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      <title>Galdino Blog @ Oracle</title>
      <link>http://blogs.oracle.com/galdino/</link>
      <description>Comentários, dicas, artigos e textos sobre SOA, desenvolvimento de software, gerenciamento de projetos, processos de negócio, governança, virtualização, e  outros  assuntos interessantes.</description>
      <language>pt</language>
      <copyright>Copyright 2009</copyright>
      <lastBuildDate>Mon, 23 Nov 2009 14:03:38 -0300</lastBuildDate>
      <generator>http://www.sixapart.com/movabletype/</generator>
      <docs>http://blogs.law.harvard.edu/tech/rss</docs> 

      
      <item>
         <title><![CDATA[Oracle e SpringSource lan&ccedil;am um projeto Eclipse baseado nos padr&otilde;es OSGi]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Oracle e SpringSource propuseram um novo projeto Eclipse chamado Enterprise Modules ou Project Gemini. Maiores detalhes no link <a href="http://eclipse.org/proposals/gemini/">http://eclipse.org/proposals/gemini/</a>. O projeto envolve colaboradores da Oracle e SpringSource e é liderado pelo Mike Keith, que eu conheci recentemente no TDC 2009.</p>  <p>O objetivo primário do projeto é prover acesso a implementações padrão de tecnologias corporativas dentro de um framework modular. OSGi Alliance desenvolveu especificações para a aplicação e uso de muitas das tecnologias dentro de OSGi. Essas especificações descrevem como fornecedores devem implementar e interoperar com serviços existentes, e como a modularidade OSGi, ciclo de vida e modelos de serviços devem ser aplicados com relação a essas tecnologias. Gemini terá implementações de várias dessas especificações, tais como:RFC 66 — Web Container </p>  <ul>   <li>RFC 98 — Transactions </li>    <li>RFC 122 — Database Access </li>    <li>RFC 124 — Blueprint Services </li>    <li>RFC 139 — JMX Integration </li>    <li>RFC 142 — JNDI Integration </li>    <li>RFC 143 — JPA Integration </li>    <li>RFC 146 — JCA Connector Integration</li> </ul>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/11/oracle_e_springsource_lanam_um.html</link>
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         <pubDate>Mon, 23 Nov 2009 14:03:38 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>The Developers Conference 2009</title>
         <description><![CDATA[<p>No sábado eu estive no evento The Developers Conference, organizado pela GlobalCode. Foi uma grande oportunidade de rever algumas pessoas, tais como o Spock, Danival e Cláudio. O evento foi muito bem organizado e teve alguns destaques interessantes:</p>  <ul>   <li>Rod Johnson – SpringSource/Vmware, criador do Spring Framework</li>    <li>Ed Burns – Sun, líder da especificação JSF</li>    <li>Alejandro Guizar – Red Hat, ligado ao projeto jBPM</li>    <li><font color="#ff0000">Mike Keith – Oracle, atuou na especificação JPA</font></li> </ul>  <p>Era esperada também a presença do Chris Schalk, da Google, mas infelizmente ele não pode participar. Foi prontamente substituído pelo Fabrício, também da Google.</p>  <p>Todas as palestras foram bastante interessantes. Conversei com o Mike Keith da Oracle, e em sua apresentação ele comentou sobre recursos do JPA, e também teve uma participação de destaque no painel final que reuniu todos os palestrantes em uma discussão sobre cloud computing. Ele comentou sobre um dos riscos do uso de cloud computing, que é a perda da propriedade sobre dados e código, já que eles estarão num outro ambiente, fora da empresa.</p>  <p>O evento continua durante a semana nas cidades do Rio de Janeiro e Florianópolis. Para detalhes do evento, ocorrido nesse final de semana, veja: <a href="http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2009/index.seam">http://www.thedevelopersconference.com.br/tdc/2009/index.seam</a></p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/11/the_developers_conference_2009.html</link>
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         <pubDate>Mon, 09 Nov 2009 16:33:40 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Oracle e Sun:</title>
         <description><![CDATA[<p>Foi liberada uma nova versão de um FAQ onde a Oracle coloca os seus planos com relação as ferramentas da Sun. O FAQ em questão encontra-se em:</p>  <p><a href="http://www.oracle.com/ocom/groups/public/documents/webcontent/038563.pdf">http://www.oracle.com/ocom/groups/public/documents/webcontent/038563.pdf</a></p>  <p>Segue uma pequena lista contida no FAQ:</p>  <ul>   <li>Glassfish – evoluir a ferramenta, suportar a comunidade e ser uma referência open source de implementação da especificação JEE</li>    <li>NetBeans – opção open source complementar aos ambientes de desenvolvimento Jdeveloper e Oracle Enterprise Pack for Eclipse.</li>    <li>MySQL – adicionar ao conjunto de produtos de banco de dados, que já contém BerkeleyDB na lista.</li>    <li>OpenOffice – continuar desenvolvendo e suportando OpenOffice como opensource, com a opção de licenciamento para grandes clientes.</li>    <li>Virtualização – integrar com os produtos de virtualização da Oracle.</li> </ul>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/10/oracle_e_sun.html</link>
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         <pubDate>Thu, 29 Oct 2009 13:41:16 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[Palestra sobre Governan&ccedil;a em TI]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Na próxima sexta-feira, as 19:00, estarei na faculdade Veris/IBTA em Campinas para dar uma palestra cujo tema é Governança em TI. A idéia é falar sobre governança, motivações, e passar por alguns temas tais como ITIL, COBIT, TOGAF, SOX, e outros temas correlatos.</p>  <p>Farei algumas postagens com um pouco do conteúdo que darei na palestra.</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/10/palestra_sobre_governana_em_ti.html</link>
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         <pubDate>Wed, 28 Oct 2009 17:58:07 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[O que &eacute; COBIT?]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Há algum tempo estava querendo postar algo sobre COBIT, já que sempre há algumas perguntas sobre o que vem a ser essa sigla. Vou dar um breve overview sobre o assunto.</p>  <p>Control Objectives for Information and related Technology (COBIT®), atualmente na versão 4.1, tem como objetivo prover boas práticas além de ser um framework de processo e apresentar atividades numa estrutura lógica e gerenciável. A idéia é que com essas boas práticas possa-se otimizar investimentos em TI, garantir a entrega e prover meios de medir a situação do ambiente.</p>  <p>O framework COBIT:</p>  <ul>   <li>estabelece uma ligação com os requisitos de negócio</li>    <li>organiza as atividades de TI numa forma de processos</li>    <li>identifica os principais recursos de TI</li>    <li>define os objetivos de gerenciamento a serem alcançados</li> </ul>  <p>Há portanto uma forte ligação com o que costumamos chamar de governança, ou mais especificamente, governança de TI. Logo, COBIT suporta a governança de TI de modo a garantir que TI esteja alinhado com as áreas de negócio, que IT maximiza os benefícios de negócio, que os recursos de TI são usados responsavelmente e que os riscos sejam tratados adequadamente.</p>  <p>Nos próximos posts vou procurar entrar em mais detalhes sobre o COBIT, os produtos, os processos, enfim, mais detalhes sobre o framework.</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/10/o_que_cobit.html</link>
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         <pubDate>Tue, 13 Oct 2009 15:37:17 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Novas features planejadas nas ferramentas</title>
         <description><![CDATA[<p>No link <a href="http://ow.ly/15Uskh">http://ow.ly/15Uskh</a> podemos ver o recente anúncio da Oracle sobre algumas novas features que serão adicionadas às futuras releases do Jdeveloper, ADF, WebLogic Suite, SOA Suite e WebCenter Suite. Seguem uma pequena relação para Jdeveloper e SOA Suite:</p>  <p><font color="#ff0000">Oracle JDeveloper:</font></p>  <ul>   <li>suporte para Maven, JSON, Facelets, UML 2.0</li>    <li>Oracle ADF Mobile Client</li>    <li>Task connector e Bugzilla connector para o Oracle Team Productivity Center</li>    <li>HTTP analyzer com suporte a serviços REST e WS-Policy</li> </ul>  <p><font color="#ff0000">Oracle SOA Suite</font></p>  <ul>   <li>criar dashboards no BAM em poucos cliques através do JDeveloper</li>    <li>uma interface baseada em web para os analistas de negócio endereçarem mudanças em processos e regras</li>    <li>adicionar lista de compatibilidade e interoperabilidade com outros produtos</li> </ul>  <p>Para ver mais detalhes, basta visitar o link mencionado acima.</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/10/novas_features_planejadas_nas.html</link>
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         <pubDate>Tue, 13 Oct 2009 12:17:28 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[O que &eacute; CEP ou Complex Event Processing?]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Em linhas gerais, trata-se de analisar uma série de dados em tempo real e com base nisso, identificar padrões e gerar eventos que podem ser tratados. É uma operação feita em memória e a lógica é definida através de uma série de consultas (ou queries) feitas sobre o conjunto de dados recebidos.</p>  <p>Algumas necessidades atendidas:</p>  <ul>   <li>processar alto volume de dados</li>    <li>fluxo contínuo</li>    <li>latência em nível de sub-milissegundos</li>    <li>fontes variadas</li>    <li>janela de processamento limitado</li>    <li>busca de padrões</li> </ul>  <p>O processamento de eventos torna-se então, capaz de receber um enorme conjunto de dados, e aplicar:</p>  <ul>   <li>filtro</li>    <li>correlação e agregação de informações</li>    <li>associação de padrões</li> </ul>  <p>Entre seus conceitos, temos:</p>  <ul>   <li>extensão do modelo relacional para suportar consultas contínuas</li>    <li>construção de janelas sobre um grande fluxo de informações</li>    <li>usar operadores relacionais para caracterizar eventos extraídos dos fluxos</li>    <li>busca de padrões</li> </ul>  <p>A linguagem de consulta utilizada é CQL – Complex Query Language (ANSI).</p>  <p>Exemplos de cenários onde o CEP pode ser útil:</p>  <ul>   <li>processamento de dados em pedágios</li>    <li>identificação de padrões em rotas de transporte (aéreos, rodoviários)</li>    <li>identificação de momentos para compra e venda de ações</li>    <li>serviços de emergência</li>    <li>controle de bagagens em companhias aéreas</li> </ul>  <p>Falarei mais sobre o assunto em breve. </p>  <p>Para mais informações: <a href="http://www.oracle.com/technologies/soa/complex-event-processing.html">http://www.oracle.com/technologies/soa/complex-event-processing.html</a></p>  <p>CEP in Real World: <a href="http://www.oracle.com/technologies/soa/docs/oracle-complex-event-processing.pdf">http://www.oracle.com/technologies/soa/docs/oracle-complex-event-processing.pdf</a></p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/09/o_que_cep_ou_complex_event_pro.html</link>
         <guid>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/09/o_que_cep_ou_complex_event_pro.html</guid>
        
        
         <pubDate>Fri, 04 Sep 2009 17:12:14 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[Um cen&aacute;rio de integra&ccedil;&atilde;o]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Um site que eu acho interessante é o <font color="#ff0000">Enterprise Integration Patterns</font> (<a href="http://eaipatterns.com/">http://eaipatterns.com/</a>). Na verdade, há um livro escrito sobre o assunto, e no site há uma série de informações úteis. Problemas de integração que atormentam a vida de muitos desenvolvedores e arquitetos ao redor do mundo.</p>  <p>No site podemos encontrar estilos de integração, sistemas de mensagens, canais de mensagens, construção de mensagens, roteamento e transformação de mensagens, além de informações sobre os tipos de endpoints e gerenciamento de sistemas.</p>  <p>Um dos problemas que existem, e que tive de lidar recentemente, pode ser traduzido pelo seguinte cenário:</p>  <p>Imagine um sistema escrito numa linguagem e que ao longo do tempo desenvolveu uma série de serviços de alta granularidade. Um exemplo desse tipo de serviço seria algo como <font color="#ff0000">ObterDadosDoCliente</font> que devolve informações gerais sobre o cliente, tal como endereço, documentação, perfil de consumo, dados de contato, tudo numa única requisição mas internamente chamando uma série de pequenos serviços.</p>  <p>Com a evolução natural dos sistemas, esse sistema (fornecido por um terceiro) entra numa nova versão, e nessa nova versão não há um serviço chamado ObterDadosDoCliente, mas sim uma série de pequenos serviços tais como obterCliente(), obterEndereco(), obterDocumentação, etc.</p>  <p>A tela principal do call center sempre chamou o serviço ObterDadosDoCliente. Entretanto a mudança para um novo sistema será feita em partes: um conjunto de clientes de cada vez. Através de estratégias de integração, e do uso de ferramentas, como poderíamos resolver esse problema com o menor impacto possível para a tela do call center?</p>  <p>Volto a esse assunto nos próximos posts. E aguardo idéias e opiniões :)</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/09/um_cenrio_de_integrao.html</link>
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         <pubDate>Wed, 02 Sep 2009 21:18:41 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>SCA no Oracle SOA Suite 11g</title>
         <description><![CDATA[<p>SCA significa Service Component Architecture. Trata-se de um modo de representar a lógica de negócios como componentes de serviço reutilizáveis que podem ser facilmente integradas em uma aplicação SCA. A aplicação resultante é conhecida como uma aplicação SOA composta (ou composite). A especificação do padrão SCA é mantida pelo grupo OASIS.</p>  <p>No diagrama abaixo, extraído do arquivo composite.xml, que no Jdeveloper é usado como base para representar as aplicações compostas, podemos ver componentes BPEL, Mediator e Business Rules interagindo juntos para resolver um dado problema de negócio.</p>  <p><a href="http://blogs.oracle.com/galdino/WindowsLiveWriter/SCAnoOracleSOASuite11g_124D6/image_2.png"><img style="border-bottom: 0px; border-left: 0px; margin: 0px; display: inline; border-top: 0px; border-right: 0px" title="image" border="0" alt="image" src="http://blogs.oracle.com/galdino/WindowsLiveWriter/SCAnoOracleSOASuite11g_124D6/image_thumb.png" width="611" height="480" /></a> </p>  <p>A partir desse diagrama podemos configurar cada um destes componentes, e visualizar os serviços externos referenciados. Além de termos mais claramente como cada componente interage com os outros.</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/09/sca_no_oracle_soa_suite_11g.html</link>
         <guid>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/09/sca_no_oracle_soa_suite_11g.html</guid>
        
        
         <pubDate>Wed, 02 Sep 2009 20:49:37 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Licenciamento: outra vantagem do Oracle VM</title>
         <description><![CDATA[<p>Quando se licencia software, uma unidade usada para efeito de cálculo do custo de licenciamento é o número de processadores/cores da máquina. Ou seja, tendo-se uma máquina com quatro processadores, teremos o custo de licenciamento de um software (como um banco de dados) baseado nesse número de processadores.</p>  <p>E quando falamos em virtualização, como isso ocorre?</p>  <p>A Oracle, no documento <a href="http://www.oracle.com/corporate/pricing/partitioning.pdf">http://www.oracle.com/corporate/pricing/partitioning.pdf</a>, define os critérios para particionamento baseado em dois tipos de particionamento disponíveis:</p>  <ul>   <li><font color="#ff0000">Soft partitioning</font>: trata-se de segmentar o sistema operacional usando recursos gerenciadores do próprio sistema operacional. Ou seja, o administrador pode definir o número de processadores a serem usados para uma dada aplicação, e uma eventual alteração no número de processadores é bem fácil. Essa forma de particionamento <u>não é válida</u> para se determinar o número de processadores a serem usados no licenciamento.</li>    <li><font color="#ff0000">Hard partitioning</font>: trata-se de segmentar fisicamente o uso dos recursos de um servidor, criando sistemas pequenos e separados. Cada sistema age como uma única física independente. Essa é uma <u>forma válida</u> de determinar o número de processadores a serem usados no licenciamento.</li> </ul>  <p>E o Oracle VM? Em princípio, o Oracle VM também está na categoria de soft partitioning, mas um documento existente em <a href="http://www.oracle.com/technology/tech/virtualization/pdf/ovm-hardpart.pdf">http://www.oracle.com/technology/tech/virtualization/pdf/ovm-hardpart.pdf</a> explica como configurar o software de modo a delimitar o número de processadores a serem utilizados, e com isso, entrar na categoria <font color="#ff0000">Hard partitioning</font>, tornando válida a determinação do número de processadores para efeitos de licenciamento,</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/licenciamento_outra_vantagem_d.html</link>
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         <pubDate>Sat, 29 Aug 2009 08:08:15 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Webcast sobre o roadmap para Oracle VM e Virtual Iron</title>
         <description><![CDATA[<h5>Do blog <a href="http://blogs.oracle.com/virtualization">http://blogs.oracle.com/virtualization</a></h5>  <p>A Virtual Iron foi uma das empresas adquiridas pela Oracle nos últimos meses, cujo foco era a virtualização baseado também na mesma tecnologia XEN usada no Oracle VM. Com a aquisição, as funcionalidades existentes no conjunto de aplicativos da Virtual Iron serão incorporadas no produto Oracle VM.</p>  <p>No <a href="http://event.on24.com/r.htm?e=154604&amp;s=1&amp;k=15A643EDF47C6AA533FF232FD910F338&amp;partnerref=web">webcast</a> é traçado um panorama e um roadmap para integração para Oracle VM e Virtual Iron. Alguns pontos da apresentação:</p>  <ul>   <li>A combinação das capacidades de gerenciamento de recursos dinâmicos da Virtual Iron com toda as características de gerenciamento em diversos níveis mais a implantação de aplicações da Oracle criarão uma solução única para o gerenciamento eficiente de data centers</li>    <li>Recursos de gerenciamento da Virtual Iron serão adicionados ao Oracle VM Manager e também ao Enterprise Manager</li>    <li>Na próxima release do Oracle VM teremos alguns dos recursos oriundos da Virtual Iron já inclusos na ferramenta</li>    <li>Haverá conversão de imagens da Virtual Iron para o formato usado pelo Oracle VM</li> </ul>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/webcast_sobre_o_roadmap_para_o.html</link>
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         <pubDate>Wed, 26 Aug 2009 16:49:49 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[Porqu&ecirc; migrar para o SOA Suite 11g?]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Original em <a href="http://blogs.oracle.com/enterprisearchitecture/2009/08/why_move_to_soa_suite_11g_pats.html">http://blogs.oracle.com/enterprisearchitecture/2009/08/why_move_to_soa_suite_11g_pats.html</a></p>  <p>Uma pequena lista das 10 principais razões para migrar para a nova versão das ferramentas:</p>  <ol>   <li>plataforma unificada no WebLogic Server</li>    <li>unificação por SCA do ciclo de vida desenvolvimento-teste-produção</li>    <li>melhorias no BPEL</li>    <li>grandes melhorias no mecanismo do Business Rules</li>    <li>melhor suporte a Adaptadores</li>    <li>possibilidade de usar o JRockit</li>    <li>Error Hospital, abordagem unificada para tratamento de erros de todos os componentes</li>    <li>Event Delivery Network </li>    <li>Uso do barramento de serviços apropriado, o Oracle Service Bus</li>    <li>WebServices Manager Service Engine, para utilização com EM ou JDev.</li> </ol>  <p>Além disso o BAM foi totalmente reescrito em Java.</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/porqu_migrar_para_o_soa_suite.html</link>
         <guid>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/porqu_migrar_para_o_soa_suite.html</guid>
        
        
         <pubDate>Mon, 24 Aug 2009 11:40:06 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[SOA Suite &ndash; Oracle WebServices Manager Policy Manager &ndash; OWSM]]></title>
         <description><![CDATA[<p>É um componente responsável pela aplicação de segurança em nível global e por políticas de auditoria dentro da infraestrutura de serviços do SOA Suite 11g. Através da aplicação de políticas de segurança em diversos endpoints e por atribuir e propagar identidade, ele garante também a segurança das aplicações. Permite também:</p>  <ul>   <li>assinar mensagens </li>    <li>encriptar mensagens </li>    <li>realizar autenticação </li>    <li>controle de acesso baseado em papéis </li> </ul>  <p>Além disso, coleta estatísticas de monitoramento com informações sobre a qualidade, ameaças de seguranças, tempo de atividade, exibindo esses dados de forma gráfica.`</p>  <p>Na figura abaixo temos os componentes da arquitetura do Oracle WSM:</p>  <p><img alt="Description of Figure 3-2 follows" src="http://download.oracle.com/docs/cd/E12839_01/web.1111/b32511/img/arch.gif" /></p>  <p>&#160;</p>  <table border="0" cellspacing="0" cellpadding="2"><tbody>     <tr bgcolor="#ff0000" color="white">       <td valign="top"><font color="#ffffff">Componente</font></td>        <td valign="top"><font color="#ffffff">Descrição</font></td>     </tr>      <tr>       <td valign="top">Oracle Enterprise Manager         <br />Fusion Middleware Control</td>        <td valign="top">Permite que administradores possam gerenciar, monitorar e aplicar regras de segurança em webservices.</td>     </tr>      <tr>       <td valign="top">Oracle WSM Policy Manager</td>        <td valign="top">Le e grava políticas, incluindo políticas pré-definidas ou customizadas do repositório</td>     </tr>      <tr>       <td valign="top">Oracle WSM Agent</td>        <td valign="top">Gerencia a aplicação de políticas através do Policy Interceptor Pipeline.</td>     </tr>      <tr>       <td valign="top">Policy Interceptors</td>        <td valign="top">Aplica políticas, incluindo confiabilidade de mensagens, gerenciamento, endereçamento, segurança e MTOM (mecanismo de otimização para transmissão de mensagens).</td>     </tr>      <tr>       <td valign="top">Metadata Store (MDS)</td>        <td valign="top">Armazena políticas.</td>     </tr>      <tr>       <td valign="top">Oracle Fusion Middleware Database</td>        <td valign="top">Suporte a banco de dados para MDS.</td>     </tr>   </tbody></table>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/soa_suite_oracle_webservices_m.html</link>
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         <pubDate>Mon, 24 Aug 2009 11:10:01 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title><![CDATA[Uma pergunta sobre UDDI e vers&otilde;es]]></title>
         <description><![CDATA[<p>Em um dos comentários que recebi, teve a seguinte situação mencionada:</p>  <blockquote>   <p><em>Quando temos um serviço com a mesma versão e url, que precisa rodar em ambientes diferentes, tipo um usuário precisa testar este serviço em desenvolvimento na aplicação dele, outro usuário precisa testar este serviço em homologação, porque o serviço é consumido por duas aplicações diferentes, estas aplicações podem ser composta por serviço ou .jar, Como o UDDI trabalha este caso? É possível um ponto central de acesso para o serviço?</em></p> </blockquote>  <p>Eu entendo que nesse caso, temos alguns pontos a considerar:</p>  <ul>   <li>tem um software de gerência de configuração sendo usado na empresa? Se sim, tem um plano para geração de versão dos serviços? Qual a correlação entre essas versões e o ambiente de execução?</li>    <li>se o serviço é diferente para cada aplicação, entendo que se ambos devem existir, então o endpoint ou endereço de acesso desses serviços deve ser diferente. Algo como <a href="http://servidor/producao/servico_x">http://servidor/producao/servico_x</a> ou <a href="http://servidor/testes/servico_x">http://servidor/testes/servico_x</a>. Em alguns casos considera-se até mesmo o uso do número de versão do serviço na descrição do endpoint. Muitas vezes são usadas até mesmo máquinas diferentes para os serviços de testes, produção ou desenvolvimento.</li> </ul>  <p>Ou seja, através de ferramentas como o Oracle Enterprise Repository e o Oracle Service Registry (UDDI) pode-se ter um controle sobre as dependências dos serviços, controle de versões, ambiente de execução. E num UDDI o descritor do serviço deve ser devolvido para o solicitante conforme a necessidade de uso do serviço. Entendendo que são serviços diferentes, eles serão cadastrados no UDDI de acordo com essa diferença. E que caso se faça a consulta ao UDDI para obter o descritor do serviço correspondente a testes ou a produção, por exemplo.</p>  <p>Se o serviço for efetivamente o mesmo, a gerência fica mais facilitada, uma vez que não precisa se preocupar com as nuances acima, e o UDDI conterá o endereço desse serviço.</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/uma_pergunta_sobre_uddi_e_vers.html</link>
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         <pubDate>Fri, 21 Aug 2009 15:26:18 -0300</pubDate>
      </item>
      
      <item>
         <title>Retomando os posts</title>
         <description><![CDATA[<p>hehehe :) Infelizmente precisei ficar cerca de duas semanas sem postar nada no blog. Peço desculpas aos meus leitores. A razão, como mencionei anteriormente, foi uma prova de conceito com o objetivo de mostrar a aderência das ferramentas Oracle e uma integração com o ambiente .Net.</p>  <p>Logo logo eu envio um post comentando sobre esta experiência. Tenho vários textos para colocar no blog. Por um lado acho que esse período foi interessante também para o blog, pois pude perceber que há inúmeras perguntas sobre as ferramentas, e o que mais quero é ajudá-los a entender todas elas. Assim eu também vou aprendendo :)</p>]]></description>
         <link>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/retomando_os_posts.html</link>
         <guid>http://blogs.oracle.com/galdino/2009/08/retomando_os_posts.html</guid>
        
        
         <pubDate>Mon, 17 Aug 2009 22:09:53 -0300</pubDate>
      </item>
      
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