Oracle ainda destaca que as empresas precisam usar as ferramentas atuais de analytics para transformar os processos de experiência do cliente, e não apenas automatizá-los – o que inclui empregar a Inteligência Artificial em todas as áreas possíveis. Mas isso não significa entregar todo o trabalho para as máquinas, ressalta. “A IA não substitui a expertise humana; ela simplesmente examina os dados disponíveis para que os representantes possam tomar decisões melhores de forma mais rápida.”   Por fim, Wartgow sugere que as companhias considerem instituir o cargo de chief customer officer, cuja responsabilidade principal seria a retenção de clientes. “(...) para fazer isso, ele ou ela teria visibilidade completa de todos os departamentos relevantes, incluindo vendas, marketing e serviço de atendimento ao consumidor.”   Por meio da sua plataforma Customer Experience Cloud Suite, a Oracle fornece uma variedade de soluções baseadas em Inteligência Artificial. Além disso, a Oracle Infinity oferece uma forma ágil e segura para a coleta, processamento e armazenamento de dados.  

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Inteligência Artificial e Machine Learning ganham espaço no marketing digital

Soluções inovadoras permitem que empresas entreguem experiência mais personalizada aos potenciais clientes Autor: Redação Oracle Independentemente do setor de atuação, hoje é essencial que as empresas busquem entender da forma mais precisa possível o que os seus clientes querem. Neste sentido, a tecnologia pode ser uma parceira e tanto das organizações na hora de desenvolver e aplicar uma ou mais estratégias de marketing. Por meio de soluções baseadas em Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (Aprendizado de Máquina), por exemplo, as companhias podem entregar uma experiência realmente personalizada e eficiente que atenda às expectativas dos clientes - potenciais ou existentes – em todos os estágios. Isso é especialmente importante já que uma das maiores frustrações enfrentadas pelos consumidores é ser alvo de anúncios irrelevantes no pós-venda. A opção foi mencionada por 39% dos entrevistados em uma pesquisa recente da Oracle, que conversou com mais de 7 mil pessoas na Europa e África. Soluções inteligentes O uso de aplicações com IA e ML para automatizar tarefas e processos pode agilizar a operação e trazer resultados melhores no sentido de ampliar o alcance das campanhas. Essas aplicações também podem ajudar a empresa a personalizar o contato com consumidores, além de permitir que os profissionais da área atuem de forma mais estratégica. Uma pesquisa publicada em 2017 pelo site eMarketer aponta que um dos principais benefícios trazidos pela implementação da Inteligência Artificial é tornar a organização mais criativa. Este benefício foi citado por 74% dos executivos sêniores entrevistados para o levantamento em questão. O CEO da empresa Motiva AI, David Gutelius, destaca alguns pontos que as empresas precisam levar em conta na hora de adotar soluções de IA em marketing. Em primeiro lugar, diz ele, é importante começar de forma simples. “Comece com casos de uso que você possa medir facilmente”, aconselha. O executivo também recomenda combinar a tarefa certa com a ferramenta certa. “Quando estiver selecionando aplicações de Machine Learning para incluir na sua estratégia de tecnologia de marketing, crie uma lista de áreas em que as máquinas poderiam fazer a diferença”, explica Gutelius, que lista sugestões como personalização, melhoria de conteúdo, limpeza de dados, analytics avançados, otimização de tempo de envio e definição e segmentação de público. Outra dica do especialista é ver em quais áreas o uso dessas soluções de IA podem ter o maior impacto, lembrando que muitas das áreas citadas no parágrafo acima costumam tomar bastante tempo das equipes. “Pergunte a si mesmo: onde poderíamos ter o maior impacto em termos de resposta do consumidor ou de economia?” A plataforma Oracle CX Cloud Suite usa Inteligência Artificial para aumentar as conversões e melhorar os resultados de campanhas ao identificar de forma automática a melhor combinação em termos de desempenho de tempo de envio, canal e comunicação para cada consumidor.

Soluções inovadoras permitem que empresas entreguem experiência mais personalizada aos potenciais clientes Autor: Redação Oracle Independentemente do setor de atuação, hoje é essencial que as empresas...

Desafiando o Senso Comum com uma Estratégia "Porca"

Foco no cliente (customer centricity) não é a solução, é o problema. Seus clientes ficarão satisfeitos se você eliminar todas suas insatisfações? A resposta é NÃO."; As empresas "devem parar de tentar eliminar o esforço do cliente", pois este esforço "é bom" e as "as marcas bem-sucedidas fazem seu cliente suar". É apoiada em conceitos contraintuitivos como estes que o chinês Sampson Lee construiu a Estratégia PIG (Pain Is Good – Dor é Bom) de Gestão de Experiência do Cliente. Daí o trocadilho do título deste artigo ("PIG" = "Porco" em Inglês), sem querer com isso estabelecer nenhum juízo de valor, para o bem ou para o mal, a respeito do trabalho de Lee. O que é a Estratégia PIG e por que a dor seria algo bom? Segundo Lee, existem estudos que dizem que as pessoas, quando vivenciam ou experimentam algo, só se lembram de dois momentos: o pico e o fim. Ou seja, o melhor momento e o final da experiência. Se você tentar fazer com que todos os momentos sejam bons, você terá dois problemas: o primeiro é um desperdício de recursos, pois costuma ser caro e complexo criar uma experiência que seja perfeita o tempo todo. O segundo é que, não havendo picos durante uma experiência homogênea, isto fará com que a memória desta experiência seja fraca, prejudicando sua marca.     O truque aqui seria então identificar quais são as dores (os vales, nos gráficos acima) que você pode permitir e quais não. Isto tem a ver com quais delas são importantes tanto para a sua marca quanto para o seu cliente. Por exemplo, se você se propõe a ser um fast-food, a espera pela comida tem que ser pequena. No entanto, isso não quer dizer que os atendentes tenham que lembrar o nome e o time do coração de cada cliente pois, mesmo se os clientes achassem isso bom, a marca não se propõe a isso. A pessoa veio ao seu restaurante porque precisava comer em 15 minutos. Ela conseguiu comer em 13 e foi embora satisfeita. Ponto. Segundo Lee, o foco no cliente (customer centricity) atrapalha justamente porque você tenta entender todas as demandas do cliente e investe para atender a maior parte delas, o que só agrava o problema acima.   "Focar na Experiência do Cliente ao invés do Preço" é uma frase que não faz sentido Muitos especialistas ressaltam o fato de que é melhor uma empresa tentar competir no mercado proporcionando uma melhor experiência ao seu cliente do que reduzindo seus preços, pois a competição por preço é predatória e isto acaba erodindo suas margens e pode mesmo inviabilizar a empresa. Em um artigo recente, Lee argumenta que esta escolha entre "experiência" ou "preço" não faz sentido, pois o preço faz parte da experiência, assim como o produto também faz. O que os citados especialistas estariam então tentando dizer é que as empresas deveriam buscar competir através de um melhor atendimento ou um melhor serviço, ao invés de competirem por preço. Tal raciocínio acaba reduzindo drasticamente a importância tanto do preço quanto da qualidade do produto durante a experiência do cliente, colocando toda a ênfase em conhecer profundamente o cliente, antecipar suas necessidades e servi-lo bem. Uma receita para o desastre, segundo Lee, pois preço e produto são importantíssimos para a experiência e não podem ser relegados a um papel inferior. "Preço" e "Produto" fazem parte da Experiência do Cliente Lee mostra a presença dos três elementos (preço, produto e serviço) no gráfico abaixo, que exibe a curva emocional da experiência dos clientes do Starbucks. Marquei em vermelho exemplos relacionados a cada dos elementos (momentos 6, 8 e 15), citados pelos clientes durante o estudo: O gráfico acima mostra que os clientes não gostam de esperar na fila (momento 5) ou pagar caro (momento 6), mas isto é compensado por outras coisas que são boas, como funcionários amigáveis e que conhecem seu trabalho (8) e um café saboroso numa boa embalagem (15). Estes são os picos e vales que mencionamos na seção anterior e que conduzem a uma experiência que é lembrada positivamente. Note que se quiséssemos eliminar todos os vales, provavelmente a operação do Starbucks se tornaria inviável. O que importa é cumprir a promessa da marca Mais do que focar em um bom serviço ou atendimento, Lee enfatiza que o importante é que a marca cumpra o que promete. Esta promessa pode estar mais fortemente calcada no preço, no produto, no serviço ou numa combinação deles. Diferentemente do que diriam alguns especialistas, promessas focadas em serviço ou atendimento não seriam melhores nem piores do que as focadas em preço ou produto, desde que a promessa possa ser efetivamente cumprida. Cumprir a promessa da marca é mais importante do que prover um bom atendimento No exemplo que demos anteriormente sobre o restaurante fast-food, a promessa é que você consegue ir lá e comer em 15 minutos. Quando cumprimos esta promessa, o cliente fica satisfeito. Se você levar 45 minutos para servir a comida, mesmo se ela vier melhor preparada, provavelmente o cliente ficará insatisfeito, pois a expectativa dele, feita com base na promessa da sua marca, terá sido quebrada. Se a promessa for vender um produto pelo preço mais barato do mercado, o cliente vai tolerar um atendimento pior. Se for oferecer um produto ou atendimento exclusivo, ele sabe que vai pagar mais caro. Isto porque cada um destes valores está atrelado à promessa da marca. A chave então para competir e criar a melhor experiência do cliente é que a marca tenha uma promessa que a diferencie das demais. Ela deve ajustar os vales e os picos da experiência dos seus clientes investindo seus recursos limitados para eliminar todos os vales que comprometam o cumprimento da promessa da marca, sem desperdiçar recursos com os demais vales. De fato, é bom que estes outros vales existam, pois sem eles não haveriam os picos, os quais são necessários para criar a memória positiva da experiência. Isto deve ser feito de forma que existam pelo menos um pico ao longo da experiência e outro pico no fim. O contraditório Não se pode dizer que as ideias de Sampson Lee sejam uma unanimidade. De fato, algumas delas parecem colidir com as abordagens mais tradicionais, incluindo as das grandes consultorias. Não parecem combinar muito, por exemplo, com o que afirma o Gartner, que define Experiência do Cliente como "as percepções do cliente e sentimentos relacionados causados pelo efeito imediato ou cumulativo das interações com os funcionários, sistemas, canais ou produtos de um fornecedor" (nenhuma menção ao preço). O mesmo se passa com a Forrester, que diz que experiência do cliente é "como clientes percebem suas interações com a sua empresa" (nenhuma menção a preço ou produto). Ambas as definições (para ficarmos só em duas) parecem focar mais nas interações, o que poderia sugerir uma ênfase maior no atendimento ou serviço (a ideia abominada por Lee), ainda que o ato de pagar por um produto ou de utilizá-lo possa também ser caracterizado como uma interação. Nunca vi os picos e vales da Estratégia PIG serem usados por nenhuma consultoria grande. O fato de Lee ter sua própria consultoria, a Global CEM (Customer Experience Management), que oferece seu próprio programa de certificação em CX, também não deve ajudar muito na aceitação das suas ideias pelas demais. O mesmo pode se dizer do fato de que o livro que contém os princípios da metodologia ser vendido exclusivamente em seu site. Acho que às vezes, em seus textos, Lee assume uma postura excessivamente confrontadora, num tom que pode beirar o messiânico ou sensacionalista. Isto também não parece contribuir para uma aceitação mais ampla de suas ideias. Por fim, existem alguns críticos mais ferrenhos, como Steve Needel, que sugere que Lee não entendeu os estudos psicológicos que o fizeram concluir que o importante é que a experiência do cliente tenha um pico no meio e um no fim, um dos pilares da metodologia. Conclusão A mera leitura dos princípios da Estratégia PIG sugere que ela tem méritos e levanta questões pertinentes. Em seu site, Lee mostra uma boa quantidade de clientes referência que fizeram o curso da metodologia e testemunham de que gostaram (ainda que não citem resultados concretos de negócio). Vários dos conceitos da Estratégia PIG parecem estar imbuídos de um "bom-senso contraintuitivo" que sugere que, em diversas situações, ela poderia funcionar. Se você já tentou as abordagens convencionais sem grande sucesso, talvez valha a pena arriscar algo diferente, sempre tendo em mente que ela é mais uma das ferramenta no arcabouço de soluções à sua disposição, sem necessariamente ser a "salvação da lavoura" apregoada por Lee. Venha conversar mais conosco sobre CX Nos dias 20 e 21 de Junho acontece o Oracle Open World no Parque Ibirapuera em São Paulo. Eu e outros profissionais de CX da Oracle estaremos lá e teremos prazer em conversar com você sobre como criar a melhor experiência para seus clientes. O evento é gratuito. Notas do autor O autor é funcionário da Oracle desde 2006. As opiniões aqui expressas são exclusivamente do autor e não necessariamente coincidem com as da Oracle. Até onde sei, a Oracle não endossa e nem refuta nenhuma metodologia ou estratégia de gestão da experiência do cliente (ou outras) de nenhuma natureza ou autoria.

Foco no cliente (customer centricity) não é a solução, é o problema. Seus clientes ficarão satisfeitos se você eliminar todas suas insatisfações? A resposta é NÃO."; As empresas "devem parar de tentar e...

Transformação dos negócios será um dos temas principais do Oracle OpenWorld Brasil

Programado para os dias 20 e 21 de junho em São Paulo, evento receberá especialistas de áreas como aplicações e experiência do usuário. De computação na nuvem à Inteligência Artificial ao Blockchain, a edição 2018 do Oracle OpenWorld Brasil será palco de sessões e apresentações sobre inovações que estão moldando o futuro dos negócios. Para enriquecer essas discussões, o evento de tecnologia e negócios contará com a presença de um time de especialistas da Oracle, que realizarão palestras sobre assuntos como Transformação dos Negócios, O Novo Back Office, Seu Futuro Autônomo e Insight Prático – confira aqui a lista completa com os temas principais. Programado para acontecer nos dias 20 e 21 de junho no Parque do Ibirapuera, em São Paulo, o OpenWorld Brasil 2018 receberá nomes como o head global de Customer Experience da Oracle, Joe Fuster, o VP de desenvolvimento de produtos da Oracle Applications, Steve Miranda, o VP Executivo de Global Business Units da Oracle, Bob Weiler, e o VP de Marketing e Produtos em SaaS (Software Como um Serviço), Juergen Lindner. Conheça os palestrantes da Oracle: Joe Fuster Com passagem em cargos de  liderança na SAP e Salesforce, Joe Fuster possui mais de 25 anos de experiência no mercado e costuma ser procurado para realizar palestras pelo mundo por conta das suas visões sobre assuntos como transformação digital e transformação de ponta a ponta em nuvem. Steve Miranda Na Oracle desde 1992, Steve Miranda é formado em Matemática e Ciência da Computação pela Universidade de Stanford. Atualmente, o executivo é responsável por liderar os aspectos de estratégia, desenvolvimento e entrega de produtos para todo o portfólio de Oracle Applications e serviços relacionados.   Bob Weiler Ex-CEO da fornecedora Phase Forward, especializada em soluções de gerenciamento de dados para testes clínicos e segurança de remédios, Bob Weiler atua há mais de 30 anos no mercado de tecnologia. Recentemente, recebeu o prêmio Ernst & Young Entrepreneur Of The Year na categoria Healthcare IT, em 2010, além de ter sido nomeado CEO of the Year pelo Massachusetts Technology Leadership Council em 2006.   Juergen Lindner Já Juergen Lindner, que atualmente se reporta ao VP executivo do Cloud Business Group, Dave Donatelli, e ao CEO Mark Hurd, possui formação em Gerenciamento e Administração de Negócios e atuou por mais de 10 anos na SAP.       Inscrições abertas As inscrições para o Oracle OpenWorld Brasil 2018 são gratuitas e já podem ser realizadas por meio desse link. “Nós sabemos que, para mudar o País, precisamos transformar as pessoas. Por isso, estamos abrindo as portas do Parque Ibirapuera ao público, num evento 100% gratuito que vai mostrar o quanto os avanços da tecnologia impulsionam a evolução da sociedade”, diz Rodrigo Galvão, presidente da Oracle do Brasil.

Programado para os dias 20 e 21 de junho em São Paulo, evento receberá especialistas de áreas como aplicações e experiência do usuário. De computação na nuvem à Inteligência Artificial ao Blockchain, a...

Conheça as novas tendências em experiência do cliente

Uso de tecnologias emergentes como Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e IoT deve crescer no próximo ano.   Fornecer uma boa experiência aos clientes é algo cada vez mais buscado pelas empresas. E isso não é por acaso. Segundo pesquisa publicada em 2016 pela Forrester, as companhias que gastam mais com Customer Experience (CX, experiência do cliente em português) também registram receitas maiores.   Assim como outras áreas, o segmento de experiência do cliente também vem mudando rapidamente com os avanços tecnológicos e ganhando. Isso se reflete nas listas de tendências do setor, que incluem diversas aplicações baseadas em tecnologias emergentes.   Em um artigo recente, o gerente sênior de sucesso dos clientes da Oracle Marketing Cloud, Riccardo Composto, destacou três tendências digitais específicas para o setor de CX neste ano: Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR), Inteligência Artificial (IA) e bots, e mobile e Internet das Coisas (IoT).   AR e VR Adotadas por cada vez mais segmentos do mercado pelo potencial de oferecer maior imersão e interação aos consumidores, as Realidades Virtual e Aumentada “terão um papel importante em conectar a experiência on-line e na loja”, destaca Composto.   O executivo ainda cita exemplos do uso dessas tecnologias em customer experience, incluindo soluções que permitem “provar roupas” e até ver como determinado móvel ficaria na sua sala, tudo diretamente pelo computador ou celular, sem precisar ir até uma loja física.   IA e bots Muito versátil, a Inteligência Artificial “está levando a personalização para o próximo nível”, de acordo com o especialista da Oracle. Por meio dos cada vez mais comuns chatbots, as marcas podem oferecer um atendimento personalizado a qualquer hora para os seus clientes.   Composto menciona ainda como a inteligência artificial pode auxiliar as companhias a conseguir um melhor resultado em termos de relevância de anúncios e de experiência no site. O executivo cita o exemplo de uma empresa que conseguiu melhorar as suas taxas de conversão de anúncios ao usar Machine Learning (Aprendizado de Máquina) para enviar mensagens diferentes aos consumidores e evitar que eles deixassem a plataforma de e-commerce.   IoT e mobile Com a previsão de alcançar a marca de 200 bilhões de objetos conectados em 2020, segundo a Intel, a Internet das Coisas vai influenciar de forma significativa a interação entre as marcas e os consumidores no futuro próximo.   Em seu texto, Composto cita casos diferentes do uso de IoT para fornecer experiências de consumo inovadoras, como outdoors dinâmicos que oferecem anúncios customizados aos clientes e lojas que não exigem o método tradicional de pagamento no caixa, permitindo que os consumidores saiam com os itens desejados de forma rápida e prática.   A plataforma Oracle Customer Experience Cloud Suite conta com diferentes soluções baseadas em Inteligência Artificial para que as empresas ofereçam uma experiência completa e integrada aos clientes.    

Uso de tecnologias emergentes como Inteligência Artificial, Realidade Aumentada e IoT deve crescer no próximo ano.   Fornecer uma boa experiência aos clientes é algo cada vez mais buscado pelas...

7 pecados capitais na transformação digital (Inveja e Ira)

A modernização como forma de sobrevivência dos modelos de negócio tem sido amenizada por uns, ignorada por outros e abraçada por muitos que compreenderam os fundamentos da nova economia. No artigo anterior, tratamos da Soberba e a Preguiça, agora seguem a Inveja e a Ira. O conceito dos sete pecados capitais foi lançado na idade média e reformulado por diversos eclesiásticos, como Tomás de Aquino e Gregório I, com o propósito de sintetizar os vícios que seriam a raiz dos demais erros. Foi popularizado e ampliado na obra "A Divina Comédia", de Dante Alighieri, apesar de não ligado formalmente à Igreja. Faço a seguir um enquadramento dos erros mais comuns relatados por profissionais que falharam no processo de transformação digital, mencionando as sutilezas ocultas nas supostas boas intenções. Finalizo cada pecado com o “antídoto” e recomendações que espero sejam úteis para quem está preste a empreender esta fantástica jornada. Seguem o terceiro e o quarto pecados: INVEJA Muitas vezes caracterizada pela ambição dos bens do próximo, este vício oculta sua maior vileza, que é ignorar o potencial que já possui, sendo incapaz de se valer do mesmo para seguir confiante em busca de novas conquistas. A surpresa que sentimos frente à naturalidade com que a geração digital (nossos filhos e netos) interage com a tecnologia, na verdade revela a nossa inobservância da capacidade potencial deles. Pense nisso, em como ignoramos os talentos que temos dentro da organização e do que eles são capazes. É sempre importante salientar que a adoção de um novo modelo de negócio, não significa propriamente abandonar os fundamentos que levaram a sua empresa a tantas vitórias. Ao contrário, recomenda-se que os valores, crenças, missão e diferenciais de mercado definam a essência da jornada de modernização, formatada por uma nova realidade tecnológica. Sintomas: ·       “Eles se modernizaram, mas é porque são grandes” ·       “Queria ver fazer o que fizeram com os dinossauros que temos aqui” ·       “Com dinheiro é fácil, meu mercado não funciona assim” "71% dos executivos acreditam que os funcionários precisam ser treinados em novas habilidades para nova economia digital". Pesquisa com 1600 executivos de 19 países, 102 do Brasil. (Deloitte, 2018) Antídoto: VALORIZAÇÃO É um erro exigir que os gestores tenham uniformidade na motivação de se modernizar, com áreas de perfis tão diversificados em uma empresa. Por isso a transformação digital inicia pelo comprometimento da alta gestão, colocando todos os demais líderes alinhados na mesma partitura. Sensibilizar a organização de que todos serão partes ativas na digitização, deve alimentar a crença na sobrevivência da empresa e na adoção de uma nova base para os processos de negócio. Um dos segredos da modernização está na fragmentação controlada dos processos de negócio, para que sejam lapidados e adequados à estratégia da organização, reassentando estes fragmentos sobre uma plataforma de inovação em nuvem. Toda vez que uma inovação for essencial a um determinado fragmento, bastará um trabalho intensivo e localizado, recolocando a engrenagem modernizada ao conjunto e repetindo este ciclo indefinidamente. Inovação é um movimento, não um estado. IRA Forte desejo de externar a raiva e ódio por alguma coisa ou alguém. O consequente desejo de causar o mal leva ao conflito, sempre maléfico através da história da humanidade. Certa vez aprendi a discernir que os atritos são da natureza e até benéficos em diversas áreas da física e nas relações humanas. Os conflitos, ao contrário, são sempre prejudiciais quando não ocorrem para evitar um mal maior. A ojeriza criada em função de experiências traumáticas de implementação de tecnologia, muito comum nas últimas duas décadas, constituem um grande obstáculo à iniciativa de introduzir uma cultura de inovação permanente. A boa novidade é que os projetos da nova era digital não são tão extensos e abruptos como anteriormente praticado. Se assemelham mais a pequenos movimentos de adoção e adaptação, com riscos calculados e mitigados. O programa é longevo, mas com ondas de no máximo três meses. Sintomas: ·       “Só de pensar no que foi a implementação do último ERP ...” ·       “Não vou mudar o que funciona, tendo que me submeter àquela área” ·       “Só me envolvo quando tivermos uma mudança cultural” "20% de todas as interações com clientes serão por meio virtuais ou chatbots, em 2021" (Gartner 2018) Antídoto: RENOVAÇÃO Os desgastes tão frequentes nas relações empresariais nascem do contato pouco harmonioso das hierarquias militarizadas e verticais, em contraste com os processos horizontalizados. Uma das marcas da nova plataforma digital são as interações incentivadas entre redes de trabalho. Sim, o que conhecíamos com time, grupo ou equipe, tem cedido espaço para as redes formadas por pessoas de diferentes departamentos, semelhante às comunidades digitais, com o propósito de atuarem em determinado problema ou atividade. Um exemplo clássico de rede de trabalho é o estabelecimento de práticas e políticas de contato com os clientes, de forma a harmonizar a forma de interação das pessoas das áreas de marketing, comercial, cobrança, compras etc. Sem uma plataforma digital que fomente a colaboração e conectividade entre os envolvidos, sua tarefa dominante será sempre apagar incêndios enquanto restarem clientes. Conclusão: Dois critérios relevantes para o movimento de modernização foram abordados: 1. O reconhecimento dos talentos como estratégia de reaproveitamento dos recursos internos; 2. A necessidade de se formatar o programa de forma adequada à realidade de maturidade empresarial. A tecnologia não é a meta final. O objetivo é a construção de uma novo modelo de negócio suportado pela tecnologia permanentemente renovada. Observando esses dois critérios, certamente a empresa economizará com a menor dependência de recursos externos e evitando desgastes com perdas desnecessárias de energia. No próximo artigo concluímos com Luxúria, Avareza e Gula. Dúvidas, críticas, sugestões ou elogios? Deixe seu comentário. Precisando de inspiração para o primeiro passo? Estão abertas as inscrições para um dos maiores eventos de tecnologia e inovação da América Latina, Oracle OpenWorld Brasil 2018, que acontecerá nos dias 20 e 21 de junho, no Parque Ibirapuera - o coração de São Paulo. Serão dois dias de keynotes inspiradores, casos de estudo visionários e o melhor das mais inovadoras tecnologias para ajudar você a criar o seu amanhã, hoje. Increva-se agora! Aviso: Eu trabalho na Oracle, mas não falo em nome da Oracle.

A modernização como forma de sobrevivência dos modelos de negócio tem sido amenizada por uns, ignorada por outros e abraçada por muitos que compreenderam os fundamentos da nova economia. No artigo...

Como melhorar a experiência on-line dos clientes

Tecnologias emergentes como automação e Big Data podem ser grandes aliadas, mas é preciso conhecer os problemas em primeiro lugar. Autor: Redação Oracle Contar com uma plataforma moderna e integrada na nuvem pode ser um diferencial para as empresas de e-commerce na busca por oferecer a melhor experiência de compra possível aos seus consumidores. Neste sentido, as tecnologias emergentes podem ser aliadas poderosas. Isso porque os clientes cada vez mais buscam uma experiência simples e personalizada, de preferência longe de filas (físicas e virtuais) e de longas esperas. Em um artigo para a Forbes, a especialista em experiência do consumidor Blake Morgan destaca como a automação pode ajudar as empresas neste sentido, afirmando que ela é chave para o que chama de “customer experience do futuro”.  “A automação fornece mais tempo e recursos às marcas para que elas forneçam experiências duradouras e de alta qualidade aos consumidores, em vez de sugar o tempo deles em interações simples que podem ser facilmente substituídas por máquinas.” Big Data Já o diretor sênior da plataforma Oracle Marketing Cloud, Steve Earl, comentou recentemente sobre a importância cada vez maior do uso de Big Data pelas companhias. “Os comerciantes que estão entregando uma experiência ótima aos consumidores sabem que o dado é rei. Entender verdadeiramente o seu cliente exige coletar, analisar, entender e usar os dados do seu consumidor para ajudar a entregar essas experiências personalizadas para ganhar a lealdade do cliente.” No entanto, Earl diz que as empresas precisam se preparar antes de adotar uma solução de Big Data, destacando que o Big Data sozinho não resolve problemas: “Em vez disso, você precisa ter um problema para resolver primeiro. É por isso que tantos dados ficam sem ser usados.” Por isso, é importante conhecer os pontos fortes e fracos da sua plataforma para entender o que precisa ser melhorado. Um estudo recente da Oracle, que entrevistou mais de 7 mil consumidores pelo mundo, destaca algumas das principais frustrações citadas pelos clientes na experiência de compra on-line. No pós-venda, por exemplo, algumas das frustrações mais citadas foram esperar para falar com alguém (45%) e receber anúncios irrelevantes (39%). Já durante as fases de pesquisa e compra, dois dos problemas mais citados foram site incompleto e visualizar o produto ao comprar on-line A Oracle Commerce Cloud, por exemplo, utiliza Inteligência Artificial, SaaS (Software como Serviço) e aplicações integradas para ajudar as companhias a aumentarem as suas vendas, com soluções voltadas para o varejo e para o B2B - Commerce Cloud for Retail e Commerce Cloud for B2B, respectivamente. Além disso, a Oracle fornece uma forma ágil e segura para a coleta, processamento e armazenamento de dados por meio da plataforma Infinity.

Tecnologias emergentes como automação e Big Data podem ser grandes aliadas, mas é preciso conhecer os problemas em primeiro lugar. Autor: Redação Oracle Contar com uma plataforma moderna e integrada na...

Em busca da lealdade dos clientes na era das altas expectativas

Cada vez mais, empresas e marcam precisam oferecer uma experiência para o consumidor que vá além do momento da venda.   Com o avanço da tecnologia e a popularização dos smartphones nos últimos anos, aumentaram as expectativas dos consumidores, que cada vez mais querem interagir com as marcas e empresas quando, onde e como quiserem.   “Uma nova geração de consumidores espera por soluções instantâneas, disponibilidade 24/7, acesso mobile e digital, flexibilidade e eficiência. Independente do que você vende, você está vendendo uma experiência”, destaca a Oracle em um relatório recente sobre a sua pesquisa “Next Generation Customer Experience: The Death of the Digital Divide”.   Segundo o estudo, que entrevistou mais de 7 mil consumidores de idades diferentes de sete países (Reino Unido, Alemanha, França, Espanha, Suécia, Polônia e África do Sul), 93% dos clientes tomariam uma ou mais medidas que seriam prejudiciais para a empresa após uma experiência ruim. A lista inclui deixar de comprar no estabelecimento, entrar em contato para fazer uma reclamação via telefone ou e-mail, falar com amigos e familiares sobre o ocorrido ou publicar/reclamar nas redes sociais.   Como a Oracle destaca no documento, “hoje as marcas podem maximizar o seu impacto ao criar uma experiência bem antes da venda e que dura por muito tempo depois”. Por isso, as companhias precisam ter em mente a importância de oferecer um bom atendimento em todos os estágios do processo.   A pesquisa também destaca algumas das principais frustrações citadas pelos consumidores, que variam de acordo com as diferentes fases. No pós-venda, por exemplo, as mais citadas foram: falta de propriedade sobre os problemas dos usuários (47%), espera para falar com alguém (45%), não conseguir entrar em contato com a companhia quando desejado (41%) e ser alvo de anúncios irrelevantes (39%). Já durante as fases de pesquisa e compra, duas das frustrações mais citadas foram: site incompleto e visualizar o produto ao comprar on-line.   No entanto, oferecer um serviço completo em todas as frentes não significa oferecer soluções complexas. De acordo com o mesmo levantamento, 73% dos entrevistados disseram que preferem ter algumas poucas opções de comunicação com uma empresa em vez de muitos canais que não funcionam corretamente.   A Oracle aponta ainda a importância de conhecer os consumidores e oferecer uma experiência personalizada, mas sempre tomando cuidado para não cruzar o que chama de “linha assustadora”. “Nossa pesquisa sugere que, em vez de tentar ser muito proativo com interações únicas aos consumidores individuais, a marca pode conseguir resultados melhores ao simplesmente ser pessoal – amigável, disponível e humana. ‘Humana’ nesse contexto deveria se referir a qualquer chatbot ou outro serviço on-line suficientemente avançado.”   Por meio da sua plataforma chamada Loyalty Cloud, a Oracle reúne soluções diversas para as empresas oferecerem uma experiência unificada e poderosa na busca por conseguir novos clientes e manter os existentes.

Cada vez mais, empresas e marcam precisam oferecer uma experiência para o consumidor que vá além do momento da venda.   Com o avanço da tecnologia e a popularização dos smartphones nos últimos anos,...

CRM supera Base de Dados como o maior mercado de software

O Gartner anunciou recentemente que, em 2017, o mercado de CRM (por vezes identificado com o mercado de Customer Experience, ou CX), alcançou a marca de 39,5 bilhões de dólares, ultrapassando o de Base de Dados, de 36,8 bilhões, que passa a ser o segundo maior. O mesmo anúncio dá também conta de que o mercado de CRM deve continuar a ser o maior em 2018, ostentando a maior taxa de crescimento, de 16%. Alguns segmentos do CRM, em particular os de gestão de leads, voz do cliente e gestão de serviços em campo, crescerão ainda mais rápido, com taxas acima de 20%. Entre os motivos para isso, cita-se um crescimento do uso da tecnologia de Marketing e um ressurgimento da tecnologia de Vendas, que têm atraído novos entrantes nestes mercados. Além disso, os grandes fornecedores, com soluções abrangentes de Vendas, Comércio e Serviços, têm mostrado um crescimento acima da média e boa capacidade de fazer cross-sell de módulos adicionais para seus atuais clientes. O Gartner também menciona o desejo das empresas de evitar a criação de silos de informação e de construir uma visão 360° do cliente, o que facilita o uso de inteligência artificial sobre estes dados, por sua vez melhorando a efetividade do CRM. Por fim, pressões adicionais para que dados sensíveis de clientes sejam guardados de forma mais segura, em particular vindas da Comunidade Européia na forma da Regulamentação Geral de Proteção de Dados (European General Data Protection Regulation – GDPR), que começa a valer a partir de 25 de maio de 2018, também têm aumentado a demanda por soluções mais robustas de CRM. O CRM é mais do que já foi Este crescimento não é apenas orgânico. Algumas soluções que hoje são consideradas como CRM não eram (ou não existiam) há alguns anos atrás. Segundo o próprio Gartner, o CRM abrange as seguintes funcionalidades: O Comércio Digital (Digital Commerce), por exemplo, era muito mais visto como Comércio Eletrônico e considerado de fora destas análises. Soluções como DMPs (Data Management Platforms ou Plataformas de Gestão de Dados) ou Inteligência Artificial eram também entendidos como complementares, fora do núcleo do CRM. Novas soluções analíticas, com análises cada vez mais sofisticadas, inclusive em tempo real, além de mais recursos de modilidade e chatbots, também se somam ao que hoje integra o CRM, ajudando a explicar em parte este crescimento. A Nuvem mudou tudo Um dos maiores propulsores deste crescimento, no entanto, talvez seja o fato de que o CRM é uma das categorias de solução onde há maior adoção da Nuvem. É cada vez mais raro vermos uma empresa iniciando um projeto novo de CRM que seja em seus próprios data centers. A Nuvem implica num custo inicial menor, maior rapidez na implantação, menor risco para o projeto, acesso mais fácil a funcionalidades que, de outra forma, seriam proibitivas e melhor retorno sobre o investimento. Com isso, a adoção e o número de projetos de CRM vêm aumentando, puxando a demanda por estas soluções. Diferencial Competitivo versus Necessidade Básica Anos atrás, dependendo do setor da economia em que sua empresa opera, talvez ela conseguisse se sair bem sem grandes investimentos em CRM pois, ao olhar ao seu redor, via que seus pares faziam mais ou menos o mesmo. Porém, com a queda da barreira de entrada para adoção destas soluções proporcionada pela Nuvem, o acelerado crescimento do seu uso e o consequente aumento das expectativas dos clientes, isto vai deixando de ser verdade. Hoje, conhecer e tratar bem o cliente é cada vez mais uma obrigação e cada vez menos um diferencial. Se você sente que deveria aprimorar sua capacidade de relacionamento com seus clientes, sugiro entrar em contato com a Oracle, uma das líderes no setor (para quem eu trabalho). E aproveite e não deixe também de se inscrever para participar gratuitamente do Oracle Open World no Parque Ibirapuera, em São Paulo, nos dias 20 e 21 de Junho, onde falaremos mais sobre este e outros assuntos.  

O Gartner anunciou recentemente que, em 2017, o mercado de CRM (por vezes identificado com o mercado de Customer Experience, ou CX), alcançou a marca de 39,5 bilhões de dólares, ultrapassando o de...

A Inteligência Artificial e a experiência do cliente

Uso de soluções com IA permite que empresas atendam melhor às expectativas cada vez mais altas de seus consumidores.   Diante de clientes cada vez mais exigentes, a tendência é que as marcas passem a ter mais dificuldades para obter bons resultados em termos de experiência do cliente (CX, de Customer Experience, em inglês).   “Os líderes de negócios sabem que a experiência do consumidor é o imperativo estratégico definidor para agradar os clientes, competir e vender na era digital moderna à medida que o controle da relação entre comprador e vendedor mudou em favor do comprador”, aponta a Oracle em um artigo de 2017 sobre transformação digital no segmento de Customer Experience.   A Forrester, inclusive, já chegou a afirmar que “as expectativas dos consumidores vão ultrapassar a habilidade das companhias em evoluir ou inventar experiências”. Segundo um estudo recente da consultoria, intitulado “Predictions 2018 Year of Reckoning”, cerca de 30% das empresas registrarão quedas no desempenho das suas iniciativas de experiência com o cliente neste ano.   Logo, é cada vez mais importante que as companhias busquem por novos métodos e tecnologias na hora de interagir com os consumidores. Celebrada pelo seu potencial para agilizar processos e facilitar tarefas em diferentes áreas, a Inteligência Artificial (IA) pode melhorar a experiência dos clientes nas mais diversas frentes.   Plataforma inteligente   Em um serviço de SAC, por exemplo, chatbots e assistentes virtuais podem fornecer atendimento em tempo integral, seja para responder perguntas simples ou encaminhar os consumidores para páginas e informações específicas.   Além disso, o uso de soluções de IA e Machine Learning (ML, ou Aprendizado de Máquina na tradução para o português) pode ajudar a companhia a gerenciar de forma mais eficiente o atendimento aos clientes ao automatizar o encaminhamento de solicitações dos consumidores para os setores e profissionais corretos.   Por meio da sua plataforma Costumer Experience Cloud Suite, a Oracle oferece aplicações com funcionalidades baseadas em Inteligência Artificial que permitem que as empresas antecipem os interesses dos consumidores e personalizem as experiências de buscas por produtos.   Uma das ferramentas do CX Cloud Suite utiliza a IA para conectar a inteligência de campanhas web e de e-mail com canais digitais de publicidade e assim diminuir o tempo necessário para conquistar novos clientes, além de ampliar as taxas de conversão e otimizar os gastos publicitários.   Por fim, vale destacar que a plataforma agora conta com um novo assistente virtual para atender os consumidores de forma mais eficiente. O serviço amplia a estratégia de gerenciamento de conhecimento da base com interações únicas com a área de FAQ; habilita que solicitações de serviços sejam escaladas para um agente humano, enquanto mantém o histórico e o contexto; e fornece insights poderosos por meio de um painel intuitivo para analytics e monitoramento.          

Uso de soluções com IA permite que empresas atendam melhor às expectativas cada vez mais altas de seus consumidores.   Diante de clientes cada vez mais exigentes, a tendência é que as marcas passem a...

7 pecados capitais na transformação digital (Soberba e Preguiça)

A modernização como forma de sobrevivência dos modelos de negócio tem sido amenizada por uns, ignorada por outros e abraçada por muitos que compreenderam os fundamentos da nova economia. Como forma de sair do furacão dos projetos corporativos, convido-os a refletir sobre as principais armadilhas que levam ao fracasso em tão importante empreitada. O conceito dos sete pecados capitais foi lançado na idade média e reformulado por diversos eclesiásticos, como Tomás de Aquino e Gregório I, com o propósito de sintetizar os vícios que seriam a raiz dos demais erros. Foi popularizado e ampliado na obra "A Divina Comédia", de Dante Alighieri, apesar de não ligado formalmente à Igreja. Faço a seguir um enquadramento dos erros mais comuns relatados por profissionais que falharam no processo de transformação digital, mencionando as sutilezas ocultas nas suportas boas intenções. Finalizo cada pecado com o “antídoto” e recomendações que espero sejam úteis para quem está preste a empreender esta fantástica jornada. Seguem os dois primeiros pecados: 1.         SOBERBA Também conhecida como ‘arrogância’, a crença de que se é alguém tão diferenciado ao ponto de estar superior a todos é possivelmente o mais difícil vício de ser eliminado. “42% dos CEOs já iniciaram o processo de transformação digital dos negócios e 56% já perceberam aumento do lucro”. Gartner, 2017 Sintomas: ·       “Sempre funcionou deste jeito e a mudança não virá na minha geração” ·       “Meu negócio é muito peculiar e as práticas de mercado são inferiores” ·       “Meus profissionais podem dar conta de selecionar e absorver qualquer nova tecnologia” Antídoto: HUMILDADE Tecnologicamente, ajustar o ritmo de inovação da empresa com a nova economia digital, passa necessariamente pela adoção da computação em nuvem. Ponto. Repetiremos este mantra até que seja compreendido, além de propagarmos os benefícios da redução de custos, inovação permanente, segurança e garantia de desempenho computacional sob demanda. Além do aspecto técnico, devemos ter sempre em mente a amplitude da digitalização, principalmente na oportunidade rara de se debruçar sobre uma nova forma de desenhar o modelo de negócio. Quantas oportunidades você terá para isso? Há uma gama de novos métodos de realizar esta tarefa, via Value Proposition, Canvas, Design Thinking e tantas outras técnicas valiosas que colocam os negócios no divã de forma rápida e personalizável. O pior que pode acontecer é essas técnicas provarem que de fato sua empresa tem um excelente e vitorioso modelo de negócio, porém, este exercício feito com certa frequência vai revelar se de fato o modelo precisa de ajuste para estar permanentemente rentável e com os riscos mitigáveis. Por falar em amplitude, cabe lembrar também que sua empresa não é uma ilha e que a modernização digital envolve o ecossistema, na figura dos parceiros de negócio, funcionários, fornecedores, clientes etc. A todos estes, não é mais suficiente realizar transações, é preciso conjugar o verbo interagir na sua forma mais rica. Exemplo, os seus clientes não desejam somente comprar produtos e serviços, eles querem vivenciar o que você tem a oferecer. Antes e depois de vender, você deverá cultivar e harmonizar as possíveis interações que terá com seus clientes. “A implementação de 100 robôs (virtuais) direcionados para 18 processos em um grande banco, atendeu mais de 85 mil pedidos por semana, substituindo 230 FTEs por 30% do custo”. Deloitte, 2018 2.         PREGUIÇA A inatividade, lentidão ou desleixo que caracteriza este vício está, algumas vezes, mais associado à uma deficiência do que uma má intenção. De qualquer forma, afronta um dos novos paradigmas do mundo digital, a agilidade. Ser eficiente não basta, é preciso buscar a eficácia do objetivo bem alcançado, mesmo que sejam necessárias várias tentativas e erros com correção rápida dos rumos. “Apenas 8% das empresas que entrevistamos recentemente, disseram que seu modelo de negócios atual permaneceria economicamente viável se a indústria continuar digitalizando em seu curso e velocidade atuais”. McKinsey, 2018 Sintomas: ·       “As coisas se resolvem por si só” ·       “A tecnologia é inercial e a cultura se adapta da mesma forma” ·       “TI pode resolver isso sozinha, ademais, os executivos têm outras preocupações” Antídoto: DILIGÊNCIA No passado distante, cinco ou dez anos atrás, uma tecnologia disruptiva, como internet ou mobilidade, criava uma descontinuidade em uma determinada função ou processo, exigindo uma ação localizada e controlada. O máximo que ocorria era a implementação de um ERP em longos e tumultuados nove meses. Trago uma nova realidade; o ERP hoje é uma pequena parcela da modernização digital, talvez não mais que 10% de toda a jornada, e ele em geral é adotado em 2 ou 3 meses! São mudanças realmente transformadoras apenas considerando da porta para dentro da empresa. Vale considerar que uma das características mais evidentes da nova economia é o surgimento ininterrupto de novos competidores leves e agressivos toda semana, com a versatilidade das novas gigantes tecnológicas do mercado global. Sem falar das grandes empresas que de um dia para outro, resolve competir no seu campo de jogo. “39% dos CEOs brasileiros estão preocupados com a oferta de talentos digitais, enquanto 35% temem a velocidade do avanço tecnológico”. PWC, 2018 Conclusão: Os dois primeiros pecados apresentados se caracterizam pela inação do primeiro passo. Não é trivial e por essa razão vale a recomendação clara de uma parceria estratégica no desenho da jornada e ao longo do trajeto, até que hábito da inovação e do pensar digital tenha sido internalizado pela cultura empresarial. O tropeço se dá pela negligência do passo, não pela decisão de caminhar. Como foi dito certa vez, a guerra começa não pelo que é dito, mas pelo tom de voz utilizado. No próximo artigo trago a Inveja e a Ira. Dúvidas, críticas, sugestões ou elogios? Deixe seu comentário. Precisando de inspiração para o primeiro passo? Estão abertas as inscrições para um dos maiores eventos de tecnologia e inovação da América Latina, Oracle OpenWorld Brasil 2018, que acontecerá nos dias 20 e 21 de junho, no Parque Ibirapuera - o coração de São Paulo. Serão dois dias de keynotes inspiradores, casos de estudo visionários e o melhor das mais inovadoras tecnologias para ajudar você a criar o seu amanhã, hoje. Increva-se agora! Aviso: Eu trabalho na Oracle, mas não falo em nome da Oracle.

A modernização como forma de sobrevivência dos modelos de negócio tem sido amenizada por uns, ignorada por outros e abraçada por muitos que compreenderam os fundamentos da nova economia. Como forma de...

Customer Experience na terra de Al Capone

Al Capone nasceu em Nova Iorque, mas conquistou sua fama na bela cidade de Chicago, a qual foi palco de um dos maiores eventos voltados ao aprimoramento da Experiência do Cliente, o Oracle Modern Customer Experience 2018, que aconteceu de 10 a 12 de abril de 2018. Com o mote "Be Legendary" ("Seja Lendário"), a conferência estimulou os participantes a irem além de apenas atender bem seus clientes, criando experiências "lendárias", capazes de deixar um impacto duradouro na mente das pessoas. Com isto, os organizadores homenagearam diversos CX Heroes (Heróis da Experiência do Cliente), clientes da Oracle e profissionais do mercado que conseguiram fazer esta diferença e elevaram a experiência de seus clientes a um novo patamar. Neste espírito, as Palestras Principais (Keynotes) abordaram temas como, por exemplo, a necessidade de se buscar vender idéias e não produtos, ou a perseverança necessária para se conseguir inovar com sucesso, como bem colocou o Produtor e YouTuber Casey Neistat. Ou como é possível transformar clientes em fãs, com a mesma paixão e lealdade de torcedores de um time de futebol, como discutido na entrevista com Carolyne Matseshe-Crawford, executiva da Fanatics (tema este que também foi assunto de um dos meus artigos recentes). Os Keynotes tiveram vários momentos inspiradores, e você pode acessá-los em vídeo no site do evento. Novidades Como de costume, a Oracle aproveitou a ocasião para anunciar novas soluções voltadas à Experiência com o Cliente. Sem a pretensão de ser exaustivo, destaco aqui algumas delas: Infinity A Oracle adquiriu a plataforma de Análises Web da Webtrends, integrou-a à Oracle Marketing Cloud e lançou o Oracle Infinity, uma ferramenta capaz de analizar o fluxo de dados de um site em tempo real (por exemplo), antecipar a necessidade do cliente e permitir uma ação adequada. Nas palavras de Steve Earl, "Oracle Infinity é a nova plataforma analítica da Oracle Marketing Cloud para a captura, processamento, armazenamento e consulta de um conjunto de dados ilimitados para empresas que querem alimentar seus programas de marketing com ações derivadas de inteligência sobre seus clientes". Você pode ver algumas informações adicionais no anúncio oficial publicado durante o evento. Inteligência Artificial Cada vez mais a Inteligência Artificial permeia tudo que a Oracle faz (não apenas em CX), como já havia ressaltado em um de meus artigos anteriores. No tocante à Experiência do Cliente, a IA passa também a ser usada para melhorar os resultados das buscas por produtos dentro da loja virtual, para melhorar o desempenho de campanhas de marketing, identificando a melhor combinação de momento de envio, canal e mensagem para cada cliente individual, bem como para melhorar o acesso à sua base de conhecimento através de assistentes virtuais, entre diversos outros usos novos e melhorias. Veja aqui uma lista mais abrangente dos novos usos anunciados para a IA Oracle na Experiência dos Clientes. Programas de Fidelidade A Oracle anunciou a disponibilidade da versão estendida da Oracle Loyalty Cloud, que permite criar programas de fidelidade (que em geral envolvem acúmulo e resgate de pontos junto a uma empresa e seus parceiros) com alta personalização em todas as fases do ciclo de vida dos clientes, capitalizando sobre o fato de que custa muito menos manter um cliente atual do que adquirir um novo. Mais detalhes podem ser vistos no anúncio oficial sobre a Loyalty Cloud. Brasil no #ModernCX Havia um bom contingente de pessoas da América Latina no evento, particularmente do Brasil, tanto de clientes quanto de parceiros Oracle. Em particular, algumas empresas brasileiras foram apresentar seus casos de sucesso do uso das soluções Oracle para CX. Eu tive a oportunidade de assistir a dois: o da Porto Seguro, que apresentou seu uso da Base de Conhecimento, e o da Carmen Steffens, cujo caso foi focado em comércio eletrônico com a Oracle Commerce Cloud. É sempre um orgulho ver uma empresa brasileira vindo apresentar para o mundo todo qual é o jeito certo de se fazer algo. Como de costume, a Oracle promoveu o Markies Award, uma premiação feita ao estilo do Oscar, reconhecendo as empresas que demonstraram o melhor uso das soluções Oracle de Marketing e de Commerce. Na categoria Best Omni-Channel Marketing Program (Melhor Programa de Marketing Omni-Canal) o premio foi para as Lojas Renner, para comemoração efusiva de todos os brasileiros presentes. Você pode também ver aqui a lista de todos os premiados com o Markies Award este ano. Depoimentos Durante o evento coletei alguns depoimentos em vídeo para o Business Connection, meu canal no YouTube sobre Experiência do Cliente (aproveite e se inscreva!). Eles podem dar mais uma idéia sobre o que aconteceu lá: Rafael Batista, Diretor de Tecnologia e Inovação da Leo Madeiras, fala do Modern CX. Dia 1 - com Marcus Rocha, Business Development Manager da Oracle para CX na América Latina. Dia 2 - com Glaucio Corniani, Diretor de Product Management para CX na América Latina. Dia 3 - com Wendell Moreira, Especialista em Customer Experience da Oracle. Nos vemos no Parque Ibirapuera O Oracle Modern CX foi muito rico, tanto para aquisição e troca de informações sobre o que há de mais novo e relevante em CX, quanto para networking com clientes, parceiros e executivos globais da Oracle. Se você não pôde ir este ano, considere a possibilidade de estar no próximo, pois realmente vale a pena. E, se Chicago ou outra cidade americana lhe parece muito longe, sugiro que se organizar para estar em São Paulo nos dias 20 e 21 de Junho, no Parque Ibirapuera, para o Oracle Open World Brasil 2018. Este evento (que, por sinal, é gratuito) é mais amplo, abrangendo não apenas o assunto Customer Experience, mas todas as áreas para as quais a Oracle tem soluções. Ainda assim, haverá diversas sessões específicas para CX, particularmente no dia 21. Nos vemos lá!

Al Capone nasceu em Nova Iorque, mas conquistou sua fama na bela cidade de Chicago, a qual foi palco de um dos maiores eventos voltados ao aprimoramento da Experiência do Cliente, o Oracle Modern...

PMEs buscam maior eficiência operacional com supply chain moderna

Autor : Redator Companhias maiores destacam melhorias de produtividade como principal vantagem estratégica das plataformas de SCM na nuvem   Contar com uma supply chain moderna cada vez mais é um fator de crescimento dos negócios. Isso porque possuir uma plataforma de gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM) pode trazer diferentes benefícios para as empresas.   A lista de vantagens trazidas por uma plataforma de supply chain na nuvem é ampla e pode variar entre PMEs (pequenas e médias empresas) e companhias maiores,  conforme um estudo global feito pelo IDG Connect a pedido da Oracle e publicado em 2016.   De acordo com o levantamento, intitulado “The Future for Cloud-Based Supply Chain Management Solutions”, cerca de um quinto (22%) das empresas que possuem entre 250 e 499 funcionários citaram a eficiência operacional como uma vantagem estratégica trazida pelo gerenciamento de supply chain na nuvem.   “O resultado das empresas menores sugere que elas estão enxergando que as vantagens do SCM estão ajudando-nas a crescer a companhia ao melhorar a inovação de produtos e serviços”, afirma o IDG no relatório em questão, que entrevistou diretores e gerentes sênior da América do Norte, Europa, Oriente Médio, Ásia Pacífico, África e Américas Central e do Sul.   Enquanto isso, 27% das organizações gigantes, com mais de 25 mil funcionários, citaram as melhorias de produtividade como a principal vantagem estratégica de uma plataforma de SCM. “A partir da perspectiva das grandes organizações, elas têm conhecimento das ineficiências das grandes cadeias de suprimentos com muitos intermediários em um amplo portfólio de produtos, e querem reduzir custos e acelerar a supply chain”, afirma o documento.   Vale destacar ainda que a integração com tecnologias de próxima geração é um dos principais incentivos para as empresas realizarem esse movimento de adotar uma plataforma de SCM na nuvem, especialmente nas companhias maiores. O benefício foi citado como motivação para a mudança por 70% das empresas com entre 1 mil e 4.999 funcionários e por 74% dos entrevistados em companhias com entre 5 mil e 24.999 funcionários – enquanto que foi citado por apenas 38% das organizações menores com entre 250 e 499 profissionais.   Desafios Além das vantagens e atrativos, a pesquisa também aponta os principais desafios enfrentados pelas organizações na hora de migrar a supply chain para a nuvem. A área de logística foi considerada a mais difícil pelas companhias menores, tendo sido citada por 47% das empresas com entre 250 e 499 funcionários.   Já as companhias com mais de 25 mil funcionários apontaram o planejamento de suprimentos (46%) e o gerenciamento de inventário/armazém (38%) como os setores mais desafiadores de migrar para a cloud.   A Oracle SCM Cloud oferece uma plataforma moderna e completa para as empresas gerenciarem as suas cadeias de suprimento de maneira simples e ágil.  

Autor : Redator Companhias maiores destacam melhorias de produtividade como principal vantagem estratégica das plataformas de SCM na nuvem   Contar com uma supply chain moderna cada vez mais é um fator...

5 processos expandidos da logística de classe mundial já disponíveis em nuvem

O principal desafio da logística moderna continua sendo o aumento sustentável da rentabilidade pela redução do custo e sem perder qualidade. A velocidade com que as novas tecnologias têm descontinuado modelos de negócio ainda assusta, mas os que adotaram a plataforma da nuvem, descobriram como ganhar agilidade sem perder a fluidez e integridade da cadeia. O entendimento clássico da cadeia operacional resume os recursos em seis grandes processos, a saber: 1.    Inovação (ciclo de vida dos produtos e processos) 2.    Pedidos (aglutinação dos pedidos de venda, de fontes diversas) 3.    Planejamento (orquestração da demanda, suprimento e capacidade) 4.    Suprimento (aquisição de produtos e serviços) 5.    Manufatura (fabricação, manutenção e qualidade) 6.    Logística (transporte local e global, armazenamento automatizado) Quanto mais coeso, integrado e harmônico forem os elementos desta cadeia, mais eficiente e seguro será a operação, porém, com a explosão de novas tecnologias disruptivas em paralelo, tornou-se economicamente inviável manter inovação como diferencial competitivo. Por exemplo, supondo que a função de manutenção seja crítica em certa empresa, como são nas mineradoras e, uma nova tecnologia desponte como redutora inteligente dos gastos com manutenção, como é o IoT e a Realidade Aumentada. Uma vez validada a ideia, bastaria remover a “engrenagem” de manutenção da cadeia, incorporar a nova tecnologia e recolocar no lugar, sem perder a conexão e nível de serviço. Trivial? Sabemos que não. Só há uma maneira racionalmente conhecida, que é a adoção da tecnologia em nuvem para assentar as engrenagens do grande motor operacional. Sendo administrado pelo provedor de tecnologia, será de interesse do mesmo avaliar e incorporar novas tecnologias que venham a ser mais leves, racionais e inovadores. Se a integração é fundamental para a cadeia logísticas, por que não seria para as demais funções do entorno da cadeia? O que se perderia com a falta de um desses componentes para o funcionamento do grande organismo empresarial? É o que chamei de Logística Expandida, que integra as funções de front-end e backoffice. Abaixo, expus os cinco grandes blocos para traçar o raio-X de uma logística de última geração, o último processo dos seis mencionados acima (em negrito). Em suma, o primeiro bloco menciona tudo o que antecede a logística, no segundo, terceiro e quarto, os principais componentes da logística em si e, finalizando, as funções que sucedem a logística eficiente.       Conclusão: 1.    Há muita modernidade embarcada em uma solução tecnologia para logística; 2.    Os demais componentes da cadeia operacional são determinantes para a bem-sucedida execução da logística, em especial a orquestração dada pelo planejamento; 3.    O universo que circunda a cadeia operacional é essencial e, sua ausência, leva à perda irreversível de agilidade; 4.    Não esquecer que temos ainda o desafio de expandir também a mesma excelência para o ecossistema formado pelos parceiros de negócio da empresa; 5.    É economicamente inviável manter atualizada uma malha tecnológica complexa como essa, sem uma parceria especializada com experiência comprovada em computação em nuvem. Dúvidas, críticas, sugestões ou elogios? Deixe seu comentário. Aviso: Eu trabalho na Oracle, mas não falo em nome da Oracle. Contribuição significativa de Gilberto Bellegarde gilberto.bellegarde@storeautomacao.com.br da Store Automation www.storeautomacao.com.br, Parceiro Oracle.  

O principal desafio da logística moderna continua sendo o aumento sustentável da rentabilidade pela redução do custo e sem perder qualidade. A velocidade com que as novas tecnologias têm descontinuado...

A importância do gerenciamento de dados dos produtos na supply chain

Adoção de soluções específicas permite que empresas conectem as diferentes fontes de informações e alcancem maior eficiência   Em um mercado cada vez mais tomado pelos dados, gerenciar de forma correta e eficiente as diversas informações relacionadas aos produtos pode ser um diferencial e tanto para as empresas no setor de supply chain.   “Poucas coisas podem atrapalhar uma decisão crítica como a qualidade ruim de dados ou a entrega tardia de informações”, afirma o Aberdeen Group em um relatório de 2017 sobre o gerenciamento na nuvem de informações de produtos em uma supply chain.   Um dos principais desafios para as organizações é lidar com informações vindas de fontes diferentes. É que aí entra a importância das soluções para o gerenciamento de informações sobre produtos, conhecidas também pela sigla PIM, que significa “Product Information Management” em inglês. Segundo o Aberdeen Groupno documento em questão, as empresas que utilizam as aplicações PIM para conectar as diferentes fontes de dados alcançam ganhos importantes na administração da supply chain.   A lista de benefícios inclui desde maior precisão de inventário (+75%) e maior satisfação dos clientes (+45%), até um aumento na taxa de lançamento de produtos (+55%) e uma maior saída da produção (4,7 vezes superior), conforme uma comparação ano a ano feita pelo Aberdeen Group.   “Registrar um aumento de 45% no nível de satisfação do cliente claramente indica uma preferência no mercado, e quando casada com novos produtos sendo entregues a tempo, essa melhoria aceleradora impulsiona diretamente uma maior participação no mercado e um crescimento adicional na satisfação dos clientes”, destaca a consultoria sobre os números citados acima.   No texto, intitulado “Supply Chain Product Information Management in the Cloud”, a companhia também destaca a importância de contar com uma solução de PIM baseada na nuvem. “O valor de uma abordagem de PIM baseada na nuvem é a sua habilidade de padronizar e integrar soluções, aplicações e bancos de dados.”   A Oracle possui uma plataforma completa baseada na nuvem para o gerenciamento de supply chain. Chamada de SCM Cloud, a solução da Oracle traz diversos recursos para as empresas modernizarem toda a sua cadeia de suprimento, incluindo demanda, fornecimento e administração de produtos.    

Adoção de soluções específicas permite que empresas conectem as diferentes fontes de informações e alcancem maior eficiência   Em um mercado cada vez mais tomado pelos dados, gerenciar de forma correta...

Como o Blockchain pode impulsionar a sua supply chain

Plataforma de registros pode trazer mais transparência, eficiência e segurança ao gerenciamento da cadeia de suprimentos   Uma das novas tecnologias mais comentadas nos últimos anos por seu amplo potencial, o Blockchain pode beneficiar diferentes segmentos do mercado ao ampliar a colaboração entre eles. A lista inclui desde o supply chain e a Internet das Coisas (IoT) até o setor de energia, passando pelas aplicações financeiras.   Não por acaso, os gastos mundiais com redes de Blockchain devem chegar aos US$2,1 bilhões em 2018, mais do que o dobro dos US$945 milhões registrados no ano passado, segundo pesquisa recente da IDC.   Por conta da sua capacidade de gerar registros únicos e imutáveis das transações sem a necessidade da participação de terceiros como intermediários, a plataforma de registros descentralizados permite o rastreamento de produtos em tempo real, por exemplo.   Com isso, é possível alcançar mais transparência, eficiência e segurança no gerenciamento da cadeia de suprimentos (SCM), um processo já considerado como essencial para o desenvolvimento e o crescimento das empresas no mercado.   Em um artigo intitulado “What Can You do With Blockchain? Here Are 4 Ideas to Consider”, o diretor sênior de desenvolvimento de ERP (Planejamento de Recursos Corporativos) da Oracle, David Haimes, destaca, entre outras coisas, a importância do Blockchain para o rastreamento da proveniência de produtos e materiais diversos.   “O Blockchain pode ajudar a garantir a qualidade e a segurança do produto a facilitar o rastreamento e a localização de produtos e materiais em uso. Por exemplo, vamos dizer que uma fabricante de automóveis cria uma rede de Blockchain focada em qualidade que inclui fornecedores de peças, fabricantes de submontagem, um provedor de controle de qualidade, e o órgão regulatório público. Recalls de peças defeituosas poderiam então avançar de forma muito mais rápida, e assim serem muito mais eficientes”, afirma o executivo no texto publicado em 2017.   A Deloitte também chama a atenção para o potencial trazido pelo Blockchain para o gerenciamento de supply chain. No artigo intitulado “Using Blockchain to drive supply chain innovation”, a consultoria aponta as principais melhorias que podem ser trazidas pela rede descentralizada de registros para soluções de SCM. A lista de benefícios inclui desde a ampliação da visibilidade de materiais por toda a supply chain até a autenticação contra produtos falsificados, passando pela diminuição de custos administrativos.   Além de contar com uma plataforma completa para o gerenciamento de supply chain, chamada de Oracle SCM Cloud, a Oracle também oferece soluções empresariais de Blockchain por meio do chamado Oracle Blockchain Cloud Service.    

Plataforma de registros pode trazer mais transparência, eficiência e segurança ao gerenciamento da cadeia de suprimentos   Uma das novas tecnologias mais comentadas nos últimos anos por seu amplo...

Conheça as principais tendências em supply chain para 2018

Tecnologias como Inteligência Artificial, Blockchain e IoT estão mudando o gerenciamento da cadeia de suprimentos   À medida que mais e mais empresas avançam o gerenciamento de supply chain para sistemas digitais e plataformas na nuvem, aumenta a importância das tecnologias emergentes para a administração da cadeia de suprimentos.   Não por acaso, um relatório recente da Gartner aponta que Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (IoT), Blockchain e tecnologias imersivas como Realidade Aumentada (AR) e Realidade Virtual (VR) estão entre as principais tendências em supply chain para 2018.   No texto em questão, intitulado “Gartner 8 Top Supply Chain Trends for 2018, a consultoria cita um total de oito tendências principais para o setor neste ano. Além dos exemplos citados acima, o documento também destaca os seguintes: analytics avançados, sistemas conversacionais, automação robótica de processos (RPA) e dispositivos inteligentes.   “Os líderes de supply chain devem avaliar a cultura de risco das suas empresas para determinarem a prontidão delas para explorar e adotar ofertas emergentes. Caso fiquem em dúvida, considerem realizar pequenos projetos piloto para determinar se o benefício potencial da tendência tecnológica compensa o risco e o investimento necessário em novas habilidades, funcionalidades e serviços”, explica o diretor de pesquisas da Gartner, Christian Titze.   “Tecnologias exponenciais” Em um texto publicado em 2016 sobre os avanços no gerenciamento de supply chain, a Deloitte também fala sobre a importância de novas tecnologias para o setor. “Duas tendências chave atualmente impactando a supply chain estão relacionadas à ascensão de tecnologias exponenciais na nossa sociedade.” São elas “a quantidade crescente de dados e ferramentas poderosas de processamento” e “o fluxo acelerado de tecnologias disruptivas”.   Ao comentar sobre a primeira delas, a consultoria afirma: “use IA para melhorar a tomada de decisões e a interoperabilidade por toda a supply chain” e “atraia talentos habilidosos para otimizar o uso de dados e métodos avançados de analytics”.   A Deloitte destaca ainda os seguintes pontos sobre a segunda tendência: “explore a IoT para integração e redução de custos em transportes” e “use novas tecnologias (como impressão 3D, robótica e carros autônomos) para simplificar e/ou mudar a supply chain”.   A Oracle conta com uma plataforma de gerenciamento de supply chain na nuvem, a SCM Cloud, que pode ser integrada com aplicações de IoT e IA, além da solução de Blockchain da Oracle, para inovar processos e tornar os sistemas mais dinâmicos e eficientes.

Tecnologias como Inteligência Artificial, Blockchain e IoT estão mudando o gerenciamento da cadeia de suprimentos   À medida que mais e mais empresas avançam o gerenciamento de supply chain para...

Em busca de uma supply chain mais inteligente com IA

Apontada como uma das principais tendências do setor, a Inteligência Artificial pode melhorar o gerenciamento da cadeia de suprimentos.   Um dos elementos mais importantes para atender às demandas dos clientes, o gerenciamento de supply chain envolve um número cada vez maior de dados, o que significa que pode se beneficiar do uso de tecnologias emergentes como Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning (ML/Aprendizado de Máquina).   Por conta do seu potencial para simplificar processos e agilizar operações, a Inteligência Artificial pode trazer benefícios diversos ao gerenciamento da cadeia de suprimentos nas empresas, incluindo custos menores, previsões mais precisas e entregas mais rápidas.   “A Inteligência Artificial possui um grande potencial para revolucionar os processos de supply chain”, afirma a Gartner em artigo sobre as principais tendências de supply chain para 2018, em que a Inteligência Artificial aparece ao lado do Blockchain e da Internet das Coisas. “A habilidade de aplicar a IA para melhorar, e até mesmo automatizar a tomada de decisões, reinventar modelos e ecossistemas de negócios e refazer a experiência do consumidor poderia tornar redundantes outras tendências tecnológicas emergentes.”   No entanto, a consultoria também chama a atenção para o fato de que as soluções de IA existentes ainda carecem de habilidades para tomar decisões. “Combinar capacidades padrão com habilidades prescritivas mais avançadas será algo crítico para difundir a adoção da supply chain, permitindo que os usuários dediquem suas habilidades para casos de uso de ordem superior como design estratégico de rede ou planejamento de capacidade.”   “Potencial humano” Em outro texto recente, focado em previsões para as operações futuras do supply chain em 2018, a Gartner volta a destacar a importância da Inteligência Artificial para o setor e aponta como as empresas podem ser bem-sucedidas em suas iniciativas com IA na cadeia de suprimentos. Um dos destaques é a presença constante de profissionais especializados no processo.   “A promessa da IA de fazer mais com menos a transformou em uma iniciativa chave para os fabricantes. Apesar de algumas IA eliminarem tarefas humanas básicas, outros componentes são altamente cognitivos e exigem o suporte de funcionários com capacidades especializadas, como curadoria de conteúdo ou ingestão de dados.”   Por fim, a consultoria faz uma recomendação para as empresas na hora de adotar soluções de Inteligência Artificial no gerenciamento de supply chain. “Desenvolva um sistema de gerenciamento de conhecimento que maximize o potencial humano e redefina as habilidades de ciência de dados exigidas para as operações de manufatura.”   A Oracle oferece soluções de Inteligência Artificial na sua plataforma de gerenciamento de supply chain, a Oracle SCM Cloud, por meio dos chamados Adaptive Intelligent Apps.    

Apontada como uma das principais tendências do setor, a Inteligência Artificial pode melhorar o gerenciamento da cadeia de suprimentos.   Um dos elementos mais importantes para atender às demandas...

Integração entre RH e Finanças é cada vez mais necessária para as empresas

Adoção de plataforma unificada pode trazer ganhos de produtividade e melhorar a troca de informações entre as áreas.   Como as decisões relacionadas ao RH podem impactar de forma significativa o setor financeiro – e vice-versa –, uma integração entre as áreas se mostra cada vez mais importante no cenário atual. Já realidade em muitas empresas, a parceria entre os departamentos de Recursos Humanos e Finanças pode trazer inúmeros benefícios, como maior agilidade operacional e cortes de custos.   Para alcançar o potencial máximo neste sentido, o ideal é que as áreas tenham não apenas plataformas próprias na nuvem, mas uma nuvem unificada, conforme aponta um estudo feito em parceria entre a Oracle e o MIT Technology Review, intitulado “Finance and HR: the Cloud’s New Power Partnership”, em que foram entrevistados 700 gerentes e executivos C-Level de RH, finanças e TI das Américas, Europa, Ásia, África e Oriente Médio.   Isso é especialmente importante pelo fato de os setores de RH e Finanças possuírem interesses e participações comuns em áreas chave das companhias, como elaboração de orçamento e planejamento de força de trabalho, de acordo com o levantamento.   Ao unificar os esforços nessas áreas em uma só nuvem, a empresa pode calcular com mais facilidade os gastos com funcionários e automatizar um maior número de processos, além de ajudar a preparar terreno para outras mudanças e migrações no futuro, incluindo a tão falada transformação digital. Não por acaso, cerca de um terço (35%) das empresas planejam criar uma função compartilhada entre as duas áreas na nuvem em um futuro próximo: até julho de 2018, de acordo com o estudo.   Segundo aponta o relatório, “42% dos entrevistados disseram que são motivados por melhorias em produtividade e desempenho. Os entrevistados enxergam uma colaboração mais próxima na nuvem entre RH e finanças como uma necessidade estratégica, promovendo a excelência operacional e acelerando a inovação”. Além disso, 37% dos entrevistados da área de RH destacam que a adoção de uma nuvem unificada melhorou significativamente a troca de informações entre o seu departamento e a área de finanças.   Para alcançar os melhores resultados neste processo, é importante que os dois setores, Finanças e RH, atuem de forma próxima ao departamento de TI (Tecnologia da Informação) na hora de migrar os seus sistemas para a nuvem e/ou unificar essa atuação no ambiente.   As plataformas na nuvem de ERP (Planejamento de Recursos da Empresa) e HCM (Gerenciamento de Capital Humano) da Oracle permitem que as companhias modernizem os seus processos e operações nas áreas de finanças e RH, respectivamente, de forma simples e rápida.

Adoção de plataforma unificada pode trazer ganhos de produtividade e melhorar a troca de informações entre as áreas.   Como as decisões relacionadas ao RH podem impactar de forma significativa o setor...

O que um RH moderno precisa fazer para atrair e reter talentos

Segundo especialista, foco na experiência do funcionário ajuda a criar o que chama de “empresa irresistível”.   Em um mercado cada vez mais competitivo, conseguir contratar e manter os profissionais certos e qualificados para a empresa é um dos principais desafios enfrentados pelos departamentos de Recursos Humanos (RH).   “As principais razões pelas quais os executivos saem no primeiro ano são que a empresa não era como o esperado; o trabalho não era como o esperado; ou a oportunidade não era como o prometido”, destaca o relatório “Four Ways to Build a Talent Magnet Organization”, produzido pela Oracle em parceria com o Talent Strategy Institute (TSI).   Além disso, uma pesquisa de 2016 da Deloitte aponta que dois terços dos profissionais millennials (nascidos entre os anos 1980 e 1990) planejam deixar as empresas em que atuam até 2020. Na América Latina, essa taxa é ainda mais alta, com 71% deles afirmando que pretendem abandonar as suas companhias nos próximos anos.   As possíveis razões para essa debandada? De acordo com a consultoria, 63% dos membros da também chamada Geração Y afirmam que “as suas habilidades de liderança não estão sendo totalmente desenvolvidas”. E apenas 28% dos millennials entrevistados no estudo acreditam que as suas empresas atuais estão fazendo “uso completo” dos conhecimentos que podem oferecer atualmente.   A diretora de RH da Oracle na América Latina, Carla Alves, destaca a adoção do que chama de People’s Journey para criar uma “empresa irresistível”. Baseada em cinco pilares publicados pela Deloitte, a iniciativa busca realizar uma transformação para que as pessoas realmente queiram trabalhar na companhia – e consequentemente se engajem.   “Da mesma forma que temos a jornada do cliente, estamos criando o ‘employee’s experience’, que consiste em transformar a experiência do funcionário, em tratar ele realmente como um cliente para que ele tenha uma experiência sensacional com a empresa”, explica a executiva.   Cada vez mais, aliás, a experiência do funcionário é reconhecida no mercado. Segundo uma pesquisa publicada pela Deloitte em 2017, quase 80% dos executivos entrevistados apontaram que a experiência do funcionário é “importante” ou “muito importante” para as companhias. Na América Latina, essa taxa foi ainda mais alta, com 85%.   Entre os pilares citados acima, destaque para o chamado Meaningful Work (algo como “Trabalho Significativo”, em português), que consiste em fornecer experiências que adicionem valor e/ou sentido ao trabalho dos funcionários.   Por fim, Carla destaca a importância de trabalhar de forma integrada com as diferentes áreas da empresa para preparar os gestores para essa nova realidade. Isso porque, segundo ela, sem eles é impossível realizar essa mudança de cultura. “A verdade é que o RH vai prover as ferramentas, mas quem vai usá-las são os gerentes, que estão no dia-a-dia com as pessoas.”    

Segundo especialista, foco na experiência do funcionário ajuda a criar o que chama de “empresa irresistível”.   Em um mercado cada vez mais competitivo, conseguir contratar e manter os profissionais...

Como transformar clientes em fãs

Gostaria de começar lhe fazendo a seguinte pergunta: Você tatuaria a marca de uma empresa na sua pele? Talvez uma pergunta melhor seja "o que levaria você a tatuar a marca de uma empresa na sua pele?" Por que alguém se sente tão identificado com uma marca que a pessoa decide "marcar", que literalmente significa "colocar esta marca", na própria pele? Provavelmente estes são os clientes mais fiéis e os maiores entusiastas que uma empresa pode ter. E eles são acompanhados de perto por outros clientes que tem a marca "tatuada" em suas mentes, ainda que eles não tenham dado o próximo passo de trazer isto para suas peles. Estágios de identificação com uma marca Podemos colocar o apreço ou a identificação que as pessoas têm por uma marca em três patamares, como mostrado na figura baixo: Produto/Serviço No estágio mais baixo, a pessoa começa a se identificar com a marca porque acha que aquele produto ou serviço é bom, considerando seu preço e outros atributos. Ela pode apresentar uma tendência a preferi-lo em detrimento dos demais, mas não quer dizer que não consumiria outros. Por exemplo, ela pode gostar mais de uma determinada marca de chocolate porque acha que ela tem um sabor melhor que as outras, mesmo sendo um pouco mais cara. Mas isso ainda passa longe do pensamento de tatuar a marca do chocolate na pele. Experiência Neste nível, começa a pesar mais a experiência em torno do produto do que o próprio produto em si. Ele tem que ser bom, é claro, mas, mesmo que existam outros produtos comparáveis, se a experiência em torno do seu produto ou serviço for superior, sua marca se tornará mais forte na mente do cliente. Aqui estamos falando em excelência no atendimento, seja na venda ou no pós-venda, em facilidade para encontrar, escolher, comprar, usar, trocar ou reparar um produto, em ter um marketing superior e bons programs de fidelidade, em atender ou exceder as expectativas que o cliente tinha ao começar a se relacionar com sua empresa. Como exemplo de superação de expectativas, podemos citar o caso de uma família que, depois de se hospedar em determinado hotel durante suas férias, esqueceu a girafa de pelúcia da criança no hotel na hora de voltar para casa. A criança ficou desconsolada e, para acalmá-la, os pais lhe disseram que a girafa ainda estava curtindo mais um pouco das férias, mas que logo voltaria. Pois a equipe do hotel não só localizou e mandou de volta a girafa perdida, mas também enviou junto uma série de brindes do hotel, bem como várias fotos dela se dirvetindo em diversas áreas do hotel (na piscina, na massagem, dirigindo um carrinho na praia, etc.) a fim de sustentar a história de que ela ainda estava de férias. Desnecessário dizer que o impacto sobre os pais da criança foi enorme, a ponto deles escreverem um artigo contando este caso e dizendo como esta marca se destaca das demais. Ideal Proporcionar uma excelente experiência pode conquistar o respeito e a preferência de um cliente, mas provavelmente ainda não é suficiente para ele tatuar sua marca na pele. Segundo a Cult Branding, para chegarmos a esse ponto, a marca tem que representar valores ou ideais nos quais o cliente acredite com convicção. Por exemplo, quando mencionamos a marca Harley-Davidson, a idéia que vem à mente não é apenas a de uma moto bonita ou rápida (produto), ou de um bom atendimento nas oficinas (experiência). O que vem à mente é o ideal de liberdade. A pessoa se identifica com esta marca porque é (ou deseja ser) livre, e a coloca na pele para mostrar a todos que valoriza sua liberdade, bem como para que outras pessoas que pertençam ao mesmo grupo que ela possam encontrá-la ou serem encontradas por ela. A marca da empresa deixa então se der apenas um logotipo e passa a ser um ícone que representa a própria liberdade. Não é fácil alcançar este patamar de conexão com o cliente. No entanto, se sua empresa tiver valores sólidos, que são percebidos e apreciados pelos clientes, conseguir proporcionar boas experiências e fornecer bons produtos e serviços, é provável que ela consiga "tatuar" sua marca na mente destes clientes (que é o que mais importa), mesmo que eles não cheguem a colocar seu logotipo na pele. Como chegar lá? Antes mais nada, tenha claro qual é a identidade da sua empresa, saiba o que ela quer, no que ela acredita, quais são seus valores e sua visão do mundo. Se sustentabilidade (por exemplo) não é um valor central da sua empresa, não se iluda achando que usar papel higiênico reciclado vai fazer alguém pensar que você realmente se importa com o meio ambiente. Seja honesto e autêntico com seus valores centrais. Procure fazer com que seus ideais transpareçam para o resto do mundo. Isso vai definir o caráter e a alma da sua empresa tanto para você, quanto para seus funcionários e todo o mercado. Resolvido isso, recomendo trabalhar de baixo para cima na prirâmide: se seus produtos ou serviços ainda não são tão bons, trabalhe primeiro neles. Note que eles não têm que ser os melhores do mercado, mas têm que ser claramente bons dentro de sua categoria. Tendo ajustado seus produtos/serviços, foque agora na experiência. Eu diria que uma grande parte das empresas se encontra neste ponto, onde já tem bons produtos mas enfrenta dificuldade para se diferenciar num mercado competitivo. Neste caso, o próximo passo é definitivamente proporcionar uma experiência diferenciada. Minha recomendação é conversar com uma empresa que possa apoiá-lo a repensar e aprimorar essa experiência, tal como a Oracle. Quanto ao último degrau da pirâmide, se você tiver valores sólidos, bons produtos/serviços e oferecer uma experiência diferenciada ao cliente, você estará bem encaminhado para posicionar seus ideais e fazer com que sua marca se torne um ícone que os represente.

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Os desafios na hora de migrar as Finanças para a nuvem

PMEs e grandes organizações precisam realizar um planejamento estratégico antes de levar os seus dados para um ambiente de cloud computing. Autor: Redação Oracle Contar com uma plataforma na nuvem para gerenciar operações financeiras pode trazer diversos benefícios para as empresas, como flexibilidade, custos menores, agilidade nas operações e maior estabilidade. Não por acaso, a prática vem ganhando força no segmento nos últimos anos. Segundo um estudo publicado em setembro de 2017 pela Gartner, que entrevistou 439 executivos sêniores de Finanças pelo mundo, é esperado que em 2020 aproximadamente 36% das companhias usem a nuvem para fornecer suporte para mais da metade dos seus sistemas de transações. A pesquisa da consultoria ainda aponta que as PMEs (pequenas e médias empresas) estão adotando a nuvem de forma mais rápida do que as grandes organizações. Apesar desse crescimento recente, muitas companhias ainda não realizaram a migração das suas soluções de finanças para um ambiente de cloud, uma etapa muito importante em direção à tão falada transformação digital. Leia mais: As habilidades necessárias para um CFO moderno Preocupações De acordo com um estudo publicado em 2016 pela Accenture, intitulado “Cloud Computing in Financial Services – What’s Stopping You?”, as maiores preocupações das companhias de serviços financeiros sobre essa mudança para a nuvem envolvem a segurança e o controle dos seus dados e informações, além de temores sobre a complexidade do processo em si. “É importante notar que a mudança para a nuvem pode ser complexa se não for pensada de forma correta”, destaca a Accenture no relatório em questão. Segundo a consultoria, essas preocupações e incertezas relacionadas à migração podem ser resolvidas por meio de “estratégias concretas, mudança cultural e planejamento robusto”. Estratégia Para o fundador da consultoria Questions Consulting, Gabriel Gheorghiu, as empresas precisam levar em conta alguns pontos na hora de levar suas soluções de ERP (Planejamento de Recursos Empresariais) para a cloud. “Em uma época em que os dados são um dos bens mais valiosos, as companhias precisam segurar firme as informações que irão ajudá-las a servir melhor os seus clientes.” O especialista ainda aponta alguns passos para as companhias seguirem neste processo: decidir quais dados manter, limpar e converter esses dados, e, por fim, colocar à prova e mapear essas informações. “Migrar para a nuvem é relativamente simples à medida que os projetos de transformação de TI avançam, mas ninguém disse que esse é um processo sem os seus desafios. A coisa mais importante para qualquer empresa é ser tática e entender completamente como se preparar para a mudança antes de começar a colocar o plano em prática.” Por isso, é importante contar com uma plataforma como a Oracle Financials Cloud, que oferece diferentes soluções para as empresas de todos os tamanhos levarem as suas finanças para a nuvem de forma simples, rápida e integrada.

PMEs e grandes organizações precisam realizar um planejamento estratégico antes de levar os seus dados para um ambiente de cloud computing. Autor: Redação Oracle Contar com uma plataforma na nuvem para...

A presença crescente de AR e VR no setor de Finanças

Cada vez mais bancos e empresas financeiras adotam soluções de Realidade Aumentada e Realidade Virtual.   Antes vistas apenas como hype ou algo superficial, as soluções baseadas em Realidade Virtual (VR) e a Realidade Aumentada (AR) já estão presentes em diversos segmentos do mercado. Graças a avanços recentes, essas tecnologias oferecem experiências cada vez mais interativas e imersivas, o que deve impulsionar a sua adoção nos próximos anos.   De acordo com um levantamento da IDC publicado no final do ano passado, os gastos nesses setores de AR e VR chegarão aos US$17,8 bilhões em 2018, um aumento de quase 95% em relação aos US$9,1 bilhões previstos para 2017. E esse ritmo deve se manter em alta no futuro próximo. Isso porque os gastos com produtos e serviços das áreas em questão devem registar uma taxa anual de crescimento composto de 98,8% até 2021, de acordo com a empresa de pesquisas.   No segmento financeiro, por exemplo, existem diferentes casos de empresas e bancos desenvolvendo e implementando plataformas e projetos piloto com VR e AR para realizar atividades diversas, como reuniões interativas com investidores, análises de dados e interações com consumidores.   Agências do futuro? Em um artigo intitulado “Will AR e VR-augmented channels become our bank branch?”, a Capgemini inclusive questiona se os canais via Realidade Virtual e Aumentada poderão substituir as agências bancárias no futuro. Segundo o estudo, "experiências habilitadas por AR e VR fazem muito sentido se pensarmos na simulação de uma agência bancária atual virtualmente. As funcionalidades aumentadas entregam experiências similares digitalmente sem que seja preciso visitar uma agência fisicamente.” No mesmo texto, a Capgemini ainda destaca um estudo publicado em 2016 pela Forrester, que aponta que os consumidores vão acabar adotando soluções com a menor quantidade de atrito e relaciona esse fato com as soluções de Realidade Virtual e Aumentada. “O uso de canais baseados em AR e VR pode reduzir significativamente a fricção de visitar a agência para interações em pessoa”, aponta a consultoria. Além disso, a Realidade Aumentada pode trazer benefícios para as empresas ao facilitar a visualização de dados, como aponta o gerente sênior de marketing da desenvolvedora Oxagile, Eugene Rudenko, em um artigo publicado recentemente no VentureBeat. “A visualização de dados habilitada por AR pode ajudar os analistas a entenderem fluxos complexos de dados e a tomarem decisões rapidamente”, afirma o autor no texto intitulado “Augmented reality is shaping the future of finance”.

Cada vez mais bancos e empresas financeiras adotam soluções de Realidade Aumentada e Realidade Virtual.   Antes vistas apenas como hype ou algo superficial, as soluções baseadas em Realidade Virtual...